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5.

Elétrica

Contém informações e segredos comerciais confidenciais da CNH Industrial. Qualquer uso deste trabalho, sem o consentimento expresso por escrito é estritamente proibido
Definição de Eletricidade

 Eletricidade é um termo geral que abrange uma variedade de


fenômenos resultantes da presença e do fluxo de carga elétrica, ou
seja, eletricidade é o fluxo de elétrons de um átomo para outro em um
meio condutor.
Definição de Eletricidade

 A eletricidade envolve prótons, que possuem carga positiva e elétrons, que


possuem carga negativa. Cada átomo possui sua própria estrutura e um número
igual de prótons e elétrons.
 O átomo de urânio possui 92 elétrons em órbita ao redor de um núcleo com 92
prótons. Devido o número de elétrons ser igual ao número de prótons as cargas
se anulam. Por esta razão, cada átomo apresente uma carga neutra.
Definição de Eletricidade

 Eletricidade é produzida quando o elétron de um átomo "flui", ou se move, para


outro átomo devido a uma força externa tal como um campo magnético ou
fricção.

 Por exemplo, um campo magnético pode atrair um elétron, removendo-o de seu


átomo. Quando o elétron carregado com carga negativa é removido de sua
órbita, a carga deste átomo muda de neutra para positiva devido o número de
prótons agora ser um a mais que o número de elétrons.

 A carga no átomo que recebe o elétron muda de neutra para negativa devido o
número de elétrons ser um a mais que o número de prótons. Estas alterações
influenciam outros átomos, e cria um fluxo de elétrons de um átomo para outro.
Isto é eletricidade.
Condutores e Isolantes

 Eletricidade é o fluxo de elétrons de um átomo para outro em um meio


condutor.
 Condutor elétrico, qualquer meio ou dispositivo em que se propaga a
corrente elétrica.
 Isolantes não permitem o movimento de cargas elétricas em seu interior.
Entretanto, se a tensão elétrica aplicada em suas extremidades for
superior à sua rigidez dielétrica, tornar-se-á um condutor

Isolante
Condutor
Conceitos
 Corrente / é medida em ampères (A) .
É a razão de fluxo de elétrons através de um condutor, é a quantidade ou volume de
eletricidade
 Corrente Continua (CC/DC) é o fluxo ordenado de cargas elétricas no mesmo sentido.
 Corrente Alternada (CA/AC) é uma corrente elétrica cujo sentido varia no tempo, ao
contrário da corrente contínua cujo sentido permanece constante ao longo do tempo.

 Tensão / É medida em Volts (V).


É a força que faz com que a corrente flua através de um condutor elétrico, tensão é
produzida entre dois pontos quando uma carga positiva existe em um ponto e uma carga
negativa existe em outro ponto.

 Resistência / É medida em ohms (Ω) .


É a oposição ao fluxo livre de corrente em um circuito, um Ohm (Ω) é a resistência que
permitirá um ampère (A) fluir quando o potencial é um volt (V), os carros representam
elétrons em um circuito. As obstruções representam a resistência.
 A relação entre corrente, tensão e resistência é conhecida como Lei de Ohm.
Ferramentas de teste e Verificações

(Densímetro) Verificador de Carga


Multímetro
Simbologia Elétrica

Diodo Terra interna

Bateria
Terra externa

Fusível
Relé

Motor
Conector Simples corrente continua
Defeitos Elétricos

Fusíveis Queimados Modulo Danificado


Relé Danificado

CONEXÕES CORROÍDAS
FIOS DANIFICADOS CONEXÕES SOLTAS OU
DEFICIENTES
Comparação da resistência dos Circuitos em Série, Paralelo
e em Série - Paralelo

Série Paralelo Série - Paralelo


Esquema Elétrico - Básico
Esquema Elétrico - Básico
Sistema Elétrico

 Motor de Partida
• Denso R5.0 12V 5KV
• Menor evitando interferências
• Melhor curva de torque para baixas temperaturas

 Bateria
• 2 de 12 V posicionadas abaixo da escada

 Alternador
• Bosch 200 A standard para atender necessidades
Remoção e instalação da bateria

