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ROLO COMPACTADOR MULLER

VAP 55 LISO OU PÉ

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Compactador de médio porte, projetado para obter execelentes resultados na


compactação de diferentes materiais em camadas de espessura compatível com sua
capacidade. Compactador versátil, de projeto simples, com grande manobrabilidade para
atuar principalmente em áreas urbanas, onde se necessita manobras em espaços
reduzidos. Oferecido nas versões para solos(VAP 55L e VAP 55P) e versão asfalto(VAP
55A)
DADOS TÉCNICOS
MWM, D-229.4, diesel, aspiração natural, 4 cilindros. Injeção direta.
Motor: Potência........ 83 CV(61 kw) @ 2300 rpm
Torque...........280 Nm @ 1200 rpm

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Hidrostática com bomba e motor de pistões axiais. Circuito independente.
Transmissão: Filtragem de fluxo total na linha de sucção.
Velocidade infinitamente variável de 0 a 12 km/h

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VAP55 L: tambor liso para solos granulares
Versões: VAP55 A: tambor liso para misturas asfálticas
VAP55 P: tambor de patas para solos coesivos e semi-coesivos

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Sistema hidráulico independente. Motor de engrenagens acoplado a um eixo
excêntrico que gira no interior do tambor. Comando duplo possibilita giro do
eixo nos dois sentidos.
Freqüência de Vibração:
VAP 55 L/P.............................1.740 vpm
VAP 55 A...............................2.400 vpm
Amplitude Nominal(mm)
Vibração:
VAP 55 L..................................1,6 / 0,8
VAP 55 P.........................................1,6
VAP 55 A…...............................0,8 / 0,4
Impacto Dinâmico(Kg)
VAP 55 L........................18.500 / 11.500
VAP 55 P....................................19.000
VAP 55 A........................19.000 / 12.000

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Hidróstática , com sistema Hidráulico, com independente. Comando do tipo
Direção:
Orbitrol, aciona um cilindro de dupla ação que atua na articulação do chassi.

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Apresenta três tipos de freios:
Serviço: hidrodinâmico
Freios:
Emergência: hidráulico, atuando no eixo diferencial
Estacionamento: automático com a máquina desligada

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Conjunto perfeitamente balanceado, formado por dois módulos articulados e
Chassi:
oscilantes

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Pneus: VAP55 L/P ...........................14,9 x 28
VAP55A..................................13 x 24

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Peso VAP 55 L...................................6.600
Operacional(K VAP 55 P...................................7.100
g): VAP 55 A…..............................…7.000

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Sistema
12 volts. Alternador de 14 volts e 35 amperes
Elétrico:

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Tanque diesel...................................153
Capacidades(l Tanque hidráulico...............................65
): Sistema de arrefecimento do motor........15
Tanque de água(sistema de aspersão)...405

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Cabine-teto solar-tambores e raspadores avulsos-kit de troca rápida de
Opcionais: cilindros-ROPS-tomadas rápidas de pressão-transmissão com duas
velocidades-sistema de iluminação-tração no tambor

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Comprimento total........................4.566
Dimensôes(m Largura total...............................1.805
m): Altura total.................................2.380
Largura do cilindro........................1.680
O tipo de esforço de compactação aplicado pelo equipamento é um critério importante
para a adequação de um compactador ao serviço e ao material a ser compactado. Os
tipos de esforços de compactação são:
1.COMPRESSÃO: Decorrente de força vertical com mínimas variáveis aplicadas no
material. É representada pela pressão linear de contato(peso x geratriz das rodas).
Exemplo: Rolo Tandem Estático Müller RT 82H.

2.PRESSÃO: Decorrente de forças verticais aliadas a outras variáveis de movimento:


variação da área de contato dos pneus, cargas e velocidade. Exemplo: Rolos de Pneus
Muller AP 26 e AP 30.

3.IMPACTO: Esforço definido como golpe direto no material. Na compactação é


representado pela ação das patas do rolo contra o solo. Exemplo: Rolos Tamping Muller
TC 18 e TC 18L.

4.VIBRAÇÃO: Força vertical aplicada de forma intermitente em freqüências superiores a


1000 vpm, movimentando as partículas/grãos no interior das camadas. Exemplo: Rolos
Vibratórios Muller VAP 70, VAP 55 e VT 8.
Os rolos vibratórios alcançam melhores resultados na compactação quando são
aplicados sobre materiais dominantemente granulares, pois o efeito das vibrações cria
um rápido entrosamento dos grãos desde o fundo da camada para a superfície, obtendo
altas densidades pela redução dos vazios de ar dentro da mistura.

De acordo com o tipo de solo e a espessura da camada, o número de impactos por ponto
tocado deve ser de maior ou de menor intensidade. Para situações mais difíceis(início da
compactação) não deve ser utilizado esforço superficial, pois poderiam surgir “lâminas”
que se refletiriam em densificação irregular. Quando porém em camadas de menor
espessura, o esforço não deve ser o concentrado pois fatalmente ocorreriam rebotes do
solo, “devolvendo” ao rolo seu próprio esforço.

Na progressão da compactação, principalmente quando se visa os 100% do PM(Proctor


Modificado), a adequação do esforço vai se tornando tão necessária ao ponto de ter que
retirar o rolo do serviço após algumas passadas, caso não haja tal adequação. Para
compensar qualquer rejeição do solo, os vibratórios oferecem opções de mudar o tipo e o
efeito do golpe indireto.

Estes recursos dos equipamentos se relacionam com a amplitude/impacto dinâmico e


velocidade de deslocamento, que em conjunto podem concentrar ou dissipar o efeito dos
golpes no interior da camada a ser compactada.
01) Até 1984, os rolamentos dos tambores, tanto os de vibração, como os de rolagem,
eram lubrificados com graxa.
Lubrificação de 20 em 20 horas. Troca da graxa a cada 250hs. Graxa utilizada:Litholine
EP2(Atlantic ou equivalente)
- Válidos para séries:
VAP70.52.00.272
VAP70PT.54.00.101
VAP55.56.00.101
VAP72.53.00.107
02) Após esta data e até hoje, os rolamentos de vibração e o rolamento da suspensão,
lado esquerdo (lado do motor de vibração), são lubrificados por óleo ( somente utilizar o
Shel Omala 100) e o rolamento do lado direito é lubrificado por graxa,. Esta graxa é
colocada na montagem do tambor vibratório, não sendo necessário repô-la, pois trata-se
de lubrificação permanente. A reposição somente deverá ser feita, caso haja vazamento,
ou troca de rolamento

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