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TÁCTICA DE MEIOS RADIOTÊCNICOS I

(TMRT I)

Docente: Coronel – Rosário

Nampula – 2015

I. Introdução

Táctica é a teoria e prática de preparação e condução de combate das subunidades, unidades e


combinação de forças de diferentes tipos de forças armadas, tipo de tropas e forças especiais.

Ela subdivide-se em:

 Táctica geral
 Táctica de outros tipos de forças armadas, tipo de tropas e tropas especiais.

Tropa da Radiotécnica (TRT) – É um tipo de tropa que conduz ininterruptamente o controle do


espaço aéreo, através do reconhecimento por Radiolocalização (r-loc) de meios de agressão do
inimigo em voo e entrega de informação de Radiolocalização para tomada de decisão das acções
combativas das Tropas de Foguetes Anti-aéreos (TFAA)e aviação de caça da defesa anti-aérea
(DAA) (também ajuda na navegação da aviação das nossas tropas).

Defesa Anti-Aérea (DAA) – É um conjunto de actividades e acções combativas em rechaçar


incursões aéreas inimigas e defesa de agrupamento de forças militares, zonas industriais, centros
políticos – administrativos de golpes através do ar.

Esta missão é assegurada através das seguintes forças:

o Tropa da Defesa Anti -Aérea (TDAA)


o Aviação de caça da DAA
o Meios Antí –Aéreosdas Forças Terrestres
o Meios Antí – Aéreos da Marinha de Guerra

Tropa da Defesa Anti- Aérea

(TDAA)

1. Missão das TDAA: Defesa de centros político-administrativos, defesa de agrupamentos de


unidades militares e outros; defesa de objectos importantes que constituem a base económica e
militar da potência do país; golpes aéreos do inimigo de forma independente assim como em
cooperação com outras forças militardes.

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2. Composição

2.1 Estrutura da Tropas da DAA

 Tropa de Mísseis (Foguetes) Antí - Aéreos (TFAA)


 Tropa da Radiotécnica (TRT)
 Tropa de Artilharia Antí – Aérea (TAAA)
 Unidades especiais (técnica – auto, logística, NBQ, comunicações entre outras).

2.2 Tropa de Mísseis (Foguetes) Antí – Aéreos – É a principal unidadedas tropas da DAA em
cooperação com aviação de caça tem a missão de não permitir golpes do inimigo aéreo em
objectos principais do país e agrupamentos de unidades militares.

3. Missão da Aviação de Caça da Força Aérea – Destina –se a destruição ou aniquilamento no


ar de aparelhos voadores pilotados e não pilotados do inimigo aéreo, pode também ser utilizado
para golpear alvos terrestres (acima da superfície do mar) e condução de reconhecimento aéreo.

4. Aviação da DAA – Faz cobertura a importantes direcções, regiões e objectos de golpes aéreos
do inimigo.

É parte integrante da aviação de caca munido de meios da DAA e está capacitado de conduzir
combates aéreostanto a longa assim como a próximas distâncias.

Tem como missão:Autónoma de destruir aparelhos letais pilotados e não pilotadosdo inimigo,
também pode ser utilizado para destruição de alvos terrestres e realizar reconhecimento aéreo e
em cooperação com a TFAA faz cobertura adirecção principal, região e objectos de golpes do
inimigo aéreo nas grandes e pequenas distâncias aos alvos de pequena dimensão, em todo
diapasão de altura e velocidade e em qualquer condição meteorológica.

Aviação de caça da DAA – Está capacitada de cumprir missões combativas de dia ou de noite,
em simples e difíceis condições meteorológicas, por ausência ou presença de visibilidade,
isolado ou em grupo, independente ou conduzido do Posto Comando (PC).

Conduzidos do PC aviões de caça DAA constituem parte integrante do complexo de mísseis da


aviação.

No complexo de mísseis excepto aviação de caça incluem estacões de Radiolocalização, sistema


de condução (orientação) e estacões de transmissão de comando que emconsiderável grau eleva a
sua efectividade combativa.

Nos sistemas automáticos de direcção (ACУ) ocorre tratamento automatizado de informação de


Radiolocalização sobre os alvos e seus caças, formação da trajectória de voo do próprio caça e o
ponto de intercepção.

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Elevadas características tácticas da aviação moderna dos caças da DAA, em primeiro lugar e a
distância dos seus voos e grande capacidade de colher informações de Radiolocalização de
bordo, permitem aos cacas por necessidade cumprir missões combativas independentes fora do
campo de Radiolocalização e sem condução do PC.

Para aviação de caça de acção longa e acção autónomas e semi – autónomas apresentam –se
fundamentais.

Para cumprimento de missões combativas com sucessos e efectividade os caças devem possuir
algumas propriedades:

a) Diapasão de altura e velocidade de voo

Representam uma característica muito importante e determina a possibilidade de intercepção


deste ou daquele alvo. Da proporção de velocidade do caça e o alvo interceptado em
considerável grau depende da posição da linha de intercepção. Supremacia na velocidade garante
ao caça vantagem no combate aéreo, mas velocidade bastante pequena permite conduzir
intercepção dos alvos de pequena velocidade e eleva a possibilidade de manobras no combate.

b) Altura máxima possível

Altura máxima possível na qual o caça pode cumprir a missão combativa (tecto combativo)
depende da carga específica nas asas e peso do armamento. Caças modernos da DAA alcançam
altura máxima no regime de combustão (maior aceleração) do funcionamento do motor.

c) Altura mínima de voo

Determina – se através das condições de emprego combativo e voo em segurança

d) Manobra do caça

Caracteriza – se pela grandeza (valor) da sobrecarga a qual pode ser criada pelo seu movimento
curvilíneo em diferentes velocidades e alturas de voo.

Capacidade máxima de sobrecarga está limitado pelas características aerodinâmicas, peso


armamento, solidez do avião e possibilidades fisiológicas da tripulação.

Manobrabilidade possui maior significado para caças da DAA, destinado a condução de


manobras próximas de combate aéreo.

Para cacas de acção longa, ela representa menos importante índice, por isso como regra mais
baixo.

Devido a diminuição de manobrabilidade alcança – se ou aumenta –se distância de voo destes


caças.

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e) Distância e duração do voo

Determina – se através das qualidades aerodinâmicas do avião, motor económico e reserva de


combustível.

Para se alcançar longas distâncias e duração do voo aos caças de longa duração, estas
caracterizam –se em detrimento de outros indicadores por ex: (manobrabilidade), habitualmente
sucedem consideravelmente do que nos cacas de emprego geral.

Para a maioria dos caças modernos da DAA distância máxima e duração de voo alcançam –se
nas alturas de (9.000 : 12000 metros) e até a velocidade de som do voo.

f) Características na descolagem e aterragem

Determinam – se por um lado, o grau de complexidade de pilotagem dos caças, por outro a
possibilidade de instalação de suas bases nos aeródromos de diferentes classes. Caças modernos
da DAA possuem relativamente grandes massas nas descolagens eaterragens. Para eles são
necessários aeródromos com cobertura artificial e com relativa dimensão de faixa descolagem e
aterragem.

g) Características do sistema de armamento

No sistema de armamento dos caças daDAA engloba:

 Estacão de mira de bordo – Destinada a observação e identificação dos alvos,


abastecimento e retirada do caça da posição para o disparo contra os alvos através dos
canhões ou mísseis (em geral dirigíveis).

h) Equipamento dos caças da DAA

Garantem o cumprimento com sucesso das missões combativas em diferentes condições tácticas
e situações meteorológicas, em qualquer hora do dia, nas nuvens e fora delas, em todos diapasões
de altura e velocidade de voo.

O equipamento engloba:

 Sistema de navegação de pilotagem


 Sistema de abastecimento
 Sistema de equipamento de emergência

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II. Bases de uso combativo da aviação de caça da DAA

1. Táctica básica de combate aéreo dos caças

Combate aéreo – É o combate arma dono ar de aviões isolados ou em grupo (sub – unidades,
unidades), de manobras combinadas e fogo para o aniquilamento do inimigo ou rechaçar o seu
ataque.

Combate aéreo representa o principal tipo de acções combativas dos caças da DAA.

Ele é conduzido com objectivo decisivo de destruir o inimigo aéreo ou infligir a ele tal derrota, o
qual deve força – lo ao não cumprimento da missão combativa.

Combate aéreo tem início depois da detecção do alvo aéreo do, com ajuda de meios de
Radiolocalização a bordo ou visualmente.

Para se alcançar pelos caças vitórias(sucessos) nos combates aéreos é necessário que se
observem as seguintes condições principais:

 Carácter ofensivo das acções no decorrer de todo combate;


 Impetuosidade (extrema vivacidade) na aproximação, carácter súbito e factor surpresa no
ataque;
 Emprego de habilidade de manobras no combate;
 Capacidade de destruir o inimigo no ataque;
 Emprego de meios tácticos, tendo em conta o lado forte e fraco do seu caça e do avião do
inimigo;
 Coordenação e combinação das acções previstas no plano dos caças isolados e ou em
grupo das diferentes designações tácticas.

No processo de condução de combates aéreos para intercepção e retenção por iniciativa do caça
executa manobras combativas e empregam meios tácticos.

Manobras combativas – Chamam – se a deslocação dos caças (grupo) no espaço aéreo para
ocupação (conquista) de posição táctica vantajosa ou para alcançar, e conservar entre os caças
cooperação ou interacção.

Meios (Acção) tácticas – Chamam – se as acções da tripulação (sub – unidades) na destruição


do inimigo aéreo ou pela saída do sítio do golpe devido a realização máxima das capacidades da
sua aeronave e utilizar o lado fraco do inimigo.

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2. Classificação dos combates aéreos

2.1 Pela quantidade dos participantes dos caças no combate:

 Combates em grupo
 Combates isolados

2.2 Pela presença de contacto visual e tipo de armamento empregue

 Manobras próximas
 Combates distantes de mísseis

2.3 Pela altura

 Combate aéreo nas extremas pequenas alturas, pequenas, médias e


grandes alturas e na atmosfera

2.4 Pelo tempo diário

 Combates diurnos e nocturnos, mas também combates aéreos ao pôr e


nascer do sol (crepúsculo)

2.5 Pelo tipo de alvos com os quais se conduz combates aéreos

 Combate com caças-bombardeiros, aeronaves de transporte e


helicópteros, mas também meios aéreos de golpe não pilotados do
inimigo (aeróstatos automáticos flutuantes) (balão), aparelhos voadores
pilotados a distância etc.

Combates aéreos isolados podem ser:

 De manobras próximas ou
 Mísseis distantes

Manobras próximas de combate aéreo – Conduz – se com emprego de manobras, permitindo


ocupar o ponto de partida (início) para o ataque aéreo ou desviar do ataque do inimigo.

Característica para os caças – É de serem possuidores de alta solidez (estabilidade) e suporte


(peso,força) do armamento possuidor de mira (alça) de pontaria, canhão e míssil de combate
próximo.

Combates aéreos distantes de mísseis – Conduz – se a grandes distâncias com utilização de


mísseis de aviação <AR – AR>.

Pela aproximação do inimigo, ele pode transformar – se em combate de manobras próximas.

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Combate aéreo em grupo – É a coordenação de acções da tripulação, subunidades e grupo de
designação táctica com um único intentapara o cumprimento da missão combativa.

Isto é: É processo bilateral de luta armada pela qual acção dos caças da DAA é direccionada no
aniquilamento de grupos concretos do inimigo aéreo ou interdição (não permissão) do
cumprimento do inimigo da missão a combativa atribuída.

3. Capacidades combativas dos caças das unidades e sub - unidades de caças da DAA

Capacidades combativas das subunidades e unidades da aviação de caça da DAA –


Caracterizam – se pelos indicadores de quantidade e qualidade, os quais determinam as
capacidades das subunidades, unidades e agrupamentos no cumprimento de determinadas
missões combativas num determinado tempo e em situações (condições) concretas.

Em conformidade com estes indicadores capacidades combativas condicionalmente pode – se


dividir em:

 Capacidade de cobertura, destruição (aniquilamento), manobras e


direcção (comando)

a) Capacidade de cobertura

Caracteriza – se pela extensão (espaço) no qual a subunidade ou unidade pode cumprir a missão
atribuída - de destruir os de golpe de agressão do inimigo.

Capacidades de cobertura– Determinam – se pelos indicadores de capacidades combativas.

Basicamente entre eles destacam – se:

- Linha de defesa táctica (fronteira) e região táctica

Linha de defesa táctica (fronteira) – Representa em si o indicador de capacidade


(possibilidades) combativas nas quais utilizam –se para avaliação das capacidades combativas e
no curso (andamento) do comando das acções combativas dos caças.

Basicamente determinação da fronteira ou linha de fronteira de defesa no soar táctico admite


-secomo o local de aniquilamento do inimigo aéreo.

Linha de defesa de destruição do inimigo aéreo – Chama –se a fronteira ou (linha de defesa)
na qual encontra –se o inimigo no momento da sua destruição.

Linha de defesa de aniquilamento pode ser dada ou mesmo calculada.

Linha de defesa dada (atribuída) de destruição – Determina – se como resultado das


considerações tácticas e dá – se pelo comandante.

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Cálculos da linha de defesa – Determina –se pelo comandante (Cmdte), o qual lhe foi atribuída a
missão de destruição do inimigo aéreo.

Reciprocamente situação dada (atribuída) é calculada a linha de defesa e determina – se a


possibilidade de cumprimento da missa combativa da posição de plantão (serviço) no aeródromo
ou posição de plantão no ar semi – autónomo ou de modo autónomo.

Afastamento (distância) da linha de defesa para destruição do aeródromo do caça ou zona


de plantão no ar calcula se pela fórmula:

; Se D O −V ц t є ˃ lє
DO −V ц t є +nl є

Dp.y=
; Se│ D O −V ц t є │≤lє

; Se ( D O −V ц t є ) lє
{ 1+ n
DO −V ц t є
DO −V ц t є +nl є
1−n

Onde: Do – Distância de observação ou detecção do alvo;

Vц – Velocidade do alvo;

tє – tempo de movimento do caça no troço com regime de voo não estabelecido

N – relação da velocidade do voo do alvo sobre velocidade do voo recto (voo horizontal do caça)

lє – soma algébrica da protecção da parte do voo do caça do não estabelecido regime

Grandezas – tє e lє – determinam –se para cada tipo de caça independentemente da altura e


regime de admissão da altura na base de instruções de emprego combativo do caça.

Linha de defesa de entrada no combate – chama –se a linha na qual encontra –se o alvo no
momento de detecção pelos caças.

Linha (limite) – de levantamento dos caças - Chama – se o limite, no qual encontra –se o alvo
no momento de atribuição de comando aos caças - o sinal de partida.

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Afastamento da linha de levantamento dos caças calcula –se pela fórmula:

Dp.п.и = Dp.y (1+n) +Vцtє – nlє

Limite de passagem dos caças para a prontidão nº1 – Chama –se o limite, no qual se encontra
o alvo no momento de atribuição do comando aos caças para o cumprimento de medidas para a
prontidão nº1.

Afastamento da linha de passagem para a prontidão nº1 determina –se pela fórmula:

Dгotnº1 = Dp.п.n +Vц (tб.г + toж )

Onde: tб.г – Tempo de prontidão combativa (tempode passagem a prontidão combativa nº1)

Linhas de defesas tácticas – permitem fundamentalmente direccionar os caças. Desta maneira


pela aproximação do alvo a linha de defesa da passagem para a prontidão nº1 e levantamento dos
caças dão – se o correspondente comando, mas por aproximação a linha de defesa a entrada no
combate e destruição controla – se de facto a detecção e destruição do alvo pelos caças.

Linhas de defesas tácticas – Determina – se pela hipótese que os alvos seguem através do
aeródromo do caça.

Por perseguição dos aviões do inimigo do lado do aeródromo (com parâmetros) a linha não pode
ser bastante objectiva aos indicadores.

Nestas situações os mais confortáveis indicadores espaciais de capacidades combativas


representam:

Regiões tácticas - É a faixade destruição, região de influência (acção) combativa e região de


destruição do inimigo aéreo.

Faixa de destruição – É a extensão (espaço) deduzida entre a linha de defesa de entrada no


combate e linha de destruição.

Extensão da faixa de destruição calcula –se pela fórmula:

Пy = Vц [ztв.б + Δt (z – 1)]

Onde: Vц – velocidade do alvo

Z – Quantidade de entrada em combate de caças ou em grupo de caças

tвб – tempode combate aéreo

Δt – intervalo de tempo entre os caças em combate ou em grupo

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Região de influência (acções) combativas (oбв)– Chama –se ao espaço (extensão) em redor dos
aeródromos e instalações das bases permanentes e manobras, nos quais os cacas podem
cumprir,missões combativas ( destruir o inimigo aéreo , infligir golpes aos alvos terrestres ou
marítimos acompanhar aviões de outros tipos de aviação e outros).

Dimensão das regiões de influência combativas (oбв) dependem dos seguintes factores:

 Composição do grupo de caças


 Altura do voo
 Carácter missão combativa a cumprir

4. Capacidades combativas dos caças

Por capacidades combativas dum caça da DAA – Entende-se pelo resultado aguardado do
cumprimento de determinada missão combativa, a qual poderá ser alcançada em condições
concretas de situação combativa.

Capacidades combativas dos caças avaliam – se com apoio de indicadores , os quais


condicionalmente podem ser repartidos em:

 Espaciais
 Prováveis (Probabilidade)
 Temporários

Indicadores de capacidades espaciais combativas determinam o espaço, nos limites nos quais os
caças da DAA podem cumprir missões combativas atribuídas.

Os principais indicadores espaciais dos caças referem –se:

 Diapasão de altura
 Velocidade de intercepção dos alvos
 Região atingível (alcançável) do caça na superfície horizontal e vertical
 Linha ou fronteira de destruição do alvo em combustível (distância técnica de voo)

Diapasão de altura e velocidade de intercepção dos alvos representam em si diagrama em


coordenadas de velocidade – altura, limite nos quais o caça pelos seus dados tácticos de voo e
por determinados armamentos podem aniquilar o inimigo aéreo.

Região atingível do caça – Constrói –se com base nas capacidades de manobra do avião e
representa em si um conjunto de pontos na superfície horizontal e vertical, no qual o caca pode
observar – se através de prescrição num espaço de tempo.

Distância técnica de voo do caça – É a soma de distância do voo por admissão de altura Lн, no
voo horizontal Lгп e por diminuição Lcн.(ver esquema)
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Indicadores prováveis – Permitem avaliar as capacidades de cumprimento de diferentes
elementos de voo combativo tais como:

 Condução terrestre (PC)


 Observação (detecção) independente dos alvos
 Saída do caça do ataque
 Infligir golpe no ataque
 Surgimento de recusa da técnica (avaria, falha)
 Condução ao fracasso do cumprimento da missão combativa (a estas relaciona – se a
características de segurança).

Probabilidade de condução terrestre por saída do caça do contacto combativo do


campo de Radiolocalização terrestre calcula – se pela fórmula:

Pн = Kн . Pк.н
Onde: Kн coeficiente, tendo em conta segurança do sistema e equipamento do caça na
etapa de condução e segurança do sistema de condução terrestre.

Pк.н – Probabilidade cinética de condução (cinética – teoria do movimento (cinemática)

Coeficiente tendo em conta segurança de condução Kн pode ser determinada com


utilização da teoria de segurança ou escolhe –se na base de dados estatísticos.

Da prática e conhecido que : para nível de desenvolvimento moderno o sistema de


condução da aviação Kн = 0,8- 0,9

Probabilidade de saída do caça do ataque – Depende das capacidades de


manobrabilidade do caça, distância de detecção dos alvos e condições em que o alvo foi
detectado.

Capacidade de surgimento de recusa (avaria) – Calcula – se através do coeficiente do


sistema de segurança o qual é igual a:

Kн = 1- Poтказ

Onde: Pоткaз – Probabilidade de recusa (avaria, falha) que leva ao fracasso do


cumprimento da missão.

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Probabilidade completa de destruição dos aviões inimigos – Podem ser determinados
com base em probabilidades dos caças cumprir todas etapas do voo combativo tais como:

 Condução (ou busca independente)


 Saída para o ataque
 Destruição no ataque tendo em conta o coeficiente de segurança.

Indicadores temporários - Representam basicamente como normativos.

Eles determinam o resultado da experiência da preparação combativa e como regra fortificam –


se com documentos orientadores.

Aos mais importantes indicadores temporários dos caças da DAA referem – se:

 Tempo (duração) da preparação do caça para o voo combativo


 Lançamento do motor (motores)
 Preparação do caça para voos seguintes
 Admissão para diferentes alturas
 Plantão (serviço) no ar independentemente da zona de afastamento (distancia) de serviço
e altura de voo etc.

III. Missão Combativa e Organização dos Batalhões Independentes da Radiotécnica


(BIRT)

1. Generalidades

Umas das questões principais de organização de combate, constitui habilmente determinar as


unidades e subunidades para missão combativa.

1.1 Missão Combativa –regulamenta as acções das unidades e subunidades e representa a base
para a planificação do combate, organização dos comandantes (cmdtes) e interação (cooperação)
do Estado-Maior, direção e abastecimento multilateral das ações combativas.

1.2 Acções Combativas – São um conjunto de fogo, manobras de forças e meios de combate
coordenados segundo os alvos, missões, lugar, tempo dirigidos por um único comando em
cooperação com outras forças

Para o cumprimento das acções combativas são necessários:

1. Reconhecimento do inimigo aéreo;

2. Realização de combates aéreos;

3. Manobras de forças ou treinos.

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Tipos de acções combativas

a) Concentração de esforços (ou meios de combate);

b) Dispersão de esforços ou de meios

Concentração de meios ou esforços - consiste na actuação simultânea de todos os meios de


destruição do inimigo aéreo.

Dispersão de esforços - consiste na actuação sucessiva de todos os meios, na identificação e


destruição do inimigo.

Carácter da disposição combativa dos B.I.R.T

1.Corresponde ao carácter do inimigo provável;

2. A interligação do campo de radiolocalização;

3. As forças e meios de cooperação.

1.3 Missão combativa e Organização dos B.I.R.T

O BIRT – Destina – se a realizar o reconhecimento por radiolocalização do inimigo aéreo e


asseguramento de radiolocalização das acções combativas das unidades das TFAA,TAAA e
Aviação de Caça da Força Aérea (FA).

Em conformidade com a sua designação o BIRT cumpre as seguintes missões:

 Observação do espaço aéreo;


 Detecção do inimigo aéreo e acompanhamento ininterrupto dele nas zonas de detecção
das estações de R-loção das suas Companhias (CRL), determinando as coordenadas
correntes e suas características;
 Transmissão de informação de radiolocalização sobre o inimigo aéreo para o Posto de
Comando (PC) superior.
 Fornecimento aos PC das unidades das TFAA, TAAA e Avisão de Caça da FA dados
necessários para realização de acções combativas;
 Alem disso os BIRT aproveitam –se para o controle de Radiolocalização asseguramento
de voos da sus aviação e observação sobre a situação meteorológica:
 Os BIRT realizam e controlam os voos da aviação na base de informação sobre voos reis
ex: voos Presidenciais.

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Para cumprir suas missões os BIRT são equipados com estações de radiolocalização
de diversas designações e por meios de comunicação.

O BIRT – É uma parte táctica geral das TRT e organicamente entra na composição das
TRT e é capaz de cumprir a missão de asseguramento de radiolocalização das acções
combativas das unidades das TFAA, TAAA e Aviação de Caça da DAA.

Pela sua organização o BIRT é composto de:


 Direcção do Batalhão
 Companhia (CRL)
 4 a 6 companhias de r –loção
 Subunidades de serviço (oficina, clube, posto médico etc)

A CRL – É uma subunidade táctica das TRT

As CRL contidas na composição dos BIRT, são as companhias de detecção ou CRL de detecção
e condução da aviação de caça ou poderão ser mistas

Para direcção das subunidades da RT, recepção da informação, sua elaboração e entrega ao PC
superior nos BIRT organizam – se os PC equipados com estacões de rádio de grande e média
potência, rádios – receptores, estacoes de ondas ultra- curtas e meios de comunicação a fio.

Como se efectua a organização

1.A distribuição do efectivo para o trabalho combativo nas equipas reduzidas e completas
determina – se segundo o horário da equipa combativa aprovada pelo cmdte do batalhão todos os
dias.

2. A equipa completa combativa deve garantir o trabalho combativo no PC do Batalhão em


qualquer situação.

3. A sua composição determina –sepela organização do trabalho combativo, quantidade , tipo de


radar e meios de comunicação.

A equipa combativa completa é encabeçada pelo Cmdte do batalhão e é composta de:

 Equipa completa do PC;


 Radares;
 Conjunto das comunicações (centros emissores e receptores);
 Agregados de alimentação e observadores dos Postos de observação Visual (POV).

