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COLÉGIO CURSO MOVA – QUEIMADOS

TURMA: TE-14
ALUNO: GABRIEL VICTOR MENEZES JESUS DA SILVA

TRABALHO DE FUNDAMENTOS DA SAÚDE


PROF: THALES BRANDI

POLÍTICA DE SAÚDE MENTAL

A legislação atual está pautada na concessão de valores para que os pacientes


psiquiátricos recebam tratamento em uma ala específica dos hospitais gerais. No
entanto, a verba destinada aos hospitais não garantem a assistência necessária ao
doente.
Assim, é urgente a necessidade de reformulação de políticas públicas que
viabilizem condições e critérios para a promoção da saúde mental. É preciso
estabelecer ações com viabilidade prática para transformar a atual conjuntura que
envolve a realidade dos tratamentos de problemas mentais no país.
A inexistência de um sistema que respeite e garanta os direitos civis e
socioeconômicos contribui para o agravamento das doenças mentais e eleva o
percentual de indivíduos sem a devida assistência.
Com um sistema falho, muitos pacientes que poderiam ser recuperados evoluem
para quadros mais graves. Representam, assim, um crescente ônus financeiro aos
cofres públicos devido à incapacidade mental e física, medicamentos de alto custo e
aposentadoria precoce.
Porém, o maior prejuízo resulta da não garantia do cumprimento de seus direitos
fundamentais: coloca em xeque a dignidade humana, acentua o sofrimento deles e
reduz cada vez mais as chances de reintegração social.

AÇÕES:
A inclusão das ações de saúde mental no contexto do Sistema Único de Saúde
(SUS) contribuiu para a consolidação da Reforma Psiquiátrica Brasileira bem
como demanda a reorientação da prática das equipes de saúde da família junto aos
usuários com necessidades do campo da saúde mental. Este estudo tem por
objetivo identificar e analisar na produção científica as ações realizadas pelos
profissionais da equipe de saúde da família na atenção à saúde mental. Mediante
análise sistemática emergiram os seguintes temas: visita domiciliar ao doente
mental e seus familiares; vínculo e acolhimento; encaminhamento; oficinas
terapêuticas. Concluiu-se que as ações de saúde mental desenvolvidas na atenção
básica não apresentam uniformidade em sua execução e ficam na dependência do
profissional ou da decisão política do gestor indicando que os profissionais devem
apropriar-se de novas práticas para desenvolverem uma assitência integral e,
portanto, há necessidade de investimentos para qualificação dos profissionais.
OBJETIVOS:
objetivo é oferecer atendimento à população, realizar o acompanhamento clínico e
a reinserção social dos usuários pelo acesso ao trabalho, lazer, exercício dos
direitos civis e fortalecimento dos laços familiares e comunitários.

PÚBLICO ALVO :

Além de atender pessoas com transtornos mentais, estes espaços acolhem usuários
de álcool, crack e outras drogas e estão espalhados pelo país, modificando a
estrutura da assistência à saúde mental. E vêm substituindo progressivamente o
modelo hospitalocêntrico e manicomial, de características excludentes, opressivas e
reducionistas (leia mais no artigo Desafios da reforma psiquiátrica no Brasil, de
Benilton Bezarra Jr.), na tentativa de construir um sistema de assistência
orientado pelos princípios fundamentais do SUS (universalidade, equidade e
integralidade).
Esta forma de atendimento é fruto de um longo processo de luta social que
culminou com a Reforma psiquiátrica, em 2001. Sua principal bandeira está na
mudança do modelo de tratamento: no lugar do isolamento, o convívio com a
família e a comunidade.

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