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Uso fototerapia e LED de

baixa potência na estética

Utilização da Luz para fins terapêuticos


A utilização da luz, com efeitos terapêuticos, já existe desde os primórdios da
civilização. Por exemplo, no ano 1400 A.C., existem registos de que os hindus
associavam os banhos de Sol com plantas medicinais para tratar o vitiligo.
Contudo, foi a partir de 1903, quando Niels Finsen recebeu o Prêmio Nobel
pela utilização da radiação U.V. para o tratamento do lúpus vulgar que a
fototerapia começou de fato, a ser estudada e aplicada no tratamento de várias
dermatoses. Atualmente, com a evolução da Medicina e da Tecnologia,
verifica-se o crescimento do uso do LED e do LASER de baixa potência em
tratamentos estéticos.

O que é LED e LASER?


A luz pode ser descrita como uma emissão eletromagnética. Essas emissões
são, comumente, conhecidas como radiações ou ondas eletromagnéticas, e
podem ser classificadas de acordo com o seu comprimento de onda.
A Fototerapia é um processo que modifica a atividade celular usando uma fonte
de luz não agressiva. O uso do LASER e do LED são, neste momento, duas
das formas de tratamento mais eficazes na estética.

A Fototerapia combinada com outros tratamentos, torna-se ainda mais eficaz.

A palavra LASER vem da sigla inglesa “Light Amplification


by Stimulated Emission of Radiation”, ou seja, amplificação da luz por emissão
estimulada da radiação. Em outras palavras, o laser é uma radiação
eletromagnética não ionizante e pode ser visível ou invisível. Dependendo dos
efeitos pretendidos, o laser pode ser de alta ou baixa potência.

LED é o acrônimo de “Light Emiting Diode” (diodo emissor de luz). Ao contrário


do laser, o LED não é monocromático, e os seus comprimentos de onda são
mais baixos que no laser. Neste caso, a luz é emitida através de uma fonte
elétrica, denominando-se eletroluminescência.
Nos programas de Fototerapia, utiliza-se o LED azul e âmbar, cujos
comprimentos de onda são, respetivamente, 470nm e 590nm; e o LASER
vermelho (660nm) e infravermelho (808nm). Ambos se encontram na faixa de
espectro eletromagnética conhecida como safe-band, ou seja, não apresenta
riscos de alteração genética para a pessoa submetida a esta radiação. Além
disso, as técnicas utilizadas não são invasivas, isto é, não provocam danos, e
podem ser utilizadas em todos os tipos de pele.
 

Indicações e Resultados
Como foi esclarecido anteriormente, a Fototerapia utiliza equipamentos LED e
de LASER de baixa potência, para a realização de tratamentos estéticos não
invasivos. Como o LED e o laser se complementam nos seus efeitos, eles
podem ser utilizados em conjunto ou isoladamente, dependendo do resultado
pretendido.

A Fototerapia é indicada em:

 Acne em qualquer grau;

 Hidratação dos tecidos faciais;

 Manchas provocadas por radiação solar, gravidez e contracepção;

 Marcas de expressão;

 Iluminação Facial (efeito Cinderela);


 Alopecia (tratamentos capilares);

 Gordura localizada;

 Micropigmentação;

 Terapia anti-aging;

 Revitalização cutânea;

 Clareamento periocular (olheiras);

 Estrias;

 Pré e pós operatório.

Contraindicações
Como qualquer procedimento estético, esta terapia também tem contra
indicações.

É, então, contraindicado em:

 Grávidas e mães no período de amamentação;

 Pessoas com câncer de pele na região irradiada;

 Portadores de glaucoma e cataratas.

Como tal, dependendo do resultado pretendido, e da fonte de luz utilizada (LED


e/ou laser), poderá obter uma pele mais hidratada; aumentar a sua elasticidade
cutânea; obter mais brilho; reduzir a inflamação; aumentar a produção do
colágeno, e, consequentemente, rejuvenescer a sua pele; melhorar a
circulação e eliminar as toxinas de forma mais eficaz; e reduzir dor e edemas
(inchaço).

Com a utilização do LED e do laser, em conjunto ou isoladamente, na


Fototerapia, tem a oportunidade de tratar diversas alterações cutâneas de
forma indolor, não invasiva e com resultados rápidos.

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