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18/07/2019 Equipamentos industriais II - Equipamentos industriais

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Equipamentos industriais II
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Equipamentos industriais
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Equipamentos

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LIVROS RELACIONADOS

Transferência de Calor:

1. Transferência de Calor:

3. É energia em trânsito devido a uma diferença de temperatura.


2.

4. Exemplo:

1. Quando a transferência de energia ocorrer em um meio estacionário, que pode ser um sólido ou um fluido, em virtude
de um gradiente de temperatura, usamos o termo transferência de calor por condução.

2. Exemplo:

FORNOS

1. CONDUÇÃO

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2. É o processo de transmissão de calor em que a energia térmica passa de um local para outro através das partículas do
meio que os separa. Na condução a passagem da energia de uma região para outra se faz da seguinte maneira: na
região mais quente, as partículas têm mais energia, vibrando com mais intensidade; com esta vibração cada partícula
transmite energia para a partícula vizinha, que passa a vibrar mais intensamente; esta transmite energia para a
seguinte e assim sucessivamente.

4. A condução de calor é um processo que exige a presença de um meio material e que, portanto, não ocorre no vácuo.
3.

FORNOS

1. Quando a transferência de energia ocorrer entre uma superfície e um fluido em movimento em virtude da diferença
de temperatura entre eles, usamos o termo transferência de calor por convecção.

2. Exemplo:

FORNOS

1. CONVECÇÃO

2. É um movimento de massas de fluido, trocando de posição entre si. Notemos que não tem significado falar em
convecção no vácuo ou em um sólido, isto é, só ocorre nos fluidos.

FORNOS

1. Quando, na ausência de um meio interveniente, existe uma troca líquida de energia (emitida na forma de ondas
eletromagnéticas) entre duas superfícies a diferentes temperaturas, usamos o termo radiação.

2. Exemplo:

FORNOS

FORNOS

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1. A radiação por ser uma transmissão de calor através de ondas eletromagnéticas, não exige a presença do meio
material para ocorrer, isto é, a radiação ocorre no vácuo e também em meios materiais.

2. Entretanto, não são todos os meios materiais que permitem a propagação das ondas de calor através deles. Toda
energia radiante, transportada por onda de rádio, infravermelha, ultravioleta, luz visível, raio X, raio gama, etc., pode
converter-se em energia térmica por absorção. Porém, só as radiações infravermelhas são chamadas de ondas de
calor

FORNOS

1. Definição

3. Um forno é, basicamente, um trocador de calor que usa os gases quentes da combustão para elevar a temperatura de
2.
um fluido circulando através de uma serpentina instalada dentro do mesmo.

4.

1. Norma Regulamentadora: NR 14

Utilização

1. Utilização

3. Utilizados na Indústria do Petróleo e petroquímica, em diversas fases de seu processo para aquecer o produto que
2.
está sendo processado antes de entrar em uma torre, reator ou outro equipamento do processo

4. Para prover este aquecimento os fornos utilizam calor, gerado geralmente pela queima de gás ou óleo combustível.

FORNOS

3. Um forno é composto por uma câmara inferior, denominada de câmara de combustão, e uma região superior,
2.
1.
denominada de zona de convecção, a chaminé dos gases de combustão e o sistema de combustíveis que suprem gás

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ou óleo combustível para os queimadores.

FORNOS

2. Na câmara de combustão é instalada parte da serpentina de processo, onde é queimado o combustível através dos
1.
queimadores.

3. É também chamada de zona de radiação porque a transferência de calor se dá basicamente pela radiação dos gases
de combustão resultantes da queima do combustível.

FORNOS

1. A zona de convecção é, normalmente, uma caixa de base retangular montada acima da câmara de radiação onde é
instalada a outra parte da serpentina. Recebe esta denominação porque o calor dos gases de combustão é transferido
para as serpentinas de tubos basicamente por convecção.

FORNOS

2. A chaminé é um trecho cilíndrico montado normalmente acima da seção de convecção, através do qual os gases de
1.
combustão são lançados para a atmosfera.

FORNOS

1. Principais Objetivos de Controle de um Forno (1)

3. Manter constante e estável a temperatura de saída do produto.


2.

4. Manter constantes as vazões de cada passe do forno.

5. Manter constante e em um valor seguro a pressão interna da fornalha.

6. Manter o excesso de oxigênio nos gases de combustão em um valor ótimo.

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FORNOS

1. Principais Objetivos de Controle de um Forno (2)

2. Manter constante a pressão, dentro dos limites de segurança operacional, dos queimadores.

3. Manter a vazão do gás combustível em um valor requerido para fornecer carga térmica desejada naquele instante.

4. Manter a vazão de ar para os queimadores no valor desejado.

1. Há basicamente três tipos principais de fornos, classificados segundo a posição dos tubos na serpentina de
aquecimento:

2. Horizontais

3. Verticais

4. Mistos

1. São aqueles em que os tubos da serpentina para o aquecimento da carga tanto da secção de radiação como da
secção de convecção são distribuídos horizontalmente.

1. São aqueles em que os tubos da serpentina para o aquecimento da carga tanto da secção de radiação como da
secção de convecção são distribuídos verticalmente.

1. São aqueles em que os tubos da serpentina de aquecimento da secção de radiação são distribuídos verticalmente,
enquanto os da secção de convecção são distribuídos horizontalmente.

CARACTERÍTICAS:

1. CARACTERÍTICAS:

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3. A quantidade de calor fornecida pelos maçaricos e a vazão do produto internamente nos tubos são rigidamente
2.
controlados através de instrumentos, tendo em vista as necessidades operacionais de pressão e temperatura.

4. A câmara de combustão está normalmente conectada a chaminé, por onde se faz a exaustão dos gases. Essa
conexão poderá ser feita através do próprio corpo do forno ou por meio de dutos.

Forno Tubular para Petróleo com Secções Auxiliares de Aquecimento Convectivo.

1. Forno Tubular para Petróleo com Secções Auxiliares de Aquecimento Convectivo.

1. Nos fornos, a radiação é o mecanismo principal da transferência de energia.

2. Nos fornos tubulares de petróleo a maior parcela de troca térmica é a que ocorre entre a chama e a fileira de tubos
localizada na parede da fornalha.

3.

1. Estes fornos verticais têm uma chaminé curta, pois o gás de combustão tem um deslocamento uniformemente vertical,
com o que, se tem a tiragem necessária e se eliminam as modificações da direção do escoamento, que provocam boa
parte da queda de pressão nos fornos horizontais.

COMPONENTES:

1. COMPONENTES:

4. Serpentina de aquecimento
3.
2.

5. Fornalha

6. Chaminé

Serpentina de Aquecimento:

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1. Serpentina de Aquecimento:

3.
2.
4. A função da serpentina é transportar os produtos a serem aquecidos; constitui-se de vários tubos interligados entre si
por meio de conexões das mais variadas

CLASSIFICAÇÃO DA SERPENTINA

1. CLASSIFICAÇÃO DA SERPENTINA

2. 1- Convecção

3. 2- Radiação

1. A secção de radiação é a parte da serpentina onde a superfície dos tubos está exposta ao calor radiante das chamas.
Nesta secção, a maior parte do calor é cedida aos tubos e a carga por radiação.

2. A secção de convecção situa-se em região afastada dos maçaricos, não recebendo o calor de radiação das chamas.

Os gases de combustão que passam da secção de radiação para a de convecção possuem temperatura elevada, sendo,
portanto, capazes de ceder calor aos tubos dessa secção por meio de convecção e condução.

1. Os gases de combustão que passam da secção de radiação para a de convecção possuem temperatura elevada,
sendo, portanto, capazes de ceder calor aos tubos dessa secção por meio de convecção e condução.

FORNALHA:

1. FORNALHA:

4. É a unidade destinada a converter a energia química do combustível em energia térmica.


3.
2.

5. É o local onde se queima o combustível.

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2. PARTES DE UMA FORNALHA:


1.
7.
6.

4. Estrutura
3.

5. Refratários

6. Equipamentos Auxiliares

2. ESTRUTURA:
1.

4. Fazem parte da estrutura todos os equipamentos necessários para a sustentação das serpentinas e refratários, além
3.
da parte estrutural propriamente dita ou arcabouço do forno.

2. REFRATÁRIOS:
1.

4. Toda a parte do forno em contato com os gases a alta temperatura e que não devem trocar calor com qualquer meio,
3.
normalmente são revestidas com material refratário ou isolante térmico. Assim sendo, a parte do fundo do forno,
paredes laterais e abóboda são revestidos com tijolos refratários.

EQUIPAMENTOS AUXILIARES:

1. EQUIPAMENTOS AUXILIARES:

3. Pré-Aquecedores de Ar;
2.

4. Ventoinhas ou ventiladores;

5. Sopradores de Fuligem;

6. Abafadores;

7. Instrumentos de Controle;

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8. Termopares;

9. Medidores de Tiragem;

10. Manômetros.

CHAMINÉ:
12.
11.

1. CHAMINÉ:

2. Duto de seção circular situado imediatamente à coifa cuja função é descarregar os gases de combustão na atmosfera.

3. A chaminé tem duas finalidades:

4. Descarregar os gases de combustão para a atmosfera;

5. Provocar a tiragem necessária à boa operação do forno.

2. MATERIAL DA CHAMINÉ:
1.

4. Tijolos
3.

5. Concreto

6. Aço

TIRAGEM DA CHAMINÉ (1):

1. TIRAGEM DA CHAMINÉ (1):

2. É o fluxo de gases de combustão através do forno e chaminé.

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3. Diferencial de pressão interior ao forno em relação à atmosfera padrão nas condições de instalação do forno.

TIRAGEM DA CHAMINÉ (2):

1. TIRAGEM DA CHAMINÉ (2):

2. A tiragem do forno é medida pela diferença entre a pressão atmosférica e a pressão do gás de combustão num
determinado ponto dentro do sistema forno/chaminé.

3. A tiragem é a diferença de pressão que é disponível para produzir um fluxo de gases.

FORNOS

1. Damper

2. Registro para bloqueio ou controle de vazão ou tiragem dos gases de combustão, normalmente instalado na chaminé.

FATORES QUE AFETAM A TIRAGEM:

1. FATORES QUE AFETAM A TIRAGEM:

3. Temperatura da atmosfera ambiente;


2.

4. Temperatura dos gases na entrada da chaminé;

5. Perda de temperatura dos gases, dentro da chaminé devido à transmissão de calor para a atmosfera e infiltração do
ar;

FATORES QUE AFETAM A TIRAGEM:

1. FATORES QUE AFETAM A TIRAGEM:

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3. Perda de carga devido ao atrito dos gases contra obstáculos e paredes e diâmetro da chaminé;
2.

4. Altura da chaminé.

FÓRMULA
7.
6.
5. DA TIRAGEM:

1. FÓRMULA DA TIRAGEM:

3. T= H(Ya – Yg)
2.

5. T= Tiragem
4.

6. H= Altura da chaminé

7. Ya= Densidade do ar

8. Yg= Densidade do gás

TIPOS DE TIRAGEM DA CHAMINÉ:

1. TIPOS DE TIRAGEM DA CHAMINÉ:

4. Tiragem Natural
3.
2.

5. Tiragem Mecânica

TIRAGEM NATURAL:

1. TIRAGEM NATURAL:

4. Quando a diferença é proporcionada somente pelos fatores enunciados na fórmula, teremos a tiragem natural.
3.
2.

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TIRAGEM MECÂNICA:

1. TIRAGEM MECÂNICA:

3. Tiragem Forçada
2.

4. Tiragem Induzida

TIRAGEM FORÇADA:

1. TIRAGEM FORÇADA:

4. Quando o ventilador é colocado no duto de ar para maçaricos.


3.
2.

TIRAGEM INDUZIDA:

1. TIRAGEM INDUZIDA:

4. Quando o ventilador é colocado no duto de gases de combustão.


3.
2.

QUEIMADORES:

1. QUEIMADORES:

3. Dispositivo destinado a promover a mistura entre ar e combustível, e a colocá-la e mantê-la em combustão.


2.

