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FICHA PARA IDENTIFICAÇÃO PRODUÇÃO DIDÁTICA - PEDAGÓGICA

TURMA- PDE/2016

Título: O Ensino de Ciências por meio de Atividades Experimentais: A Realidade


do Ensino na Escola.

Autor: NELZI TEREZINHA CORRÊA

Disciplina/Área: Ciências

Escola de Implementação do Colégio Estadual Mahatma Gandhi. Rua


Projeto e sua localização: Carambeí, 98, bairro Kennedy

Município da escola: Guarapuava

Núcleo Regional de Educação: Guarapuava

Professor Orientador: Welligton Luciano Braguini

Instituição de Ensino Superior: Unicentro

Relação Interdisciplinar: Química, Física, Matemática e Artes.

Compreender a realidade, valorizando o


Resumo:
conhecimento científico historicamente
construído, representado por conceitos,
modelos, através de encaminhamentos
metodológicos planejados, para assegurar a
interatividade no processo ensino
aprendizagem.
É nesta perspectiva que se pretende
desenvolver atividades experimentais
adaptadas para a sala de aula, utilizando
materiais de baixo custo, instigando a
curiosidade, observação, práticas que
desenvolvam a capacidade de investigação
de uma situação problema, de forma
interdisciplinar, garantindo a segurança dos
alunos ao manipular os materiais, para tanto
as práticas apresentadas nesta unidade
prioriza materiais da química verde,
respeitando assim o ambiente e a integridade
física dos alunos. Outro aspecto importante, é
valorizar os saberes prévios dos alunos,
partindo assim, para a construção do
conhecimento elaborado cientificamente.
Palavras-chave: Aulas experimentais, interdisciplinaridade,
aprendizagem significativa e biossegurança.

Formato do Material Didático: Unidade Didática


Público: Alunos do 9º ano do ensino fundamental-
Séries Finais

APRESENTAÇÃO

Caro professor (a)

A disciplina de Ciências no Ensino Fundamental tem como principal


objetivo, ensinar os conhecimentos científicos, por meio de metodologias
diversificadas, de forma contextualizada e atrativa, que desperte a curiosidade,
o questionamento e a criticidade dos educandos, mediante situações
problemas que se apresentem no dia a dia.
A presente Produção Didático-Pedagógica, tem por finalidade realizar
atividades experimentais adaptadas para a sala de aula, com materiais de
baixo custo, visto que nem todas as escolas possuem laboratório e as que têm,
normalmente lhes faltam equipamentos necessários, tais como: materiais de
consumo, capela para a realização de reações químicas, descarte correto de
resíduos, etc. Portanto, o objetivo será priorizar o conhecimento sobre a
biossegurança, para garantir a integridade física dos alunos, a utilização das
vidrarias, os conceitos químicos e físicos.
A partir do avanço tecnológico na sociedade, se observa na prática
escolar grandes dificuldades de aprendizagem por parte dos educandos. Julga-
se haver tais dificuldades devido a não internalização do saber, desconectadas
do concreto, pois são muitas as informações recebidas e ao mesmo tempo
apagadas de suas mentes, justamente por não haver relação com o concreto,
descontextualizadas de situações reais.
Uma vez que ensinar ciências é inserir o indivíduo na realidade em que
vive, levando-o a compreender que ele faz parte de um contexto social. Por
isso, sendo indispensável que adquiram uma compreensão mais realista do
significado e utilidade da ciência e da tecnologia, bem como das suas relações
com a sociedade. Nesse sentido, serão desenvolvidas atividades experimentais
com alunos do 9º ano do ensino fundamental do Colégio Mahatma Gandhi –
EFM, a partir de uma realidade concreta, valorizando o saber empírico e
oportunizando novas experiências que tragam significação na vida dos
estudantes.
Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs, 1997) orientam os
educadores para a utilização de recursos metodológicos sistematizados, os
quais serão privilegiados na intervenção pedagógica proposta. A primeira
modalidade seria a problematização, observação, experimentação, leitura,
entrevistas, excursões ou passeios para atividades de campo, e principalmente
a interdisciplinaridade (BRASÍLIA, 1997).
Segundo Azevedo et al. (1998):

Utilizar atividades investigativas como ponto


de partida para desenvolver a compreensão
de conceitos é uma forma de levar o aluno a
participar de seu processo de
aprendizagem.....”

