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Fluxo de Calor

Curso Técnico em Química

Prof. Fábio Lima

1
Definições iniciais
Energia (uma definição):
“Capacidade de realizar trabalho”.

Formas de energia:
- Cinética (movim. macroscópico, térmica etc)
- Potencial (elétrica, gravitacional, elástica etc)

Matéria:
“Tudo que tem massa e ocupa lugar no espaço.”

Principais estados da matéria:


Sólido, Líquido e gasoso.
(http://www.materiaprima.pro.br/estados/Estados.htm)

2
Principais Estados da Matéria

Sólido Líquido Gás


• Forma rígida; • Forma indefinida; • Forma indefinida;
• Arranjo compacto, • Arranjo desordenado;
• Arranjo totalmente
ordenado;
• Volume definido; desordenado;
• Volume definido;
• Partículas movem-se • Volume indefinido;
• Movimento umas entre as outras. • Partículas livres para
molecular restrito.
se moverem.

Aquece Aquece
     
   
Re sfria Re sfria

3
Temperatura: Noção intuitiva

Grandeza física que indica o estado (grau de agitação)


das partículas de um corpo, caracterizando o seu
estado térmico.

T1 > T2 T1 > Teq > T2

T1 T2 T T

contato

4
Calor e sua propagação

Calor (uma definição):


“Calor é a energia térmica em trânsito, devido a uma
diferença de temperatura entre os corpos”.

Há transferência líquida de calor, espontaneamente,


do corpo mais quente para o corpo mais frio.
5
Unidades de
caloria – cal
medida de calor
Joule – J
British thermal unit – Btu

O Btu é a quantidade de calor pra elevar 1 lb


de água de 63°F para 64°F.
Joule - unidade adotada pelo SI para energia.

A caloria é definida como a


quantidade de calor necessária
para se elevar de 14,5°C para
15,5°C uma quantidade de 1g
de água.

6
Convenção para a Troca de calor

calor recebido
Q>0

Q<0 calor retirado

7
Troca de Calor
Corpos em desequilíbrio térmico trocam calor para
alcançar o equilíbrio.

Em um sistema isolado, a quantidade total de calor


trocado entre os corpos é nula, ou seja, o calor total
recebido pelos corpos mais frios é igual ao calor total
retirado dos corpos mais quentes.

Q1 + Q2 + Q3 + ... + Qn = 0
8
 Termodinâmica:
Estuda as interações (trocas de energia) entre um
sistema e suas vizinhanças.

 Transferência de calor:
Indica como ocorre e qual a velocidade com que o calor é
transportado.

9
O que ocorre com a temperatura de
um corpo quando se transfere calor a
ele??

A temperatura pode
aumentar ou não.

10
Calor sensível
Quando o calor é utilizado pela substância apenas para
variar sua temperatura, sem alterar seu estado físico.

Ex.: aquecimento da água numa panela antes da fervura.

Q = C DT = m c DT

Q = quantidade de calor trocado [J, cal, kcal, BTU etc];


C = capacidade calorífica do corpo [J/ºC];
m = massa do corpo [g, kg];
c = calor específico da substância [J/(kg ºC)];
DT = variação da temperatura (Tfinal - Tinicial) [K, ºC].

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Calor específico e capacidade calorífica

H2O Barra de Calores específicos


ferro (a 25ºC e 1 atm) [J/(kg ºC]:
H2O = 4200; Gelo (0ºC) =2040
Etanol = 2400; Alumínio = 900;
Cobre = 390; Latão = 380;
Ferro = 450; Vidro = 840.

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Valores de c (25ºC e 1 atm)
Calor Específico Calor Específico Molar
Substância cal/(g.K) J/(kg.K) J/(mol.K)
Sólidos Elementares
Chumbo 0,0305 128 26,5
Tungstênio 0,0321 134 24,8
Prata 0,0564 236 25,5
Cobre 0,0923 386 24,5
Alumínio 0,215 900 24,4

Outros Sólidos
Latão 0,092 380
Granito 0,19 790
Vidro 0,20 840
Gelo (-10°C) 0,530 2.220

Líquidos
Mercúrio 0,033 140
Álcool etílico 0,58 2.430
Água do mar 0,93 3.900
Água doce 1,00 4.190
Fonte: Halliday

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Calor específico para gases

 Calor sensível a pressão constante:


∆H = Qp = m cp (Tfinal – Tinicial)

- cp é o calor específico do material a pressão constante;


- ∆H variação de entalpia do corpo (J, kcal etc.).

 Calor sensível a volume constante:


∆U = Qv = m cv (Tfinal – Tinicial)

- cv é o calor específico do material a volume constante;


- ∆U variação de energia interna do corpo (J, kcal etc.).

