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1- Rivalidade entre os concorrentes

A rivalidade entre empresas de um mesmo segmento é um ponto crucial a ser


analisado. É preciso, portanto, saber quem são os concorrentes diretos, além de
acompanhar as suas estratégias e desenvolvimento.

Estudar os concorrentes é algo primordial e que deve ser feito com frequência,
perguntando quais são as estratégias que eles estão a usar.

A partir daqui, descobrir como o destaque no mercado está a ser disputado. Analisar
as vantagens que eles têm, procurar conhecer seu público-alvo, suas táticas e falhas.

2- Poder de negociação dos fornecedores


Ter em atenção qual é o impacto que próprios fornecedores têm em relação ao nosso
produto e, consequentemente, no desenvolvimento do negócio.

Será que dependemos totalmente destes? Para chegar a uma conclusão, pensar em
quantos fornecedores temos. Se forem poucos, tentar ampliar essa relação,
comparando preços, prazos de entrega e qualidade.

E, o mais importante: não depender de apenas um ou outro! Não esquecer que nossos
fornecedores não são necessariamente exclusivos da nossa empresa. Eles podem, e
provavelmente estão, fornecendo os concorrentes também.

3- Ameaça de produtos substitutos


Se já possuímos um produto ou serviço, sabemos que ele atende a uma necessidade
específica ou resolve algum problema. Mas, por mais inovador que o produto seja, isso
não significa que estaremos isentos de concorrência.

Portanto, analisar os concorrentes que possuem produtos que trazem benefícios


parecidos ou iguais ao nosso e investir nessa análise. O que o nosso produto tem ou
pode ter de diferente que fará com que as pessoas não pensem duas vezes antes de
escolherem o nosso?

4- Ameaça de entrada de novos concorrentes


O que nós e a concorrência já existente do nosso mercado podemos fazer para travar
– ou pelo menos dificultar – a entrada de novos concorrentes?

Esta não é uma questão que costuma surgir aos  empreendedores, mas a prevenção da
mesma pode evitar muitos problemas! Fatores que costumam impedir novos
aventureiros em mercados são: marcas bem consolidadas, patentes e contratos de
exclusividade.
5- Poder de negociação dos clientes
Qual o poder dos clientes em relação ao nosso produto? O poder de decisão do
consumidor é muito forte, principalmente em relação ao preço e a qualidade oferecida
pelo produto. Na verdade, não há como fazer uma boa análise das 5 forças de Porter
sem se tonar como base o esquema de Porter.

A máxima de “o cliente sempre tem razão” não é de toda errada, quando pensamos no
poder que o cliente tem de exigir preços mais baixos ou produtos melhores. No final,
quem define o valor que o nosso produto ou serviço tem, são os consumidores (ou a
falta deles).

Portanto, quanto maior o nível de competição do mercado em que o nosso produto


está inserido, maior é o controle dos próprios consumidores sobre as vendas.

Por exemplo, se poucas empresas oferecem o serviço que eles procuram, o controle é
voltado para os fornecedores. Mas quando o valor médio que cada cliente gasta em
comprar o nosso produto –  é alto, isso faz com que a empresa e o cliente tenham uma
relação mais equilibrada, de dependência.

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