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-PÚBLICO-

N-2506 REV. B 11 / 2013

CONTEC
Comissão de Normalização
Técnica Produção de Petróleo - Bomba de Fundo do
Sistema de Bombeio de Cavidades
SC-21 Progressivas (BCP)
Materiais e Equipamentos
para Perfuração e
Produção de Petróleo 1a Emenda

Esta é a 1a Emenda da PETROBRAS N-2506 REV. B e se destina a modificar o seu texto na parte
indicada a seguir:

NOTA 1 A nova página com a alteração efetuada está colocada na posição correspondente.
NOTA 2 A página emendada, com a indicação da data da emenda, está colocada no final da norma,
em ordem cronológica, e não devem ser utilizada.

CONTEÚDO DA 1ª EMENDA - 11/2013

- Subseção 6.1

Alteração do texto.

PROPRIEDADE DA PETROBRAS 1 página


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N-2506 REV. B 12 / 2011

Produção de Petróleo -
Bomba de Fundo do Sistema de Bombeio
de Cavidades Progressivas (BCP)

Procedimento

Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior.


Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do
texto desta Norma. A Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma é a
responsável pela adoção e aplicação das suas seções, subseções e
enumerações.

Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que


deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma
CONTEC eventual resolução de não segui-la (“não-conformidade” com esta Norma) deve
Comissão de Normalização ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pela
Técnica Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de
caráter impositivo.

Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições


previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de
alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A
alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pela Unidade da
PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de caráter
não-impositivo. É indicada pela expressão: [Prática Recomendada].

Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam
contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a
SC - 21 CONTEC - Subcomissão Autora.

Materiais e Equipamentos para As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC -
Perfuração e Produção de Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, a
Petróleo seção, subseção e enumeração a ser revisada, a proposta de redação e a
justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os
trabalhos para alteração desta Norma.

“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO


S.A. - PETROBRAS, de uso interno na PETROBRAS, e qualquer
reprodução para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e
expressa autorização da titular, importa em ato ilícito nos termos da
legislação pertinente, através da qual serão imputadas as
responsabilidades cabíveis. A circulação externa será regulada mediante
cláusula própria de Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito
intelectual e propriedade industrial.”

Apresentação
As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho
- GT (formados por Técnicos Colaboradores especialistas da Companhia e de suas Subsidiárias), são
comentadas pelas Unidades da Companhia e por suas Subsidiárias, são aprovadas pelas
Subcomissões Autoras - SC (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as
Unidades da Companhia e as Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos
representantes das Unidades da Companhia e das Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS
está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a
cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são
elaboradas em conformidade com a Norma Técnica PETROBRAS N-1. Para informações completas
sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.
.
PROPRIEDADE DA PETROBRAS 11 páginas, Índice de Revisões e GT
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1 Escopo

1.1 Esta Norma determina requisitos complementares a ISO 15136-1, para aquisição de Bomba de
Fundo do Sistema de Bombeio de Cavidades Progressivas (BCP).

1.2 Esta Norma se aplica a fornecimentos iniciados a partir da data de sua edição.

1.3 Esta Norma contém Requisitos Técnicos e Práticas Recomendadas.

2 Referências Normativas

Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para


referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-
se as edições mais recentes dos referidos documentos.

ISO 15136-1 - Petroleum and Natural Gas Industries - Progressive Cavity Pump Systems
for Artificial Lift - Part 1: Pumps;

API SPEC 5B - Specification for Threading, Gaging and Thread Inspection of Casing,
Tubing and Line Pipe Threads;

API SPEC 11B - Specification for Sucker Rods, Polished Rods and Liners, Couplings,
Sinker Bars, Polished Rod Clamps, Stuffing Boxes, and Pumping Tees.

3 Termos e Definições

Para os efeitos deste documento aplicam-se os seguintes termos e definições.

3.1
curva padrão
curva cuja eficiência volumétrica é de 80 % à Pmax

3.2
espessura do elastômero
espessura do elastômero do estator, variável nas bombas convencionais ou constante nas bombas
de camada uniforme de borracha

3.3
estágio
cavidade lenticular e espiral que é formada pelo volume criado entre o rotor e estator quando
montados, equivalente a um passo do estator

3.4
inf
limite inferior de eficiência volumétrica à Pmax e 250 rpm, expresso em porcentagem, nas condições
de teste de fabricação

3.5
sup
limite superior de eficiência volumétrica à Pmax e 250 rpm, expresso em porcentagem, nas condições
de teste de fabricação

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3.6
número de estágios
o número de estágios de uma bomba é definido como o comprimento da parte revestida do estator
dividido pelo comprimento do passo do estator subtraído de uma unidade:

L1
1 (1)
Ps

L1  L2
1 (2)
Ps

Onde:
L1 e L2 - comprimento da parte revestida do estator;
Ps - passo do estator.

