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SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO.........................................................................................................................2
2 ESTABILIDADE GERAL.......................................................................................................2
2.1 Sistema Optativo 1967....................................................................................................3
2.2 Regra de Transição.........................................................................................................5
2.3 Estabilidade Temporária...............................................................................................5
2.3.1 Estabilidades previstas em acordos de convenção coletiva........................................6
3 NATUREZA JURÍDICA DO FGTS......................................................................................6
3.1 Competências e Prescrições...........................................................................................6
3.2 Hipóteses de Levantamento do FGTS..........................................................................7
4 CONCLUSÃO...........................................................................................................................9
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...........................................................................................10
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1- INTRODUÇÃO

No dia 1° de janeiro de 1967 entrava em vigor o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço


(FGTS), com a responsabilidade de substituir a estabilidade no emprego, concebido em 1966 pelo
ministro do Planejamento do governo Castello Branco, Roberto Campos. A idéia era facilitar a
demissão de trabalhadores e financiar a construção de imóveis.

Será abordado o tema FGTS e estabilidade de emprego, onde, algumas questões são levantadas a
exemplo: quanto sua natureza jurídica e suas características gerais.

2- ESTABILIDADE GERAL

A estabilidade de modo geral é o respaldo legal e/ou contratual conferido ao trabalhador,


para guardar o seu vínculo empregatício, ou seja, são situações em que o empregador não poderá
demitir seu empregado.

Para NASCIMENTO, A., NASCIMENTO, S. (2014), existem duas acepções sobre o conceito de
estabilidade. A primeira no sentido econômico, diz ser “ uma política geral que se caracteriza pelo
conjunto de medidas do Governo destinadas a fazer com que não falte trabalho na sociedade”.(p.
905). Já o segundo, no sentido jurídico, afirma que estabilidade é “o direito do empregado de
manter o emprego mesmo contra a vontade do empregador, salvo causas previstas em lei.” (p. 905).

Segundo PINHEIRO (2016), “um dos principais princípios do Direito do Trabalho é a continuidade
da relação de  emprego, desta forma, a estabilidade torna-se uma importante medida na
concretização deste principio, para que a pessoa por meio do trabalho possa obter a remuneração
necessária para viver e se manter de forma digna”.

Entretanto, existem especialistas que adotam outro parecer sobre o tema, como o caso de
COIMBRA (2000), onde discorre que “a única estabilidade que realmente atingia o objetivo de
manter o trabalhador no emprego é aquela adquirida aos dez anos de serviço na mesma empresa,
prevista no art. 492 da CLT.”

Existe uma diferença essencial entre estabilidade e garantia de emprego, onde, no caso do
empregado estável, ele só poderá ser despedido quando cometer falta grave, devidamente apurada
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por meio de inquérito judicial. Já no caso do empregado detentor de garantia de emprego, a


dispensa por justa causa, se ocorrer, pode ser feita diretamente.

A chamada estabilidade no emprego pode ser dividida em quatro categorias: estabilidade definitiva
(absoluta), estabilidade temporária (provisória), garantia de emprego (relativa) e garantia especial
(híbridas).

A seguir, de acordo com COIMBRA(2000) , serão abordados os tipos de estabilidade e garantia:

 Estabilidade definitiva (absoluta): É a circunstância que confere maior proteção ao


empregado, uma vez que este só poderá ser dispensado mediante a prática comprovada de falta
grave ou condutas indevidas previstos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) no artigo
482.
 Estabilidade temporária (provisória): é o período em que o trabalhador tem seu emprego
garantido, período este, que perdura enquanto durar a condição que lhe deu o direito a estabilidade.
São eles: dirigente sindical, representante dos trabalhadores no CNPS, dirigente de associação
profissional.
 Garantia de emprego (relativa): Cipeiro e gestante
 Garantia especial (híbrida): é aquela que protege o empregado contra dispensas arbitrárias
ou sem justa causa, enquanto persistir uma situação em que se encontra e que veda a rescisão do
contrato de trabalho por ato do empregador. Este só poderá despedir o empregado havendo justa
causa. Terminada a situação em que se achava o empregado, geradora da proteção, cessa a garantia,
cabendo a dispensa mesmo imotivada, antes proibida. São eles: acidentado, menor aprendiz
matriculado no SENAI ou no SENAC (DL 8.622/46), Lei 9.029/95 (art. 4) e NR-7, precedentes
normativos 80 (empregado alistando), 85 (empregado aposentando), 77 (empregado transferido) e
as garantias de emprego provenientes de Sentenças normativas, acordos coletivos e convenções
coletivas.