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Quando é que se solicita a equipa combativa completa

A equipa combativa completa do PC é solicitada no caso de:

o Deteccçao de meios de choque do inimigo aéreo pelas estacoes de r – locação do


batalhão;
o Conforme a ordem do PC superiorou segundo decisão do Cmdte do Batalhão;
o Recepção de informação do PC superior ou das unidades de cooperação sobre o
aparecimento do inimigoaéreo;
o Declaração do alarme combativo;

Equipa combativa reduzida é parte da equipa completa

 Deve manter a prontidão combativa constante (permanente) dos Postos de Direçcão( PD)
das CRL submetidas e meios das comunicações até a chegada do efectivo da equipa
combativa completa;
 A equipa reduzida é chefiada pelo Oficial de serviço do PC (Oficial da Guarda), e
consiste das equipas reduzidas do PC e do conjunto das comunicações;
 Oficial da Guarda Operativo – É nomeadodos Oficiais do PC, do Estado-maior do
batalhão, aprovada no exame de conhecimento das obrigações funcionais, organização do
trabalho combativo, o inimigo aéreo provável, capacidades combativas do material e
meios, o seu uso admite – separa a guarda combativa pela ordem do Cmdte do Batalhão.

A ordem de serviço das estações de r – loção – Determina – se pelo gráfico de serviço


e é elaborado pelo Estado-maior DAA.

A inclusão complementar de estações de r- loc - realiza- se conforme a ordem do PC superior


ou decisão do Cmdte do Batalhão, e no caso de sua ausência (Cmdte) o Oficial Operativo com o
fim de :

1.Permitir – o acompanhamento ininterrupto dos meios aéreos de choque do inimigo, alvos


violadores da fronteira estatal do regime de voo, alvos não identificados detectados pelas
estacoes de r –loc de serviço ou chegados as zonas de detecçao das estações de r –loc do
Batalhão.

2.Asseguramento de r –loc das acções combativas das TFAA, TAAA e Aviação de Caça da FA.

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3. Acompanhamento ininterrupto de voos da sua aviação e preparação do efectivo do batalhão
em conformidade como plano de preparação combativa.

Condições para ligação dos radares

Informa – se ao PC superior:
Das estações de R – loc ligados das CRL, independentemente da missão atribuída, de indicações
do alvo as TFAA, asseguramentodos voos, sobrevoos e condução da sua aviação entregam – se
imediatamente os dados sobre todos alvos localizados e detectados ao PC do Batalhão.

Condição para detecção oportuna de alvos de baixas alturas


Também para recepção de informação complementar sobre alvos detectados pela estacoes de r –
loc todas as CRL equipam -se de Postos de Observação Visual (POV) para o controle do espaço
aéreo.
A guarda combativa nos POV realiza – se constantemente.

Para passagem da prontidão n °2 para n°1

 Tempo limite para prontidão combativa


De noite – 8 min
De dia – 5 min

1.4 Radiolocalização – Chama –se ao sector da radiotécnica, que cumpre a tarefa de detecção
com apoio de ondas eletromagnéticas (ondas – rádio) de diferentes objectos, determinação das
suas localizações (coordenadas) e características.

Os objectos a serem sujeitos detecção podem ser:

 Aeronaves;
 Mísseis;
 Navios;
 Tanques;
 Construções e outros.

Na radiolocalização objectos semelhantes admite – se designar de Alvos.

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Localização do alvo caracteriza – se pelas suas coordenadas (ß,D,Ɛ,H) em relação ao radar
ou superfície terrestre.

ß – Azimute;

D – Distância;

Ɛ – Ângulo do lugar

H – Altura ou altitude do alvo

IV Emprego Combativodas TRT

1. Sistema de Armamento das TRT

2. Organização do reconhecimento por radiolocalização do espaço aéreo e controle de voos


da aviação.

1.1 Sistema de armamento das TRT

a) Composição

 Sistemas de detecção(observação) - Complexosde radiolocalização e estações, rádio


-altímetros, sistemas de radiolocalização e identificação;
 Sistemas automáticos de direcção (aparelhagem automática de busca de informação;
elaboração e representação de informação no PC das TRT para direcção das tropas;
 Sistema de entrega de informação de radiolocalização.

 O complexo de aparelhagem automática de busca de informação, elaboração e


representação de informação, normalmente constituem elementos (ACУ) –
Sistema automático de direcção das tropas.

a) Sistema de detecção que dizer os complexos deradiolocalização composto por radares de


radiolocalização, altímetros móveis e sistemas de detecção.

b)Sistemas de direcção são os sistemas de direcção automatizados de recolha e análise de


informação para o PC.

c) Sistemas de detecção – Destinam – se a medir as coordenadas correntes de todos objectos


voadores, assegurar os meios de fogo com os dados recolhidos e orientar a aviação.

Classificação por índice de emprego

1.2 Emprego Táctico

 Para o reconhecimento de alvos aéreos;

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 Asseguramento para os meios de fogo;
 Asseguramento combativo da aviação;
 Determinação das altitudes dos alvos;
 Designação da identificação dos alvos;

- N° de coordenadas a medir podem ser de uma coordenada (altímetro);

- De duas coordenadas (telémetro ou distanciómetro);

- De três coordenadas – Complexos.

Manobrabilidade das estações – Podem ser fixos e móveis.

As móveis estão montadas em cabines móveis (P-15, P-18, P-19 e PRV-16)

E podem ser de reboque: (P-37, P-12) – Igualmente podem ser montados em navios ou aviões.

1.3 Emprego técnico

Bandas de ondas (cm, dcm, m)

O reconhecimento de r- loc organiza – separa: - controlar o espaçoaéreo, detectar


oportunamente os meios de incursão de ataque do inimigo, canalização da informação para que
as unidades de fogo possam tomar medidas defensivas.

- Controlar os aviões no espaço aéreo nacional em todas direcçoes.

Para realização de radiolocalização – Cria – se o campo de radiolocalização de guarda através


das CRL, conforme o gráfico: O campo pode ser aumentado por meios auxiliares com base em
ordens superiores, introduzindo radares de outras tropas nos gráficos de rotina tais como: TFAA,
TAAA, Aviação ou mesmo mandando ligar radares que nesse momento não estejam no gráfico
da CRL ou do Batalhão.

A oportuna detecçao dos alvos é possível através de:

1. Na atenta observação do espaço aéreo;

2. Através de radares ligados nos treinos da preparação combativa, exercícios tácticos e


asseguramento da aviação;

3. Na recepção antecipada sobre aproximação da linha da fronteira;

4. Ligação oportuna dos radares quando da aproximação da aviação inimiga;

5. Transmissão antecipada da indicação de alvos aéreos:

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6. Observação ininterrupta do espaço aéreo através dos POV.

Preparação antecipada da aproximação a fronteira pela aviação inimiga

- Pode ser recebido do PC do Ramo ou Regimento, Batalhão, do PC Conjunto (combinados),


unidades de cooperação de outros Ramos (Guarda Fronteira, Marinha, Tropas Terrestes etc).

- A ligação oportuna efectua –se por ordem do Oficial Guarda Operativo do PC superior ou
Cmdte da CRL.

- A ligação deve ser feita sempre tendo em conta o tempoda prontidão da estacão, hora da
recepcão da informação, tempo de envio aos dispositivosde fogo e posteriormente canalizar ao
PC superior através da rede de pré– aviso.

- Sempre devem ser avaliados os dados para tomada de decisão oportuna e correcta.

- O uso das capacidades dos radares instalados permite utilizar cada meio no momento oportuno
para amissão que se nos coloca a situação aérea.

- O radar pode acompanhar em simultâneo (6 a 8) alvos dependendo da perícia do operador.

- Caso este n° seja maior faz – se a distribuição por radares ou CRL (cada CRL pode analisar até
10 por minuto)

- O Batalhão pode trabalhar com 20 alvos por minuto dependendo da eficiência dos Oficiais que
trabalham as informações.

Os dados transmitidos ao PC devem ter:

o N° do alvo
o Altura do alvo
o Identificação
o Acção de manobrabilidade (características)

Em cada 5 minutos devem ser confirmados a composição dos aviões, dependendo da experiência
dos operadores e sintonização dos radares na selecçao dos alvos no espaço.

V. Sistemas de Localização (detecção) e Identificação

Destinam –sea condução de reconhecimento por radiolocalização, observação do espaço aéreo,


detecção de aparelhos voadores, medica das suas coordenadas correntes e identificação por
radiolocalização, determinação da composição combativa dos alvos aéreos.

Complexos de reconhecimento por radiolocalização- É a principal fonte de informação da


situação aérea.

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 19


Para detecção e acompanhamento de alvos- Não constituindo ser possuidor de interferências
activas empregam – se estação de r- loc de impulsos de localização activa.

Medição da distância até ao alvo – Baseia – se no método de impulso, azimute e ângulo de


lugar no método denominado máximo.

Análise e elaboração de coordenadas correntesdos alvos – Permitem obter suas velocidades


horizontais, rumo e mostrar o início da manobra.

Para detecção e acompanhamento de alvos – Possuidores de interferências activas empregam –se


complexos passivos de radiolocalização.

Identificação por radiolocalização – Baseia –se no princípio de combinação automática


bilateral, comunicação – radio e radiolocalização.

Radio altímetro – Pode em determinadas limitações cumprir a função de radar de 3


coordenadas.

Distanciómetros de radiolocalização–Garantem detecçao de aparelhos voadores e


determinação de suas coordenadas azimute (ß) e distância (D).

VI. Designação, Composição e Capacidades combativas do Radar P-18

1. Designação e Composição da Estação

 Estacão de detecção móvel de radiolocalização e designação do alvo P-18 – Destina – se


a condução de reconhecimento por r- loc e designação do alvo (indicação, guia) dos
complexos das TRT e TFAA.(ver esquema de distanciómetro de r -loc) fig.1a) e fig.1

Fig.1. Esquema estrutural de radar de impulsos

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 20


2. Estação garante P-18:

 Detecção de alvos ate aos limites da zona de observação e determinação das coordenadas
correntes – azimute e distancia inclinada.
 Determinação da pertença estatal das aeronaves

3. Estação consta no armamento das subunidades der – loc;

4. Colheita de informações por r –loc efectua- se de maneira a olho desarmado, ou porconexão


com ACУ, temi – automaticamente;

Informação sobre os alvos entregam –se ao PC das TRT garantindo as subunidades das TFAA
(mísseis) e aviação de caça da DAA por comunicação via cabo por canais de rádio.

5. À estação pode-se conectar as seguintes estações de r –loc:

 P- 37
 P- 35
 P-14
 P -15
 Com radio altímetro PRV- 11У, PRV -13, PRV -16, e com sistema automático de
direcção ACУ.

6. Na composição da estação englobam:

 4 Unidades de transportes nomeadamente: Viatura da aparelhagem, viatura da antena e 2


reboques dos agregados de alimentação (geradores de alimentação AD – 10)(ver fig.1).
a) Viatura daa aparelhagem – camião “УPAЛ – 375A” com carroçaria K-375, na qual
desdobram –se:
 Emissor, receptor – indicador, inquiridor, aparelhos de controle e medição, mas também
aparelhagem de conexão e comunicação telefónica;
b)Viatura do dispositivo antena – mastro – camião “УPAЛ -375A” com dispositivo
antena – mastro (AMУ);
c) Dois reboqueis (ПC -1, ПC -2) tipo 700Г, em cada um dos quais estão instalados
agregados de alimentação.

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3. Capacidades Combativas da Estação

Principais características

1. Zona de visibilidade (observação) da estação determina-se pela altura (levantamento) da


antena e características da posição, na qual está desdobrada a estação.

2.Distância de detecção do alvo (por ausência de interferências) e dependendo da altura dos


seus voos (ver tabela 1).

3.Tecto de acompanhamento sem fosso na posição horizontal da antena e altura do piso Hн=
3,9 M (Altura inferior), Hв = 6,35 M (altura superior) do caça MIG- 21 constituí 27 M.

- Por inclinação da antena para cima o Tecto de acompanhamento sem fosso aumenta até
31 Km, então por isso a distância de detecção do alvo diminui entre 30 – 40%.

- Por alturas da antena Hн = 7,9 M, Hв = 10,35 M e Hн = 5,95 M, Hв = 9,95 o tecto de


acompanhamento sem fosso diminui, então logicamente aumenta a distância de detecção
(observação) do alvo.

4. Na estação prevê – se inclinação da antena de -5° até +15°.

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5.Zona de observação pelo ângulo de lugar (na posição horizontal) constitui 30°

6. Raio da “zona morta” por este motivo é igual Rм.в = 2Hц ;

Onde: Rм.в –raio da zona morta : em Metros

Hц –altura de voo do alvo; em Metros

Por inclinação da antena no ângulo +15° a zona de observação pelo ângulo de lugar aumenta ate
40 - 42°, mas o raio da zona morta Rм.в é = Hц

7.Sistema de rotação da antena garante os seguintes regimes:

 Fixação – com frequência de 2,4 e 6 rotações/ min;


 Suave (rotação da direita para esquerda) com frequência de 0,4 até 6 rot/min.

8. Inquiridor terrestre de r- loc (HPZ) garante identificação dos alvos aéreos nos limites:

 Pelo azimute – De 0 até 360°


 Pelo de ângulo de lugar – Até 30°

Distância para identificação não e menor que aa distância da accão da estação na observação.

9. Capacidade de Permissão da estação

 Pela distância – 2000 Metros;


 Pelo azimute – 6° - 8°

10.Capacidade de permissão do inquiridor

 Pela distância – 3000 Metros


 Pelo azimute (na distância não menos de 30 km) - 45°

11. Erro de determinação das coordenadas dos alvos (80%) de medição constitui:

o Pela distância -1800 Metros


o Pelo azimute – 1,5°

12. Na estação prevê – seprotecção contra interferências activas e passivas:

Protecção (defesa) contra interferências executa –se por meio de sintonização de frequência do
transmissor. A estação operativamente pode sintonizar- se numa das 4 (quatro) frequências fixas
nos limites de funcionamento do diapasão.

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Protecção de interferências passivas e impulsos não sincronizados executa –se com apoio da
aparelhagem designada de CДЦ (selecção de alvos móveis).

13. Para protecção de projécteis teleguiados (CHC) na estação está previsto o regime designado
de “Mepцaниe” (cintilação).

14. Colheita de coordenadas dos alvos executa –se do indicador circular de panorama (иko,
vиko) ” viko – iko”(ver fig.2).

Escalas de funcionamento do indicador: 90,180 e 360 km

15.No completamento da estação existe o indicador circular de panorama a distancia (Bиko), no


qual pode –se instalar no PC há uma distância do radar ate 500 metros(ver fig.3).

16. Para o controle de funcionamento e sintonização da aparelhagem da estação existe o


indicador de controle(ver fig. 4).

17. Tempo de desdobramento da estação com efectivo da estação constitui cerca de 1 hora (sem
contar com o desdobramento do viko).

o Tempo de ligação da estação – 5 minutos.

18. A estação e alimentada com tensão trifásica 220v (volts) 50Hertz dos próprios agregados
de alimentação ou da rede industrial.

 Potência de consumo não superior


 Gasto em combustível nos agregados AD -10 – T/230 M constitui 4,6 Kг/ hora

Passagem dum agregado de alimentação para outro, ou na alimentação da rede industrial


efectua –se sem desligação da estação.

19. Condições exteriores de exploração da estação:

 Temperatura do ar circundante – de - 40° até +50°;


 Velocidade do vento – Ate 20 metros/seg;
 Cobertura de gelo nos restantes elementos do AMУ Até 10mm (por velocidade do vento
até 10 metros/seg.

20. Velocidade no transporte (movimentação):

 Pela estrada asfaltada – Até 40 km/hora;


 Pela estrada de terra batida - Até 25 km/hora.

Principal método de observação do espaço na superfície vertical – É a observação


circular uniforme, o qual garante –se pela rotação da antena pelo azimute. Frequência da

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 24


rotação da antena seleciona –se (escolhe –se) como resultado discreto exigente de recolha
de informação e obtenção suficiente para o normal elaboração de informação de
quantidade de impulsos no lote de sinais reflectidos(ver fórmula):

Na<

Onde: na – frequência da rotação da antena rot/min;

8. Principais parâmetros do transmissor e dispositivo antena – fíder

Estes caracterizam as capacidades combativas dos distanciómetros:


 Potência de impulso do gerador CBЧ (Pи);
 Coeficiente de amplificação da antena (Gо);
 Comprimento do impulso (λи) ;
 Tipo de modulação dos impulsos de sonda;
 Largura do diagrama de directividade (DD) na superfície horizontal e vertical.

Sinais refletidos obtém – se através da antena e através do comutador da antena


dão –se na entrada do receptor,onde se executa a sua selecção de frequência e
amplificação.
Elaboração seguinte destes sinais (repressão de interferências, comprimir de
impulsos etc) executa – se em dispositivos especiais de elaboração, com os quais
eles a posterior passam para os indicadores ou outros dispositivos de saída e
dispositivos de conexão (acoplamento) com sistema automático de direcção
(ACУ).

9. Principais parâmetros do troço receptor – indicador são:


 Sensibilidade do receptor;
 Coeficiente sobre visibilidade de interferências (coeficiente de repressão
de interferências;
 Coeficiente de comprimir impulsos;
 Diapasão dinâmico;
 Capacidade de passagem dos dispositivos de saída.

Sincronizador – Produz impulsos de lançamento os quais coordenam no tempo (sincronização)

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 25


De início de irradiação de impulsos de sonda do transmissor com início do alargamento dos
indicadores, mas também o funcionamento de outros sistemas de r – loc.

Máximafrequência de repetição de impulsos de sonda:

Fпmax =

Onde: C – velocidade de propagação de ondas radio;

Dmax – Distância máxima exigida de detecção do radar ou (complexo);

Kз – Coeficiente de reserva (por cálculos da –se entre 1,15 - 1,25)

Para detecção dos alvos com certa probabilidade énecessário receber deles e elaborar a
necessária quantidade de impulsos de observação Nmin. Esta condição determina o limite baixo
da frequência de repetição: (ver fórmula)

Sde observação pelo azimute;

Δ͚ε – Sector de observação pelo ângulo de lugar

Ѳβ ,Ѳε – Largura do DD pelo nível da metade da potência no plano de azimute e ângulo de lugar
respectivamente.

Toбз – Período de observação

na – frequência de rotação da antena; rot/min

Radioaltímetro – Destina – se determinação de alturas de aparelhos voadores na superfície


da terra e do mar.

Geralmente cumprem a missão como radares autónomos possuindo aparelhagem de conexão


com distanciómetros, canais de comunicação e ACУ.

Em casos isolados, os radioaltímetros executam o seu trabalho na variante não de autónomos e


constituem parte integrante dos complexos de r – loc de 3 coordenadas.

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 26


10. Princípio de determinação da altura

H= Dsinε +

Onde: Rз – Raio da terra; km

Δреф – Correção (emenda) da altura pela refracção de ondas rádio; km

Há – altura do centro elétrico da antena do radioaltímetro; km(verfórmula)

Aqui – Tэ.п – temperatura equivalente prevista que determina: pressão, humidade e temperatura
no trajecto radar – aparelho voador.

Idêntica ligação de informação sobre altura do alvo conectados aos distanciómetros – Garantem
– se entrega (distribuição) no radioaltímetro sinaisde designação do alvo ( pela distância e
azimute) dos distanciómetros, o qual constitui principal, para tal nos radioaltímetros prevê –se o
sistema de medição (indicação) do azimute e distância do alvo.

Isto permite em situações isoladas por conexão, pouca quantidade de alvos na observação
circular ou por funcionamento em sector estreito pelo azimute utilizando radioaltimetro para
medição de 3 coordenadas.

11. Complexos de radiolocalização de 3 coordenadas

Medem 3 coordenadas correntes dos alvos (aparelhos voadores). Para eles é característico a
realização técnica simplificada de ligação de informação sobre altura na superfície das
coordenadas do alvo, o que aumenta as possibilidades de colheita de informação do complexo
pela simultaneidade de acompanhamento de grande quantidade de alvos.

12. Sistema de identificação dos alvos

Destina – se para determinação da pertença estatal dos aparelhos voadores detectados.

Elementos dos sistemas de identificação ver fig.2 (linha de ligação 4 e 5)

Fig.2 Sistema de radiolocalização terrestre e de bordo

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 27


A parte da aparelhagem terrestre de identificação – Chama – se inquiridor terrestre de r –loc
(HPЗ) e pode –se conectar com complexos de r- loc (radares), pelo circuito de sincronização,
rotação da antena e indicadores (observação) o sinal de resposta.

No transmissor do HPЗ(NRZ) forma –se o sinal codificado de inquirição, o qual através do


comutador da antena irradia pela antena na direccao do aparelho identificado, possuidor de parte
da aparelhagem de bordo.

Sinal de inquirição é recebido pela antena de resposta de bordo do aparelho voador, amplifica- se
no receptor e descodifica –se (decifrar).

Em conformidade com o sinal de inquirição o código instalado arranca o cifrador de sinais de


resposta e transmissor.

O transmissor produz sinal codificado de resposta, o qual irradia – se pela antena de resposta de
bordo.

Sinal de resposta, recebido da antena HPЗ, amplifica – se no receptor e vai para o decifrador de
sinais de identificação onde se verifica a correspondência do código do sinal de resposta.

No caso de correspondência do código o decifrador entrega ao misturador de sinais, o qual


depois passa para o indicador.

13. Características dos sistemas de radiolocalização

Dispositivos terrestres e de bordo de r –loc ,que cumprem a missão de detecção medição de


coordenadas dos alvos formam uma única classe de sistema radiotécnico, variante a qual vem
expresso na fig.2.

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 28


Por determinação de combinações estes dispositivos conjuntamente com suas linhas conseguem
sistemas de diferentes designações:

 Sistema activo de localização – linha de comunicação 2 e 3;


 Sistema passivo de localização – linha de comunicação 3;
 Sistema semi – activo de localização – linha de comunicação 1 e 3;
 Sistema de localização com resposta – linha de comunicação 4 e 5;
 Sistema de telecomando (teledirecção) – linha 4.

13.1 Influência da distância na radiolocalização


É – uma das mais importantes características tácticas que garantem o cumprimento da
missão combativa na detecçao, acompanhamento e medição das coordenadas dos alvos.
Influência da distância no espaço livre para o radar de impulsos com combinação de
antenas de recepção e transmissão: (ver fórmula)

Onde: Pи – Potência de impulso;


Go – Coeficiente de amplificação da antena;
λ – Comprimento de onda;
Ϭц – Reflexão efectiva da superfície do alvo;
Pпрmin – Sensibilidade do receptor;
Q – Parâmetro de detecção;
K – Resultante do coeficiente de perda.

a) Coeficiente de perda do sistema


Coeficiente de perda K tem em conta, diferentes tipos de perda nos troços do transmissor
e receptor do radar.

Em termos gerais o coeficiente resultante de perda pode –seapresentar como se segue:


K=Пki
Onde: ki – partículas do coeficiente que caracteriza perdas em diferentes elementos do
radar.
Cálculos dos coeficientes de perda Ki constitui tarefa específica, tendo em conta
particularidades de cada radar concreto (contudo practicamente os alvos).

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 29


13.2 Dispositivos principais e características dos sistemas de radiolocalização

Com base nas missões a cumprir pela DAA, sistemas de r – loc de diferentes tipos podem
ser para as seguintes designações:

 De múltiplas funções (MF);


 De múltiplas frequências (MFr);
 De múltiplos regimes (MR);
 De múltiplos canais (MC);
 De múltiplos a posições e outras modificações.

1. Múltiplas funções (MF) – Sistema que cumpre uma série de funções: busca,
detecção, medição de coordenadas, identificação, acompanhamento de aparelhos
voadores e condução neles de meios de aniquilamento.

2. Múltiplas frequências (MFr) – Sistema que garante em simultâneo ou em


(limitados intervalos de tempo) radiação de aparelhos voadores em varias
frequências independentes, destinados a elevação de protecção contra
interferências, resolução de missões de identificação de tipos de aparelhos
voadores, mas também paraobtenção dos exigidos valores reaisprobabilidades de
detecção e valores baixos de probabilidade de falso alarme.

Principais direcções de criação do sistema (MFr) constituem os canais


combinados de localização de aparelhos voadores, funcionando em diferentes
diapasões de frequência, mas tambem a utilização de sinais de faixa super – largas
e sinais por sintonizar na frequência de impulso por impulso.

3. Múltiplos regimes (MR) – Sistemas que possuem possibilidades de escolha de


diferentes regimes de funcionamento, que garantem a funcionalidade efectiva do
sistema em condições difíceis de situações radioeletrónicas.

Deste modo nos regimes de funcionamento deve – se entender os conjuntos


técnicos e tácticos de recepção que garantem a consecução (atingir) de
determinada efectividade do sistema em condições de reacção (resistência)
radioeletrónica e acção do fogo do inimigo.

Base do sistema (MR) – Constitui direcionamento variável dos parâmetros e


emprego de diferentes sinais de sonda, o que garante a adaptação do sistema as
difíceis condições da situação radioeletrónica.

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 30


4. Múltiplos canais (MC) –É o sistema, que possui vários canais independentes,
que permitem simultaneamente detectar, medir coordenadas e acompanhamento
de vários alvos (por nº de canais) isolados ou em grupo de alvos e garantem
condução de cada alvo só ou em vários mísseis(meio de aniquilamento)

MC – Garante –sepela distribuição e missão a cumprir pelo sistema de r –loc no


seu tempo (atempadamente).

Funcionamento do sistema MC – Baseia –se no emprego do (ФAP) (antena


fasificada de rede ou grade) e informatização de acção rápida, que efectua
elaboração de cifras algoritmos de grande fluxo de informação.