A partir de uma situação problema identificada pelo professor, por meio


da realidade escolar, ou por questionamentos realizados pelos alunos, que não
estão satisfeitos com as explicações concebidas, o chamado senso comum,
faz-se necessário elaborar uma nova metodologia. Essa terá como recurso
didático a investigação e o confronto de ideias, partindo sempre do que se
sabe, para o conhecimento científico, para se chegar aos conceitos elaborados
pelo homem ao longo de sua história, como as leis da física, da química e da
biologia, entre outras, ou por construção coletiva, que o leve a desenvolver o
pensamento, a capacidade de raciocinar e debater ideias, de relatar os
fenômenos e desenvolver habilidades (AZEVEDO, 1998).
A inserção de atividades experimentais na prática docente apresenta-se
como uma importante ferramenta de ensino e aprendizagem, quando mediada
pelo professor de forma a desenvolver o interesse nos estudantes e criar
situações de investigação para a formação de conceitos.
Tais atividades não têm como único espaço possível o laboratório
escolar, visto que podem ser realizadas em outros espaços pedagógicos, como
a sala de aula, bem como a utilização de materiais alternativos aos
convencionais.
Entretanto, é importante que essas práticas proporcionem discussões,
interpretações e se coadunem com os conteúdos trabalhados em sala de aula.
Não devem, portanto, ser apenas momento de comprovação de leis e teorias
ou meras ilustrações das aulas teóricas.
Sendo assim, é preciso ensinar a partir do conhecimento prévio do
aluno, valorizar suas experiências de vida, conhecer a realidade social e
cultural na qual se insere. Tudo isso proporcionará uma interação maior entre o
professor e o aluno, sendo possível construir um conhecimento mais
significativo e com sentido, pois dessa forma poderá haver assimilação da
aprendizagem, o que tornará o educando muito mais crítico (MOREIRA, 2015).

2. Material Didático Pedagógico

2.1. UNIDADE DIDÁTICA

2.1.1. Desenvolvendo Atividades

Atividade 1
Caro professor (a) para abrir os
Links indicados nas atividades,
Título: Pré-teste clicar mouse lado direito, abrir
Hiperlink.

Duração: 2 aulas

Local: sala de aula


Objetivo: Apresentar a proposta de intervenção pedagógica para os alunos e
verificar seus conhecimentos prévios sobre a experimentação na disciplina de
ciências, bem como a realidade escolar.

Metodologia: Dialogar com os alunos sobre a importância das aulas práticas


em ciências, com a finalidade do entendimento do conhecimento científico
historicamente construído, considerando a realidade escolar. O pré-teste será
realizado com alunos do 9º ano do ensino fundamental para diagnosticar seus
conhecimentos prévios sobre as práticas de ciências, relacionado com suas
aplicações no cotidiano.

ATIVIDADE 2

TÍTULO: Biossegurança nas Atividades Práticas em Sala de Aula.

Duração: 2 aulas

Local: Sala de aula

Objetivo: Assegurar a integridade física dos alunos durante a realização das


experiências em sala de aula.

Metodologia: Conceituar biossegurança e sua importância, principalmente nos


laboratórios, quanto ao uso de equipamentos: luvas, máscaras, toucas, roupas
especiais, jaleco, etc. Orientar sobre os cuidados com elementos químicos, fios
elétricos, gases, combustão e conhecimentos dos símbolos indicativos. Serão
criadas normas para o desenvolvimento das atividades práticas em sala de
aula, as quais ficarão expostas em cartazes, e confecção de panfletos pelos
alunos.
BIOSSEGURANÇA

Ao desenvolver atividades experimentais que envolvem manipulação de


vidrarias, reagentes, instrumentos, materiais alternativos, em qualquer espaço
pedagógico é fundamental estabelecer algumas normas de segurança para
garantir a integridade física dos alunos, visto que as atividades serão
desenvolvidas com alunos do 9º ano do Ensino Fundamental (DCEs, 2008).
Portanto, seguem abaixo algumas normas a serem respeitadas durante
a realização das aulas experimentais em sala de aula:
 Formular normas em conjunto com os alunos sobre o comportamento
durante as aulas práticas, ou seja, diálogo, respeito, organização,
trabalho em equipe;
 Respeitar as orientações da professora sobre possíveis riscos e perigos
ao utilizar os produtos e manusear os materiais;
 Utilizar as vidrarias, reagentes, instrumentos e materiais alternativos,
seguindo as orientações da professora;
 Manter hábitos de higiene;
 Conscientizar que é proibido experimentar, tocar, levar as mãos aos
olhos e/ou cheirar os reagentes;
 Manter o ambiente arejado, porta e janelas abertas para a circulação do
ar;
 Proibir o lançamento de materiais entre os alunos das outras equipes;
 Seguir o roteiro das práticas com o material previamente selecionado;
 Ao derramar qualquer material, providenciar imediatamente a limpeza do
local;
 Selecionar todos os resíduos sólidos gerados e depositá-los em local
adequado e seguro para o correto descarte;
 Se ocorrer a quebra de algum vidro, não coletá-lo com as mãos;
 Não utilizar materiais cortantes como tesouras com ponta, ou estilete;

