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CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL

APOIO AO ESTUDO DO MTS–2014

COM INFORMAÇÕES DE VÁRIAS FONTES

AOS RESPONSÁVEIS PELO ENSINO

I N S T R U T O R (A): ____________________________________________

MAIO / 2016
Valter Lemos – Setor Pinheiros – Curitiba/Pr – maio/2016 – Fones: (41) 3524-4947 e 9692-5047 – email: valter combustível@hotmail.com
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ÍNDICE

 Prefácio - Considerações iniciais ------------------------------------------------------ 03

 Objetivo: Uniformização/Padronização do Ensino e das Orquestras -------- 03

 Mudança na Metodologia de Ensino - Conceitos Incorporados --------------- 03

 Instruções de Utilização (Encarregados, Instrutores e Candidatos) --------- 03

 Material Necessário (GEM e Candidatos) ------------------------------------------- 04

 Conteúdo e Didática de Ensino - 1º ao 12º Módulo -------------------------------04

 Prática de Linguagem Rítmica - Postura - Elipse --------------------------------- 07

 Prática de Solfejo - Postura - Levare - Entrada - Respiração ------------------ 20

 Solfejo de Fermata - Em Lições e Hinos citados no MTS ----------------------- 30

 Duração da Fermata pela multiplicação das unidades métricas (Período Clássico) -33

 Metrônomo - Instruções de Uso (Hinário 5) -----------------------------------------57

 Interpretação do Hinário 5 - Expressão - Dinâmica - Articulação ------------- 65

 Linguagem Rítmica - Estudo Completo (MTS e Hinário 5) --------------------- 68

 Prática do Levare nas Lições e Hinos citados no MTS e H5 Completo ----- 92

 Marcação de Compassos - Configurações Básicas do Gestual -------------- 96

 Solfejo e Regência de Fermatas - Hinário 5 Completo -------------------------- 97

 Interpretação dos Hinos: Fraseologia/Andamento/Dinâmica/Articulação/Expressão ---- 104

 Planilha de Análise dos Hinos ---------------------------------------------------------- 106

 Metodologia - Pedagogia - Didática, etc --------------------------------------------- 107

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Método de Teoria e Solfejo - MTS-2014 - 2ª Edição


1. Prefácio – Considerações iniciais
Devido o crescimento da obra de Deus, e, por consequência também da parte
musical, é perceptível uma diferença significativa nas execuções dos hinos
durante os ensaios e principalmente nos santos cultos. Isto é resultado das
diferentes formas de ensino/aprendizado que geram estas execuções
diferentes de uma localidade para outra. Pequenas diferenças são
aceitáveis, contudo, temos hoje, diferenças expressivas.
2. Objetivo: Uniformização/Padronização do Ensino e das Orquestras
A fidelidade ao ensino dentro dos conceitos do novo MTS minimizará em
muito as diferenças entre as orquestras na execução dos hinos. Deve haver
diálogo entre Encarregados de Orquestras e Instrutores no compartilhamento
de conhecimento técnico, para orientarem os candidatos de forma clara,
eficiente e simples, sem uso exagerado de termos técnicos.
3. Nova Metodologia do Ensino – Conceitos Incorporados
a. Linguagem Rítmica (Uso da Elipse)
b. Metrônomo
c. Respiração
d. Solfejo Rítmico ou Melódico no Modo Francês – Levare
e. Fermatas (suspensiva e conclusiva)
f. Endecagrama
g. Fraseologia
h. Círculo das Quintas
i. Articulação
j. Dinâmica
k. Expressão
4. Instruções de Utilização
Seguem instruções aos Encarregados, Instrutores e Candidatos para um
bom aproveitamento do MTS nos Grupos de Estudos Musicais (GEM):
a) Adotar, se possível, o Sistema de Ano Letivo e Aulas coletivas, respeitando
as férias escolares.
O estudo em grupo é uma preparação para tocar em conjunto. Dessa forma,
se ganha tempo, e qualquer Instrutor com certo preparo, poderá realizar o
ensino em grupo.
b) O MTS-2014 tem um conteúdo objetivo que garante um aprendizado efetivo.
c) Não pular assuntos ou fases sem compreender, pois o MTS é progressivo e
nos direciona para a perfeita execução do Hinário 5.
d) Usar o Metrônomo (não como elemento estranho) desde as primeiras lições
(evitando barreiras e bloqueios no aprendizado), para interiorizar ritmo e
andamento (pulso) no estudo da Linguagem Rítmica, Solfejo, Métodos,
Partituras e Hinos.
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e) Repetir os exercícios enquanto necessário para melhor entendimento e


assimilação.
f) É importante que antes do estudo de solfejo de cada lição ou hino, o instrutor
faça junto com os candidatos uma análise dos assuntos que aparecem, já
que os conceitos abordados em cada módulo são cumulativos. Ex: figuras de
subdivisão, ligaduras, fermatas, fraseado, etc..
g) Instrutor e aluno devem treinar ritmo diariamente.
h) O Instrutor deverá avaliar o aluno aplicando exercícios de percepção
auditiva, ditados rítmicos e melódicos, etc..
i) O Instrutor poderá agregar material de apoio e outros recursos didáticos no
ensino para atingir o objetivo do aprendizado.
j) O candidato após o estudo do 6º Módulo poderá iniciar o estudo de seu
instrumento com notas longas ou cordas soltas, pondo em prática o que já
estudou, para obter uma boa qualidade no som.
k) A partir do 8º Módulo os estudos de solfejo poderão ser também na clave de
fá, simultaneamente ou no repasse. Se o estudo for hino, o solfejo poderá
ser em qualquer outra voz além do soprano.
l) O Teste para RJM poderá ser aplicado após o estudo do módulo 10.
5. Material Necessário
a) Para Grupo de Estudo Musical (GEM):
Quadro para giz ou canetão com suporte, apagador, Metrônomo.
Notebook e Projetor para o MTS e Material de Apoio, onde houver
estrutura adequada.
b) Para Candidato:
Além do MTS-2014, Hinário de Música em Dó para estudos e anotações,
Metrônomo, Caderno de Música, Lápis e Borracha.
6. Conteúdo e Didática de Ensino - 1º ao 12º Módulo

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1º MÓDULO
Página 7:
MÚSICA: É a arte dos sons. Som é a matéria prima da música, é tudo o que
ouvimos.
Sons naturais: São os emitidos pela natureza (trovões, ventos, etc).
Sons produzidos: São os emitidos pela voz, instrumentos musicais, máquinas,
etc.
Som musical: É o resultado de vibrações sonoras regulares.
Som não musical: É o ruído que resulta de vibrações sonoras irregulares.
Os elementos mais importantes da música são três: Melodia, Harmonia e
Ritmo.
Melodia: É o elemento que combina os sons sucessivamente (ouvidos um após
o outro). Produz um efeito diferente em cada pessoa. É a dimensão horizontal
da música.
Harmonia: É o elemento que combina os sons simultaneamente (ouvidos ao
mesmo tempo). Determina a formação e progressão dos acordes na música. É
a dimensão vertical da música.
Ritmo: É o elemento que divide ordenadamente o tempo, combinando sons
curtos, longos e silêncios. É o agrupamento de sons musicais (duração e
acentuação) com pulsação referencial sentida e medida pelo ouvido.
Complementação Teórica
Os outros 3 componentes básicos da música são: Timbre, Forma,
Tessitura.
Timbre: É a qualidade sonora de um instrumento ou voz. É o caráter ou
cor do som.
Fatores responsáveis pelo timbre: o material, como os sons são
produzidos e como ressoam, e os harmônicos.
Os harmônicos (sons mais agudos) “colorem” o som da nota geradora.
Cada instrumento faz ressaltar seus próprios harmônicos, uns mais do
que outros. O timbre característico e distintivo do instrumento depende
da potência relativa dos seus harmônicos e a maneira como se misturam.
São os harmônicos que respondem pelo brilho (ou falta de brilho) do som
de um instrumento.
Combinação suave de timbres: o naipe das cordas (Violinos, Violas,
Celos) e Fagotes, com seus profundos e calorosos timbres, têm certas
qualidades em comum (timbres semelhantes).
Combinação de efeito contrastante: obtém-se efeitos contraditórios e
surpreendentes combinando os radiosos sons das clarinetas agudas, dos
trompetes com surdina contra um sombrio fundo de trompas e sopros de
registro baixo (grave). Exemplo de timbres diversos: Violino, oboé e flauta
doce.
Forma: é a maneira de projetar e construir a música com equilíbrio no
tempo. É a estrutura total da peça. A forma pode ser binária (2 seções) ou
ternária (3 seções). Ex: Valsa, Marcha, Minueto, Rondó, etc.
Recursos que definem a forma: Repetição, Contraste, Tonalidades,
Escalas, Acordes, Frases, Sentenças, Cadências (pontos de descanso,
pontuação musical, progressão de 2 acordes).
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Tessitura (ou Textura): É o aspecto da sonoridade da música que pode


ser bastante densa com sons cerrados ou ligeira (leve) com sons
espaçados. É semelhante à trama de um tecido.
Há três formas de tessitura:
1. Tessitura monofônica: Consiste numa única linha melódica, sem
harmonia, embora possa ser executada por várias vozes e/ou
instrumentos.
2. Tessitura polifônica ou contrapontística: Duas ou mais linhas
melódicas, de igual importância são ao mesmo tempo tecidas. As vozes
ou instrumentos entram sucessivamente na forma de imitação (o
cânone é uma peça contrapontística).
3. Tessitura homofônica: É uma única linha melódica com
acompanhamento do tipo de acordes. A melodia ou o canto pode estar
na parte de cima ou de baixo da tessitura.
O compositor pode alternar as tessituras durante a música. Pode
contrastar uma tessitura densa com outra transparente, a pesada com a
ligeira (leve), a que é em legato com a que é em staccato etc. Também
os diferentes ritmos usados e a maneira como os timbres são
misturados ou contrastados desempenham importante papel na criação
de um determinado tipo de tessitura (textura).
Tessitura: É também o conjunto de notas usadas por um determinado
instrumento musical com a qualidade necessária à sua execução. Na
voz humana, refere-se ao conjunto de notas que um cantor consegue
articular sem esforço de modo que o timbre saia com a qualidade
necessária. A tessitura tem uma abrangência menor que a extensão. A
tessitura refere-se às notas mais frequentemente utilizáveis enquanto
que a extensão refere-se às notas fisicamente realizáveis.
Página 7: ESTUDO DO RITMO:
Ritmo: É o elemento que divide ordenadamente o tempo combinando sons
curtos, longos e silêncios.
Ritmo uniforme: É uma série de batidas (pulsos) iguais e constantes. Ex: batida
do coração.
Noção de ritmo uniforme (pulsação) e unidade de tempo: Este exercício não
será executado com movimento elíptico, mas apenas tocando a mão numa
superfície para romper o silêncio formando unidades de tempo. Não utilizar
SOM (prosódia) neste exercício.

Iniciar o exercício apenas com o monitoramento do instrutor, muito lento e


uniforme até que haja plena compreensão pelos alunos, quando então os
alunos estiverem fazendo bem com o instrutor, introduzir o metrônomo com 60
bpm. Repetir o exercício até que todos tenham assimilado e interiorizado o
ritmo/pulso.

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Para entrada simultânea do grupo, usar a “respiração” no tempo de 1 batida do


metrônomo na velocidade da lição. Após ouvir três batidas (1, 2, 3), o grupo
percebe a velocidade, devendo respirar na 4ª batida, e entrar ao mesmo tempo
na próxima batida. O grupo deve manter a velocidade das pulsações, seguindo o
metrônomo.
Para aferir a pulsação do grupo, pode-se silenciar e depois ativar o som do
metrônomo. Ex:
Variação 1: Iniciar com o metrônomo, após alguns instantes silenciá-lo; após
mais alguns segundos ativar o som do metrônomo e aferir a pulsação.
Variação 2: Indicar a pulsação, silenciar o metrônomo. Então o grupo inicia.
Após alguns instantes ativar o som do metrônomo e aferir a pulsação.
METRÔNOMO: Utilizar desde o início em todos os exercícios para auxiliar no
ritmo e andamento (pulso).

Página 8:
LINGUAGEM RÍTMICA: É a linguagem que usa fonemas (sílabas Tá e
variantes) para auxiliar a compreensão de ritmos e divisões musicais. É o
estudo da divisão musical trabalhando o valor completo das figuras rítmicas e
pausas, não notas.
A Linguagem Rítmica:
1. Considera: Ponto de Aumento, Ligadura de Valor e Acentuação Métrica
(dinâmica natural).
2. Não considera:
a) Entoação - Melodia (trabalha figuras, não notas),
b) Fermata (dar só o valor da figura),
c) Ligadura de Portamento (falar o Tá para cada figura),
d) Poco Rall - Agógica (manter o andamento, não retardar),
e) Articulação (dar o valor completo, não destacar), e
f) Dinâmica Artificial (sem crescendo ou diminuendo).
GESTUAL (mão direita): Pulsos com gesto arredondado (vertical elíptico) em
sentido horário, à direita do centro do corpo entre a altura da cintura e o peito
(externo), com toque leve na superfície simultâneo à pronúncia contínua da
sílaba Tá, sem acentuação com a voz ou mão a cada pulso.
O gesto da batida inicia e termina embaixo no mesmo ponto (pulso completo),
ou seja, um pulso/tempo termina no exato momento que inicia o próximo
pulso/tempo.
Para melhor compreensão do pulso completo podemos comparar com a
medida linear: Um metro termina no centímetro 100 que coincide com o
centímetro 0 (zero) do próximo metro. Assim também um pulso/tempo termina
no exato momento que inicia o próximo pulso/tempo (com interrupção imediata,
sem resíduo sonoro). Não há separação entre os metros, nem entre os tempos.
Este conceito de pulso/tempo completo é aplicado em toda prática musical como
Linguagem Rítmica, Solfejo, Canto, Execução Instrumental e Regência.

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A Elipse utilizada na indicação dos pulsos na Linguagem Rítmica corresponde


ao compasso unário do sistema francês na articulação legato (vide página 17,
Caderno de Regência - Mônica Giardini).
Nos módulos 1 e 2 comprovamos que a Linguagem Rítmica é feita com
pulsos/tempos verticais no mesmo lugar (compasso unário), sem necessidade
de posicionar os tempos no compasso italiano (já descartado).
PROSÓDIA (pronúncia): É padrão no MTS-2014, o uso da prosódia “TÁ”, com
as variantes Tá-ti, Tá-fa-Ti-fi, Tá-te-ti, Tá-fa-Te-fe-Ti-fi, sendo a linguagem
silábica mais apropriada para a Língua Portuguesa, conforme demonstra a
Profª Maria Helena Maestre Gios da UNESP.
Quanto a aplicação correta da Acentuação Métrica na Linguagem Rítmica,
orientar-se pela barra de compasso que indica o tempo forte, e nos tempos
fracos sugere-se usar elipses de tamanho menor em plano mais alto,
suavizando a pronúncia. Assim:

A Elipse vertical facilita a representação na escrita (visualização e distribuição


no espaço) e o entendimento das subdivisões dos tempos, evitando
acentuação nas partes fracas pelo gesto arredondado.
POSTURA NA LINGUAGEM RÍTMICA (Posição do corpo, cabeça, braço, mão,
pulso e dedos)
1. Estando sentado, manter o corpo na posição vertical e pernas descruzadas.
Estando em pé, apoiar o corpo ereto igualmente sobre as duas pernas;
2. Cabeça: erguida naturalmente, mantendo o equilíbrio com o pescoço e as
costas retas;
3. Flexionar ligeiramente o braço direito, cotovelo um pouco para frente e
afastado uns 8 cm do corpo, formando ângulo quase reto com o antebraço;
4. Movimentar a mão dentro da área do tronco, nunca acima dos ombros nem
abaixo da cintura;

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5. Mão à direita do centro do corpo, em forma de concha, polegar em linha reta


com o antebraço e unido ao indicador (ou não), palma voltada para baixo,
dedos arredondados e unidos (não colados);
6. Pulso com leve flexibilidade na indicação dos tempos;
7. Mão na altura do peito para iniciar. Manter a amplitude do gesto entre a
altura da cintura e o peito;
Página 8: MOVIMENTO DA MÃO:
O gesto arredondado/elíptico da mão direita na indicação do pulso, deve ser de
baixo para cima, em sentido horário, iniciando e terminando embaixo no
mesmo ponto (pulso completo).
Desenvolver lentamente junto ao aluno o movimento elíptico em sentido
horário, e mesmo as pessoas canhotas devem fazê-lo com a mão direita.

Exercício 1: Este exercício deverá ser feito com gesto elíptico, em silêncio,
sem a sílaba Tá, observando a regularidade entre os pulsos, tomando a
atenção que um pulso termina no exato momento que inicia o próximo pulso.
Exemplo: Para 4 pulsos (4 traços) o movimento da mão se estende até o 5º
traço, com corte imediato do som.
Aqui o som é o da batida na superfície, não o som da voz. O traço vertical
isolado representa batida (ritmo) em silêncio (pausa).
Exercício 2: O início da pronúncia da sílaba "TÁ" deverá ser simultâneo ao
toque da mão na superfície (base do pulso), e o som deverá ser sustentado até
o início da próxima sílaba “TÁ”, ou seja, até que a mão toque novamente na
superfície, e assim sucessivamente. Na última sílaba (pulso, tempo) o som
também se estenderá até que a mão toque a superfície. Sendo assim, o pulso
estará feito na sua totalidade (pulso completo).
A pronúncia deverá ser constante e sem acentuar o “A” a cada
batida/pulso/tempo. O traço horizontal liga as batidas prolongando o som
(sílaba “TÁAA”) por dois ou mais pulsos/tempos.
Neste exercício estamos trabalhando a divisão (unidade de tempo), Timbre
(voz) e duração do som.
1 Elipse = 1 batida/pulso/tempo = 1 sílaba TÁ = 1 traço vertical.
VARIAÇÃO: Fazer o exercício em grupos de 4, 6 e 8 pulsos. Isto fortalecerá a
contagem de pulsos mentalmente. Avançar para o próximo grupo somente
quando estiverem contando perfeitamente. Esta progressão deverá ser feita
com calma e segurança para não criar traumas ao aluno.
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Exercício 3: Som contínuo sem apoio nos pulsos intermediários. Lembrar o


aluno que o som começa e termina embaixo (no toque da superfície). Atenção
com a sílaba TÁAAA (som contínuo) e não pronunciar TÁ-A-A-A (subdividido,
separado). Atenção: No traço vertical isolado a batida é em silêncio (pausa),
sem o TÁ. O som não deve invadir o tempo da pausa.
Neste exercício estamos trabalhando divisão, Timbre (voz), Duração do som e
Silêncio (Pausa).
Página 9: PROPRIEDADES DO SOM:
As principais propriedades do som são quatro: Timbre, Duração, Intensidade e
Altura.
TIMBRE (caráter): É a propriedade que permite reconhecer a origem do som.
Complementação: A alternância e a combinação de timbres diferentes
resultam em instrumentação.
Nos exercícios usar a entonação da própria voz ou algum instrumento musical.
Exercício: Citar as fontes geradoras e pedir para que os alunos respondam se
é som ou ruído. Exemplo: piano, trator, órgão, latido do cachorro, saxofone,
janela batendo, etc.
DURAÇÃO (prolongação): É a propriedade do som ser curto ou longo.
Complementação: A alternância de notas de durações diferentes resulta
em ritmo.
O traço horizontal prolonga o som por 2 ou mais pulsos, conforme o nº de traços
verticais.
Produzir som curto ou longo. Exemplo: Pulso curto (1 elipse) e Pulso longo (4
elipses).
INTENSIDADE (volume): É a propriedade do som ser fraco ou forte.
Complementação: A alternância de notas de intensidades diferentes
resulta em dinâmica. A Intensidade depende da amplitude (força) das
vibrações. Decibel é a unidade de medida da intensidade do som.
Usar a voz ou instrumento musical e produzir som fraco (p), forte (f), tomando o
cuidado para que o forte não seja exagerado, educando o aluno que som forte
não é som estridente.
Aproveitar e instruir o aluno a respeito do som médio (mp) orientando que se
trata de uma intensidade intermediária entre o fraco (p) e o forte (f).
ALTURA (entoação): É a propriedade do som ser grave, médio ou agudo. É a
principal característica do som, é a que define o som.
Complementação: A alternância de notas de alturas diferentes resulta em
melodia.
A simultaneidade de sons de alturas diferentes resulta em acordes, que
são a base da harmonia.
A altura depende da frequência das vibrações. Hertz é a unidade de medida da
frequência do som (nº de vibrações = ciclos por segundo).
Diferenciar som grave, médio e agudo, usando a entonação da voz ou
instrumento musical. Tocar várias vezes o Dó3 grave, Dó4 médio, Dó5 agudo.

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Após várias demonstrações e instruções de como identificar as diferentes


alturas pedir aos alunos para identificar qual nota corresponde ao Dó grave,
médio e agudo.
Exercício 5: Fazer a 60 bpm, orientando o aluno a executar som fraco (p), pois
ele repetirá o exercício com som forte (f).
Exercícios 6, 7, 8, 9 e 10: Fazer a 60 bpm, observando que o objetivo destes
exercícios é a intensidade (que é uma das propriedades do som).
Complementação Teórica
Os outros dois parâmetros do som são: Articulação e Andamento.
Articulação: É o modo de produzir o som. É o tipo de toque, golpe ou
efeito aplicado pelo executante na voz ou instrumento, modificando a sua
qualidade. Foi tratada teoricamente só a partir do século XVII.
Andamento: É a velocidade de execução de um som. Foi fixado
matematicamente pelo metrônomo a partir do século XIX, mas pode ser
intuitivo.

2º MÓDULO
Página 11: FIGURAS:
São sinais que representam os ritmos e as diferentes durações dos sons. Cada
figura de som tem a sua figura de silêncio/pausa correspondente. Silêncio é a
ausência de som.
No atual sistema musical são usadas 7 figuras: Semibreve, Mínima, Semínima,
Colcheia, Semicolcheia, Fusa, Semifusa.
Complementação teórica:
No início do século XIII surgiram as figuras mensurais (notação
proporcional) para determinar a duração relativa dos sons. A duração
absoluta é dada pela indicação da fórmula de compasso e do andamento.
As mais antigas eram a Máxima, a Longa, a Breve, a Semibreve, a Mínima e
a Semínima. Eram pretas e quadradas, depois brancas (só o contorno). No
século XVII surgiu a atual notação redonda.
As figuras musicais são 11: Máxima, Longa, Breve, Semibreve, Mínima,
Semínima, Colcheia, Semicolcheia, Fusa, Semifusa, Quartifusa (ou
tremifusa). Caíram em desuso as figuras máxima, longa, breve e
quartifusa. A semínima por ser a figura central foi definida como unidade
de tempo padrão.
Neste módulo, o traço vertical (batida) é substituído por uma figura, normalmente
a mínima, semínima ou colcheia. 1 Elipse = 1 batida/pulso/tempo = 1 sílaba TÁ
= 1 figura.

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Sugerimos que o aluno desenhe no caderno as figuras de som e silêncio (pausas)


até decorá-las, saber seus nomes e números relativos (1, 2, 4, 8, 16, 32, 64), a
proporção entre elas.
A semibreve é a figura de maior duração utilizada atualmente e as demais
figuras são frações dela.
Para complementar o estudo das figuras, observar a tabela dos valores
comparativos na página 87 do MTS, onde cada figura rítmica vale o dobro da
seguinte e a metade da anterior.
Quadro Comparativo Moderno

NB: Como explicado na página 11, a grafia das colcheias, semicolcheias, fusas
e semifusas podem ser feitas com bandeirolas ou ligadas por barras de união.
Em canto coral (nossos hinos), usam-se bandeirolas. Em música instrumental,
usam-se barras de união.
Página 11: Exercício: Desenhar as figuras e pausas

Página 11: NÚMEROS RELATIVOS: Resultam da comparação da semibreve


com as demais figuras na divisão proporcional dos valores. Cada figura tem o
seu número representativo ou relativo.
Após o estudo das Figuras de som e Silêncio, fazer os exercícios abaixo para a
perfeita compreensão dos números relativos.