4. Acessório onde se efetua a queima do combustível necessário ao aquecimento da carga.

FUNÇÃO
7.
6.
5. DOS QUEIMADORES:

1. FUNÇÃO DOS QUEIMADORES:

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4. Liberar combustíveis e ar para a câmara de combustão;


3.
2.

5. Promover a mistura com o ar;

6. Dar condições para a queima contínua da mistura combustível-ar

7. Atomizar e vaporizar o combustível.

PARTES DO QUEIMADOR:

1. PARTES DO QUEIMADOR:

4. Maçarico;
3.
2.

5. Bloco Refratário.

Queimador Misto para Queima Combinada (Gás e Óleo)

1. Queimador Misto para Queima Combinada (Gás e Óleo)

QUEIMADORES DE GRANDE PORTE PARA FORNOS ESPECIAIS (1)

1. QUEIMADORES DE GRANDE PORTE PARA FORNOS ESPECIAIS (1)

QUEIMADORES DE GRANDE PORTE PARA FORNOS ESPECIAIS (2)

1. QUEIMADORES DE GRANDE PORTE PARA FORNOS ESPECIAIS (2)

BLOCO
2. REFRATÁRIO:

1. BLOCO REFRATÁRIO:

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3. É um conjunto de tijolos refratários de forma circular, através do qual a chama se projeta para o interior da câmara de
2.
combustão.

MAÇARICO:

1. MAÇARICO:

3. É a parte do queimador onde se efetua a atomização do óleo, ou mistura gás/ar, e consequentemente a queima do
2.
combustível.

2. TIPOS DE MAÇARICO:
1.

4. Maçarico a gás
3.

5. Piloto

6. Maçarico a óleo

Queimador tipo Combinado

1. Queimador tipo Combinado

TIPOS DE MAÇARICO A GÁS:

1. TIPOS DE MAÇARICO A GÁS:

3. Com ar primário e secundário


2.

4. Somente com ar secundário.

MAÇARICO
7.
6.
5. COM AR PRIMÁRIO E SECUNDÁRIO:

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1. MAÇARICO COM AR PRIMÁRIO E SECUNDÁRIO:

4. Semelhante aos bicos de gás de fogão;


3.
2.

5. São similares aos pilotos.

Maçarico com ar secundário:

1. Maçarico com ar secundário:

3. É mais simples e por isso tem maior precisão na ajustagem da quantidade de ar.
2.

MAÇARICOS (CARACTERÍSTICAS 1):

1. MAÇARICOS (CARACTERÍSTICAS 1):

3. Os maçaricos a gás são facilmente removíveis para limpeza e inspeção.


2.

4. Para que se faça a queima do gás é necessária uma determinada quantidade de ar

5. É preciso regular a quantidade de ar de tal forma que exista um pequeno excesso.

MAÇARICOS (CARACTERÍSTICAS 2):

1. MAÇARICOS (CARACTERÍSTICAS 2):

3. O bico de gás, possuí um rasgo e vários orifícios, por onde saí o gás para queima;
2.

4. O ar entra por aberturas ou janelas situadas na parte lateral do queimador;

5. Todas as vezes que houver variação da quantidade de combustível fornecida aos maçaricos, as aberturas das janelas
de ar deverão ser reajustadas.
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PILOTOS:

1. PILOTOS:

3. São maçaricos que funcionam a gás ou óleo de baixa viscosidade;


2.

4. Tem baixa capacidade e pressão e servem para facilitar e melhorar a operação de acender os maçaricos que
trabalham com óleo de alta viscosidade.

PILOTOS:

1. PILOTOS:

3. O combustível entra no piloto por uma conexão rosqueada e passa por um orifício que produz um jato;
2.

4. O ar entra pelo regulador primário por meio de aberturas reguláveis;

5. A mistura ar combustível sofre uma expansão, passando internamente no tubo de mistura e sai pelo bico do piloto.

PILOTOS:

1. PILOTOS:

3. O bico possui orifícios que orientam a mistura ar combustível para a parte central do queimador;
2.

4. O piloto é fixado na parte inferior do maçarico, através de um flange, com parafusos estojo e porcas, permitindo a fácil
retirada, em operação para limpeza e manutenção.

PILOTOS:

1. PILOTOS:

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MAÇARICO
1. A ÓLEO:

1. MAÇARICO A ÓLEO:

3. Têm como finalidade queimar o combustível líquido para fornecer calor à carga de forno que passa internamente na
2.
serpentina.

4. Os maçaricos são projetados de tal forma que o combustível ao sair do bico do maçarico esteja atomizado ou
finamente dividido.

2. MAÇARICO A ÓLEO:
1.

4. No bico de atomização, o óleo sai pelo orifício central e o vapor pelos orifícios periféricos: ao se encontrarem,
3.
provocam um turbilhonamento na câmara de atomização.

BICO DE MAÇARICO A ÓLEO:

1. BICO DE MAÇARICO A ÓLEO:

1. MAÇARICO A ÓLEO:
3.
2.

4. Para a queima do combustível é necessário ar. Esse ar entra através das janelas existentes na parte tronco cônica do
3.
maçarico. A abertura das janelas é pelo regulador de ar

Maçarico a Óleo com Atomização a Vapor:

1. Maçarico a Óleo com Atomização a Vapor:

Maçarico a Óleo com Atomização a Vapor:

1. Maçarico a Óleo com Atomização a Vapor:

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Sistema
2. de Alimentação dos Maçaricos:

1. Sistema de Alimentação dos Maçaricos:

5. Constituído de tubulações, bombas, válvulas e vasos dos combustíveis, óleo, gás e do vapor de atomização.
4.
3.
2.

2. Sistema de Alimentação dos Maçaricos:


1.

4. As pressões de alimentação, tanto do óleo combustível, como do gás combustível, devem ser constantes e não
3.
sujeitas a flutuações.

Sistema de Alimentação dos Maçaricos:

1. Sistema de Alimentação dos Maçaricos:

4. Para a operação dos maçaricos tipo combinado, isto é os que operam com gás ou óleo, existem três sistemas de
3.
2.
alimentação:

Sistema de Alimentação dos Maçaricos:

1. Sistema de Alimentação dos Maçaricos:

4. Sistema de óleo combustível


3.
2.

5. Sistema de vapor

6. Sistema de gás

2. Sistema de Alimentação dos Maçaricos:


1.

5. Os maçaricos quando alimentados com óleo, necessitam de vapor para a sua atomização. O óleo é distribuído por
4.
3.
meio de um anel.

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2. Medidores de Temperatura:
1.

4. Para medir as temperaturas são colocados termopares na entrada e saída do forno.


3.

TIPOS DE TERMOPARES:

1. TIPOS DE TERMOPARES:

TIPOS DE TERMOPARES:

1. TIPOS DE TERMOPARES:

FORNO
2. ELÉTRICO:

1. FORNO ELÉTRICO:

3. Os fornos elétricos permitem um controle mais exato e uma maior concentração de calor devido às altas temperaturas.
2.

4. Tem como grande vantagem a ausência de gases de combustão

FORNO ELÉTRICO A ARCO

1. FORNO ELÉTRICO A ARCO

FORNO DE REAQUECIMENTO

1. FORNO DE REAQUECIMENTO

FORNALHA PARA LENHA COM TIRADA SUPERIOR DE AR AQUECIDO

1. FORNALHA PARA LENHA COM TIRADA SUPERIOR DE AR AQUECIDO

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FORNALHA PARA LENHA COM TIRADA INFERIOR DE AR AQUECIDO

1. FORNALHA PARA LENHA COM TIRADA INFERIOR DE AR AQUECIDO

INTERIOR DE UMA CÂMARA DE COMBUSTÃO

1. INTERIOR DE UMA CÂMARA DE COMBUSTÃO

LOCALIZAÇÃO DOS TERMOPARES NA FORNALHA:

1. LOCALIZAÇÃO DOS TERMOPARES NA FORNALHA:

Especificação e Justificativa dos Termopares

1. Especificação e Justificativa dos Termopares

2. TRÊS T’s DA COMBUSTÃO:


1.

4. Temperatura do combustível;
3.

5. Tempo de execução;

6. Turbulência do ar.

TEMPERATURA DO COMBUSTÍVEL:

1. TEMPERATURA DO COMBUSTÍVEL:

3. Para que ocorra a combustão o combustível deve atingir a temperatura de ignição.


2.

4. Se a temperatura for inferior, ocorrerá a combustão incompleta.

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TEMPO DE EXECUÇÃO:

1. TEMPO DE EXECUÇÃO:

4. O combustível e os gases voláteis gerados devem permanecer na fornalha por um intervalo de tempo necessário para
3.
2.
que ocorra a combustão completa.

TURBULÊNCIA DO AR:

1. TURBULÊNCIA DO AR:

4. O desenho da fornalha deve favorecer o movimento do ar, assim o combustível poderá ser envolvido pelo oxigênio
3.
2.
presente no ar, deste modo, a reação de combustão ocorrerá da forma ideal.

EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS II

1. EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS II

3.
2.

10.
12.
11.
9. neto.taveira@terra.com.br
8.
7.
6.
5.
4.

13. Cel: (71) 9195-9313

14.

15. 2011

18.
17.
16.
2. DEFINIÇÃO:
1.

4. Caldeiras ou Geradores de Vapor d’Água são equipamentos destinados a mudar o estado da água, do líquido para o
3.
de vapor, a fim de ser usado em aquecimento, no acionamento de máquinas motrizes (turbinas e máquinas

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alternativas), em processos industriais, em esterilização etc.

CALDEIRAS
6.
5.

1. Norma Regulamentadora: NR 13

Definição
2. da NR-13.

1. Definição da NR-13.

5. Todo equipamento destinado a produzir vapor sob pressão superior à atmosférica.


4.
3.
2.

2. Funcionamento
1.
8.
7.
6.

4. Dois fluxos:
3.

5. Fluxo de água e vapor.

6. Fluxo de ar e gases.

7. Submetidos ao:

8. Calor de um combustível.

2. VAPOR SATURADO:
1.

4. Vapor obtido na vaporização normal da água. É um vapor “úmido”, contendo pequenas gotículas de água. Quando
3.
este tipo de vapor se condensa, cede calor latente. É usado para aquecimento direto ou indireto.

5.
CALDEIRAS

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1. VAPOR SUPERAQUECIDO:

3. Vapor resultante do fornecimento de calor (calor sensível) ao vapor saturado, aumentando sua temperatura
2.
provocando seu superaquecimento, resultando em um vapor seco. É usado para transferência de energia cinética, ou
seja, para geração de trabalho mecânico (turbinas).

2. CALOR SENSÍVEL E CALOR LATENTE


1.
5.
4.

5. Calor sensível: É calor associado à mudança de temperatura da água.


4.
3.

6. Calor Latente:É o calor associado à mudança de fase da água.

CALDEIRAS

1. Mecanismos de transferência de calor (1):

2.

3. Condução

5. Método no qual o calor flui pelo contato direto, molécula a molécula, do corpo. Ocorre normalmente em corpos sólidos.
4.

6. Nas caldeiras, a condução ocorre no metal dos tubos e dispositivos de troca térmica, onde o calor flui da face de maior
temperatura (em contato com os gases quentes ou fornalha) para a de menor temperatura (por onde circula a água).

CALDEIRAS

1. Transferência de calor por condução

CALDEIRAS
2.

1. Mecanismos de transferência de calor (2):

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18/07/2019 Equipamentos industriais II - Equipamentos industriais

3. Convecção
2.

5. Processo que consiste basicamente na transferência de calor envolvendo corpos fluidos (líquidos ou gases). A
4.
convecção é sinal de movimento, podendo ser natural ou forçada. Nas caldeiras, ocorre transferência de calor por
convecção dos gases quentes para as superfícies dos tubos e das superfícies aquecidas dos tubos para a água.

CALDEIRAS

1. Transferência de calor por convecção

CALDEIRAS
2.

1. Mecanismos de transferência de calor (3):

2.

3. Radiação

5. Processo predominante em temperaturas mais elevadas (acima de 500ºC). O calor neste caso é transmitido por meio
4.
de ondas eletromagnéticas. Altamente dependente da diferença de temperatura. Numa caldeira, ocorre transferência
por radiação do fogo para a área irradiada da fornalha.

