Você está na página 1de 21

7/5/2015

ORÇAMENTO DE OBRAS DE
CONSTRUÇÃO CIVIL

Profa. M.Sc. Geórgia Morais Jereissati


Aula 01
Maio/2015

Especialização em Gerenciamento de Obras


na Construção Civil

ORÇAMENTO DE OBRAS DE
CONSTRUÇÃO CIVIL
Facilitadora:
Geórgia Morais Jereissati
Engenheira Civil (UFC)
Especialista em Avaliação e Perícias em Engenharia (IBAPE-CE/UFC)
Mestre em Engenharia Civil: Construção Civil (DEECC/UFC)
georgiamorais1@gmail.com

Especialização em Gerenciamento de Obras


na Construção Civil

1
7/5/2015

Aula 01
Apresentação da professora;
Apresentação da disciplina;
Metodologia;
Avaliações;
Bibliografia Básica;
Exigências normativas;

Especialização em Gerenciamento de Obras


na Construção Civil

Aula 01

Apresentação da professora
• Aula - 01
• Graduação em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Ceará (1996.1).
• Especialização em Avaliações e Perícias em Engenharia, pela Universidade
Federal do Ceará (2001).
• Mestre em Engenharia Civil na área de Construção Civil pela Universidade
Federal do Ceará (2011).
• Atualmente, Engenheira Civil da Superintendência de Infraestrutura da
Universidade Federal do Ceará.
• 2000 – 2004 – Sócia gerente da GTM Engenharia S/C Ltda.
• Projetista de instalações prediais em projetos de: instalações prediais, água
fria, água quente, instalações de prevenção e combate à incêndios,
gás,instalações elétricas e;
Prof. ª Geórgia Morais
• Orçamentista de diversas obras.

2
7/5/2015

Objetivos

Objetivo Geral:

Entender e aprender a elaborar corretamente uma planilha


orçamentária a fim de se tornar capaz em atuar no processo de
decisão e planejamento de uma obra ou serviço de engenharia.

Aula 01

Objetivos

Objetivos Específicos

Apresentar todos os elementos componentes de um orçamento de


obra, bem como

Aula 01

3
7/5/2015

Conteúdo Programático

Item 1 – Introdução a Engenharia de Custos.


- Conceito e
- Importância.

Aula 01

Conteúdo Programático

Item 2 – Orçamento
- Conceito;
- Finalidade do Orçamento;
- Aplicação do Orçamento;
- Propriedades de um Orçamento;
- Custo Unitário Básico - CUB;
- Grau de detalhamento do Orçamento;

Aula 01

4
7/5/2015

Conteúdo Programático

Item 3 – Passos a seguir na elaboração de um


orçamento de uma obra ou serviço;

Item 4 – Levantamento de Quantidades


- Dimensões;
- Critérios de Levantamento de Quantidades;

Aula 01

Conteúdo Programático

Item 5 – Formação de Preços


- Composições de custo unitário
- Custos Diretos;
- Custos Indiretos;
- Custo de Material;
- Custo de Mão de obra;
- Custo de Máquinas e Equipamentos;

Aula 01

5
7/5/2015

Conteúdo Programático

Item 6 – Preço de Venda e BDI


- Parcelas que compõem o BDI;
- Obtenção do BDI

Aula 01

Conteúdo Programático

Item 7 – Orçamentos Sintético e Analítico


- Orçamento Sintético e
- Orçamento Analítico.

Aula 01

6
7/5/2015

Conteúdo Programático

Item 8 – Acompanhamento e Controle da Obra


- Curva ABC;
- Cronograma e
- PERT/CPM.

Aula 01

Aula 01
Conteúdo Programático

Item 9 – Licitação
- Lei de Licitações (Lei nº 8.666/93);
- Etapas a Serem Observadas;
- Planejamento de Uma Obra Pública;
- Processo Licitatório;
- Contrato;
- Aditamento do Contrato.

7
7/5/2015

Metodologia

• Aula expositiva com recurso de multimídia e quadro


branco.
• Exercício para fixação do conteúdo

Aula 01

Avaliação

Trabalho em grupo, com pontuação de 0 a 10.