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Página 12: Exercícios 1 ao 4: Aqui o aluno deve fazer uso do Hinário de


Música em Dó para estudo.
Exercício 6 = 60 bpm. Após o aluno compreender totalmente o exercício, fazer
aplicando a intensidade (propriedade do som) da seguinte forma:
a) forte (f) b) piano (p) c) forte (f) d) piano (p) = 84 bpm.
No exercício 6 a semínima vale 1 pulso/tempo: Aplicável nos compassos
simples 2/4, 3/4 e 4/4.
Lembrar o aluno que o som começa e termina em baixo (no toque da
superfície).
Página 13:
Exercícios 7, 8 e 9: A 60 bpm. Após total domínio por parte dos alunos fazer =
84 bpm.
No exercício 7 a mínima vale 1 pulso/tempo: Aplicável nos compassos 2/2, 3/2, 4/2.
No exercício 8 a colcheia vale 1 pulso/tempo: Aplicável nos compassos 2/8, 3/8, 4/8.
No exercício 9 a semínima vale 1 pulso/tempo: Aplicável nos compassos 2/4, 3/4, 4/4.
Nestes exercícios trabalhamos Timbre (voz) e Duração do som e silêncio,
variando apenas a figura.
Após o aluno compreender totalmente estes exercícios, fazer aplicando a
intensidade (propriedade do som), primeiro piano (p), depois forte (f) na velocidade
= 84 bpm.
Na sequência dos exercícios 6, 7, 8 e 9, observar se ficou bem claro ao aluno
que independente da figura ser mínima, semínima ou colcheia, elas sempre
estarão valendo um pulso (tempo).
Lembrar o aluno que o som começa e termina embaixo (no toque da
superfície).
Exercício 10: A 60 bpm. Após total domínio por parte dos alunos fazer = 84 bpm.
Neste exercício, usar o TÁ não notas, devendo ficar muito claro a diferença
entre as alturas das figuras que estão colocadas na linha (som médio), acima
da linha (som agudo) e abaixo da linha (som grave), para que o aluno tenha a
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perfeita compreensão da altura. O ritmo (pulso) é representado pelas figuras


com haste na parte inferior da linha.
Utilizar a voz ou algum instrumento musical para mostrar a diferença entre som
grave, médio e agudo.
Imaginar a figura na linha como um som qualquer e entoar o TÁ a intervalos de
2ªs, 3ªs, 5ªs, etc., acima e abaixo. Não confundir altura com intensidade.
Após os estudos 6, 7, 8, 9 e 10, perguntar aos alunos em que trecho das lições
foi aplicada cada propriedade do som (timbre, duração, intensidade e altura) e
silêncio.
No exercício 10 trabalhamos divisão (tempo), as 4 propriedades do som e
silêncio.
3º MÓDULO
Página 17: COMPASSO
Compasso: É o agrupamento de tempos, de 2 em 2, 3 em 3, 4 em 4, 5 em 5, 7 em 7.
Os compassos podem ser simples ou compostos. O compasso é uma
quadratura convencional que tem como medida o tempo (relógio).
Tempo: É a medida que determina o ritmo e a duração das figuras de som e
silêncio no compasso.
Complementação teórica
No Brasil, França e Rússia é bastante utilizada a Teoria Francesa dos
Compassos que compara os compassos com tempos representados pelo
valor simples e valor pontuado. Na teoria francesa, o compasso composto
deriva do compasso simples.
Quanto a compassos, utilizamos:
1. A definição da Teoria Francesa de compassos;
2. O Sistema Francês de Marcação de Compassos (universal) no Solfejo e
Regência;
3. A Elipse (gesto arredondado) que é o compasso unário do Sistema
Francês na articulação legato na Linguagem Rítmica. A Elipse
representa a pulsação de 1 tempo (compasso unário).
Na música existem quatro tipos de barras de compasso:
1. Barra de compasso (ou barra simples): É uma linha fina que divide a música
em compassos e indica o tempo forte (apoio).
2. Barra dupla: São duas linhas finas para separar períodos ou trechos da
música (estrofe e coro), e só tem função de barra de compasso quando
coincide com a mesma (compasso completo).
3. Barra final: É uma linha fina e outra grossa que indica o final da música.
4. Barras de Repetição ou Sinais de Ritornello: É uma linha fina e outra grossa
com dois pontos que indica a repetição do trecho executado.

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Casas de Ritornello: Indicam o número de vezes que o trecho musical deve ser
executado.
Fórmula de compasso: São 2 números sobrepostos no início do 1º compasso
para indicar os compassos binários, ternários, quaternários, etc (simples ou
compostos). Há casos em que aparece outra fórmula ao longo da música.
COMPASSO SIMPLES: É aquele cuja unidade de tempo (valor simples) tem
subdivisão binária.
Número superior (2, 3, 4, etc), indica a quantidade de tempos em cada compasso.
Número inferior: (2, 4, 8, etc), indica a figura que representa a Unidade de Tempo
(U.T.) do compasso.
Unidade de Tempo (U.T.): É a figura que preenche um tempo do compasso
determinando o valor de todas as figuras.
Unidade de Compasso (U.C.): É a figura que preenche o compasso inteiro, é a
soma das U.T.
Métrica: É a técnica que trata da medida do compasso e do ritmo (estruturação da
melodia).
O ritmo e a acentuação têm origem na poesia. Antes de existir o compasso, os
acentos musicais coincidiam com os acentos das palavras.
Exercício 2 : Criar outras opções de fórmulas de compassos (simples) para
melhorar a compreensão do aluno.

Página 18: ACENTUAÇÃO MÉTRICA (dinâmica natural):


É a combinação do tempo forte (apoio) com os tempos fracos do compasso.
Identifica se o compasso é binário, ternário ou quaternário. O tempo forte
corresponde ao acento do tônico do compasso. O instrutor deverá fazer
exemplos sonoros do exercício com as palavras abaixo, lembrando que cada
palavra refere-se a uma fórmula de compasso.
(binário) Chu-va (ternário) Mú-si-ca (quartenário) Cho-co-la-te.

Não exagerar o tempo forte, seguir o exemplo dos acentos das sílabas
gramaticais das palavras.
Tempo forte = tésis = repouso = apoio = acento tônico do compasso. Tempo
fraco = impulso = arsis.
Acento é o grau de intensidade atribuído a cada nota. Ictus é o acento de um
ritmo.
Marcação métrica: É a que indica os tempos do compasso.
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PROSÓDIA MUSICAL: É o ajuste da palavra à música ou da música à palavra,


tendo por base o acento tônico de um lado, e, a acentuação métrica de outro. É
a coincidência do acento tônico da palavra com o acento métrico da música.
Não falar soletrado acentuando igualmente todas as sílabas, nem cantar
soletrado acentuando nota por nota. Falar ou cantar com fluidez de modo mais
orgânico.
Página 18:
METRÔNOMO: É um relógio que mede o tempo ou andamento musical
através de batidas regulares por minuto (bpm). É um marcador que produz
pulsações de duração regular, sendo utilizado para fins de estudo. A batida
(pulso) pode representar 1 tempo ou fração de tempo.
O aparelho pode ter até três funções: Metrônomo, Afinador e Sintonizador.
Instrutor e aluno deverão possuir um metrônomo próprio. Para quem preferir
baixar em celular que tenha o sistema Android, sugerimos uma versão gratuita
e fácil de usar: SOUNDCORSET. Lembrar que desde o inicio as lições do MTS
e os hinos deverão ser estudados com metrônomo.

Ver Instruções de Utilização do Metrônomo nos Grupos de Estudos Musicais


(GEM’s) e Ensaios. (Pág. 55, deste resumo)
Ler no Hinário “Instruções de Utilização do hinário - Velocidade e Interpretação
dos hinos”
Página 19: Exercícios 4 ao 10: Colocar a fórmula de compasso do exercício no
metrônomo para que o aluno sinta o acento no 1º tempo do compasso. Pedir que
o aluno faça primeiro com o emprego das palavras sugeridas e depois com a
pronúncia do (Tá), observando que no compasso quaternário temos o 3º tempo mF.
Pausa da semibreve: Preenche um compasso inteiro, qualquer que seja a
fórmula de compasso e é escrita no centro do compasso.
Exercícios complementares: Nos hinos marcados abaixo, pedir que o aluno
sublinhe no texto os acentos tônicos (*no quaternário também o mF)
Hinos ternários: 123, 144, 184, 271, 373 e 385. Hinos quaternários: 131, 160, 235 e
387.
Não temos nenhum hino binário apenas com a divisão do tempo.

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*Observar que a esta altura dos estudos, o aluno só aprendeu a divisão dos
tempos (Tá). Por este motivo, não utilizamos hinos que tenham a subdivisão do
tempo (Tá-ti).
Após o aluno ter sublinhado o texto marcando os acentos, então fazer a
linguagem rítmica com as devidas acentuações.

4º MÓDULO
Página 21: PENTRAGRAMA:
É um conjunto de 5 linhas e 4 espaços, contados de baixo para cima, onde se
escrevem as notas. Vem do grego: penta = cinco; grama = linha.
CLAVE: É o sinal escrito no início do pentagrama e dá o seu nome à nota
escrita em sua linha de referência. A clave determina o nome e a altura das
notas no pentagrama.
As claves são 7 e representadas por 3 sinais:
Clave de sol - na 2ª linha; Clave de Fá - na 3ª e 4ª linhas; Clave de Dó - na
1ª, 2ª, 3ª e 4ª linhas.
Obs: No hinário são utilizadas apenas as claves de SOL, FÁ na 4ª linha e DÓ
na 3ª linha.
Página 22: NOTAS MUSICAIS
Nota musical: É o sinal que representa os sons graficamente.
As notas musicais são 7: dó-ré-mi-fá-sol-lá-si.
Escala: É a escrita das notas de maneira consecutiva, que pode ser
ascendente ou descendente.
Escala vem do latim “scala” que significa escada.
As notas têm nome, valor e altura: A clave determina o nome e a altura. A fórmula de
compasso determina o valor.
Obs: Não ensinar leitura de notas utilizando a mão para representar linhas e
espaços. Ensinar pela nota de referência da clave de sol, seguir a sequência
grau por grau ascendente e descendente que é mais didático, facilitando a
aprendizagem.
Logo após a compreensão dos alunos sobre as claves, e as notas musicais, o
aluno deverá escrever as notas musicais partindo da nota que está na linha
correspondente à clave, esta leva o nome da clave, e as demais seguem
sucessivamente na sequência da escala musical.
Nota tem nome, altura e valor. A Clave determina o nome e a altura da nota, a
Fórmula de Compasso determina o valor da nota.
As notas podem ser representadas pelas 7 primeiras letras do alfabeto: A (lá),
B (si), C (dó), D (ré), E (mi), F (fá), G (sol).
Notação musical: É o conjunto de sinais que representam a escrita musical,
como pauta, claves, notas, etc.
Notas ascendentes: As notas sobem seguindo a ordem natural dó-ré-mi-fá-sol-lá-si.
Notas descendentes: As notas descem seguindo a ordem inversa si-lá-sol-fá-mi-ré-dó.

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Exercício 1: Dar nome às notas conforme a clave.

Exercício 2: Colocar a figura conforme o nome da nota.

Página 22: LINHAS E ESPAÇOS SUPLEMENTARES: É o conjunto de linhas


e espaços para a escrita de notas mais agudas ou mais graves, já que o
pentragrama é insuficiente para representar todos os sons musicais. São
escritos para cima ou para baixo e contados a partir do pentagrama.

Complementação Teórica

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Página 23: LINHA DE OITAVA:


É o sinal colocado acima ou abaixo das notas indicando execução uma oitava
acima ou abaixo, facilitando a leitura. Substitui notas que seriam escritas em
linhas e espaços suplementares.
No hinário os violinos e flautas podem tocar a voz do soprano uma 8ª acima, e
as tubas tocam a voz do baixo uma 8ª abaixo, embora as linhas de 8ª não
estejam grafadas.
Página 24: Diapasão/Afinador:
É um aparelho que determina a altura dos sons e sua frequência. Serve para
aferir a afinação de instrumentos ou vozes, pelo Lá3 de 440 Hertz (que é o
diapasão normal, base de afinação). É um padrão de altura absoluta, é o
mesmo que afinador/aferidor de altura.
A frequência do som é medida em Hertz (nº de vibrações ou ciclos por
segundo).
O Afinador reproduz sons da Escala Cromática do Lá1 ao Lá5, tendo o Lá3 de
440 Hertz como base de afinação. Como Sintonizador, serve para afinar os
instrumentos com precisão pela luz verde.
Afinar significa colocar os sons dos vários instrumentos nas justas
proporções estabelecidas pelo diapasão.
Página 24: O instrutor deverá fazer exercícios de percepção nos 15 minutos
iniciais de cada aula durante todo o tempo do aprendizado.
Iniciar a aula com os seguintes exercícios avançando a cada variação somente
quando já estiverem fazendo muito bem a anterior:
Variação 1: Iniciar com o Diapasão (Afinador) ligado soando a nota Lá. Os
alunos deverão reproduzir cantando na mesma altura do som referência.
Variação 2: Iniciar com o diapasão ligado soando a nota Lá. Os alunos
deverão reproduzir cantando na mesma altura do som referência. Silenciar o
diapasão e mantê-los cantando a nota. Após alguns segundos, ativar o som do
diapasão e aferir a altura.
Variação 3: Ligar o diapasão soando a nota Lá. Os alunos deverão ouvir e
memorizar a altura. Silenciar o diapasão. Todos deverão entrar cantando a
nota Lá exatamente na mesma altura do diapasão. Após alguns segundos,
ativar o som do diapasão e aferir a altura.
Obs.: Quando os alunos estiverem fazendo muito bem o exercício com a nota
Lá, partir para a nota Sol e assim sucessivamente até o Dó 3, ou seja, seguir a
sequência lá-sol-fá-mi-ré-dó.
Após isto, dar continuidade do Lá para cima até o Dó 4 (lá-si-dó). Não subir
nem descer muito para não comprometer a saúde vocal dos alunos.
Página 25: Exercícios de 7 a 10: Fazer a linguagem rítmica falando o nome
das notas (leitura métrica, sem entoar), pulsando os tempos no mesmo lugar
(elipse), sem a necessidade de posicioná-los no compasso italiano.

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Obs: A própria Itália não usa, há muito tempo, o padrão de marcação


italiano. A elipse utilizada nos exercícios de linguagem rítmica nos
módulos 1 e 2, corresponde ao compasso unário do sistema francês na
articulação legato (pulsos arredondados no mesmo lugar). Podemos
continuar com este sistema de marcação sem prejuízo algum.
Exercício 8: Observar que as sílabas em letras maiúsculas estão destacando
o acento métrico.
Exercícios 9 e 10: Pedir ao aluno que escreva o nome das notas usando o
mesmo critério de acentuação métrica do exercício 8. * Lembrar que o som
começa e termina embaixo (no toque da superfície).

5º MÓDULO
Páginas 27 e 29: SOLFEJO - É base para a Regência.
SOLFEJO: Consiste em falar (ou cantar) o nome das notas musicais,
marcando o ritmo com a mão, obedecendo seus valores (e altura).
Solfejo Rítmico ou Leitura Métrica consiste em falar o nome das notas.
Solfejo Melódico (solmização) consiste em entoar com o nome das notas. Foi
criado por Guido d’Arezzo no século XI.

MARCAÇÃO DE COMPASSOS:
A marcação de compasso, que serve para indicar os tempos, segue um padrão
universal (sistema francês), tanto para os que regem coro, orquestra ou banda
e aos músicos ao solfejar.
A partir deste ponto, o professor deverá insistir no solfejo pelo sistema francês
com movimentos arredondados. Evitar o sistema italiano que é batido e
acentuado no solfejo e execução musical.
No solfejo o gesto para marcação dos compassos é com a mão direita. Na
regência, é com as duas mãos: a direita marca os tempos e a esquerda, a
expressão. Os gestos são arredondados e as curvas são feitas na cabeça dos
tempos. Limita-se a altura dos gestos entre a cintura e o peito.
Todos os padrões (bin, tern e quatern) são desenhados no espaço à direita do
centro do corpo. O tamanho do padrão é proporcional ao tamanho do grupo. A
altura do padrão depende do instrutor estar no mesmo plano, acima ou abaixo do
grupo. Usar o metrônomo a 60 bpm, pois ele proporciona a regularidade das
batidas (pulsos). Exercitar também em outras velocidades.
Movimento da mão: Exercitar os gestos da marcação de compassos até fazê-
los com firmeza, automatizando-os. Observe que, no compasso quaternário, há
uma distância maior do 2º para o 3º tempo, tendo este maior abertura. O 1º
tempo é vertical para baixo (o mais pesado), o 2º lateral à esquerda (leve), o 3º
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lateral à direita (leve), o último para cima (o mais leve), favorecendo a aplicação
da acentuação métrica correta e a interpretação musical pela delicadeza dos
gestos. Posição da mão para marcar o 1º tempo: no quaternário, a mão deve
ficar na direção do ombro, deixando espaço suficiente para o 2º tempo que é
marcado para dentro em direção ao centro do corpo. Nos compassos ternário e
binário, a mão deve ficar na direção do bolso (peito), mais perto do centro do
corpo.

QUATERNARIO TERNÁRIO BINÁRIO

Na marcação em Legato, os gestos são mais redondos em todos os


tempos. A bolinha representa o apoio (ictus) na cabeça dos tempos.
Há um declive, uma curva e um reflexo no apoio de cada tempo.

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Cada tempo tem uma esfera, onde ocorre a sua subdivisão, mantendo a
coerência e o balanço.

Os tempos são posicionados em 3 planos horizontais:

No desenho dos compassos no espaço, cada tempo está num plano horizontal,
tendo uma posição definida conforme sua medida de movimento, um apoio, uma
curva, um declive e um reflexo.
Apoio: é o acento claro dos tempos (ictus);
Curva: é o gesto arredondado no apoio ou cabeça dos tempos;
Declive: é a inclinação para o apoio dos tempos;
Reflexo: é o salto ou ricochete após a batida dos tempos.

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LEVARE (RESPIRAÇÃO) - GESTO PREPARATÓRIO:


É um gesto passivo (leve) com respiração, feito no tempo anterior e/ou parte
do tempo da entrada. O Levare diz: “apenas respire”, “não toque”. Indica a
respiração e o andamento para entrada conjunta na música. No Levare, o
instrutor/regente deve respirar junto com o grupo. No Solfejo, é feito com a
mão direita, mas na Regência, com as duas mãos.
Na página 29, o MTS define que o Levare é de 1 tempo. (Ver variações do
tempo do Levare nas páginas 92 a 95 deste resumo).
O Levare indicado abaixo é para entrada no 1º tempo, em ritmo tético,
podendo variar o formato (para dentro ou para fora) conforme a entrada seja
para baixo, para dentro ou para fora, e variar também a duração (podendo ser
maior ou menor que 1 tempo), conforme o ritmo inicial da música seja tético,
anacrúsico/anacruse fracionada ou acéfalo.

P O S T U R A N O S O L F E J O (Posição do corpo, cabeça, braço, mão,


pulso e dedos)
1. Estando sentado, manter o corpo na posição vertical e pernas descruzadas.
Estando em pé, apoiar o corpo ereto igualmente sobre as duas pernas;
2. Cabeça: erguida naturalmente, mantendo o equilíbrio com o pescoço e as
costas retas;
3. Flexionar ligeiramente o braço direito, cotovelo um pouco para frente e
afastado uns 8 cm do corpo, formando ângulo quase reto com o antebraço;
4. Movimentar a mão dentro da área do tronco, nunca acima dos ombros nem
abaixo da cintura;
5. Mão à direita do centro do corpo, em forma de concha, polegar em linha reta
com o antebraço e unido ao indicador (ou não), palma voltada para baixo,
dedos arredondados e unidos (não colados);
6. Pulso com leve flexibilidade na indicação dos tempos;
7. Mão na altura do peito para iniciar. Manter a amplitude do gesto entre a
altura da cintura e o peito;
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PRINCIPAIS GESTOS DO SOLFEJO


1. PREPARAÇÃO: É a posição da mão no tempo anterior ao do Levare.
No momento de máxima atenção de todos e silêncio total, fazer
imediatamente o Levare e entrar todos juntos.
2. LEVARE/RESPIRAÇÃO: É um gesto leve da mão direita com respiração,
feito no tempo anterior e/ou parte do tempo da entrada. É o gesto preparatório
para entrada conjunta de um grupo. Indica o tempo, a intensidade e o caráter
expressivo da música. No Levare o instrutor/regente respira junto com o
grupo. Antes do Levare, internalizar o andamento do solfejo. (Ver variações
do tempo do Levare nas páginas 92 a 95 deste resumo).
3. ENTRADA: É o início do solfejo, com gesto ativo para a realização do som.
4. FECHO: É o final do solfejo, com pulso completo terminando no início do
próximo tempo ou movimento.
POSIÇÃO DOS TEMPOS:
Na marcação dos compassos, os tempos têm acentos claros e posições
definidas no espaço conforme suas medidas de movimento.
Em todos os compassos, o 1º tempo (forte, o mais pesado) é vertical para baixo.
1. Compasso Quaternário: O 2º tempo (fraco) é lateral para dentro (centro do
corpo), o 3º tempo (meio-forte) é lateral para fora, o 4º tempo (fraco) é lateral
para a linha do 1º tempo e para cima (o mais leve).
2. Compasso Ternário: O 2º tempo (fraco) é lateral para fora do centro do
corpo, o 3º tempo (fraco) é lateral para a linha do 1º tempo e para cima.
3. Compasso Binário: No apoio do 1º tempo há a curva em forma de
“cachimbo” à direita subindo até a altura do plano intermediário, o 2º tempo
(fraco) é lateral à esquerda para dentro (linha do 1º tempo) e para cima.
Obs: Em todos os compassos, há um declive no apoio de cada tempo, onde
o gesto é arredondado e reflexivo na direção do plano mais alto, curvando-se
no sentido oposto ao do próximo tempo, seguindo a sequência dos tempos,
sempre num ligado contínuo. Exceção feita ao 2º tempo (fraco) do compasso
quaternário que é pouco reflexivo, por estar no mesmo plano do 3º tempo.
Em qualquer compasso, o último tempo (fraco) é pouco reflexivo.
Página 30: REALIZAR OS ESTUDOS DE SOLFEJO DE DUAS MANEIRAS:
1. Linguagem Rítmica: Fale a sílaba “Tá” em sincronia com o gesto vertical
elíptico, pulsando os tempos no mesmo lugar (Elipse), considerando os acentos
métricos e as respirações. Não é necessário posicionar os tempos no compasso
italiano. Nas pausas usar preferencialmente o silêncio ao invés de contar (1, 2),
porém pode-se estudar primeiro contando as pausas e, após entendido, retirar a
contagem e fazer silêncio.
Adotar o mesmo procedimento na Subdivisão Binária (Tá-ti, pág. 39), Bi-
subdivisão Binária (Táfa-Tifi, pág. 49), Subdivisão Ternária (Tá-te-ti, pág. 63),
Bi-subdivisão Ternária (Táfa-Tefe-Tifi, pág. 63).
Obs: Nos hinos 7, 24, 86, 197 e 306 em compasso composto 6/4, temos Tri-
subdivisão ternária.