CALDEIRAS

1. Transferência de calor por radiação

3. CLASSIFICAÇÃO DE CALDEIRAS (1)


1.
2.

5. Quanto à localização relativa da água e dos gases:


4.

7. - Flamotubular
6.

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8. - Aquatubular

CLASSIFICAÇÃO DE CALDEIRAS (2)

1. CLASSIFICAÇÃO DE CALDEIRAS (2)

2. Quanto à energia empregada:

3. Elétrica

4. A combustível sólido

5. A combustível liquido

6. - A combustível gasoso

CLASSIFICAÇÃO DE CALDEIRAS (3)

1. CLASSIFICAÇÃO DE CALDEIRAS (3)

4. Quanto à Pressão:
3.
2.

6. Alta (60 kg/cm2 ou mais)


5.

7. Média (22 a 39 Kg/cm2)

8. - Baixa (6 a 16 Kg/cm2)

Flamotubulares:

1. Flamotubulares:

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3. Gases de combustão passam no interior de tubos ou serpentinas imersas em água;


2.

4. Geram somente vapor saturado;

5. Operam com baixas pressões.

Caldeiras Flamotubulares - o vapor é obtido por aquecimento de um grande volume de água, contida num reservatório por
intermédio de gases aquecidos produzidos por combustão e circulam em tubos imersos no reservatório de água - a técnica
mais usada é a produção de vapor saturado

1. Caldeiras Flamotubulares - o vapor é obtido por aquecimento de um grande volume de água, contida num
reservatório por intermédio de gases aquecidos produzidos por combustão e circulam em tubos imersos no
reservatório de água - a técnica mais usada é a produção de vapor saturado

CALDEIRAS

1. CALDEIRA FLAMOTUBULAR

CALDEIRA FLAMOTUBULAR EM CORTE:

1. CALDEIRA FLAMOTUBULAR EM CORTE:

CALDEIRA FLAMOTUBULAR EM CORTE

1. CALDEIRA FLAMOTUBULAR EM CORTE

1. Cinzeiro

1. 1. Cinzeiro

2. 2. Bomba de água

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3. 3. Grelha plana

4. 4. Registro de purga

5. 5. Parede interna

6. 6. Fornalha imersa

7. 7. Casco cilíndrico

8. 8. Isolamento térmico (lã de rocha)

9. 9. Tampa de inspeção

10. 10. Tubos de gases

11. 11. Válvula de segurança com alavanca

12. 12. Coletor de fuligem

13. 13. Chaminé

14. 14. Duto de gases

15. 15. Defletor de gases

16. 16. Coletor de gases

17. 17. Tampas de limpeza

18. 18. Manômetro com sifão

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19. 19. Válvula principal de vapor

20. 20. Espelho superior

21. 21. Visor de nível

22. 22. Placa de identificação

23. 23. Registro de alimentação de água

24. 24. Válvula de retenção

25. 25. Registro de vapor

26. 26. Injetor de água a vapor

27. 27. Espelho inferior

28. 28. Câmara de água

29. 29. Tampa de carga

30. 30. Peneira de sucção

31. 31. Porta do cinzeiro (regulador de ar)

CALDEIRA FLAMOTUBULAR:

1. CALDEIRA FLAMOTUBULAR:

Incrustação
2. do lado de fora de tubagem (em contacto com a água) de uma caldeira Flamotubular

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1. Incrustação do lado de fora de tubagem (em contacto com a água) de uma caldeira Flamotubular

AQUATUBULARES:
2.

1. AQUATUBULARES:

3. Água nos tubos.


2.

4. Produz vapor superaquecido.

5. Usadas em industrias de grande porte e termoelétricas.

6. Operam em altas e médias pressões.

Caldeiras Aquatubulares

1. Caldeiras Aquatubulares

2. A água fica do lado de dentro dos tubos e os gases de combustão do lado de fora. Neste caso as incrustações
reduzem a passagem de água e as incrustações formadas são de difícil remoção

CALDEIRAS

1. CALDEIRA AQUATUBULAR

CALDEIRA AQUATUBULAR COMPACTA:

1. CALDEIRA AQUATUBULAR COMPACTA:

GANHOS DO TRATAMENTO DA ÁGUA (1)

1. GANHOS DO TRATAMENTO DA ÁGUA (1)


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2. melhorar as trocas térmicas

3. atrasar ou até evitar a necessidade de desincrustações químicas e mecânicas

4. reduzir os fenômenos de oxidação

5. diminuir as perdas causadas pelas purgas de desconcentração

6. aumentar o título do vapor, limitando o arraste de gotículas da superfície do plano d’água.

CALDEIRAS ELÉTRICAS:

1. CALDEIRAS ELÉTRICAS:

3. - Resistências imersas em água.


2.

4. - Corrente elétrica encontra resistência e desprende calor (efeito Joule).

5. - Bastante usadas em saunas, hotéis e restaurantes.

6. - Aplicabilidade bastante reduzida no setor industrial.

7. - Energia limpa.

CALDEIRA ELÉTRICA

1. CALDEIRA ELÉTRICA

CALDEIRA ELÉTRICA

1. CALDEIRA ELÉTRICA

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CALDEIRA ELÉTRICA

1. CALDEIRA ELÉTRICA

2. CALDEIRA A COMBUSTÍVEL SÓLIDO


1.

4. Usadas onde o combustível é abundante.


3.

5. Exemplos: Caldeira a carvão e bagaço de cana.

6. Geram grande quantidade de rejeitos.

CALDEIRA A COMBUSTÍVEL SÓLIDO

1. CALDEIRA A COMBUSTÍVEL SÓLIDO

4. Combustível pulverizado
3.
2.

5. Grelha

CALDEIRA A COMBUSTÍVEL SÓLIDO

1. CALDEIRA A COMBUSTÍVEL SÓLIDO

Queimador
2. Para a Combustão de Finos de Carvão Mineral

1. Queimador Para a Combustão de Finos de Carvão Mineral

QUEIMADOR PARA FINOS DE CARVÃO EM CORTE

1. QUEIMADOR PARA FINOS DE CARVÃO EM CORTE

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MODOS DE INJEÇÃO DE SÓLIDOS PULVERIZADOS EM CÂMARA DE COMBUSTÃO

1. MODOS DE INJEÇÃO DE SÓLIDOS PULVERIZADOS EM CÂMARA DE COMBUSTÃO

CALDEIRA A COMBUSTÍVEL LÍQUIDO

1. CALDEIRA A COMBUSTÍVEL LÍQUIDO

3. Trabalham com derivados de petróleo.


2.

4. Fácil transporte do combustível.

5. Necessitam armazenamento, bombeamento,

6. aquecimento e pulverização

7. Desvantagem: Corrosão e poluição atmosférica.

8. São a maioria das caldeiras instaladas.

CALDEIRAS A GÁS

1. CALDEIRAS A GÁS

4. Gás natural, GLP


3.
2.

5. Baixo nível de poluentes.

6. Corrosão baixa.

PARTES DE UMA CALDEIRA (1)

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1. PARTES DE UMA CALDEIRA (1)

1.
2. - Tubulão Superior;
3. - Tubos de Circulação Ascendente (“Risers”);
4. - Tubos de Circulação Descendente (“Downcomers”);
5. - Tubulão Inferior;
CALDEIRAS

1. PARTES DE UMA CALDEIRA (2)

2. 1. - Fornalha;
2. - Superaquecedor;
3. - Pré-aquecedor de Ar;
4. - Economizador;
5. - Bomba de Circulação Forçada
TUBULÃO SUPERIOR

1. TUBULÃO SUPERIOR

3. Água e vapor na temperatura de saturação correspondente a pressão no mesmo.


2.

4. Parte superior da caldeira.

5. Recebe água de alimentação.

6. Internos: Filtro de vapor e ciclones.

7. Purga de superfície.

TUBULÃO INFERIOR

1. TUBULÃO INFERIOR
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3. Na parte inferior da caldeira.


2.

4. Cheio d’água.

5. Distribuir água aquecida e coletar sólidos de densidade elevada.

6. Purga de fundo.

7. Injeção de químicos.

FEIXE TUBULAR

1. FEIXE TUBULAR

3. Feixe de tubos interligando tubulões.


2.

4. Tubos de descida (downcomer).

5. Tubos de subida (Riser).

6. Troca de calor por convecção.

7. Feixes retos ou curvos.

8. Uma ou mais passagens.

2. CIRCULAÇÃO DA ÁGUA
1.

4. Natural
3.

5. Diferença de densidade.

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6. Forçada

7. Introdução de uma bomba no circuito.

SUPERAQUECEDOR

1. SUPERAQUECEDOR

4. Aumentar o grau de superaquecimento do vapor.


3.
2.

5. Visa aumentar a disponibilidade de energia contida no vapor.

TIPOS
7. DE SUPERAQUECEDOR
6.

1. TIPOS DE SUPERAQUECEDOR

3. Drenáveis
2.

4. Não Drenáveis

5. Radiação

6. Convecção

7. Mistos

FATORES QUE INFLUENCIAM O SUPERAQUECIMENTO

1. FATORES QUE INFLUENCIAM O SUPERAQUECIMENTO

4. Excesso de ar.
3.
2.

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5. Posição dos maçaricos.

6. Temperatura da água

7. Fuligem nos tubos

PRÉ-AQUECEDORES DE AR A GASES DE COMBUSTÃO

1. PRÉ-AQUECEDORES DE AR A GASES DE COMBUSTÃO

2. Elevam a temperatura do ar aproveitando o calor dos gases que saem da caldeira.

2. Tipos de pré-aquecedores de ar a gases de combustão


1.

6. Tubulares
5.
4.
3.

7. Regenerativos

Tem a função de impedir que o ar chegue muito frio ao pré-aquecedor de ar a gases de combustão, ocasionando corrosão.

1. Tem a função de impedir que o ar chegue muito frio ao pré-aquecedor de ar a gases de combustão, ocasionando
corrosão.

PRÉ-AQUECEDOR DE ÁGUA DE ALIMENTAÇÃO

1. PRÉ-AQUECEDOR DE ÁGUA DE ALIMENTAÇÃO

3. A vapor.
2.

5. Usados principalmente quando esta água, na seqüência, irá trocar calor com os gases de combustão.
4.

6. A gases de Combustão (Economizador).


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18/07/2019 Equipamentos industriais II - Equipamentos industriais

8. Usados para aumentar a eficiência da caldeira e evitar grandes diferenças de temperatura entre a água de alimentação
7.
e o tubulão.

2. FORNALHA
1.

5. Parte da Caldeira onde ocorre a combustão.


4.
3.

TIPOS DE FORNALHA

1. TIPOS DE FORNALHA

3. Quanto A Disposição dos Queimadores.


2.

5. - Queima Frontal
4.

6. - Queima Tangencial

7. - Queima Vertical

9. Quanto a Pressão
8.

10.
11. - Positiva (Tiragem forçada).

12. - Negativa (Tiragem induzida).

DISPOSIÇÃO
14.
13. DOS QUEIMADORES

1. DISPOSIÇÃO DOS QUEIMADORES

COMPONENTES DOS QUEIMADORES

1. COMPONENTES DOS QUEIMADORES


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18/07/2019 Equipamentos industriais II - Equipamentos industriais

3. Registro: Regulam quantidade de ar dando forma a chama


2.

4. Maçarico: Tem a função de receber o combustível e atomizá-lo.

5. Bloco Refratário: Ajudam a homogeneizar a mistura ar, combustível e vapor

REGISTROS

1. REGISTROS

3. Primário: Mistura no queimador (comprimento da chama).


2.

4. Secundário: Mistura na fornalha (largura da chama).

MAÇARICOS

1. MAÇARICOS

3. Quanto ao combustível
2.

4. - Para óleo

5. - Para gás

6. - Misto

7. Quanto a atomização

8. - A vapor

9. - A ar

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10. - Mecânica

BICOS DE QUEIMADORES (MANIFOLD)

1. BICOS DE QUEIMADORES (MANIFOLD)

ATOMIZAÇÃO

1. ATOMIZAÇÃO

3. Mecânica: Requer alta pressão e baixa viscosidade.


2.

