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O que é o subjetivismo e o objetivismo estéticos?

Chamamos aos objetos que detêm a capacidade de estimular a experiência estética,


objetos estéticos. Os objetos estéticos são todos os elementos da natureza ou obras de
arte capazes de provocar uma experiência estética. É através dos sentidos que é
realizado o contacto com os objetos. A capacidade de observar os objetos em forma
de um sentimento de agrado ou desagrado é justamente a sensibilidade estética.
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Um objeto estético é belo se obedecer às regras (por exemplo, a existência de caraterísticas
como harmonia, simetria, intensidade, o cumprimento de relações como a proporção áurea, a
capacidade de a obra desenvolver a sensibilidade humana, ente outras)que fazem parte da
corrente artística na altura, caso contrário, é feio, e por isso, a beleza está no objeto,
contudo, nesta corrente filosófica podemos afirmar que uma obra de arte é bonita ou
feia, porque se uma peça seguir a corrente artística é bonita, se não seguir, é feia. 
Objetivismo estético.
Críticas: se as qualidades estéticas são objetivas, não deveria haver tanta discordância
na apreciação das obras de arte; a aceitação da perspetiva objetivista levaria a
considerar que a beleza não se distinguiria de outras qualidades físicas dos objetos e
fenómenos reais em geral (como a dimensão, a cor, o timbre, etc).
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Nenhum objeto contém beleza, dado que, a beleza só é adquirida através das emoções
que sentimos ao apreciar a obra de arte em questão, e por isso, a beleza nasce das
nossas emoções, contudo, não podemos afirmar ou não o facto de um objeto estético
ser bonito ou não.  Subjetivismo estético

 A observação de um objeto é seguida de um sentimento de prazer.


 Esse sentimento de prazer não necessita de nenhum interesse no objeto.
 A beleza diz respeito ao sentimento de prazer que a apreciação da obra
provoca no individuo.
Diz-se que é belo quando olhamos para um objeto estético e ocorre um sentimento de
agrado, satisfação, serenidade.
Diz-se sublime quando apreciamos um objeto estético e sentimos um misto de prazer
e desprazer nascido da capacidade, da imaginação para entender aquilo que ultrapassa
em poder e grandeza, como por exemplo, um vulcão a entrar em atividade, faz-nos
perceber o quão pequenos somos relativamente à força da natureza.
Críticas: a perspetiva subjetivista confundiria a “beleza” com a “apreciação da beleza”;
levaria à própria negação de beleza, uma vez que tudo poderia ser, em algum
momento, considerado belo por alguém; não permitiria comparar obras artísticas
(deixaria de fazer sentido falar de obras-primas, de museus, de história da arte, etc)