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✏ ℝ𝕖𝕤𝕦𝕞𝕒𝕠 𝕡𝕒𝕣𝕒 𝕡𝕣𝕠𝕧𝕒 📚

 TOPOGRAFIA: TOPOS, em grego, significa lugar e GRAPHEN


descrição, assim, de uma forma bastante simples, Topografia significa
descrição do lugar. O estudo dos instrumentos e métodos utilizados que
permita representar uma porção da superfície terrestre em uma escala
adequada. A topografia sendo base para a engenharia está presente
nas etapas de planejamento e projeto fornecendo informações
importantes do terreno.

 TOPOMETRIA: é responsável pela avaliação de grandezas para


representar o ambiente sendo estes processos clássicos de medição de
distâncias, ângulos e desníveis.

 TOPOLOGIA: é responsável pelo estudo das formas exteriores do


terreno e as suas leis regentes.

 As UNIDADES DE MEDIDA para as coordenadas esféricas são ângulos


em graus, e para as coordenadas cartesianas (2D ou 3D) são medidas
em metros.

 MODELOS DE FORMA DA TERRA: O Modelo Esférico considera a


terra como uma esfera (muito utilizada em Astronomia), onde um ponto
pode ser localizado através da latitude (o arco meridiano contado a partir
do equador; Positiva no hemisfério norte e negativa no hemisfério sul) e
longitude (arco do equador até o Meridiano; A Leste é negativo e a
Oeste é positivo). Modelo Elipsoidal: A Geodésia adota esse modelo
como uma figura geométrica gerada pela rotação de uma semi-elípse
em torno de um de seus eixos, se esse ultimo for menor, o elipsoide é
achatado. As coordenadas geodésicas elipsóidicas de um ponto sobre o
elipsoide são latitude (ângulo que a normal forma com sua projeção no
plano do equador, sendo positiva para o Norte e negativa para o Sul) e
longitude (ângulo diedro formado pelo meridiano geodésico de
Greenwich (origem) e do ponto P, sendo positivo para Leste e negativo
para Oeste). 
 MODELOS DE FORMA DA TERRA: Modelo Geoidal: É o nível médio
dos mares em repouso, prolongado através dos continentes e sendo
uma superfície irregular. O modelo Plano: É o mais utilizado na
Topografia para facilitar os cálculos, porém se adota um limite de erros,
uma vez que não representa realmente a forma. 

 Tradicionalmente o levantamento topográfico pode ser divido em duas


partes: o levantamento planimétrico, onde se procura determinar a
posição planimétrica dos pontos (coordenadas X e Y) e o levantamento
altimétrico, onde o objetivo é determinar a cota ou altitude de um ponto
(coordenada Z).

 ERROS. São três principais tipos de erros, GROSSEIROS (fora do


protocolo) Erros grosseiros: causados por engano na medição,
normalmente relacionados com a desatenção do observador ou com
uma falha no equipamento.  SISTEMÁTICOS (causados pelos
instrumentos) são possíveis de serem calculados, causados pelos
instrumentos de medidas e/ou erros de características ambientais,
portanto, corrigidos por uma equação padrão. E ALEATÓRIOS (não
conhecidos).

 PRECISÃO: é a capacidade dos instrumentos de medida de repetir


medidas sucessivas.

 ACURÁCIA: é a capacidade de se obter um valor mais próximo (ou


verdadeiro) daquele que se é desejado. 

 ESCALA: De forma simples, podemos definir escala com sendo a


relação entre o valor de uma distância medida no desenho e sua
correspondente no terreno.

 TIPOS DE ESCALAS: As escalas podem ser de redução (1:n), ampliação


(n:1) ou naturais (1:1). Na geomática utiliza-se a escala de redução, pois
é necessário representar algo de escala grande em um tamanho menor
(desenho). *Uma escala é dita grande quando apresenta o denominador
pequeno*
 As escalas são adimensionais, ou seja, não possuem uma unidade
padrão. Cada unidade no desenho representa “n” unidades no terreno
real. O valor de “n” indica duas situações: Quando está no denominador,
“n” representa o valor real da medida; e quando está no numerador, “n”
representa o quanto foi ampliado em relação ao valor do denominador.