Trabalhos em equipe

• Será desenvolvido em equipe de no máximo 6(seis) alunos;


• Todos os elementos necessários a elaboração do trabalho será fornecido pela professora.

Aula 01

8
7/5/2015

Bibliografia
Aula 01

ABNT, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 12.721/2006 – Avaliação de conformidade:


Critérios gerais para o funcionamento de diferentes tipos de organismos que executam inspeção. Rio de
Janeiro: ABNT, 2006.

ÁVILA, A. V.; LIBRELOTTO, L. I.; LOPES, O. C. Orçamento de Obras – Construção civil. Florianópolis:
Universidade do Sul de Santa Catarina – UNISUL – Curso de Arquitetura e Urbanismo – Planejamento e
Gerenciamento de Obras, 2003.

ALTOUNIAN, C. S. Obras Públicas – Licitação, Contratação, Fiscalização e Utilização. 2ª ed. Belo


Horizonte: Fórum, 2010.

BAETA, A. P. Orçamento e Controle de Preços de Obras Públicas.1ª ed. São Paulo: Pini, 2012.

BRASIL, Congresso Nacional. Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993. Diário oficial da União, p 8269,
1994. Disponível em: <http://planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8666cons.htm>. Acesso em 28/12/2014.

____________, Congresso Nacional. Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993. Diário oficial da União, p.
8269, 1994. Disponível em: <http://planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8666cons.htm>. Acesso em
28/12/2014.

Bibliografia
Aula 01

BRÄUNERT, R. T. O. F.. Obras e serviços de engenharia e o pregão. 1ª ed. Curitiba: Negócios Públicos,
2008. 145p.

____________, R. T. O. F.. Elaboração de Orçamentos para Obras e Serviços de Engenharia. Notas de


aula. Curitiba, 2012.

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL. SINAPI – Manual de metodologias e conceitos. 2014. Disponível em:
<http://downloads.caixa.gov.br/_arquivos/composicoes_aferidas/manuais_composicoes/
SINAPI_Manual_de_Metodologias_e_Conceitos_v002.pdf>. Acesso em: 28/01/ 2014.
CARDOSO, R. S. Orçamento de Obras em Foco: Um novo olhar sobre a engenharia de custos. 2ª ed. São
Paulo: PINI, 2011.

CARVALHO, L. R. F.; PINI, M. S.. Elementos de Engenharia de Custos: Desatando o nó para os agentes de
obras públicas na formação do preço para construção civil. 1ª ed. São Paulo: PINI, 2012.

COÊLHO, R. S. A.. Orçamento de Obras Prediais.1ª ed. São Luís: UEMA, 2001

DIAS, P. R. V. Engenharia de Custos: Uma Metodologia de Orçamentação para Obras Civis.4ª ed.
Curitiba: Copiare, 2003.

9
7/5/2015

Bibliografia
Aula 01

JEREISSATI, G. M.; MORAIS, T. A. Mapeamento do Fluxo de Valor de Um Orçamento para um Órgão


Público Federal. IN: XIII Encontro Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído. Canela, 2010.
JEREISSATI, G. M. Licitação e obras públicas sustentáveis. 2011. 195 f. Dissertação (Mestrado em
Engenharia Civil) – Universidade Federal do Ceará. Fortaleza, 2011.

JUSTEN FILHO, M. Comentários à lei de licitações e contratos administrativos. 14a Ed. São Paulo:
Editora Dialética, 2010, 991p.

LIMMER, C. V. Planejamento, Orçamento e Controle de Projetos e obras. 1ª ed. Rio de Janeiro: LTC –
Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., 1997.

MATTOS, A. D. Como Preparar Orçamentos de Obras. 1ª ed. São Paulo: PINI, 2006.

MATTOS, A. D. Gestão de Orçamentos na Construção Civil – A questão das produtividades. Mundo PM,
Curitiba, n. 16, p. 66-69, ago/set/2007.

NUNES, W. C. G.; FREIRE, A. E. Auditoria de projetos: a análise econômica das obras públicas. IN: VII
Simpósio Nacional de Auditoria de Obras Públicas. Distrito Federal, 2002.

OLIVEIRA, P. J. Obras Públicas – Tirando suas dúvidas. 1ª ed. Belo Horizonte: Fórum, 2010.