4. A vapor: Requer vapor superaquecido e pressão superior a do óleo.

5. A Ar: É usado para combustíveis de baixa viscosidade.

ATOMIZAÇÃO COM AR

1. ATOMIZAÇÃO COM AR

BLOCO REFRATÁRIO

1. BLOCO REFRATÁRIO

3. Manter a mistura homogênea


2.

5. Manter temperatura
4.

6. Dar forma a chama

7. - O posicionamento errado da lança do queimador em relação ao bloco refratário leva ao gotejamento e acumulo de
óleo não queimado na fornalha.
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2. DISPOSITIVOS DE CONTROLE
1.

DISPOSITIVOS DE ALIMENTAÇÃO

1. DISPOSITIVOS DE ALIMENTAÇÃO

3. INJETORES
2.

4. - Usados em instalações de pequeno porte

5. BOMBAS

6. - Centrifugas de múltiplos estágios

7. - Alta pressão de descarga

8. - Recalque de um tanque com pressão positiva

2. VISORES DE NÍVEL
1.

4. NR-13 não permite operação sem visores


3.

5. São Dispositivos Redundantes

6. São Montados com Válvulas de Bloqueio e Dreno

2. CONTROLE DE NÍVEL
1.

4. Atua na vazão de alimentação de água para a caldeira


3.

5. Tipos de Controle:

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6. - Bóia

7. - Eletrodos

8. - Controladores

CONTROLE DE NÍVEL

1. CONTROLE DE NÍVEL

INDICADORES DE PRESSÃO

1. INDICADORES DE PRESSÃO

3. NR-13 não permite a operação sem instrumento que indique a pressão de operação.
2.

4. PMTP (Pressão máxima de trabalho Permitida) é função do projeto. Também chamada de PMTA (Pressão máxima de
trabalho admitida).

MANÔMETRO

1. MANÔMETRO

VÁLVULAS DE SEGURANÇA (PSV)

1. VÁLVULAS DE SEGURANÇA (PSV)

3. Calibradas para abrir a uma pressão igual ou inferior a PMTP).


2.

4. Normalmente existem duas por caldeira.

5. - Tubulão
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6. - Superaquecedor

7. Abrem numa seqüência determinada

VÁVULA DE SEGURANÇA

1. VÁVULA DE SEGURANÇA

INTERTRAVAMENTO

1. INTERTRAVAMENTO

3. Dispositivos destinados a proteger a caldeira e o sistema em caso de alguma anormalidade.


2.

4. Atuam normalmente apagando a caldeira.

5. Utilizam elementos sensores (pressostatos, termostatos etc...) e reles.

6. Elemento final de proteção são as válvulas de combustível.

VÁLVULAS OPERADAS POR INTERTRAVAMENTO

1. VÁLVULAS OPERADAS POR INTERTRAVAMENTO

2. DETETORES DE CHAMA (FOTOCÉLULA)


1.

4. Dispositivos sensibilizados pela luz da chama do queimador.


3.

5. Na falta de chama. desencadeia uma série de operações automaticamente, visando a segurança da caldeira.

6. Ex: Fecha válvula de combustível para o queimador.

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ANALISADORES

1. ANALISADORES

3. Tendência: Analisadores em linha.


2.

4. Exemplos de analisadores:

5. - O2 – excesso de ar nos gases de combustão (teste de orsat).

6. - CO – Gases de combustão

7. - CO²- Gases de combustão

8. - pH – água da caldeira.

9. - Condutividade – água da caldeira.

10. - Sílica – água da caldeira.

PILOTO
12.
11.

1. PILOTO

3. Dispositivos usados para o acendimento do queimador principal.


2.

4. Funcionam com gás combustível ou GLP.

5. Como fonte de ignição (ignitor), são usados eletrodos, produzindo um arco voltaico.

DESAERADORES

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1. DESAERADORES

3. Dupla função:
2.

4. - Aquecer a água

5. - Remover gases dissolvidos (Co2 e O2)

6. Funcionamento:

7. - A água é pulverizada para quebrar sua tensão superficial e aquecida através da passagem de vapor em contra
corrente, liberando os gases dissolvidos que são arrastados para a atmosfera pelo vapor.

DESAERAÇÃO MECÂNICA DA ÁGUA

1. DESAERAÇÃO MECÂNICA DA ÁGUA

SISTEMA
2. DE ÓLEO

1. SISTEMA DE ÓLEO

3. Constituído por:
2.

5. - TQ de Óleo
4.

6. - Permutador

7. - Bomba

TANQUE DE ÓLEO

1. TANQUE DE ÓLEO
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3. Conforme o tipo de óleo, necessita aquecimento para manter viscosidade.


2.

5. Cuidados:
4.

6. - Evitar arraste de água ou temperatura acima de 100ºC (pode espumar).

7. - Evitar temperatura acima de 180ºC. Forma sulfeto de ferro que em contato com ar (quando TQ esvaziado) pode
entrar em combustão.

PERMUTADORES DE ÓLEO

1. PERMUTADORES DE ÓLEO

3. Usados para acertar a temperatura do óleo em função da viscosidade necessária no queimador.


2.

4. A viscosidade ideal é informada pelo fabricante do óleo.

5. Utiliza-se gráfico e analise de laboratório para atingir esta viscosidade.

6. O fluido de aquecimento do óleo no permutador é o próprio vapor

BOMBAS DE ÓLEO

1. BOMBAS DE ÓLEO

3. Usadas para manter o suprimento para os maçaricos.


2.

4. Normalmente existe um conjunto motor bomba de reserva .

5. Circuito fechado com controle de pressão através do retorno para tanque ou sucção da bomba.

FLUXOGRAMA DO SISTEMA DE ÓLEO


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1. FLUXOGRAMA DO SISTEMA DE ÓLEO

SOPRADORES DE FULIGEM

1. SOPRADORES DE FULIGEM

3. Função: Remover fuligem depositada nos tubos.


2.

4. Tubo perfurado conectado a rede de vapor.

5. Tipos:

6. Fixos (rotação).

7. Retrateis (rotação e deslocamento longitudinal).

SOPRADORES DE FULIGEM

1. SOPRADORES DE FULIGEM

VÁLVULAS E ACESSÓRIOS DE TUBULAÇÃO

1. VÁLVULAS E ACESSÓRIOS DE TUBULAÇÃO

2. Válvulas de bloqueio.

3. Válvulas de Controle.

4. Válvulas motorizadas.

5. -Tubulão

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6. - Superaquecedor

7. - Saída

8. Purgadores

9. Juntas de expansão

VÁLVULAS DE BLOQUEIO

1. VÁLVULAS DE BLOQUEIO

PURGADORES

1. PURGADORES

3. Finalidade:
2.

4. Eliminar condensado.

6. Importância:
5.

7. Não funcionamento: Provocam acumulo de condensado e martelo hidráulico (golpe de aríete).

8. Passagem direta: Perda de rendimento (maior troca térmica ocorre quando há mudança de estado).

PURGADOR TERMODINÂMICO

1. PURGADOR TERMODINÂMICO

PURGADOR DE BOIA

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18/07/2019 Equipamentos industriais II - Equipamentos industriais

1. PURGADOR DE BOIA

2. FILTROS
1.

4. Finalidade: Reter impurezas.


3.

5. Uso: Principalmente em linhas de óleo e condensado.

FILTROS

1. FILTROS

2. JUNTAS DE EXPANSÃO (1)


1.

4. Finalidade: Absorver total ou parcialmente as dilatações térmicas das tubulações.


3.

JUNTAS DE EXPANSÃO (2)

1. JUNTAS DE EXPANSÃO (2)

JUNTAS
2. DE EXPANSÃO (3)

1. JUNTAS DE EXPANSÃO (3)

JUNTAS
2. DE EXPANSÃO (4)

1. JUNTAS DE EXPANSÃO (4)

TUBULAÇÕES
2.

1. TUBULAÇÕES

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3. As linhas devem ser:


2.

5. De materiais e diâmetros diferentes; conforme material transportado(inox para produtos químicos).


4.

6. Isoladas para evitar perda de calor (água de alimentação, óleo combustível, condensado).

7. Aquecidas para manter temperatura (óleo).

8. Com curvas de dilatação e purgadores para evitar golpes de aríete (vapor).

9. Identificadas no limite de bateria.

2. TIRAGEM E PRESSÃO NA FORNALHA


1.

4. Fluxo de ar e gases através da caldeira.


3.

5. Diferença de pressão entre fornalha e chaminé.

2. TIPOS DE TIRAGEM
1.

4. Natural (levemente negativa).


3.

5. Forçada (pressão positiva).

6. Induzida (pressão negativa).

7. Balanceada (levemente negativa).

CHAMINÉ

1. CHAMINÉ

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3. Responsável pela tiragem natural


2.

4. Diferença de pressão entre a base e o topo da chaminé em função da diferença de temperatura dos gases.

5. Pode ser usada por uma ou mais caldeiras.

7. Deve ser evitado temperaturas abaixo do ponto de orvalho (formação de ácido).


6.

2. VENTILADORES – EXAUSTORES
1.

4. Projetados para vencer a perda de carga e proporcionar a tiragem.


3.

5. Devem ser duplos ou com acionadores diferentes.

2. ISOLAMENTO
1.

4. Finalidade:
3.

5. Fechar o circuito dos gases de combustão, proporcionar a orientação dos gases através das superfícies de
aquecimento, isolar o meio ambiente das alta temperaturas.

ISOLAMENTOS

1. ISOLAMENTOS

TRANSFERÊNCIA DE CALOR NA CALDEIRA

1. TRANSFERÊNCIA DE CALOR NA CALDEIRA

3. Numa caldeira ocorre os três processos:


2.

4. Condução: do tubo para água ou para o vapor.


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5. Convecção: dos gases para os tubos.

6. Radiação: da chama para os tubos

7. A Transferência de Calor é necessária para:

8. Aquecer e vaporizar a água.

9. Superaquecer o vapor.

FATORES QUE INFLUENCIAM NA TROCA DE CALOR

1. FATORES QUE INFLUENCIAM NA TROCA DE CALOR

3. Temperatura da chama e dos gases


2.

4. Turbulência e choque dos gases com os tubos.

5. Acumulação de fuligem fora do tubo.

6. Condutibilidade térmica do material.

7. Incrustações no interior do tubo.

8. Turbulência da água e do vapor no interior do tubo.

2. MATERIAL DOS TUBOS


1.

4. Tubos de paredes d’água podem ser de aço carbono (baixo custo).


3.

5. Tubos do superaquecedor devem ser de aço liga (alto custo).

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PROPRIEDADES DOS COMBUSTÍVEIS

1. PROPRIEDADES DOS COMBUSTÍVEIS

3. Combustíveis Líquidos:
2.

5. Viscosidade
4.

6. Densidade

7. Ponto de fulgor

8. Vanádio e sódio

9. Água e sedimentos

PONTO DE FULGOR

1. PONTO DE FULGOR

3. A menor temperatura na qual um produto é vaporizado, em quantidade suficiente para formar com o ar uma mistura
2.
capaz de se inflamar momentaneamente, quando se incide uma chama sobre a mesma.

4. Determina condições seguras de armazenamento e operação do óleo.

2. COMBUSTÍVEIS GASOSOS
1.

4. Vantagens:
3.

5. Queima com baixo excesso de ar.

6. Sem fumaça.
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7. Baixo ou nulo teor de enxofre.

CUIDADOS COM O GÁS

1. CUIDADOS COM O GÁS

3. inodoro, incolor, inflamável e asfixiante quando aspirado em altas concentrações


2.

4. Odorização:

5. Adição de compostos a base de enxofre para facilitar identificação de vazamentos.

EFICIÊNCIA DA COMBUSTÃO

1. EFICIÊNCIA DA COMBUSTÃO

3. Excesso de ar
2.

4. Atomização do combustível

5. Aspecto dos gases na saída da chaminé

6. Preaquecimento do ar

7. Preaquecimento do óleo (viscosidade certa)

8. Controle da tiragem

INFLAMABILIDADE DE GASES

1. INFLAMABILIDADE DE GASES

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3. Limite inferior
2.