 Evitar contato dos produtos com a pele, olhos, utilizar sempre luvas e
óculos de segurança;
 Manter o rosto afastado ao realizar uma reação química;
 Não misturar substâncias ao acaso;
 Cada equipe é responsável pelo material utilizado na aula prática;
 No caso de quebra ou dano de vidrarias e instrumentos deverá ser
comunicado imediatamente o professor (a) responsável;
 Em caso de acidente comunicar o professor (a) para os devidos
encaminhamentos;
 Manter a sala sempre organizada e limpa.

http://www.unibrasil.com.br/detalhe_categoria.asp?id=832
Ihttp://www.quimica.ufpb.br/monitoria/Disciplinas/outros_cursos/geral1_toda
s_as_praticas.pdf

ATIVIDADE 3

TÍTULO: Biossegurança para a Vida

Duração: 2 aulas
Local: Sala de aula

Objetivo: Instruir por meio de palestras algumas medidas preventivas que


poderão ser adotadas em caso de acidentes que ocorram no dia a dia.

Metodologia: Convidar profissionais/bombeiros para ministrar palestras sobre


biossegurança e de corretos procedimentos mediante situações de emergência
que por ventura venham a acontecer.

ATIVIDADE 4

Título: Conhecendo Algumas Vidrarias e Equipamentos Laboratoriais

Duração: 2 aulas

Local: Sala de aula e laboratório de informática


Objetivo: Apresentar aos alunos alguns equipamentos laboratoriais e vidrarias,
sua utilidade e manipulação correta.

Metodologia: Organizar uma exposição de vidrarias e equipamentos


laboratoriais com os respectivos nomes. Os alunos farão desenhos das
vidrarias em folha de sulfite e uma pesquisa no laboratório de informática sobre
a utilidade de cada utensílio. Após a verificação da professora, as atividades
serão armazenadas em um portfólio.
http://www.quimica.ufpb.br/monitoria/Disciplinas/outros_cursos/geral1_todas_as
_praticas.pdf
http://www.quimica.ufpr.br/edulsa/cq031/ExperimentosdeQuimicaGeral.pdf

ATIVIDADE 5

Título: Contextualizando as Unidades de Medidas

Duração: 2 aulas

Local: Sala de aula

Objetivo: Realizar aula prática com a unidade de medida litro e mililitro,


relacionando-a com o dia a dia.

Metodologia: Atividade experimental utilizando água e corante, para que os


alunos realizem várias medições em mililitros, litro com seringa, béquer e tubo
de ensaio. Esta atividade proporciona interdisciplinaridade com a disciplina de
Matemática e posteriormente todos os resultados serão tabulados.

Materiais necessários: Seringa descartável (20 ml), conta gotas de Pasteur,


béquer, tubo de ensaio, água, corante alimentício com cores variadas.
Procedimento: Realizar a coleta de água com a seringa descartável, 5 ml,10
ml, 15 ml, 20 ml, colocar a água com corante em tubos de ensaio e anotar na
tabela.
Determinar o número de gotas que serão necessárias para se
conseguir 10 ml, 15 ml, 20 ml de água, utilizando conta gotas de Pasteur.
Coletar a água com a pipeta, colocar no béquer de 250 ml,
fracionando em 50 ml, 100 ml, 150 ml, até atingir a capacidade do béquer,
repetir o procedimento até capacidade de l000 ml, ou seja, 1 litro, relacionar
com o metro cúbico de água utilizada em suas residências.

Sugestão: Caso não tenha tubo de ensaio em sua escola, esse poderá ser
substituído por copo descartável.