NOTA O valor do passo do estator equivale a 2 vezes o passo do rotor para bomba “singlelobe” e
a 1,5 vezes o passo do rotor para bomba “duallobe”.

L1

Estator sem descontinuidade no revestimento de elastômero

L1 L2

Estator com uma descontinuidade no revestimento de elastômero

Figura 1 - Extensão do Revestimento de Elastômero do Estator

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3.7
Pmax
pressão manométrica máxima de operação para qual a Bomba de Fundo de BCP está qualificada

3.8
Po
pressão manométrica de recalque igual à pressão atmosférica

3.9
Qn
vazão nominal à Po e à 100 rpm

3.10
Qft
vazão atingida pela Bomba de Fundo de BCP ofertada pelo fabricante à Pmax, nas condições de teste
de fabricação

3.11
Qnt
vazão nominal à Po e 250 rpm

3.12
Qnft
vazão nominal atingida pela Bomba de Fundo de BCP ofertada pelo fabricante à Po e 250 rpm, nas
condições de teste de fabricação

3.13
Qnqt
vazão nominal para qualificação da Bomba de Fundo de BCP medida em bancada à Po e 250 rpm,
nas condições de teste de fabricação.

3.14
rotor “standard”
tipo de rotor com ajuste de interferência com o estator que atende a curva padrão

3.15
rotor “undersize”
tipo de rotor com pequeno ajuste de interferência com o estator

4 Condições Gerais

4.1 Acionamento

O acionamento da Bomba de Fundo de BCP pode ser originado da superfície por meio de uma
coluna de hastes e um cabeçote de acionamento ou diretamente no fundo do poço, por meio de um
acionador elétrico ou hidráulico.

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4.2 Roscas

As roscas da camisa do estator devem ser conforme API SPEC 5 B sendo caixa na extremidade
superior e pino na extremidade inferior. A rosca do rotor deve ser do tipo pino conforme
API SPEC 11 B.

4.3 Dimensões

O fabricante da Bomba de Fundo de BCP deve informar os seguintes dados por ocasião da
apresentação de proposta técnica:

a) diâmetro externo da camisa do estator;


b) diâmetro externo da luva da camisa do estator;
c) maior diâmetro do rotor;
d) comprimento do estator;
e) comprimento do estator revestido com elastômero;
f) passo do rotor;
g) número de lóbulos da bomba.

4.4 Designação

A bomba de cavidades progressivas deve ser designada conforme a seguir:

xyz - aa - bbb - ccc - d - e

EXEMPLO

X tipo de BCP I insertável


T tubular

Y temperatura máxima de operação L até 80 °C


acima de 80 °C até
M
130 °C
H acima de 130 °C

Z espessura do elastômero V variável


C constante

aa diâmetro mínimo da coluna de produção 20 - 2 3/8 pol (60,3 mm)


25 - 2 7/8 pol (73,0 mm)
30 - 3 1/2 pol (88,9 mm)
40 - 4 1/2 pol(114,3 mm)

vazão nominal da BCP à pressão zero de descarga 004, 010, 020, 040, 060, 080,
bbb
(m3/dia @ 100 rpm, admitidas tolerâncias conforme 5.5) 110

pressão máxima de operação da BCP - Pmax


ccc (kgf/cm2, devendo atender aos limites de eficiência volumétrica 080, 100, 120, 150, 180
conforme 5.5)

d Tipo de ajuste do rotor S “standard”


U “undersize”

e Tipo do elastômero base H nitrílica hidrogenada


F flúorcarbono
A alto teor de nitrílica
M médio teor de nitrílica

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4.6 Marcação

A Bomba de Fundo de BCP deve ser marcada conforme orientações da ISO 15136-1 acrescida da
designação PETROBRAS.