 O ERRO DE GRAFICISMO (eg) é uma função da acuidade visual,


habilidade manual e qualidade do equipamento de desenho. Conforme a
NBR 13.133, o limite de erro do grafismo é de 0,2 mm para lançamento
de pontos e traçados de linhas no desenho topográfico, equivalendo ao
dobro da acuidade visual do observador.

 Em função deste valor é possível definir o valor da PRECISÃO DA


ESCALA (pe), ou seja, o menor valor representável em verdadeira
grandeza, em uma escala. pe = eg × M

 A ESCALA GRÁFICA é uma reta graduada em valores que representam


graficamente as dimensões do terreno real no desenho. Essas divisões
são iguais em tamanho e cada uma representa a unidade de medida
escolhida.

 O PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DE UMA ESCALA GRÁFICA tem como


primeiro passo conhecer a escala do mapa utilizado/projetado. Assim,
deve-se realizar os cálculos para saber o tamanho dos desenhos,
escolhendo um padrão. Como por exemplo, tem-se um mapa que
apresenta escala de 1:4000 e deseja-se desenhar um retângulo que
corresponde a 100 m do terreno real. Então com os cálculos, o retângulo
terá 2,5 cm de comprimento. Assim, utiliza-se esse processo para cada
objeto. A escala também pode ter intervalos menores, chamados de
“talão”.

 A Terra é um ímã gigante, portanto, produz CAMPO MAGNÉTICO.


A agulha imantada de uma bússola aponta para o norte geográfico, pois
o campo magnético gerado pela agulha alinha-se ao campo
magnético terrestre.

 O NORTE GEOGRÁFICO (NG) OU VERDADEIRO é o ponto para onde


convergem todos os meridianos. É o ponto na superfície terrestre onde
ocorre a intersecção com o eixo de rotação da Terra.

 O EIXO MAGNÉTICO NÃO COINCIDE COM O EIXO GEOGRÁFICO.


Esta diferença entre a indicação do Pólo Norte magnético (dada pela
bússola) e a posição do Pólo Norte geográfico denomina-se de
declinação magnética.

 AZIMUTE de uma direção é o ângulo formado entre a meridiana de


origem que contém os Pólos, magnéticos ou geográficos, e a direção
considerada. É medido a partir do Norte, no sentido horário e varia de 0 o
a 360o.

 RUMO é o menor ângulo formado pela meridiana que materializa o


alinhamento Norte Sul e a direção considerada. Varia de 0 o a 90o, sendo
contado do Norte ou do Sul por leste e oeste.

 DECLINAÇÃO MAGNÉTICA é o ângulo formado entre o meridiano


verdadeiro e o meridiano magnético; ou também pode ser definido como
desvio entre o azimute ou rumo verdadeiros e os correspondentes
magnéticos. Varia com o tempo e com a posição geográfica, podendo
ser ocidental (δW), negativa quando o Pólo magnético estiver a oeste
(W) do geográfico e oriental (δE) em caso contrário. No Brasil o órgão
responsável pela elaboração das cartas de declinação é o Observatório
Nacional e a periodicidade de publicações da mesma é de 10 anos.
 A BÚSSOLA é um instrumento de navegação e orientação baseado em
propriedades magnéticas de alguns materiais e do campo magnético
terrestre.

 Métodos de determinação do NORTE VERDADEIRO: fundamentado


em determinações astronômicas ultilizando um sistema GNSS, é mais
precisa do que o norte magnético.

 POLIGONAL: Uma poligonal consiste em uma série de linhas


consecutivas onde são conhecidos os comprimentos e direções, obtidos
através de medições em campo. Utilizando-se uma poligonal é possível
definir uma série de pontos de apoio ao levantamento topográfico.

 Poligonal principal: poligonal que determina os pontos de apoio


topográfico de primeira ordem.

 Poligonal secundária: aquela que, apoiada nos vértice da


poligonal principal determina os pontos de apoio topográfico de
segunda ordem.

 Poligonal auxiliar: poligonal que, baseada nos pontos de apoio


topográfico planimétrico, tem seus vértices distribuídos na área ou
faixa a ser levantada.

 Poligonal fechada: parte de um ponto com coordenadas


conhecidas e retorna ao mesmo ponto.