ATIVIDADE 6

Título: Conhecendo a História das Unidades de Medidas

Duração: 2 aulas

Local: Laboratório de Informática

Objetivo: Compreender a história das unidades de medidas e sua importância


para o dia a dia.

Metodologia: A atividade será realizada por meio de uma pesquisa


bibliográfica na internet, no laboratório de informática do Colégio Estadual
Mahatma Gandhi, com orientação de alguns sites de busca sobre a história das
unidades de medidas e de como eram utilizadas pelos povos antigos. Os
alunos terão que procurar algumas curiosidades sobre as unidades de medidas
respondendo algumas questões.

http://www.ipem.sp.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=346:sistem
a-internacional-de-unidades-si&catid=67:unidades-do-si&Itemid=273.
http://www.inicepg.univap.br/cd/INIC_2008/anais/arquivosINIC/INIC0777_01_O.pdf

 Caros professores as questões estão em anexo logo abaixo.

ATIVIDADE 7

Título: Fenômeno Físico

Duração: 5 aulas

Local: Usina de Conhecimento

Objetivo: Compreender e diferenciar os fenômenos físicos e químicos que


ocorrem na natureza e no dia a dia.

Metodologia: Proporcionar um trabalho em grupo, viabilizando maior interação


entre os alunos. O material a ser utilizando deverá ser a argila para
modelagem, para que os mesmos realizem uma transformação física, pois por
meio dessa atividade é possível revisar os tipos de solo e sua permeabilidade,
o estado físico da matéria (sólido, líquido, gasoso). Nessa atividade ocorrerá a
interdisciplinaridade com a disciplina de Arte, a qual desenvolve algumas
habilidades nos educandos, como a sensibilidade, a criatividade e a ludicidade.
A modelagem realizada pelos alunos poderá ficar exposta para a apreciação da
comunidade escolar.

ATIVIDADE 8

Título: Fenômeno Químico: A Química do Refrigerante

Situação problema: Como podemos ingerir refrigerante se ele é ácido?

Duração: 2 aulas
Local: Sala de Aula

Objetivo: Compreender e diferenciar os fenômenos físicos e químicos que


ocorrem na natureza e no dia a dia.

Metodologia: Realização de aula prática, reação do ferro metálico com o ácido


do refrigerante para a percepção do fenômeno químico e conceituação de
substâncias ácidas.

Experimento: Reação do ferro metálico com o ácido do refrigerante

Material: Béquer de 250 ml


Refrigerante de sabor limão ou outro que não contenha corante
Palha de aço
Solução de H2O2 a 3% m/m (10 volumes)
Pipeta
Papel indicador

Procedimento: Medir o pH inicial do refrigerante por meio do papel indicador


de pH. Adicionar a palha de aço no refrigerante; a partir daí, acompanhar a
evolução visual do experimento. Após 20 minutos, adicionar o peróxido de
hidrogênio, por meio da pipeta, no fundo do béquer.
Discussão: O ferro reage com ácidos, liberando gás hidrogênio. Essa reação
ocorre em “câmera lenta”, mas à medida que ela avança, a concentração de
H+ diminui no meio e, por consequência, o pH aumenta:
Fe(s) + 2 H+ (aq) → Fe2+ (aq) + H2(g)
Esse fato leva à precipitação do Fe2+ como hidróxido. O Fe2 é um agente
redutor frente ao peróxido de hidrogênio, de acordo com a equação:
2 Fe(OH)2(s) + H2 O2(aq) → 2 Fe(OH)3(s)
A mudança de cor é o resultado visual dessa reação redox.

http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc31_3/10-PEQ-0608.pdf
http://www2.ifrn.edu.br/ocs/index.php/congic/ix/paper/viewFile/1268/218

Após o término desta atividade, os alunos deverão responder as seguintes


questões:
1 - Ocorrem mudanças na transformação dos materiais? Justifique.
2 - Quais são as diferenças entre os materiais utilizados? Justifique.
3 – Que estado físico se encontram estes materiais?
4 – Na segunda atividade o que ocorreu? Por quê?
5 – Explique a diferença entre a primeira atividade e a segunda?
 Segue em anexo o modelo do relatório que será preenchido pelos
alunos.

Fonte: Nelzi Terezinha Corrêa

ATIVIDADE 9

Título: Construindo um Aquário

Situação problema: Como é medida a água que sua família consome?