4.7 Elastômero

Quando solicitado pela PETROBRAS, o fabricante deve determinar o inchamento previsto do estator
e sua conseqüente influência no ajuste rotor/estator a partir de ensaios com amostras do elastômero
e do fluido em que a Bomba de Fundo de BCP deve operar.

4.8 Rotor

Os rotores devem ser fornecidos com a especificação de camada de cromo conforme a Tabela 1.

Tabela 1 - Especificação dos Rotores

Especificação de Camada Camada Mínima no Vale Camada Mínima na Crista


(Nominal - mm) (mm) (mm)

0,30 (0,0118 pol.) 0,07 (0,00276 pol.) 0,30 (0,0118 pol.)

5 Especificação

5.1 Para a elaboração da especificação da Bomba de Fundo de BCP utilizar as informações


constantes do anexo C da ISO 15136-1.

5.2 A Bomba de Fundo de BCP deve ser especificada para vazão Qnt à pressão Po e limites de
eficiência volumétrica superior sup e inferior inf à pressão Pmax, considerando-se a curva
característica (ver Figura 3).

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Vazão

Curva de bancada à 250 RPM


1,3 Qnt

Qnft

Qnt

0,95 Qnt
sup.Qft
Qft

inf.Qft

Po Pmax Pressão

Figura 3 - Curva Característica da Bomba de Fundo de BCP, com Tolerâncias e


Limites de Eficiência

5.3 Quando acordado entre PETROBRAS e fabricante, a especificação e o ensaio de aceitação


podem ser associados a outro fluido ou condições especificadas pelo PETROBRAS.

5.4 Os limites de eficiência volumétrica sup e inf devem ser definidos pela PETROBRAS de forma a
determinar o ajuste desejado entre o rotor e o estator. No caso de ser definido inf = 0, deve ser
especificada a pressão de “shut off”.

5.5 Os critérios a seguir definem tolerâncias entre os valores especificados pela PETROBRAS e os
valores efetivos da Bomba de Fundo de BCP ofertada pelo fabricante e devem ser utilizados para
avaliação técnica de propostas e critério de aceitação em ensaio de bancada, por ocasião da
inspeção de fabricação (ver Figura 3):

a) a vazão nominal Qnft deve estar dentro dos limites em relação à vazão nominal
especificada Qn: 1,3 Qnt > Qnft > 0,95 Qnt;
b) a vazão Qft deve estar dentro dos seguintes limites: sup Qnft > Qft > inf Qnft.

5.6 O fabricante deve fornecer juntamente com a Bomba de Fundo de BCP, as curvas levantadas em
bancada no ensaio de aceitação, conforme padrão do Anexo A.

6 Inspeções e Ensaios

6.1 Na inspeção de fabricação deve ser levantada a curva da bomba operando com óleo mineral
puro, SAE 140, à temperatura de 60 °C. O teste deve ser iniciado quando a temperatura da carcaça
da bomba atingir 40 °C +/- 5 °C. As medições de vazão devem ser feitas na rotação de 250 rpm e
para as pressões zero, 30 %, 50 %, 70 %, 85 % e 100 % da Pmáx.

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6.2 Na inspeção de fabricação informar a temperatura da carcaça durante o teste, tempo de duração
do teste, identificação da bancada, identificação dos instrumentos da bancada e a viscosidade do
fluido à temperatura de teste. O fluido de teste deve ter a curva de viscosidade versus temperatura
aferida a cada 3 meses.

NOTA A curva a 250 rpm deve ser utilizada para avaliação com vistas a aceitação ou rejeição pelo
órgão inspetor. A critério da PETROBRAS ,outras curvas a rotações diferentes de 250 rpm
podem ser levantadas, apenas para referência.

6.3 A curva de desempenho deve ser apresentada com as informações constantes do Anexo A.

6.4 A qualificação da Bomba de Fundo de BCP é efetuada tomando por base a vazão nominal
definida para a bomba (Qn), na rotação de 250 rpm, dentro dos seguintes critérios simultâneos:

a) a vazão nominal para a qualificação (Qnqt) deve ser aferida em bancada de testes à
pressão zero de recalque (Po) e deve estar dentro dos seguintes limites em relação à
vazão nominal especificada (Qnt): 1,3 Qnt > Qnqt > 0,95 Qnt;
b) a pressão diferencial máxima por estágio deve ser de 4,5 kgf/cm2 para bombas
“singlelobe” e 9,0 kgf/cm2 para bomba “duallobe” com espessura variável de elastômero;
c) a pressão máxima para a qual a bomba deve ser qualificada (Pmax) é obtida pelo produto
do número de estágios e a pressão diferencial máxima por estágio.