Bibliografia
Aula 01

PINI. Tabelas de Composições de Preços para Orçamentos. 12ª ed. São Paulo: PINI, 2003.

___________. Estimativa de Gastos por Etapa da Obra (%). Construção Mercado São Paulo n.
159, p. 102, outubro/2014.

RIBEIRO, M. I. P. Orçamento e Controle de Custos. Fortaleza: Universidade Cidade de São


Paulo/INBEC – MBA Gerenciamento de Obras e Tecnologias da Construção II, 2011.

STABILE, M. Composições analíticas de Custo. 1ª ed. São Paulo: SBC, 2004.

TISAKA, M. Orçamento na Construção Civil: Consultoria, Projeto e Execução. 1ª ed. São Paulo:
PINI, 2006.

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO. Obras Públicas: recomendações básicas para a contratação e


fiscalização de obras públicas/Tribunal de Contas da União. 3ª ed. Brasília: TCU, 2013.

10
7/5/2015

Bibliografia
Aula 01

PINI. Tabelas de Composições de Preços para Orçamentos. 12ª ed. São Paulo: PINI, 2003.

___________. Estimativa de Gastos por Etapa da Obra (%). Construção Mercado São Paulo n.
159, p. 102, outubro/2014.

RIBEIRO, M. I. P. Orçamento e Controle de Custos. Fortaleza: Universidade Cidade de São


Paulo/INBEC – MBA Gerenciamento de Obras e Tecnologias da Construção II, 2011.

STABILE, M. Composições analíticas de Custo. 1ª ed. São Paulo: SBC, 2004.

TISAKA, M. Orçamento na Construção Civil: Consultoria, Projeto e Execução. 1ª ed. São Paulo:
PINI, 2006.

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO. Obras Públicas: recomendações básicas para a contratação e


fiscalização de obras públicas/Tribunal de Contas da União. 3ª ed. Brasília: TCU, 2013.

Aula 01

11
7/5/2015

Aula 01

No Brasil nos últimos anos :


- Estabilidade econômica do Brasil;
- Consolidação das instituições democráticas;
- Respeito pela Comunidade Internacional;
- + 38 milhões de brasileiras chegaram à classe média.

Aula 01

O que isto tem a ver com a Construção Civil?

12
7/5/2015

Aula 01

Aula 01

O que falta então?

Graves deficiências em infra estrutura

Prejuízo anual 80 bilhões de dólares

Como resolver?

Elevando os índices da construção ao mesmo patamar de


desenvolvimento e eficiência alcançado por outros países.
É aqui que entra a engenharia de custos

13
7/5/2015

Aula 01

A engenharia de custos entra neste contexto para nortear


as decisões na etapa inicial do processo licitatório, tanto
público quanto privado, até nos eventuais litígios que
podem vir a surgir durante e após a conclusão das obras.
O processo de Formação do Preço de obras requer a aplicação
do conhecimento de Engenharia de Construção Civil e de
Engenharia de Custos.
Nas diferentes atividades da Economia contemporânea, são
razões de sobrevivência a correta estimativa e projeção de
custos e a gestão efetiva desses custos e do resultado esperado,
durante todo o processo produtivo e as etapas que sucedem, até
o produto alcançar o seu destino, o consumidor final. (CARVALHO; PINI,
2012).

Aula 01

O processo de Formação do Preço de obras requer a aplicação


do conhecimento de Engenharia de Construção Civil e de
Engenharia de Custos.

Nas diferentes atividades da Economia contemporânea, são


razões de sobrevivência a correta estimativa e projeção de
custos e a gestão efetiva desses custos e do resultado esperado,
durante todo o processo produtivo e as etapas que sucedem, até
o produto alcançar o seu destino, o consumidor final.
(CARVALHO; PINI, 2012).