Duração: 2 aulas

Local: Sala de aula

Objetivo: Planejar as dimensões de um aquário, usando material reciclável


papel Paraná. O objetivo será de instigar o educando a perceber a importância
de se utilizar materiais que não poluam e agridam o ambiente. A atividade será
desenvolvida de forma interdisciplinar com disciplina de Matemática,
explorando área, volume e unidades de medidas.

Metodologia: Trabalho em equipes, onde os alunos construirão um protótipo


de aquário utilizando os seguintes materiais: papel Paraná, para que não gere
resíduos poluentes, régua, lápis, tesoura, cola e/ou durex largo. Nesta atividade
os alunos terão que calcular a área do aquário, utilizando as unidades de
medidas centímetro e metro. Outro conceito a ser relacionado é a questão do
consumo de água em suas casas, que é medido em metro cúbico. Para que
melhor compreendam será passado um vídeo com explicações sobre o metro
cúbico retirado do youtube.
https://www.youtube.com/watch?v=PAOvj25Jrug
Sugestão: O protótipo construído poderá ser ilustrado através de desenhos, os
quais serão pintados pelos alunos com lápis de cor ou tinta guaxe. A atividade
será realizada no contraturno, com o auxílio da professora e posteriormente os
materiais produzidos serão utilizados para armazenamento de papéis
descartados pelos alunos em sala de aula.

ATIVIDADE 10

Título: Aprendendo Conceitos

Situação problema: Peso é a mesma coisa que massa?

Duração: 2 aulas

Local: Sala de aula.

Objetivo: Diferenciar peso e massa dos corpos.

Metodologia: A partir do protótipo construindo anteriormente pelos alunos,


será utilizado um aquário de vidro com água em sala de aula. Nesta atividade
os alunos serão divididos em equipes, a primeira equipe será responsável por
calcular quantos litros de água o aquário comporta, a segunda equipe
selecionará alguns objetos e farão a pesagem em uma balança, computando
os valores em uma tabela para o cálculo da densidade, por meio da fórmula d =
m/v de cada objeto. Após haverá uma competição entre as duas equipes, para
constatar se os objetos selecionados flutuam ou afundam. Ao término da
atividade os alunos assistirão a um vídeo da escola interativa, (Princípio de
Arquimedes).
http://www.matematica.seed.pr.gov.br/modules/video/showVideo.php?video=7368

ATIVIDADE 11

Título: Propriedades da Água

Situação Problema: Todas as substâncias congelam em uma mesma


temperatura?

Duração: 2 aulas

Local: Sala de Aula

Objetivo: Aprender sobre os elementos químicos que compõem a molécula de


água, estado físico e algumas propriedades como: solubilidade, coligativa,
criometria.

Metodologia: Questionar os alunos sobre a importância da água e seu


conhecimento sobre a formulação química, registrando suas ideias na lousa
com palavras chaves. Será utilizado o aquário da atividade anterior para
trabalhar o estado líquido, a solubilidade da água (solvente universal), o estado
sólido, e o estado gasoso, bem como as mudanças de estado físico. Para
instigar os alunos será realizada a seguinte prática demonstrativa:
Materiais: caneta para transparências ou etiquetas autocolantes;
2 colheres de chá ou 2,5 ml
2 colheres de sopa ou 10 ml
4 copos de vidro
Filme de PVC flexível (50 cm)
Geladeira
Sal de cozinha (20g)
Tesoura
Álcool (20 ml)
Acetona (20 ml)
Procedimento: Dispor em fila, 4 copos e colocar 20 ml de água em cada um
deles. Acrescentar 2 colheres de chá de sal no primeiro copo e misturar bem.
Com a caneta para transparências ou as etiquetas autocolantes, escrever água
e sal nesse copo. No segundo copo, adicionar 20 ml de acetona, misturar bem
e escrever água e acetona. No terceiro copo, adicionar 20 ml de álcool,
misturar bem e escrever água e álcool. O quarto copo deve conter apenas
água e deve se escrever água pura. Cobrir cada copo com um pedaço de filme
de PVC flexível, de maneira a vedá-los bem. Colocar os 4 copos no
congelador. Observar o conteúdo dos copos no mínimo 24 horas, ou mais.
Anotar as observações, indicando se o conteúdo de cada copo congelou ou
não.

 Para que os alunos respondam as questões abaixo, em anexo texto


complementar.
1 – A água pura congelou?

2 – E o que aconteceu com as misturas de água e sal?

3 – E o que aconteceu com as misturas de água e acetona?

4 - E o que aconteceu com as misturas de água e álcool?