7 Aceitação

As Bombas de Fundo de BCP que não atenderem às exigências da ISO 15136-1 acrescidas das
descritas nessa Norma devem ser rejeitadas.

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Anexo A - Relatório Padrão de Teste de Bancada de Bomba de Fundo de BCP

FABRICANTE:

INFORMAÇÕES DE CONTROLE INTERNO DO FABRICANTE

CLIENTE: CONTRATO:
BOMBA MODELO: PEDIDO:
O
ROTOR N : ITEM:
O
ESTATOR N : ELASTÔMERO:

DATA DO TESTE: INÍCIO (h; min) FIM (h; min)

BANCADA NO: FLUIDO: TIPO SAE

INSTRUMENTOS RASTREABILIDADE FABR.

MEDIDOR DE VAZÃO CÓDIGO FABRICANTE

MEDIDOR DE PRESSÃO VISCOSIDADE NO TESTE:

TORQUÍMETRO TEMPERATURA DO FLUIDO:

TACÔMETRO TEMPERATURA MÉDIA INICIAL DA CARCAÇA:

TERMÔMETRO PARA FLUIDO TEMPERATURA MÉDIA FINAL DA CARCAÇA :


TERMÔMETRO PARA
CARCAÇA
VISCOSÍMETRO

ROTAÇÃO PRESSÃO VAZÃO POTÊNCIA EF. VOLUM. EF. TOTAL


2
[rpm] [kgf/cm ] [m3/d] [CV] [%] [%]
250
250
250
250
250
250

“SHUT OFF” (se aplicável): kgf/cm2

OBSERVAÇÕES:

ELABORADO POR:

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ÍNDICE DE REVISÕES

REV. A
Partes Atingidas Descrição da Alteração

1.1 Revisado

3.1 Revisado

Figura 1 Revisada

3.4 Revisado

Figura 2 Revisada

3.5 Revisado

4.4.1 e 4.4.2 Revisados

5.2 Excluído

Figura 3 Revisada e Renumerada

Figura A.1 Incluída

REV. B
Partes Atingidas Descrição da Alteração

Todas Revisadas

IR 1/1
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Vazão

Curva de bancada à 250 RPM


1,3 Qnt

Qnft 
Qnt

0,95 Qnt
sup.Qft
Qft

inf.Qft

Po Pmax Pressão

Figura 3 - Curva Característica da Bomba de Fundo de BCP, com Tolerâncias e


Limites de Eficiência

5.3 Quando acordado entre PETROBRAS e fabricante, a especificação e o ensaio de aceitação


podem ser associados a outro fluido ou condições especificadas pelo PETROBRAS.

5.4 Os limites de eficiência volumétrica sup e inf devem ser definidos pela PETROBRAS de forma a
determinar o ajuste desejado entre o rotor e o estator. No caso de ser definido inf = 0, deve ser
especificada a pressão de “shut off”.

5.5 Os critérios a seguir definem tolerâncias entre os valores especificados pela PETROBRAS e os
valores efetivos da Bomba de Fundo de BCP ofertada pelo fabricante e devem ser utilizados para
avaliação técnica de propostas e critério de aceitação em ensaio de bancada, por ocasião da
inspeção de fabricação (ver Figura 3):

a) a vazão nominal Qnft deve estar dentro dos limites em relação à vazão nominal
especificada Qn: 1,3 Qnt > Qnft > 0,95 Qnt;
b) a vazão Qft deve estar dentro dos seguintes limites: sup Qnft > Qft > inf Qnft.

5.6 O fabricante deve fornecer juntamente com a Bomba de Fundo de BCP, as curvas levantadas em
bancada no ensaio de aceitação, conforme padrão do Anexo A.

6 Inspeções e Ensaios

6.1 Na inspeção de fabricação deve ser levantada a curva da bomba operando com óleo mineral
puro, SAE 140, à temperatura de 40 °C +/- 5 °C. As medições de vazão devem ser feitas na rotação
de 250 rpm e para as pressões zero, 30 %, 50 %, 70 %, 85 % e 100 % da Pmáx.

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