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U.T. (mínima pontuada), Subdivisão (semínima), Bi-subdivisão (colcheia), Tri-


subdivisão (semicolcheia).
Linguagem Rítmica: Na entrada de lição ou hino fazer a respiração com a
mão parada no valor de 1 tempo (conforme o caso, pode ser menor ou
maior), na velocidade da lição ou hino, sem o gesto Levare.
Usar o metrônomo a 60 bpm (pág. 30), e em outras velocidades conforme
indicação a partir da pág. 35.
2. Solfejo: Fale ou cante o nome das notas em sincronia com o gesto
arredondado da mão (ligado contínuo), pulsando e posicionando os tempos no
compasso francês, considerando os acentos métricos e as respirações. O
correto é cantar e não falar o nome das notas. Nas pausas usar de preferência
o silêncio ao invés de contar (1,2), porém podemos estudar primeiro contando
as pausas e, após entendido, retirar a contagem e fazer silêncio.
Na entrada de lição ou hino usar o “Levare e a respiração”. Conforme o caso, o
“Levare/respiração” pode ser de 1 tempo, 1 ½ tempo, 2/3 ou 4/3 de tempo, na
velocidade da lição ou hino. (Ver variações do tempo do Levare nas páginas
92 a 95 deste resumo).
Usar o metrônomo a 60 bpm (pág. 30), e em outras velocidades conforme
indicação a partir da pág. 35.
Página 28: RESPIRAÇÃO: É o ato de inspirar e expirar o ar.
Volume de Ar: Para solfejar, cantar ou tocar instrumento musical com som de
boa qualidade é necessário ter uma quantidade de ar muito maior do que para
falar.
Respiração Voluntária com Coluna de Ar Qualificada (Respiração do
Músico ou Cantor):
Consiste em respirar usando a totalidade dos pulmões com controle da
velocidade de entrada e saída do ar pelo uso correto do diafragma. O
movimento consciente do diafragma aumenta a ventilação nos pulmões e
potencializa a capacidade respiratória.
Diafragma: É um músculo côncavo que separa o abdômen do tórax. É
responsável por 70% do trabalho respiratório, controla a entrada e saída do ar
dos pulmões, é como o êmbolo da seringa.
Nascemos com a respiração abdominal (diafragmática), no entanto, muitos
perdem esta respiração espontânea ao longo da vida, por questões posturais
ou emocionais. A respiração abdominal lhe proporciona uma saúde melhor.
A respiração correta é o segredo dos grandes Instrumentistas de Sopro e
Cantores. Se você não respira direito, mesmo que não esteja tocando ou
cantando, sempre estará vivendo cansado e não saberá o motivo. Quem não
respira corretamente, não controla a saída do ar, não tem boa sonoridade, não
faz notas longas, não sustenta uma nota afinada por muito tempo, pela falta de
uma noção básica de respiração.

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FASES DA RESPIRAÇÃO: 1. Inspiração, 2. Suspensão, 3. Expiração.


1. Inspiração (inalação): Consiste na entrada do ar nos pulmões, em 3 etapas:
Abdominal, Intercostal, Peitoral.
Sem levantar os ombros e sem estufar o peito, inspire a maior quantidade de ar
possível, de forma calma, relaxada e constante. Evite tensão e rigidez. O ar
infla 1º o abdômen, 2º a parte superior das costas, 3º o peito.
a) Abdominal (diafragmática): O diafragma se contrai e desce inflando o
abdômem/barriga, o ar enche a parte baixa dos pulmões;
b) Intercostal: O ar vai para a parte superior das costas, enchendo a parte alta
dos pulmões;
c) Peitoral: O ar infla a parte alta do peito, o tórax.
2. Suspensão (apneia): Consiste em prender voluntariamente a respiração.
a) Segure o ar através do diafragma, mantendo o abdômem rígido (duro);
b) Fique relaxado e com a garganta aberta, como se fosse continuar a inspirar.
3. Expiração (exalação): Consiste na saída do ar de forma calma e relaxada,
como que dizendo “OOOO” com a garganta bem aberta, mantendo constante o
fluxo de ar.
A Expiração deve ser feita pela boca, dosando o fluxo de ar constante através
do diafragma. A velocidade do ar na expiração determina o volume do som:
maior velocidade (som mais forte); menor velocidade (som mais suave).
Controlar a velocidade de ar conforme o tamanho da frase.
No Canto, a inspiração deve ser realizada de preferência pelo nariz que filtra,
aquece e umidifica o ar inalado.
Nos instrumentos de sopro, a respiração só pelo nariz não é suficiente, é
necessário abrir de forma conveniente as laterais da boca possibilitando uma
respiração suficiente e mais rápida. A técnica respiratória varia conforme o calibre
do instrumento (diâmetro do tubo, formato e tamanho do bocal ou boquilha, etc).
Se a respiração for realizada pela porção superior do tórax, apenas uma parte da
capacidade total pulmonar será utilizada. Quando respiramos pelo diafragma,
conseguimos aumentar significativamente a capacidade volumétrica dos pulmões,
assim como a oxigenação. Um bom controle respiratório auxilia nas retomadas de
ar, além de diminuir o esforço muscular para expelir o ar. Para os cantores, a
postura e a tensão ou relaxamento de cada músculo influenciam na boa emissão
da voz, levando a um maior domínio das notas entoadas, maior firmeza e duração
(fôlego). O controle do diafragma e demais músculos envolvidos na respiração, evita
desgaste e calos nas pregas vocais.
Instrumentistas de cordas e teclados deverão também interromper o som
juntamente com os demais, para que haja coincidência nas respirações. Ler no
Hinário “Instruções de utilização do hinário – Respirações.
Página 29: EXERCÍCIO DE RESPIRAÇÃO
Os exercícios de respiração, séries 1, 2, 3, 4, são importantes para potencializar
a capacidade respiratória, podendo ser realizados diariamente independente do
solfejo, canto ou execução instrumental.
Insistir neste exercício, pois ele é de extrema importância na preparação para
execução do instrumento (executar com metrônomo a 60 BPM).

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Páginas 30 e 31: EXERCÍCIOS:


Na Linguagem Rítmica: Usar a Elipse, falar o Tá, pulsando os tempos no
mesmo lugar.
No Solfejo: Marcar os tempos de forma arredondada no sistema francês,
falando ou entoando as notas.
Na respiração, aplicar de forma enfática as fases da respiração:
I = Inspire S = Segure E = Expire D = Descanse
Tanto na Linguagem Rítmica como no Solfejo, não se esquecer de fazer os
acentos métricos.
Obs: Fazer os exercícios 1º na linguagem rítmica (Tá), depois no solfejo com o
nome das notas na forma francesa, obedecer as respirações e observar o
andamento indicado.
6º MÓDULO
Página 33: INTERVALO: É a distância entre dois sons.
Pelo nº de notas, o intervalo pode ser de 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª, 7ª, 8ª, 9ª, etc. O
intervalo pode ser simples e composto. O intervalo é composto quando
ultrapassa a 8ª.
Semitom é o menor intervalo na música ocidental (1/2 tom).
Tom é o intervalo formado por 2 semitons, um diatônico (notas de nomes e
sons diferentes), outro cromático (notas de nomes iguais e sons diferentes).
Uníssono (intervalo nulo) são dois sons de mesma altura (nomes de notas
iguais ou diferentes).
Enarmônico é o intervalo uníssono com nomes de notas diferentes.
O intervalo pode ser: Melódico ou Harmônico.
Melódico é o intervalo em que as notas são ouvidas sucessivamente.
Harmônico é o intervalo em que as notas são ouvidas simultaneamente.
Microtons (quartos de tom, etc) são intervalos menores que o semitom, usados
na música oriental.
Pelo nº de tons e semitons, o intervalo pode ser Maior, menor Justo,
Aumentado ou diminuto.
Os intervalos de 2ª, 3ª, 6ª e 7ª podem ser maior, menor, aumentado e diminuto.
Os intervalos de 4ª, 5ª e 8ª podem ser justo, aumentado e diminuto.
Complementação Teórica
Os intervalos de semitom MI-FÁ e SI-DÓ, facilitam o estudo de intervalos.
Todas as 2ªs são maiores - apenas mi-fá e si-dó são menores.
Todas as 3ªs são maiores - apenas as que contêm mi-fá ou si-dó são
menores.
Todas as 4ªs são justas (contêm o mi-fá ou si-dó) - apenas fá-si é 4ª
aumentada.
Todas as 5ªs são justas (contêm o mi-fá ou si-dó) - apenas si-fá é 5ª
diminuta.

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Todas as 6ªs são maiores (contêm o mi-fá ou si-dó) - As que contêm os 2


semitons são menores.
Todas as 7ªs são maiores (contêm o mi-fá ou si-dó) - As que contêm os 2
semitons são menores.
Ex:

Inversão de Intervalos: consiste em passar a nota inferior uma 8ª acima


ou a nota superior uma 8ª abaixo. A soma de um intervalo com a sua
inversão dá o número 9.
Ex: Terça ascendente: dó-mi (terça = 3); Inversão: mi-dó (sexta = 6, dó 8ª
acima). Somando 3 + 6 = 9.
Na inversão o intervalo se transforma:
1) A 2ª passa a ser 7ª; A 3ª passa a ser 6; a 4ª passa a ser 5ª.
2) O maior passa a ser menor (e vice-versa); o aumentado passa a ser
diminuto (e vice-versa); o justo permanece justo.
Ex: A inversão da 3ª é uma 6ª.
Basta subtrair do número 9: 9 – 3 = 6.
Ex: A inversão da 3ª Maior é uma 6ª menor.
MELODIA: É o elemento que combina os sons sucessivamente (forma
horizontal).
Como explicado no MTS, trata-se de melodia não por ser a voz do soprano,
mas por se tratar de notas sucessivas, ou seja, uma após a outra, não se
contrapondo a outras notas.
Exemplo: Hino 131

HARMONIA: É o elemento que combina os sons simultaneamente (forma


vertical). Em nossos hinos, cada voz é uma melodia, o Soprano é a melodia
principal. Contralto, Tenor e Baixo são vozes que compõem a harmonia.
Como explicado no MTS, harmonia trata-se de notas sobrepostas (empilhadas)
para a formação de um acorde. Elas são tocadas simultaneamente.

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Exemplo: Hino 131

ACORDE: Combinação de 3 ou mais sons simultâneos.


ARPEJO: Execução sucessiva das notas de um acorde.
O instrutor deverá fazer no quadro e pedir aos alunos que copiem na folha de
anotações a forma escrita do acorde e do arpejo.

SINAIS DE ALTERAÇÃO (ACIDENTES): Elevam ou abaixam a altura das notas


em ½ tom ou 1 tom.
Os acidentes são 5:

Complementação Teórica
Diferença entre SISTEMA NATURAL (afinação perfeita) e SISTEMA
TEMPERADO (afinação imperfeita, sistema cromático, escala cromática)
1. Sistema Natural (afinação perfeita, baseada em cálculos acústicos) –
define com precisão o nº de vibrações para cada nota e a relação entre
elas.
O sistema natural produz as notas da escala natural onde o semitom
cromático tem 5 comas e o semitom diatônico 4 comas, sendo utilizado
pelo canto (voz) e instrumentos não temperados (não têm som fixo) como
violino, trombone, etc.
2. Sistema Temperado (afinação imperfeita, sistema cromático, escala
cromática) - Iguala os semitons cromático e diatônico em partes iguais,
ficando cada um com 4 comas e meia.
O sistema temperado produz as notas da escala temperada que divide a
8ª em 12 semitons iguais de 4 comas e meia, sendo utilizado pelos
instrumentos temperados (têm som fixo) como piano, órgão, acordeão,
teclado, etc, facilitando as projeções harmônicas.

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No séc. XVII se consolidou: a escala diatônica maior de Dó; a escala


temperada (sistema cromático); a definição dos graus da tonalidade;
Página 34: ESCALA CROMÁTICA: É formada por 12 semitons, sendo 5
cromáticos e 7 diatônicos. Divide a 8ª em 12 semitons iguais de 4 comas e
meia (sistema temperado) e não constitui tonalidade.
O estudo da escala cromática com ênfase nos intervalos de semitom facilitará
em muito a total compreensão, principalmente pelos alunos de instrumentos de
cordas.
NOTAS ENARMÔNICAS: Têm o mesmo som e nomes diferentes.
Todas as notas têm duas enarmônicas. Exceção: Sol# = Láb

Página 35: F E R M A T A
Fermata (Coroa): É o sinal que se coloca acima ou abaixo das notas, pausas
ou barras de compasso e serve para prolongar o som ou silêncio por tempo
indeterminado, além do seu próprio valor.
Fermata: É a Coroa colocada sobre a nota, indica prolongação do som.
Suspensão: É a Coroa colocada sobre a pausa, indica prolongação do silêncio.
Cesura: É a Coroa colocada sobre a barra de compasso, indica uma pequena
interrupção entre dois sons.
Fermata Suspensiva: Aparece durante o período ou trecho musical - Tem
duração mais curta.
Fermata Conclusiva: Aparece no final de um período - Tem duração mais longa.
No rallentando: As notas alargadas se tornam fermatas virtuais.
É representada por um gesto da mão direita em movimento circular anti-horário
(laço), fechando à direita, para fora do centro do corpo. Devemos fechar as
fermatas do hinário 5, usando o gesto padrão mostrado abaixo (pág. 35 do
MTS), incluindo fermata suspensiva (duração mais curta) e fermata conclusiva
(duração mais longa).

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A Fermata prolonga o som por tempo indeterminado, além do seu próprio valor,
interrompendo a pulsação rítmica ou marcação dos tempos. Quanto à duração
da fermata, é preferível obedecer à relação metronômica entre o valor do som e
seu prolongamento para se estabelecer um padrão de conduta comum entre os
musicistas (período clássico), do que adotar uma duração livre (período
romântico). Fermata com duração muito longa é impraticável, em muitos casos,
por ultrapassar o limite de resistência respiratória de cantores e instrumentistas.
Como nossos hinos são composições de caráter erudito-clássico-sacro, então
a prolongação do som pelo efeito da fermata deve seguir o padrão métrico
(período clássico), considerando sempre um valor aproximado da multiplicação
das unidades métricas, sendo aconselhável até o dobro do valor da nota
(sujeição metronômica ou multiplicação métrica), ou, mais raramente, até o
triplo (3 vezes) ou quádruplo (4 vezes).
1. A Fermata se realiza em três momentos:
a) Preparação: É o gesto com maior relevo no tempo ou movimento anterior,
anunciando a importância do momento expressivo da fermata. A preparação
não é necessária no Solfejo, sendo mais apropriada para a regência.
b) Sustentação: É o tempo de duração ou prolongamento além do próprio
valor do som, o cerne da questão. Na sustentação da fermata, a mão
não deve ficar parada (estática), mas em leve movimento, pois há um
som soando no tempo e temos que valorizar.
c) Corte/Fecho: É a interrupção imediata do som com movimento circular anti-
horário da mão (laço).
2. A Duração da Fermata varia conforme:
a) O Valor Métrico que ela sustenta: Se o compasso é simples ou composto,
tempo do compasso, multiplicação métrica. Em valor curto, ela é mais
longa, e vice-versa.
b) O Comprimento da Frase (longa ou curta): Em frase longa, ela é mais
curta, e vice-versa.
c) O Andamento (lento ou rápido): Em andamento lento, ela é mais curta, e
vice-versa.
d) O contexto musical: Se a fermata é suspensiva (mais curta) ou conclusiva
(mais longa).
3. Fecho ou Corte da Fermata: É com a mão direita.
Para o fecho orgânico em laço de qualquer fermata, a mão deve partir de
um ponto mais alto (posição ideal), que é o ponto de partida para
descer fazendo o laço em sentido anti-horário e o corte. (MTS, pág. 35).
a) Marcar e contar normalmente até o tempo da fermata, como se ela não
existisse, dar o valor da nota com a fermata, depois o acréscimo de
tempos pelo efeito da fermata, sendo o último tempo em laço anti-horário.
Exemplo: A nota vale 2 tempos + 1 tempo da fermata = 3 tempos:
1ª opção: Contar 1-2-3 ou 1e2e3e, fazer o laço de 1 tempo no 3 ou 3e e
fechar no início do 4.
2ª opção: Contar 1-2 ou 1e2 para a nota, contar 1e2 para fermata, fazer o
laço no 1 ou 1e e fechar no 2.

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b) Conforme a posição da nota da fermata no compasso, para possibilitar o


fecho orgânico em laço, pode ser necessário mudar a forma do gesto e/ou a
posição do tempo/movimento anterior, para que no momento do laço, a mão
esteja no alto para descer e fazer o laço. Já que a fermata envolve parada da
pulsação rítmica, daí a liberdade de posicionar os tempos de forma
conveniente. Definir o gestual mais estético em cada caso.
c) Nos casos de fermata em valor curto, fazer direto o laço, que representa
ao mesmo tempo o valor da figura, a duração da fermata e o corte.
d) No fecho de fermata sobre vozes em movimento nos hinos, considerar o valor
da nota da voz em movimento, e não o valor da nota do soprano. A fermata só
inicia quando todas as vozes tiverem repousado convergindo para ela
e) Fecho de notas com fermata: No Solfejo, o fecho é feito com a mão
direita. Na Regência, o fecho é feito com as duas mãos.
f) Fecho de fermata suspensiva (duração mais curta): A fermata suspensiva
não tem corte, pois a cauda do corte coincide com o Levare (respiração)
para seguir. Neste caso, não há intervalo entre o final da fermata e a
continuidade da música, pois o sinal para terminar a fermata e o Levare se
combinam num único movimento. A fermata suspensiva (laço) é realizada
no último tempo da nota, inclusive o Levare (respiração), mas pode ser
em posição mais estética, conforme o caso.
g) Fecho de fermata conclusiva (duração mais longa): A fermata conclusiva
tem corte completo do som com gesto circular anti-horário da mão,
terminando para fora do centro do corpo, seguido de respiração e Levare
para a próxima entrada. O movimento vagaroso da mão indica a
sustentação do som até o momento do corte.
h) Fecho Final de nota sem fermata:
1. No Solfejo, o fecho final de nota sem fermata em lições ou hinos é feito
sem laço, sempre no início do próximo tempo ou movimento. Fica melhor e
mais elegante fazer o gesto curto e brusco do fecho dentro da esfera do
próprio tempo do que no início do próximo tempo ou movimento.
Exemplo: Nota de 2 tempos, fechar no início do 3º tempo. Nota de 3
movimentos, fechar no início do 4º movimento, etc.
2. Na regência, o fecho final de notas com fermata ou sem fermata é feito
em laço, com as 2 mãos.
i) Intervalo entre Estrofes: Após o fecho final, existe um pequeno intervalo
entre uma estrofe e outra, e um novo Levare (respiração) conduz à
entrada na próxima estrofe.
Como no caso do Levare, o corte deve ser feito de maneira coerente com
o caráter do hino.
j) Suspensção e Cesura: Não têm gesto de corte, basta um leve movimento
vertical da mão pelo tempo necessário e parar. Não temos Suspensão e
Cesura nos hinos.

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FERMATAS NO HINÁRIO 5:
SUGESTÃO DE DURAÇÃO DA FERMATA PELA MULTIPLICAÇÃO APROXIMADA
DAS UNIDADES MÉTRICAS (PERIODO CLÁSSICO)
B INÁRIO SIMPLES
SUSPENSIVA CONCLUSIVA
1/2 tempo, fica com o dobro ou triplo 1/2 tempo, fica com o triplo ou mais
1 tempo, fica com 1 ½ ou 2 (até o dobro) 1 tempo, fica com 2 ou 2 ½ (o dobro ou mais)
1 ½ tempo, fica com 2 ou 2 ½ tempos 1 ½ tempo, fica 2 ½ ou 3 (até o dobro)
- 2 tempos, fica com 3, 3 ½ ou 4 (até o dobro)
TERNÁRIO SIMPLES
SUSPENSIVA CONCLUSIVA
- 1/2 tempo, fica com o triplo ou mais
1 tempo, fica com 1 ½ ou 2 (até o dobro) 1 tempo, fica com 2 ou 2 ½ (o dobro ou mais)
- 1 ½ tempo, fica 2 ½ ou 3 (até o dobro)
2 tempos, fica com 2 ½ ou 3 tempos 2 tempos, fica com 3, 3 ½ ou 4 (até o dobro)
- 3 tempos, fica com 4 ou 5 (até + 2)
QUATERNÁRIO SIMPLES
SUSPENSIVA CONCLUSIVA
1/2 tempo, fica com o dobro ou triplo 1/2 tempo, fica com o triplo ou mais
1 tempo, fica com 1 ½ ou 2 (até o dobro) 1 tempo, fica com 2 ou 2 ½ (o dobro ou mais)
- 1 ½ tempo, fica 2 ½ ou 3 (até o dobro)
2 tempos, fica com 2 ½ ou 3 tempos 2 tempos, fica com 3, 3 ½ ou 4 (até o dobro)
- 3 tempos, fica com 4 ou 5 (até + 2)

B INÁRIO COMPOSTO
SUSPENSIVA CONCLUSIVA
1/3 de tempo, fica com 2/3 ou 1 tempo 1/3 de tempo, fica com 1 tempo ou mais
2/3 de tempo, fica com 1 tempo ou mais 2/3 de tempo, fica com 4/3 ou mais
1 tempo, fica com 4/3 ou mais 1 tempo, fica com 2 tempos
- 2 tempos, fica com 3 tempos
TERNÁRIO COMPOSTO
SUSPENSIVA CONCLUSIVA
- 2/3 de tempo, fica com 4/3 ou mais
1 tempo, fica com 4/3 ou mais 1 tempo, fica com 2 tempos
- 2 tempos, fica com 3 tempos
QUATERNÁRIO COMPOSTO
SUSPENSIVA CONCLUSIVA
- 2/3 de tempo, fica com 4/3 ou mais
- 1 tempo, fica com 2 tempos
- 2 tempos, fica com 3 tempos

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SOLFEJO DE FERMATAS NAS LIÇÕES E HINOS APRESENTADOS NO MTS:


(Ver solfejo de fermatas, hinário 5 completo, a partir da pág. 97 deste resumo)
Página 35: Exemplos:

Página 35:

Página 35:

Página 36: Página 37:

Página 41:

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Página 42

Página 44:

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Página 73:

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Página 79:

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42

Página 80:

Página 81:

Página 81:

Páginas 34 a 37: ESTUDO DE INTERVALOS:


EXERCÍCIO: Completar formando intervalo de tom ou semitom, seta para cima
ascendente, seta para baixo descendente. Classificar o intervalo em tom ou
semitom.

Exercícios 1, 2, 3 (pág. 34): Somente fazer estes exercícios, após ter feito os
exercícios anteriores.
Página 35: INTERVALOS DE TERÇA
Completar formando intervalo de terça, seta para cima ascendente, seta para
baixo descendente.

Exercícios 4, 5 e 6: Somente fazer estes exercícios, após ter feito os


exercícios anteriores.
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Página 36: INTERVALOS DE QUARTA: Completar formando intervalo de


quartas.

Exercícios 7, 8 e 9: Somente fazer estes exercícios, após ter feito os


exercícios anteriores.
O aluno deverá fazer a leitura rítmica e solfejo dos hinos sem melodia
conforme indicado no exercício.

INTERVALOS DE QUINTA: Completar formando intervalo de quinta.

Exercícios 10, 11, 12 e 13: Somente fazer estes exercícios, após ter feito os
exercícios anteriores.

Página 37 - INTERVALOS DE SEXTA: Completar formando intervalo de


sextas.

Exercícios 14,15, e 16: Antes de executar estes exercícios, o aluno deverá ter
feito os exercícios acima.
Não esquecer que o aluno deverá fazer a leitura rítmica e solfejo dos hinos
sem melodia conforme indicado no exercício.

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INTERVALOS DE SÉTIMA: Completar formando intervalo de sétima.