ADVERTÊNCIA
• O ácido da bateria causa queimaduras. As baterias contêm ácido sulfúrico.
• Evite contato com a pele, olhos ou roupas. Antídoto (externo): lave com água. Antídoto (olhos):
lave com água por 15 minutos e procure ajuda médica imediatamente. Antídoto (interno): beba
grandes quantidades de água ou leite. Não induza o vômito. Procure ajuda médica
imediatamente.
• A não observância desses procedimentos poderá resultar em morte ou lesões graves.
• Perigo de explosão!
• Baterias emitem gases explosivos. Sempre ventile quando usá-las em uma área fechada ou
quando estiver carregando. Mantenha a bateria longe de faíscas, fumaças a céu aberto e
outras fontes de ignição.
• A não observância desses procedimentos poderá resultar em morte ou lesões graves.
Remoção e instalação da bateria
• Este é um sistema elétrico de terra negativo de 12 volts.
• Para remover as baterias, siga exatamente esta sequência:

• A. Desconecte os cabos negativos (-) (1).


• B. Desconecte os cabos positivos (+) (2).

AVISO: Nunca tente tirar à força as braçadeiras do cabo


da bateria dos seus bornes. Use um extrator de cabo de
bateria para retirar o cabo.
NOTA: As baterias podem ser desconectadas sem afetar
as informações armazenadas na instrumentação ou nos
controladores do veículo. Quando as baterias forem conectadas
novamente, todas as informações armazenadas,
como área total, largura do equipamento, número de calibração
da velocidade efetiva etc. estarão disponíveis imediatamente.

• Retire as porcas das hastes


Partida auxiliar

No caso de necessidade de partida auxiliar,


ligar uma bateria adicional (trator
opera com 12V) utilizando os contatos fixos
no motor de arranque (1) e o terra no
chassi do motor. 1

Evitar maus contatos e faiscamento.

• Ponto positivo (1)


• Ponto de aterramento (2)

Nota: Caso necessite corrente elétrica auxiliar para partida do motor sempre ligar
positivo com positivo e negativo com negativo.
Luzes de advertência do painel de instrumentos

• Este painel fornece informações operacionais


como modo campo ativado, tração ou bloqueio
acionados, e luzes de advertência que podem
ser
acompanhadas de símbolos/mensagem de texto
no
monitor inferior.
Luzes de advertência do painel de instrumentos

 Indicador de direção à esquerda;  Indicador de direção do 1°reboque

 Indicador de luz alta  Indicador de lanternas acionadas

 Indicador de bloqueio dianteiro


acionado.

 Indicador de bloqueio traseiro


acionado.
 Indicador de RPM automática do
motor  Indicador de extra potência do
motor
 Indicador de TDF dianteira  Indicador de TDF dianteira
acionada
 Indicador de freio de  Indicador de freio de reboque
estacionamento acionado
 Indicador de parada imediata do
motor  Indicador de funcionamento do
levantador
Luzes de advertência do painel de instrumentos

 Indicador de direção 2°reboque  Indicador de direção à direita

 Indicador de luzes acionadas


 Indicador de baixa carga da bateria

 Indicador de suspenção dianteira  Indicador de tração dianteira


acionada engatada
 Indicador de auto transporte
 Indicador de função auto campo acionado
acionado
 Indicador de freio motor acionado  Indicador de aquecimento da
admissão
 Indicador de TDF traseira  Indicador da TDF traseira
acionada automática

 Indicador de baixa pressão de  Indicador de falha no freio de


óleo do motor reboque
 Indicador de válvula remota  Indicador de falha
acionada elétrica/eletrônica
Local de componentes elétrico