4. A menor concentração de gás ou de vapor combustível em ar ou em oxigênio que consegue estabelecer uma
combustão auto-sustentada.

5. Limite superior

6. A maior concentração de gás ou de vapor combustível que consegue manter a combustão, sem a contribuição de uma
fonte externa de calor.

7.

PARTIDA DA CALDEIRA

1. PARTIDA DA CALDEIRA

3. 1. Inspeção
2.

4. 2. Teste pneumático

5. 3 Enchimento

6. 4 Teste hidrostático

7. 5 Secagem do refratário e fervura química.

8. 6 Pressurização e Cuidados

9. 7 Teste das PSV

10. 8 Colocação em linha

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INSPEÇÃO

1. INSPEÇÃO

2. Mancais, caixas de redução e válvulas.

3. Internos do tubulão e tubos.

4. Interior da fornalha.

5. Ventiladores e bombas.

6. Drenos e vents.

7. Dampers.

8. Bocas de visita.

9. Alarmes.

10. Instrumentos.

11. Comandos.

TESTE PNEUMÁTICO

1. TESTE PNEUMÁTICO

3. Detectar vazamentos na parte de ar e gases.


2.

4. Ventilador operando.

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5. Método da espuma de sabão.

2. ENCHIMENTO
1.

4. Qualidade da água próxima daquela usada em serviço normal.


3.

5. Usar preferencialmente água fria

TESTE HIDROSTÁTICO

1. TESTE HIDROSTÁTICO

3. Finalidade:
2.

4. - Detectar vazamentos na parte de água.

5. Deve ser feito sempre que a caldeira volte de manutenção.

SECAGEM DO REFRATÁRIO

1. SECAGEM DO REFRATÁRIO

3. Finalidade:
2.

4. Remover a umidade do refratário.

5. Deve ser feito com aquecimento lento e gradativo da fornalha, nível normal, vents abertos e válvula de partida do
tubulão abertos.

6. O tempo de secagem depende de analise.

2. PRESSURIZAÇÃO E CUIDADOS
1.
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4. Combustível com baixo teor de enxofre.


3.

5. Nível do tubulão normal ou um pouco abaixo.

6. Manter fluxo no superaquecedor ou superaquecedor cheio.

7. Seguir gradiente de pressurização.

2. TESTE DAS VÁLVULAS DE SEGURANÇA


1.

4. Finalidade:
3.

5. - Garantir que as válvulas abram a pressões pré determinadas.

COLOCAÇÃO DA CALDEIRA EM LINHA

1. COLOCAÇÃO DA CALDEIRA EM LINHA

3. Pré-aquecimento da linha de saída.


2.

4. Acender queimadores necessários a operação normal.

5. Abrir válvula de saída a medida que se fecha a válvula de partida do superaquecedor.

6. Automatizar controles.

Parada Da Caldeira (1)

1. Parada Da Caldeira (1)

3. 1. Fazer ramonagem.
2.

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4. 2. Reduzir carga da caldeira.

5. 3. Apagar caldeira.

6. 4. Fechar válvula de saída.

7. 5 Abafar caldeira

Parada Da Caldeira (2)

1. Parada Da Caldeira (2)

3. 6. Abrir vents
2.

4. 7. Drenar a caldeira.

5. 8. Remover maçaricos

6. 9. Bloquear e raquetear as linhas

7. 10. Abrir bocas de visita.

10.
9. CONTROLE DE TEMPERATURA
8.
2.
1.

4. Objetivo:
3.

5. - Valor constante de temperatura do vapor na saída da caldeira.

6. Tipos de Controle

7. - Pelo Lado Vapor: Injeção de água ou vapor saturado

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8. - Pelo Lado dos Gases: Desvios dos Gases e Posição dos Maçaricos

Fatores
10.
9. que afetam o grau de superaquecimento

1. Fatores que afetam o grau de superaquecimento

3. Excesso de ar
2.

4. Temperatura de água de alimentação

5. Tipo de combustível

6. Posição dos maçaricos

7. Fuligem nos tubos

CONTROLE DE PRESSÃO OU VAZÃO DE VAPOR

1. CONTROLE DE PRESSÃO OU VAZÃO DE VAPOR

3. Alguns sistemas podem operar controlando a pressão do vapor ou a vazão na saída da caldeira.
2.

4. Prioridade de resposta.

CONTROLE DE NÍVEL (1)

1. CONTROLE DE NÍVEL (1)

4. O controle de nível pode ser de um elemento, para caldeiras menores.


3.
2.

5. Pode ser de dois ou três elementos para caldeiras maiores.

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6. O controle a três elementos considera o nível no tubulão, a vazão de vapor e a vazão de água. Este controle permite
uma antecipação no controle de nível.

CONTROLE DE NÍVEL (2)

1. CONTROLE DE NÍVEL (2)

VISOR
3. DE NÍVEL
2.

1. VISOR DE NÍVEL

PRINCIPAIS
6.
5.
4.
3.
2. POLUENTES NAS CALDEIRAS

1. PRINCIPAIS POLUENTES NAS CALDEIRAS

Partículas Sólidas ou Material Particulado

1. Partículas Sólidas ou Material Particulado

3. Fumaça
2.

4. Fuligem

5. Fuligem ácida

6. Cinzas

PARTICULADOS - LEIS AMBIENTAIS

1. PARTICULADOS - LEIS AMBIENTAIS

2.
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3. - A resolução nº. 8 do CONAMA fixa como limite máximo de Densidade Colorimétrica 20%, equivalente a Escala de
Ringelmann nº1, exceto na operação de ramonagem e partida do equipamento.

4. - A resolução nº. 8 do Conselho Nacional do Meio Ambiente fixa como limite máximo de partículas totais 350 gramas
por milhão de quilocalorias (para óleo combustível) e 1500 gramas por milhão de quilocaloria (para carvão mineral).

MONÓXIDO DE CARBONO - LEIS AMBIENTAIS

1. MONÓXIDO DE CARBONO - LEIS AMBIENTAIS

4. - A Secretaria Estadual de Meio Ambiente fixa limites para os casos de queima incompleta (Monóxido de Carbono -
3.
2.
CO) em 9 ppm de concentração média em intervalo de 8 horas.

2. TEMPERATURA DOS GASES NA SAÍDA DA CHAMINÉ


1.

4. Esta temperatura deve ser mantida o mais baixo possível buscando melhorar o rendimento da caldeira e a diminuição
3.
do efeito estufa na atmosfera.

2. RESFRIAMENTO DA PURGA
1.

4. Toda água devolvida ao esgoto, em uma industria em que não haja tratamento de efluentes, deve ter uma temperatura
3.
próxima da temperatura natural do ponto de deságüe para evitar a poluição térmica do curso d’água receptor.

5. Lei

6. - A Secretaria Estadual de Meio Ambiente fixa como limite máximo de temperatura de 30º a 40ºC conforme a
classificação do curso d’água.

DRENAGEM DAS LINHAS DE COMBUSTÍVEL

1. DRENAGEM DAS LINHAS DE COMBUSTÍVEL

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3. O produto desta drenagem deve ser recolhido e não lançado diretamente ao esgoto pluvial. Algumas industrias
2.
possuem um sistema de esgoto oleoso que sofre tratamento antes do descarte.

4. Lei

5. - Aquelas que não o possuem deve obrigatoriamente instalar Caixa Separadora de Óleo normatizadas pela SEMA.

LEGISLAÇÕES AMBIENTAIS

1. LEGISLAÇÕES AMBIENTAIS

3. A resolução do CONAMA Nº. 8 de 06/12/90 estabelece, limites máximos para emissão de poluentes no ar.
2.

4. É importante lembrar que as legislações estaduais e municipais podem ser mais restritivas nunca mais brandas que a
federal.

5. O Banco Mundial estabelece seus próprios padrões a serem respeitados para fins de obtenção de financiamento.

FALHAS DE OPERAÇÃO (1)

1. FALHAS DE OPERAÇÃO (1)

3. Causas:
2.

4. Falha do equipamento (desgaste).

5. Falha da fonte de alimentação.

6. Perda do controle.

7. Consumo além do previsto.

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8. Falha de automatismo.

9. Liberações.

10. Falha humana (desconhecimento).

FALHAS DE OPERAÇÃO (2)

1. FALHAS DE OPERAÇÃO (2)

3. Como evitar falhas:


2.

4. Equipamentos prioritários redundantes

5. Acionadores de fontes diferentes (motores e turbinas)

6. Alimentação elétrica de fontes diferentes

7. Válvulas de controle operadas do painel ou do local

8. Alarmes preventivos.

FALHAS DE OPERAÇÃO (3)

1. FALHAS DE OPERAÇÃO (3)

3. Câmaras de vídeo
2.

4. Varias caldeiras para distribuição de carga.

5. Válvulas motorizadas para cortar consumidores não prioritários.

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6. Combustíveis diferentes.

7. Teste automatismo.

8. Manutenção preventiva.

9. Planejamento de liberações.

10. Treinamento.

12.
11.
2. ROTEIRO DE VISTORIAS DIÁRIAS (1)
1.

4. Verificar se os equipamentos na reserva estão prontos para operar (Chave de comando).


3.

5. Verificar se os equipamentos em manutenção estão corretamente bloqueados e etiquetados

6. Verificar a ocorrência de vazamentos, ruídos estranhos e vibração fora do normal (Etiquetar vazamentos).

ROTEIRO DE VISTORIAS DIÁRIAS (2)

1. ROTEIRO DE VISTORIAS DIÁRIAS (2)

3. Verificar se indicadores locais e remotos não apresentam valores discrepantes.


2.

4. Verificar indicadores de nível a intervalos regulares.

5. Observar chama dos queimadores (incidência sobre tubos).

6. Testar equipamentos na reserva conforme programa de rotinas.

ROTEIRO
9.
8.
7. DE VISTORIAS DIÁRIAS (3)

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18/07/2019 Equipamentos industriais II - Equipamentos industriais

1. ROTEIRO DE VISTORIAS DIÁRIAS (3)

3. Fazer leitura dos indicadores a intervalos regulares.


2.

4. Fazer ramonagem uma vez por turno.

5. Operar purga e dosagem de produtos químicos conforme resultado das analises.

6. Verificar nível de lubrificante dos equipamentos rotativos.

ROTEIRO
8.
7. DE VISTORIAS DIÁRIAS (4)

1. ROTEIRO DE VISTORIAS DIÁRIAS (4)

3. Verificar se existem queimadores na reserva prontos para operação.


2.

4. Verificar se existem variáveis com valores fora do habitual que possam indicar alguma anormalidade.

5. Verificar funcionamento dos purgadores.

CALDEIRAS

SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA (1)

1. SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA (1)

3. Nível alto
2.

4. - Arraste para o coletor geral de vapor.

5. Nível Baixo (desaparece do visor)

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6. - Superaquecimento nos tubos.

8. Nunca realimentar com água fria, poderá explodir.


7.

SITUAÇÕES
9. DE EMERGÊNCIA (2)

1. SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA (2)

3. Rompimento dos tubos.


2.

5. Percebida por fumaça branca na chaminé e vazão de água maior que a vazão de vapor.
4.

6. Pode causar danos aos tubos adjacentes por incidência do jato de vapor.

SITUAÇÕES
9.
8.
7. DE EMERGÊNCIA (3)

1. SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA (3)

3. Explosão na Fornalha.
2.

4. Ignição espontânea dos gases acumulados na fornalha.

5. Causas:

6. Combustão incompleta, parada dos ventiladores, formação de coque, atomização deficiente, falhas de ignição,
vazamentos de combustível, entre outras.

SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA (4)

1. SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA (4)

3. Maneiras de minimizar possibilidade de explosão na fornalha:


2.
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18/07/2019 Equipamentos industriais II - Equipamentos industriais

5. Reduzir o combustível em vez de aumentar o ar de uma fornalha que esteja fumaçeando.


4.

6. Não tentar acender um queimador com a chama de outro.

7. Não by-passar a purga da fornalha.

8. Manter chama normal no queimador.

SOPRAGEM
10.
9.