5. Múltiplas posições – Sistemas de l-çãoactiva (ver fig.3) composto por um ou


vários transmissores sincronizados e varias posições de recepção, distribuídos
entre si (habitualmente entre (20 – 25%) da distancia nominal de influencia
(accao) do sistema.
Por este motivo cada sinal reflectido do alvo por sua irradiação somente, ou em
vários transmissores.
Distância ate ao alvo em relação a posição de recepção determina -se pela
fórmula: (ver fórmula)

Onde: λ – Tempo retenção do sinal ate ao alvo em relação a posição de recepção;


C –Velocidade da luz;
Б – Base entre o transmissor e posição de recepção;
ϓ – Ângulo do espaço de r – çãodo alvo em relação a posição do transmissor.

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 31


Fig. 3 Princípio de influência dos radares de múltiplas posições

Sistemas de múltiplas posições – Garantem a elevação de protecção contra interferências por


colocação intensiva de interferências na direcção de radiação da posição do transmissor.

Todos a sistemas de radiolocalização enumerados acima incluem em si uma serie de elementos


especiais (dispositivos).

14. Dispositivo Transmissor

Pode ser de uma, ou de múltiplas cascadas – Garantem a formação e geração de sinais de sonda
de altas frequências com certo valor de forma e potência de saída.

Transmissores classificam –se pelo tipo de aparelhos geradores:

 De lâmpadas;
 Magnetonos;
 Amplitronos;
 Klistronos;
 Platinotronos e outros.

Esquemas de transmissores de uma cascada e de múltiplas cascadas (fig.4 a e b)

Por formação de sinais de impulsos de modulação interna o dispositivo transmissor inclui em si,
elementos de codificação e comando de fase e frequência.(ver esquemas)

Fig.4 a) – Esquema estrutural de transmissor de 1 cascada

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 32


Fig.4 b) – Esquema estrutural de transmissor de múltiplas cascadas

15. Dispositivo – receptor

É um dispositivo que – garante a separação de determinadas frequências e forma com as suas


posteriores amplificações e transformacao em tipo necessário para o funcionamento dos
dispositivos finais (indicadores).

Esquema estrutural do dispositivo receptor do tipo super – heterodino ver fig.5

Fig.5 esquema estrutural do dispositivo receptor do tipo super – heterodino

Dependendo da destinação (missão) do radar e tipo de sinais de sonda do dispositivo preferencial


para detecçao podem ser colocados na entrada do receptor ou na saída do misturador.

 Sensibilidade do receptor (Pпр.min) – É o valor mínimo da potência média (BT) do


sinal de entrada do receptor, pelo o qual garante – se a relação do sinal de potência, pela
potencia de ruido e é igual a 1.

Pпрmin = KшTo. Δfп

Onde: K= 1.38.1 (atenção ver fórmula)


Ш – Coeficiente de ruído do receptor;
To – Temperatura;
Δfп – Faixa de absorção do receptor ( em hertz)

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 33


Na practica emprega – se o conceito (temo) sensibilidade limiar (soleira), isto é sensibilidade na
qual garantem recepção e detecçao de sinais reflectidos com certa probabilidade:

Pпoр = Pпрmin.q

Onde: q – parâmetro de detecçao

q = (ver fórmula); q – relação sem medida de energia

E do sinal útil pela densidade espectral Noda interferência.

Sensibilidade Pпрmin normalmente expressa – seem(Decibéis)

Pпрmin = 10log (ver fórmula)

Onde: Py.0 – valor da potência com padrão correspondente de contagem BT (por ex:) por Py.o
= (ver fórmula)

Então: Pпрmin = 110 (Decibéis)

Fórmula de cálculo: (ver fórmula)

16. Dispositivo – Antena

São dispositivos – que garantem radiação direcionada e recepção de oscilação (vibração)


eletromagnética.

Antenas possuem propriedades de conversibilidadee classificam – se pelos seguintes tipos:

 De um espelho (espelho único);


 De múltiplos espelhos;
 Antenas fasificada de rede.
Antenas de espelho único – representam em si construtivamente de espelho (reflector) e
irradiador ver fig.6

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 34


Na qualidade de espelho pode ser utlizado:

 Cilindro parabólico;
 Parábola truncado (que suprimiu parte por meio de um corte mutilado) etc.

Na qualidade de irradiadores – utilizam – se elementos isolados ou redes (grades) lineares


compostos de vibradores, fendas e cornetas.

Direcção da posição do DD – garantem –se por meio de viragem mecânica de toda antena ou
num sector limitado por meio de alteração da posição do irradiador.

Antenas de múltiplos espelhos – são constituídas de grandes e pequenão espelhos (parábolas)


hiperbólicas (ver fig.6b)

A busca (sonda) eletromecânica do DD por antena fixa pode realizar –se devido a viragem do
irradiador ou espelho pequeno, que garante a busca, em 2 -2,5 vezes mais, elevando o ângulo de
viragem na antena de espelho único.

Antenas falsificadas de rede (Фaр) – É um sistema de elementos de irradiadores, nos quais o DD


no espaço deriva da introdução de deslocamento variável de fases entre sinais que irradiam ou
recebem elementos isolados.

Existem 3 (três) principais tipos de antena Фaр:

 Elementos do tipo passivo;


 Elementos do tipo activam;
 Tipo matrizes.

ФAP com elementos passivos podem ser construídos pelo esquema de passagem (ver
fig.7a e na reflexão (ver fig.7 b.)

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 35


ФAP com elementos activos – incluem em si geradores, rotação de fases e irradiadores
comandados co computadores.

a) Principais proporções nos dispositivos de antenas de espelho único e de múltiplos


espelhos

Por certo comprimento de onda λ medida da antenal pode –se determinar o seguinte:

 Largura do DD θ nas superfícies do azimute θᵦ = (ver)

͌
Onde: K – coeficiente de proporcionalidade( K͌ 0,88);

Lᵦ; Lε – Medida das antenas na superfície do azimute e ângulo do lugar respectivamente.

Coeficiente de amplificação da antena Go:

Go = 4πS϶ф/λ² ;}

S϶ф = KпS geométrico}

Onde: S϶ф; S geométrico – área efectiva e geométrica da antena respectivamente.

Kп – coeficiente da aérea de aproveitamento (utilização da antena); Para diferentes tipos de


antena (Kп = 0,5 – 0,7);

Ligacao do coefiente de amplificação com DD:

(ver fórmula)

Onde: θᵦ; θε – largura do DD; em radianos;

θ°ᵦ; θ°ε – Largura do DD; em graus;

Kп – Concebe –se igual a 0,6.

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 36


b) Principais proporções nas antenas fasificadas de rede (grade)

Por dada largura do sector de busca (procura) nas superfícies do azimute βck e ângulo de lugar
Ɛck pode –se estabelecer principais dependências nas antenas de rede.

Distância entre os elementos da rede normalmente escolhe –se igual a metade docomprimento de
onda: d = λ /2.

Número geral de elementos activos (passivos) no plano de rede; (ver fórmula)

Largura do DD na superfície correspondente: (ver fórmula)

Onde: a – ângulo entre o normal pela superfície da rede e posição do DD num dado momento.

Se admitirmos a possibilidade de alargar o DD por desvio do normal pela superfície em duas


vezes, então 1 / cos =2 isto é a = ± 60°.

Portanto, o sector de busca (βck) = 2a =120°

Para cálculos práticos por regra o DD da antena como função do ângulo na superfície
correspondente pode – se aproximar a seguinte proporção:

17. Dispositivo indicador

É o dispositivo que garante observação da situação aérea, detecção e medição das


coordenadas dos aparelhos voadores.

Composição e tipo de indicadores determinam – se pela designação dos radares:

Existem os seguintes tipos de indicadores:

 Indicadores de observação circular;

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 Indicadores sectoriais;
 Indicadores de tiragem automática;
 Indicadores com alargamento linear e circular;
 Indicadores de sinais.

Influência dos indicadores na distância de detecçao – Determinam –se pelo valor do coeficiente
q, do já conhecido neste caso de coeficiente de diferenciação.

Para o normal funcionamento, no indicador é necessário garantir valor q = 2 ÷ 35.

Medida linear da marcação do alvo no indicador (ver fórmula)

Onde: Dшk – Escala graduada tirada do ecrã;

Lp – Medida linear do alargamento;

Dп – Diâmetro do sinal (pinta) no ecrã do indicador.

a) Permissão do alvo – Consiste em localizar e medir as coordenadas de um determinadoalvo,


na existência de outros alvos localizados nas proximidades.

 Capacidade de permissão do radar (com base na influência dos indicadores)


É a capacidade de garantir a observação separada e medição de coordenadas
de dois alvos localizados nas proximidades.

 Capacidade de permissão do radar pela distância; (ver fórmula)

Onde: C – Velocidade de propagação de oscilação eletromagnética;

λи, ∆λ – Comprimento e grandeza (valor) de ampliação de sinais reflectidos respectivamente;

Kcж – Coeficiente de compressão na saída do receptor preferencial (para sinais de impulsos sem
modulação de impulsos internos); Kcж = 1).

 Capacidade de permissão do radar pelas coordenadas de ângulo (azimute e


ângulo do lugar) (ver fórmula)

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Onde: βшk , Ɛшk – Grandezas correspondentes do sector pelo azimute e ângulo de lugar:
(em graus)
Lp – Medida linear do alargamento do azimute (ângulo do lugar).

 Capacidade de permissão do radar pela altura – É a diferença mínima de


medição da altura de alvos, encontrando – se na mesma distancia e pelo mesmo
azimute. (ver)

Onde: Ɛшk ; Ɛ – Grandeza do sector pelo ângulo do lugar e valor corrente do ângulo
do lugar.

 Capacidade de permissão do volume do radar – É a parte do espaço aéreo na zona


de observação do radar, distância limitada, iguais as capacidades de permissão pela:
D, β, Ɛ, isto é : (ver)

 Princípio de medição da altura do alvo

Com base na forma esférica da Terra, altura do aparelho voador (alvo) sobre sua superfície
dependendo da distância D.(ver)

Onde: Ɛ – ângulo do lugar do alvo;

Rэ ͌ 8500 km – Raio efectivo da Terra.

Segunda parcela aumenta por aumento da distancia, por isso para cálculos da altura da nos
indicadores de altura – Na distancia aplica –se o gráfico não linear expresso na condição da
fórmula acima.

 Zona de detecção (observação) do radar – É a região no espaco aéreo,


limite no qual o alvo com determinada superfície efectiva de reflexão (эoп)
detectam –se com dada reflexão.
 Limite da zona de detecção – Determina – se pela resultante do DD e limite
de observação (circular ou sectorial).

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 Secção da zona de observação na superfície vertical sem contar com
influência da Terra D(Ɛ) = DF(Ɛ) ; F(Ɛ) – Diagrama de directividade
daantena no plano Ɛ.
Pela presença da influência da Terra, antena do radar recebe sinais refectidos
do alvo S1 e da superfície da Terra S2.(ver)

Por isso:

Onde: ρ – Módulo do coeficiente de reflexão;


Ɛ, Ɛo – Valores correntes correspondentes ao ângulo de lugar do alvo e
ângulo de inclinação máxima do DD no horizonte.
Pelo teorema cosseno valor somatório destes dois sinais possuem
deslocamento de fase ⱷ: (ver).

Onde: (ver)

Resultante do DD da antena receptora na superfície vertical com base na


Terra.
Por Ɛ0 = 0 que corresponde a condição máxima da disposição (colocação) do
DD em paralelo com a superfície horizontal, pelo qual conta-se com
influência da Terra obtemos:(ver)

Em todo caso deslocamento de fase ⱷ (ver)

Onde: ⱷx – Deslocamento de fase devido a diferença do movimento directo


(recto) do alvo e reflexão de sinais pela Terra;
ⱷ0 – Deslocamento de fase por reflexão de oscilação eletromagnética
da Terra.

Para radar de diapasão métrico com polarização horizontal por todos ângulos
Ɛ de 0 até 90°; ρ͌ 1; ⱷ0͌ π obtemos:(ver)

Por uma dada alturah da antena, deslocamento de fase: (ver)

Portanto:
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Fз= F(Ɛ) ф(Ɛ):

Onde: ф(Ɛ) = 2sin ( ) – Chamado multiplicador da Terra.

Para ângulos pequenos Ɛ valor obtido do multiplicador da Terra é justo


(certo) e também para polarização vertical.

A fórmula (ver)H= permite calcular a zona detecção


(observação) para condição plana (lisa) da superfície da terra, mas a
contagem da influencia não plana da superfície efectua -se com apoio de
metódica especial ou sobrevoo sobre o radar.

 Identificação do alvo

É a atribuição ou o relacionar do alvo detectado a uma determinada classe ou tipo na base de


análise dos vestígios (sinais) inerentes a um dado alvo.

Na qualidade de vestígios podem ser utilizados:

 Dimensão do alvo (tamanho);


 Configuração;
 Carácter da superfície de reflexão;
 Características do motor reactivo;
 Lei do movimento;
 Tipo de irradiação dos sistemas de bordo etc.

Avaliação dos vestígios enumerados efectua- se por meio de análise de um conjunto de sinais
reflectidos e leis de movimento dos aparelhos voadores.

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18. Métodos de observação do espaço aéreo

- Determinação de coordenadas e parâmetros de movimento dos aparelhos voadores

18.1 Método de observação do espaço aéreo

Observação do espaco aéreo efectua -se com objectivo de detecção de aparelhos voadores e pode
realiza –se na direccao da distância e velocidade (ângulos das coordenadas).

Observação do espaço nas direcções – permitem detectar e determinar ângulos das coordenadas
dos alvos.

Para observação podem –seempregar meios de radiolocalização e meios ópticos.

Método de observação do espaço aéreo nas direcções são os seguintes:

 Método de observação circular;


 Método de observação do espaço em sector estreito

a) Método de observação circular – Garante observação de toda parte superior da


atmosfera do espaço aéreo.

Para tal empregam –se radares, antenas quais deslocam –se (giram) pelo azimute.

Raio (feixe) da antena é largo na superfície vertical e estreito na horizontal (fração de


graus). Frequência de rotação do raio deverá ser tal para que seja possível obter
certonúmero de impulsos reflectidos do aparelho voador ou acumulação necessária
para deteccção, num nível de energia do sinal no dispositivo final de detecção.

Tempo de observação (ver)

Onde: -Frequência angular de rotação da antena

Nas estações de radiolocalização com antenas fasificadas de rede, movimentação


do raio (feixe) da antena efectua-se de modo eletrónico como resultado de
sintonização de rotação de fases.

Tempo de rotação de fases – garante movimentação do feixe para outra posição do


ângulo, praticamente não depende do descrédito do movimento do feixe pelo ângulo
das coordenadas.

Vantagem do método – É a possibilidade de observação no espaco aéreo em toda


sua atmosfera superior.

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Para determinação simultânea do azimute e ângulo de lugar do aparelho voador pode
-se empregar o feixe em forma de leque.

Capacidade de permissão e precisão na determinação das coordenadas dos ângulos


dos aparelhos voadores - dependem da largura do feixe na superfície vertical e
horizontal.

Ao método de observação do espaço aéreo no sector estreito refere –se a busca


minúscula linear e espiral.

Observação do espaçonum sector estreito podeefectuar-se com apoio de meios


ópticos.

 Observação do espaco aéreo pela distância;


Efectua –se com objectivo de deteccção e determinação da distância até ao
alvo nos radares com irradiação constante;
 Observação do espaço pela velocidade;
Garante – a permissão dos aparelhos voadores voando com diferentes
velocidades.
Na base de observação pela velocidade determinada pelo efeito “Doppler’
revela -se pelo aumento dos sinais de frequência, reflectido dos alvos móveis.

Por isto, o valor de aumento da frequência Doppler determina –se pela


fórmula: (ver)
Onde: λ – comprimento de onda do radar;
Vr – componente radial de velocidade do alvo;

Na base de construção da maioria dos sistemas de busca pela velocidade


(frequência) – Determina – se pelo método espectral.
Por esse motivo pode – se empregar os seguintes métodos:
 Em série;
 Paralelo ou método combinado de observação pela frequência.

No método de busca em série – O receptor do radar em simultâneo


absorve somente uma pequena parte do espectro da frequência
Doppler, determinando a faixa de absorção do filtro.
Busca pela frequência pode, efectivar –se-por meio de alteração
sucessiva da frequência de ressonância do filtro de absorção estreita.

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19. Bases de Radiolocalização
19.1 Princípio e métodos de radiolocalização
Considerações gerais

Radiolocalização – Chama – se ao sector da radiotécnica, que cumpre a tarefa de detecçao com


apoio de ondas radio de diferentes objectos, determinação das suas localizações e características.

A palavra radiolocalização éoriginária de duas palavras latinas Lokus – lugar e rádio –


irradiação, isto é literalmente traduzido determinação da posição dos objectos com apoio de
ondas rádio.

Objectos, a serem sujeitos a detecção podem ser: Aeronaves, mísseis, barcos, tanques,
construções e outros.

Na radiolocalização objectos semelhantes admite –se chamar de alvos.

Detecção de alvos e determinação das suas características efectua – se pelas estações de


radiolocalização. Localização do alvo caracteriza – se pelas suas coordenadas em relação ao
radar ou superfície terrestre.(Figura)

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Na figura acima ilustrada demonstra estação de radiolocalização com medicado de coordenadas
do alvo – Distância inclinada Дн, azimute ß e ângulo do lugarƐ. Coordenadas dos alvos
determinam – se em relação ao ponto de estacionamento da estação.

Distância inclinada até ao alvo – Chama – se a distância mais curta da estação até ao alvo.

Distância entre o radar e a projecção do alvo ou superfície horizontal chama –se distância
horizontal do alvo.

Azimute do alvo – É o ângulo medido no ponto de estacionamento da estação entre o norte


geográfico do meridiano e projecção da distância inclinada na superfície horizontal.

O ângulo que consiste entre a linha da distância inclinada até ao alvo e a sua projecção na
superfície horizontal chama –se ângulo do lugar (Ɛ).

Sabendo o ângulo do lugar Ɛ e distância inclinada até ao alvo Dн então fácil será determinar a
altura do alvo: (Fórmula)

Onde: R= 6370 km – raio da esfera terrestre;

(fórmula) - Correção na inclinação da superfície terrestre.

Possibilidades de detecção de objectos com apoio de estacoes de radiolocalização baseiam -se


nas seguintes propriedades principais de ondas rádio:

 Velocidade constante de propagação de ondas- rádio C=300.000km/seg (com


precisão 299776 ± 4km /seg ).
 Irradiação direcionada e recepção de ondas rádio, rectidão da sua propagação.
 Capacidade (faculdade) das ondas rádio em irradiar objectos e reflectir – se
deles.

19.2 Método de impulso de radiolocalização

A maioria de estações de radiolocalização modernos é construída no método de impulso de


radiolocalização.

Este caracteriza –se ou baseia -se no seguinte:

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Energia eletromagnética em espécie de impulso rádio, irradia-se no espaco não em todo tempo,
mas sim no decurso de curto intervalo de tempo.

Nos intervalos entre dois impulsos deriva da recepção de energia reflectida dos objectos.

Quando o transmissor da estação irradia impulsos radio, o receptor não funciona, ao inverso na
altura de recepção de impulsos de reflexão não funciona o transmissor.

Processo semelhante acontece periodicamente.

Períodos de repetição dos impulsos irradiados são diferentes e dependem da distância máxima de
accao da estação.

Vantagens:Funcionamento da estação por impulsos permite menor dispêndio de potência,


consegue grande distância de acção, utiliza uma única antena para irradiação e recepção de
impulsos rádio e é relativamente simples medir a distância até vários alvos simultaneamente.

O transmissor irradiando ondas rádio encontra obstáculo (alvo), parte reflecte – se dele e devolve
atrás;

Medindo o tempo t no momento de irradiação directa da onda, até a vinda do sinal reflectido e
sabendo a velocidade de propagação das ondas rádio C, pode – se determinar o caminho Dн
(distância percorrida) até ao objecto, pela (fórmula):

Dн =

Medição de tais intervalos de tempo geralmente por cronómetros é impossível. Para este
objectivo utilizam – se tubos de raios electrónicos (элт), que constituem elementos principais dos
indicadores.

Porquanto, reflexão de ondas rádio acontece não só dos objectos móveis, assim como nos
objectos fixos (locais), então objectos fixos também observam – se nos indicadores, se não se
tomar medidas especiais de retirada deles dos écrans.

Na figura abaixo descriminada, demonstra o esquema funcional da estação de impulsos de


radiolocalização.

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Sincronizador (bloco de lançamento ou arranque) coordena no tempo o funcionamento de todos
elementos da estação.

Impulsos sincronizados comandam o funcionamento do transmissor, receptor, indicadores e


esquemas de formação de escalas eléctricos.

Transmissor faz a generação de impulsos rádio potentes de curta duração, os quais através do
comutador da antena e linha passam para antena.

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Comutador da antena durante a irradiação de impulsos rádio liga a linha de transmissão ao
transmissor e desliga –se do receptor, mas durante a recepção de impulsos reflectidos liga a linha
de transmissão ao receptor e desliga –se do transmissor.

Linha de transmissão – Serve para canalização de energia eletromagnética do transmissor para


antena e da antena para o receptor. Antena gira em torno do eixo, irradia energia eletromagnética
para o espaco e recebe energia reflectida dos objectos.

Receptor amplifica sinais recebidos da antena e transforma a eles em forma, confortável para
utilização no indicador.

Indicador permite conduzir observação dos alvos, detectados pelas estações, e determinar suas
coordenadas.

Presença de escalas elétricas de distância no ecrã do indicador possibilita de imediato fazer


cálculos da distância do impulso reflectido do alvo.

Azimute determina –se pela posição antena no momento da direccao do alvo.

Direcção da antena com apoio de transmissão sincronizada fixa – se ao ponteiro do aparelho


azimutal ou a linha radial do alargamento no indicador.

Uma das desvantagens do método de impulso de radiolocalização constitui:

 Impossibilidade de detecção dos alvos móveis no fundo dos objectos loca (montes,
edifícios e outros). Estas desvantagens removem – se nos radares que funcionam
pelo método permanente (contínuo) de irradiação.

19.3 Método de radiação permanente

Radar, funcionando no regime de irradiação permanente (fig a) permanentemente irradia ondas


rádio e executa recepção dos sinais refectidos dos alvos.

Na entrada do receptor da estação conduz –se simultaneamente tensão Uг com frequência de


oscilação do próprio transmissor e tensão de sinais reflectidos do alvo Uотр.

Por meio de comparação de ambas oscilações efectua – se detecção de alvos móveis.(ver fig a)

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 48


Fig(a) Esquema de explicação do princípio de acção do radar de irradiação permanente

Distinguem-se dois métodos de irradiação permanente:

 Método que se baseia na utilização do efeito Doppler (simplesmente podemos chamar


método Doppler);
 Método baseado na utilização da modulação de frequência de oscilação irradiados pela
estação de radiolocalização.

Fiquemos no método Doppler –Essência deste baseia – se na permanente alteração da distância


entre o alvo e estação altera – se a frequência de ondas radio, dos alvos reflectidos. Frequência
de ondas rádio dos alvos reflectidos captados pela antena da estação, diferencia – se da
frequência de ondas radio irradiados no valor: (ver fórmula)

Onde: Fд – Frequência Doppler;

Vr – Componente radial de velocidade de movimento do alvo em relação ao radar;

λ - Comprimento de onda do transmissor.

Por ex: Por velocidade radial Vr = 720km/h = 200m/s e comprimento de onda da estação λ = 4m
(frequência 75 Metz ) o valor de frequência Doppler é igual 100 hertz.

Do valor (grandeza) da frequência Doppler pode – se determinar a componente radial da


velocidade do alvo: (ver fórmula)

Vr =

No receptor o sinal de frequência Doppler separa -se e dá –se num indicador especial onde pela
sua grandeza pode –se determinar presença (existência) de alvos móveis e componente radial de
velocidade do alvo.

Por irradiação de objectos locais, frequência de reflexão deles, a oscilação será igual a frequência
do transmissor do radar, portanto frequência Doppler Fд = 0. Isto constitui indício de ausência de
alvos móveis.

Assim sendo, emprego do método Doppler dá- nos a possibilidades de detectar alvos móveis no
fundo de objectos locais (edifícios, montes, e outros) medindo velocidade radial de alvos móveis,

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 49


construindo receptores com mais alta sensibilidade, que pelo método de impulsos de
radiolocalização, assim como a faixa de recepção de oscilação pelo método de radiação
permanente é consideravelmente pequeno, que no método de impulso.

Desvantagens básicas do método Doppler constituem:

 Impossibilidade de determinação da distância ate ao alvo detectado (determina – se


apenas ou somente direcção no alvo).

19.4 Método de impulso coerente de radiolocalização

No método de impulso coerente executa – se a combinação do método de impulso de radiação e


radiação permanente. Este permite separar sinais reflectidos dos alvos móveis no fundo dos
objectos locais e determinar a distância ate aos alvos irradiados pelo radar.

Esquema do bloco da estação de radiolocalização funcionando em regime do método de impulso


coerente, (ver fig b)

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 50


Fig (b) – Esquema de explicação de funcionamento do radar no método de impulso coerente de
radiolocalização.

a – Esquema do radar;

b – Representação das marcações no indicador do radar.