Identificação do fusível da cabine


Identificação do fusível da cabine
Nº Ampere Circuito
1 5A Chave de ignição do regulador
2 15 A Desligamento do combustivel/motor do apoio de braço
3 20 A Luzes de trabalho do para-lama traseiro
4 10 A Luzes de trabalho da parte superior
5 5A Freio de reboque
6 10 A Intertravamento de luz de trabalho/farol
7 10 A Alimentação de bateria para a chave de ignição
8 20 A Alimentação auxiliar da prateleira de forração do teto/3 pinos/saídas do acendedor de cigarros (1)
9 15 A Sistema de presença do operador e ativação do assento
10 15 A Ventilador do pressurizador da cabine
11 20 A Acendedor de cigarros/console do para-lama direito
12 30 A Conector externo de 7 pinos (2)
13 30 A Conectores auxiliares de 3 pinos do para-lama direito/coluna dianteiradireita (1)
14 5A Monitor colorido (terminal virtual)
15 30 A Regulador
16 5A Conjunto de instrumentos (2)
17 5A Horn
18 10 A Alimentação de bateria para interruptor do farol dianteiro
19 10 A Luz de teto/luz de mapa/rádio (1)
20 30 A Luzes de advertência âmbar
21 10 A Faróis traseiros
22 10 A Luzes de parada
23 15 A Giroscópio/estroboscópio
24 10 A Espelho elétrico/rádio
25 20 A Unidade de controle do trator (TCU) B+
26 5A Eixo suspenso (B+) - Não utilizado
27 20 A Luzes HID do teto dianteiro/luzes de trabalho laterais do teto
28 20 A Unidade de controle do trator (TCU) B+
Identificação do fusível da cabine
Nº Ampere Circuito
29 10 A Aquecedor do assento
30 10 A Limpador de para-brisa lateral
31 10 A ISO 11783
32 5 A UMC B+
33 10 A Sistema de controle do apoio de braço direito (2)
34 5 A Velocidade efetiva real/radar
35 5 A Autonavegação
36 20 A Unidade de controle do trator (TCU) B+
37 5 A Conjunto de instrumentação (2)
38 15 A UCM
39 Não utiliz ado
40 10 A Módulo de controle da ECU
41 20 A Lâmpadas traseiras do reboque
42 10 A Conector de diagnóstico do barramento de dados
43 15 A Freios
44 20 A Sistema de controle da transmissão
45 10 A Monitor B+
46 30 A Conectores de 3 pinos do para-lama direito/da coluna dianteira direit
47 30 A Módulo de controle do HVAC
48 20 A Conectores de 3 pinos da prateleira de forração do teto (2)
49 30 A Ventilador de HVAC
50 10 A Unidade de controle do apoio de braço
51 15 A Limpador / lavador dianteiro
52 20 A LImpador / lavador traseiro/lateral
53 30 A Iluminação de saida
54 15 A FNR comutado B+
55 20 A Unidade de controle do trator (TCU) comutada B+
56 20 A Unidade de controle do trator (TCU) B+
Identificação do relé da cabine(de frente para a janela traseira)
Identificação do relé da cabine(de frente para a janela traseira)

Nº Circuito Nº Circuito
1 Lâmpadas de freio 16 Potência do módulo de controle universal (UCM)
2 Interruptor FNR B+ 17 Iluminação de saída
3 Lâmpadas de trabalho do teto traseiro 18 Abertas
4 Intertravamento da lãmpada de Trabalho 19 Alimentação do controlador
5 Trava de estacionamento 20 Abertas
6 Relé do neutro 21 Autonavegação
7 Lâmpadas HID do teto dianteiro 22 Controlador
8 Lâmpadas de trabalho da linha de cintura 23 Sistema de controle da transmissão
9 Lâmpadas de trabalho do teto dianteiro 24 Controlador de radar/apoio de braço
10 Ventilador do pressurizador da cabine 25 70 A relé (para fusíveis de cabine 27, 46, 49, 12, 3, 48, 22 e 30)
11 Regulador (chave de ignição) 26 70 A relé (para fusíveis de cabine 1, 52, 26, 51, 29, 5, 9, 47, 36 e 37)
12 Lâmpadas de trabalho do para-lama 27 20 A relé (para fusíveis de cabine 1, 52, 26, 51, 29, 5, 9, 47, 36 e 37)
13 Lâmpadas traseiras do reboque 28 20 A - fusível (módulo de alimentação)
14 Limpador traseiro 29 60 A - fusível (módulo de alimentação)
15 Limpador de para-brisa lateral 30 60 A - fusível (módulo de alimentação)
Caixa de distribuição de energia sob os degraus da cabine

 Antes a caixa de distribuição de


energia se encontrava sob o degrau
superior da cabine.
 Com a atualização, a caixa de fusíveis
está localizada na lateral esquerda da
máquina, em baixo do degrau frontal
da cabine.