1. SOPRAGEM

3. Linhas novas de vapor.


2.

4. Vapor a alta velocidade para arrastar sujeira do interior das linhas.

5. Vapor escuro no início e claro quando as linhas estiverem limpas.

HIBERNAÇÃO

1. HIBERNAÇÃO

3. Evitar a corrosão em caldeiras que devam ficar por longos períodos fora de operação.
2.

4. Pressurização da caldeira com gás inerte.

5. Adição de hidrazina na água da caldeira completamente cheia.

6. Do lado dos gases: fechamento com lonas plásticas e distribuição de cal virgem em diversos pontos.

MANUTENÇÃO PREVENTIVA E INSPEÇÕES

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18/07/2019 Equipamentos industriais II - Equipamentos industriais

1. MANUTENÇÃO PREVENTIVA E INSPEÇÕES

3. Manutenção preventiva.
2.

4. Aumentar eficiência e durabilidade.

5. Manuais detalham programas de manutenção necessários.

6. NR-13 define períodos mínimos de inspeções.

2. VÁLVULAS DE SEGURANÇA
1.

4. Inspeção e regulagem anual.


3.

5. Normalmente a sede precisa ser retificada e polida.

2. QUEIMADORES
1.

4. Problemas: Oxidação dos furos abrasão e desgaste.


3.

5. Cuidados: Não usar materiais abrasivos na limpeza pois a mínima mudança no perfil dos furos causam perdas
significativas.

IMPORTÂNCIA DE RECONHECER O RISCO DE EXPLOSÃO EM CALDEIRAS

1. IMPORTÂNCIA DE RECONHECER O RISCO DE EXPLOSÃO EM CALDEIRAS

3. Por se encontrar presente durante todo o tempo de operação.


2.

4. Em razão da violência com que as explosões se manifestam.

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18/07/2019 Equipamentos industriais II - Equipamentos industriais

5. Por envolver não só o pessoal de operação, como também os que trabalham na proximidade, a comunidade e a
clientela.

6. Por que sua prevenção deve ser considerada em todas as fases: projeto, fabricação, operação, manutenção, etc.

ORIGEM
9.
8.
7. DOS RISCOS

1. ORIGEM DOS RISCOS

4. Diminuição de resistência, que pode ser decorrente do superaquecimento ou da modificação da estrutura do material.
3.
2.

5. Diminuição da espessura, que pode advir da corrosão ou da erosão.

6. Aumento da pressão que pode ser decorrente de falhas diversas, operacionais ou não.

CAUSAS DE EXPLOSÕES LADO ÁGUA

1. CAUSAS DE EXPLOSÕES LADO ÁGUA

2. Superaquecimento

3. Choque térmico

4. Defeitos de mandrilagem

5. Falhas em juntas soldadas

6. Mudança na estrutura metalúrgica

7. Corrosão

8. Elevação da pressão
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EXPLOSÕES NO LADO DOS GASES

1. EXPLOSÕES NO LADO DOS GASES

4. Acontecem na condição em que a fornalha se encontra inundada com a mistura combustível-comburente. Causada
3.
2.
pela perda momentânea da chama; com isto a atmosfera da fornalha será enriquecida com a mistura e a explosão
ocorrerá, deflagrada pelo sistema de ignição ou por partes incandescentes da fornalha ou ainda a chama de outro
queimador que tenha permanecido aceso

RISCOS DE ACIDENTES PESSOAIS:

1. RISCOS DE ACIDENTES PESSOAIS:

3. Choques elétricos
2.

4. Queimaduras

5. Quedas

RISCOS A SAÚDE:

1. RISCOS A SAÚDE:

3. Condições ergonômicas não condizentes;


2.

4. Ruído;

5. Desconforto térmico

6. Exposição dos olhos a radiação infravermelha

7. Fumaças, gases e vapores.

https://www.ebah.com.br/content/ABAAAfT6oAE/equipamentos-industriais-ii 71/104
18/07/2019 Equipamentos industriais II - Equipamentos industriais

8. Riscos inerentes ao manuseio, armazenagem e processamento do combustível.

2. PREVENÇÃO:
1.

4. Os riscos de acidentes na operação de caldeiras são controláveis pela prática da técnica correta em todas fases:
3.

5. Projeto, construção, inspeção de qualidade, operação, manutenção e inspeção.

CALDEIRA EM PERFEITO ESTADO

1. CALDEIRA EM PERFEITO ESTADO

CUIDADO ELAS PODEM EXPLODIR

1. CUIDADO ELAS PODEM EXPLODIR

2. DEFINIÇÃO (1)
1.

4. Reator é um equipamento onde ocorre uma ou mais reações químicas entre duas ou mais substâncias. Em geral em
3.
grandes quantidades

DEFINIÇÃO (2)

1. DEFINIÇÃO (2)

4. O Reator é um equipamento onde ocorrem as transformações físico-químicas, ou seja, as reações químicas,


3.
2.
acompanhadas dos efeitos de transferência de massa e calor.

2. REAÇÃO QUÍMICA (1)


1.
6.
5.

4. Chama-se de reação química a operação pela qual uma ou mais substâncias, submetidas a condições apropriadas,
3.
sofrem modificações, originando novas substâncias.

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REAÇÃO QUÍMICA (2)

1. REAÇÃO QUÍMICA (2)

2. É um fenômeno onde os átomos permanecem praticamente intactos. No máximo, perdem ou ganham um ou mais
elétrons na camada eletrônica mais externa. Apenas, as moléculas são desmontadas e, aproveitando-se os mesmos
átomos, montam-se novas moléculas.

3. EX: A síntese de amônia ocorre quando as moléculas de nitrogênio e hidrogênio, denominadas de reagentes,
encontram-se, reagem e se transformam no gás de amônia, denominado de produto.

4. N² + 3 H² ==> 2 NH³

REATORES

1. Industrialmente, os reatores químicos podem ser de vários formatos, dimensões e materiais, dependendo das
condições em que a conversão química se realiza e os reagentes em excesso podem ou não retornar ao processo,
formando o reciclo; pode haver catalisador ou não; o catalisador pode estar em leito fixo ou em leito fluido.

REATORES

1. Por questão de rendimento, geralmente é desejável que, nas reações químicas realizadas em condições industriais,
um ou mais reagentes estejam em excesso relativamente às quantidades teóricas previstas pelas equações químicas
e os produtos encerrarão alguns dos reagentes não consumidos, ao lado dos compostos formados na reação.

REATORES

1.
2. As quantidades máximas dos produtos formados serão determinadas pela quantidade do REAGENTE-LIMITE, que é
aquele que não se encontra em excesso relativamente a qualquer outro do processo; este reagente serve como base
para o cálculo do excesso dos demais.

REATOR E SUAS ALIMENTAÇÕES


https://www.ebah.com.br/content/ABAAAfT6oAE/equipamentos-industriais-ii 73/104
18/07/2019 Equipamentos industriais II - Equipamentos industriais

1. REATOR E SUAS ALIMENTAÇÕES

TIPOS DE PROCESSOS EM REATORES

1. TIPOS DE PROCESSOS EM REATORES

3. Descontínuo ou Batelada
2.

4. Contínuo ou Mistura

5. Semi Batelada ou Semi Continuo

VARIAÇÃO DO VOLUME E COMPOSIÇÃO

1. VARIAÇÃO DO VOLUME E COMPOSIÇÃO

TIPOS DE REATOR (FOCO NAS REAÇÕES HOMOGÊNEAS)

1. TIPOS DE REATOR (FOCO NAS REAÇÕES HOMOGÊNEAS)

3. Reator descontínuo ou batelada;


2.

4. Reator Contínuo ou de mistura

5.
6. Reator Tubular;

7.
REATOR DESCONTÍNUO (BATELADA) (1)

1. REATOR DESCONTÍNUO (BATELADA) (1)

https://www.ebah.com.br/content/ABAAAfT6oAE/equipamentos-industriais-ii 74/104
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3. DEFINIÇÃO
2.

5. É um vaso com agitação mecânica no qual todos os reagentes são introduzidos no reator uma única vez, sendo
4.
misturados, reagem entre si e após um tempo, os produtos obtidos são descarregados.

6. Em inglês é conhecido como Batch Reactor

7.
REATOR DESCONTÍNUO (BATELADA) (2)

1. REATOR DESCONTÍNUO (BATELADA) (2)

3. Reatores batelada são usualmente vasos cilíndricos e a orientação usualmente é vertical.


2.

4. São mais fáceis de serem fabricados e limpos e os custos de construção para unidades de alta pressão são
consideravelmente menores do que configurações alternativas.

REATOR
6.
5. DESCONTÍNUO (BATELADA) (3)

1. REATOR DESCONTÍNUO (BATELADA) (3)

3. Devido aos efeitos de energia envolvidos na reação, é usualmente necessário empregar um trocador de calor externo
2.
e/ou jaquetas ou serpentinas externas ou internas.

4. A agitação pode ser conseguida por agitadores de vários tipos ou por circulação através de bomba.

REATOR DESCONTÍNUO (BATELADA) (4)

1. REATOR DESCONTÍNUO (BATELADA) (4)

2. Neste reator, um dos reagentes é introduzido no sistema reacional antes de iniciar a reação. O outro reagente é
introduzido enquanto a reação química está ocorrendo. Após a reação, se faz o descarregamento do produto.

https://www.ebah.com.br/content/ABAAAfT6oAE/equipamentos-industriais-ii 75/104
18/07/2019 Equipamentos industriais II - Equipamentos industriais

3.
REATOR DESCONTÍNUO (BATELADA) (5)

1. REATOR DESCONTÍNUO (BATELADA) (5)

3. Vantagem:
2.

4. - Quando a capacidade de produção é baixa, processos baseados em reatores batelada terão usualmente, menor
investimento de capital do que os chamados processos contínuos.

5. Desvantagem:

6. - altos custos de manipulação de materiais envolvidos no preenchimento, esvaziamento e limpeza do reator.

REATOR DESCONTÍNUO (BATELADA) (6)

1. REATOR DESCONTÍNUO (BATELADA) (6)

REATOR
4.
3.
2. DE MISTURA (CONTÍNUO)

1. REATOR DE MISTURA (CONTÍNUO)

3. DEFINIÇÃO
2.

5. É um vaso, agitado com escoamento contínuo e sem acúmulo de reagentes ou produtos e é operado de acordo com
4.
as seguintes características:

6. - Composição uniforme dentro do reator;

7. - Composição de saída igual à composição do interior do reator

8. - A taxa de reação é a mesma em todo reator.

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9.
10.

REATOR DE MISTURA OU CONTÍNUO (1)

1. REATOR DE MISTURA OU CONTÍNUO (1)

3. Utilizado principalmente para reações em fase líquida quando apreciável tempo de residência são requeridos.
2.

4. Em inglês é conhecido como Continuous Stirred Reactor (CSTR)

REATOR DE MISTURA OU CONTÍNUO (2)

1. REATOR DE MISTURA OU CONTÍNUO (2)

3. Vantagens:
2.

5. São preferíveis aos reatores batelada, quando a capacidade de processamento requerida é grande. Apesar do
4.
investimento de capital necessário ser maior, os custos operacionais por unidade de produto são bem menores.

6. Facilidade do controle de qualidade dos produtos devido ao controle automático do processo.

REATOR SEMI CONTÍNUO OU SEMI BATELADA

1. REATOR SEMI CONTÍNUO OU SEMI BATELADA

3. Muito similar ao reator em batelada. Pode ser operar de diversas maneiras, como por exemplo carregar algum dos
2.
reagentes dentro do tanque e então alimentar o material remanescente gradualmente.

4. É vantajoso quando grandes efeitos de transferência de calor acompanham a reação.

REATORES

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1. Reator com Jaqueta

REATORES

1. Reator com Serpentina

2. REATOR TUBULAR
1.

4. DEFINIÇÃO:
3.

6. É um tubo sem agitação no qual as partículas escoam com a mesma velocidade na direção do fluxo.
5.

7. Em inglês é conhecido como Plug Flow Reactor (PFR)

REATORES

1. Reator Tubular (PFR)

REATOR TUBULAR (FIGURA)

1. REATOR TUBULAR (FIGURA)

REATORES

1. Tipos de Reator (Foco nas Reações Heterogêneas)

4. Reatores de Leito Fixo


3.
2.