 Poligonal enquadrada: parte de dois pontos com coordenadas


conhecidas e acaba em outros dois pontos com coordenadas
conhecidas.
 Poligonal aberta: parte de um ponto com coordenadas
conhecidas e acaba em um ponto cujas coordenadas deseja-se
determinar.

 MÉTODO DE IRRADIAÇÃO: Consiste em, a partir de uma linha de


referência conhecida, medir um ângulo e uma distância. Neste método o
equipamento fica estacionado sobre um ponto e faz-se a “varredura” dos
elementos de interesse próximos ao ponto ocupado, medindo direções e
distâncias para cada elemento a ser representado.

 ESTAÇÃO TOTAL ou taqueômetro é um instrumento eletrônico


utilizado na medida de ângulos e distâncias. pode ser explicado como a
junção do teodolito eletrônico digital com o distanciômetro eletrônico,
montados num só bloco.



 MÉTODOS DE POSICIONAMENTO POR TOPOGRAFIA CLÁSSICA

 Poligonação é a observação de direções e distâncias entre vértices


consecutivos de uma poligonal. O equipamento de medição é
posicionado sobre um dos vértices da poligonal, deste, é observada a
direção em relação ao vértice anterior (vértice “ré”), a direção ao
vértice posterior (vértice “vante”) e as distâncias entre os vértices.

 Triangulação observação de ângulos formados entre os


alinhamentos de vértices intervisíveis de uma rede de triângulos.
 Trilateração O posicionamento por meio da trilateração é baseado
na observação de distâncias entre os vértices intervisíveis de uma
rede de triângulos.

 Triangulateração são observados ângulos e distâncias entre os


vértices intervisíveis de uma rede de triângulos.

 Irradiação se baseia na determinação de coordenadas a partir da


observação de ângulos e distâncias ou azimutes e distâncias.

 Interseção linear observação das distâncias do ponto de interesse a


dois vértices de coordenadas conhecidas.

 Interseção angular se observa somente os ângulos entre os


alinhamentos formados por dois vértices de coordenadas conhecidas
e o vértice de interesse.

 Alinhamento determinação de coordenadas de um vértice que se


encontra na direção definida por outros dois de coordenadas
conhecidas.

 GNSS (Global Navigation Satellite System): é uma denominação


genérica que contempla sistemas de navegação com cobertura global,
que permite que equipamentos forneçam, através da indicação de
coordenadas, a localização de determinado ponto na superfície terrestre.
Dentre os sistemas englobados pelo GNSS podemos citar:

 NAVSTAR-GPS (NAVigation System with Timing And Ranging –


Global Positioning System), mais conhecido como GPS. Sistema
norte-americano;

 GLONASS (Globalnaya Navigatsionnaya Sputnikovaya Sistema).


Sistema russo;
 Galileu. Sistema europeu.

 Compass/Beidou (China’s Compass Navigation Satellite System –


CNSS). Sistema chinês.

 Em relação ao SBAS temos os seguintes exemplos: WAAS (Wide


Area Augmentation System). Sistema norte americano; EGNOS
(European Geostationary Navigation Overlay System). Sistema
europeu.

 Posicionamento GNSS relativo: as coordenadas do vértice de


interesse são determinadas a partir de um ou mais vértices de
coordenadas conhecidas. É necessário que dois ou mais receptores
GNSS coletem dados simultaneamente, onde um dos receptores ocupe
um vértice de referência (base) e o outro será móvel.

 Observáveis: fase da onda portadora proporciona melhor


precisão (erro em cm) e por isso ela é a única observável aceita
na determinação de coordenadas de vértices de apoio e vértices
situados em limites artificiais. Pseudodistância receptores de
navegação como drones e smatphones só trabalham com ela.
(código C/A).

 Linha de base é a distancia do receptor base ao receptor móvel


maior tempo de ocupação maior linha de base o que garante
qualidade de medida em cm

 Posicionamento relativo estático tanto o(s) receptor(es) do(s)


vértice(s) de referência quanto o(s) receptor(es) do(s) vértice(s) de
interesse devem permanecer estacionados (estáticos) durante todo o
levantamento.
 Posicionamento GNSS Relativo Estático: tanto o(s) receptor(es) do(s)
vértice(s) de referência quanto o(s) receptor(es) do(s) vértice(s) de
interesse devem permanecer estacionados (estáticos) durante todo o
levantamento. Neste método, a sessão de rastreio se estende por um
longo período.