Fonte: Nelzi Terezinha Corrêa


ATIVIDADE 12

Título: Poluição da Água

Situação- problema: Mas afinal, o que se entende por poluição?

Duração: 2 aulas

Local: Sala de Aula

Objetivo: Compreender a questão ambiental que envolve o descarte de


resíduos sólidos de forma inadequada e os prejuízos para todos os
ecossistemas.

Metodologia: A atividade será iniciada com um vídeo sobre a poluição no Rio


Iguaçu e após assisti-lo, será trabalhada por meio de slides a questão do
descarte de resíduos sólidos e as consequências para o ambiente. As lâminas
conterão imagens para sensibilizar os educandos e fazê-los refletir sobre suas
atitudes do dia a dia. O objetivo é de que os mesmos cuidem do meio em que
estão, seja na sala de aula, na escola, em suas casas, enfim, todos os locais
por eles percorridos. Também será proporcionado um debate sobre a questão
em foco, com os seguintes questionamentos:
1 – Como cidadão (ã) o que eu posso fazer para conscientizar as pessoas da
comunidade em que vivo sobre a problemática da poluição ambiental?

2 – Quais são as atitudes que eu posso desempenhar em minha prática diária


para diminuir a quantidade de resíduos no meio em que vivemos?

3 – O que pode acontecer no futuro se não tomarmos nenhuma atitude?

4 – Na comunidade em que você vive tem algum projeto de coleta seletiva?


Você ou sua família colaboram? Você acha isso importante? Por quê?
5 – Existe alguma nascente em sua comunidade? As pessoas cuidam dela? De
que forma?
Após o debate os alunos deverão construir frases educativas em
cartolinas, as quais ficarão expostas no saguão do colégio, utilizando como
materiais de apoio: réguas, lápis e pincéis atômicos.

http://www.geografia.seed.pr.gov.br/modules/video/showVideo.php?video=10324

ATIVIDADE 13

Título: Detergentes, Espuma e Poluição

Situação-problema: Que quantidade de água é necessária para diluir


completamente a poluição?

Duração: 2 aulas

Local: Sala de aula

Objetivo: Conceituar diluição-limite e diluição a partir da qual o poluente


deixaria de ter efeitos prejudiciais sobre o meio ambiente.

Metodologia: Este experimento visará estimar diluições-limite de detergentes


comumente utilizados na limpeza e higiene domésticas. Admitindo que a
quantidade de espuma produzida por um detergente está associada a seu
efeito sobre o meio, usaremos a presença ou ausência de espuma como
indicador da qualidade da água. No decorrer da atividade faremos uma
estimativa do impacto ambiental e da quantidade de detergentes lançada
anualmente por sua família no ambiente, por meio de cálculos matemáticos,
sendo os mesmos registrados em uma tabela.

Material: detergente doméstico biodegradável


Estante para tubos de ensaio
Tubos de ensaio
Pipeta graduada de l ml
Água destilada
Procedimento: Coloque em um tubo de ensaio 9 ml de água destilada e 1 ml do
detergente a ser testado. Construir uma tabela para anotar a diluição obtida,
em termos de volume de detergente e volume de solução. Agite até que a
quantidade de espuma produzida pare de aumentar.
Transfira 1 ml da solução para outro tubo de ensaio, acrescente mais 9
ml de água destilada e agite até que a quantidade de espuma produzida para
de aumentar. Registre a diluição obtida.
Repita o procedimento até obter uma diluição que não produza espuma.
Registre o valor da diluição em uma tabela.
Faça uma estimativa da quantidade de detergente que sua família utiliza
anualmente. Registre na coluna adequada da tabela.
Realize o cálculo para estimar a quantidade de água que seria
necessária para diluir no meio ambiente todo o detergente que sua família usa
no período de um ano.
Por exemplo: Se a diluição-limite de um detergente é de 0,0001 ml/litros, e uma
família usa 30 litros de detergente por ano, o cálculo será realizado da seguinte
forma:
1 litro de água--------------dilui----------0,0001 ml de detergente
x litros de água------------diluirão-----30 000,00 ml de detergente
x = 1.30 000 ml = 300 000 litros de água por ano
0,0001 ml
Uma vez que 1 m3 de água pura corresponde a 1000 litros, temos
1000 litros --------------1 m3
300000 litros--------------- x
x = 300 000 : 1000 = 300 m3

Neste exemplo, seriam necessários 300 m 3 de água pura por ano, para
espalhar suficientemente no ecossistema o detergente lançado pela família.
http://www.qnesc.sbq.org.br/online/qnesc32_3/06-RSA-7809.pdf
ATIVIDADE 14

Título: Filtrando a Água da Nascente do Rio Carro Quebrado

Situação- problema: Como purificar água poluída utilizando carvão?