NOTA: Tampa de proteção retirada da


caixa de distribuição de energia.
Caixa de distribuição de energia sob os degraus da cabine

Relés Circuito Amperagem


R 1 Relé de partida do motor
R 2 Relé do farol de trabalho central
R 3 Relé do farol de trabalho lateral
R 4 Relé do farol de trabalho alto
R 5 Relé do farol de trabalho Baixo
Fusíveis Circuito Amperagem
F1 Fusível Auxiliar de Potência 25 A
F2 Não utilizado
F3 Fusível dos faróis de trabalho 30 A
F4 Fusível dos faróis de trabalho 30 A
F5 Fusível dos faróis de trabalho 30 A
F6 Diodo
F7 Lâmpada do farol alto esquerdo 15 A
F8 Lâmpada do farol alto direito 15 A
F9 Lâmpada do farol baixo esquerdo 15 A
F 10 Lâmpada do farol baixo direito 15 A
Localização do fusível/relé do painel central traseiro

 Mais fusíveis e relés estão localizados


nas duas caixas que ficam sob o painel
central na parte de trás da cabine.
Identificação do fusível/relé do painel central traseiro

Caixa direita
1. Sistema SCR – relé energizado da chave de
ignição de 24 V (Não Usado)
2. Relé da bomba de combustível
3. Rele do secador do freio do trailer pneumático (
Se equipado)
4. Rele de impedância do sistema SCR ( Não
Usado)

1. Sistema SCR – chave de ignição inicial


energizada.( Não Usado)
2. SCR – DCU energizado após ativação do
rele ( Não Usado)
3. Fusível B+ não comutado do secador do
freio do trailer pneumático ( se Equipado)
4. Fusível de alimentação auxiliar dianteiro
Processador Eletrônicos (Módulos)

 Processador e um componente elétrico dentro de uma caixa resistiva,


se mede a vontagem do sinal de entrada que os sensores ou
interruptores enviam;

Como exemplo, potenciometro e interruptor de subida de marcha.

 Compara a voltagem de sinal dos sensores e interruptores com os predefenidos no


SOFTWARE DE CONTROLE, o SOFTWARE é uma lista de instrução operativas para
o processador, conténdo os valores prefixados para voltagem dos sinais de INPUT.
 O Processador compara os valores medidos INPUTS com valores prefixados no
SOFTWARE, da comparação do retorno com processador sai um sinal de OUTPUT
aos atuadores.
Processador Eletrônicos (Módulos)

 GARU
 ICP Integrado controle painel

 ACM Armerest controle modulo

 EDC 7 ECU Modulo do Motor


Processador Eletrônicos (Módulos)

 UCM Módulo central unidade

 TECU Modulo ISO/Din


Processador Eletrônicos (Módulos)

 ICU3 Unidade de controle Instrumentos

 EHR Modulo Eletrônico


Haste do Remoto
Processador Eletrônicos (Módulos)

 O monitor AFS fornece ao operador uma


gama completa de informações operacionais
detalhadas incluindo agricultura de precisão.

 O monitor é sensível a toque e tem quatro


telas principais de informações.

Monitor AFS Pro 700 (quando instalado)

 Monitor de status. Aplicações hidráulicas, o Terminal virtual e o status da


Orientação automática (caso instalado) e as advertências do período de serviço.
 Monitor Gerenciador de operações de fim de linha. Durante os modos de
gravação e reprodução, os símbolos serão exibidos neste monitor.
Funcionamento do Processador Eletrônicos

1.54 v
3.44

Frente


5V Referencia

3.35 v 1.72 v

12V
Modulo universal
Entradas por CAN

Funções HTS

Presença
Painel instrumentos operador

Rpm motor
UCM
Modulo motor Torque motor

Trocas
automáticas
Armrest

Troca de
marcha
Módulo universal

Entradas do processador

Alavanca Sensor de Controle eixo


Inversor pressão suspenso
(FNRP) transmissão

Sinal parking Sinal freio de parking

UCM
Sinal W Sensor Potenciômetro
alternador velocidade embreagem
Interruptor
embreagem
Sinal fora neutro Sensor de torque
CAN BUS Diagrama
UCM
ISO/Din Tomada elétrica de 7 pinos (quando equipado)