5. Reatores de Leito Fluidizado

REATORES

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1. Reator de Leito Fixo

3. É um reator onde normalmente o meio reacional encontra-se numa fase (líquida ou gasosa) e existe um catalisador na
2.
fase sólida. É também chamado de reator catalítico de leito fixo, onde o catalisador sólido é constituído de inúmeras e
pequenas partículas depositadas ao longo do comprimento de um tubo.

4. Em inglês é conhecido como Packed-Bed Reactor (PBR).

REATORES
6.
5.

1. Reator de Leito Fixo

REATORES

1. Reator de Leito Fluidizado

2. Funcionamento parecido com o PBR. Na prática trata-se de um tubo vertical onde pequenas partículas sólidas são
suspensas em uma corrente de fluxo ascendente.

3. A velocidade do fluxo é suficiente para “suspender” as partículas, mas não grande o suficiente para arrastá-las para
fora do reator. Em função deste efeito, as partículas sólidas “dançam” no fluido e permitem que se forme uma
excelente mistura entre ambos (partículas sólidas e fluido).

REATORES

1. Reator de Leito Fluidizado

REATOR EM BATELADA (TELA 1)

1. REATOR EM BATELADA (TELA 1)

REATOR EM BATELADA (TELA 2)

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1. REATOR EM BATELADA (TELA 2)

REATOR DE MISTURA (FIGURA)

1. REATOR DE MISTURA (FIGURA)

REATOR
2. DE MISTURA (FOTO)

1. REATOR DE MISTURA (FOTO)

REATOR DA POLIBRASIL – CAPACIDADE 90 t

1. REATOR DA POLIBRASIL – CAPACIDADE 90 t

PARTES CONSTITUINTES (1)

1. PARTES CONSTITUINTES (1)

3. O vaso em si, fabricado com os mais diversos materiais que atendam as necessidades do processo, e, em alguns
2.
casos, com a utilização de revestimento.

4. Camisa ou a jaqueta, para os casos de necessidade de resfriamento ou aquecimento externo.

5. chicanas quebra-ondas, poços para termopares, agitadores, medidores de nível, pressão e temperatura.

PARTES CONSTITUINTES (2)

1. PARTES CONSTITUINTES (2)

3. Há que se considerar os periféricos, tais como medidores e controladores de vazão dos reagentes, condensador de
2.
topo, bombas de recirculação e transferência, tubulações, bocais de entrada e saída de produto, válvulas de
segurança, discos de ruptura, alarmes e intertravamentos.

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REATOR ESFÉRICO

1. REATOR ESFÉRICO

FUNCIONAMENTO (1)

1. FUNCIONAMENTO (1)

3. Parte principal de qualquer unidade de produção onde ocorre a transformação dos reagentes em produtos.
2.

4. Antes de entrarem no reator, reagentes ou matérias-primas passam através de vários equipamentos, onde pressão,
temperatura, composição e fase são ajustadas para que sejam alcançadas as condições em que ocorrem as reações
químicas.

FUNCIONAMENTO (2)

1. FUNCIONAMENTO (2)

3. Os efluentes do reator são, em geral, uma mistura de produtos, contaminantes e reagentes não reagidos que devem
2.
ser separados em equipamentos apropriados para se obter o(s) produto(s) na pureza adequada.

FUNCIONAMENTO (3)

1. FUNCIONAMENTO (3)

3. Em toda planta industrial é necessário transportar reagentes e produtos para diferentes pontos da planta. Na maioria
2.
dos casos, os materiais são fluidos (gases ou líquidos) e há necessidade de determinar os tamanhos e os tipos de
tubulações, acessórios ,bombas e compressores para movimentá-los.

FUNCIONAMENTO (4)

1. FUNCIONAMENTO (4)

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3. A maioria das reações químicas não ocorre a temperaturas ambiente e, portanto, os reagentes e produtos devem ser
2.
aquecidos ou resfriados.

4. Algumas reações são exotérmicas, o calor deve ser removido; outras são endotérmicas, o calor deve ser fornecido.

5. São necessários cálculos de taxas de calor envolvidas e dimensionar os equipamentos (trocadores de calor)
necessários.

FUNCIONAMENTO (5)

1. FUNCIONAMENTO (5)

3. Uma operação importante nos reatores é a agitação e mistura. É uma operação normal em plantas químicas para
2.
homogeneizar a mistura formada por diferentes componentes (reagentes e produtos). São utilizados diferentes tipos,
sempre levando em consideração o tipo de reação como, por exemplo, processos em fase líquida ou gasosa, tipo de
reagente etc.

FUNCIONAMENTO (6)

1. FUNCIONAMENTO (6)

4. A escolha do tipo de agitador uso de chicanas, velocidade, e outras características importantes estão relacionados,
3.
2.
principalmente, com a viscosidade e estado físico de reagentes e produtos.

FUNCIONAMENTO (7)

1. FUNCIONAMENTO (7)

3. Tipos de agitadores em reatores:


2.

FUNCIONAMENTO (8)

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18/07/2019 Equipamentos industriais II - Equipamentos industriais

1. FUNCIONAMENTO (8)

3. Tipos de agitadores em reatores (2):


2.

4. A escolha do tipo de agitador uso de chicanas, velocidade, e outras características importantes estão relacionados,
principalmente, com a viscosidade e estado físico de reagentes e produtos.

DEFINIÇÃO
8.
7.
6.
5.

1. DEFINIÇÃO

2. Tubos são condutos fechados destinados ao transporte de fluidos.

3. As tubulações são constituídas de tubos de tamanhos padronizados, colocados em série.

4.
5. Na prática, são chamados de tubos, somente os condutos rígidos.

6. Os condutos flexíveis recebem a denominação de tubos flexíveis, mangueiras ou mangotes.

TUBULAÇÕES

TUBULAÇÕES

TUBULAÇÕES

TUBULAÇÕES

TUBULAÇÕES

TUBULAÇÕES

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TUBULAÇÕES

1. NR- 26 Sinalização de Segurança

2. NB -54 R ABNT Emprego de Cores para Identificação de Tubulações (ABNT 6493:1994).

TUBULAÇÕES

1. Função das Cores na Segurança

2. Identificação de Tubulações de líquidos e gases advertindo contra riscos;

TUBULAÇÕES

1. Cores Adotadas para Sinalização

3. Vermelho;
2.

4. Amarelo;

5. Branco;

6. Preto;

7. Azul;

8. Verde;

9. Laranja

10. Lilás;

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11. Cinza;

12. Alumínio;

13. Marrom.

TUBULAÇÕES

1. Cores Adotadas para Sinalização

3. Vermelho
2.

4. - Para identificar tubulações de água para combate a incêndios;

TUBULAÇÕES

1. Cores Adotadas para Sinalização

3. Amarelo
2.

4. Para identificar tubulações de gases não liquefeitos;

5. ex: linhas de nitrogênio

TUBULAÇÕES

1. Cores Adotadas para Sinalização

3. Branco
2.

4. Para identificar tubulações de vapor;

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TUBULAÇÕES

1. Cores Adotadas para Sinalização

3. Preto
2.

4. Para identificar tubulações de inflamáveis e combustíveis de alta viscosidade;

5. ex: Óleo combustível

TUBULAÇÕES

1. Cores Adotadas para Sinalização

3. Azul
2.

4. Para identificar tubulações de Ar comprimido;

5. ex: Ar de instrumento

TUBULAÇÕES

1. Cores Adotadas para Sinalização

3. Verde
2.

4. Para identificar tubulações de Água exceto água utilizada para combate a incêndio;

5. ex: água potável

TUBULAÇÕES

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1. Cores Adotadas para Sinalização

3. Laranja
2.

4. Para identificar tubulações contendo ácidos;

5. ex: Tubulação de ácido sulfúrico

TUBULAÇÕES

1. Cores Adotadas para Sinalização

3. Lilás
2.

4. Para identificar tubulações que contenham álcalis (base);

5. ex: Soda Cáustica (NaOH)

TUBULAÇÕES

1. Cores Adotadas para Sinalização

3. Cinza
2.

4. Para identificar tubulações em vácuo;

5.
TUBULAÇÕES

1. Cores Adotadas para Sinalização

3. Alumínio
2.
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4. Para identificar tubulações de gases liquefeitos e combustíveis de baixa viscosidade;

5. Ex; gasolina, querosene

TUBULAÇÕES

1. Cores Adotadas para Sinalização

2. Marrom

3. Para identificar à critério da empresa fluidos não identificáveis pelas demais cores.

2. ESCOAMENTO
1.

4. O escoamento de qualquer fluido em uma tubulação resulta sempre em uma certa perda de energia do fluido devido as
3.
resistências que se opõem ao escoamento.

2. RESISTÊNCIAS AO ESCOAMENTO (1)


1.

4. Resistência externa
3.

6. - São resultantes do atrito contra as paredes do tubo, das acelerações e mudanças de direção e dos turbilhonamentos
5.
consequentes.

7.

2. RESISTÊNCIAS AO ESCOAMENTO (2)


1.

4. Resistências internas
3.

5. - São resultantes do atrito das próprias moléculas do fluido, umas com as outras; é o que se chama viscosidade.

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PERDA DE CARGA

1. PERDA DE CARGA

3. É a queda de pressão que um fluido sofre durante o escoamento em uma tubulação, devido o atrito do fluido com a
2.
tubulação.

Fatores que determinam a perda de carga em tubulações

1. Fatores que determinam a perda de carga em tubulações

1. Comprimento, rugosidade, diâmetro e acidentes de tubulação.


2. Viscosidade e densidade do fluido
3. Vazão

CLASSIFICAÇÃO (1)

1. CLASSIFICAÇÃO (1)

3. METÁLICOS:
2.

4. Podem ser de dois tipos: tubos metálicos ferrosos e tubos metálicos não ferrosos.

5. Metálicos Ferrosos: Aço Carbono, Aço Liga (à base de Cr, Mo Ni, Si), Aço inoxidável, Ferro Fundido.

6. Metálicos Não Ferrosos: Cobre e ligas de cobre (latão, bronze), Alumínio, Chumbo, Níquel.

2. CLASSIFICAÇÃO (2)
1.

4. NÃO METÁLICOS:
3.

6. Cimento-amianto, PVC, Borracha, Concreto, Vidro, Plástico, etc.


5.

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Aço Carbono

1. Aço Carbono

2. 1. Baixo custo
2. Excelentes qualidades mecânicas
3. Fácil de soldar e conformar
4. Utilização:
1. Água, vapor, condensado, ar comprimido, óleo e outros pouco corrosivos.

1. Aço Ligas/Aço inox

3. Possui pelo menos 12% de Cr.


2.

4. Propriedade de não enferrujar

1. Utilização:
1. Altas e baixas temperaturas
2. Alta corrosão
3. Necessidade de não contaminação
4. Segurança

1. Ferro fundido

2. 1. Ótima resistência a corrosão do solo


2. Utilização:
1. Água, gás, água salgada, esgoto, baixa pressão, temperatura ambiente e sem grandes esforços físicos.
Cobre

1. Cobre

3. Utilização:
2.

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1. Serpentinas, como tubos de aquecimento ou refrigeração


2. Não deve ser usado em produtos alimentícios ou farmacêuticos.

1. Plásticos (Vantagens)

1. Pouco peso
2. Alta resistência a corrosão
3. Coeficiente de atrito muito baixo
4. Facilidade de fabricação e manuseio

1. Plásticos (Desvantagens)

1. Baixa resistência ao calor


2. Baixa resistência mecânica
3. Alto coeficiente de dilatação

1. Bitolas e Espessuras

1. Bitola
1. Dimensões do tubo
2. Espessura
1. Schedule
ACESSÓRIOS

1. ACESSÓRIOS

3. Os acessórios de tubulações são os meios utilizados para conectar tubos, válvulas, outros acessórios e equipamentos.
2.

4. Além de ligar, os acessórios servem também para mudar a direção, variar o diâmetro da tubulação, fazer derivações,
interromper ligações, etc.