Exercícios 17,18 e 19: Antes de executar estes exercícios, o aluno deverá ter
feito os exercícios acima.

7º MÓDULO
Página 39: SUBDIVISÃO DOS TEMPOS
A unidade de tempo pode ser dividida ou subdividida em partes iguais.
Lembrar e enfatizar aos alunos que na subdivisão binária (não estamos nos
referindo a compasso binário e sim subdivisão binária), a segunda parte do
tempo é fraca. Orientar o aluno que a pronúncia correta na parte fraca é (ti), e
não (tchi). Quanto aos compassos compostos falaremos no módulo 10.
SUBDIVISÃO BINÁRIA: É a divisão do tempo em duas partes iguais. A 1ª parte
é forte, a 2ª é fraca. Dela derivam todos os compassos simples. Fazer os
exercícios, págs. 39 a 41.
Os acentos métricos das subdivisões dos tempos são iguais à acentuação
métrica do compasso, predominando o acento tônico do compasso (no 1º
tempo). Demais acentos são secundários. Os acentos secundários se
destacam em andamento lento. Exemplo:

SUBDIVISÃO TERNÁRIA: É a divisão do tempo em três partes iguais. A 1ª


parte é forte, a 2ª e a 3ª são fracas. Dela derivam todos os compassos
compostos. Fazer todos os exercícios a partir da pág. 63.
Página 40: Exercícios 1 e 2: Observar a acentuação, pois onde temos a
sílaba em letra maiúscula e em negrito, lembrar que não é tão forte, mas
apenas com um acento como se estivesse pronunciando as palavras
(“chocolate / música / chuva”).
PONTO DE AUMENTO: É colocado à direita e aumenta a metade do valor da
figura ou pausa. Pode-se usar até 3 pontos, cada qual valendo a metade do
anterior. No hinário 5, temos somente o hino 228 com duplo ponto.
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Complementação Teórica (Ponto de Aumento)


É a abreviatura de uma combinação frequente de valores. Acrescenta ao
valor original a duração do valor seguinte de menor duração.
Os pontos de aumento em notas nas linhas são grafados no espaço
acima. O ponto na pausa é grafado no 3º espaço, sempre que possível, e
na altura do colchete mais alto.
Evitar o uso de valores pontuados que compliquem a compreensão dos
tempos nos compassos, neste caso é melhor usar notas ligadas
proporcionando uma leitura mais imediata da divisão rítmica. O ponto
simples aumenta a metade, o duplo 3/4, o triplo 7/8 do valor.
Toda figura pontuada é divisível por 3 figuras simples imediatamente
menores ou 2 figuras pontuadas menores.
Figura sem ponto é um valor simples (divisão binária), figura com 1 ponto
é um valor composto (divisão ternária, podendo ser binária no compasso
composto), figura com 2 ou 3 pontos é um valor irregular (não é binária
nem ternária). Os pontos devem ser vistos como figuras. Em compassos
simples a figura pontuada tem subdivisão ternária, e no composto
subdivisão ternária para a UT e figuras menores, e subdivisão
ternária/binária para figura maior que a UT.
O ponto de aumento representa valores intermediários (entre figuras
consecutivas) e abrevia a escrita (fica mais clara). Seguindo a sequência
das figuras, cada ponto representa um valor menor que o anterior. Valor
pontuado tem subdivisão binária ou ternária.
O modo prático de calcular o valor dos pontos de aumento é partindo do
menor valor encontrado e somando as frações de tempo.

Página 41: LIGADURA: É uma linha curva que une os sons.


De Valor: Liga notas de mesma altura.
De Portamento: Liga 2 notas de alturas diferentes.
De Fraseado: Liga diversas notas identificando semifrases e frases (não é
grafada no hinário).
LIGADURA DE PORTAMENTO NÃO É CONSIDERADA NA LINGUAGEM RÍTMICA

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Página 41: Exercícios 5 e 6: No exercício 6, onde temos mínima ligada a


colcheia, não acentuar a colcheia (orientar o aluno que onde temos pausas,
estas servem como respirações).

Página 42: SÍNCOPA: Som articulado em tempo fraco ou parte fraca do tempo
e prolongado até o tempo forte ou parte forte do tempo seguinte. Desloca os
acentos naturais, antecipando o acento para o início do som. A nota sincopada
perde o acento forte do prolongamento causando uma tensão pela ausência do
acento esperado. Nota sincopada é a que está no lugar onde deveria cair o
acento normal. Ritmo sincopado contém acentuações que estão em desacordo
com o AM normal do compasso. A Síncopa considera só notas, não pausas.
Página 42: Exercícios de síncopa: Aqui temos síncopa de 1 tempo e 1/2
tempo.
Na pág. 51, exercício 10, temos síncopa de 1/4 de tempo. No hinário 5 não temos
síncopa de 1/4 de tempo.
Síncopa Regular: É formada por figuras de mesma duração.
Síncopa Irregular: É formada por figuras de durações diferentes.
Exercício 7: Na nota sincopada nunca acentuar ou subdividir a pronúncia ti-i.
Exercício 8: Na pausa de semínima, primeiro estudar fazendo a pronúncia da
pausa com (1-um). Quando estiver bem estudado, eliminar a pronúncia (1- um)
e fazer silêncio.
Na pausa de colcheia na parte fraca do tempo pronuncia-se (e), quando na
parte forte do tempo pronuncia-se (1 – um).
Vale o mesmo critério, quando estiver bem estudado eliminar a pronúncia e
fazer silêncio.
Dobrar a atenção no último pentagrama com as pausas de colcheias na parte
forte do tempo, pois a pronúncia do ti se iniciará em cima.
Obs: Fazer os exercícios primeiro na linguagem rítmica (Tá), depois no solfejo
com notas, lembrar que o tempo começa e termina embaixo, obedecer as
respirações e observar o andamento indicado.
CONTRATEMPO: Notas em tempo fraco ou parte fraca do tempo, e pausas no
tempo forte ou parte forte do tempo. Desloca os acentos naturais para os
tempos fracos.
Contratempo regular (figura e pausa têm a mesma duração).
Contratempo irregular (figura e pausa com duração diferente). Fazer os
exercícios da página 42.
Página 43: ENDECAGRAMA: É um Sistema de Pautas com 11 linhas e 10
espaços, que une as claves de sol e fá. O Endecagrama orienta o estudo da
clave de fá da forma correta, tendo o Dó central como nota referencial, sem a
ideia de transposição, terça acima, linha acima, espaço acima. Partindo do Dó
central, estudar por grau conjunto descendente. Fazer os exercícios das
páginas 43 a 45.

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O aluno deverá compreender bem as claves de Sol e Fá, e saber também que
instrumentos agudos como, violino, flauta, oboé, trompete etc., não têm
tessitura (notas) para executar vozes da clave de Fá.

Página 43: Estudos da clave de fá:


Exercício 9: Criar mais exercícios para que o aluno assimile muito bem as
notas da clave de Fá.
Exercício 10: Observar a clave e a acentuação métrica.
Exercício 11: A duas vozes o aluno fará a voz superior e o professor a inferior.
Quando bem executada inverter para que o aluno estude as duas claves.
Atenção: O Solfejo a duas vozes nas págs. 36, 44, 45, só tem sentido completo
com entoação das notas.
Páginas 44 e 45: Exercícios 12 ao 19:
Não esquecer que o aluno deverá fazer a leitura rítmica e solfejo dos hinos sem
melodia conforme indicado no exercício. Tomar atenção às mudanças de
claves e fórmulas de compasso.
Obs: Fazer os exercícios primeiro na linguagem rítmica (Tá), depois no solfejo
com notas, lembrar que o tempo começa e termina embaixo, obedecer as
respirações e observar o andamento indicado.

8º MÓDULO
Página 46: FRASES
FRASE: É a ideia musical completa formada pela junção de pequenos grupos
de notas.
FRASEAR: É tornar evidente, pelas acentuações, o início e o final de cada
frase.
FRASEADO: É a forma como as frases, semifrases e motivos aparecem na
música.
MOTIVO: É um grupo rítmico de tamanho variável dentro das frases que
permite reconhecer a melodia da música. É o ponto de partida da frase
musical.
SEMIFRASE: É o agrupamento de 2 ou 3 motivos. A semifrase é também a
divisão da frase.
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FRASEOLOGIA: É o estudo das frases englobando respirações, acentuações


métricas, motivos, semifrases, ritmos iniciais e terminação das frases.
Obs: No hinário 5, a vírgula normal indica as frases, e a vírgula menor indica
as semifrases.
Página 47: RITMOS INICIAIS
Ritmo Inicial é o começo da música que pode ser de três formas: Tético,
Anacrúsico e Acéfalo.
A classificação como tético, anacrúsico ou acéfalo, depende do acento tônico
da poesia coincidir ou não com o tempo forte do compasso na frase musical.
Tético: Inicia no tempo forte. Compasso completo. Ex: hinos 1, 3, 26, 28, 31,
32. (página 47).
Anacrúsico (anacrústico): A parte sonora é meio compasso ou menos no
binário ou quaternário, e 2 tempos ou menos no compasso ternário, sendo
suprimidas as pausas. Compasso incompleto.
Ex: Hino 424 (pág. 47): A parte sono preenche a metade do compasso
quaternário.
Fazer Levare de 1 tempo nos hinos 2, 6, 9, 10. Fazer Levare de 1/2 tempo nos
hinos 25, 29, 66, 67, 70.
Obs: A Exceção (ritmo anacrúsico, pág. 47) não procede por coincidir com
ritmo acéfalo (Ver página 48).
Acéfalo: A parte sonora é maior que a metade do compasso binário ou
quaternário, e maior que 2 tempos no compasso ternário. Compasso completo
iniciando por pausa.
Nota: Após o estudo e total compreensão dos alunos dos ritmos téticos,
anacrúsicos e acéfalos, como exercício, pedir ao aluno que analise e escreva
no hinário de estudos o ritmo de cada hino.
Poderá pedir 5 hinos por semana. É importantíssimo que o instrutor faça as
devidas correções.
Página 48: TERMINAÇÃO DE FRASES
A Terminação das Frases ou Semifrases é determinada pelo acento tônico que
pode coincidir ou não com a última nota.
Terminação Masculina: É quando o acento tônico está na última nota (tempo
forte).
Terminação Feminina: É quando o acento tônico vem antes da última nota.
Na terminação das frases, considerar a acentuação métrica e a diminuição
gradual do som no solfejo e execução instrumental. Ex: hino 2. (página 48).
ATENÇÃO: A partir deste módulo em todas as lições o aluno deverá fazer
o fraseado. (*fraseologia)
Após o estudo e total compreensão das frases com terminação masculina ou
feminina, como exercício pedir ao aluno que analise, e escreva no hinário de
estudos a terminação de cada hino, poderá pedir que utilize os mesmos 5 hinos
para ambos os exercícios. É importantíssimo que o instrutor faça as
devidas correções.
Página 49: Fazer os exercícios 3 e 4, observando as mudanças de clave.

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Página 49: BI-SUBDIVISÃO BINÁRIA DOS TEMPOS


Bi-subdivisão é a divisão da subdivisão.
Unidade de Tempo (Divisão): Tá; Subdivisão: Tá-ti; Bi-subdivisão: Tá-fa-Ti-fi
Obs: Fazer os exercícios 1º na linguagem rítmica (Tá), depois no solfejo com
notas na forma francesa, lembrar que o tempo começa e termina embaixo,
obedecer as respirações e os acentos métricos e observar o andamento
indicado.
Página 50 e 51: Exercícios 5 ao 10: Atentar para não acentuar as síncopas e
ligaduras, pausas em silêncio, mudanças de clave. Orientar o aluno a fazer o
fraseado e não solfejar nota a nota. Devemos “enxergar” a música
horizontalmente e não de forma verticalizada.
Página 52: Realizar os exercícios de 11 a 20.
NÃO DESPREZAR NENHUM EXERCÍCIO – PROVER MAIS EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO.
9º MÓDULO
Página 54: ESCALAS DIATÔNICAS MAIORES
Escala diatônica maior é a sucessão de 8 sons, composta por 5 tons e 2
semitons; o 8º som é a repetição do 1º.
Na escala maior os semitons são encontrados do 3º para o 4º grau, e do 7º
para o 8º grau. E os tons, entre os demais graus.
A estrutura da escala de Dó Maior é: T-T-S-T-T-T-S
Função/Nome dos graus (notas) da escala: (e complementação teórica)
I grau: Tônica - Dá nome à escala - É o grau principal - É um grau tonal.
II grau: Supertônica - Um grau acima da tônica;
III grau: Mediante - Está no meio dos dois graus mais importantes, I e V. É um
grau modal.
IV grau: Subdominante - Está um grau abaixo da dominante e desempenha
um papel um pouco menos importante que a dominante. Dá origem às
escalas maiores com bemóis. É um grau tonal.
V grau: Dominante - É o grau mais importante depois da tônica. É o grau que
domina os outros graus, tanto na melodia quanto na harmonia. Dá
origem às escalas maiores com sustenidos. É um grau tonal.
VI grau: Superdominante - Está um grau acima da dominante. Dá origem às
escalas relativas menores. É um grau modal.
VII grau: Sensível - Está 1/2 tom abaixo da tônica. Tem grande atração em
relação à tônica. A sensível aparece na escala maior e na escala
menor (formas harmônica e bachiana). O VII grau é chamado
subtônica quando está um tom abaixo da tônica e aparece na escala
menor antiga e na descida da escala menor melódica.
Complementação Teórica
Graus tonais: I, IV e V - são os que caracterizam o tom da escala. Eles
formam intervalos justos com a tônica (4ª e 5ª justa).
A Escala possui dois Modos: Modo maior e Modo menor.
Modo: É a maneira como estão distribuídos os tons e semitons na escala.
É o caráter de uma escala.

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Graus modais: III, VI e VII - são os que caracterizam o modo da escala.


Diferem na comparação de duas escalas com a mesma tônica, uma maior e
a outra menor. Temos no Modo maior 3ª M e 6ª M, e no Modo menor 3ª m e
6ª m em relação à tônica. (Ver páginas 55 e 85, MTS).
Temos 4 tipos de Escalas Menores: menor antiga ou primitiva, menor
harmônica, menor melódica e menor bachiana. Todas têm em comum o
intervalo de 3ª menor entre o I e III graus. (ver página 85, MTS)
MODO MAIOR
Página 54: FORMAÇÃO DAS ESCALAS DIATÔNICAS MAIORES:
Seguindo a mesma estrutura de Dó Maior, são reproduzidas por 5ªs
ascendentes as escalas maiores com até 7 sustenidos, e por 5ªs
descendentes, as escalas maiores com até 7 bemóis.
Regra: Seguindo o modelo T-T-S-T-T-T-S, na reprodução das escalas por 5ªs
ascendentes, vemos que é necessário 1# no 7º grau (elevar 1 semitom),
definindo a armadura da nova escala, e assim consecutivamente até 7
sustenidos.
E na reprodução das escalas por 5ªs descendentes, vemos que é necessário
1b no 4º grau (abaixar 1 semitom), definindo a armadura da nova escala, e
assim consecutivamente até 7 bemóis.
As escalas com até 7 sustenidos formam o Círculo de 5ªs ascendentes: dó,
sol(1#), ré(2#), lá(3#), mi(4#), si(5#), fá#(6#(, dó#(7#). A ordem dos sustenidos
na Armadura de Clave (fá, dó, sol, ré, lá, mi, si) também segue o Círculo de 5ªs
ascendentes.
As escalas com até 7 bemóis formam o Círculo de 5ªs descendentes: dó,
fá(1b), sib(2b), mib(3b), lab(4b), réb(5b), solb(6b), dób(7b). A ordem dos
bemóis na Armadura de Clave (si, mi, lá, ré, sol, dó, fá) também segue o
Círculo de 5ªs descendentes.

MODO MENOR
Página 55: ESCALAS DIATÔNICAS MENORES (OU RELATIVAS MENORES):
Toda escala diatônica maior tem a sua escala diatônica menor
correspondente, também chamada de escala relativa menor.
Escalas relativas: São duas escalas, uma maior e outra menor, que têm as
mesmas notas e a mesma Armadura de Clave. A tônica da escala menor está
no 6º grau da escala maior (ou uma 3ª menor abaixo).
Complementação Teórica
DIFERANÇAS ENTRE A ESCALA MAIOR E A MENOR: (entre o I e III, I e VI e I e
VII graus)
1. A principal diferença entre a escala maior e a menor está no intervalo
entre o I e III graus:
O que caracteriza a escala maior é o intervalo de 3ª maior (2 tons) entre
o I e III graus.
O que caracteriza a escala menor é o intervalo de 3ª menor (1 ½ tom)
entre o I e III graus, comum nos 4 tipos de escalas menores. (Ver página
55 e 85, MTS).

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2. A 2ª diferença entre a escala maior e a menor está no intervalo entre o I


e VI graus:
Escala maior: Intervalo de 6ª maior (4 tons e 1 st) entre o I e VI graus.
Escala menor (antiga e harmônica asc e desc, e melódica desc):
Intervalo de 6ª menor (3 tons e 2 st ou 4 tons) entre o I e VI graus. (Ver
páginas 55 e 85, MTS).
3. A 3ª diferença entre a escala maior e a menor está no intervalo entre o I
e VII graus:
Escala maior: Intervalo de 7ª maior (5 ½ tons) entre o I e VII graus.
Escala menor (antiga asc e desc, e melódica desc): Intervalo de 7ª
menor (4 tons e 2 st ou 5 tons) entre o I e VII graus. (Ver páginas 55 e
85, MTS).
ARMADURA DE CLAVE:
É o conjunto de sustenidos ou bemóis colocados entre a clave e a fórmula de
compasso, indicando que essas notas serão alteradas em qualquer oitava em
todo o decorrer da música. A armadura se repete no início de cada
pentagrama.
Pela Armadura de Clave se identifica as tonalidades maior e menor:
Sustenidos: O tom maior está um grau acima do último sustenido, o tom
relativo menor um grau abaixo.
Bemóis: O tom maior está uma 5ª J acima do último bemol, o tom relativo
menor uma 3ª m abaixo.
ACIDENTES: São sinais que elevam ou abaixam a altura das notas em 1
semitom ou 1 tom.
EFEITO DOS ACIDENTES: Os acidentes podem ser fixos, ocorrentes e de
precaução.
1. Acidentes fixos (sustenidos ou bemóis): São escritos junto à clave e forma a
Armadura de Clave, informando quais notas serão sustenizadas ou
bemolizadas, em qualquer oitava, em toda a música.
2. Acidentes ocorrentes: São escritos à esquerda da figura e alteram todas as
notas de mesma altura, somente dentro do mesmo compasso. Exceção: nota
final de um compasso ligada à primeira nota do compasso seguinte, sendo
ambas da mesma altura.
3. Acidentes de precaução: São escritos à esquerda da figura e evitam erros na
leitura corrente.
Página 57: Pedir aos alunos que procurem Hinos com acidentes ocorrentes, de
precaução.
TONALIDADE: É o conjunto de funções dos graus da escala em relação à
Tônica (grau principal).
A tonalidade é identificada a partir da Armadura de Clave.
Sustenidos: partindo do último sustenido, um grau acima (1 semitom) chega-se
ao tom maior, um grau abaixo chega-se ao tom relativo menor.
Bemóis: partindo do último bemol, uma 5ª acima (corresponde ao penúltimo
bemol) chega-se ao tom maior, uma 3ª menor abaixo chega-se ao tom relativo
menor.

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Complementação Teórica
1. Tonalidade maior: É o conjunto de todas as escalas maiores. O intervalo
entre o I e III graus da escala é de 3ª maior (2 tons). Todos os hinos são
escritos em tons maiores (alguns com modulação para o tom relativo
menor em certos trechos). Não é obrigatório que o soprano do hino
termine na tônica, podendo o mesmo estar na 3ª (mediante) ou 5ª
(dominante). Ex: Hinos 15, 27, 55, 157, 172, 240, 367.
2. Tonalidade menor: É o conjunto de todas as escalas menores. O
intervalo entre o I e III graus da escala é de 3ª menor (1 ½ tom).
Tom: É a altura em que se realiza a tonalidade ou a escala, podendo
alternar as notas.
SISTEMA TONAL OCIDENTAL: É o conjunto de 30 tons, sendo 15 maiores
e 15 relativos menores.
Na realidade temos apenas 12 tons maiores e 12 menores, os demais são
tons enarmônicos (Dó# = Réb; Fá# = Solb; Dób = Si).
SEQUÊNCIA DAS TONALIDADES:

CÍRCULO DAS QUINTAS: É a representação visual da relação entre os sons


das escalas.
Partindo da nota Dó, a reprodução das escalas por 5ªs justas ascendentes
(com até 7 sustenidos) e 5ªs justas descendentes (com até 7 bemóis) forma o
círculo das 5ªs, e estabelece a ordem dos sustenidos e bemóis. (Ver página
58, MTS). Qual a diferença entre escala de Dó M e tom de Dó M?
Complementação Teórica:
No séc. XVII se consolidou: a escala diatônica maior de Dó; a escala
temperada (sistema cromático); a definição dos graus da tonalidade;
Página 59: Exercícios 3 e 4: Propor tonalidades e pedir hinos destas
tonalidades.
Propor tonalidades e pedir hinos destas tonalidades, pedir a escala e seus
graus, análise dos acidentes, que tipo são, fazer o solfejo rítmico dos mesmos.
Exercício 5: Fazer todas as tonalidades com 1 a 7 sustenidos, e com 1 a 7
bemóis, para fixação e compreensão da formação das escalas.
Página 60: Exercícios 9 a 11: Propor procurar no hinário mais Hinos e anotar
no mesmo a análise da Tonalidade, ritmo inicial, e fazer o solfejo rítmico dos
mesmos.

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Página 61: Exercícios 14 a 20: Propor mais hinos e pedir que façam a análise
dos mesmos e depois façam linguagem rítmica e depois solfejo.

10º MÓDULO
Página 63: SUBDIVISÃO TERNÁRIA:
É a divisão do tempo em três partes iguais. A 1ª parte é forte, a 2ª e a 3ª são
fracas. Dela derivam todos os compassos compostos. Fazer todos os exercícios a
partir da pág. 63.
BI-SUBDIVISÃO TERNÁRIA: É a divisão da subdivisão. Fazer os exercícios das
páginas 68, 69 e 73.
Complementação Teórica
TRI-SUBDIVISÃO TERNÁRIA: É a divisão da bi-subdivisão. (Ver grupos
rítmicos 7 e 8 da página 68)

Exercitar a linguagem rítmica na Tri-subdivisão: hino 197 (pág. 77), hino 24


(pág. 80), hinos 7, 86 e 306 no hinário.
Página 64: QUIÁLTERAS:
São grupos de notas onde se colocam mais ou menos figuras que caberiam.
As quiálteras são agrupadas através de uma chave com o número de figuras
que a compõem.
As quiálteras podem ser: duínas(2), tercinas(3), quartinas(4), quintinas(5),
sextinas(6), etc.
Tercinas: São grupos de três notas no lugar de duas da mesma espécie. São
quiálteras aumentativas. No hinário só temos tercinas.
Nos compassos simples a tercina tem a contagem da subdivisão ternária (Tá-
te-ti), não obedecendo normalmente à subdivisão binária.
Ignorar o termo Hemíolas que é mais profundo do que parece e não temos
exemplos no hinário. Usar o termo quiáltera aumentativa e diminutiva. Fazer os
exercícios sobre quiálteras a partir da página 63.