1 – Objectos locais;

2 – Alvos móveis

Transmissor através da instalação de intervalo de tempo (duração) produz rádio impulsos de


curta duração, os quais irradiam pela antena numa dada direccao.

Nas pausas conduz – se recepção de sinais eco de reflexão.

Juntamente com estes na recepção possui – se o assim chamado “heterodino – coerente” (da
palavra grega “koгepe” que significa (engatar, ligar por meio de engate, uniretc.) que produz
oscilação de amplitude constante que coincide pela frequência e fase com oscilações irradiadas.
Com este objectivo cada novo impulso rádio do transmissor utiliza – se para falsificação de
oscilação do heterodino coerente. Tensão coerente deste heterodino passa para o receptor, onde
se adiciona com oscilações, provenientes da antena.

Se o objecto é fixo, então tempo de atraso dos sinais reflectidos dum dos ciclos de
funcionamento do radar para o outro será constante.

Em consequência disso, por adição de sinais reflectidos com tensão coerente, desvio de fase
entre eles, não altera e na saída do receptor o somatório das amplitudes do impulsos tornam –se
invariáveis.

Assim sendo, constância (constante) das amplitudes de saída dos impulsos vídeo do receptor diz
nos que o objecto em relação ao radar é fixo.

Por movimentação radial do alvo em relação a estacao, ininterruptamente altera –se a distância
entre o alvo e estacão, o que conduz sucessivamente a alteração de desvio de fase entre sinais
reflectidos e tensão coerente e alteração de amplitude e polaridade dos impulsos vídeo de saída
do receptor.

Contorno das amplitudes de saída dos impulsos vídeo dos alvos moveis alteram – se com
frequência Doppler.

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 51


Se considerarmos os sinais de saída do receptor no indicador com marcações de amplitude, então
nos objectos locais observa –se impulsos vídeo de amplitude não variáveis e polaridade, mas dos
alvos móveis eles são Chuleados e de dois polos (fig b) (b).

Diferenciar impulsos dos móveis e objectos locais no indicador com marcações de brilho não e
possível. Para eliminação de impulsos no canal do receptor dos objectos locais nos indicadores
do radar emprega – se o método de compensação.

No método de compensação entre o receptor e o indicador comuta -se um selector.

Impulsos vídeo de saída do receptor passam pelo esquema de subtraçãodiretamente e através do


esquema deatraso(retenção).

Esquema de atraso retém impulsos precisamente no período de funcionamento do radar (T).

No esquema de subtração dos impulsos de tensão do ciclo, corrente de funcionamento do radar


subtrai – se tensão de impulsos do ciclo anterior, o passado através de atraso.

No resultado da subtração dos impulsos de objectos locais, possuindo amplitude idêntica,


compensam – se um ao outro.

Impulsos dos alvos moveis na saída do esquema de subtração permanece assim como suas
amplitudes e polaridade de período em período o funcionamento da estaca altera – se.

Com apoio de rectificador de impulsos garante -se entrega ao indicador, impulsos de polaridades
iguais (por ex: positivos) graças ao surgimento de possibilidade de observação de impulsos dos
alvos móveis no indicador de marcações do brilho.

Uma das desvantagens principais do método de impulsos coerentes constitui:

 Presnnca da chamada velocidade cegano alvo, pelos quais há ausência de sinais


reflectidos na saída do receptor, pois então, e possibilidades de separação dela no fundo
dos objectos locais.

Velocidade cega – É tal velocidade da componente radial do alvo, pelo qual no período de
repetição de impulsos do radar (T), o alvo aproxima – se da estacão ou (afasta – se) precisamente
no número inteiro de meia onda de oscilações de alta frequência do transmissor.

Neste caso desvio de fase entre oscilação do heterodino coerente de sinais reflectidos do alvo de
período em período será constante, assim como por reflexão dos objectos locais.

Grandeza (valor) da velocidade da componente radial do alvo pode – se determinar


pela(fórmula):

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 52


Onde: n- qualquer nº inteiro

19.5 Principais características do radar

Cada estacão de radiolocalização caracteriza -se pelos seguintes parâmetros principais:

1. Duração (comprimento) de impulso – Determina a grandeza não prevista da zona das


proximidades da estação e capacidade de permissão pela distância.

2.Capacidade de permissão – Capacidade de permissão da estação pela distância ΔD – Chama


–se a mínima distancia entre dois alvos, encontrando –se num azimute pelo qual reflexão de
sinais deles no indicador ainda é visto em separado. (ver imagem- C)

Fig (C) capacidade de permissão do radar pela distância

Na parte de cima: Situação dos alvos no espaco em relação ao radar;

Na parte de baixo: Representação dos alvos nos indicadores.

Por duração de impulso de 1micro- seg.capacidade de permissão do radar é de 150 metros.

O agravamento acontece devido a ampliação sinal no receptor, insuficiência de focagem do raio


e escalado indicador. Devido a estes factores capacidade de permissão determina – se pela
fórmula:

ΔD =

Onde: Do – Escala do alargamento;

d – Diâmetro de focagem do raio eletrónico;

l – Comprimento do alargamento.

Quanto maior for a faixa de absorção do receptor melhor é a focagem do raio, menor é o
diâmetro do sinal do alvo e escala grande no indicador melhor é a capacidade de permissão da
estação.

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Por demais condições iguais nos indicadores com marcações de amplitude, capacidade de
permissão são altas em relação aos indicadores com marcações brilhantes.

3. Capacidade de permissão da estação a pelo azimute ou ângulo de lugar – Chama – se o


menor entre direcções de dois alvos que se encontram na distância idêntica, pelo qual sinais
reflectidos deles no ecrã do indicador ainda é visível em separado.

Seu valor determina – se pela largura doDD e diâmetro da focagemdo tubo de raios electrónicos
(элт) do indicador.

Quanto mais estreito o DD e pequeno o diâmetro do sinal, melhor é a capacidade de permissão.

4. Período de repetição de impulso Tn – Relaciona -se com accao da distância máxima da


estação.

Afim de o sinal reflectido do alvo conseguir penetrar no receptor da estação até a irradiação do
transmissor do próximo impulso rádio, duração do período de repetição da estação deverá ser
mais, que o tempo de propagação de ondas atéao alvoe vice- versa (na condição do alvose
encontrar na distância máxima): Tn = 1/Fn

5. Potência do impulso Pи – É a potencia da estacam na qual irradia – se para o espaço no


tempo de um impulso. Quanto maior for a potencia no impulso, maior é a acção da distância da
estação

Potência de impulso de estações modernas chega a alcançarentre 3 – 5 Mwats ou mais.

6. Frequência de trabalho – Frequência de trabalho (de ostentação) do radar seleciona – se


dependendo da designação (função) do radar, acção da distância e precisão na medição das
coordenadas.

Aproveitamento do diapasão das ondas no nível de desenvolvimento moderno de


radiolocalização constituem os de:

 Diapasão métrico;
 Diapasão decimétrico;
 Diapasão centimétrico.

Elevação de exigência para a precisão de medição das coordenadas satisfaz – se pela presença de
antena com diagrama de direcções pontiagudas.

Tais diagramas mais facilmente se formam por utilização de altas frequências.

Quanto mais estreito o DD, maior é a capacidade de permissão pelas coordenadas angulares,
quanto maior a precisão de determinação das coordenadas, maior é o coeficiente de directividade
da antena e accao da distancia da estacão.

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7. Distância Máxima– Distância máxima da estação de radiolocalização constitui a sua principal
característica e depende dos parâmetros da estação, propriedades de reflexão do alvo e condições
de propagação de ondas rádio. Sem contabilizar a influência da terra ela determina – se pela
fórmula:

Onde: Dmax – distância (máxima) Em km;

Pи – Potência da estação (Kwats);

Ϭ – Superfície de reflexão do alvo (m²);

λ - Comprimento de onda (m);

G – Coeficiente de amplificação da antena;

Pпрmin – Sensibilidade do receptor da estação (Watts).

Pela observação da fórmula pode – se tirar importantes conclusões práticas:

1. Quanto maior for a potência irradiada da estação Pи maior é accao (influência) da distância da
estação.

Se a potência irradiada da estação aumenta em 16 vezes, então por este motivo distância da
estação cresce apenas em 2 vezes.

Por isso, essencial subida da influência da estação devido ao aumento da potência irradiada (por
manutenção doutros parâmetros) lograr é impossível.

2.Quanto melhor a sensibilidade do receptorPпрmin, maior é a distância da acção da estação.

3. Com aumento do coeficiente de amplificação da antena em 4 vezes acção da distância do radar


aumenta em 2 vezes.

Portanto, maior valor do coeficiente de amplificação da antena pode – se receber somente nas
mais curtas ondas.

19.6 Medição de coordenadas angulares

Estações de radiolocalização medem não somente a distância inclinada até ao alvo, mas também
determinam a direcção do alvo.

Determinação da direccao do alvo chama –se(пeлeнгaция)ou seja localização.

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 55


Localização do alvo baseia -se na utilização das propriedades de radiação direcional da antena
com apoio no qual determina – se o azimute β e ângulo de lugar ε do alvo.

Existem alguns métodos de medição do azimute do alvo:

O principal constitui o método de rotação

Este método emprega -se nos indicadores circulares de panorama (ико).

Essência deste baseia –se no seguinte:

 Na rotação da antena em sincronização com ela gira o alargamentodo indicador circular


de panorama (ико).Quando a antena está direcionada no alvo, no ecrã do indicador as
marcações brilham.
 No meio desta marcação, utilizando escala eléctrica ou escala gráfica do indicador
executa a contagem do azimute.
 Medição do ângulo de lugar do alvo na estação executa – se com objectivo de determinar
altura do voo do alvo. Para tal existem vários métodos a saber:

 Goniómetro (goniómetro – instrumento de medição de alvos);


 Raios V e de ;
 Característica de balançar;

Metodo goniómetro de medição do ângulo do lugar do alvo pode ser utilizado nas estacoes
nas quais, o sistema de antena e composto é de duas antenas independentes, encontrando –se
em diferentes alturas em relação a terra.

Dispositivos com o qual se executa a medição do ângulo de lugar do alvo chama – se


goniómetro.

Estacoes de radiolocalização especiais, destinadas a medicado de altura (radioaltímetro)


formam o DD estreito (chamado ponta de cigarro) em espécie de pétala, comprimido na
superfície vertical. (ver fig. Abaixo)

Determinação da altura nestas estações executa – se pelo método de balancear a antena


(DD) na superfície vertical.

Perante medição da altura com apoio de outro radar determinam –se azimute e distância ate
ao alvo e transferem –se lhes para o PRV funcionando em conjunto.

Operador do PRV recebendo estes dados movimenta a o radioaltímetro num dado azimute e
executao balanceamento da antena na superfície vertical.

Marcação do alvo é representada no ecrã do indicador do PRV em espécie iluminada vertical.

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 56


Para além da marcação do alvo,no ecrã do indicador brilham curvas iguais de altura
(alargamento) “ângulo de lugar – distância”

19.7 Principais características tácticas – técnicos dos complexos de radiolocalização

Características tácticas – técnico dos complexos – São indicadores qualitativos e


quantitativos que caracterizam as capacidades (possibilidades) dos complexos de
radiolocalização de cumprir por si próprio missão combativa em condições ou situações
concretas num determinado momento.

Capacidade dos complexos de radiolocalização – Dependem das suas próprias


características, preparação combativa, escolha adequada dos regimes de funcionamento, mas
também do relevo local da posição na qual ele está desdobrado, reflexão efectiva da
superfície do alvo, situaçõeseletrónicas, efectivo e nível de preparação da equipe combativa,
condições meteorológicas e outros factores.

Alteração da condição da situação leva a que se altere as capacidades do complexo.

Avaliação das capacidades emprega –se para missões combativas concretas e condições da
sua execução.

Constituem características táctico – técnica dos complexos de r – loc os seguintes:

 Zona de detecção (observação);


 Capacidade de protecção contra interferências;
 Possibilidade de permissão do alvo;
 Precisão da informação;
 Precisão na medição de distância, azimute e altura dos alvos e outros.
a)Zona de detecção (observação) – É a região do espaço aéreo, limites nos quais os
alvos com superfície de reflexão efectiva são detectados pelos complexos (radares) b
em cada observação com probabilidade não menor a dada.

Zona de observação do radar – É o indicador do espaço das capacidades dos meios


de radiolocalização para o reconhecimento por r – loc dos objectos aéreos.

Na maioria dos cálculos tácticos – operativos para característica da zona de


observação emprega –se a superfície de reflexão efectiva igual 1m², probabilidade de
detecçao igual a 0,5. Conhecida a zona indicada e existência de um aparelho
matemático simples, o qual permite facilmente determinar a zona de detecçao do
complexo de r – loc paraquaisquer outros valores da superfície efectiva de reflexão e
probabilidade de detecçao.

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 57


Isto dá – na possibilidade de avaliar os meios de r – loc empregues para concretos
meios de agressão aéreo do inimigo.
Zona de observação pode ser representada em tabela de valores da distância de
detecção (D) do aparelho voador com dada superfície efectiva de reflexão em
diferentes alturas do seu voo (H) sobre a superfície terrestre; meia secção da zona na
superfície vertical, construída nas coordenadas H – D num dado azimute tendo em
conta curva da terra (zona de observação na superfície vertical; meia zona secção da
zona curva linear da superfície esférica, paralela a superfície da terra em
algumasalturas constantes.
Nas regiões com locais de terreno acidentado nas alturas acima de 2kms, influência
do relevo na medição e forma da zona de detecçao, torna –se sem importância e a
secção esférica adquire a forma correcto.
Na representação por tabela da zona de observação geralmente conduz- separa alem
da distancia de observação em diferentes alturas também valores min e maxdo angulo
do lugar (εmin, εmax), altura máxima sem fosso para acompanhamento dos alvos e
raio do funil da zona morta (Rm.B) na altura máxima de acompanhamento (ver fig
6.1) pag 369.
Zona de detecção do complexo de radares em ondas de diapasão centimétrica:
D(ε) = Dmax F(ε)
Onde: Dmax – distância max de detecção do alvo com dada superfície de reflexão do
alvo Ϭц :
F(ε) – DD da antena – padrão do complexo de r –loc na superfície vertical;

Dependência do F(ε) determina –se da equação: (ver fórmula)

Distância limite de detecção do alvo nas pequenas alturas, a qual pode ser realizada
por diferentes valores de ângulo de fechamento γ demonstrado no gráfico (fig 6.2)
pag. 370

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 58


Para elevação da distância de observação do alvo nas pequenas alturas eleva – se o
centro eléctrico da antena em simultâneo com inclinação do seu eixo focal em alguns
ângulos negativos do lugar.

Para levantamento da antena, utiliza – se alturas dominantes, torre especial, mastro e


outras conexões.

b) Capacidadesdos complexos de r –loc pela distância de observação do alvo nas


pequenas alturas por normais refrações atmosféricas de ondas de rádio
determina –se pela formula em km:

Dп = 4,12k (√ Hц+ √ ha ¿ ¿

Onde: K – coeficiente de utilização do rádio – horizonte;


Hц – Altura de voo do alvo; em metros;
Há – Altura de levantamento do centro eléctrico da antena; em metros;

Dependência da distância potencial da altura de voo e altura de levantamento do


centro eléctrico da antena quando k =1 (verfig 6.3) pag. 371

Relevo e composição mineral exposto a superfície fundamentalmente influenciam na


reflexão de energia eletromagnética.

Diagrama de directividade dos complexos de r – loc de diapasão métrica e


decimétrica determinam – se pela fórmula:
D (ε) = Dc Fc (ε) Ф(ε)
Onde; Dc – Distância max de detecção do alvo comdada superfície efectiva de
reflexão no espaco livre;
Fc (ε) – DD padrão do complexo no espaço livre;
Ф(ε) – Multiplicador de interferências (multiplicador da terra).

Ângulo de cobertura para os complexos destes diapasões também criam “efeito


sombra”, nas pequenas alturas e por cálculo da zona de detecção dever – se – á ter em
conta.

 Exigências suplementares para posições destes complexos podem ser:


 Inclinação (declive) ou levantamento admissível da posição;
 Raio mínimo da área em redor do complexo de r – loc;
 Altura da posição desigual (irregular) o qual não poderá ultrapassar o
valor ∆hн.

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 59


Raio da aérea Ra≈ 23,3 ha ²/ τ
Se ha²/ Hц ≪ 0,25 ;

Por incumprimento desta condição o raio da aérea: (Ver fórmula)

Rп = 4,12√ 27 τ /¿

Mas valor admissível desigual (acidentado) (ver fórmula)

∆hн¿

Onde: O ângulo de queda (perdição) do centro eléctrico da antena no ponto de colocação


(alojamento) da desigualdade

Zona real de observação dos complexos de r – loc desdobrados na posição combativa calcula -se
tendo em conta a influência do relevo local e controla -se por sobrevoo. No processo de
exploração dos complexos junta –se estatística na detecção do alvo na dada posição por
diferentes alturas e por diferentes superfícies efectiva de reflexão.Na base de tais estatísticas a
zona de detecção tornam –se com precisão.

c) Modo de cálculo experimental de determinação da zona detecção dos complexos nas


pequenas alturas

Cálculos da zona de detecção deve ser precedente de elaboração topográfica da posicao, o qual
prevê construção do perfil do relevo da posição em diferentes azimutes, determinação dos
ângulos de cobertura e ângulos de inclinação da posição para os mesmos ângulos.

Em seguida determina -se a distância potencial de detecção (observação) dos complexos em


kms;

Dп = K Dп.в

Onde: K – Coeficiente de utilização do rádio – horizonte;

Dп.в – Distância recta de visibilidade.

d) Construção da zona de observação dos complexos de r – loc nas médias e grandes alturas

Para construção da zona de observação nas médias e grandes alturas é necessário possuir DD da
antena do complexo regulado em relaçãouma dada posição e valor verdadeiro da distância de
observação do alvo com dada superfície efectiva de reflexão num dos valores de altura do voo
Hц.

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 60


DD regulado (estabelecido) obtém – se pelo método astronómico (por irradiação rádio – sol) ou
com apoio de um gerador especial sintonizado na frequência de sustentação do complexo.
Antena do gerador pode mover – se pela altura e instala-se do complexo de r – loc na distância
não menos de:

d¿ 4 l ²/τ

l – Medida máxima linear da antena do complexo (em metros)

Valor verdadeiro da distância de observação determina -se pelo sobrevoo do complexo numa
dada posição.

Para cálculo do DD regulado na zona de detecção calculam –se os coeficientes de calculo


(coeficiente de directividade) Ko pelo ângulo de lugar εвид, pelo qual determina -se a distância
verdadeira de detecção pelo sobrevoo (ver fórmula)

Onde: d- distância entre antena do complexo e gerador (em metros)

Pelo conhecido ângulo de lugar εвид determina -se o DD estalecido do valor Ko (fig. 6.6)

Valor da distância de detecção Di por outros ângulos de lugar determina –se pela fórmula:

Di = KDi Dmax

Onde: KDi – valor do coeficiente de cálculo pelo ângulo de lugar i – M:

Dmax = Doбл/Ko

Para calcular o enfraquecimento da refracção das ondas por um determinado ângulo de lugar do
valor Di é necessário multiplicar com o coeficiente a :

a = B / Boбл

Onde: B – coeficiente de enfraquecimento pelo ângulo εi;Boбл – Coeficiente de


enfraquecimento doεвид (ângulo de lugar da distância verdadeira)

e) Construção da zona de detecção dos complexos de r – loc nos limites de grandes alturas
pelo método de redução do potencial

Este método emprega – se para definição (precisão) da zona de observação dos complexos nas
alturas que praticamente superam o tecto (limite) de voos dos aviões.

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 61


Nesta situação o sobrevoo cumpre –se nas alturas atingíveis, mas o complexo potencial
artificialmente diminui.

Diminuição do potencial equivalente é uniformemente estreito a zona de observação ao longo da


linha constante do ângulo do lugar. (ver fórmula)

Onde: Doбл e D – Distância de observação por diminuição e potenciais normais


respectivamente.

N – Grau de diminuição do potencial (em Decibéis)

Grau de diminuição do potencial escolhe – se com devido cálculo, afim da altura do voo da
aeronave que executa o sobrevoo, supere altura do seu acompanhamento sem fosso na zona
“estreita”. No início pelo resultado do sobrevoo, conseguindo o exposto na metódica acima,
construindo a zona estreita de observação do complexo (fig. 6.8) e depois a zona real de
observação, do respectivo potencial normal do complexo de r – loc.

Para cálculos dos pontos a,b,c, d da zona estreita nos correspondentes pontos A,B,C,D da zona
real cumpre – se a seguinte proporção: (ver fórmula).

D = Doбл.

A linha que une os pontos A,B,C,D representa o limite da zona de observação.

f) Cálculo da zona de observação do complexo para dado valor de probabilidade de


detecção do alvo

Distância de detecção do alvo D com dada probabilidade P está relacionada com a distância de
observação conhecida Do e a sua probabilidade correspondente Po assim sendo:(ver fórmula)

D = Do

Geralmente limite exterior da zona de detecção do complexo constrói – se para valor Po = 0,5.

Por isso condição para cálculo da zona de observação pode utiliza – se a fórmula seguinte:

D = 1,35Do,5

g) Probabilidade de detecção do alvo por vários complexos de r – loc

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 62


Probabilidade resultante de detecção Ppeз, pelo reconhecimento simultâneo principal e
transmissão de informação no único ponto de recolha de informação: (ver fórmula)

Onde: n – quantidade de complexos encabeçando reconhecimento de alvos;

Pi – Probabilidade de detecção do alvo i – M do complexo num dado ponto (ver fórmula)

Aqui Di – Distância até a alvo detectado, o qual garante -se com i – probabilidade

h) Capacidade de protecção contra interferências

Capacidade dos complexos das TRT na condução de reconhecimento de interferência passivas


avaliam –se pelo valor (grandeza) de visibilidade de interferência Kп.в (visibilidade da
interferência) da aparelhagem de proteccao.

Confrontando o seu valor com a real relação do sinal de potência das interferências passivas com
potencia de sinais – refectidos o qual é característico para a região (área) de deslocação, tiram –
se conclusões sobre capacidade dos radares conduzir reconhecimento nas interferências passivas
numa dada situação de interferências.

i) Capacidade de protecção de interferências de ruido activo

Caracterizam –sepelo valor do coeficiente de compressão( estreito) da zona de observação pelo


alvo não ruidoso fora do sector efectivo de repressão e dimensão do sector efectivo de repressão
pelo ruído do alvo.

Coeficiente de compressão da zona de detecção do complexo pelo alvo não ruidoso. (ver
fórmula)

Onde: Gпp – Coeficiente de amplificação da antena receptora;

fб – Nível de petalados laterais do DD da antena do complexo;

τ −¿ Comprimento de onda (em cm);

N – Coeficiente de ruido do dispositivo receptor;


Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 63
Rп. п−¿Distância do complexo de r – loc até a linha de colocação de interferências (em km)

Para tipo concreto de radar a proporção acima descrita pode –se apresentar nos seguintes moldes.
(ver fórmula)

Para conforto (facilidade) de cálculo Kcж pode ser construído gráfico de dependência Kcж = f
(Rп.п) por fixação do valor ρ.

Sector efectivo de repressão mede – se em ângulos do azimute ou superfície do ângulo do lugar,


no qual “ПAП” (portador de interferências activa) garante cobertura própria e camuflagem dos
alvos encobertos.

Largura do sector efectivo de repressão depende da densidade espectral da potência de


interferência ρ, distância ate ao ПAП, potencial da estação, largura do DD da antena do
complexo e nível de petalados laterais.

j) Precisão de informação

Informação precisa determina – se pelos erros de medição de coordenadas com apoio dos
complexos (radares).

Erros na medição de coordenadas dos alvos em conformidade com as leis objectivas de seus
surgimentos classificam – se em:

 Sistemáticos;
 Ocasionais.

Erros sistemáticos e ocasionais de medição de coordenadas dos alvos pelos complexos de r – loc
devido as causas de seus surgimentos dividem – seem:

 Localização;
 Instrumentais;
 Dinâmicos.

1. Erros de localização – Surgem por influência de refracção de ondas rádio, reflexão destes do
relevo local, deformação da forma do sinal devido a dispersão das propriedades do meio
ambiente, e medição da velocidade de propagação de ondas – rádio.

2.Erros instrumentais – Aparecem devido a formação sem precisão das escalas eléctricas, erros
(falhas de interpolação) (intercalar)da posição das marcações do alvo em relação a linha
eléctrica da escala, inexatidão da combinação do marco com marcações, falhas de colocação
topográfica da estação e muitos outros factores (causas).

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 64


3. Erros dinâmicos – Medição que depende do rumo e velocidade de deslocação do alvo, mas
também das possibilidades de colheita de informação:

Xдин = Vx (t1+ t2)

Onde: Vx – velocidade do alvo em direcção da coordenada a medir;

t1 – Tempo de formação da marcação no ecrã do indicador;

t2 – Tempo despendido na colheita de informação numa determinada coordenada.

Componentes sistemáticos de todos grupos de erros enumerados podem ser determinantes, mas
ter em consideração e compensar.

Por isso exatidão de medição de coordenadas dos alvos basicamente depende de erros ocasionais,
lei de distribuição os quais concebe – se normalmente.