 A tomada elétrica de 7 pinos ISO/DIN (3) é destinada para implementos


equipados com unidades de controle eletrônico que podem ser conectados ao
monitor AFS através dos conectores ISO/DIN.
 O conector ISO/DIN (3) permite a transferência de informações entre o
implemento e o trator.

 A tomada elétrica de 7 pinos possui uma


corrente nominal de 30 A nos pinos 1 e 3
ou 2 e 4.

Nº do pino Função
1 Terra
2 Terra
3 Alimentação de 12 V
4 Alimentação de 12 V
5 Não usado
6 Alimentação de 12 V da CAN
7 Aterramento da CAN
8 CAN alto
9 CAN baixo
A funcionalidade é para ISO 11783 Classe 1
UCM

 O módulo de controle universal (UCM) controla, diretamente ou através


do DATA BUS (CAN) o estado ou os valores dos seguintes
componentes:

• Alavanca do inversor da transmissão


• Interruptor de seleção de marcha
• Interruptor de pedal de embreagem
• APM (Gerenciamento Velocidade à Frente)
• Interruptor do assento
• Carga do motor
• Sensor de velocidade do motor
• Sensor de velocidade transmissão
• Sensor de torque
EDC 7 ECU Modulo do Motor
Rotação do Volante

Sensor de Posição do Comando


Velocidade do Motor

Sensor de pressão do Turbo Temperatura do ar de admissão


Sensor de Temperatura ar

% de Torque
Temperatura de Combustível
Injetores de combustível

Temperatura do líquido de
arrefecimento Pressão Trilho de Combustível

Temperatura do Ar de admissão
Sistema de Tomada de Ar

Vistronic

• Sistema de acionamento do ventilador vistronic mais eficiente.


• A velocidade do ventilador se ajusta eletronicamente com base na temperatura,
para que a ventoinha só gire com a velocidade necessária.

 Temperatura do liquido de arrefecimento


 Temperatura do ar
 Temperatura da Transmissão
 Temperatura do Diesel
 Rotação do eixo
Gerenciamento da potência variável do motor
Localização

 O sensor de torque está situado entre


o eixo de entrada das marchas e o
eixo de acionamento da TDF e das
bombas e não está afetado nem
Sensor de torque interfere nos eixos da transmissão
usados para o movimento avante do
trator.
 Esta situado logo à direita do
solenoide da tração dianteira
Gerenciamento da potência variável do motor
Funcionamento
Pré-requisitos do Power Boost (EPM)

Pode ser utilizado nas operações de transporte, (auto estrada) acima da 14° marcha
e superiores;

Pode ser utilizado nas operações da TDF, nas seguintes situações:


• TDF acionada com carga no eixo acima de 37 cv:
• Velocidade de avanço do trator acima de 0,5 km/h;

Pode ser acionado nas operações das bombas hidráulicas:


• Com carga no sistema hidráulico acima de 37 cv;
• Velocidade de avanço acima de 0,5 km/h;

RPM do motor e temperatura de resfriamento devem ter alguns limites:


• RPM do motor acima de1300 PRM;
• Temperatura de resfriamento abaixo de 105° C
Gerenciamento da potência variável do motor
Diagrama do sensor de torque Power Boost
Gerenciamento da potência variável do motor
Sensor de torque Power Boost

 Uma luva de conexão é usado para


enviar a potencia entre eixos.
 Se trata de um componente
magnetizado em duas áreas ao longo
do eixo longitudinal, quando não ha
carga, as linhas de fluxo são paralelas
ao eixo da luva e o sensor de efeito
hall não envia nenhum sinal ao
processador.
 Quando ha carga, as linhas de fluxo se
abraçam (enrolam) as seções
magnetizadas do componente, o que é
notado pelo sensor que envia um sinal
a UCM e esta que por sua vez pede ao
processador do motor que aumente
sua potencia.
Gerenciamento da potência variável do motor
Sensor de torque Power Boost