2.1 – SISTEMA OPTATIVO 1967

A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) de 1943, previa ao funcionário indenização de


um mês de salário por ano trabalhado, em caso de demissão sem justa causa, e o que assegurava
estabilidade no emprego ao trabalhador do setor privado que completasse dez anos na mesma
empresa. Os artigos 477 e 478 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) de 1973, confirmam:
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Art. 477 É assegurado a todo empregado, não existindo prazo estipulado para a
terminação do respectivo contrato, e quando não haja ele dado motivo para a cessação das
relações de trabalho, o direito de haver do empregador uma indenização, paga na base de
maior remuneração que tenha percebido na mesma empresa.

Art. 478 A indenização devida pela rescisão de contrato por prazo indeterminado será
de 1 (um) mês de remuneração por ano de serviço efetivo, ou por ano e fração igual ou
superior a 6 (seis) meses

Contudo, a aplicação rígida destes regimes para manutenção do trabalhador em seu emprego,
inibindo desta forma a dispensa pelo patrão, contribuiu para um arrocho econômico nas sociedades
empresárias, já que os empregadores não podiam despedir arbitrariamente, e se assim o fizessem,
teriam que arcar com o ônus do pagamento da indenização por tempo de serviço. E é nesse contexto
histórico, que irá surgir o FGTS.
O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) tornou-se a Lei 5.107, promulgada em 13 de
setembro de 1966 e entrou em vigor em 1º de janeiro de 1967. Para FONTENELLE (2017), seu
objetivo era” duplo de facilitar a demissão de trabalhadores e financiar a construção de imóveis”.
Ainda segundo o autor, “em 1970, estimava-se que 70% dos trabalhadores já haviam aderido ao
fundo”.

As empresas passaram a depositar 8% do salário dos funcionários numa conta individual, onde, em
caso de demissão sem justa causa, o trabalhador poderia resgatar o dinheiro. Também seria possível
fazer o saque para comprar a casa própria, por meio do Banco Nacional da Habitação. O BNH
tornou-se o gestor do saldo acumulado de contas, usado no financiamento da construção de imóveis.
Com a criação da Lei nº 5.107 de 1966, o FGTS é instituído no ordenamento pátrio, passando a
coexistir aparentemente 3 regimes: o do FGTS, o da estabilidade decenária e o indenizatório por
tempo de serviço.

A proposta de criação do FGTS (Projeto de Lei 10/1966), enviada pela Presidência ao Congresso,
previa que os novos contratados poderiam optar entre a estabilidade e o Fundo de Garantia. No
entanto, isso nada mais era que uma mera formalidade, onde a dualidade destes regimes não
correspondia com a realidade existente nas relações trabalhistas. Isto porque, o empregado se via
obrigado a optar pelo sistema do FGTS ( Fundo de Garantia por Tempo de Serviço ), sob pena de
não ter seu emprego de volta. A nova lei, nesse quesito, mostrou-se mais rentável aos interesses do
empregador. Desse modo, criavam-se no cenário brasileiro dois tipos de trabalhadores: os optantes
do FGTS e os não optantes do FGTS, estes últimos cada vez mais em menor quantidade.
Segundo GALVÃO (2012), “os dois regimes funcionaram em paralelo a Constituição Federal de
1988, que acabou com o regime da estabilidade. Com o fim desse sistema, todos os trabalhadores
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foram transferidos, obrigatoriamente, para o regime do FGTS, salvo aqueles que já tinham direito
adquirido à estabilidade.”

2.2 – REGRA DE TRANSIÇÃO

Criou-se uma ilusória convivência de dois regimes legais da relação de emprego: o


tradicional, da estabilidade plena aos dez anos, regulamentado na CLT, de fato não mais existente, e
um segundo regime, sem qualquer espécie de proteção contra a despedida, o fundo de garantia do
tempo de serviço, instituído pela Lei nº. 5.107, de setembro de 1966, com vigência a partir de 1º de
janeiro de 1967.
Para aqueles empregados já estáveis, abriu-se a possibilidade de transação do tempo de serviço
anterior, à razão de 60% do valor da respectiva indenização, o que levou muitos trabalhadores a
abrir mão do direito adquirido, quer pela possibilidade de receber um valor considerável em
dinheiro, quer diante da pressão do próprio empregador.

A Constituição de 1967 consagrou a “estabilidade, com indenização ao trabalhador despedido, ou


fundo de garantia por tempo de serviço” (art.158, inciso XIII). A Emenda Constitucional nº. 1, de
1969, repetiu o mesmo texto, mas suprimiu a vírgula após o vocábulo “despedido” (“estabilidade,
com indenização ao trabalhador despedido ou fundo de garantia por tempo de serviço” – art. 165,
inciso XIII), ensejando célebre e tormentosa discussão doutrinária e jurisprudencial em torno da
possibilidade de dois regimes: estabilidade com indenização ao trabalhador despedido, ou
estabilidade com fundo de garantia por tempo de serviço.         