Erros ocasionais podemser avaliados pelo valor médio quadrático σ =¿(ver fórmula)

σ =¿

Onde: xi = ai – x – erro ocasional em medição i;

ai- resultado da medição i;

x – valor real de coordenadas medidas;

n – número de medições.

Se por conhecimento de erro quadrático médio σ 1 , σ 2… .. σn , Chamados de fontes de diferenças


independentes, então erro médio quadrático geral: (ver fórmula)

Probabilidade de erro médio quadrático P(σ ¿=o , 683

 Probabilidade xв ou erro médio – Chama –se ao tal seu valor, probabilidade de


surgimento;
P(xв) = 0,5 ; Xв =2/3 σ

 Erro Máximo – É o maior erro, o qual é possível por determinadas condições de


medição.
Xmax ≈ 3 σ

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 65


Para comparação de capacidade do complexo das TRT pela característica de precisão
frequentemente utilizam –se erros em 80% de medição, determinadas nas experiências
(ensaios) por meio de recolha de dados estatísticos.
Transferência destes para erro médio quadrático executa-se pela fórmula:
X0,8 = 1,3 σ

k) Precisão de medição de distância, azimute e altura do alvo


 Erro médio quadrático de medição da distância(ver fórmula)

σD =¿

Erro de localização – Normalmente não supera (ultrapassa) alguns metros e na maioria dos
cálculos por colheita visual de informação o erro pode – se não ter em conta.

Erro instrumental – Pode –se ordenar ( somar) dos erros de interpolação (interromper
intercalar), imprecisão na formação da escala eléctrica de distância; presença de fonte de ruído;
final da espessura da linha do alargamento de distância.

Onde: DMmin – Distância entre marcações de escala de mínima, gradação em unidades de


distância;

Δf /foп – Saída relativa da frequência de apoio do gerador;

Tфр – Comprimento (duração) da frente de impulsos – eco;

Uc / Uш – Relação sinal / ruído;

mD – Escala do alargamento da distância mm / km.

Avaliando em separado os componentes de erros instrumentais, pode – se determinar o seu valor


resultante:(ver fórmula)

(1)

Erro dinâmico por distribuição do rumo dos alvos em relação aos complexos: (ver fórmula)

Onde: tcъёma – Tempo de atraso na colheita de informação.

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 66


Por visualização e capacidade semi – automática de colheita de informação em condições de
situação aérea complicada, erro dinâmico supera o instrumental e muito mais o de localização.

No modo automático de colheita de informação o determinante constitui erro instrumental, mas o


de localização torna -se comensurável (que se pode medir) com ele.

 Precisão na medição de azimute do alvo – Depende da refracção horizontal das ondas –


rádio, distorção (desvio) da trajectória de distribuição pela influência acidentado do
relevo local (erro de localização), erros de orientação, erro de transmissão do azimute da
antena no indicador, formação de escala de azimute, compatibilidade do marcador (erros
instrumentais), mas também deslocação do alvo pelo azimute durante a formação e
colheita de informação (erro dinâmico).

Determinação de erros de localização, instrumentais e dinâmicos produzem- se pela fórmula


acima mencionada (1).

Erro médio quadrático geral de medição de azimute determina – se com apoio da expressão:

(2) (ver fórmula)

Causas de surgimento de erros de medição do ângulo de lugar (altura) do alvo é tal e qual como
por medição do azimute do alvo, por isso avaliação destes efectua -se pelo método análogo.

20. Táctica das subunidades da Rádio Técnica

20.1. Bases de emprego combativo das subunidades da Rádio Técnica

Subunidades das TRT constituem fontes primárias e básicas de informação para o comando das
Tropas da DAA sobre situações correntes da situação aérea ordenadas nas regiões de ações
combativas concretas.

Nas subunidades da RT e unidades depositam – se as seguintes tarefas (missões):

 Condução de reconhecimento por radiolocalização do inimigo aéreo, entrega de


informação do reconhecimento sobre eles ao comando para direção das unidades e forcas

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 67


da DAA, entrega de informações combativas para a detecção dos complexos de misseis e
condução da aviação de caça da FA.
 Alcance da informação no processo de reconhecimento por radiolocalização completa –
se com os resultados de observação do espaço aéreo efectuados pelos POV (Postos de
Observação visual), das subunidades da RT.
 No interesse próprio de garantia combativa das subunidades da RT nas regiões de suas
posições conduz – se observação da situação terrestre (marítima), de radiação, química e
meteorológica.
 Agrupamento desubunidades da RT distribuídos nos locais, garantem formação do campo
de Radiolocalização (uma ou várias faixas, zonas) de prevenção (aviso) nas regiões de
acções combativas, para tal as subunidades ocupam – se em ordem combativa ou
desdobram-se em uma ou varias linhas.
 Para o cumprimento da missão combativa as subunidades da RT ocupam posição
combativa.

Posição combativa –É uma parcela local, na qual se desdobram elementos de ordem combativa
da subunidade: Posição dos complexos de radiolocalização, meios de comunicação e direcção,
central eléctrica etc.

Posição da subunidade instala – se numa relação de engenharia.

Ordem combativa- Da subunidade constrói – se tendo em conta a missa-o e condições de


condução de reconhecimento, situação aérea e terrestre do inimigo provável, relevo e outras
particularidades do local, composição da técnica rádio eletrónica, meios de comunicação e
direcção.

Ordem combativa - Deve criar condições necessárias para condução de reconhecimento de


todos meios rádios electrónicos existentes em simultâneo; realização completa das capacidades
tácticas – técnicos dos complexos de r- loc; exclusão de interferências mútuas dos meios rádio
electrónicos das subunidades; segurança e estabilidade (firmeza) na direcção de todos elementos
da ordem combativa; alta precisão da combinação sobre os alvos dos vários radares distribuídos
na posição; preparação combativa das subunidades; sua segurança (protecção) e defesa, mas
também alta vitalidade de todos elementos da ordem combativa.

Antes do desdobramento da subunidade espontaneamente, como regra conduz – se o


reconhecimento a região da posição e sua elaboração topográfica.

Influências determinantes na escolha da posição combativa revelam – se factores tais como:

 Relevo da posição e seu local circundante (ângulos de cobertura, objectos locais etc)

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 68


Tem – se em conta também presença e condições de vias de acesso (estradas), camuflagem e
propriedades locais de defesa, proximidade de fontes de abastimento energia, sistema de
abastecimento de água, rede de comunicações etc.

20.2. Características gerais da ordem combativa da Companhia de Radiolocalização (CRL)

20.2.1Exigências da ordem combativa da Companhia

Por ordem combativa entende –se – O desdobramento de elementos no terreno tais como:
elemento da direcção da CRL, armamento de radiolocalização, posto rádio- receptor, posto
rádio- emissor, POV, abrigo para o efectivo, abrigo para a técnica, construção de engenharia
destinado a proteção e defesa da CRL.

Parcela no terreno no qual a CRL se desdobra em ordem combativa chama – se posição da CRL.

Ordem combativa da CRL é composta dos seguintes elementos:

1. Posto de Direcção (PD);

2. Posto rádio – receptor;

3.Posto rádio – emissor;

4. Posto de observação visual e química (NBQ);

5. Estação eléctrica a diesel;

6. Abrigo para o efectivo;

7. Construção de engenharia destinada a protecção e defesa da CRL;

8. Posição para radares, de diapasão métrica, decimétrica e PRV.

 Posto de direcção – Destina – se a direcção (comando) do Cmdte da CRL, e efectivo


subordinado, recepção, elaboração e transmissão de informação de r – loc ao comando
superior e asseguramento do PC.
 Posto rádio- receptor – Destina – se a recepção de comando e instruções do PC
superior, recepção de dados de informação sobre e a situação aérea proveniente das
unidades da DAA.
 Posto rádio – emissor – Destina – se a transmissão de informação de r – loc sobre a
situação aérea ao PC.
 Posto de observação visual e química- Destina – se a observação aérea, terrestres
(marítima), radiação química e radiológica.

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 69


 Estação eléctrica a diesel- Destina – se ao fornecimento de energia eléctrica aos
elementos da ordem combativa.
 Abrigos para os efectivos – Destinam – se a protecção do efectivo da influência das
armas de destruição maciça (em massa).

Ordem combativa deve garantir:

1. Utilização combativa eficaz das capacidades do armamento de r – loc e meios de


comunicação em conformidade comas suas características técnicas – táctica.

2.Manutenção permanente do comando e direccao do trabalho combativo de todos elementos


da ordem combativa.

3. Capacidade simultânea do trabalho combativo de todos os meios de r –loce meios de


comunicação sem interferência mutua.

4. Capacidade de cumprir missão combativa atribuída e condições de observar o inimigo


terrestre e marítimo, da influência de fogo e emprego pelo inimigo de armas de destruição
maciça.

5. Capacidade de observação visual da situação aérea, terrestre (marítima) nos arredores da


posição da CRL.

6. Exclusão da influência (efeitos) prejudiciais do campo de irradiação da estação ao


efectivo.

Para tal é necessário:

 Escolha correcta da posição da CRL; posição do radar e outros elementos da ordem


combativa no terreno;
 Organização estável da comunicação no PD com todos elementos da ordem
combativa;
 Afastamento em segurança dos objectos possíveis de golpe nuclear;
 Emprego (utilização) correcta do terreno;
 Instalação de engenharia e camuflagem da posição;
 Organização de defesa;
 Dispersão de elementos da ordem combativa.

20.2.2 Organização da protecção e defesa da CRL

Disposição (dispersão) de elementos da ordem combativa da CRL(ver esquema)

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 70


20.2.3 Organização e Armamento da CRL

Organização e armamento da CRL dependem da missão exposta a CRL em condições concretas


do terreno onde se desdobra a CRl e armamento.

Organicamente a CRL é composta de:

 Direcção da CRL;
 Efectivo da CRL;
 Pelotão das comunicações;
 Secção logística.

Dependendo da missão a cumprir a CRL pode ser do tipo:

 Tipo I – CRL de detecção e direcção (orientação);


 Tipo II – CRL de detecção.

Atenção: A diferença entre estes dois tipos consiste no seguinte:

o CRL de detecção e direcção sempre possui radar de um, ou dois radares de diapasão
centimétrica.

Exemplo de organização duma CRL

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 71


Direcção da CRL – Destina – se a administração (comando) do trabalho combativo e
logístico em qualquer condição ou situação.

Equipa do radar –Destina -sea condução da estação na situação combativa ou (marcha)


condução do trabalho combativo e sua exploração.

Pelotão das comunicações –Destina – se a garantir a CRL, comunicação rádio – rele e


comunicação a cabo (fio).

Secção logística – Destina – se a garantir a CRL alimentação, bens materiais, serviços e


outros recursos materiais.

Composição das equipas da CRL

1. Chefe do radar;

2. Chefe técnico do radar;

3.Comandante da secção dos operadores;

4. Comandante da secção dos eletromecânicos;

5.Comandante do pelotão das comunicações;

6.Comandante da rádio estação;

7. Chefe do PRV;

8. Comandante da secção dos planchetistas;

9. Comandante da secção logística;

10. Comandante da secção dos radiotelegrafistas;

11. Operador chefe;

12.Operador.

13.Eletromecânico Chefe;

14.Eletromecânico;

15. Radiotelefonista Chefe;

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 72


16. Radiotelefonista;

17. Radiotelegrafista Chefe;

18. Radiotelegrafista;

19. Planchetista Chefe;

20. Planchetista;

21. Cozinheiro;

22. Socorrista;

23. Motorista;

24. Escrivão (escriturista).

No armamento da CRL engloba:

 2÷ 4 radares de diferentes diapasões de ondas ;


 1÷ 2 PRV ;
 2÷ 3 estações−rádio de grande e médias potências ¿
 2÷ 4 radioreceptores P−154 , P−311 ;
 4÷ 6 estações de rádio tipo P−109 ( de ondas ultras−curtas ) ;
 Armamento orgânico para todo efectivo;
 1÷ 2 ZPU −2 ;
 2÷ 4PZRK;
 2÷ 4 STRELLA 2 M ;
 Aparelhos telefónicos 20 peças;
 Cabos telefónicos.

Conclusão: Organização e armamento da CRLdependem da missão a cumprir, do seu local


(terreno),do sistema da DAA, do território do país (próximo) da fronteira estatal ou no interior do
país, de locais montanhosos, desérticos ou florestais).

Dependendo da missão a cumprir a CRL subdivide – seem:

 CRL de detecção e direcção;


 CRL de detecção.

CRL de detecção e direcção - Destina – se a condução de reconhecimento por r – loc nos


limites da zona de observação do radar da CRL e garantir r – loc de acções combativas as
unidades de misseis (FAAA), AAA e aviação de caça.

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 73


CRL de detecção – Cumpre a missão de reconhecimento por r – loc do inimigo aéreo e como
regratransmite informações sobre a situação aérea nas fronteiras (limites) da zona de detecção do
radar no PC da unidade (TRT).

As CRLs são encabeçadas pelo Cmdte da CRL ena sua composição, possui efectivo dos radares,
pelotão das comunicações, secção logística etc.

Secção das comunicações que garantem comunicação rádio e a fio a CRL e trabalho combativo
ao PC.

Independentemente da designação, na composição do armamento de r – loc engloba:

 2 PRVs de diferentes diapasões;


 2-4 Distanciómetros de diferentes diapasões;

Na composição de meios das comunicações:


 2- 3 – Estações- rádio de média e de grande potência;
 2- 4 – Rádio – receptores;
 3- 4 – Estações rádio de ondas ultra – curtas e meios de comunicação a fio (cabo).

21. Indicadores das capacidades (possibilidades) combativas das subunidades

Por capacidade combativa das subunidades (unidades) das TRT entende – sepelas suas
possibilidades de cumprir em diferentes condições de situação, missões de reconhecimento por r-
loc e entrega de informações combativas de reconhecimento sobre o inimigo aéreo ao comando e
as tropas.

21.1 Capacidades combativas determina – sepela:

 Composição; Completamento das subunidades (unidades); sua ordem combativa;


características técnicas – táctica e propriedades combativas do armamento; nível político
– combativo e preparação psico – moral dos efectivos; intensidade de resistência (recção)
do inimigo; qualidade de iniciativas pela garantia de acções combativas; particularidades
locais e outras condições da situação.

21.2.Características das capacidades combativas das CRL

1.Capacidades combativas

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 74


2. Capacidades de informação da CRL e quantidades simultâneas de asseguramento na
condução da aviação de caça e designação de alvos as tropas de mísseis.

Capacidade combativa da CRL- Depende da quantidade qualidade do armamento de r –


loc, ACУ, meios de comunicação, armamento, meios de protecção etc, da posição da CRL na
qual está desdobrada a ordem combativa da CRL, e da quantidade de efectivo e sua
preparação.

Por zona plena de informação – Entende – se por ambos limites do espaço aéreo nos quais
e possível o processo de detecção dos alvos e medicado das suas coordenadas.

Zona plena de informação – Constrói- se na base da zona de observação do melhor radar da


CRL, mas também a zona de determinacao de pertença estatal deste radar e zona de medição
de altura.

Coincidência desta zona dá zona de plena de informação.

 Zona de reconhecimento (identificação); (Ver fig)


 Zona de medição de altura;
 Zona de informação;
 Zona de detecção do radar.

Fronteira (limites) da zona de observação, e medição de altura e identificação leva –


se para o formulário da CRL.

2. Capacidade de informação da CRL


Por capacidade de informação da CRL entende –se como: Quantidade de informação
(relatórios) sobre a situação aérea na qual a CRL é capaz de transmitir ao PC superior.

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 75


Capacidade de informação da CRL depende:Das capacidades (possibilidades) da
técnica combativa na transmissao de informações de r – loc, mas também da
capacidade do efectivo em transmitir informações.

Capacidade da aparelhagem (técnica) vem disposto nos certificados da técnica.


Capacidade de informação do efectivo determina –se por meio de experiência
adquirida.

Cálculos de capacidade de informação da CRL- Inicia – se com análise da existência


de esquema na CRL, na transmissão de informação de r – loc, e capacidade de elo de
ligação na transmissão de informação.
21.3 Zona de informação

Constitui um conjunto de zona de observação de meios de r – loc das subunidades e representa


em si a maior para condições prescritas da região do espaco, no qual garante – se medição de 3
coordenadas, identificação e determinação de outras características tácticas dos alvos.

Elas restringem – se (limitar – se) aos mínimos e máximos ângulos de lugar, distância máxima e
altura de observação confinante (limite).

Esquema de transmissão de informação (exemplo)

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 76


O – Operador;
П – Planchetista;
C – Apontador (contador);
З – Escriturista;
P/T – Radiotelegrafista.

Calcular capacidade de informação da CRL a qual possui 2 canais para transmissão de


informação de r – loc.
Capacidade dos operadores na transmissao de informação de r – loc são 8 relatórios por
minuto.
Capacidade do Planchetista; apontador; e escriturista também é de 8 relatórios por
minuto, mas capacidade do radiotelegrafista é de 5 minutos apenas. Por isso capacidade
de informação dos canais é de:

N1 = N2 = 5 relatórios/minuto;
Capacidade geral de informação N =10 relatórios/ minuto;
N = N1 + N2 =10 relatórios/minuto;

Quantidades simultâneas de asseguramento de obtenção de informação – É o


número máximo de obtenção de informação, o qual a CRL em simultâneo garante e
depende da s capacidades da aparelhagem, efectivo da CRL e do navegador e de
condução.

Como regra na CRL esta capacidade depende do operador do PRV e navegador.

Capacidade simultânea de designação do alvo das tropas de misseis como regra é igual a
capacidade de informação da CRL.

21.4Capacidades combativas determinam – se ainda pelos:

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 77


 Sistemas do espaço aéreo; informativo e indicadores de precisão, os quais
caracterizam:
 Dimensão de alcance do espaco aéreo e entrega de informações de r – loc, capacidade
dos sistemas de informação ou qualquer dos seus elementos de colheita, elaboração e
entrega de informação, qualidade de distribuição da informação, e antes de mais sua
precisão, mas também capacidade de manobra e reserva dos recursos da técnica.

21.5Capacidades espaciais (espaço) das subunidades da RT

São meios radiotécnicos os quais estão desdobrados numa das posições combativas e
caracterizam – sepelas:

 Zonas de informação destas subunidades;


 Capacidade de informação na saída do PC das TRT (canal de informação);
 Quantidade em simultâneo de acompanhamento dos alvos com o devido descrédito;
 Qualidade de informação;
 Sua composição;
 Autenticidade e precisão de informação sobre as coordenadas dos alvos (que
caracterizam o valor do erro médio quadrático).

21.6 Capacidade combativa dos agrupamentos das subunidades (unidades)

Estas caracterizam – se pela existência do campo de r – loc, o qual forma -se pelo conjunto de
zonas de informação das subunidades.

Para avaliação da capacidade combativa interesse fundamental representa a existência de região


ininterrupta do campo de r – loc, limites nos quais garante – se o acompanhamento constante dos
alvos.

21.7Capacidade de informação dos PC dos agrupamentos de subunidades de r – loc


(unidades)

Avaliam – se pela quantidade de alvos acompanhados em simultâneo pela observância discreta


prescrita, admissão máxima concreta- entrega de informação combativa ou de reconhecimento.

Capacidades combativas dos agrupamentos das subunidades e unidades pela detecção dos
Possuidores de Interferências Activas (ПAП) – Avaliam – se pela zona e campo de triangulação.

Por zona de triangulação subentende – se (pressupõe) – Região do espaço, no qual se garante


a determinação das coordenadas dos ПAП de duas subunidades de localização.

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 78


Conjunto de zonas de localização de 3 ou mais subunidades de r – loc formam o campo de
triangulação na condição de elaboração dos localizadores dos ПAП de qualquer subunidade do
grupo em questão no único PC.

Zona de localização dos complexos (meios) de localização activa restringe – se aos ângulos de
lugar mínimo e máximo de recepção de localização dos ПAП.

Estes parâmetros geralmente vêm na documentação técnica dos meios concretos de r- loção.

 Ininterrupto campo de r – loc de localização activa e campo de triangulação dos


grupamentos das subunidades (unidades) de r – loc caracterizam –se pelo:

1. Limite (fronteira) exterior do campo numa dada altura;


2. Altura dos baixos e altos (de cima) limites do campo de r – loc ininterrupto (campo de
triangulação).

Limite do campo de r- loc ininterrupto (contínuo) (campo de triangulação) numa dada altura
representa em si uma linha fechada, obtida por cruzamento ou intercepção do campo na
superfície, equidistante (de duas ou mais coisas igualmente afastadas de outra), de todos seus
pontos da superfície da terra ou do mar.

Altura dos baixos limites do campo de r – loc contínuo (campo de triangulação) – Chama –se
a altura mínima de acompanhamento contínuo do alvo (ПAП), voando com contornos do relevo
local.

Alturas dos altos limites do campo de r – loc contínuo (campo de triangulação) – Chama – se
a altura máxima de acompanhamento contínuo do alvo possuidor de interferências activas ПAП,
voando na horizontal.

22. Preparação das subunidades da RT para o emprego combativo

Preparação das subunidades da RT para o emprego combativo inclui em si medidas complexas


conduzidas pelos cmdtes e estados-maiores das unidades, mas também cmdtes das subunidades
da RT na organização e asseguramento multilateral do cumprimento da missão combativa
atribuída.

22.1 Medidas importantes na preparação constituem:

 Tomar decisões do emprego combativo das subunidades, colocação a


eles de missões combativas, planificação e elaboração de documentos
combativos, organização da interacção (cooperação),espontaneidade na
preparação das subunidades para o cumprimento da missão combativa,
organização do reconhecimento de r- loc e entrega de informacao ao
PC das TFAA (complexos de mísseis) e aviação de caça,

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 79


desdobramento das subunidades em ordem combativa (sua alteração),
organização de todo tipo de abastecimento.

 Preparação executa -se em segredo, como regra, sem redução da


preparação combativa das subunidades e por continuação do
cumprimento mais cedo da missão combativa atribuída.

22.2 Volume e conteúdo da preparação

Volume e conteúdo da preparação da subunidade dependem: da missão atribuída, tempo


disponível, condições da situação, capacidade combativa, e preparação combativa da subunidade.

Principal conteúdo da preparação da subunidade junta – se a espontaneidade da sua preparação,


para de novo o cumprimento da missão combativa, a qual engloba:

 O completamento da subunidade em efectivo, armamento e técnica combativa até as


normas estabelecidas;

 Preparação do armamento e técnica combativa, para acção das condições próximas


(iminente) da situação combativa; condução da missão até ao efectivo e preparação do
efectivo para o cumprimento da missão.

22.3 Preparação espontânea

Começa no momento de recepção da missão combativa do Cmdt da subunidade.

Preparação para o cumprimento da missão combativa, o Cmdt da subunidade começa por aclarar
a missão atribuída, indicando o cmdte superior na maneira (forma) do seu cumprimento e
avaliação da situação.

Aclarada a missão combativa e avaliada a situação, o Cmdt da subunidade determina o conteúdo,


o volume e a espontaneidade do cumprimento de medidas preparatórias, forças e meios para o
seu cumprimento, prazos e execução concreta; fazem – se cálculos da disponibilidade do tempo,
dá – se as disposições necessárias, orienta – se (dirigir) os preparativos, controla -se (fiscaliza –
se) as oportunidades e qualidades.

Por atribuição da missão combativa o Cmdt da subunidade tira conclusões da avaliação do


inimigo; missão combativa da subunidade; disposição combativa das subunidades vizinhas e PC
superior; modo de cumprimento da missão combativa em diferentes condições de situação e
terrestre; ordem de condução (execução) de reconhecimento; cumprimento da guarda combativa
e entrega da informação ao PC das TFAA e aviação de caça; ordem de cooperação com as
subunidades vizinhas e subunidades de reconhecimento de outros Ramos do Exército; medidas
pela elevação de vitalidade e estabilidade contra interferências; efectivo de reserva; e ordem da

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 80


sua utilização; alteração da ordem combativa e efectivo combativo da subunidade; ordem de
reforço da subunidade em efectivo; em armamento e meios técnicos – materiais; também dá -se
as necessárias disposições na organização de direcção e comunicação; determinam – se os prazos
dos preparativos da subunidade param o cumprimento de novas missões combativas atribuídas

22.4 Avaliação da situação pelo Cmdt da subunidade

Engloba: Avaliação e análise da acção aguardada pelas forças de resistência aérea e terrestre do
inimigo na região da acção da subunidade; avaliação das subunidades de reabastecimento e de
cooperação, estado da preparação combativa e capacidades combativas da subunidade e suas
correspondentes missões combativas atribuídas; avaliação combativa, técnica e abastecimento da
retaguarda (logística), influência do relevo local, condições meteorológicas no cumprimento da
missão combativa.

Na base de aclarar (explicar) a missão combativa do Cmdt superior mencionado e avaliação da


situação o Cmdt toma a decisão, na qual determina as forças, meios e métodos de cumprimento
da missão combativa nas diferentes etapas e em diferentes condições da situação combativa.

Tomada de decisão – Estende – se até aos subordinados e serve de base para a preparação
espontânea do efectivo e técnica para a acção combativa eminente.

Situação fundamental da sua decisão, o Cmdt reflecte em documentos combativos.