14
7/5/2015

Aula 01

Engenharia de Custos é a área da prática da engenharia em


que o julgamento e a experiência são utilizados na
aplicação de técnicas e princípios científicos para o
problema da estimativa de custo, controle do custo e
lucratividade. Association of Cost Engeneering

Aula 01

Engenharia de Custos é o ramo da engenharia que estuda


os métodos de projeção, apropriação e controle dos
recursos monetários necessários à realização dos serviços
que constituem uma obra ou projeto. É uma ciência voltada
para a resolução de problemas de estimativa de custos,
orçamentação, avaliação econômica, planejamento,
gerenciamento e controle de empreendimentos.
BAETA, (2012)

15
7/5/2015

Aula 01

Planejamento

Controle de Estimativa de
empreendimentos Custo

Engenharia
de Custo

Gerenciamento Orçamentação

Avaliação
econômica

Aula 01

Além do orçamento a análise de viabilidade e a


análise dos riscos da construção são desenvolvidas antes do
início da construção, já o planejamento, embora também
seja desenvolvido antes do início das obras, e depende da
confeção do orçamento, que serve de subsídio para a
análise financeira; já o controle de custos se desenvolve
intensamente com o início da obra e não termina enquanto
houver movimentação no canteiro.
CARDOSO, (2011)

16
7/5/2015

Aula 01

Necessita de conhecimentos multidisciplinares:


- Civil,
- Mecânica,
- Elétrica,
- Química e
- Produção
Carvalho; Pini,(2012)

Aula 01

Ao contrário do que muitos pensam, não


termina com a previsão de custos do investimento,
pois segue, obrigatoriamente, na fase da construção,
com o mesmo rigor, com o planejamento,
acompanhamento e controle dos custos, além da
definição da manutenção dos custos destes.

17
7/5/2015

Aula 01

Este século vem acarretando para a maioria das


empresas, uma grande transformação, caracterizada pela
perseguição de produção de trabalhos com rapidez,
qualidade e sem perda da confiabilidade.
Atualmente, os profissionais que trabalham na área
de engenharia de custos têm assumido papel de destaque
nas organizações governamentais, em que esses técnicos
atuam como contratantes e gestores, desde a elaboração das
licitações até o recebimento final das obras.
(CARDOSO, 2011)

Aula 01

Pouco adianta executar um projeto dentro do prazo e com


excelência na qualidade se o parâmetro custo não tiver sido
atendido em virtude de um dissabor orçamentário que termina
por conspurcar a imagem da empresa e, por conseguinte, do
gerente do projeto.

PROJETO
Q
C U
A
T U L
E I
S D
M A
P T D
O O E

18
7/5/2015

Aula 01

É de grande responsabilidade profissional a correta preparação


de um orçamento, pois NÃO BASTA SABER ELABORAR O
ORÇAMENTO, e sim, desenvolvê-lo em período curto, através de
métodos atuais de execução, mas, prioritariamente, conseguir preço
competitivo e mínimo. (DIAS, 2003)

Aula 01

Os conhecimentos das técnicas de Engenharia de Custos


só são importantes para iniciativa privada?

Na área governamental, o domínio sobre as técnicas de


orçar é de especial e fundamental significado para os auditores,
atentos às Leis 8666/93, 8883/94, 9648/98, além da Lei de
Responsabilidade Fiscal. (CARDOSO, 2011).

Inúmeros órgãos internacionais de financiamento,


exigem a apresentação dos seguintes formulários, tais como:
• Pesquisa de preços de mercados,
• Composições unitárias de custos;
• Discriminação dos encargos sociais e do BDI;
• Dentre outros.

19
7/5/2015

Aula 01

• Análise econômica;
• Previsão de custo de obras, investimentos e projetos;
• Planejamento;
• Controle dos custos de execução dos empreendimentos;
• Avaliação dos custos de manutenção e de operação de
projetos;
• Análise de propostas de fornecimento de equipamentos ou de
contratação de serviços;
• Estabelecimento de estratégias para o desenvolvimento e
implantação dos projetos;
• Dentre outros.

Aula 01

ORÇAMENTO

20
7/5/2015

ORÇAMENTO - CONCEITO Aula 01

Quando começa a preocupação com o custo da obra?

Começa cedo, ainda antes do início da obra, na


fase de orçamentação, quando é feita a determinação
dos custos prováveis de execução da obra.

Sendo assim, o que fazer?

O primeiro passo de quem se dispõe a realizar um projeto


é estimar quanto ele irá custar (MATTOS, 2006).

21

Você também pode gostar