2.3 – ESTABILIDADE TEMPORÁRIA

Estabilidade provisória é o período em que o empregado tem seu emprego garantido, não
podendo ser dispensado por vontade do empregador, salvo por justa causa ou força maior. A seguir
as estabilidades previstas em lei:
 
 Cipa
 Gestante
 Dirigente Sindical
 Dirigente de Cooperativa
 Acidente do Trabalho
 
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2.3.1 – Estabilidades previstas em acordos de convenção coletiva


 
Os sindicatos, com a intenção de assegurar aos empregados garantia de emprego e salário,
determinam em Acordos e Convenções algumas estabilidades, tais como:

 Garantia ao Empregado em Vias de Aposentadoria


 Aviso Prévio 
 Complementação de Auxílio-Doença 
 Estabilidade da Gestante

O empregador deverá verificar, junto ao sindicato, as garantias asseguradas à categoria profissional


a que pertencem os seus empregados, visto que as situações apresentadas podem não contemplar
todas as hipóteses.

3 – NATUREZA JURÍDICA DO FGTS

A natureza jurídica do FGTS é uma questão discutida a muito, e até pouco tempo ainda era
questionada em tribunais, ora entendia-se tratar de um tributo, ora como direito de natureza hibrida
e por fim como um direito dos trabalhadores.

Em seu julgamento o STF ao julgar o Agravo de Instrumento no Recurso Especial (ARE 7091212)
colocou uma definição balizadora, por votação da maioria afirmou tratar-se de um direito dos
trabalhadores brasileiros, vale ressaltar o afastamento da tese do caráter tributário ou previdenciário
das contribuições ao fundo, e sim um direito trabalhista e social.

De forma resumida o FGTS trata-se de um direito social e trabalhista, que deve ser submetido a
esfera trabalhista, excluídas, assim, a esfera fiscal e cível).

3.1 – COMPETÊNCIAS E PRESCRIÇÕES

A súmula 349 trata da competência para julgar execuções fiscais de contribuição devida
pelos empregadores ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). O documento pacifica
o entendimento a respeito da competência da Justiça Federal para julgar casos de execução fiscal
para cobrar do empregador valores relativos ao FGTS.
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O texto ainda esclarece: Compete à Justiça Federal ou aos juízes com competência delegada o
julgamento das execuções fiscais de contribuições devidas pelo empregador ao FGTS. Por mais
de vinte anos, a jurisprudência pátria afirmou que o prazo prescricional aplicável ao FGTS seria o
trintenário e não o quinquenário, previsto no art. 174 do CTN. Porém, em novembro de 2014, o
Plenário do STF discutiu novamente a questão do prazo prescricional aplicável para a cobrança
das contribuições ao FGTS não depositadas tempestivamente pelos empregadores e tomadores de
serviço.

Na ocasião citada, o Pleno do STF reviu sua jurisprudência e decidiu que o prazo prescricional
aplicável às cobranças dos depósitos do FGTS é o de 5 anos, previsto no art.  7º, inc. XXIX,
da CF/88, pois trata-se de direito dos trabalhadores urbanos e rurais, nos termos do inciso III do
referido dispositivo constitucional.

Assim, aplica-se ao FGTS o prazo de prescrição de 5 anos, a partir da lesão do direito. Vale dizer,
uma vez respeitado o prazo prescricional de 2 anos, que se inicia com o término da relação de
emprego, só éexigível os valores devidos nos últimos 5 anos que antecedem o ajuizamento da
ação.

3.2 – HIPÓTESES DE LEVANTAMENTO DO FGTS

Normalmente, os recursos do FGTS são sacados quando da demissão do empregado, mas


algumas outras situações também permitem a retirada, como no caso de doença grave,
aposentadoria ou falecimento do trabalhador (quando os familiares recebem). A conta do FGTS
pode ser sacada nas seguintes situações:

1. Demissão sem justa causa;

2. Término do contrato por prazo determinado;

3. Aposentadoria;

4. Suspensão do trabalho avulso;

5. Falecimento do trabalhador;

6. Necessidade pessoal, urgente e grave, decorrente de desastre natural causado por chuvas ou
inundações que tenham atingido a área de residência do trabalhador, quando a situação de
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emergência ou o estado de calamidade pública forem assim reconhecidos, por meio de portaria do
governo federal;

7. Ter o titular da conta vinculada idade igual ou superior a 70 anos;

8. Quando o trabalhador ou seu dependente for portador do vírus HIV;

9. Quando o trabalhador ou seu dependente for acometido de neoplasia maligna (câncer);

10. Quando o trabalhador ou seu dependente estiver em estágio terminal, em razão de doença
grave, e possuir conta cujo saldo seja decorrente do complemento dos planos econômicos, quando
formalizada a adesão até 30/12/2003;