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Página 65: Exercícios 1 ao 3: Solicitar aos alunos que encontrem mais hinos
que possuam Quiálteras, e façam a análise do mesmo e depois façam
linguagem rítmica e solfejo.
Página 66: Exercícios 6 a 10: Propor mais hinos e pedir que façam a análise
dos mesmos, e depois façam linguagem rítmica, e depois solfejo.
Página 67: COMPASSO COMPOSTO:
É o compasso cuja unidade de tempo (figura pontuada) tem uma subdivisão
ternária e cada subdivisão é chamada movimento. Eliminando-se as indicações
de tercinas dos compassos simples, obtêm-se os compassos compostos. Na
tercina (compasso simples) e na subdivisão do tempo composto com figuras da
mesma espécie a pronúncia é a mesma: Tá-te-ti.
FÓRMULA DE COMPASSO: São 2 nºs sobrepostos indicados no início do 1º
compasso ou trecho.
O nº superior (6, 9, 12) indica a quantidade de movimentos (terços de tempo)
do compasso.
O nº inferior (2, 4, 8, etc) indica a figura de movimento (terço de tempo).
Para saber se o compasso é binário, ternário ou quaternário, divide-se o nº
superior por 3.
A Unidade de Tempo é formada por 3 figuras de movimento. Obtém-se a U.T.
multiplicando por 3 a figura do nº inferior. Ex: 3 colcheias = semínima pontuada
(U.T.)
Nos compassos compostos U.T. e U.C. são figuras pontuadas.
Os compassos ternários compostos não têm U.C. e sim Unidade de Som (U.S.)
representada por 2 figuras pontuadas com ligadura.
Página 68 - Exercícios 13 a 15: Propor mais hinos e pedir que façam a análise
dos mesmos e comparação de velocidades, e depois a linguagem rítmica e o
solfejo.
Página 69 - Exercícios 16 a 20: Fazer a linguagem rítmica e depois o solfejo.

11º MÓDULO
Página 71: ANDAMENTO:
É a velocidade que se emprega na música e regula a duração dos sons e a
expressão.
Pode ser determinado e indicado pelo metrônomo (padrão de medida) através
de batidas regulares por minuto (bpm). A batida (pulso) pode representar 1
tempo ou fração de tempo.
O andamento pode ser: lento, moderado e rápido.
Pode ser indicado por um termo italiano (andante, moderato, alegro, etc) ou por
um valor numérico ou unidade metronômica. Os termos italianos não se
referem a uma velocidade exata. Já o valor numérico, expressa a velocidade
exata em que a música deve ser executada. O Metrônomo é indispensável no
estudo de Ritmo e Andamento.

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Complementação Teórica informativa


Beethoven foi o 1º a aplicar indicações metronômicas em suas obras.
Chopin impunha que seus alunos fizessem uso do Metrônomo.
Na Renascença, séc XVI, a unidade de andamento era a mínima
correspondendo a uma batida do coração: 75 a 80 pulsos/min. Nos
últimos séculos a unidade de andamento passou a ser a semínima.
INDICAÇÃO DE VELOCIDADE METRONÔMICA NOS HINOS
No hinário 5, todos os hinos vêm com indicação de velocidade metronômica
(valor numérico) acima do 1º pentagrama ou período.
A velocidade máxima indicada no andamento dos hinos foi encontrada de
modo a não perder o sentido espiritual da poesia, e não sobre a condição de se
tocar rápido. Na edição do H5, foram cantados todos os hinos para se chegar à
velocidade mínima e máxima aceitável. Andamento fora dos limites
estabelecidos altera muito o caráter expressivo dos hinos.
Nos hinos da meia hora o andamento deverá ser próximo à velocidade mínima
encontrada no título do hino, sempre obedecendo a proporção dos valores das
notas musicais. Nas introduções, observar as velocidades anotadas nos hinos.
Os encarregados devem estudar o andamento dos hinos e estabelecer a
velocidade ideal nos ensaios, conferindo pelo metrônomo. O metrônomo é
recomendado no estudo do MTS.
Nos cultos a organista deve dar a introdução na velocidade próxima do máximo
indicado, para que quando a orquestra tocar e cair um pouco o andamento, o
hino fica na velocidade próxima da média recomendada. Não deve haver
diferença entre a velocidade da introdução e a velocidade da orquestra.
A indicação de velocidade dos hinos quase sempre é pela figura que mais
aparece no decorrer do hino.
Compassos Simples: Dos hinos em compassos simples, apenas o 419 está com
a velocidade indicada pela subdivisão (semínima), podendo-se marcar em 4/4.
Compassos Compostos: Dos hinos em compassos compostos, apenas 13
hinos (42, 63, 65, 97, 105, 107, 162, 177, 205, 215, 219, 272, 316 ) estão com a
velocidade indicada pela U.T. (semínima pontuada, marcar no liso), os demais,
pela figura de movimento/terços de tempo (colcheia ou semínima).
MARCAÇÃO SUBDIVIDIDA EM HINO COMPOSTO LENTO - HINÁRIO 5:
Para maior clareza aos músicos, nos hinos compostos em andamento vagaroso
bem abaixo de 120 bpm (116bpm para menos), pode-se utilizar no solfejo e
regência o recurso da marcação subdividida (padrão U.M.), nos pontos
necessários, desde que se observe o fraseado, evitando notas batidas e isoladas.
A marcação subdividida dá mais precisão e clareza, ficando as pulsações mais
próximas umas das outras. Porém, mesmo nos hinos lentos, conforme a sua
estrutura rítmica (valores pequenos e/ou notas longas), procurar marcar pelos
tempos principais, desde que não afete a clareza. No poco rall., pode-se mudar a
forma da regência, marcando na subdivisão desde o tempo anterior, para ficar
mais claro aos músicos.

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Hinos Lentos: (Temos apenas estes 20 hinos de 96bpm a 116bpm)


7(100bpm), 24(100bpm), 36(100bpm), 83(112bpm), 86(108bpm), 124(96bpm),
142(112bpm), 196(112bpm), 197(104bpm), 306(116bpm), 315(100bpm),
342(112bpm-9/4e6/4), 346(116bpm), 351(116bpm), 415(100bpm-9/8e6/8),
417(108bpm), 421(112bpm), 422(100bpm), 430(112bpm), 453(116bpm).
A maioria desses hinos é em compasso 6/4 ou 6/8 em que pode,
opcionalmente, ser usado o padrão duplo ternário na marcação (2 triângulos,
sendo um grande para o tempo forte e outro menor para o tempo fraco). Nos
hinos 342 (9/4, 6/4) e 415 (9/8, 6/8), marcar apenas o último tempo do
compasso em triângulo arredondado pequeno (tempo fraco).

MARCAÇÃO DE COMPASSOS PELA UNIDADE DE TEMPO (PADRÃO U.T.)


1. Compassos Simples:
Todos os hinos do hinário, em compassos simples, são marcados pela divisão
(padrão UT, um pulso por tempo, no liso). Apenas o hino 419, por ser muito
lento, opcionalmente pode ser marcado em 4/4 pela semínima (69-88 bpm)
que corresponde à subdivisão em 2/2 (35-44 bpm).
Hinos simples mais lentos:
44 bpm (419); 54 bpm (208, 375, 408); 58 bpm (412, 427); 60 bpm (410).
Hinos simples mais rápidos:
112 bpm (115, 119, 133, 160, 305, 395); 108 bpm (432); 126 bpm (387).
2. Compassos Compostos:
Hinos em andamento de 120 bpm para cima, marcar pela divisão (padrão
UT, unidade de tempo, um pulso por tempo, no liso).
Hinos compostos mais rápidos:
168 bpm (63, 205, 316); 180 bpm (42, 105, 215)
Hinos em andamento bem abaixo de 120 bpm, marcar pela subdivisão
(padrão UM, unidade de movimento, terço de tempo, 3 pulsos por tempo).
Hinos compostos mais lentos:
96 bpm (124); 100 bpm (7, 24, 315, 415, 422).
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METRÔNOMO: Pulsar pela figura da subdivisão ficando as batidas mais


próximas, facilitando a compreensão do ritmo e a contagem nos hinos
compostos em andamento lento bem abaixo de 120 bpm (116bpm para
menos) ou hinos em anacruse iniciando numa fração do tempo simples ou
composto, com 2 batidas por tempo simples ou 3 batidas por tempo composto.
Agógica: É a variação parcial do andamento da música para mais ou menos,
alterando a expressão.
No hinário temos apenas o poco rall. (poco rallentando é uma pequena redução
gradativa de velocidade).
Deve-se reduzir a velocidade a partir da letra “p”. A redução de velocidade
quase não é sentida na 1ª nota do poco rall. Ver hinos 15, 157, 378. Ler
“Instruções de utilização do Hinário – Velocidade e Interpretação dos hinos”.
METRÔNOMO
Instruções de uso nos Grupos de Estudos Musicais (GEMs) e Ensaios:
Metrônomo: É um relógio que determina o andamento musical através de
batidas por minuto (bpm). É um marcador utilizado para fins de estudo, auxiliando
na regularidade das pulsações. Cada musicista deve possuir o seu metrônomo.
Metrônomo mecânico: Tem apenas um “click” por pulso (batida) e varia de 40
a 208 bpm. Seu recurso é limitado.
Metrônomo eletrônico (digital): Apresenta o recurso de 1 a 4 “clicks” por
pulso e varia de 30 a 250 bpm. As células rítmicas mostradas no visor
correspondem à semínima e sua subdivisão em 1, 2, 3 ou 4 clicks por pulso.
Produz som indicando pulsos ou clicks, e flash de luz indicando pulsos (não os
clicks da subdivisão), num certo padrão de velocidade.
Há aparelhos com 3 funções: Metrônomo, Diapasão (Afinador) e Sintonizador.
1) Função metrônomo:
Células rítmicas mostradas no visor (1 a 4 clicks por batida):

 A semínima (1 click por pulso) - É uma figura padrão que representa a


batida de qualquer figura simples ou pontuada.
 As 2 colcheias (2 clicks por pulso) - representam a subdivisão binária do
tempo simples ou pulso.
 As 3 colcheias (3 clicks por pulso) - representam a subdivsão ternária do
tempo simples (tercina), tempo composto ou pulso.
 As 4 semicolcheias (4 clicks por pulso) - representam a bi-subdivsão binária
(= subdivisão quaternária) do tempo simples ou pulso.
a) Para indicar apenas a velocidade das batidas:
Utilizando “clicks” com mesmo som nas opções Beat igual 0 (zero) ou 1 (um
= 1/4), posições neutras, com a semínima no visor, cada batida representa
qualquer figura simples ou pontuada, qualquer tempo ou subdivisão do
tempo simples ou composto, independente do compasso ser quaternário,
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ternário ou binário, simples ou composto. Assim, não haverá confusão nos


“clicks” em tempos fortes e fracos. Ao passar de uma fórmula de compasso
para outra, basta mudar apenas a velocidade.
Compasso simples: No H5, a velocidade dos hinos está indicada
normalmente pela figura da U.T. O metrônomo pulsa 1 batida por tempo. (No
visor aparece 1 semínima que representa a batida de qualquer figura simples
ou pontuada).
Exceção: No hino 419, em compasso 2/2, por ser o mais lento, a velocidade
está indicada em semínima (figura da subdivisão), ficando as batidas mais
próximas, facilitando a compreensão do ritmo e a contagem, e não pela mínima
(figura da U.T.), neste caso o metrônomo pulsa a subdivisão com 2 batidas por
tempo (duplicação de 2/2 para 4/4, recurso teórico, ver livro Samuel Archanjo).
Compasso composto: No H5, a velocidade dos hinos está indicada
normalmente pela figura de movimento (subdivisão, terço de tempo, 1 batida
para cada movimento).
Apenas em 13 hinos (42, 63, 65, 97, 105, 107, 162, 177, 205, 215, 219,
272 e 316), a velocidade está indicada pela figura da Unidade de Tempo
(semínima pontuada em 6/8, 9/8 ou 12/8). Neste caso, o metrônomo pode
pulsar de duas formas (o que achar melhor):
1. Pela figura da Unidade de Tempo, sendo 1 batida por tempo (a semínima
do visor representa a semínima pontuada ), ficando as batidas mais
espaçadas.
2. Pela figura de movimento (unidade de movimento), sendo 3 batidas por
tempo (colocar no visor uma tercina de colcheias representando a
subdivisão ternária, terço de tempo), ficando as batidas mais próximas,
facilitando a compreensão do ritmo e a contagem.
Pulsar o metrônomo pela figura da subdivisão nos hinos em andamento
lento bem abaixo de 120bpm (116bpm para menos) ou em anacruse
iniciando numa fração do tempo simples ou composto: Com 2 batidas por
tempo simples (no visor aparecem 2 colcheias);
Com 3 batidas por tempo composto (no visor aparece uma tercina de
colcheias).
b) Para indicar velocidade das batidas + Acento Métrico dos compassos:
Com o Beat na posição 2, 3 ou 4, indica a velocidade e o Acento Métrico
(AM) dos compassos binário, ternário ou quaternário simples ou composto.
Neste caso, o click do tempo forte ou parte forte do tempo tem som
diferenciado.
Na posição 6 ou 9, indica os terços de tempo dos compassos binário (6) e
ternário (9) compostos.
2) Função Diapasão (Afinador): Reproduz sons da Escala Cromática de Lá1 a
Lá5 na numeração francesa de 8ªs. O aparelho mostra a numeração inglesa de
8ªs indicando A2 a A6 = A1 a A5 na numeração francesa usada no Brasil.
Nomenclatura correspondente: A2 = Lá1, A3 = Lá2, A4 = Lá3, etc.
Representa os sons por cifras: A = Lá; B = Si; C = Dó; D = Ré; E =
Mi; F = Fá; G = Sol.

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O Diapasão/Afinador determina a altura absoluta dos sons e sua


frequência, sendo usado para a afinação de instrumentos musicais e vozes.
A base de afinação é o Lá3 de 440 Hertz (diapasão normal). Afinação é o
ajuste de altura dos sons dos instrumentos com base no diapasão normal.
3) Função Sintonizador: Identifica a frequência dos sons pelo índice acústico
(ex: G#3, A3) variando até + ou – 50 centésimos de Hertz (+ ou – meio
Hertz) . Permite afinar instrumentos ou vozes com precisão indicando, por
meio de luzes, se o som está afinado, baixo ou alto.
 luz verde - indica som afinado, na frequência normal;
 luz vermelha à esquerda - indica som desafinado, baixo, abaixo da
frequência normal;
 luz vermelha à direita - indica som desafinado, alto, acima da frequência
normal.
As pilhas alcalinas duram cerca 290 horas. Pilha fraca afeta a precisão do
aparelho.
Encarregados de Orquestra e Instrutores devem ter o Metrônomo como
ferramenta de trabalho, no que tange às marcações metronômicas, para o
desenvolvimento técnico do instrumento, quando do estudo dos métodos e
também para aplicação na execução dos hinos no que se refere a andamentos.
A indicação do andamento em valor numérico (frações de segundos), expressa
a velocidade exata em que a música dever ser executada.
O uso correto do metrônomo é fundamental para o músico obter boa pulsação
e precisão rítmica, além de auxiliá-lo nos diversos andamentos. Evitar utilizar
células rítmicas com mais de um “click” por pulso.
Usar o metrônomo em todos os exercícios de Linguagem Rítmica e Solfejo do
MTS e para determinar a velocidade dos hinos nos ensaios.
60 bpm em compasso simples (60X2 = 120) equivale a 40 bpm em compasso
composto (40X3 = 120).

Na aplicação ao Hinário 5, utilizar de preferência o Metrônomo


Eletrônico que tem mais recursos. Exemplos:
Exemplo 1: Hinos 4, 7, 16, 36, 49, etc.
No hino 4, Semínima = 112 – 138, o andamento está marcado para a subdivisão
da U.T., ou seja, para cada U.T. temos 3 “clicks”. A figura utilizada no
metrônomo deve ser a semínima e a velocidade deve ficar entre 112 e 138.

Exemplo 2: Hinos 5, 8, 14, 27, 35, 46, etc.


No hino 5, Colcheia = 112 – 138, o andamento está marcado para a subdivisão
da U.T., ou seja, para cada U.T. temos 3 “clicks”. A figura utilizada no
metrônomo deve ser a semínima e a velocidade deve ficar entre 112 e 138.
Exemplo 3: Hinos 1, 2, 3, 12, 17, 96, 368, etc.
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60

No hino 17, Semínima = 69 – 76, o andamento está marcado para a U.T., ou


seja, um “click” por unidade de tempo. A figura utilizada no metrônomo deve ser
a semínima e a velocidade deve ficar entre 69 e 76.
No caso do hino 17, podemos utilizar também a célula rítmica = 2 colcheias no
metrônomo, com o mesmo andamento, devido a colcheia ser uma figura
predominante no hino, a utilização desta célula rítmica irá facilitar a execução
correta das colcheias.
Exemplo 4: Hino 12
No hino 12, Semínima = 58 – 76, o andamento está marcado para a U.T., ou
seja, um “click” por unidade de tempo. A figura a ser utilizada no metrônomo
deve ser a Semínima e a velocidade deverá ficar entre 58 e 76.
No caso do hino 12, podemos utilizar também a célula rítmica = tercina de
colcheia com o mesmo andamento, para entender a execução correta das
quiálteras.
Exemplo 5: Hino 31, 224, 261, 375, 398, etc.
No hino 31, Mínima = 60 – 76, o andamento está marcado para a U.T., ou seja,
um “click” por unidade de tempo. A figura a ser utilizada no metrônomo deve ser
a Semínima e a velocidade deverá ficar entre 60 e 76.
Exemplo 6: Hino 42, 208, 224, 261, etc.
No hino 42, Semínima pontuada = 50 – 60, o andamento está marcado para a
unidade de tempo, ou seja, um “click” para cada 3 colcheias. A figura a ser
utilizada no metrônomo deve ser a Semínima e a velocidade deverá ficar entre
50 e 60.
No caso do hino 42, também podemos utilizar a célula rítmica = tercina de
colcheias com o mesmo andamento, para conseguirmos uma melhor execução
da subdivisão da unidade de tempo.
Exemplo 7: Hino 419.
No hino 419, Semínima = 69 – 88, o andamento está marcado para a
subdivisão da U.T., ou seja, para cada unidade de tempo temos 2 “clicks”. A
figura a ser utilizada no metrônomo eletrônico deve ser a Semínima e a
velocidade deverá ficar entre 69 e 88.
Exemplo 8: Hinos 37, 57, 168, 185, 187, 190, 382, etc.
No hino 382, podemos utilizar a célula rítmica = colcheia pontuada +
semicolcheia no metrônomo, com o mesmo andamento, para entendimento de
uma boa execução das colcheias pontuadas e semicolcheias.

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Página 71: DINÂMICA:


É a variação da intensidade dos sons. Intensidade é a propriedade do som ser
fraco ou forte.
Os sinais de dinâmica são escritos normalmente abaixo do pentagrama. Ver os
10 sinais indicativos de dinâmica na página 71, MTS.
Complementação Teórica
No crescendo e diminuendo, a dinâmica artificial pode alterar a acentuação
métrica (dinâmica natural).
A escala dinâmica do compositor sueco B. Nilsson varia de 1 a 10 (pppp a
ffff). A dinâmica aplicada aos nossos hinos varia de 3 a 7, ou seja, do
pianíssimo(pp) ao forte(f). Temos: pp-mf, p-f, mf-f .
A intensidade do som é medida pelo decibel. Um decibel representa o
som mais fraco que podemos captar. Qualquer som acima de 130
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decibéis é prejudicial à saúde e causa dor. Matiz é uma modificação de


dinâmica.
A alternância de notas de intensidades diferentes resulta em dinâmica.
Para aumentar ou diminuir gradativamente o volume de som, usam-se
palavras abreviadas ou sinais (crescendo e decrescendo). Crescendo
significa cada vez mais forte. Decrescendo ou diminuendo significa cada
vez mais piano.
Dinâmica Natural (acentuação métrica): é própria do desenvolvimento do
discurso musical (fraseado, sentido lógico), não é representada na
partitura. Até 1750 só existia a dinâmica natural (músicas medieval,
renascentista e barroca).
Dinâmica artificial: é indicada graficamente na partitura pelo compositor
como meio de expressão. Muitas vezes não coincide com a dinâmica
natural, e por isso deve constar na partitura.
Escala dinâmica mais usual: ppp a fff. (Ver pág. 71, MTS) Dinâmicas
extremas: pppppp – fffff.
Nem todos os instrumentos conseguem realizar todas as dinâmicas em
toda sua extensão.
Ex:Oboé, na região grave, ppp é quase impossível. Flauta, na região
grave fff, é muito difícil. Tchaikovsky aplicou pppppp e ffff em suas obras.
Acento é o grau de intensidade atribuído às notas na frase musical. É a
ênfase dada a um som.
Acento métrico ou natural é o tempo forte ou parte forte do tempo. Não é
grafado na partitura.
Acento rítmico: É o acento resultante da divisão dos grupos que
constituem os membros da frase. Não grafado na partitura.
Acento dinâmico ou agógico: É indicado pelo compositor como meio de
expressão. É um aumento de força em qualquer ponto do compasso. É
um acento especial que realça determinadas notas isoladas, mais do que
outras.
Sinais de acentuação: Indicam as notas que são acentuadas (marcato,
tenuto, etc). Os acentos são grafados junto à cabeça da nota. Toda
acentuação é proporcional à intensidade geral do trecho (acento no piano
é diferente de acento no forte). Todos os acentos alteram o início do som.
Página 72: ARTICULAÇÃO:
É a maneira de pronunciar as notas musicais (Legato, Staccato, Portato ou Non
Legato, Tenuto, Martelato). Modo de emitir sons mediante sinais apropriados:
pontos de diminuição, sinais convencionais, palavras indicando ligados,
destacados, acentuados, etc. A Pronúncia clara de grupos rítmicos e melódicos
torna a música inteligível.
Articulação é um recurso próprio de cada instrumento ou voz, não devendo haver
respiração entre as notas (sílabas) para não interromper a melodia ou a fala.
Legato: indica execução ligada, notas bem unidas, com valor exato, sem
silêncio entre elas. É a passagem de um som a outro sem interrupção. É
aplicado também nas ligaduras de portamento (ou expressão).
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Legato é a forma de articulação em que as notas se emendam dando um


caráter doce ou expressivo à música.
O Legato é aplicado em todas as notas nos hinos de súplica (Veneração,
Submissão, Humildade), e também em notas longas (2 ou mais tempos)
em qualquer hino legato ou non legato.
Staccato Simples: Som destacado, nota com a metade do valor, a outra
metade é pausa.
Portato (staccato brando) ou Non Legato: Nota com 3/4 do valor, o restante é
pausa.
Nota “normal” tem um pequeno decrescendo e termina um pouco antes.
Non legato é a forma de articulação em que as notas são tocadas no seu valor
integral, mas não ligadas e nem tão separadas.
O Non Legato é aplicado em todos os hinos de Louvor (Solene,
Majestoso, Júbilo).
Tenuto: Sustentar a intensidade e o valor completo da nota. Não aplicar nos
hinos para evitar o efeito barriga. Nota com “tenuto” não decresce sendo
sustentada até o fim.
Martelato (staccato seco): Execução das notas com 1/4 do valor, o restante é
pausa. Articulação não utilizada em nossos hinos, pois não se identifica com
caráter sacro. Estudos das páginas 73 e 74 e Solfejar.
Lição pág. 73 - com variações de Andamento, Dinâmica e Articulação.
Hinos: 453, 457, 196, 33, 42, 282, 322, 346, 362.
No hinário 5, usamos apenas Legato (bem ligado) e Non Legato (não ligado).
Exemplo:
Para Hinos de Louvor (Solene, Majestoso, Júbilo): Non Legato (não ligado):
Notas soltas com valor integral, mas não ligadas nem tão separadas. Cantar
firme, com vigor.
Para Hinos de Súplica (Veneração, Submissão, Humildade): Legato (bem
ligado): Notas bem unidas. Cantar com mais suavidade.
POCO RALL, DINÂMICA ARTIFICIAL E ARTICULAÇÕES NÃO SÃO CONSIDERADOS NA
LINGUAGEM RÍTMICA
Páginas 73 e 74: Exercícios 2 e 3: Solicitar aos alunos que encontrem mais
hinos, e façam a análise dos mesmos.
Sugestão de perguntas: Ritmo Inicial, Velocidade média, Unidade de
tempo, Valor das figuras, Tem ligadura? Se sim, de que tipo? Compasso
simples ou Composto?
Possuem Fermata? Suspensiva ou conclusiva, ou ambas? Depois façam
linguagem rítmica e solfejo.
Página 74: Exercícios 4 a 10: Sugestão de perguntas: Idem ao anterior
N.B. Não desprezar nenhum exercício e propor sempre mais alguns para que
os alunos possam ter melhor compreensão de toda a matéria.