22.5 Sistema de Direcção (Comando)

22.6 Características básicas do sistema de Direcção

22.7 Definição, estrutura e classificação do Sistema de Direcção

a)Definição do Sistema de Direcção

Todos fenómenos sociais e neste caso de luta ou guerra armada, representam (constitui) em si um
processo de dirigir com determinados objectivos planificados em escala correspondente de
organização estrutural, o qual admite – se chamar de Sistema de Direcção.

Sistema de Direcção – É um conjunto de regulamentos (ordenação) interligados e elementos de


interacção do subsistema, criado com único objectivo de atingir no processo de funcionamento
dum determinado resultado ou (dado).

Qualquer sistema de direcção é composto de elementos (subsistema), os quais podem realizar ou


cumprir no sistema diferentes funções.

Elementos no sistemas; É parte do sistema de direcção, o qual cumpre nela rigorosamente


determinada função independente ou em conjunto com outros elementos homogéneos (similares)
ou heterogéneos (diferentes).

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 81


Aos elementos homogéneos, isto é idêntico– qualitativo, referem – se a tais elementos os quais
as propriedades gerais (comuns) que predominam pelo menos pelo indicio (vestígio) secundário
de pouca importância e eles podem até diferenciar – se.

Aos elementos heterogéneos – Referem – se a tais elementos, os quais diferenciam –se um do


outro pelo indicio essencial básico, isto é eles constituem pelas suas funções ,elementos
diferentes em principio.

Subsistema – Esta reparte – se em determinados indícios (propriedades, qualidades, funções


etc.) e é parte do sistema de direcção cumprindo uma ou tantas funções inerentes ao dado sistema
de direcção.

No ofício militar para resolução da missão (tarefa) de direcção das tropas e armamento criam –
se sistemas de direcção de designação militar, o qual em todos casos reflectem ao quadro –
organizacional da estrutura do exército (estrutura do sistema do armamento) em qualquer escala
e em todos os níveis.

Tais sistemas de direcção – Criam – se e organizam – se também nas TDAA.

 Sistema de Direcção das Tropas

É um conjunto funcional e hierarquicamente ligado aos órgãos de direcção, postos de direcção,


sistema de comunicações, sistema e meios automáticos de direcção das tropas, mas também
sistemas especiais que garantem recolha, elaboração e transmissão de informação.

Órgãos de direcção – Comando, Estado-maior, Ramos, Serviços e outros órgãos do quadro ou


não - Destinam – se ao cumprimento de funções de direcção das tropas em diferentes elos.

Em todos casos eles ocupam lugares centrais e determinantes no sistema de direcção.

 Posto de direcção – É uma instalação especial equipada com meios técnicos locais,
como quais os Cmdt (Cmdt do Ramo) através do seu Estado-maior realiza ou efectua o
Comando das tropas na preparação e condução de acções combativas ou no cumprimento
da guarda combativa.

Para direcção das tropas criam - se:

 Postos de Comando (PC);


 Postos de Comando de reserva;
 Retaguarda (logística);
 Postos de direcção secundária;
 Outros Postos de direcção (eles poderão ser estacionários ou móveis)

 Postos de direcção nas TDAA, como regra equipam – se de meios complexos


automatizados e de direcção.
Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 82
Tendo em conta actividades específicas dos órgãos de direcção e sua acomodação
(colocação) nos postos de direcção, pode – se destacar os órgãos e postos de direcção em
subsistemas de direcção separados no âmbito de determinados sistemas de direcção.

Tal subsistema de direcção deverá elaborar para todos sistemas de grupo de subordinados
(objectos de direcção) de influência de direcção.

Em relação as unidades do Ramo das tropas da DAA (TFAA, Caça da DAA, TRT) o
subsistema de direcção constitui órgão de direcção instalado nos postos de direcção
respectivos.

Objectos de direcção – No sistema constituem órgãos de direcção de formação de


subordinação, assim como de forma imediata através deles realizam todas acções de direcção
dos órgãos de direcção dum dado sistema de direcção.

Formação do exército (subunidade, unidades e outros) na escala do sistema, comoregra pode


ser heterogéneos (de tipo diverso) pela sua designação e função.

Tendo em conta isto no sistema de direcção pode – se destacar também subsistemas de


direcção, os quais poderão se diferenciar um do outro pelo volume e carácter de
cumprimento de missões específicas.

Assim por ex: nana unidade de mísseis podem – se destacar alguns subsistemas pelo indício
da funcionalidade:

 Subsistema de fogo, subsistema de abastecimento de foguetes e outros.

Na consideração destes subsistemas no nível mais baixo de cada um deles pode – se representar
como sistema independente, que decide a sua volta determinadas missões inerentes a ele.

Sistema de comunicação – É uma organização técnica de união de forças e meios de


comunicação, desdobradas em conformidade com as missões realizadas pelo exército e criadas
pelo sistema de direcção de direcção.

Sistema de comunicação compõe a base técnica do sistema de direcção e garante a permuta


de informação entre os postos de direcção e seus elementos no dado sistema de direcção.

 Diferença do sistema de direcção das tropas da DAA

Sistema de direcção empregues nas TDAA, em conformidade com outros sistemas de designação
militar possui uma gama de características particulares:

 Grande quantidade de objectos de direcção multifuncionais (ou conjunto de


subsistemas de direcção) natureza diferenciada e complexa, designação alargada, o

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 83


que gera por seu turno fluxo intensivo de informação diversa e heterogéneo pela
composição, designação, possibilidade de codificação etc.
 Alta rapidez da acção destes sistemas especialmente nas proporções tácticas,
condicionalismo das características da acção das tropas da DAA por rechaçar golpes
súbitos maciços do inimigo aéreo em condições de situações complicadas.
 Larga diapasão de mudança das condições do sistema por conservação da estrutura e
alto dinamismo e ritmo de alteração destas condições;
 Funcionalidade do sistema em grandes escalas espaciais e em tempo real;
 Referem – se as categorias do sistema com estrutura variável (funcionamento no
regime de viabilidade);
 Decisão simultânea da missão combativa complexa em volume espacial bastante
grande (condução de mísseis, fogo da AA etc.);
 Alto nível de automatização da missão a cumprir no processo das actividades
combativas;
 Tomada de decisão dos Cmdts em todos escalões em prazos limite e por insuficiência
de informação sobre a situação, o que exige alta preparação profissional, habilidade e
experiência na tomada de decisão com alto grau de risco.

 Classificação do sistema de direcção

Sistema de direcção neste caso e empregue nas TDAA pode – se classificar nos mais diferentes
indícios e características, os quais neste ou naquele grau reflectem a designação do sistema de
direcção e sua influência na realização das capacidades combativas da tropa e armamento.

De princípio qualquer classificação relativa pode – se realçar o lado fundamental, propriedades,


características ou particularidades do sistema de direcção.

Sistema de direcção subdivide –se em :

1. Pelo carácter do objecto de direcção nos sistemas de direcção das tropas;

2. No sistema de direcção dos meios combativos;

3. Pela dimensão e carácter da missão a cumprir;

 Em sistemas de direcção de único objectivo e múltiplos objectivos.

4. Pelo domínio de emprego combativo;

 No sistema de direcção táctica das tropas, operativo ed de dimensão estratégica


respectivamente.

5. Pela complexidade da estrutura organizacional:

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 84


 De único tipo, composto de elementos heterogéneos, e de diversos tipos
(multifuncionais).

6. Pelas particularidades de vazar processos de direcção nos sistemas;

 Em prováveis;
 Determinantes.
7. Pelo grau de automatização dos processos de direcção;
 Em não automáticos;
 Automatizados (ACУ);
 Sistemas de direcção automática.

8. Pelo carácter de reelaboração e utilização de informação na saída do sistema;

 Em de informação, direccionados e combinados.

9. Pela mobilidade;

 Em estacionários;
 Sistemas de direcção móveis.

 Sistema de Direcção de meios combativos

É sistema, o qual garante recolha (colheita), elaboração e análise de informação necessária para
optimização da direcção de meios combativos com objectivos mais eficazes do seu emprego.

Sistema de direcção de meios combativos é caracterizado para subunidades táctica de fogo, como
divisão de mísseis, bateria de foguetes das tropas da DAA.

Exemplo clássico do sistema de direcção de meios combativos constitui o sistema de direcção na


bateria, no armamento no qual encontra-se o complexo de mísseis ou complexo da AAA.

Sistema análogo criam – se e para condução da aviação da DAA nos alvos aéreos.

Sistema de direcção de meios combativos organicamente insere – se no sistema de direcção das


tropas e constituem seus subsistemas ou elementos.

Processo de direcção

Presença do processo de direcção no sistema criado constitui a sua propriedade basca e condição
principal do funcionamento deste sistema de direcção.

Processo de direcção – É o processo permanente sucessivo técnico – organizacional, executado


com larga utilização de diferentes métodos e meios técnicos de elaboração de acções de direcção
par atingir um dado objectivo e em conformidade com o programa do sistema de direcção.

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 85


Nos sistemas de direcção das tropas da DAA a par com prova material e permuta energética
predomina a troca de informação entre órgãos e objectos de direcção em todos níveis de
direcção, o que determina a preparação específica e condução de acções combativas das
subunidades, unidades do Ramo das tropas da DAA.

Justamente por isso em tais sistemas o processo pode ser caracterizado como processo de
informação, no qual a colheita, elaboração, conservação e transmissão de informação ocupa um
lugar importante excepcional.

No criado sistema de direcção os objectivos de direcção podem ser:

 Aliteração da situação e regimes de funcionamento dos elementos, subsistemas (objectos)


e todos sistemas com objectivo de atingir determinada eficiência;
 Alteração ou manutenção num nível determinado da estrutura do sistema;
 Redistribuição de funções entre elementos, subsistemas internos do mesmo sistema;
 Utilização mais completa de todas capacidades de reservas do mesmo sistema e outros.

Essência de direcção

Ao abrigo do sistema de direcção das tropas representa em si basicamente nas regras de combate
armado e princípios de arte militar orientado nas actividades dos órgãos de direcção na colheita,
elaboração e análise de informação sobre a situação com o objectivo e elaboração de acções de
direcção para subsistema de direcção (tropas) com objectivo de alcançar eficácia máxima das
acções combativas das tropas por condições da situação em conformidade com a missão
combativa recebida do Cmdt superior como órgão de direcção.

Conteúdo do processo do sistema direcção das tropas

É o cumprimento dos órgãos de direcção do sistema de determinadas funções atempadas e


sucessão lógica.

Função de direcção – É o conceito mais independente, comum (geral) e ampliado de conquistas


isoladas de qualquer iniciativa.

Ela engloba alguns grupos, conjunto de actos de actividades homogéneas e interligadas que
levam a permissão de determinadas tarefas (missões).

Missão (tarefa) de direcção - É o objectivo final nos quais é necessário alcançar.

Em qualquer nível de missão de direcção por seu turno pode constituir (consistir) de inúmeras
partes de missões interligadas.

Ciclo de direcção – É o intervalo de tempo, decurso no qual realiza – se ou executa – se


decisões sucessivas (série) de missões de direcção ate ao cumprimento total na escala do dado
sistema de direcção das tropas.
Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 86
Informação – É o conjunto de determinadas noticias. Necessária para o cumprimento da
inerente dada função em conformidade com o objectivo e programa deste sistema de direcção.

Informação utilizada em qualquer dos sistemas de direcção, e neste caso no sistema de direcção
das tropas deverá possuir ou ser dotado de duas propriedades principais:

 Garantir pelo seu conteúdo decisões de um determinado círculo de missões, característico


para o sistema de um dado tipo, e possuir único sistema de codificação em conformidade
com dado sistema de direcção e outros sistemas unidos a ele.
 Quanto maior for o nível do sistema pela sua hierarquia, maior é o tipo generalizado a
necessidade da sua informação sobre situação mas em compensação em grandes escalas
de tempo.
Abastecimento de informação do sistema de direcção das tropas e sistema de direcção de
meios combativos É o conjunto de medidas e acções organizadas e direccionadas aos
órgãos de direcção do sistema no alcance da informação sobre a situação das mesmas,
diferentes (diversos) fontes do sistema e outros sistemas, sua generalização e condução
em espécie necessária até ao consumidor.

Principais exigências para com a informação

Utilizadas no sistema de direcção das e sistema de direcção de meios combativos da DAA

 Oportunidade e continuidade de entrada bastante precisão e descrição de garantia de


cumprimento da missão num dado nível;
 Codificação o simplificada, que garanta de imediato a sua utilização no sistemas não
automáticos de direcção (HCУ e ACУ):
 Nível suficiente de amplificação (aumento) da composição de informação.

23. Organização e preparação das Companhias (CRL) para o cumprimento de missões


combativas

23.1 Conteúdo do trabalho do Cmdt da CRL na preparação da CRL para o cumprimento da


missão combativa atribuída.

23.1.1 Condições gerais de preparação da CRL param o cumprimento da missão combativa

Preparação da CRL para o cumprimento da missão combativa consiste na tomada de decisão


do Cmdt da CRL na condução de acções combativas, na atribuição aos subordinados de
missões combativas, organização de reconhecimento por r – loc, organização de meios de
comunicação, organização de todo o tipo de asseguramento, organização da preparação
combativa e organização no treinamento combativo do efectivo.

Solução na condução de acções combativas emprega-se atempadamente no período em tempo de


paz, na organização das missões combativas.

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 87


Mas também pode – se organizar em tempo de guerra, em situações de movimentação da CRL
(técnica) para a nova posição.

23.1.2 O radar deve movimentar-se nas seguintes condições:

 Pelo plano de preparação combativa;


 Por impossibilidade de cumprimento da missão combativa atribuída na posição antiga;
 Por ameaça de invasão (apropriação) do inimigo em ofensiva;
 Para restabelecimento de brecha (abertura, fenda);
 Para intensificação (alongamento) do limite inferior do campo nas extremamente
pequenas e pequenas alturas nas direcções principais do inimigo.

Processo de tomada de decisão do Cmdt da CRL inicia a partir do momento da:

 Recepção da missão combativa a partir do Cmdt do Batalhão

23.1.3 Sequência de elaboração da decisão do Cmdt da CRL

Vejamos o processo de elaboração da decisão do Cmdt da CRL e preparação do radar para


acções combativas.

1. Aclarar a missão combativa;

2.Avaliação da situação;

3. Tomada de decisão do Cmdt;

4. Dar informe da decisão ao Cmdt do Batalhão;

5. Atribuição de missões combativas aos chefes dos radares;

6. Controle do cumprimento de missões combativas e prestação de ajuda;

7. Dar informe ao Cmdt do Batalhão sobre a prontidão da CRL para o cumprimento da missão
combativa.

23.1.4 Na atribuição da missão combativa ao chefe do radar o Cmdt da CRL indica:

1) Conclusão da avaliação do inimigo aéreo provável;

2) Conclusão da avaliação da situação terrestre, aérea e biológica;

3) Ideia (pensamento) do Cmdt e variante de acções combativas da CRL;

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 88


4) Missão combativa da CRL;

5) Condições da prontidão combativa no asseguramento da unidade e subunidade;

6) Ordem de organização de cooperação de diversas forças;

7) Ordem de transmissão de informação para os superiores e asseguramento ao PC;

8) Prazo para a prontidão do cumprimento da missão combativa atribuída.

23.1. 5 Aclarar a missão combativa

I. O aclarar a missão combativa consiste em:

 Aclarar a ideia do Cmdt do Batalhão sobre:

1. Objectivo das acções combativas do Batalhão R.T e a sua missão combativa;


2. Particularidades da ordem combativa do Batalhão;
3. Direcção da concentração dos esforços principais do Batalhão da R.T na condução de
reconhecimento de r-loc e asseguramento por r - loc das acções combativas das unidades das
TFAA e aviação de Caça da FA;
4. Variante de condução de reconhecimento de r-loc e modos de asseguramento de - loc das
acções combativas das TFAA e aviação de caça da FA;
5. Parâmetros do campo de r-loc do Batalhão;
6. Possibilidades de manobra das forças e meios do Batalhão.
II. Estudo da missão combativa da CRL

 Tornar clara (aclarar) em detalhes a missão combativa;


 Prazos de preparação e possibilidades (capacidades) do seu cumprimento;
 Direcção, linha de fronteira (limite) e altura de concentração de esforços na condução de
reconhecimento de r-loc;
 Limite de cumprimento da missão combativa das TFAA e Aviação de Caça;
 Ordem (procedimento) de interacção (cooperação) das CRLs.

III. Aclarar a missão combativa. Determinação do papel e lugar da CRL para o


cumprimento missão combativa do Batalhão da RT

 Importância da direcção de concentração de esforços da CRL na condução de


reconhecimento de r-loc e asseguramento de r-loc as TFAA e aviação de Caça da FA;
 Em que escalão (linha) de ordem combativa do Batalhão encontra – se a CRL;
 Conclusão sobre a importância da decisão da missão colocada diante da CRL.

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 89


IV. Cálculo de tempo do Cmdt da CRL na execução das seguintes actividades

1. Avaliação da situação e ouvida a proposta do chefe técnico e chefe/ estacão 1 hora;


2. Tomada de decisão e informe do Cmdt do Batalhão 1 hora;
3. Condução, execução e declaração da decisão 30 minutos;
4. Desdobramento do radar 1hora.

V. Avaliação da situação

Avaliação da situação pelo Cmdt da CRL executa – se com o objectivo de correctamente tomar a
decisão na organização e condução das acções combativas.

Avaliação da situação consiste ou engloba as seguintes questões:

 Avaliação do inimigo provável;


 Avaliação dos vizinhos;
 Avaliação das unidades militares a assegurar;
 Avaliação da prontidão combativa e possibilidades combativas das CRL;
 Avaliação de todo tipo de asseguramento das acções combativas das CRLs
 Avaliação da região das acções combativas (avaliação do local e posição, avaliação do
clima e condições meteorológicas).

Avaliação do inimigo provável – avaliação do inimigo executa – se através de dois


grupos de questões:

1º Grupo de questões

Efectua – se como que avaliação estatística do inimigo provável na seguinte sequência:

1.Aeródromos e bases nas quais se espera acções combativas dos meios aéreos de agressão do
inimigo;

2. Dados das características técnicas – tácticas dos meios aéreos de agressão do inimigo
provável;

3.Capacidades combativas da aviação inimiga no uso de interferências rádio (portador de


interferências);

4.Capacidade de fogo da aviação no que diz respeito a repressão da posição da CRL;

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 90


5. Determina – se o tempo de penetração (entrada) da aviação do inimigo na zona de detecção do
radar:

tвx = tвзл + D / Vц

Onde: tвx – tempo de penetração

Tвзл – tempo de descolagem

D – Distância

Vц – Velocidade do alvo

6.Determina -seo tempo de voo da aviação do inimigo para cada tipo de meio aéreo de agressão
para todas as direcções. (ver fórmula)

2º Grupo de questões

Executa – se como que grupo de avaliação dinâmica do inimigo provável

1. Avalia – se o tempo de descolagem da aviação inimiga;

2. Avalia – se o perfil (trajectória) dos voos do inimigo;

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 91


3. Constrói – se o modelo de incursão (ataque) (raid) do inimigo provável;

4. Determina – se profundidade e largura da incursão do 1º golpe e golpes subsequentes.

- Cada golpe é constituídopor váriosescalões (ver esquema)

Legenda:

1º Força de mísseis balísticos – 6 – 8 min;

2º Força de mísseis balísticos da Marinha – 12 – 15 min;

3º Força de plantão da aviação táctica – 50 – 60 min;

4º Força principal da aviação táctica – 1,5 – 2,5 horas;

5º Força da aviação estratégica – 50 – 60 min;

6º Força principal da aviação estratégica- 6 – 7 horas.

5.Efectua – se o reconhecimento do inimigo provável nos objectos concretos da DAA;

6.Evidenciam – se os grupos de demonsracao, grupos de golpe, grupos de bloqueio, aeródromos,


grupos de portadores de interferência, determinam – se a possibilidade (capacidade) de
portadores de interferências, determina -se a quantidade de alvos aos quais irão actuar nas zonas
de observação dos meios de r – loc da CRL.

7. Realiza – se previsão da situação de irradiação química, biológica, aérea e terrestre na região


da posição da CRL.

Conclusão da avaliação do inimigo aéreo constitui:

1. Ideia ou pensamento das capacidades das acções combativas dos meios de golpe (agressão) do
inimigo aéreo e possibilidades da quantidade de alvos nas zonas de observação da CRL;

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 92


2. Exigência (requisitos) para com a plena zona de informação;

3. Exigência para com a prontidão combativa;

4. Tensão nas acções combativas;

5. Ordem no asseguramento de r – loc das acções combativas nas condições de interferências


rádio e emprego pelo inimigo de armas NBQ.

6. Perdas (baixas) do efectivo e técnica e assim sendo elevar a vitalidade da CRL.

Avaliação do inimigo aéreo no decurso de acções combativas

1. Definição (determinação) da direcção do plano de acção da aviação;

2. Composição dos grupos, tipo de aeronaves e constituição da ordem combativa;

3. Perfil de voo dos alvos aéreos empregando meios tácticos;

4. Influência de interferências rádio no radar e meios de comunicação;

5. Plano de acção da aviação na capacidade de fogo.

Conclusão da avaliação do inimigo aéreo

1. Caracter da accao da aviação do inimigo;

2. Quantidade de alvos nas zonas de detecção do radar da CRL;

3.Importância dos alvos aéreose grupo de aeronaves isoladas;

4. De certa maneira distribuir os alvos aos radares;

5. Providenciar (medidas) na protecção (defesa) do radar das interferências, armas NBQ, e no


restabelecimento da capacidade combativa da CRL.

VI. Avaliação das unidades vizinhas no asseguramento das TFAA e aviação de Caça da FA

Avaliação dos vizinhos executa – se co o objectivo de aclarar em que nível o vizinho poderá
auxiliar, prestando colaboração ou assistência na missão combativa atribuída.

Assim sendo, avaliam – se as seguintes questões:

1. Missão combativa do vizinho;

2. Suas posições, armamento e capacidades combativas;

3. Canais de comunicação;

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 93


4. Ordem de permuta de informação das CRLs vizinha e subunidades de reconhecimento de
outros Ramos do Exército e tipo de Forças Armadas.

Conclusão do Cmdte da CRL sobre avaliação dos vizinhos

1. Determinar parâmetros do campo de r – loc na juncão (entroncamento) com as CRL vizinhas;

2. Ordem constante na organização de cooperação;

 Necessidade e capacidade de permuta de informação;


 Canais de comunicação;
 Ordem de elaboração de informação;

VII. Avaliação no asseguramento as unidades da TFAA e Aviação de Caça

Executa -se com objectivo de compreender a apresentação das exigências para o asseguramento
de r – loc das acções combativas das unidades e subunidades de foguetes anti- aéreos e aviação
de Caça da FA.

Assim sendo, avaliam – se as seguintes questões:

1. Missão combativa;

2. Disposição (colocação) da posição, aeródromos, PC e armamento;

3. Princípios e capacidade de direccao, ordem e capacidade de condução;

4.Previsões de manobras;

5. Apresentação das exigências para o asseguramento de r – loc;

6. Capacidade no asseguramento das unidades na condução de reconhecimento por r – loc do


inimigo provável.

Conclusão do Cmdte da CRL determina:

1. De que forma organizar cooperação com CRL vizinhas com objectivo de elevar o limite do
inicio de transmissão de informação de r- loc as TFAA e aviação de Caça da FA;

2. Ordem de organização das comunicações;

3. Variantes e capacidades de asseguramento das acções combativas as TFAA e Aviação da Caça


da FA;

4. Ordem de asseguramento das manobras das subunidades e unidades das TFAA e Aviação de
Caça da FA.
Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 94
VIII. Avaliação da prontidão combativa e capacidade combativa da CRL

Assim sendo, estudam – se as seguintes questões:

1. Completamento em efectivo e técnica;

2.Nível de aprendizagem do efectivo;

3. Moral combativo do efectivo;

4. Situação do armamento de r – loc;

5. Tempo de comparência (chegada) do efectivo; (tempo de prontidão combativa)

6. Tempo de ligação da aparelhagem; (tempo de prontidão combativa)

7. Tempo de transmissão do sinal; (tempo de prontidão combativa)

Capacidade combativa da CRL

1. Avalia- se pela capacidade dos meios de r – loc na condução do reconhecimento por r-loc;

2. Avalia- se a capacidade de informação da CRL

Igeral = I1+ I2

I1 – Informação do 1º canal

I2 – Informação do 2º canal

3. Quantidade simultânea de asseguramento de designação do alvo as TFAA e condução da


Aviação de Caça.

IX. Avaliação do tipo de asseguramento

 Para tal avaliam – se os seguintes factores

1. Situação de reserva (stock) de meios técnicos e materiais e nível da sua correspondente norma
de estabelecimento;

2. Completamento da CRL em meios individuais ecoletivos de protecção (defesa);

3. Aprovação de esquema de aviso sobre o emprego pelo inimigo de armas NBQ;

4.Organização de instrução (ensino) aos efectivos sobre o controle radioactivo;

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 95


5.Existência de comando na liquidação das consequências do emprego pelo inimigo de armas
NBQ;

6. Grau de correspondência de instalações de engenharia na posição em situações de acções


combativas;

7. Organização de camuflagem;

8. Organização de defesa e segurança.

Cálculo de tempo de entrada da aviação inimiga na zona de detecção do radar

Para aeronave do tipo A-7D (Ver fórmula)

X. Manobra da CRL para a posição de reserva

1. Disposições gerais

Manobra da CRL para posição de reserva efectua – se nas seguintes condições:

1. Pelo plano da preparação combativa;

2. Pela impossibilidade de cumprimento da missão combativa atribuída na posição anterior;

3. Por ameaça de conquista (captura) da posição do inimigo em ofensiva;

4. Para restabelecimento de brecha (abertura);

5. Para alargamento (aumento) do limite inferior do campo de r-loc nas pequenas e extremas
pequenas alturas nas principais direcções de acção do inimigo.