5. Os acessórios podem ser soldados, rosqueados ou flangeados.

https://www.ebah.com.br/content/ABAAAfT6oAE/equipamentos-industriais-ii 91/104
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2. CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIO (1)


1.

4. Os acessórios são classificados conforme sua função nas tubulações:


3.

2. CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIO (2)


1.

4. Para Mudar a Direção dos Tubos:


3.

5.

6. Curvas de raio longo: 45º e 90º;

7. Curvas de raio curto: 45º e 90º;

8. Joelhos de 45º e 90º.

CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIO (3)

1. CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIO (3)

CLASSIFICAÇÃO
2. DO ACESSÓRIO (4)

1. CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIO (4)

TUBULAÇÕES
2.

CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIO (5)

1. CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIO (5)

3. Para Derivação em Tubos:


2.

https://www.ebah.com.br/content/ABAAAfT6oAE/equipamentos-industriais-ii 92/104
18/07/2019 Equipamentos industriais II - Equipamentos industriais

5. T normal
4.

6. Selas

7. Cruzetas

CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIO (6)

1. CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIO (6)

CLASSIFICAÇÃO
2. DO ACESSÓRIO (8)

1. CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIO (8)

CLASSIFICAÇÃO
2. DO ACESSÓRIO (9)

1. CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIO (9)

1. CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIO (10)


2.

4. Para Variar o Diâmetro em Tubos:


3.

6. Redução concêntrica;
5.

7. Redução excêntrica.

CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIO (11)

1. CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIO (11)

CLASSIFICAÇÃO
2. DO ACESSÓRIO (12)

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1. CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIO (12)

1. CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIO (13)


2.

4. Para Ligações de Tubos entre si:


3.

6. Luvas;
5.

7. Uniões;

8. Flanges.

TUBULAÇÕES

TUBULAÇÕES

1. Conexão Flangeada

CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIO (15)

1. CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIO (15)

CLASSIFICAÇÃO
2. DO ACESSÓRIO (16)

1. CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIO (16)

1. CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIOS (17)


2.

4. Para Fechar a Extremidade de um Tubo:


3.

6. CAP;
5.

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7. Bujões;

8. Flanges cegos

CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIOS (18)

1. CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIOS (18)

CLASSIFICAÇÃO
2. DO ACESSÓRIOS (19)

1. CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIOS (19)

TUBULAÇÕES
2.

TUBULAÇÕES

1. Conexões Rosqueadas

2. CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIOS (20)


1.

4. Para Isolar Trechos de Tubulações e Equipamentos:


3.

6. Raquetes;
5.

7. Figuras oito.

8. Flanges cegos.

CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIOS (21)

1. CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIOS (21)

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18/07/2019 Equipamentos industriais II - Equipamentos industriais

TUBULAÇÕES
2.

TUBULAÇÕES

CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIOS (22)

1. CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIOS (22)

3. Isolamento Térmico (1)


2.

5. Os isolamentos térmicos, têm por finalidade, reduzir as trocas de calor do tubo para o meio ambiente, ou vice-versa.
4.
São constituídos, geralmente, de material à base de cálcio ou lã de rocha, e poliuretano ou isopor para o caso de
isolamentos de linhas frias.

6. Os isolamentos térmicos podem são normalmente utilizados por duas razões, com finalidades específicas diferentes:

2. CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIOS (23)


1.

4. Isolamento Térmico (2)


3.

6. Motivo Econômico
5.

8. As perdas de calor de um fluido para o exterior, representam um desperdício da energia empregada no aquecimento
7.
ou resfriamento. A utilização de isolamento térmico resulta, portanto, em economia de energia.

CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIOS (24)

1. CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIOS (24)

3. Isolamento Térmico (3)


2.

5. Proteção Pessoal
4.

https://www.ebah.com.br/content/ABAAAfT6oAE/equipamentos-industriais-ii 96/104
18/07/2019 Equipamentos industriais II - Equipamentos industriais

7. O isolamento térmico pode também ser necessário para evitar queimaduras caso o operador encoste-se na tubulação,
6.
ou, em algumas situações,para evitar o desconforto da excessiva irradiação de calor.

8.
TUBULAÇÕES

TUBULAÇÕES
1.

CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIOS (25)

1. CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIOS (25)

CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIOS (26)

1. CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIOS (26)

3. Juntas
2.

5. É o elemento de vedação nas ligações flangeadas.


4.

CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIOS (27)

1. CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIOS (27)

TUBULAÇÕES

CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIOS (28)

1. CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIOS (28)

3. Parafusos (1)
2.

https://www.ebah.com.br/content/ABAAAfT6oAE/equipamentos-industriais-ii 97/104
18/07/2019 Equipamentos industriais II - Equipamentos industriais

4. Utilizados para a ligação de um flange no outro e aperto da junta.

CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIOS (29)

1. CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIOS (29)

3. Parafusos (2)
2.

5. Tipos de parafusos:
4.

7. Parafusos de maquina (machine bolts).


6.

8. Estojos (stud bolts).

CLASSIFICAÇÃO
10.
11.
9. DO ACESSÓRIOS (30)

1. CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIOS (30)

TUBULAÇÕES
2.

CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIOS (31)

1. CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIOS (31)

3. Juntas de Expansão (1)


2.

5. São peças não-rígidas que se intercalam nas tubulações com a finalidade de absorver total ou parcialmente as
4.
dilatações provenientes das variações de temperatura e também de impedir a propagação de vibrações.

CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIOS (32)

1. CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIOS (32)


https://www.ebah.com.br/content/ABAAAfT6oAE/equipamentos-industriais-ii 98/104
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3. Juntas de Expansão (2)


2.

5. A desvantagem mais séria das juntas de expansão é, porém, o fato de constituírem sempre um ponto fraco da
4.
tubulação, sujeito a defeitos, a vazamentos, e a maior desgaste.

CLASSIFICAÇÃO
7.
6. DO ACESSÓRIOS (33)

1. CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIOS (33)

CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIOS (34)

1. CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIOS (34)

CLASSIFICAÇÃO
2. DO ACESSÓRIOS (35)

1. CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIOS (35)

CLASSIFICAÇÃO
2. DO ACESSÓRIOS (36)

1. CLASSIFICAÇÃO DO ACESSÓRIOS (36)

1. Suportes
2.

1. São dispositivos a suportar peso e demais esforços pelos tubos ou sobre os tubos.

INSPEÇÃO VISUAL

1. INSPEÇÃO VISUAL

2. Um exame visual cuidadoso possibilitará a verificação de evidências de: Corrosão; Erosão; Deformações;
Desalinhamentos; Trincas de soldas

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3. Requisitos:

4. Boa preparação de superfície

5. Boa Iluminação

6. Experiência profissional

ENSAIO POR ULTRA SOM

1. ENSAIO POR ULTRA SOM

3. Permite a determinação tridimensional de descontinuidades lineares provendo dados para análise de tensões segundo
2.
princípios da mecânica da fratura, através da introdução de um feixe sônico com faixa de freqüência geralmente entre
0,5 MHz e 20 MHz.

4. É também aplicado para medição de espessuras de componentes e seções de equipamentos, controlando a evolução
do processo corrosivo e auxiliando no cálculo da vida residual destes.

TUBULAÇÕES

1. Equipamentos Para Ensaios de Ultra Som

GAMAGRAFIA INDUSTRIAL

1. GAMAGRAFIA INDUSTRIAL

3. Técnica nuclear similar a uma radiografia, obtida através de raios gama, realizada em peças metálicas ou de estruturas
2.
de concreto. Torna-se possível verificar se há defeitos ou rachaduras no corpo das peças que poderiam causar
vazamentos.

4. Desvantagens:

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18/07/2019 Equipamentos industriais II - Equipamentos industriais

5. Requer grandes isolamentos de área em função das radiações ionizantes emitidas, dificultando desta forma sua
aplicação em unidades operacionais.

TUBULAÇÕES

1. GAMAGRAFIA INDUSTRIAL

TUBULAÇÕES

1. GAMAGRAFIA INDUSTRIAL (1)

3. Os irradiadores gama são equipamentos dotados de partes mecânicas que permitem expor com segurança a fonte
2.
radioativa.

4. A principal parte do irradiador é a blindagem interna, que permite proteção ao operador a níveis aceitáveis para o
trabalho, porém com risco de exposição radiológica se armazenado em locais não adequados ou protegidos.

TUBULAÇÕES

1. GAMAGRAFIA INDUSTRIAL (2)

3. Esses dispositivos podem ser mecânicos, com acionamento manual ou elétrico, ou pneumático. A única característica
2.
que apresentam em comum é o fato de permitirem ao operador trabalhar sempre a uma distância segura da fonte, sem
se expor ao feixe direto de radiação.

TUBULAÇÕES
5.
4.

1. GAMAGRAFIA INDUSTRIAL

3. Os irradiadores gama são construídos através de rígidos controles e testes estabelecidos por normas internacionais,
2.
pois o mesmo deve suportar choques mecânicos, incêndio e inundação sem que a sua estrutura e blindagem sofram
rupturas capazes de deixar vazar radiação em qualquer ponto mais do que os máximos exigidos.

https://www.ebah.com.br/content/ABAAAfT6oAE/equipamentos-industriais-ii 101/104
18/07/2019 Equipamentos industriais II - Equipamentos industriais

TUBULAÇÕES

TUBULAÇÕES

TUBULAÇÕES

1. EQUIPAMENTOS PARA GAMAGRAFIA

2. Utilização da técnica de gamagrafia na construção do gasoduto Brasil- Bolívia

Referências:

1. Referências:

3. AALBORG. [on-line]. Disponível em www.aalborg-industries.com.br. Acesso em março de 2009


2.

4. ALTAFINE Carlos Roberto. Apostila Sobre Caldeiras, disponível em www.celuloseonline.com.br. Acesso em


abril de 2009.

5. Escola Técnica Federal da Bahia. Apostila de Equipamentos Industriais II. Salvador, 1984.

6. FOUST, Alan S et all. Princípios de Operações Unitárias. Rio de Janeiro: LTC, 2008.

7. GONZAGA, Pedro Fernando. Caldeiras- Módulo NR 13 – Curso de Formação Inicial de Operadores de Refinaria.
Lauro de Freitas, 2008.

8. GOULART, Flávio de Ávila; BARBERINO, Nilton Passos. Metodologia e Análise da Viabilidade Técnica e
Econômica da Conversão de Caldeiras a Óleo Combustível para Gás Natural. UFBA, Salvador. Disponível em
www.energia.ufba.br. Acesso em março de 2009.

9. MACINTYRE, Archibald Joseph. Equipamentos Industriais e de Processo. Rio de Janeiro: LTC, 1997.

https://www.ebah.com.br/content/ABAAAfT6oAE/equipamentos-industriais-ii 102/104
18/07/2019 Equipamentos industriais II - Equipamentos industriais

10. NANDRUP, Ingvar; NOVAES, Mário Solé. Operações de Caldeiras de Vapor. Convênio CNJ – SESI/DN –
SENAI/DN. Rio de Janeiro, 1986.

Referências:
11.

1. Referências:

3. OLIVEIRA, Manoel Geovane de. Curso Básico para Operadores de Processo – Sistemas Fluidos Mecânicos
2.
Máquinas e Equipamentos. Proquigel Química, Candeias: 2007.

4. PERA, Hildo. Geradores de Vapor de Água. Escola Politécnica da USP. São Paulo: 1966.

5. REIS, Carlos V. Equipamentos Estáticos. Curitiba: Petrobrás, 2002. Disponível em

6. www.ebah.com.br Acesso em abril de 2009.

7. RIBEIRO, Antônio Clélio. Tubulações Industriais. Disponível em www.ebah.com.br .Acesso em abril de 2009.

8. SHREVE, R. Norris; BRINK, Joseph A. Jr. Indústrias de Processos Químicos. Rio de Janeiro: 1977.

9. TELLES, Pedro Carlos da Silva. Materiais para Equipamentos de Processo. Rio de Janeiro: Interciência, 1976.

10. ________. Equipamentos Industriais. Disponível em www.ebah.com.br Acesso em abril de 2009.

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