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Calor Latente
Quando o calor trocado é utilizado pela substância para
mudar de estado físico, sem variação de temperatura e
sob pressão constante, ele é chamado de calor latente.

Ex.: fornecimento de calor à água fervente.

VAPORIZAÇÃO

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Mudança de fase

O calor latente de mudança de estado pode ser:

endotérmico (Q > 0): As transformações de fusão,


vaporização e sublimação são endotérmicas pois a
matéria precisa absorver calor.

exotérmico (Q < 0): As transformações de liquefação,


solidificação e sublimação inversa são exotérmicas,
pois a matéria precisa liberar calor.

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Cálculo da troca de calor latente

Q=mL
- Q (J) quantidade de calor trocado;
- L (J/kg) calor latente da transformação física;
- m (kg) a massa que mudou de estado físico.

Como a pressão é constante:


Q = ∆H → L = h
- ∆H variação de entalpia da transformação física (J);
- h entalpia específica da transformação física (J/kg).

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Qual a velocidade de uma Troca de
Calor?
Velocidade  Fluxo de calor

T 1 > T2

• Quantidade de calor que atravessauma área A Q


q= =
Intervalo de tempo Dt

No SI, o fluxo de calor é dado em J/s ou Watt.


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Temperatura (uma definição):

“Grandeza física que indica a direção e permite o


cálculo da intensidade do fluxo de calor trocado entre
dois corpos”.

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Processos de Transferência de Calor
 Condução
 Convecção
 Radiação térmica

Condução Convecção Radiação térmica


20
Condução
Transferência de energia de
partículas mais energéticas para
partículas menos energéticas por
contato direto.

Necessita obrigatoriamente de
meio material para se propagar.
Fonte:
www.terra.com.br/fisicanet

Característico de meios
estacionários.

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Condução de Calor

22
Condução

Calor

Condução de calor ao longo de uma barra.

T1 > T2

Condução de calor ao longo de gás confinado.


A transmissão de calor ocorre, partícula a partícula,
somente através da agitação molecular e dos choques
entre as moléculas do meio.
23
Condução de Calor

Condutividade Térmica
do material [W/mK]

Fluxo de Calor

24
Lei de Fourier

25
Condutividade Térmica , k [W/m.K]

26
Termo Transiente,
Equação geral do Calor armazenamento de energia

Geração interna de calor


Termo de condução na direção x

Em regime Permanente

Em regime Permanente e sem geração

27
Equação geral do Calor

Difusividade Térmica, α [m2/s]


Mede a capacidade do material conduzir a energia térmica em
relação a sua capacidade de armazená-la.

Capacidade calorífica volumétrica - mede


a capacidade de um material armazenar energia
na forma de calor.
28
Equação geral do Calor

Difusividade Térmica, α [m2/s]


Mede a capacidade do material conduzir a energia térmica em
relação a sua capacidade de armazená-la.

Capacidade calorífica volumétrica - mede


a capacidade de um material armazenar energia
na forma de calor.
29
Condições Iniciais e de Contorno
Temperatura constante na superfície

Fluxo de calor constante na superfície


Fluxo de calor finito

30
Condições Iniciais e de Contorno
Superfície adiabática ou isolada

Condição de Convecção na
Superfície

31
Condução de Calor

Condutividade Térmica
do material [W/mK]

Fluxo de Calor

32
Lei de Fourier

33
Condutividade Térmica , k [W/m.K]

34
Termo Transiente,
Equação geral do Calor armazenamento de energia

Geração interna de calor


Termo de condução na direção x

Em regime Permanente

Em regime Permanente e sem geração

35
Equação geral do Calor

Difusividade Térmica, α [m2/s]


Mede a capacidade do material conduzir a energia térmica em
relação a sua capacidade de armazená-la.

Capacidade calorífica volumétrica - mede


a capacidade de um material armazenar energia
na forma de calor.
36
Equação geral do Calor

Difusividade Térmica, α [m2/s]


Mede a capacidade do material conduzir a energia térmica em
relação a sua capacidade de armazená-la.

Capacidade calorífica volumétrica - mede


a capacidade de um material armazenar energia
na forma de calor.
37
Condições Iniciais e de Contorno
Temperatura constante na superfície

Fluxo de calor constante na superfície


Fluxo de calor finito

38
Condições Iniciais e de Contorno
Superfície adiabática ou isolada

Condição de Convecção na
Superfície

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Fluxo de Calor na Condução

 “Lei de Fourier”:

• A  (T1  T2 )
qcond =k
L

k é a condutividade térmica [W/(m ºC)]


k (Fe a 300K) = 80,2 W/(m ºC)
k (água a 300K) = 5,9 x 10-1 W/(m ºC)
k (ar a 300K) = 2,6 x 10-2 W/(m ºC)

40
Condutividade Térmica de diversas substâncias

41
Condução - Aplicações e conseqüências

 Conforto térmico corporal;

 Seleção de materiais para empregos específicos na


indústria (condutores e isolantes).