N.B – Em qualquer situação a manobra executa – se por ordem superior do Cmdt do Batalhão.O
Cmdt da CRL recebendo do Cmdt do Batalhão ordem para a manobra da CRL executa as
seguintes actividades:

1. Aclarar a missão combativa recebida;

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 96


2.Determina a composição da forca e meios, ordenamento do desdobramento, determina as
actividades (medidas) as quais são necessárias executar de imediato.

3. Da ordem verbal (oral) de desdobramento da parte material, nesta ordem o Cmdt da CRL
designa:

a) A nova missão combativa da CRL;

b) Ordem de marcha para a nova posição;

c) Prontidão da nova posição para o cumprimento do trabalho combativo;

d) Lugar e ordem de constituição da coluna;

e) Prontidão da coluna para o itinerário.

O plano da manobra da CRL para posição de reserva o Cmdt da CRL elabora na carta de escala
1: 50.000 e o Cmdt do Batalhão aprova.

O plano da manobra elabora – se como regra atempadamente no período de organização de


acções combativas.

Plano da manobra sustenta a parte textual e gráfica.

 Plano da manobra no que diz respeito a parte textual possui as seguintes divisões:

I. Característica do itinerário

Nesta divisão reflectem-se as seguintes questões:


1. Extensão do itinerário;
2. Troços locais de difícil transitividade;
3. Velocidade média de movimento da coluna durante a marcha;
4. Itinerário alternante;
5. Tempo de movimento da coluna;
6.Prontidão para o trabalho combativo na posição de reserva do 1º e 2º turno.
II. Organização das comunicações
1. Da posição principal até a prontidão do 1º turno na posição de reserva existente;
2. Da posição de reserva entre 6h e 30 min depois do desdobramento do 1º turno na
posição de reserva o comando e dado do PC do Batalhão através do rádio – rede
combinada e telefone, através do centro de comunicação do estado.
3. Comunicação na marcha e efectuada por comunicação – de rádio de ondas ultra curtas.
Comunicação entre a posição (principal e reserva) e executada por comunicação rádio de
ondas ultra curtas através do PC do Batalhão.

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 97


III. Organização do trabalho combativo por manobra na posição de reserva

1. Até a prontidão do 1º turno;


2. Depois da prontidão do 1º turno

1.Até a prontidão Nº1 do 1º turno na posição de reserva o trabalho combativo executa-se:


Na posição principal com radar de diapasão centímetros.

Transmissão de informação para o PC é efectuada por meio de telefone e comunicação –


rádio de ondas curtas.

2. Depois da prontidão Nº 1 do 1º turno o trabalho combativo executa – se na posição de


reserva com radar de diapasão métrica e decímetros.
Posto de Direcção (PD) móvel instala-se no reboque.

IV. Sinais principais


1) Coluna passou a ponte - 433
2) Coluna chegou a posição de reserva – 435

V. Sequência da manobra e cálculo de tempo


 Organização da marcha

Por marcha – entende – se por movimento organizado da coluna pela estrada, predestinada a
coluna.

 Organização da marcha deverá assegurar (garantir):


 Comunicação na marcha;
 Movimento dissimulado (disfarce) da coluna;
 Marcha como regra devera ocorrer no período nocturno;
 Asseguramento de protecção pela DAA;
 Reconhecimento do inimigo aéreo, terrestre (marítimo);
 Reconhecimento da situação biológica, química e radioactiva.

Na preparação para a marcha o Cmdt da CRL concebe (executa) as seguintes actividades


(tarefas) organizacionais.

1. Efectua cálculo do efectivo, indica ou atribui responsabilidades aos elementos;

2.Organiza a preparação do efectivo da técnica de r- loc, meios das comunicações e transporte –


auto para a marcha;

3.Estabelece o número de efectivo da coluna para a marcha;

4.Pessoalmente executa o controlo das viaturas e o encaixotamento dos bens nas viaturas;

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 98


5. Garantia de meios das viaturas para elevação da transitabilidade e preparação do efectivo dos
motoristas para a marcha.

 Asseguramento da marcha
 Marcha deve efectuar – se como regra a noite;
 Distância entre viaturas e de 25 metros;
 Velocidade de movimento inferior ou igual a 30km / h;
 As viaturas devem estar equipadas de aparelhos de visão nocturna (iluminação)

 Plano de defesa da CRL

Plano de defesa da CRL elabora – se ou melhor é elaborado pelo Cmdt da CRL no período de
organização de acções combativas, e é aprovado pelo Cmdt do Batalhão.

O plano de defesa contém: A parte gráfica e a parte textual (legenda).

 Parte gráfica representa em si o plano da posição da CRL constituída nela de


elementos de defesa terrestre e principais pontos de referência (orientação), local para
cada trincheira;
 Assinala – se até cada ponto de referência do local em metros.

 Na legenda reflectem – se as seguintes questões


1. Elementos responsáveis e a composição da equipa para a trincheira;
2. Sinais de “alarme terrestre”, “alarme aéreo” etc.
3. Comunicações do comando da CRL (pelo telefone, por comunicação – rádio de ondas
ultra curtas e comunicação por voz).
4. Comunicação através de estafeta (soldado).

Defesa da CRL - constrói – se de forma circular com reforço na direcção especialmente


perigosa onde se aguarda maior probabilidade de acção do inimigo terrestre, aéreo
provável.
Defesa constrói – se consoante situação concreta.
24. Exemplo dum plano de defesa da CRL

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 99


25. Escolha de posição combativa para CRL
1. Características da posição e suas exigências
2. Ordem na escolha da posição e exigências na instalação de elementos da ordem
combativa da CRL
 Na criação (formação) do DD do radar na superfície vertical fundamental
influencia, presta a terra, assim como o DD do radar na superfície vertical forma
dois raios (feixe).

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 100


 Sua forte influência especialmente da terra e superfície verifica – se na formação
do DD dos radares de diapasão de ondas métricas e decimétricas.
 Para tal, afim de não reduzir a eficácia do emprego combativo do radar diapasão
métrica e decimétrica da influência negativa da superfície da terra, a posição do
radar da CRL requer as seguintes exigências básicas:

1. Ao raio da área máxima e mínima que influenciam na determinação da


reflexão dos raios reflectidos (ver fig)

2. Ao ângulo de cobertura

Ângulo de cobertura permitido (permissível) determina – se pela fórmula: (ver fórmula)

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 101


3. Para área desigual (acidentada) permissível (ver fig)

4. Ao ângulo de inclinação (levantamento) da posição (ver fig)

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 102


1.1 Principais exigências para instalação da posição de radares

Exigência para apresentação da posição P-37 P-14 P-12 P-15


do Radar
Raio da área Rmax (M) 50-200 1500 500-1000 2000
100 - 1 1 0,5
500 - 2 3 2
Área acidentada permissível
100 - 3 6 3,5
para antena do Radar Δh (M) 1500 - 5 - 5,5
2000 - - - 8
Ângulo de inclinação permissível +10’ -2º até +0,5 -3º até +0,5 ±0,5º
(levantamento) da posição Ɣ (radiano)
Ângulo de cobertura permissível α (min) +20’ +15’ +60’ +15’
para H= 100M

Algumas medidas a tomar em conta, na escolha da posição combativa

 Para garantia de vitalidade da CRL, posição da CRL necessita de ser escolhida numa
distância de segurança dos possíveis objectos de golpes nucleares.
 Na maioria dos casos a CRL desdobra – se numa distância não inferior a (3 -10) km da
posição dos complexos de mísseis, aeródromos, da linha da fronteira estatal, par exclusão
(evitar) a CRL de possíveis ataques de armas de artilharia.
 Não se aconselha desdobrar a CRL próximo de mastros de alta tensão, da linha de
transmissão de energia.

Para além de que por escolha da posição da CRL é necessário observar ainda os
seguintes requisitos:
 Ter em conta presença de caminhos-de-ferro;
 Ter em conta camuflagem e propriedades de protecção do terreno;
Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 103
 Presença no local de rede eléctrica, linha de comunicação e fonte de água, presença de
material local de construção;
 Ter em conta também a existência de condições de vida e acomodação do efectivo da
CRL;
 Desdobramento de elementos da ordem combativa deverá excluir a possibilidade de
interferências mútuas.

1.2 Etapas e sequência de trabalho do grupo de reconhecimento da posição


 1ª Etapa – Escolha da posição na carta;
 2ª Etapa – Escolha da posição no terreno;
 3ª Etapa - Elaboração topográfica;
 4ª Etapa – Junção de documentos necessários para escolha da posição com
conclusões da aptidão da posição escolhida.

1ª Etapa

1. Ter carta na escala de 1: 25.000 (1: 50.000);

2. Na carta estuda – se o relevo do terreno da determinada zona;

3. Determina – se presença de caminhos-de-ferro;

4. Escolhe – se a posição na carta;

5. Determina – se o ângulo de cobertura pela fórmula:(ver fórmula)

Onde: l – Distância até aos objectos locais (km);

DЗм – Diâmetro da terra;

Hмп – Altura dos objectos locais; (km);

Hпоз – Altura da posição (km).

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 104


2ª Etapa

 O grupo de reconhecimento da posição viaja para a região proposta para escolha da


posição efectua a escolha da posição, faz a elaboração topográfica da posição e verifica
as recomendações de garantia de vitalidade necessária para instalação duma CRL;
 Depois da escolha da posição no terreno o grupo de reconhecimento inicia a elaboração
topográfica no terreno.
Por elaboração topográfica no terreno – Entende – se por:
 Medição no campo e cálculos com objectivo de determinar a influência do local
na distância de detecção do radar, na precisão de medição de coordenadas.
 Elaboração topográfica engloba

1. Determinação do ângulo de cobertura;

2. Determinação de procedimentos topográficos de orientação do radar;

3. Levantamento topográfico da posição.

 Finalidade da elaboração topográfica

1.Executa – se para a determinação da influência do terreno (local) na distância de


detecção.

 Medição do ângulo de cobertura efectua se com bússola do tipo ПАБ-2 (PAB-2);


 A medicam efectua – se em relação ao ponto de estacionamento do radar e altura
do centro eléctrico da antena;
 No final da medição elabora - se a carta (ficha) do ângulo de cobertura.

2.Entende – se por medição no campo – Cálculos destinados a determinação de coordenadas


no ponto de estacionamento do radar no terreno.

3. Com o objectivo de construir o perfil do local da zona próxima e na sua base


construir o plano da posição.

4.Levantamento do terreno efectua – se na escala de 1:5.000 com construção de traços


horizontais do terreno entre 0,5 metros ou mesmo 1 metro.

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 105


 Grupo de reconhecimento elabora os seguintes documentos:

1. Carta de 1: 25.000; 1: 50.000;

2. Carta (ficha) dos ângulos de cobertura;

3. Perfil do relevo local na zona próxima;

4. Plano da posição da CRL.

o Na carta coloca – se a posição principal, posições de reserva (2-3), suas coordenadas


geográficas e coordenadas rectangulares.

 Na carta coloca – se legenda na qual vem representado os seguintes


elementos:
1. Coordenadas geográficas, coordenadas rectangulares, marcações de altura e de lugar de
estacionamento do radar.
2.Marcações das máximas alturas;
3. Capacidade de organização e condução de comunicação via rádio o fio;
4. Postos populacionais mais próximos e infra-estruturas, distância até eles e até rede de
comunicações.
5. Estações ferroviárias mais próximas, marítimas, fluviais, possibilidades (capacidade)
de desembarcadouro de carregamento e descarga;
6. Presença de rede eléctrica local e suas capacidades;
7. Caminhos-de-ferro;
8. Capacidade de colocação ao efectivo aprovisionamento (abastecimento) de água.
9. Presença de material de construção e meios disponíveis para camuflagem;
10. Condições sanitárias – epidemiológico na região e outros dados;
11. Conclusão sobre aptidão da posição.

 Condições gerais na escolha da posição e desdobramento do radar P-18

1. A posição escolhe – se no local, que garanta observação circular do espaço aéreo;

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 106


2. Na formação do DD da antena do radar, o relevo local devera influenciar num raio de
1000 metros do ponto de estacionamento da estação.
3.A área deverá ser plana (lisa) e horizontal.
4. Permite – se desigualdades (partes acidentadas) isoladas (elevações, cavidades) de
altura na profundidade:

 1 Metro de distância ate 100 metros;


 3 Metros de distância de 100 metros atem 500 metros;
 6 Metros de distância de 500 atem 1000 metros.

5.Ângulo de inclinação (declive) da área não deverá superar os 2˚, mas o ângulo de levantamento
-0,5˚.

6. Ângulos de cobertura devem ter não mais o admissível (permissível) os quais se


determinam pela fórmula: (ver fórmula)

Onde: -Ângulo de cobertura admissível (min);

- Altura do voo do alvo na superfície (M);

- Altura do centro- eléctrico da antena (M);

- Altura da posição na superfície (estendida);

- Raio equivalente da terra (para refracção normal igual a 8.500 km).

До

бн =

Onde: K – Coeficiente de utilização do rádio horizonte igual a 0,55.

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 107


7. A estação devera desdobrar – se na distância não inferior a 1000 metros do maciço florestal,
construções de betão, linhas de transmissão de alta tensão, linhas de comunicação e na distância
não inferior a 2000 metros das populações.

8.Árvores isoladas, arbustos na formação do DD fundamentalmente não oferecem influência e


podem ate servir de objecto de camuflagem.

9.Por presença de superfície aquática do radar e necessário colocar numa distância não superior a
100 metros da linha ribeirinha a fim de que a superfície aquática esteja no sector de
responsabilidade.

10.Área para o desdobramento da estação instala-se em conformidade com instruções de


exploração parte II.

 Desdobramento das viaturas e reboques da estação na área ver fig. (5).


 Para protecção da estação da acção (influência) dos estilhaços de bombas e armas NBQ,
as viaturas e reboques desdobram – se em abrigos.
 Desdobramento das viaturas e reboques nos abrigos ver fig. (6).

11. Na chegada a posição da coluna de transporte o chefe da estação indica ao chefe da viatura o
local de estacionamento das viaturas e reboques.

12.Aguarda (protecção) e defesa da posição organiza - se em conformidade com indicações do


Cmdte da subunidade (cmdte da CRL).

13. Depois da instalação das viaturas no local indicado, a chefe da viatura efectua a sua
verificação (inspecção) externa e sobre o resultado da verificação da informe ao chefe da
estação.

14.Antes do começo do desdobramento o chefe da estação ordena formar os efectivos e dá


instrução sobre as regras (medidas) técnicas de segurança sobre a ordem e sequência do
desdobramento.

15. Para o desdobramento do radar o chefe da estação do comando: desdobrar estação - e dirige
o trabalho da equipa.

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 108


A sequência do desdobramento da estação vem descrita no anexo 2.

16. Na finalização do desdobramento do radar efectua – se o controlo de funcionamento da


aparelhagem com tensão em conformidade com instruções de exploração.

 No trabalho na estação o efectivo deve severamente cumprir as normas de técnica


de segurança (anexo1).

26. Sobrevoo a estação de radiolocalização das TRT

1. Sobrevoo ao radar nas TRT

2. Cálculos no método gráfico - analítico da zona de observação na superfície vertical


(horizontal)

Sobrevoo ao radar – É um conjunto de actividades executadas nas TRT com objectivo de


definir a zona de observação do radar através de determinados processos de cálculos para uma
posição concreta.

 O resultado do sobrevoo constitui (só e fiável) somente para uma concreta posição.
 Zona de observação do radar - representa o resultado de dados para planificação e
execução de três 3 tarefas principais na CRL, isto é elas caracterizam a capacidade
combativa da CRL.

2. Missão (tarefa) do sobrevoo

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 109


 Principal tarefa é determinar a real zona de observação do radar e acompanhamento
(firme e estável) das aeronaves nas alturas extremamente baixas (100 metros) e baixas
alturas (até 1000 metros).
 Aparecimento (revelação) de regiões rádio – sombra e partes não visíveis não
(detectáveis) do espaço aéreo nas pequenas e extremamente baixa altura.
 Definição da zona de observação do radar nas médias e grandes alturas.
 Aparecimento de regiões de reflexão criadas pelos objectos locais que não são possíveis
retirar com o sistema СДЦ (selecção de alvos móveis).
 Determinação da eficácia dos regimes de funcionamento do radar.
 Definição das reais zonas de reconhecimento, identificação e resposta activa dos alvos.

 Cálculos da curvatura da Terra (ver fórmula)

1) D = 50 km

2) D = 100 km

3) D = 150 km

4) D = 200 km

27. Instalação do Posto de Direcção (PD) da CRL

1. Designação e equipamento do PD
2. Equipamento e locais de trabalho da Equipas Combativa Completa (ECC) e
reduzida (ECR)

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 110


Posto de Direcção (PD) – É uma instalação especial equipada com meios técnicos, com o qual o
Cmdt da CRL dirige o trabalho combativo e as respectivas equipas combativas, durante a
preparação e condução das acções combativas e destina – se a colheita, elaboração e transmissão
de informações de r – loc para o PC superior.

O apetrechamento do PD executa-se sob direcção do Cmdt da CRL como regra, mas quando a
CRL não está equipada com o Sistema Automático de Direcção (ACУ).

Nos casos em que a CRL está equipada de ACУ então o apetrechamento efectua – se pelo
pelotão de direcção.

Equipamento do PD da CRL consiste na instalação e colocação de planchetas, equipamentos,


preparação de locais de trabalho para condução do trabalho combativo e asseguramento de meios
de comunicação.

PD da CRL instala – se numa infra-estrutura (subterrânea de betão armado) com protecção de


armas NBQ numa área de 25 – 30 m².

Na sala de direcção combativa (PD) acomodam – se:

 Planchetas da CRL;
 Mesa de trabalho do Cmdt da CRL.

Na cabine de transmissão de informação – instala-se mesa na qual equipam – se os lugares de


trabalho do telegrafista, e escriturista (anotador de informações) por n˚ de canais.

Posto rádio – receptor – instala -se mesa, na mesa coloca – se rádio – receptor. Atrás da mesa
equipam – se o lugar de trabalho dos radiotelegrafistas (rede de informações).

Cabine para Bикo – Aqui equipam – se lugares de trabalho do operador do radar e PRV,
navegador (esta variante quando o PD da CRL com o posto de condução da aviação de caça é
conjunta).

Nesta variante peculiar (característico) seria de instalar a plancheta na horizontal a qual destina –
se a condução preliminar (prévia) da equipa de navegadores e tomada de decisão prévia de
condução do alvo aéreo interceptado.

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 111


Plancheta da CRL – Destina – se a representação da situação aérea por um determinado radar
(PRV), dados os quais provêm do radar (distanciómetro) ou PRV.

A plancheta habitualmente instala -se na posição vertical.

Na plancheta insere – se os seguintes elementos;

1.Ponto de estacionamento do radar (centro);

2. Coordenadas polares;

3.Rede de azimute – distância entre cada 5˚ e entre cada 30˚ (doutra cor);

4. Rede da DAA até ao médio quadrado;

5.Localização dos PC, dos aeródromos que se encontram nos limites da zona de observação do
radar da CRL mais próximo, unidades de cooperação de reconhecimento, linhas das fronteiras
estatais, corredores de sobrevoo, fronteira estatal, fronteira das águas marítimas, principais
pontos de referência do terreno;

6. Zona de observação do radar da melhor CRL para alturas de 200 M, 500 M, e 1000 M;

 Raio da plancheta de 500 Km deverá ser na escala de 1:500.000 na plancheta horizontal.


 Na mesa sobre o vidro coloca – se o mapa;
 No mapa coloca – se o ponto de estacionamento da CRL, rede azimute – distância, zona
de detecção do radar, linha da fronteira estatal;
 Por trás da mesa de trabalho do Cmdt da CRL equipa – se os lugares de trabalho do Cmdt
da CRL e oficial da guarda do PD;
 A mesa instala – se em frente a plancheta da CRL, e o VIKO é padronizado;
 Na mesa instala – se aparelhagem de comunicação amplificada, concentrador de 10 n˚ de
canais para comunicação do PD com todos elementos da ordem combativa da CRL, mas
também para auscultação (controlo) da linha de transmissão dos operadores e
planchetistas da CRL;
 Na mesa também encontra – se a tabela de conversações, tabela dos deveres e obrigações
principais da equipa combativa, tabela dos códigos, livro de registo do trabalho
combativo da CRL, livro de registo das características dos alvos;

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 112


 No dispositivo padronizado VIKO inserem – se os dados tal e qual os da plancheta isto é:

1) Rede da DAA até ao médio quadrado;


2) Linha da fronteira estatal;
3) Fronteira das águas territoriais;
4) Zona de detecção (observação).
 Em frente a plancheta da CRL equipa-se o lugar de trabalho do escriturista; na mesa
deverá encontrar – se um conjunto de telefone ou microfone.
 No lugar de trabalho do radiotelegrafista de transmissão de informação instala – se o
melhor transmissor (rádio) ou aparelho telégrafo, ligado a linha de manipulação com
rádio – transmissor;
 Na mesa também equipa – se o lugar de trabalho do escriturista de n˚ de canais;
 Na mesa devera conter livro de registo de informações da situação aérea, cópia do
esquema da rádio – estação com indicações de acções de chamada da rádio – estação,
sinal de verificação (controlo) de comunicação, importância das principais frequências e
da rádio – estação.
 Na cabine do VIKO – Instala – se o VIKO do radar P-37 no centro, do radar P-18 a
esquerda, a direita o PRV, meios de comunicação para comunicação com aviação de
intercepção no ar.
 Equipam – se ainda os lugares de trabalho dos operadores e navegadores.
 Esta variante de instalação do PD possui as seguintes desvantagens:

1. Muito tempo de atraso devido a relativa quantidade de pessoal participante na transmissão


de informações de r – loc;

2. Número considerável de erros na transmissão.

28. Organização das comunicações na CRL

1. Organização das comunicações rádio, a fio (cabo) e rádio relé

2. Esquema de passagem de informação na CRL

Na CRL utiliza – se (emprega – se) a comunicação via rádio, a fio e rádio - relé.

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 113


Dependendo de situações concretas, utilizam – se tais meios de comunicação, os quais possam
assegurar com mais eficácia o cumprimento da missão combativa atribuída.

Missão das comunicações na CRL

1. Direcção ininterrupta do trabalho combativo dos radares e recepção deles dados sobre a
situação aérea;

2. Celeridade (rapidez) e precisão na transmissão de informações de r – loc ao PC Superior e no


asseguramento do PC das tropas de Mísseis e Aviação de Caça;

3. Recepção do PC Superior informação (aviso), de designação dos alvos, comando, ordens e


transmissão a eles de informes;

4. Cooperação com subunidades de reconhecimento de outros ramos das Forças Armadas;

5. Direcção (comando) ininterrupta do trabalho combativo das equipas do PD, emissores e


receptores do posto – rádio da CRL.

6. Subordinação da CRL ao PC do Batalhão vizinho por motivos de inoperacionalidade (fora de


serviço) do principal PC do Batalhão é o PC de reserva do seu Batalhão.

Comunicações da CRL divide – se em :

 Comunicação interna e;
 Comunicação externa.
 Comunicação interna – Pode ser a fio e rádio;
 Comunicação externa – Pode ser rádio, rádio- relé ou mesmo a fio.

Exemplo de esquema rádio – rede (de aviso) da CRL

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 114


Às comunicações externas, relacionam – se as seguintes:

 Do PC das unidades das TRT;


 Das subunidades de reconhecimento e cooperação doutras Forças Armadas;
 Com estacões próximos interurbanos.
Às comunicações internas relacionam – se as seguintes:

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 115


 Comunicações entre elementos da ordem combativa e pessoal isolado da equipa
combativa da CRL.

Comunicação na CRL – Organiza – se de acordo com a disposição para


comunicações nas unidades das TRT e deverá assegurar conforme a missão atribuída
as comunicações.

29. Graus da prontidão combativa e organização da guarda combativa na CRL.

1. Prontidão combativa e organização da guarda combativa na CRL.

Por prontidão combativa entende – se – Por tal situação da técnica combativa, efectivo e
armamento da CRL o qual caracteriza – se por dar inicio ao cumprimento da missão atribuída
num prazo estabelecido.

Elevada (alta) prontidão combativa – É a principal condição de condução para o sucesso de


reconhecimento de r – loc na CRL e asseguramento de r – loc das acções combativas das Tropas
de Mísseis e Aviação de Caça, mas também o asseguramento da direcção das tropas.

Dependendo da situação concreta, mas também da composição da disposição da missão a


cumprir a CRL poderá se encontrar num dos 3 graus de prontidão combativa a saber:

 Prontidão combativa N˚1;


 Prontidão combativa N˚2;
 Prontidão combativa N˚3.

1. Prontidão combativa N˚1

No PD encontra – se a Equipa Combativa Completa (ECC).