 Relativo Estático Rápido: O posicionamento relativo estático-rápido é


similar ao relativo estático, porém, a diferença básica é a duração da
sessão de rastreio, que neste caso, em geral é inferior a 20 minutos.

 Posicionamento relativo semicinemático O receptor que ocupa o


vértice de interesse permanece estático, porém num tempo de ocupação
bastante curto, necessitando coletar dados no deslocamento entre um
vértice de interesse e outro.

 posicionamento relativo cinemático, enquanto um ou mais receptores


estão estacionados no(s) vértice(s) de referência, o(s) receptor(es) que
coleta(m) dados dos vértices de interesse permanece(m) em movimento.
A qualidade está relacionada ao ponto inicial se houver perda de sinal é
necessário reiniciar.

 Na pratica o cinemático é mais usado, pois demanda menos


tempo em cada ponto, mas não é apropriado para locais com
muitas observações. O primeiro escolhe-se o ponto desejado o
outro grava os pontos automaticamente.

 RTK e DGPS: RTK (Real Time Kinematic) e DGPS (Differential GPS)


transmissão instantânea de dados de correções dos sinais de satélites,
do receptor de base ao móvel, proporcionando o conhecimento
instantâneo (tempo real) de coordenadas precisas. (elimina o pós
processamento de dados). É necessária a ligação a partir da estação
base via rádio internet móvel (RTK, que ultiliza uma linha de base única)
ou satélite (DGPS).
 No RTK em rede, ao invés de apenas uma estação de referência,
existem várias estações de monitoramento contínuo conectadas a um
servidor central, a partir do qual são distribuídos, por meio da Internet,
os dados de correção aos receptores móveis.

 PPP: Com o posicionamento por ponto preciso, as coordenadas do


vértice de interesse são determinadas de forma absoluta, portanto,
dispensa o uso de receptor instalado sobre um vértice de coordenadas
conhecidas (base). Utiliza mais de um receptor (pseudodistancia e fase
de onda portadora).

 PPS: posicionamento por ponto simples utiliza um único receptor


(utilizando pseudodistancia) calcula a posição georreferenciada de um
ponto.

 A diferença entre eles é que no PPS calcula-se as coordenadas


a partir do receptor base e PPP não é necessário porem tem
menor qualidade.

 Fotogrametria: obtenção de medidas confiáveis por meio de gravação,


medição e interpretação de imagens fotográficas. Aplica-se em
levantamentos planimétricos, monitoramento ambiental, levantamentos
pedológicos, uso e ocupação do solo.

 Drone: termo genérico para designar aeronaves remotamente pilotadas,


de uso civil, que gera imagens e coordenadas.

 VANT (em inglês UAV): Veículo aéreo não tripulado.

 ARP (em inglês RPA): aeronave remotamente pilotada.

 SARP: sistema de aeronave remotamente pilotada


 Mosaico: União de fotos tiradas com drone nos pontos determinados
formando apenas uma foto.

 Mosaico controlado: Utiliza pontos de controle no terreno para orientar


o modelo.

 Pontos de controle no terreno são pontos posicionados em locais


onde as coordenadas são conhecidas, que podem ser identificados pelo
drone. Ele deve ser posicionado em locais de fácil observação e de
coordenadas conhecidas, respeitando a margem de erro do drone.
Função corrigir erros de posicionamento. Porém, alguns drones
possuem posicionamento por PPS, RTK, DGPS e PPK, o que faz com
que os erros sejam automaticamente corrigidos. Descartando assim o
uso dos pontos de controle.

 A resolução geométrica é definida pelo número total de pixels contidos


na imagem. Também por tamanho de pixel e número total de elementos
de unidade linear. No sensoriamento remoto é por tamanho do pixel no
terreno. É feita a relação do tamanho do pixel com a altura do voo.
Quando maior a altura do voo (AGL), maior o tamanho do pixel no
terreno (GSD) e menos detalhes, e vice-versa.