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12º MÓDULO
Página 76: EXPRESSÃO:
Conjunto de características da música, variando com a interpretação. Engloba
variações de andamento, intensidade, forma de tocar ou cantar as notas
(acentuação, articulação e fraseado). A música interpretada com expressão
transmite as emoções desejadas pelo compositor e o intérprete, diferindo de uma
execução mecânica e excessivamente precisa. A expressão dos hinos é conforme
a inspiração da poesia.
Significado, Interpretação, Articulação e Dinâmica das Expressões:
EXPRESSÃO SIGNIFICADO INTERPRETAÇÃO ARTICULAÇÃO DINÂMICA
Solene Pomposo, magnífico Com virtuosidade Non legato – não entre mf e f
ligado
Majestoso Suntuoso, grandioso, Com Non legato – não entre mf e f
imponente grandiosidade ligado
Júbilo Grande alegria ou Execução alegre Non legato – não entre p e f
contentamento ligado
Veneração Venerar, com respeito e Suavidade Legato – bem ligado entre p e f
devoção
Submissão Submeter-se, obediência Equilíbrio sonoro Legato – bem ligado entre pp e mf.
voluntária
Humildade Reconhecendo as próprias Som delicado Legato – bem ligado entre pp e mf.
fraquezas
Ler no hinário “Instruções de utilização do Hinário - Velocidade e Interpretação

HINÁRIO Nº 5 - EXPRESSÃO, DINÂMICA E ARTICULAÇÃO - BASE NA INSPIRAÇÃO DA POESIA


LOUVOR: Solene (mf - f), Majestoso (mf - f) e Júbilo (p - f). Execução: Non legato (não ligado).
Non Legato é a forma de articulação em que as notas são tocadas no seu valor integral, mas não
ligadas e nem tão separadas. A nota tem um pequeno decrescendo e termina um pouco antes. (Ver
Caderno de Regência, Mônica Giardini, pág. 18). É aplicado em todos os hinos de Louvor.
SÚPLICA: Veneração (p - f), Submissão (pp - mf), Humildade (pp - mf). Execução: Legato (bem ligado).
Legato é a forma de articulação em que as notas se emendam dando um caráter doce ou expressivo à
música. (Ver Caderno de Regência – Mônica Giardini – pág. 17). É aplicado nos hinos de súplica.
Obs: O Órgão Eletrônico deve executar todos os hinos (Louvor e Súplica) o mais ligado possível,
exceto a pedaleira que é semiligada, variando apenas o volume do som (pedal de expressão) conforme
a dinâmica estabelecida para cada hino. O andamento na meia hora deve ser próximo à velocidade
mínima indicada no hino.
RELAÇÃO DOS HINOS COM AS EXPRESSÕES:
SOLENE – entre mf e f – não ligado (Total: 277)
Hinos: 3 – 6 – 10 – 11 – 13 – 18 – 19 – 26 – 28 – 35 – 41 – 42 – 48 – 51 – 52 – 53 – 55 – 56 – 57 –
58 – 60 – 63 – 64 – 66 – 67 – 68 – 69 – 70 – 74 – 75 – 76 – 80 – 81 – 82 – 83 – 85 – 87 – 89 – 90 –
91 – 93 – 94 – 96 97 – 98 – 99 – 102 – 104 – 105 – 107 – 110 – 112 – 113 – 114 – 116 – 119 –
120 – 121 – 124 – 125 – 126 – 129 – 131 – 133 – 141 – 144 – 146 – 148 – 151 – 153 – 154 – 155 –
156 – 157 – 158 – 160 – 161 – 163 – 165 167 – 168 – 170 – 173 – 174 – 175 – 178 – 180 – 181 –
182 – 183 – 184 – 187 – 188 – 189 – 192 – 193 – 194 – 195 – 196 – 197 – 198 – 200 – 201 – 204 –
206 – 207 – 208 – 210 – 211 – 212 – 216 – 220 – 221 – 222 – 223 – 224 – 225 – 226 – 227 – 228 –
231 – 232 – 233 – 235 – 236 – 237 – 239 – 241 – 244 – 246 – 247 – 249 – 250 – 251 – 256 – 259 –
262 – 263 – 264 – 266 – 269 – 272 – 275 – 278 – 279 – 280 – 283 – 284 – 285 – 287 – 288 – 289 –
290 – 291 – 292 – 295 – 299 – 300 – 301 – 303 – 304 – 305 – 307 – 308 – 309 – 310 – 314 – 315 –
316 – 317 – 318 – 321 – 322 – 323 – 324 – 325 – 326 – 327 – 329 – 331 – 332 – 333 – 334 – 336 –
337 – 338 – 339 – 340 – 341 – 342 – 344 – 348 – 349 – 350 – 352 – 353 – 354 – 356 – 357 – 358 –
359 – 360 – 361 – 364 – 366 – 368 – 369 – 370 – 372 – 373 – 375 – 376 – 377 – 380 – 381 – 382 –
383 – 384 – 385 – 386 – 387 – 388 – 389 – 391 – 392 – 393 – 396 – 397 – 398 – 399 – 400 – 401 –
403 – 404 – 405 – 406 – 407 – 408 – 410 – 411 – 415 – 416 – 418 – 420 – 422 – 425 – 426 – 427 –
428 – 429 – 430 – 431 – 432 – 433 – 438 – 439 – 440 – 441 – 442 – 445 – 447 – 449 – 450 – 451 –
453 – 454 – 461 – 464 465 – 466 – 468 – 470 – 471 – 476 – 478 – 479 – coro 3.
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MAJESTOSO - entre mf e f – não ligado (Total: 57)


Hinos: 2 – 12 – 22 – 24 – 29 – 31 – 40 – 43 – 44 – 46 – 72 – 73 – 78 – 79 – 84 – 86 – 92 – 95 –
103 – 108 – 111 – 135 – 150 – 159 – 166 – 185 – 186 – 190 – 199 – 209 – 213 – 214 – 242 – 243 –
254 – 255 – 257 – 267 – 311 – 320 – 328 – 347 – 367 – 378 – 390 – 395 – 424 – 437 – 443 – 448 – 462 –
463 – 473 – 477 – 480 – coros 2 e 5.
JÚBILO - entre p e f – não ligado (Total: 81)
Hinos: 5 – 7 – 8 – 9 – 21 – 25 – 50 – 54 – 77 – 100 – 101 – 115 – 117 – 118 – 122 – 134 – 136 –
138 – 140 – 143 – 147 – 149 – 152 – 162 – 164 – 171 – 172 – 179 – 202 – 203 – 205 – 215 – 217 –
218 – 219 – 229 – 230 – 240 – 245 – 248 – 253 – 258 – 270 – 273 – 277 – 281 – 286 – 294 – 298 –
302 – 306 – 312 – 313 – 319 – 330 – 335 – 343 – 345 – 346 – 362 – 379 – 394 – 409 – 421 – 423 –
434 – 436 – 444 – 446 – 455 – 456 – 457 – 458 – 459 – 460 – 467 – 472 – 474 – coros 1, 4 e 6.
VENERAÇÃO - entre p e f - bem ligado (Total: 42)
Hinos: 1 – 4 – 14 – 16 – 17 – 20 – 23 – 27 – 30 – 32 – 33 – 36 – 38 – 45 – 49 – 62 – 65 – 123 –
127 – 128 – 139 – 169 – 176 – 191 – 252 – 261 – 265 – 268 – 271 – 274 – 276 – 296 – 355 – 374 – 412
– 413 – 414 – 417 419 – 435 – 452 – 469.
SUBMISSÃO - entre pp e mf - bem ligado (Total: 14)
Hinos: 15 – 37 – 59 – 61 – 71 – 88 – 130 – 132 – 177 – 234 – 282 – 293 – 371 – 475.
HUMILDADE - entre pp e mf - bem ligado (Total: 15)
Hinos: 34 – 39 – 47 – 106 – 109 – 137 – 142 – 145 – 238 – 260 – 297 – 351 – 363 – 365 – 402.
COMENTÁRIOS SOBRE EXPRESSÃO:
A arte de se tocar em bom estilo com expressão musical própria deve ser uma
constante e eterna busca de todo musicista.
Para se obter um bom desempenho expressivo, com resultados mais
agradáveis do que apenas tocar notas, é necessário conhecer bem e praticar a
gramática musical e seus diferentes estilos e formas de expressão. Sem esse
conhecimento o músico não terá a consciência da sua deficiência de expressão
e se sentirá incapaz de se expressar como os outros.
Dicas que darão ao iniciante uma boa base do que deve observar e
praticar:
1. Numa leitura à 1ª vista, prestar atenção onde estão as tensões e repousos
da música. Buscar entender pela retórica quando o sentido é de afirmação,
exclamação, interrogação, reticências, vírgulas e conclusão, para enfatizar
uma ideia.
2. Cada vez que muda a ênfase, a sentença tem um significado diferente, como
quando se toca um nota com acento errado, a música tem interpretação
diferente da esperada.
3. Tocar com expressão significa tocar algumas notas mais fortes, com mais
ênfase, e outras mais fracas, com as sutilezas de entonação de uma
conversa.
4. Colocar acentos no lugar certo depende da habilidade de experimentar todas
as possibilidades até alcançar uma maturidade lógica de expressão.
5. Criar o hábito de tocar com expressão, procurando sentir cada nota,
perceber o que não saiu bom e praticar muito até conseguir tocar com
clareza de expressão lógica (saber o que está fazendo).
Com frequência se toca muito forte, quando se tem várias opções de frasear
(cres/dim, dim/cresc, cresc/cresc, dim/dim, cresc, dim). Experimentar todas

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as possibilidades escolhendo a opção que mais combina com o trecho, a


mais óbvia. Observar a acentuação correta.
Para interpretar fielmente uma obra musical é necessário compreender
as intenções e sentimentos do compositor. A capacidade de transmitir
sentimentos e expressões depende do preparo técnico, da sensibilidade e da
cultura musical do intérprete, e isto varia de um para outro.
Página 76: Ler junto com o grupo as Instruções de utilização do Hinário -
Velocidade e interpretação dos Hinos. Perguntar aos alunos o que cada um
entendeu sobre isto.
Página 77: Exercícios 1 e 2: Solicitar aos alunos que encontrem mais hinos, e
façam a análise dos mesmos.
Sugestão de perguntas: Ritmo Inicial, Velocidade média, Unidade de tempo,
Valor de algumas figuras, Tem ligadura? Se sim, de que tipo? Compasso
simples ou Composto?
Possuem Fermata? Suspensiva ou conclusiva, ou ambas? Depois façam
linguagem rítmica e solfejo.
Página 78:
COMPASSOS ALTERNADOS:
São 2 ou mais compassos de fórmulas diferentes, tocados alternadamente.
As fórmulas de compassos poderão ser escritas agrupando os tempos.
No hinário 5, os hinos em compassos alternados vêm com as fórmulas escritas
em cada compasso alterado, facilitando a leitura.
Página 78: Exercícios 3: Solicitar aos alunos que encontrem mais hinos com
compassos alternados, e façam a análise dos mesmos.
Páginas 79 a 81: Solicitar aos alunos que encontrem mais hinos, e façam a
análise dos mesmos.
Sugestão de perguntas: Ritmo Inicial, Velocidade média, Unidade de tempo,
Valor de algumas figuras, Tem ligadura? Se sim, de que tipo? Compasso
simples ou Composto?
Possuem Fermata? Suspensiva ou conclusiva, ou ambas? Depois façam
linguagem rítmica e solfejo.
DEUS ABENÇOE A TODOS!

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NOVO CONCEITO RÍTMICO


LINGUAGEM RÍTMICA
 Utiliza fonemas (sílabas) para auxiliar a compreensão de ritmos e divisões
musicais.
 Pulsos no mesmo lugar com movimento vertical elíptico, ascendente e
descendente, em sentido horário.
 O pulso inicia e termina embaixo no mesmo ponto (pulso completo).
 Trabalha figuras rítmicas com valor completo. Numerar pausas ou não.
 Considera ponto de aumento, ligadura de valor e acentuação métrica.
 Não considera entoação (melodia), fermata (só o valor), ligadura de
portamento (o Tá para cada nota diferente), rallentando, articulação e
dinâmica artificial.

PULSO COMPLETO
TERMINA NO EXATO MOMENTO QUE INICIA O PRÓXIMO PULSO

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CLASSIFICAÇÃO DOS GRUPOS RÍTMICOS


COMBINAÇÕES DE GRUPOS RÍTMICOS ENCONTRADOS NO MTS E HINÁRIO 5, MOSTRANDO:

1) Divisão (1 tempo simples ou composto);


2) Subdivisão (1/2 tempo simples, 1/3 de tempo composto);
3) Bi-subdivisão (1/4 de tempo simples, 1/6 de tempo composto);
4) Tri-subdivisão (1/12 de tempo composto).
COMPASSOS SIMPLES:
1. Compassos Simples 4/4, 3/4 e 2/4: (Subdivisão e Bi-subdivisão Binária)
U.T. (semínima), Subdivisão (colcheia), Bi-subdivisão (semicolcheia).
A tercina representa a subdivisão ternária do tempo simples (Tá-te-ti)

2. Compassos Simples 3/2 e 2/2. (Subdivisão e Bi-subdivisão Binária)


U.T. (mínima), Subdivisão (semínima), Bi-subdivisão (colcheia).

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3. Compassos Simples 3/8: (Subdivisão e Bi-subdivisão Binária)


U.T. (colcheia), Subdivisão (semicolcheia), Bi-subdivisão (fusa).
Não temos hinos em compasso 3/8, apenas uma lição do MTS (página 61).

COMPASSOS COMPOSTOS:
1. Compassos Compostos 6/8, 9/8 e 12/8: (Subdivisão, Bi-subdivisão e Tri-
subdivisão Ternária)
U.T. (semínima pontuada), Subdivisão (colcheia), Bi-subdivisão (semicolcheia),
Tri-subdivisão (fusa).
Obs: A subdivisão ternária do tempo composto (Tá-te-ti) corresponde à Tercina
(Tá-te-ti) que é a subdivisão ternária do tempo simples.

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2. Compassos Compostos 6/4 e 9/4: (Subdivisão e Bi-subdivisão Ternária)


U.T. (mínima pontuada), Subdivisão (semínima), Bi-subdivisão (colcheia).

3. Tri-subdivisão ternária nos hinos 7, 24, 86, 197 e 306, em compasso


composto 6/4:
U.T. (mínima pontuada), Subdivisão (semínima), Bi-subdivisão (colcheia),
Tri-subdivisão (semicolcheia).
Hinos: 7, 24, 306 (Coro) 86 (Coro) 197

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CLASSIFICAÇÃO DOS GRUPOS RÍTMICOS

Grupos Rítmicos Simples (1 a 10) aplicados nos estudos do MTS e Hinos,


tendo a semínima como Unidade de Tempo (U.T.) - Páginas 40 e 50 - MTS:
1) Aplicação direta em Compassos Simples 2/4, 3/4 e 4/4.
2) Aplicação indireta em 2/2 e 3/2 (trocar cada figura pela anterior. Ex:
semínima por mínima)
3) Aplicação indireta em 3/8 (trocar cada figura pela seguinte. Ex: semínima por
colcheia).
Grupos 1 e 2: Tratam da Unidade de Tempo (Divisão).
Grupos 3, 4 e 5: Tratam da Subdivisão Binária da Unidade de Tempo.

Grupos 6, 7, 8, 9 e 10: Tratam da Bi-Subdivisão Binária da Unidade de Tempo.

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Grupos Rítmicos Compostos aplicados nos estudos do MTS e Hinos, tendo a


semínima pontuada como Unidade de Tempo (U.T.) - Pág. 68 - MTS:
1) Aplicação direta em compassos compostos 6/8, 9/8 e 12/8.
2) Aplicação indireta em 6/4 e 9/4 (trocar cada figura pela anterior. Ex:
semínima por mínima).
Grupo 1: Trata da Unidade de Tempo (Divisão).
Grupos 2, 4 e 5: Tratam da Subdivisão Ternária da Unidade de Tempo.
Grupos 3, 6, 9 e 10: Tratam da Bi-Subdivisão Ternária da Unidade de Tempo.
Grupos 7 e 8: Tratam da Tri-Subdivisão Ternária da Unidade de Tempo.

Segue abaixo tratamento de todos os Grupos Rítmicos Simples e


Compostos, sua aplicação nos hinos, com instruções sobre prosódia,
acentuação, início e término do tempo (pulso), hinos do Grupo Especial
Simples e Composto, etc.
CLASSIFICAÇÃO DOS GRUPOS RÍTMICOS
OS HINOS FORAM CLASSIFICADOS NOS GRUPOS RÍTMICOS, CONSIDERANDO-SE
SOMENTE A VOZ DO SOPRANO.

Compassos Simples Grupos rítmicos 1 e 2 (Ver elipses, pág. 40, MTS)


Trata-se da Unidade de Tempo (Divisão). Observar que o acento é somente na
cabeça da figura, quando se trata de figuras maiores que a unidade de tempo.
O tempo começa e termina embaixo.

Compassos Simples Grupos rítmicos 3 e 5 (Ver elipses, pág. 40, MTS)


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Trata-se da Subdivisão Binária da Unidade de Tempo.


A parte forte do tempo pronuncia-se Tá e a parte fraca do tempo pronuncia-se ti.
Obs: Cuidado para não pronunciar Tchi, pois ficaria assim um acento forte na
parte fraca do tempo.

Compassos Simples Grupos rítmicos 7 e 9 (Ver elipses, pág. 50, MTS)


Trata-se da Bi-Subdivisão Binária da Unidade de Tempo.

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Compassos Simples Grupos rítmicos 5 e 9 (Ver elipses, pág. 40 e 50, MTS)

Compassos Simples Grupos rítmicos 4, 6 e 8 (Ver elipses, pág. 40 e 50, MTS)

Grupo Especial Simples


Hinos do Grupo Especial são aqueles que possuem mais de dois grupos
rítmicos diferentes e/ou com maior grau de dificuldade.
HINOS: 9, 11, 32, 40, 43, 59, 67, 70, 72, 79, 87, 90, 100, 110, 113, 114, 126, 148, 155,
157, 159, 161, 171, 181, 211, 225, 227, 228, 233, 255, 267bx, 273, 275, 285, 298, 300, 303,
304, 320, 334, 337, 355, 338, 356, 359, *398.

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Compassos Compostos Grupos rítmicos 1, 2 e Tercinas (Ver elipses 1 e


2, pág. 68, MTS)
O Grupo 1 trata da Unidade de Tempo (Divisão).
O Grupo 2 trata da Subdivisão Ternária da Unidade de Tempo (simples ou
composto).
(Ver tercinas, nas páginas 63, 64 e 65 – MTS).

Na Linguagem Rítmica, a Ligadura de Portamento perde o sentido.

Compassos Compostos Grupos rítmicos 3, 4 e 5 (Ver elipses 3, 4 e 5, pág.


68, MTS)
O Grupo Rítmico 3 trata da Bi-subdivisão Ternária da Unidade de Tempo. É a
divisão da subdivisão.

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Compassos Compostos Grupos rítmicos 6, 7, 8, 9 e 10 (Ver elipses 6, 7, 8, 9


e 10, pág. 68, MTS)

Grupo Especial Composto


Hinos do Grupo Especial são aqueles que possuem mais de dois grupos rítmicos
diferentes e/ou com maior grau de dificuldade.
HINOS: 21, 24, 41, 86, 141, 142, 197, 315, 381, 422.

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PRÁTICA DE LINGUAGEM RÍTMICA: ENTRADA E FECHO


1) Entrada em tempo inteiro (elipse completa): Iniciar e terminar embaixo no
mesmo ponto, no Tá. Em qualquer tempo simples ou composto a mão parte
do alto da elipse para a entrada na base, no Tá (parte forte). Fechar na base
da próxima elipse, com corte imediato do som.

2) Entrada em fração de tempo (elipse incompleta): A mão parte do Tá para a


entrada no te ou ti (partes fracas). Fechar no início do próximo movimento,
com corte imediato do som.

Entrada em Compassos Simples:


1. Em Anacruse Fracionada com figura inicial de 1/2 tempo na parte fraca em
qualquer tempo.
A mão parte do “Tá” para a entrada no “ti”.
Hinos 25, 29, 66, 67, 70, 88, 148, 161, 172, 190, 227, 232, 236, 255, 273, 274, 275,
283, 289, 318, 324, 337, 349, 353, 356, 357, 375, 378, 391, 398, 407, 410, 434, 441,
467, 471, 475, 476.

2. Em Ritmo Acéfalo com figura inicial de 1/2 tempo na parte fraca do 1º


tempo. A mão parte do “Tá” para a entrada no “ti”. Hinos: 208, 377.

Entrada em Compassos Compostos:


1. Anacruse Fracionada iniciando no 2º movimento do tempo (parte fraca):
A mão parte do “Tá” para a entrada no “te”, 2ª parte da elipse, no 5º
movimento do compasso. Apenas o Hino 27.
2. Anacruse Fracionada iniciando no 3º movimento do tempo (parte fraca):
A mão parte do “te” para a entrada no “ti”, 3ª parte da elipse.
Hinos 7, 16, 21, 24, 35, 36, 41, 42, 47, 60, 81, 83, 107, 112, 117, 118, 138, 141, 142,
154, 166, 191, 192, 197, 199, 202, 205, 206, 216, 231, 240, 246, 257, 280, 294, 297,
306, 313, 315, 325, 326, 341, 342, 351, 372, 421, 422, 438, 448, 453, 457.

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PRÁTICA DE LINGUAGEM RÍTMICA


HINOS EM COMPASSO SIMPLES

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PRÁTICA DE LINGUAGEM RÍTMICA


HINOS EM COMPASSO COMPOSTO

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ENTRADA DE LIÇÕES E HINOS CITADOS NO MTS


VARIAÇÃO DO TEMPO DO LEVARE

O Levare consiste em rebater normalmente o tempo anterior ao da Entrada.


Exceção: Entrada no 3º movimento do tempo composto, com Levare de 2
movimentos no próprio tempo da entrada.
1) Levare normal de 1 tempo (no tempo anterior): Para Ritmos Tético e
Anacrúsico - Compassos Simples e Compostos
2) Levare de 1 ½ tempo (no tempo anterior mais o apoio do tempo da
entrada): Para Anacruse Fracionada e Ritmo Acéfalo - Compassos Simples
3) Levare de 2 movimentos (no próprio tempo da entrada): Para Anacruse
Fracionada, iniciando no 3º movimento do tempo - Compassos Compostos.
4) Levare de 4 movimentos (no tempo anterior mais o apoio do tempo da
entrada): Para Anacruse iniciando no 2º movimento do tempo -
Compassos Compostos. Apenas o hino 27.