11. Permanência da conta sem depósito por 3 anos ininterruptos, para os contratos rescindidos
até 13/7/1990 e, para os demais, a permanência do trabalhador por igual período fora do regime do
FGTS;

12. Aquisição da casa própria;

13. Pagamento de parte do valor das prestações de financiamento do Sistema Financeiro da


Habitação (SFH);

14. Amortização e/ou liquidação de saldo devedor de financiamento do SFH;

15. Aplicação em Fundo Mútuo de Participação (FMP), vinculado ao FGTS, quando da venda
de empresas públicas;

16. Rescisão do contrato por culpa recíproca ou força maior;

17. Rescisão do contrato por extinção total ou parcial da empresa;

18. Decretação de nulidade do contrato de trabalho nas hipóteses previstas no art. 37 § 2º, da -
Constituição Federal, quando mantido o direito ao salário, ocorrida após 28/7/2001;

19. Rescisão do contrato por falecimento do empregador individual.


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4 – CONCLUSÃO

A estabilidade de modo geral é o respaldo legal e/ou contratual conferido ao trabalhador,


para guardar o seu vínculo empregatício, ou seja, são situações em que o empregador não poderá
demitir seu empregado. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) de 1943, previa ao
funcionário indenização de um mês de salário por ano trabalhado, em caso de demissão sem justa
causa, e o que assegurava estabilidade no emprego ao trabalhador do setor privado que completasse
dez anos na mesma empresa. Para aqueles empregados já estáveis, abriu-se a possibilidade de
transação do tempo de serviço anterior, à razão de 60% do valor da respectiva indenização, o que
levou muitos trabalhadores a abrir mão do direito adquirido, quer pela possibilidade de receber um
valor considerável em dinheiro, quer diante da pressão do próprio empregador.

Estabilidade provisória é o período em que o empregado tem seu emprego garantido, não podendo
ser dispensado por vontade do empregador, salvo por justa causa ou força maior.O empregador
deverá verificar, junto ao sindicato, as garantias asseguradas à categoria profissional a que
pertencem os seus empregados, visto que as situações apresentadas podem não contemplar todas as
hipóteses.

A natureza jurídica do FGTS é uma questão discutida a muito, e até pouco tempo ainda era
questionada em tribunais, ora entendia-se tratar de um tributo, ora como direito de natureza hibrida
e por fim como um direito dos trabalhadores.
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A súmula 349 trata da competência para julgar execuções fiscais de contribuição devida pelos
empregadores ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). O documento pacifica o
entendimento a respeito da competência da Justiça Federal para julgar casos de execução fiscal
para cobrar do empregador valores relativos ao FGTS.Normalmente, os recursos do FGTS são
sacados quando da demissão do empregado, mas algumas outras situações também permitem a
retirada, como no caso de doença grave, aposentadoria ou falecimento do trabalhador (quando os
familiares recebem).

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

COIMBRA, Rodrigo. Estabilidade e garantia de emprego. Revista Jus Navigandi, ISSN 1518-


4862, Teresina, ano 5, n. 39, 1 fev. 2000. Disponível em: <https://jus.com.br/artigos/1197>. Acesso
em: 07 abr. 2019.

FONTENELLE, André. Em 1967, FGTS substituiu estabilidade no emprego. 2017. Disponível


em: <https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2017/05/05/em-1967-fgts-substituiu-
estabilidade-no-emprego>. Acesso em: 07 abr. 2019
BRASIL. Consolidação das Leis do Trabalho. Decreto-Lei nº 5.452, publicada em 1 de maio de
1943. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm>. Acesso
dia: 07 abr. 2019 

GALVÃO, Daniela. Redação Dom Total. FGTS substitui a estabilidade decenal. 2012.
Disponível em: <http://domtotal.com/noticias/detalhes.php?notId=428045>. Acesso em: 07 abr.
2019

NASCIMENTO, Amauri Mascaro, NASCIMENTO, Sônia Mascaro. Curso de Direito do


Trabalho: história e teoria geral do direito do trabalho: relações individuais e coletivas do
trabalho. São Paulo: Saraiva, 2014. 29 ed.

PINHEIRO, Maria Elizabete Dantas. Estabilidades no emprego. Evolução das estabilidades no


Brasil – abordagem histórica. In: Âmbito Jurídico, Rio Grande, XIX, n. 152, set 2016. Disponível
11

em: <http://ambito-juridico.com.br/site/?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=17818>. Acesso


em: 13 abr. 2019.

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