 O modelo digital de superfície (MDS) representa a superfície, sendo o


terreno e os objetos acima dele, além de levar em consideração a altura
e o relevo; modelo digital de terreno (MDT). representa o terreno
apenas, considerando seu relevo e altitude, sendo assim é necessário
que os dados sejam filtrados para remover os objetos acima. Isso é feito
por softwares que realizam a representação dos dados de modo preciso.

 Norma técnica de georreferenciamento de imóveis rurais: Para


vértices situados em limites artificiais: melhor ou igual a 0,50 m; Para
vértices situados em limites naturais: melhor ou igual a 3,00 m; e Para
vértices situados em limites inacessíveis: melhor ou igual a 7,50 m.
Esses valores são iguais para os drones.

 Tipos de sensores embarcados em RPAs: Câmeras RGB: detecção


falhas de plantio, desenvolvimento da cultura, formação da planta,
modelo de elevação do terreno.

Câmeras Térmicas: Detecção de estresse hídrico/irrigação.

Câmeras Multiespectrais: Detecção de estresse nutricional, para


determinação de índices indicadores fisiológicos, e estrutura da copa,
como NDVI, EVI e outros.

Câmeras Hiperespectrais: estão sendo desenvolvidos novos índices e


métodos visualizando assinatura do espectro refletido e geração de
índices espectrais combinados.

Sensores ativos: detecção de reflectância, NDVI e outros.

 Cartografia: Basicamente, cartografia representa a superfície terrestre,


parte dela ou elemento de interesse de forma gráfica bidimendional por
meio dos mapas.

 Geóide: representa a forma real terrestre, com um ligeiro achatamento


nos polos. Considera o nível médio dos oceanos sobre os continentes,
por isso é mais irregular, considera o potencial gravitacional terrestre por
isso não é constante em todos os lugares.

 Elipsoide é utilizado para a representação da terra por ser mais simples


de ser descrito matematicamente, por isso, por exemplo, a latitude e
longitude, são referenciadas no mesmo. Os parâmetros são o
achatamento e o semi-eixo maior (que está na linha do Equador).

 No que consiste SGR O SGR significa em linhas gerais, é o Sistema


Geodésico de Referência, ou seja, um sistema que gerará as
coordenadas terrestres (geolocalização de um ponto de referência).
 SGB é o Sistema Geodésico Brasileiro, um nome genérico. Os
sistemas adotados foram o Córrego Alegre (1970), utilizado somente
no Brasil, o SAD-69, para toda a América do Sul, e atualmente, o
SIRGAS2000, que é de escala global. WGS84 é o “World Geodetic
System 1984”, um sistema geocêntrico global.

 Difenrença entre mapa, carta e planta: Mapa: é a representação


gráfica (no plano) dos aspectos geográficos, naturais, culturais e
artificiais de uma área. Geralmente em pequena escala.
Carta: tem a mesma definição teórica que os mapas, porem em escalas
médias. Pode ser dizer que uma carta é a interligação de mapas.
Planta: são feitas sob o mesmo conceito, em áreas menores e
consequentemente em escalas maiores.

 Projeção UTM: A Universal Transversa de Mercator (UTM) é um


sistema de projeção que utiliza uma superfície cilíndrica secante e é
constituído por 60 fusos de 6º de longitude, numerados a partir do anti-
meridiano de Greenwich, por tanto nesse sistema além dos valores das
coordenadas, para ser identificado, precisa fazer referência ao fuso ao
qual o ponto pertence.

 O Brasil está contido entre os fusos 18 e 26, portanto 9 fusos. Os fusos


do estado de São Paulo são o 22 e o 23.

 Memorial descritivo Deve conter a descrição pormenorizada da


propriedade, incluindo: Nome da propriedade (se houver), nome do
proprietário e localização; Descrição do perímetro; Nome dos
confrontantes em cada trecho; Área abrangida, data, assinatura, nome e
registro do profissional responsável pelo levantamento;

 O que é Sistema Nacional de Cadastro Rural – SNCR Por meio dos


dados declarados pelos proprietários ou possuidores (posseiro) de
imóveis rurais cadastrados o sistema emite o Certificado de Cadastro de
Imóvel Rural (CCIR).

 CAD: A vantagem do uso do layers é o controle da visualização de


objetos e manipulação de elementos.

 Datum: Imbituba, SC altimétrico

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