PARA INICIAR O SOLFEJO, SEGUIR A SEQUÊNCIA:


PREPARAÇÃO - LEVARE - ENTRADA:
1. Preparação: É a mão parada no tempo anterior ao do Levare.
2. Levare: É um gesto passivo (leve) da mão direita, com respiração, feito no
tempo anterior e/ou parte do tempo da entrada, indicando o momento da
entrada conjunta na música. O gesto do Levare diz: “apenas respire”, “não
cante”. Indica o tempo da música. No Levare, o instrutor (a) deve respirar com
a boca aberta junto com o grupo. O Levare é um gesto visual que reforça a
percepção do ato respiratório. Antes do Levare, internalizar o andamento. Após
o Levare, segue de imediato o gesto ativo da entrada.
3. Entrada: É o início da música. Todos devem entrar ao mesmo tempo.

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PRÁTICA DE LEVARE NAS LIÇÕES E HINOS CITADOS NO MTS:


1) Entrada para baixo no 1º tempo (ritmo tético): Levare de 1 tempo para
dentro, em compassos binário, ternário e quaternário, simples e compostos.
Hinos simples: 1, 3, 28, 31, 64, 75, 114, 131, 144, 207, 245, 254, 261, 368, 388, 419,
440, 455, 458, 460, 463, 468, 470, 472, coro 2.
Hinos compostos: 23, 33, 124, 196, 282, 322, 346, 415.
2) Entrada para dentro no último tempo: Levare de 1 tempo para fora, em
compassos binário, ternário e quaternário, simples e compostos.
Hinos simples: 2, 12, 19, 39, 110, 134, 157, 179, 181, 182, 211, 303, 348, 359, 408,
431, 432, 433, 436, 446, 452, 462, 464, 465, 469, 478.
Hinos compostos: 44, 61, 63, 86, 121, 293, 362, 459.
3) Entrada para fora no 3º tempo: Levare de 1 tempo para dentro, em
compasso simples: Hino 424.
4) Entrada para fora na parte fraca do 1º tempo (ritmo acéfalo): Levare de 1 ½
tempo, sendo 1 tempo para dentro e ½ tempo para fora na pausa inicial
subentendida, em compassos simples: Hinos simples (acéfalo): 208, 377.
5) Entrada para dentro em anacruse fracionada no último tempo: Levare de 1
½ tempo, sendo 1 tempo para fora e ½ tempo para dentro no apoio do
tempo da entrada, em compassos simples: Hinos simples: 441, 467.
6) Entrada para fora em anacruse fracionada no 3º tempo: Levare de 1 ½
tempo, sendo 1 tempo para dentro e ½ tempo para fora no apoio do tempo
da entrada, em compassos simples: Hinos simples: 88, 273, 378, 434, 471.
7) Entrada para dentro em anacruse fracionada no 3º movimento do tempo
composto: Levare de 2 movimentos para dentro no tempo da entrada, em
compassos compostos: Hinos compostos: 24, 118, 197, 205, 257, 342, 453, 457.
8) Entrada para fora em anacruse fracionada no 3º movimento do tempo
composto: Levare de 2 movimentos para fora no tempo da entrada, em
compassos compostos: Hinos compostos: 41, 42.
9) Entrada para dentro em anacruse fracionada no 2º movimento do tempo
composto (5º movimento do compasso): Levare de 4 movimentos, sendo 1-
2-3 para fora e o 4 para dentro no tempo da entrada: Apenas o Hino 27.
10) Entrada para fora em ritmo acéfalo, compasso ternário simples: Levare de 1
tempo para dentro, no MTS: Lições 3 e 4 (pág. 30).
11) Entrada para dentro em ritmo acéfalo, compasso quaternário simples:
Levare de 1 tempo para fora, no MTS: Lição 8 (pág. 42) e lição 2 (pág. 48).
12) Entrada para fora em ritmo acéfalo na parte fraca do tempo, compasso
quaternário simples: Levare de 1 ½ tempo, sendo 1 tempo para dentro e ½
na pausa inicial, no MTS: Lição 4 (pág. 66).

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VARIAÇÕES DO TEMPO DO LEVARE - HINÁRIO 5 COMPLETO:


1. Ritmo Tético - inicia no tempo forte - Compassos Simples e Compostos
completos: Levare normal de 1 tempo, um gesto rebatendo o tempo anterior
ao da entrada.
Hinos simples: 1, 3, 26, 28, 31, 32, 37, 38, 51, 53, 56, 57, 64, 72, 74, 75, 80, 84, 85, 89,
96, 103, 113, 114, 115, 119, 120, 123, 127, 131, 135, 140, 144, 149, 151, 155, 156, 158,
159, 160, 173, 175, 184, 185, 186, 189, 201, 207, 209, 210, 220, 221, 224, 234, 235, 241,
244, 245, 251, 252, 254, 259, 261, 263, 264, 266, 267, 271, 276, 285, 290, 299, 300, 301,
304, 309, 310, 323, 335, 336, 338, 343, 355, 358, 366, 368, 373, 374, 376, 382, 385, 386,
387, 388, 395, 397, 402, 414, 419, 427, 429, 437, 440, 442, 443, 445, 450, 455, 458, 460,
463, 468, 470, 472, 474, 477, coros 2, 4, 6.
Hinos compostos: 4, 5, 8, 14, 15, 22, 23, 30, 33, 45, 46, 49, 50, 52, 55, 65, 76, 77, 78,
91, 97, 98, 102, 105, 109, 116, 124, 130, 132, 136, 137, 145, 163, 165, 169, 177, 183, 196,
213, 217, 219, 223, 237, 247, 256, 260, 265, 268, 272, 277, 278, 282, 308, 316, 317, 322,
329, 332, 339, 340, 344, 346, 347, 361, 369, 381, 383, 389, 393, 415, 430, 451, 454, 480.
2. Ritmo Anacrúsico, iniciando na cabeça de um tempo fraco - Compassos
Simples e Compostos incompletos: Levare normal de 1 tempo, um gesto
rebatendo o tempo anterior ao da entrada.
Hinos simples: 2, 6, 9, 10, 11, 12, 13, 17, 18, 19, 20, 34, 39, 40, 43, 48, 54, 58, 59, 62, 68,
69, 71, 73, 79, 82, 87, 90, 92, 93, 94, 95, 99, 100, 101, 104, 106, 108, 110, 111, 122, 126, 129,
133, 134, 139, 143, 146, 147, 150, 152, 153, 157, 164, 167, 168, 171, 174, 176, 178, 179, 180,
181, 182, 187, 188, 194, 195, 198, 200, 203, 204, 211, 212, 214, 218, 222, 225, 226, 228, 229,
230, 233, 239, 242, 243, 249, 250, 253, 258, 262, 270, 279, 281, 284, 286, 291, 292, 295, 296,
298, 302, 303, 305, 307, 311, 312, 314, 319, 320, 321, 327, 328, 330, 331, 333, 334, 345, 348,
350, 352, 354, 359, 360, 363, 364, 365, 367, 370, 371, 379, 380, 384, 390, 392, 394, 396, 400,
401, 403, 404, 405, 406, 408, 409, 411, 412, 413, 416, 417, 420, 423, 424, 426, 428, 431, 432,
433, 435, 436, 439, 444, 446, 447, 449, 452, 456, 461, 462, 464, 465, 466, 469, 473, 478, 479,
coros 1, 3, 5.
Hinos compostos: 44, 61, 63, 86, 121, 125, 128, 162, 170, 193, 215, 238, 248, 269, 287,
288, 293, 362, 399, 418, 425, 459.
3. Anacruse Fracionada - Compasso Simples incompleto - Nota inicial de 1/2
tempo (parte fraca): Levare de 1 ½ tempo, um gesto rebatendo o tempo
anterior mais o apoio do tempo da entrada.
Marcar a 1ª nota na subdivisão, com gesto ativo.
Hinos simples: 25, 29, 66, 67, 70, 88, 148, 161, 172, 190, 227, 232, 236, 255, 273, 274,
275, 283, 289, 318, 324, 337, 349, 353, 356, 357, 375, 378, 391, 398, 407, 410, 434, 441,
467, 471, 475, 476.
4. Anacruse Fracionada - Compasso Composto incompleto, iniciando no 3º
movimento do tempo (6º, 9º ou 12º do compasso): Levare no tempo de 2
movimentos, apenas completando o tempo da própria entrada.
Marcar a 1ª nota na subdivisão, com gesto ativo.
Hinos iniciando no 6º movimento: 7, 16, 21, 24, 35, 36, 41(9/8), 47, 60, 81, 83, 107,
112, 117, 118, 138, 141, 142, 154, 166, 191, 192, 197, 199, 202, 206, 216, 231, 240, 246, 280,
294, 297, 306, 313, 315, 325, 326, 341, 342 (Alternado: 9/4 e 6/4),351, 372, 417, 421, 422, 438,
448, 453, 457,
Hinos iniciando no 9º movimento: 42. Hinos iniciando no 12º movimento: 205.
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5. Anacruse Fracionada - Compasso Composto incompleto, iniciando no 2º


movimento do tempo (5º movimento do compasso): Levare no tempo de 4
movimentos, um gesto rebatendo os 3 movimentos do tempo anterior mais o
1º movimento do tempo da entrada, ou seja, marcar o compasso desde o início,
contar 1, 2, 3, 4 e entrar no 5. Apenas o hino 27. Marcar a 1ª nota na subdivisão,
com gesto ativo.
6. Ritmo Acéfalo - Compasso Simples completo, com pausa inicial de 1/2
tempo, não escrita. Levare de 1 ½ tempo, um gesto rebatendo o tempo
anterior mais a pausa inicial (não escrita). Marcar a 1ª nota na subdivisão, com
gesto ativo. Únicos Hinos: 208, 377.
LEVARE E ENTRADA COM GESTO SEMELHANTE - HINÁRIO 5:
Há 2 tipos de Levare: para dentro (normal) e para fora (o inverso).
Há 3 tipos de Entrada: para baixo, para dentro e para fora.
Na Entrada para baixo (1º tempo), o Levare é para dentro (normal).
Na Entrada para dentro (último tempo), o Levare é para fora.
Na Entrada para fora (tempo intermediário), o Levare é para dentro.
Casos encontrados no H5: (Legenda: Quaternário: q Ternário: t Binário: b)
1) Entrada no 1º tempo (para baixo): Levare de 1 tempo para dentro, nos
compassos Binário, Ternário e Quatrnário, Simples e Composto.
Hinos simples: 1, 3, 26, 28, 31, etc. Hinos compostos: 4, 5, 8, 14, 15, etc.
Entrada no 1º tempo, parte fraca (para fora): Levare de 1 ½ tempo para
dentro. Hinos simples (acéfalo): 208, 377.
2) Entrada no último tempo para dentro: Levare de 1 tempo para fora, nos
compassos Binário, Ternário e Quaternário, Simples e Composto.
Hinos simples: 2, 6, 9, 10, 11, etc. Hinos compostos: 44, 61, 63, 86, 121, etc.
Entrada em Anacruse Fracionada (parte fraca): Levare de 1 ½ tempo para fora,
nos compassos Binário, Ternário e Quaternário, Simples e Composto.
Hinos: 29q, 67t, 161q, 255q, 275q, 289q, 324q, 337q, 353b, 356q, 375b, 398b, 407q, 410b,
441b, 467b, 475q. Nos hinos binários, marcar o 1º compasso inteiro.
3) Entrada para fora no 3º tempo do compasso quaternário simples: Levare de 1
tempo para dentro. Hinos: 218, 424.
Entrada em Anacruse Fracionada (parte fraca), em Compassos Simples:
Levare de 1 ½ tempo para dentro.
Hinos: 25t, 66t, 70q, 88q, 148t, 172t, 227t, 232t, 236q, 273q, 274t, 283q, 318q, 349q,
357t, 378q, 391t, 434q, 476q. Nos hinos ternários, marcar o 1º compasso inteiro.
4) Entrada no 3º movimento do tempo composto: Levare de 2 movimentos no
tempo da entrada. Marcar a 1ª nota na subdivisão, com gesto ativo.
a) Entrada no último tempo: Binário Composto: Levare para dentro no tempo
da entrada.
Hinos: 7, 16, 21, 24, 35, 36, 47, 60, 81, 83, 107, 112, 117, 118, 138, 141, 142, 154, 166,
191, 192, 197, 199, 202, 206, 216, 231, 240, 246, 280, 294, 297, 306, 313, 315, 325, 326,
341, 351, 372, 417, 421, 422, 438, 448, 453, 457,
b) Entrada no 2º tempo: Ternário Composto: Levare para fora. Hino: 41.
c) Entrada no 2º tempo: Alternado 9/4 e 6/4: Levare para dentro. Hino: 342.
d) Entrada no 3º tempo: Quaternário Composto: Levare para fora. Hino: 42.
e) Entrada no 4º tempo: Quaternário Composto: Levare para dentro. Hino: 205.

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MARCAÇÃO DE COMPASSOS
CONFIGURAÇÕES BÁSICAS DO GESTUAL
1. Compassos Simples e Compostos - Pulsação pelos tempos principais (padrão U.T.):
Em andamentos rápidos os compassos simples e os compostos têm
indicações iguais, ou seja, são marcados da mesma forma, com os mesmos
gestos. O ponto de apoio de cada tempo deve ser nítido para que haja a
correta interpretação do sinal.

2. Compassos Simples e Compostos - Pulsação pela subdivisão (padrão U.M.):


Em andamentos lentos, na marcação subdividida, a cabeça do tempo possui
maior apoio, as subdivisões têm indicações menores (leves), para ficar claro
onde é o tempo e onde é a subdivisão.
A marcação em triângulo pode ser feita no último tempo de qualquer
compasso composto. O padrão duplo ternário (2 triângulos) só se aplica ao
compasso binário composto.

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SOLFEJO E REGÊNCIA DE FERMATAS - HINÁRIO 5 COMPLETO


FERMATA
É representada por um gesto da mão em movimento circular anti-horário (laço),
fechando à direita, para fora do centro do corpo. Na regência, o fecho/corte de
fermata, bem como o fecho final (mesmo gesto) de nota sem fermata, é feito
com as duas mãos. A proposta do MTS é fechar as 367 fermatas do hinário 5,
com o gesto padrão apresentado no 6º módulo, pág. 35, incluindo fermata
suspensiva (duração mais curta) e fermata conclusiva (duração mais longa).

A fermata prolonga o som por tempo indeterminado, além do seu próprio valor,
interrompendo a pulsação rítmica. É preferível obedecer à relação metronômica
entre o valor do som e seu prolongamento para se estabelecer uma conduta
comum entre os regentes (período clássico), do que adotar uma duração livre
(período romântico).
Como nossos hinos são composições de caráter erudito-clássico-sacro, então a
prolongação do som pelo efeito da fermata deve seguir o padrão métrico (período
clássico), considerando sempre um valor aproximado da multiplicação das
unidades métricas, sendo aconselhável até o dobro do valor da nota (sujeição
metronômica ou metrificação) ou, mais raramente, até o triplo ou quádruplo.

Os 3 Momentos da Realização da Fermata:


1. Preparação: é o gesto com maior relevo no tempo ou movimento anterior,
anunciando a importância da função estética da fermata no momento
expressivo da música.
2. Sustentação: é o tempo de duração ou prolongamento além do próprio valor da
nota, o cerne da questão. Na sustentação da fermata, não ficar com ambas
as mãos paradas (estáticas). A mão direita pode ficar parada enquanto a
esquerda marca os tempos com gestos pequenos, pois tem um som
soando e precisa ser valorizado, sendo o fecho (laço) ou corte feito com
as duas mãos.
3. Corte: é a interrupção imediata do som com movimento circular anti-horário das
mãos (laço), para fora do centro do corpo.

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A Sustentação (duração) da Fermata varia conforme:


1. O valor métrico que ela sustenta: (se o compasso é simples ou composto, o
tempo do compasso, multiplicação métrica). Em valor curto, ela é mais longa, e
vice-versa.
2. O comprimento da frase (longa ou curta): Em frase longa, ela é mais curta, e
vice-versa.
3. O andamento (lento ou rápido): Em andamento lento, ela é mais curta, e vice-
versa.
4. O caráter expressivo ou contexto musical: Se a fermata é suspensiva (mais
curta) ou conclusiva (mais longa).
Gesto para o fecho/corte de Fermatas: É com as duas mãos.
1) É com movimento circular (laço) anti-horário terminando para fora do centro do
corpo, conforme desenho padrão apresentado no MTS (6º módulo, pág. 35).
2) Último tempo em laço: Marcar e contar normalmente os tempos do
compasso até a fermata como se ela não existisse, dar o valor da nota com a
fermata, depois o acréscimo de tempos pelo efeito da fermata, sendo o
último tempo em laço com as duas mãos
3) Corte de fermata em laço de modo orgânico: (Fechar todas as fermatas em laço)
Em todos os fechos de fermata, a mão deve partir de um ponto mais alto
(posição ideal) e descer fazendo o laço em sentido anti-horário e o
corte, e nos casos em que, ao marcar normalmente os tempos do
compasso, a mão não fica em posição adequada para fazer o laço, então
temos a liberdade de mudar a forma do gesto e/ou a posição do tempo
anterior, para que no momento do laço, a mão esteja no alto para descer e
fazer o laço. Já que a fermata envolve parada da pulsação rítmica, daí a
liberdade de posicionar os tempos de forma conveniente. Definir o gestual
mais estético para cada caso.
4) Fermata em nota de valor curto: Deve-se fazer direto o laço que representa
ao mesmo tempo o valor da figura, a duração da fermata e o corte. O fecho
da fermata deve ser feito sempre no início do próximo tempo ou movimento
(pulso completo - ciclo do som).
5) Fermata Suspensiva: Não tem corte, pois a cauda do corte coincide com o
Levare (respiração) para seguir no tempo. Neste caso, não há intervalo entre
o final da fermata e a continuidade da música, pois o sinal para terminar a
fermata e o Levare se combinam num único movimento.
A fermata suspensiva (laço) é realizada no último tempo da nota, inclusive
o Levare (respiração), mas pode ser em posição mais estética com o
tempo deslocado, conforme o caso.
6) Fermata Conclusiva: Tem corte completo e preciso, sem faltar nem sobrar
som, seguido de respiração longa, com novo Levare (respiração) para a
próxima entrada. O movimento vagaroso da mão indica a sustentação do som
até o momento do corte.
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SUGESTÕES PARA REGÊNCIA DAS 367 FERMATAS DO HINÁRIO 5


1. Fecho de Fermata Suspensiva: Não tem corte, pois a cauda do corte (laço)
coincide com o Levare (respiração) para a próxima entrada. Fazer gesto
acentuado na fermata em sílaba tônica (hino em negrito), e gesto leve em
sílaba átona.
a) Compassos Simples: (suspensiva)
1. Nota de meio tempo: dar 2 tempos na nota com fermata (1e2e), podendo ser
1e na vertical, 2e em laço, Levare (respiração) de 1/2 tempo no 3 (cauda do
corte), e seguir no e.
Hinos: 1, 100, 261, 318, 345, 353, 382, 384, 398.
2. Nota de meio tempo (em posição sincopada): dar 1 tempo e meio (e2e) na
nota da fermata, ficando o “e” na vertical, o 2e em laço, Levare
(respiração) de 1 tempo no 3e, e seguir. Fazer gesto leve na fermata,
porque a sílaba é átona. Hinos: 226, 331.
3. Nota de 1 tempo: dar 2 tempos na nota da fermata (1e2e), podendo ser 1e
na vertical, 2e em laço, Levare (respiração) de 1 tempo no 3e, e seguir.
Hinos: 18, 26, 29, 43, 48, 54, 58, 87, 103, 129, 151, 174, 187, 188, 207, 214, 222, 226,
298, 319, 320, 331, 345, 352, 367, 370, 371, 379, 394, 409, 422, 432, 436, 447.
4. Nota de 1 tempo (em posição sincopada): dar 1 tempo e meio (e2e) na
nota da fermata, ficando o “e” na vertical, 2e em laço, Levare (respiração)
de 1/2 tempo no 3, e seguir no “e”. Fazer gesto leve na fermata, porque a
sílaba é átona. Hinos: 458.
5. Nota de 1 tempo e meio: dar 3 tempos na nota da fermata (1e2e3e),
podendo ser 1e2e na vertical, 3e em laço, Levare (respiração) de 1/2
tempo no 4, e seguir no “e”. Hinos: 330, 467.
6. Nota de 2 tempos: dar 3 tempos na nota da fermata (1e2e3e), podendo ser
1e2e na vertical, 3e em laço, Levare (respiração) de 1 tempo no 4e, e
seguir. Hinos: 3, 84, 106.
7. Nota de 3 tempos: dar 4 tempos (1e2e3e4e), podendo ser o 3e na vertical,
o 4e em laço, Levare (respiração) de 1 tempo no 5e, e seguir. Hinos: 92.
b) Compassos Compostos: (suspensiva)
1. Nota com 1 movimento: dar 3 movimentos em laço, Levare (respiração) no 4
(cauda do corte), e seguir.
Hinos: 76, 86, 125, 192, 339, 361.
2. Nota com 2 movimentos: dar 4 movimentos em laço, Levare (respiração) no
5, e seguir.
Hinos: 16, 21, 55, 60/60, 65, 117, 142, 154, 191, 192, 216, 231, 240, 280, 297, 325, 341,
417, 453, 480.
3. Nota com 1 tempo (3 movimentos): dar 4 movimentos em laço, Levare
(respiração) no 5-6, e seguir.
Hinos: 4, 46, 98, 196, 297, 317, 332, 339, 346, 347, 451.