 Quando não ha carga na TDF ou na bomba de


fluxo variável, o material está “relaxado” e as
linhas de fluxo magnético tendem a seguir o
caminho com menor resistência ao longo do eixo
longitudinal da luva.
 A pouca força magnética vista pelo sensor de
efeito hall que monitoriza o eixo é enviado ao
processador que entende que não é necessário
Luva de conexão efeito Hall
ativar a extra potência.
 Este valor é a base para que sensor trabalhe e
pode ser visualizado na ICU3
Gerenciamento da potência variável do motor
Sensor de torque Power Boost

 Quando ha uma força a torcionar (torque


transmitido), a permeabilidade magnética
do material da luva muda e a magnetização
interna encontra um caminho com menor
resistência por o qual ela quer circular, o
que é notado pelo sensor e enviado a
central RT.

 O campo magnético que o sensor nota é


proporcional a torsão sofrida pelo eixo Magnético conexão efeito Hall
(torque transmitido). Isto determina qual
das quatro condições de extrapotência se
ativará.
Visão geral das advertências do monitor

 O monitor inferior notifica o operador quando há um problema com o motor, a


transmissão, o sistema hidráulico ou outros sistemas operacionais que exijam
uma ação corretiva.

 Entre os avisos estão um alarme sonoro, uma ou mais luzes indicadoras e uma
mensagem de texto no monitor inferior.

 Os avisos são divididos em quatro níveis de importância e em uma ordem


decrescente de prioridade em cada nível.

 No caso de várias falhas ou avisos, será exibido o aviso de maior nível ou de


maior prioridade dentro de um nível
Visão geral das advertências do monitor

Tela de mensagem de advertências

1. um ícone para o sistema afetado;


2. a mensagem de advertência;
3. o ícone de desligamento do motor;
4. o contador regressivo de 30 segundos que é exibido na
instrumentação de desempenho;
5. e a temperatura ou a pressão gravada fora do intervalo.

1. um ícone para o sistema afetado;


2. e a mensagem de advertência.
Recuperação de código de Falhas
NOTA: Os módulos da unidade de controle do trator (TCU) podem
ser verificados em relação a códigos de falha a qualquer momento.
Até 10 códigos de falha podem ser armazenados para cada módulo
de controle.

1. Mantenha pressionada a tecla no teclado, com a chave


de ignição na posição Ligada ou de operação, para acessar os
códigos de falha de um determinado controlador. A tela DIAG
MENU (Menu de configuração) é exibida.

2. Use as teclas ou para percorrer o menu até o


controlador desejado ser realçado.

3. Pressione a tecla PROG para exibir os códigos de falha


ativos para o controlador selecionado.

NOTA: Se o controlador realçado não for detectado no barramento


de dados quando a tecla PROG for pressionada, a mensagem
“COMM ERR” é exibida.
4. Uma tela separada é usada para exibir cada falha.
O nome do módulo de controle (1), a ordem em que a falha é exibida (2),
o número da falha (3), a hora de máquina em que a falha foi exibida (4) e
o número de ocorrências (1-10) da falha (5) são armazenados.

5. Use a o u a tecla para exibir os próximos códigos de


falha armazenados: dez códigos de falha são armazenados.

6. Para retornar ao DIAG MENU, pressione a tecla


PROG.

7. Para apagar todos os códigos de falha armazenados para um


controlador, mantenha pressionada a tecla INCR e DECR por 10
segundos.

NOTA: Todos os códigos de falha do controlador selecionado são


apagados.

8. Após os códigos de falha serem apagados, a tela DIAG MENU é


exibida novamente.

• Use a tecla ou para selecionar outro controlador.


Pressione a tecla PROG para exibir as falhas do controlador.

• Para retornar às telas de operação, realce “EXIT” na tela de menu e, em


seguida, pressione a tecla PROG.
6. Códigos de erros

Contém informações e segredos comerciais confidenciais da CNH Industrial. Qualquer uso deste trabalho, sem o consentimento expresso por escrito é estritamente proibido

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