Por que os iglus são


feitos de gelo?

k (gelo a 0ºC) = 1,88 W/(m ºC)

42 cp (gelo a 0ºC) = 2040 J/(kg ºC)


Convecção

Transmissão através da agitação


molecular e do movimento do
próprio meio ou de partes deste
meio;

Movimento de partículas mais


energéticas por entre partículas
menos energéticas;

É o transporte de calor típico dos


meios fluidos. Fonte: www.achillesmaciel.hpg.ig.com.br

43
Convecção natural e forçada
Na convecção natural, ou livre, o escoamento do
fluido é induzido por forças de empuxo, que vem de
diferenças de densidade causadas por variação de
temperatura do fluido.
Transporte natural de fluidos

Convecção natural
44
Convecção natural e forçada

Na convecção forçada o fluido é forçado a circular


sobre a superfície por meios externos, como uma
bomba, um ventilador, ventos atmosféricos.

Transporte forçado
de fluidos

Convecção forçada

45
Fluxo de Calor na Convecção
 “Lei de Newton do Resfriamento”:

qconv = h  A  (Ts  T )

Área A

- h é o coeficiente de transferência convectiva


de calor ou coeficiente de película [W/(m2 ºC)]
46
Coeficiente de transferência
de calor por convecção - h

Processo h [W/(m2 K)]


Convecção natural
Gases 2 – 25
Líquidos 50 – 1.000

Convecção forçada
Gases 25 – 250
Líquidos 50 – 20.000

Convecção com mudança de fase


Ebulição ou condensação 2.500 – 100.000
Fonte: Incropera

47
Convecção - Aplicações e conseqüências

• Conforto ambiental;
• Refrigeração de circuitos elétricos.

48
Irradiação ou radiação térmica

- Toda a matéria que se encontra a uma temperatura


acima do Zero Absoluto (0 K) irradia energia térmica.

- Não necessita de meio material para ocorrer,


pois a energia é transportada por meio de ondas
eletromagnéticas.

- É mais eficiente quando ocorre no vácuo.

49
Radiação Térmica ou Irradiação

50
Ondas eletromagnéticas

51
Transmissão de calor por Radiação

Q a + Qr + Q t = Qi a +r + t =1
Qa Qr Qt
a= (absorvidade) r= (refletividade) t= (transmissividade)
Qi Qi Qi

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Modelos adotados na radiação térmica
Reflexão
• O refletor perfeito (espelho ideal), r = 1.

Absorção
• Um corpo negro (absorvedor perfeito), a = 1.
• Um corpo cinzento, a < 1.

Transmissão
• Um corpo transparente, t ≠ 0 (zero).
• Um corpo opaco, t = 0 (zero).

a+r + t =1
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Transmissão de calor por Radiação

Lei dos Intercâmbios: Todo bom absorvedor é um bom


emissor de radiação térmica e todo bom refletor é um
mau emissor de radiação térmica.

Corpo negro é também o emissor ideal de


radiação térmica (radiador ideal)!!!!

Corpos Escuros: bons absorvedores e emissores de


radiação térmica. Ex.: fuligem (a =  = 0,94).
Corpos claros e polidos: maus absorvedores e emissores
de radiação térmica. Ex.: prata polida (a =  = 0,02).
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Fluxo de calor na Radiação
“Lei de Stefan-Boltzmann”:
• 
 qrad 
E (corpo negro) =   =   T 4
(corpo negro)
 A 
 máxima
• 
 qrad 
E=  =     T 4
(corpos reais)
 A 
 
E – Poder emissivo [W/m2];
 – emissividade (0 ≤  ≤ 1);
σ – Constante de Stefan-Boltzmann [5,7 x 10-8 W/(m2 K4)];
T – Temperatura absoluta do corpo (K).
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Fluxo de calor transferido por
radiação
Para a troca de calor por radiação entre duas superfícies,
uma dentro da outra, separadas por um gás que não
interfere na transferência por radiação:

• 
 qrad 
  =    
 T 4
Superfície  T 4
vizinhança 
 A 
 
Tsuperfície – Temperatura absoluta da superfície menor,
suposta mais quente;
Tvizinhança – Temperatura absoluta da superfície maior,
suposta mais fria.
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Radiação Térmica - Aplicações

• Fonte alternativa de energia;


• Previsões meteorológicas baseiam-se nas
emissões de infra-vermelho provenientes da terra.