 Rádio – receptor da rede de comando do Batalhão e rede de aviso estão ligados e


sintonizados nas frequências de trabalho dos correspondentes (no posto – rádio
receptor).
 Uma ou duas rádios – estacões estão ligadas e sintonizadas na frequência de
trabalho dos correspondentes através deles executa – se a transmissão de
informações de r – loc e informes ao PC Superior.

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 116


 Um radar e PRV estão ligados e conduzem reconhecimento do inimigo aéreo.
 Quantidade de radares ligados poderá ser maior dependendo da situação aérea
concreta do momento.
 Por recepção do sinal da prontidão N˚1 todos elementos devem comparecer, isto é
a equipa (ECC).
 Assim sendo, executa – se a ligação de todos meios de r – loc da CRL, os quais
posteriormente poderão estar ligados para a condução de reconhecimento de r –
loc ou mesmo desligar – se por ordem do Cmdt da CRL.
 Nos radares em funcionamento (ligados) encontra – se a ECC, mas nos radares
desligados também a respectiva ECC.
 Prazo de chegada (comparência) da equipa combativa completa neste caso deverá
ser não mais de 5 minutos de dia, e 8 minutos no período nocturno.
 Agregado de alimentação está ligada e o radar no aquecimento.
 Aparelhagem do radar inspecionada, sintonizada e pronta para ligação imediata.

2. Prontidão combativa N˚2

No PD encontra – se a Equipa Combativa Reduzida (ECR)

 Rádio receptor da rede de comando está ligado e rádio- receptor de aviso também ligado
e sintonizado em ambas frequências de trabalho dos correspondentes.
 Uma rádio – estação está lida e sintonizada na frequência de trabalho dos
correspondentes, na qual executa – se a transmissão de informações de r – loc e informes
ao PC Superior.
 Por desligação de um radar, num dos radares ou mesmo PRV encontra – se a equipa
ECR.
 Na ligação destes meios (radares) chama – se a equipa ECR.
 Tempo de passagem da CRL da prontidão combativa N˚2 para N˚1 determina – se pelo
tempo de chegada do efectivo e acrescenta – se 5 minutos de dia e 8 minutos a noite.
 Tempo de chegada do efectivo de oficiais é estabelecido pelo Cmdt do Batalhão em
situações combativas concretas.

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 117


3. Prontidão combativa N˚3

 No PD encontra – se o oficial da guarda e o telefonista;


 Rádio -receptor da rede de comando está ligado e sintonizado na frequência de trabalho
com os correspondentes;
 No tempo de inverno e escalado 1- 2 eletromecânicos no radar;
 Prazo de passagem da CRL da prontidão N˚3 para a prontidão N˚2 não deverá ser
superior a 15 minutos.
Atenção: Este grau de prontidão combativa não é muito relevante já havia debatido sobre
o assunto.
1. Recordando que neste grau de prontidão combativa, em determinado momento não
existe nenhum (radar) a cumprir a guarda combativa na CRL;
2. A CRL (técnica) poderá estar num programa de trabalho regulamentar profilático
semanal, mensal ou mesmo anual;
3. A CRL (técnica) poderá também estar numa situação de reparação capital onde toda
técnica praticamente esta desmontada todos seus componentes.

30. Procedimentos principais que devem ser observados na condução de


reconhecimento por radiolocalização durante a guarda combativa na CRL

Trabalho combativo na CRL na condução de reconhecimento por r –loc do inimigo aéreo


organiza – se independentemente da missão atribuída a CRL, mas também dependendo da
situação aérea concreta.

Missão combativa particularmente na condução de reconhecimento por r-loc indica – se:

1. Direccao principal da accao do inimigo provável;

2.Tempo provável de aproximação (sobrevoo) do inimigo, presumível altura do voo;

3. Quais radares a ligar par o acompanhamento do inimigo aéreo, seus regimes de funcionamento
para situações concretas;

4. Ordem de condução de reconhecimento por r – loc, condução de reconhecimento circular nos


limites da zona de observação, sector do diapasão da altura;

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 118


Missão combativa atribui – se a CRL em espécie de variante de trabalho combativo
(condução do trabalho combativo) dos alvos voando nas baixas e extremamente baixas
alturas, e condução do trabalho combativo para os alvos nas grandes alturas.

 Detecção oportuna do inimigo aéreo atinge – se por observação constante da


situação aérea, com os meios de r – loc funcionando pelo gráfico, ligados para
preparação combativa e asseguramento de voos e sobrevoo da sua aviação.

 Em tempo oportuno, recepção de aviso sobre aproximação do inimigo provável;


 Recepção atempada da designação do alvo;
 Recepção atempada pelo radar dos dados da designação do alvo ou aviso;
 Observação ininterrupta do espaco aéreo;
 Quantidade de radares ligados para o acompanhamento do inimigo aéreo devera ser
mínima;
 Quantidade necessária do tipo de radares ligados deverá corresponder a altitudes e
distância do voo.
 O chefe do radar e operador tem a responsabilidade individual total de atempadamente
detectar o inimigo aéreo, acompanhamento ininterrupto do inimigo e transmissao de
dados sobre ele;
 Na detecção de novo alvo o Cmdte da CRL pessoalmente pelo indicador verifica a
composição quantitativa e outras características do alvo e dá informe sobre eles ao Cmdte
do Batalhão.
 Por grandes quantidades de alvos no radar, a sua distribuição é executada pelo chefe do
radar por vários operadores.
 Distribuição dos alvos por vários radares é executada pelo Cmdte da CRL;
 Nas condições de emprego pelo inimigo aéreo de interferências activas o Cmdte da
CRL e chefe do radar tomam medidas imediatas pela sua eliminação;

Caso seja impossível sua eliminação deverá dar – se informe ao PC Superior sobre:

o Tempo de início e fim do diapasão de intensidade, do azimute intermédio, ângulo de


lugar intermédio das interferências;

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 119


2. Nas interferências passivas
o Tempo de início e fim do portador de interferências, intensidade, diapasão, região do
portador de interferências.

31. Ordem de ingresso (rendição) na guarda combativa na CRL

Cumprir a guarda combativa nas TRT representa o cumprimento da missão combativa atribuída.

 Objetivos e organizaçãoparao cumprimento da guarda combativa

I. A guarda combativa organiza – se com o objectivo de:

1. Em tempo oportuno detectar o início de incursão aérea do inimigo aéreo;

2. Atempadamente providenciar as tropas da situação constante na mais alta prontidão combativa


(para CRL, da prontidão N˚2 e N˚3 para prontidão N˚1).

3. Atempadamente detectar (revelar) os violadores da fronteira estatal e violadores de regime do


voo.

4. Asseguramento da prontidão combativa constante e detecção por meios de r-loc,armamento da


r-loc, meios de comunicação e ACУ para o cumprimento da missão atribuída.

5. Condução do trabalho combativo da equipa combativa reduzida até a chegada da equipa


completa por proclamação da prontidão N˚1 ou prontidão combativa completa ou mais alta
prontidão combativa.

Na CRL organiza – se a guarda combativa constante 24 sobre 24 horas, com equipa


combativa reduzida no PD, nos postos – rádio receptor e emissor, POV, nos radares e PRV.

 Equipa combativa reduzida é encabeçada pelo oficial da guarda do PD;


 Composição da equipa reduzida proclama – se na véspera da rendição;
 Na véspera da rendição da guarda combativa elementos da equipa reduzida deverão
apresentar – se a horas para preparação para a rendição da guarda combativa,
inspeccionar dos conhecimentos, descanso etc.

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 120


II.Preparação para a rendição na guarda combativa engloba:

1. Admissão para a rendicao da guarda combativa (dá – se comando para a rendição);

2. Designação (destinação) da rendição da guarda combativa (atribui – se a tarefa);

3. Preparação do efectivo e técnica combativa para rendicao na guarda combativa;

4. Comprovação (verificação) da prontidão do efectivo e técnica combativa para a rendição.

III. Ritual da rendição na guarda combativa

a)No PD engloba:

1. Chegada do Cmdte da CRL;

2. Informe do oficial da guarda do PD, Chefes de radar sobre a prontidão do cumprimento da


missão atribuída;

3. Controle da prontidão das equipas para rendição na guarda combativa;

4. Comunicação da composição da equipa reduzida da CRL;

5. Instrução para as equipas combativas da CRL;

6. Transmissão da ordem de serviço sobre a rendição na guarda combativa;

7. Entoação do Hino Nacional e o hastear da bandeira Nacional;

8. Passagem em frente da tribuna em marcha cerimonial.

31. Características da equipa combativa reduzida da CRL

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 121


 Designação e composição da ECR;
 Obrigações funcionais dos elementos da ECR.

 Equipa combativa reduzida (ECR) representa parte da equipa combativa completa (ECC);
 Ela destina- se a manutenção permanente da prontidão combativa da CRL e condução do
trabalho combativo da CRL até a chegada da ECC;
 A composição da ECR depende do local e papel da CRL, dos quadros Efectivo,
composição técnica e quantidade de efectivo e armamento, da sua missão combativa e do
nível da sua prontidão combativa.

1. Composição da ECR quando da prontidão combativa N˚3

b) No PD engloba:

 Oficial da guarda do PD;


 Telefonista.

c) No posto rádio- receptor

 Radiotelegrafista;
 No comando da rede radiofónica encontra – se o eletromecânico de serviço e o rádio -
mecânico de serviço;
 Por ligação de pelo menos 1 radar na CRL, para condução do trabalho combativo da CRL
passa – se para prontidão combativa N˚2.

2. Composição da ECR quando da prontidão combativa N˚2

a) No PD engloba:

 Oficial da guarda do PD;


 Telefonista
 Planchetista;
 Escriturista;
 Locutor;

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 122


 Telegrafista por número de canais para transmissão de relatórios sobre a situação aérea;

b) No posto rádio –receptor

 Radiotelegrafista no comando da rede radiofónica.

c) No posto rádio – emissor– Operadores de serviço e telefonista.

Na ligação do radar, dois operadores se houver indicadores de vários tipos e eletromecânico. No


outro radar (não ligado) chama – se a ECR (operador e eletromecânico) se a CRL estiver
desdobrada na costa marítima ou na (fronteira) e no POV encontra – se um operador de serviço.

32. Obrigações funcionais do Oficial da Guarda do PD (OGO)

a)Deve conhecer:

1. O agrupamento de meios de agressão do inimigo aéreo e suas capacidades, tempo de voo,


direcção do ataque, táctica da acção, acção na fronteira, e acções na zona de observação do radar;

2.Possibilidades e capacidades de emprego combativo dos radares da CRL e prazos de colocação


deles no mais alto nível de prontidão combativa;

3. Capacidade da técnica combativa, meios de asseguramento as Tropas de Mísseis, AAA e


Aviação de Caça e exigências (requisitos) na transmissao de informação de r-loc para o
asseguramento de r – loc das acções combativas das Tropas de Mísseis e aviação de Caça.

b) Na entrada de serviço na guarda combativa

1. Inteirar – se do caracter de acções do inimigo aéreo das ultimas 24 horas e da situação aérea
através de diferentes fontes, no momento de ingresso na guarda combativa;

2. Inteirar – se da missão combativa atribuída a CRL;

3. Receber em lista documentos combativos em vigor, dos códigos de identificação de r – loc.


Pessoalmente certificar – se da sua correcta colocação.

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 123


4. Documentos secretos de direcção das tropas definir com precisão a ordem de chamada da
ECC, ordem de agir (acção) quando do sinal, alarme combativo por perigo de radiação, alarme
de perigo químico.

5. Receber informes no acto de rendição da guarda combativa do pessoal subordinado, tomar


medidas na eliminação de aparecimento de insuficiências, informar aos elementos no qual ele se
subordina (oficial da guarda do PD subordina – se ao Cmdte da CRL), também ao oficial da
guarda operativo do PC do Batalhão.

c) Durante o exercício da guarda combativa

1.Permanentemente estudar a situação aérea através dum determinado radar da guarda (que
estiver no gráfico) diretamente do Vico e plancheta da CRL, mas também por determinadas
fontes da situação aérea;

2. Atempadamente ligar o radar pelo gráfico, mas também por recepção de ordem para ligação
do radar ou por resultado da avaliação real da situação aérea;

3. Dirigir o trabalho da ECR na detecção atempada de alvos aéreos, condução permanente dos
alvos aéreos e transmissao de dados sobre eles ao PC Superior;

4. Conhecer as reais zonas de detecção da CRL, zona de identificação,zona de medição


(determinação) da altura e superfície horizontal (vertical) para alturas de 100, 200, 5, 10, 20,
25,30, 35 e 50 km;

5. Informar ao PC Superior sobre o aparecimento (detecção) de novos alvos, a saída dos alvos da
zona de observação;

6. Efectuar atempadamente controlo (verificação) das comunicações;

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 124


7. Controlar em tempo oportuno os códigos de identificação de r-loc, chaves da rede da DAA,
elaborar documentos de relatórios e controlo objectivo;

8. Conduzir com os efectivos treinamento quando por desligação do radar.

33. Características gerais da Equipa Combativa Completa (ECC) da CRL

1. Designação e composição da ECC

2. Deveres e obrigações funcionais do pessoal da ECC

3. Organização do trabalho combativo na CRL

 ECC da CRL é encabeçada pelo Cmdte da CRL e destina – se a condução do trabalho


combativo, no cumprimento da missão combativa atribuída em quaisquer condições de
situação.

a)ECC da CRL é composta de:

 ECC do PD;
 Posto rádio – receptor;
 Posto - rádio – emissor;
 Radares;
 Estações eléctricas;
 Observador do POV.

b) Composição da ECC no PD

 Cmdte da CRL;
 Cmdte do pelotão das comunicações;
 Oficial da guarda do PD;
 Planchetistas;
 Locutor, escriturista;
 Radiotelegrafistas de transmissão de relatórios.

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 125


O número destes elementos dependem da quantidade de canais para transmissão de
informação de informação de r-loc.

c) No radar

Chefe do radar encabeça a equipa e é compostade:

 Operador- chefe (chefe de render);


 Operador;
 Eletromecânico chefe;
 Eletromecânico.

d) Composição da ECC do posto –rádio receptor

 No posto rádio receptor encontra – se (rádio rede de aviso e comando de rádio -rede)
telegrafista e radiotelegrafista)

e)Composição do posto rádio- emissor

 Chefe da rádio estação;


 Rádio mecânico;
 Electromecânico.

f) No posto de observação visual (POV)

 Observador de serviço

34.Comandante da CRL

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 126


Comandante da CRL – Subordina – se ao Cmdte do Batalhão nas questões relativas ao
asseguramento de r-loc nas acções combativas das Tropas de Mísseis e Aviação de Caça, Cmdte
do Regimento (Batalhão) da Aviação de Caça, Chefe do posto de navegação e Cmdte das Tropas
de Mísseis de AA.

Ele deve:

 a) Na sua chegada ao PD (até a detecção de alvo aéreo)

1. Avaliar (estudar) a situação aérea recebida de todas fontes de informação;

2. Verificar (controlar) a prontidão da ECC no cumprimento da missão combativa atribuída e


receber deles informes;

3. Informar ao Cmdte do Batalhão da sua chegada, sobre chegada da ECC e a prontidão do


cumprimento da missão combativa da CRL;

4. Receber do cmdte do Batalhão nova missão combativa, aclara-la e levar ao conhecimento


dos subordinados respectivamente;

5. Em conformidade com o agravamento da situação aérea dar (ordenar) ligação de radares e


atribuir missões aos chefes do radar;

6.Dar ao chefe do radar a designação do alvo (designação do alvo do PC do Batalhão, pela


determinada rede de aviso, de determinados vizinhos e outras fontes de informação.

b) Na detecção de alvos aéreos

 Permanentemente estudar a situação aérea no seu VICO, dos seus radares, na plancheta
da CRL, em determinados avisos e outras fontes de informação;
 Atribuir missões concretas aos chefes de radar por detecção de novos alvos que se
aproximam a zona de detecção do radar da zona;
 Dar missões ao chefe do radar no asseguramento de r – loc as Tropas de Mísseis e
Aviação da Caça;
 Efectuar distribuição a cada radar quando se justificar grande quantidade de alvos na
zona de detecção;

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 127


 Dar instruções ao chefe do radar sobre utilização de regimes de funcionamento do radar
tais como:
- Emprego do CДЦ (selecção de alvos móveis); CПC (sistema de sintonização da
estação); CПPЧ (sistema de sintonização de frequências).
 Dar informe ao PC do Batalhão sobre medidas tomadas no aparecimento de novo alvo,
relatando suas características movimentos (manobras) do alvo.
 Controlar atempadamente e na sua plenitude transmitir informações de r- loc aos órgãos
superiores e PC de asseguramento;
 Controlar a substituição dos códigos de identificação de r-loc;
 Tomar medidas na reposição dos radares que estiverem fora de serviço;
 No final do trabalho combativo dar ordem para o trabalho combativo que advier e
efectuar análise (balanço) com os efectivos da CRL sobre o trabalho combativo.

c) Obrigações do oficial da guarda do PD na composição da ECC

 O oficial da guarda- Subordina – se ao Cmdte da CRL e responde pela elaboração


e qualidade das informações transmitidas ao PC Superior, mas também das
conclusões e controlo das características dos alvos;
 Por ausência do Cmdte daCRL ou elemento que o substitua, ele desempenha
obrigações do Cmdte da CRL.

Ele deve:

 Estudar a situação aérea de qualquer fonte, para além do Vico, principalmente da


plancheta;
 Controlar a descrição da informação de r – loc;
 Preparar (elaborar) informações de r-loc dos dados em dois ou mais exemplares;
 Dar informe ao Cmdte da CRL sobre o aparecimento de novos alvos, suas características,
características de manobra e acções dos alvos;
 Preencher livros de registo do trabalho combativo e registo de controlo das características
dos alvos.

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 128


d) Obrigações do Cmdte do pelotão das comunicações
Ele deve:

 Assegurar ininterruptamente o funcionamento dos meios de comunicação;


 Assegurar a prontidão permanente dos meios de comunicação;
 Tomar medidas na reposição dos meios das comunicações fora de serviço;
 Assegurar a recepção e transmissao de informação de r-loc atraves de meios de
comunicações existentes;
 Cumprir com as instruções do Cmdte da CRL sobre as conclusões do resultado do
trabalho combativo e transmissao de informes;
 Organizar e assegurar atempadamente o controlo (verificação) das comunicações,
comunicação radio e controlar de 4 em 4 horas.

35. Trabalho combativo no radar

 Organização do trabalho combativo no radar


 Deveres da equipa do radar

Trabalho combativo no radar conduz – se ou é efetuado pela Equipa Combativa Completa (ECC)
ou Equipa Combativa Reduzida (ECR).

Na composição da ECC da estação engloba:

 Chefe do radar e operador (na viatura da aparelhagem);


 Operador Vico (no PC);
 Motorista- eletromecânico (no reboque ПC-1 ou ПC-2).

Na composição da ECR engloba:


 Chefe de render;
 Operador ICO;
 Operador VICO (PC);

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 129


 Motorista – electromecânico (no reboque ПC- 1 ou ПC-2);

1. Operadores conferem as coordenadas dos alvos no écrandos indicadores no sistema azimute –


distância ou nas coordenadas da rede da DAA (plancheta).

2. No ecrã dos indicadores circulares de panorama assinalam – se:

 Linha da fronteira estatal (fronteira das aguas territoriais);


 Sector de responsabilidade.

3. Comando, designação do alvo e informação de r-loc entregam – se pelos canais de altifalante


e comunicação telefónica.

4. Regime de funcionamento do radar é instalado pelo chefe do radar (chefe de render) em


conformidade com a variante do trabalho combativo da subunidade ou a partir da missão
atribuída.

5. Para recepção de dados fidedignos, utilizados para análise avaliação do trabalho da equipa
combativa organiza –se o controlo objectivo.

1.Obrigações funcionais do locutor

Ele responde pela correcta e atempada locução de dados da plancheta.

Ele deve:

 Firmemente e condicionalmente saber a ordem de representação da situação aérea na


plancheta, formas de transmissão de relatórios sobre a situação aérea, principais sinais de
aviso sobre situação aérea;
 Por indicação do oficial da guarda do PD executa a locução de dados sobre a situação
aérea da plancheta pelas formas estabelecidas com dada descrição.

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 130


Escriturista

Ele responde pela correcta e atempada anotação de dados sobre a situação aérea.

Ele deve:

 Receber dados do locutor e anota – los no livro de registo de relatórios;


 Colocar a hora de transmissão de relatórios sobre o alvo recebido do locutor e colocar a
hora da transmissão do primeiro re2latório do alvo ao radiotelegrafista do PC do
Batalhão.

2.Obrigações funcionais do radiotelegrafista na transmissão de relatório

Responde pela correcta e atempada transmissão de dados dos relatórios anotados

3.Obrigações funcionais do radiotelegrafista do comando rádio - rede

Responde pela correcta e plena recepção do comando da disposição de designação dos alvos.

Ele deve:

Receber e anotar no livro de registo todos comandos de disposição e designação de alvos


provenientes do PD da sua CRL.

4.Obrigações funcionais do chefe do radar

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 131


O chefe do radar subordina – se ao Cmdte da CRL e encabeça o trabalho combativo do
radar

O chefe do radar também subordina –se ao oficial da guarda (PD ou mesmo PC) em
questões meramente operativas

Tem a responsabilidade na organização do controlo efectivo e é encabeça o radar

 Responde pela prontidão constante do radar e meios de comunicação alocados para o


trabalho combativo, na organização e cumprimento da guarda combativa da equipa do
radar e observância rígida das regras da técnica de medidas de segurança.

Ele deve:

 Dirigir o trabalho combativo dos operadores do radar, efectuar a orientação e divisão dos
alvos entre operadores quando em condições de situação aérea complexa (complicada);
 Orientar (dirigir) os regimes de funcionamento do radar;
 Tomar medidas sobre o aparecimento de interferências;
 Assegurar transmissão de informação de r-loc ao PD da CRL;
 Assegurar atempadamente e corretamente a mudança de códigos de identificação;
 Informar ao oficial da guarda doPD sobre o surgimento de novo alvo, suas características,
perda de alvos e saída destes da zona de detecção (observação).
 Colocar na plancheta a hora de determinação da coordenada, comunicar ao operador o
seu ordenamento;
 Conferir ao operador o número do alvo no caso de confundir (o operador) os números dos
alvos.

Não obstante ao acima referido o chefe do radar tem as seguintes obrigações funcionais:

 Conduzir e acompanhar o controlo diário de funcionamento do radar e dar informe


sobre os resultados do controlo ao oficial da guarda do PD (PC);
 No trabalho, na composição da ECC deve saber qual a situação aérea, ordenada na
zona da accao do radar;

Coronel Rui do Rosá rio Pá gina 132


 Fazer (executar), dirigir os operadores, atribuir tarefas (missões) na detecção e
condução dos alvos;
 Instalar regimes de funcionamento da estação garantindo atempadamente a detecção
dos alvos e sua condução (acompanhamento) nas distâncias máximas);
 Efectuar observação das marcações dos alvos no ICO, evidenciar (revelar) a sua
composição, ordem combativa, e acções dos alvos;
 Dar informe ao PD (PC) sobre o emprego pelo inimigo aéreo de interferências – rádio
e tomar medidas na diminuição ou enfraquecimento da sua influência;
 Seguir ou acompanhar a descrição estabelecida da distribuição de dados pelo
operador;
 No tempo estabelecido proceder mudança de códigos do sistema de identificação;
 Efectuar controlo de funcionamento da estação pelos aparelhos de controlo e medição
e indicador ICO, tomar medidas na eliminação de avarias surgidas;
 Garantir o funcionamento da aparelhagem com controlo objectivo.

5. Chefe de render

Subordina –se ao oficial da guarda e responde pela execução da guarda combativa da estação
quando da ECR.

A ele cabe as seguintes obrigações:

 Na entrada (rendição) da guarda combativa aclarar a situação aérea,receber informes do


operador, condutor, eletromecânico e informar ao oficial da guarda do PD sobre entrada
na guarda combativa;
 Na ligação do radar, na busca e acompanhamento de alvos cumprir as obrigações sobre
particularidades de detecção e acompanhamento de alvos a grandes altitudes;
6. Operador ICO

Subordina –se ao chefe do radar (chefe de render) e responde pela deteccção atempada,
condução (acompanhamento) dos alvos e transmissão dos relatórios.

Ao operador do ICO cabe (deve):

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 Narendição da guarda combativa verificar (conferir) o funcionamento do ICO e meios de
comunicação no seu local de trabalho, inteirar-se da situação aérea, dar informe ao chefe
da estação (chefe de render) da suaentrada na guarda combativa;
 Ligar (desligar) o indicador por comando;
 Ininterruptamente fazer o seguimento do aparecimento no ecrã do ICO de novos alvos,de
imediato declarar sobre sua detecção, determinar a pertença e outras características do
alvo, fazer entrega com a descrição estabelecida os relatorios dos alvos;
 Dar informe sobre a saída do alvo da zonade detecção da estação, suas divisões, uniões,
sobreinfluência e características das interferências- rádio.

7. Motorista – eletromecânico

Subordina – se ao chefe do radar (chefe de render) e responde atempadamente da ligação do


agregado de alimentação e distribuição de tensão pela estação.

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