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100

2. Fecho Final com Fermata Conclusiva:


É com gesto circular anti-horário da mão, à direita, com corte imediato do som no
início do próximo tempo ou movimento. Fazer gesto acentuado na fermata em
sílaba tônica (em negrito), e gesto leve em sílaba átona.
a) Compassos Simples: (conclusiva)
1. Nota de 1/2 tempo no Final do Hino: dar 2 tempos na nota da fermata
(1e2e), podendo ser 1e na vertical, 2e em laço, fechar no 3, descansar 1
tempo, Levare (respiração) de 1 tempo e meio, e entrar na próxima
estrofe. Hinos: 88, 227, 283, 349, 471, 476.
2. Nota de 1/2 tempo no Final da Estrofe de Hinos com Ritornelo: dar 2
tempos (1e2e) na nota da fermata, podendo ser 1e na vertical, 2e em laço,
fechar no 3, descansar 1 tempo, Levare (respiração) de 1 tempo e meio, e
entrar na próxima estrofe. Hinos: 67.
3. Nota de 1/2 tempo na Última Casa de Ritornelo, passando para o Final:
dar 2 tempos (1e2e) na nota da fermata, podendo ser 1e na vertical, 2e em
laço, Levare (respiração) de 1/2 tempo no 3, e seguir para o Final.
Hinos: 337.
4. Nota de 1 tempo no Final do Hino: dar 2 tempos na nota da fermata
(1e2e), podendo ser 1e na vertical, 2e em laço, fechar no 3, descansar 1
tempo, Levare (respiração) de 1 tempo, e entrar na próxima estrofe.
Hinos: 19, 58, 87, 95, 101, 108, 110, 122, 129, 143, 168, 171, 187, 198, 243, 249, 250,
255, 292, 348, 354, 360, 370, 380, 384, 394, 400, 409, 416, 419, 436, 461, 462, 473,
478, coro 1 (sem retorno).
5. Nota de 1 tempo no Final da Estrofe (meio do hino): dar 2 tempos na nota
da fermata (1e2e), podendo ser 1e na vertical, 2e em laço, Levare
(respiração) de 1 tempo no 3e, e seguir para o coro.
Hinos: 122, 155, 174, 179, 187, 190, 201, 226, 249, 250, 291, 320, 330, 354, 356, 370,
375, 436.
6. Nota de 1 tempo na Última Casa de Ritornelo, passando para o Final:
dar 2 tempos (1e2e) na nota da fermata, podendo ser 1e na vertical, 2e em
laço, Levare (respiração) de 1 tempo no 3e, e seguir para o Final.
Hinos: 226.
7. Nota de 1 tempo no final de Hinos com Final, sem retomada para as
estrofes: dar 2 tempos na nota da fermata (1e2e), podendo ser 1e na
vertical, 2e em laço, e fechar no 3. Hinos: 226.
8. Nota de 1 tempo e meio no Final do Hino: dar 3 tempos na nota da fermata
(1e2e3e), podendo ser 1e2e na vertical, 3e em laço, fechar no 4, descansar
1 tempo, Levare (respiração) de 1 tempo e meio, e entrar na próxima
estrofe.
Hinos: 25, 66, 148, 172, 232, 274, 289, 324, 353, 357, 375, 391, 398, 410, 441, 467.
9. Nota de 1 tempo e meio no final de Hinos com Final, sem retomada para
as estrofes: dar 3 tempos na nota da fermata (1e2e3e), podendo ser 1e2e
na vertical, 3e em laço, fechar no 4. Hinos: 475.
10. Nota de 1 tempo e meio no Final da Estrofe de Hinos com Ritornelo: dar
3 tempos (1e2e3e) na nota da fermata, podendo ser 1e2e na vertical, 3e em
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laço, fechar no 4, descansar 1 tempo, Levare (respiração) de 1 tempo e


meio, e entrar na próxima estrofe. Hinos: 337, 475.
11. Nota de 2 tempos no Final da Estrofe de Hinos com Ritornelo: dar 3
tempos (1e2e3e) na nota da fermata, podendo ser 1e2e na vertical, 3e em
laço, fechar no 4, descansar 1 tempo, Levare (respiração) de 1 tempo, e
entrar na próxima estrofe. Hinos: 251.
12. Nota de 2 tempos no Final da Estrofe (meio do hino): dar 3 tempos
(1e2e3e) na nota da fermata, podendo ser 1e2e na vertical, 3e em laço,
Levare (respiração) de 1 tempo no 4e, e seguir para o coro.
Hinos: 180, 245, 286.
13. Nota de 2 tempos no Final do Hino: dar 3 tempos (1e2e3e), podendo ser
1e2e na vertical, 3e em laço, fechar no 4, descansar 1 tempo, Levare
(respiração) de 1 tempo, e entrar na próxima estrofe.
Hinos: 3, 9, 12, 17, 18, 26, 31, 32, 38, 39, 43, 48, 62, 68, 79, 104, 106, 127, 139, 146,
182, 195, 201, 211, 218, 220, 239, 242, 254, 264, 285, 290, 295, 299, 303, 309, 310,
333, 335, 363, 365, 366, 367, 368, 371, 390, 411, 412, 424, 426, 428, 433, 443, 444,
449, 450, 456, 458, 463, 464, 468, 470, coro 2 (sem retorno).
14. Nota de 2 tempos no Final do Hino: dar 3 tempos (1e2e3e), podendo ser
1e2e na vertical, 3e em laço, fechar no 4, descansar 1 tempo, Levare
(respiração) de 1 tempo e meio, e entrar na próxima estrofe em anacruse
fracionada (1 tempo e meio). Hinos: 70, 377, 434.
15. Nota de 2 tempos no final de Hinos com Final, sem retomada para as
estrofes: dar 3 tempos (1e2e3e), podendo ser 1e2e na vertical, 3e em laço,
e fechar no 4. Hinos: 67.
16. Nota de 3 tempos no Final da Estrofe de Hinos com Ritornelo: dar 4
tempos (1e2e3e4e), sendo 1e2e normalmente, 3e na vertical, 4e em laço,
fechar no 5, descansar 1 tempo, Levare (respiração) de 1 tempo, e entrar
na próxima estrofe. Hinos: 6, 92, 298, 331, 465.
17. Nota de 3 tempos no Final do Hino: dar 4 tempos (1e2e3e4e), marcar
normalmente os tempos do compasso, o 4 em laço, fechar no 5, descansar
1 tempo, Levare (respiração) de 1 tempo, e entrar na próxima estrofe.
Hinos: 75, 115, 312, 385.
18. Nota de 4 tempos no Final da Estrofe de Hinos com Ritornelo: dar 5
tempos (1e2e3e4e5e), marcar normalmente os tempos do compasso,
sendo o 5º em laço, fechar no 6º, descansar 1 tempo, Levare (respiração)
de 1 tempo, e entrar na próxima estrofe. Hinos: 56, 74, 149, 185.

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b) Compassos Compostos: (conclusiva)


1. Nota de 1 movimento no Final da Estrofe (meio do hino): dar 3
movimentos em laço, fechar no 4, Levare (respiração) no 5-6, e seguir
para o coro. Hinos: 192.
2. Nota de 1 movimento no Final da Estrofe (meio do hino): dar 4
movimentos, o 1 na vertical, 2-3-4 em laço, fechar no 5, Levare
(respiração) no 6-7, e seguir para o coro. Hinos: 98, 282, 339.
3. Nota de 1 movimento no Final do Hino: dar 3 movimentos em laço, fechar
no 4, descansar no 5, Levare (respiração) de 4 movimentos, e entrar na
próxima estrofe. Hinos: 27.
4. Nota de 2 movimentos no Final da Estrofe (meio do hino): dar 3
movimentos em laço, fechar no 4, Levare (respiração) no 5, e seguir no 6
para o coro. Hinos: 154, 202, 231, 381.
5. Nota de 2 movimentos no Final da Estrofe (meio do hino): dar 3
movimentos em laço, fechar no 4, Levare (respiração) de 1 tempo (no 3º
tempo) no andamento indicado para entrada no coro em 4/4.
Hinos: 422. (em 6/8 e 4/4).
6. Nota de 2 movimentos no Final da Estrofe de Hinos com Ritornelo: dar 4
movimentos em laço, fechar no 5, descansar no 6, Levare (respiração) de 2
movimentos, e entrar na próxima estrofe. Hinos: 21, 41, 42, 47, 138, 372, 457.
7. Nota de 2 movimentos no final de Hinos com Final, sem a retomada das
estrofes: dar 4 movimentos em laço ou 2 movimentos na vertical e 2 em
laço, e fechar no 5. Hinos: 41, 42.
8. Nota de 2 movimentos no Final do Hino: dar 4 movimentos em laço ou 2
movimentos na vertical e 2 em laço, fechar no 5, descansar no 6, Levare
(respiração) de 2 movimentos, e entrar na próxima estrofe.
Hinos: 141, 142, 154, 166, 197, 205, 206, 216, 257, 297, 306, 313, 315, 341, 438.
9. Nota de 1 tempo (3 movimentos) no Final Estrofe (meio do hino): dar 2
tempos (6 movimentos), podendo ser 1-2-3 na vertical, 4-5-6 em laço,
fechar no 7, Levare (respiração) no 8-9, e seguir para o coro.
Hinos: 4, 52, 125, 205, 313, 418.
10. Nota de 1 tempo (3 movimentos) no Final do Hino: dar 2 tempos (6
movimentos), podendo ser 1-2-3 na vertical, 4-5-6 em laço, fechar no 7,
descansar no 8, Levare (respiração) de 1 tempo (3 movimentos), e entrar
na próxima estrofe.
Hinos: 4, 23, 30, 33, 45, 86, 91, 124, 125, 128, 136, 196, 217, 256, 282, 288, 339, 362,
381, 393, 451.
11. Nota de 1 tempo (3 movimentos) em Hinos com Final, sem retomada para
as estrofes: Dar 2 tempos (6 movimentos), podendo ser 1-2-3 na vertical,
4-5-6 em laço, e fechar no 7. Hinos: 215, 459.
12. Nota de 1 tempo (3 movimentos) no Final da Estrofe de Hinos com
Ritornelo: dar 2 tempos (6 movimentos), podendo ser 1-2-3 na vertical,
4-5-6 em laço, fechar no 7, descansar no 8, Levare (respiração) de 1
tempo (3 movimentos), e entrar na próxima estrofe. Hinos: 215, 459.

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13. Nota de 2 tempos (6 movimentos) no Final do Hino: dar 3 tempos (9


movimentos), marcar 2 tempos (6 movimentos) normalmente, 7-8-9 em
laço, e fechar no 10.
Hinos: 49.
14. Nota de 2 tempos (6 movimentos) no Final da Estrofe de Hinos com
Ritornelo: dar 3 tempos (9 movimentos), marcar 2 tempos (6
movimentos) normalmente, 7-8-9 em laço, fechar no 10, descansar no 11,
Levare (respiração) de 1 tempo (3 movimentos), e entrar na próxima
estrofe. Hinos: 50, 61, 63, 97, 102, 162, 247, 268, 272, 316, 347.
15. Nota de 2 tempos (6 movimentos) no Final da Estrofe de Hinos com
Ritornelo: Obs: No hino 105, dar apenas os 6 movimentos da nota com
fermata por ser um valor prolongado, sendo 1-2-3 na vertical, 4-5-6 em
laço, fechar no 7, descansar no 8, Levare (respiração) de 1 tempo (3
movimentos) e entrar na próxima estrofe.
16. Nota com 3 tempos (9 movimentos) no Final da Estrofe de Hinos com
Ritornelo: Obs: No hino 238, dar apenas os 3 movimentos da nota com
fermata em laço, por ser um valor prolongado, fechar no 4, descansar no
5, Levare (respiração) de 1 tempo (3 movimentos), e entrar na próxima
estrofe.

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I N T E R P R E T A Ç Ã O D O S H I N O S - Páginas 46 a 48, 71, 72, 76 (MTS):


Cabe ao instrutor/regente orientar os músicos quanto à interpretação correta
dos hinos, aplicando os conceitos propostos no MTS, que são:
a) Fraseologia: É o estudo das frases que permite compreender e bem executar
os hinos. Envolve o conhecimento e execução correta de acentuação métrica,
respiração, motivo, semifrase, ritmo inicial, terminação de frase e prosódia
musical.
Acentuação Métrica (dinâmica natural): É a combinação do tempo forte (apoio)
com os tempos fracos do compasso. Não exagerar o tempo forte. O forte deve
ser leve como veludo, a dinâmica (acentuação) não é na cabeça do tempo
(articular o som com leveza e crescer a seguir). Aliviar a sonoridade nos
tempos fracos do compasso.
Não falar, cantar ou tocar soletrado acentuando nota por nota ou sílaba.
Cantar ou tocar com fluidez, de modo mais orgânico. Os músicos precisam
melhorar a qualidade da interpretação pensando em frases, não em notas.
Respiração: É uma pontuação musical ou descanso. É empregada nos finais
de frases (vírgula maior, respiração normal), e semifrases (vírgula menor,
respiração curta), diminuindo-se uma pequena parte da duração do som da
nota anterior à respiração. Pode ser física (interrompendo o som e inspirando
o ar - sopro e canto) ou sonora (apenas interrompendo o som -cordas e
teclados). Cordas e teclados, ao tocarem, deverão também interromper o
som para que haja coincidência nas respirações.
Os Sopros fazem respiração física e/ou sonora nos pontos marcados e
antes ou depois das passagens melódicas com/sem ligadura, nunca no meio
dessas passagens. O controle da respiração diafragmática produz
relaxamento, sonoridade refinada e domínio do fraseado.
Motivo: É um grupo rítmico de tamanho variável, ponto de partida da frase
musical.
Semifrase: É a divisão da frase, combinação de dois ou três motivos.
Ritmo Inicial: É o início da música, e pode ser Tético (em tempo forte),
Anacrúsico (em tempo fraco) ou Acéfalo (com pausa inicial).
Terminação de Frase: É masculina quando termina no tempo forte. É feminina
quando termina no tempo fraco. Considerar a acentuação métrica e a
diminuição gradual do som (intensidade).
Prosódia Musical: É a coincidência da sílaba tônica da palavra com o tempo forte
da música. É o ajuste da palavra à música ou da música à palavra.
b) Andamento: É a indicação de velocidade da música, que é medida pela
quantidade de U.T. por minuto (bpm = batidas por minuto). O Metrônomo é
indispensável no estudo do Andamento.
Nos ensaios, o regente deve estabelecer a velocidade ideal dos hinos,
conferindo pelo metrônomo. Nos cultos, a organista deve executar os hinos
da meia hora na velocidade próxima do mínimo indicado. Dar a introdução
dos hinos na velocidade próxima do máximo indicado, para que quando a
orquestra tocar e cair um pouco o andamento, o hino fica na velocidade

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próxima da média recomendada. Não deve haver diferença entre a


velocidade da introdução e a velocidade da orquestra.
Poco Rall (agógica: variação momentânea de andamento): É uma pequena
redução gradativa do andamento, a partir da letra “p”. Na regência, pode-se
marcar na subdivisão desde o tempo anterior, preparando os músicos para o
poco rall.
c) Dinâmica: É a variação da intensidade dos sons. No hinário 5, a Intensidade
dos sons deve variar do pp (pianíssimo) ao f (forte). Na regência, o gesto
deve indicar corretamente o crescendo e decrescendo, bem como diferenciar
o piano do forte.
d) Articulação (Padrão de Regência: É o modo de pronunciar as notas musicais.
É o tipo de toque, golpe ou efeito, modificando a qualidade do som. É um
recurso próprio de cada instrumento e deve ser equalizada entre os naipes.
Na regência, o gesto deve diferenciar o Non Legato do Legato que é mais
arredondado. No hinário 5, utilizar:
1. Legato (execução ligada): Para hinos de súplica: Veneração, Submissão e
Humildade) e
2. Non Legato (execução não ligada): Para hinos de louvor: Solene,
Majestoso e Júbilo).
Obs: Em qualquer hino, reger as notas longas com gesto de Legato.
Legato: É a forma de articulação em que as notas se emendam dando um
caráter expressivo à música. Os gestos seguem movimentos curvos
semelhantes a arcos, sem interrupção, e com leve semicírculo no apoio dos
tempos. Nesse ligado contínuo, indicar com exatidão no espaço, o lugar de
cada tempo. No legato, usamos como recurso expressivo mais o plano
horizontal que o vertical. Em movimentos lentos, o antebraço faz os gestos
em legato, e os tempos são indicados apenas pela inclinação do pulso.
Non Legato: É a forma de articulação em que as notas são tocadas com
valor integral, mas não ligadas nem tão separadas como no staccato. Por
ter caráter não expressivo, o gesto na regência é com movimento mais do
pulso com pouco reflexo no movimento do antebraço, com o cotovelo
parado, relaxado, não colado ao corpo. Em notas maiores que um tempo,
rege-se com a articulação Legato (gestos mais arredondados).
e) Expressão: É o conjunto das características de uma composição musical que
podem variar de acordo com a interpretação. Inclui variações de andamento,
intensidade e articulação. Varia com a interpretação que depende do caráter da
poesia (Louvor ou Súplica), da forma de articular as notas (Legato ou Non
Legato) e da extensão dinâmica estabelecida para cada hino ( pp ao mf, p ao
f , ou mf ao f ).
f) Solfejo do Poco Rall.: Pode-se mudar a forma do solfejo, marcando na
subdivisão desde o tempo anterior e nota por nota no tempo do rall. para
facilitar a compreensão e alargando o gesto ao longo do rall. a partir da letra p.

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PLANILHA DE ANÁLISE DOS HINOS


Analise o hino: ________

1. Qual é a média das velocidades indicadas? ____________________________________________


2. Qual é a tonalidade e sua relativa? ___________________________________________________
3. Qual é a fórmula do compasso e seu correspondente? ___________________________________
4. Qual é a espécie de compasso? _____________________________________________________
5. Qual é o ritmo inicial da estrofe? E do coro? ___________________________________________
6. Qual é a unidade de tempo (U.T.) ____________________________________________________
7. Qual é a unidade de compasso (U.C.) _________________________________________________
8. Qual é o valor das figuras não pontuadas que aparecem? _________________________________
9. Qual é o valor das figuras pontuadas que aparecem? ____________________________________
10. Qual é a figura da subdivisão? ______________________________________________________
11. Qual é a figura da Bi-subdivisão? Quantas vezes aparece? ________________________________
12. Quais tipos de ligadura aparecem? Quantas vezes? _____________________________________
13. Quais tipos de fermata aparecem? Quantas vezes? ______________________________________
14. Quais tipos de síncopa aparecem? Regular ou Irregular? Quantas vezes? ____________________
15. Quais tipos de ligadura aparecem na voz do soprano? Quantas vezes? ______________________
16. Em quais notas desta escala estão os semitons? ________________________________________
17. Aparece tercina na voz do soprano? Quantas vezes? ____________________________________
18. Há um sinal entre a fórmula de compasso e a nota inicial? Qual é?__________________________
19. Quanto vale a colcheia na tercina de colcheias? ________________________________________
20. Quanto vale a semínima na tercina formada por semínima + colcheia? ______________________
21. Qual é o intervalo inicial da voz do soprano? ___________________________________________
22. Qual é o intervalo entre as vozes no acorde inicial? ______________________________________
23. Em que vozes aparece o legato? Quantas vezes? _______________________________________
24. Em que vozes aparece passagem melódica sem ligadura? Quantas vezes? ___________________
25. Aparece contratempo na voz do soprano? Quantas vezes? _______________________________
26. Qual é a terminação da 1ª semifrase? ________________________________________________
27. Qual é a terminação da 1ª frase? ____________________________________________________
28. Há modulação para o modo menor? Em que sistema? ___________________________________
29. A voz do soprano termina em que grau? ______________________________________________
30. A voz do soprano termina na tônica, mediante ou dominante? ____________________________
31. Que tipo de acidente aparece no decorrer do hino? _____________________________________
32. Nesta escala quais são as notas mediante, dominante e sensível? __________________________
33. Aparece o divisi? Em que vozes? ____________________________________________________
34. Qual é a Expressão, Dinâmica e Articulação do hino? ____________________________________
35. Quantos e quais são os grupos rítmicos diferentes encontrados no hino? ____________________

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APANHADO DE CONCEITOS
1. METODOLOGIA: É o estudo dos métodos de ensino de uma arte ou ciência.
É a forma de conduzir um conjunto de regras para ensino de uma ciência ou
arte. Orienta sobre as etapas a seguir num determinado processo. É a
explicação minuciosa, detalhada, rigorosa e exata de toda ação desenvolvida
no método (caminho) do trabalho de pesquisa.
Método: É a ordem ou sistema que se segue no estudo ou ensino de
qualquer disciplina. É o modo de proceder, a maneira de agir. É o caminho
para se chegar a um fim. É também uma espécie de manual para ajudar os
alunos a aprender a tocar um instrumento musical.
2. PEDAGOGIA: É a ciência que trata da educação e do ensino. É um conjunto
de princípios e métodos de educação e instrução. É a prática de ensinar.
Pedagogo: É aquele que se dedica ao ensino. O educador, o mestre, o
professor. É o responsável pela melhoria do ensino e aprendizagem. Aquele
que é habilitado em educação de crianças, jovens e adultos.
3. DIDÁTICA: É a parte da pedagogia que tem por objetivo colocar em prática os
processos de ensino e aprendizagem. É a técnica e arte de ensinar. Consiste
também em “aprender fazendo” pelo esforço conjunto de professor e aluno. É
a técnica de educar por meio da expressão artística, plástica, dramática,
lúdica, musical etc.
Elementos da ação didática:
a) PROFESSOR: É aquele que ensina uma ciência, uma arte, uma técnica ou
outro conhecimento. Precisa de qualificações acadêmicas e pedagógicas
para conseguir transmitir/ensinar a matéria de estudo da melhor forma
possível ao aluno.
b) ALUNO, DISCÍPULO OU PUPILO: É aquele que recebe formação e
instrução de um ou vários professores para adquirir ou ampliar seus
conhecimentos.
c. DISCIPLINA (MATÉRIA): É qualquer área do conhecimento estudada e
ministrada em ambiente escolar. É também a disposição do aluno em seguir
ensinamentos e regras de comportamento, cultivados por uma escola e por
seus professores. O aluno precisa seguir regras que implicam valores e
formas de conduta vindas somente de seus educadores, pais ou
professores. Aquele que segue uma disciplina é chamado de discípulo.
Filho criado em regime muito autoritário, recebendo severos castigos, não
consegue viver em ambiente democrático, ou seja, numa escola. Filho,
cujos pais lhe dão liberdade excessiva, normalmente é indisciplinado e
cheio de dengos, que não consegue cumprir obrigações rotineiras e sente-
se frustrado quando não é o centro das atenções. O bom desempenho do
aluno na escola depende em grande parte da educação recebida de seus
pais. Por outro lado, o professor deve fazer o que diz e viver os valores que
tenta transmitir ao aluno.
4. FUNÇÃO DO MESTRE: Educar, orientar, conduzir, demonstrar,
acompanhar, ajustar e corrigir. Ao aluno compete estudar e colocar em
prática as orientações.
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5. EMPATIA: Aptidão para se pôr no lugar de outra pessoa, compreender seu


estado de espírito e seu sentimento.
6. O PODER DO ELOGIO: O elogio sincero toca a sensibilidade, cria empatia,
eleva a autoestima, desperta a motivação e melhora a pré-disposição para
o trabalho ou estudo. É uma forma de desinibir, de eliminar o medo e a
insegurança.
7. VOCÊ SABE OUVIR AS PESSOAS?: Saber ouvir é uma forma de aprender,
conhecer ideias brilhantes, estreitar relacionamentos, conquistar amizades,
promover sensação de bem-estar, saber das necessidades dos outros.
Quem não sabe ouvir não lidera, não aprende, não interpreta, não pratica,
não valoriza, não se desenvolve, não multiplica, não reconhece, não elogia
e não recompensa.
8. BOM HUMOR: Com calma, tolerância e resignação devemos sempre
procurar soluções alternativas para transpor os obstáculos e adversidades
do dia-a-dia. A água sempre contorna os obstáculos. A ostra transforma o
grão de areia que a incomoda em uma pérola. O pássaro cantando refaz o
ninho destruído. O sândalo sempre perfuma o machado que o fere. Tudo
isso naturalmente. O amor perdoa, educa, une, supera a razão, traz
equilíbrio, elimina as diferenças. Divirta-se com os desafios. Não se
estresse! Sorria!
9. HUMILDADE: Devemos ter a humildade para reconhecer que nem sempre
sabemos o que devemos saber e que nem sempre somos o que devemos
ser. É dever de todos buscarem o novo e correto, consultar fontes de
verdades para renovar e ajustar o que já se sabe, reprogramar atitudes,
remodelar comportamentos, libertar-se de certos paradigmas e preconceitos
e da aparente certeza de sabedoria, para se viver com o pleno
conhecimento da verdade.
Com fé em Deus, talento, motivação, atitude e treinamento constante,
humildade para reconhecer e corrigir os erros, forte convicção e coragem
para vencer medos, bloqueios e limitações, pode-se conseguir o que parece
ser impossível, o que muitos não conseguem por desistir até mesmo antes
de tentar.
10. A IMPORTÂNCIA DO SORRISO: O sorriso é a porta da comunicação. O
poder do sorriso é grande, e saber sorrir é algo muito importante. O sorriso
traduz um estado de alma; é um convite a entrar na intimidade de alguém.
O sorriso silencioso desvenda delicadamente o interior de quem sorri. É por
isso que o homem é o único animal que sorri; e, como é dotado de
inteligência e vontade, pode sorrir quando tudo vai bem ou sorrir quando as
coisas correm menos bem – tudo se resume na harmonia interior.
O sorriso simpático pode dissipar uma angústia;
O sorriso de aprovação pode estimular um trabalho;
O sorriso sincero e transparente pode criar uma amizade.
Evite sorriso sarcástico, cínico, hipócrita que pode entristecer,
desanimar, humilhar e afastar uma pessoa.
Portanto: Não critique, ajude; não grite, converse; não acuse, ampare;
e não se irrite, sorria.
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