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Processos de Transferência de Calor

Os diferentes mecanismos de
troca térmica ocorrem
simultaneamente nas mais
diversas situações.

Trocador de Calor

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Resistência térmica

Condução Convecção
DT DT DT
q = k  A =
L
q = h  A  DT =
L 1
kA h A
DT
=
q onde, DT é o potencial térmico e
R
R é a resistência térmica do sistema
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Mecanismos Combinados de
transferência de calor

q
(T1  T2 ) =
h1. A
q.L
(T2  T3 ) =
k. A
q
(T3  T4 ) =
h2 . A
 1 L 1 
T1  T2 + T2  T3 + T3  T4 = q. + + 
 1
h . A k . A h2 . A 

T T T T DT total
q= 1 4 = 1 4  q=
1
+
L
+
1 R +R +R Rt
1 2 3
h .A k.A h .A
1 2

60
Mecanismos Combinados de transferência de
calor

q=
DT total =
T1  T5
=
T1  T5
Rt Ri + Rref + Riso + Re 1 L
+ 1 + 2 +
L 1
hi . A k1. A k 2 . A he . A

61
Aletas

62
DEFINIÇÃO
 Quando se quer resfriar ou aquecer um fluido, o modo
mais freqüente é fazê-lo trocar calor com outro fluido,
separados ambos por uma parede sólida de resistência
baixa (metal de pequena espessura). Então, como
exemplo, analisemos a transferência calor entre dois
fluidos separados por uma parede cilíndrica. O fluxo de
calor entre eles pode ser calculado assim :

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ALETAS
 Aumento da taxa de transferência de calor pelo aumento
da área de troca de calor

 Aleta tipo pino Aleta tipo retangular


ALETAS: COMO FUNCIONAM?
 O calor é transportado da base (ou para a base) por
meio da condução térmica e adicionado (ou
removido) ao ambiente externo pela convecção
térmica.
Convecção Convecção
Temp. Ambiente ( T ) Temp. Ambiente ( T )

Base aleta T0
Base aleta T0

Condução Condução
T
T0

T
T0

Distribuição temp. Aleta Distribuição temp. Aleta


Transferência de Calor em Superfícies Estendidas

Uso de aletas para melhorar a transferência de calor em uma parede plana


(a) Superfície sem aletas (b) Superfície aletada
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Condutividades térmicas:
(kcal/s)/ (oC m)

Alumínio 4,9  10-2


Cobre 9,2  10-2
Aço 1,1  10-2
Ar 5,7  10-6
Gelo 4  10-4
Madeira 2  10-5
Vidro 2  10-4
Amianto 2  10-5

1 kcal = 4184 J
Transferência de Calor em Superfícies Estendidas

• Aplicação principal:
Aumentar a taxa de transferência de calor entre um sólido e
um fluido adjacente através do aumento da área da superfície
onde ocorre a convecção.

• Exemplos de aplicação
- Cabeçotes de motocicletas
- Condensadores e evaporadores
- Radiador de carro
- Dissipador de calor de processador de computador
- ...........

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Termossifão

Ventoinha Cabeçote

Bloco

Cárter

Radiador
Circulação forçada

 Usa bomba centrífuga que promove a circulação forçada do


meio arrefecedor;
 Possui válvula termostática entre o cabeçote do motor e o
radiador para o controle da temperatura;
 A quantidade de água do sistema pode ser reduzida
consideravelmente, pois neste sistema a água está sob pressão
e circula com maior velocidade que no termossifão
Circulação forçada

Depósito superior

Válvula termostática

Camisa
d`água

Depósito Bomba
inferior d`água
Circulação forçada

1- Radiador 4- Ventilador
2- Bomba d´água 5- Termostato
3- Galerias 6- Indicador de temperatura
Radiador
 Trocador de calor entre a água e o ar.
Válvula termostática
 Controla a temperatura através do fluxo de água do
motor para o radiador.
Fluxo da água no sistema de arrefecimento de
circulação forçada ar-água

MOTOR QUENTE T>70-80OC


DEPÓSITO VÁLVULA TERMOSTÁTICA ABERTA
SUPERIOR

BLOCO
DO MOTOR
TROCADOR MOTOR FRIO
COLMÉIA DE T<70-80OC
CALOR VÁLVULA
Ar TERMOSTÁTICA
FECHADA

DEPÓSITO BOMBA
INFERIOR D’ÁGUA
Sistema ar-água de circulação
forçada
 Usado nos tratores agrícolas

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