Duração: 2 aulas

Local: Sala de Aula

Objetivo: Entender a importância do carvão para o processo de filtração,


utilizado nas estações de tratamento de água (ETA’s), bem como os benefícios
do carvão ativado para a saúde dos seres vivos.

Metodologia: A prática possibilita a compreensão do uso do carvão para a


filtração da água e sua propriedade de absorção das impurezas e bactérias que
venham a causar doenças no ser humano, bem como o processo de separação
de substâncias por meio da filtração. A água a ser filtrada será coletada da
nascente do Rio Carro Quebrado, localizada próxima ao Colégio Estadual
Mahatma Gandhi.

Material Utilizado: - Garrafa Pet de cor transparente;


- Béquer de 250 ml;
- Papel de filtro;
- Funil;
- Um almofariz com pistilo (ou pequeno pilão de madeira);
- Carvão de churrasco;
- Carvão ativado (pode ser obtido em lojas de produtos
para aquários ou em casas de materiais de construção);
- Luvas.

Procedimento:
Triturar aproximadamente duas colheres de cada tipo de carvão até obter uma
granulação semelhante para ambos (use luvas para manipular os dois tipos de
carvão, porque as mãos sujam ao simples toque). Em um béquer, coloque uma
colher de chá cheia do carvão vegetal e no outro, a mesma medida de carvão
ativado. Coloque a água coletada em cada béquer. Em seguida filtre as duas
soluções simultaneamente para separar o carvão da água, comparando agora
a coloração das soluções filtradas.
Observe o resultado da água filtrada.
1 – O que ocorreu?

2 – Existe diferença na cor da água?

3 – Qual filtrado ficou mais transparente, aquele que entrou em contato com o
carvão ativado ou com o carvão de churrasco? Por quê?

4 – Qual é a origem do carvão de churrasco? E do carvão ativado?

5 – Em caso de emergência, você beberia qual água, a filtrada com carvão


ativado ou carvão de churrasco.

 Segue em anexo modelo relatório a ser preenchido pelos alunos.



http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc32_1/10-EEQ-2209.pdf
http://www.cesumar.br/prppge/pesquisa/mostras/sete_mostra/gessica_roberta_rodrigu
es_paiva_2.pdf

ATIVIDADE 15
Título: Pós teste

Duração: 1 aula

Local: Sala de aula

Objetivo: Aplicar o pós-teste para avaliar a aprendizagem dos alunos, e fazer


a tabulação dos dados.
3.METODOLOGIA

A metodologia apresentada nesta unidade didática prioriza aulas


experimentais adaptadas para a sala de aula, com materiais de baixo custo e
principalmente utilizando a água que é um recurso natural, devido à realidade
que se apresenta em todas as escolas públicas, como bem sabemos algumas
tem espaço físico, ou seja, o laboratório, porém sem materiais de consumo,
vidrarias ou equipamentos básicos para o desenvolvimento dessas atividades,
ou vice-versa.
Também existem outros fatores que interferem direta ou indiretamente
no aprender do aluno, como por exemplo; as novas tecnologias como o
computador, ou celular, por meio dos quais os alunos têm acesso a uma
imensidão de informações, que não estão sendo assimiladas pelos mesmos,
quer seja pela falta de compreensão ou contextualização, portanto por meio
das aulas experimentais presentes nesta unidade didática, pretende-se
trabalhar alguns conceitos científicos instigando os alunos a pensar, refletir,
questionar, ou seja, participar ativamente da construção do conhecimento, por
meio de aulas práticas que venham a desenvolver o espírito colaborativo do
trabalho em equipe com objetivo de uma interação e respeito mútuo entre os
participantes, criando hábitos no cotidiano escolar de valorização do meio,
principalmente no que diz respeito ao descarte dos resíduos sólidos, dos
recursos naturais em especial a água, conhecendo e valorizando a sua
realidade.
Anexo I

1 – Pré-teste

1 – Nas séries anteriores você já realizou alguma experiência química ou


física? Caso sim, cite-a.
( ) Sim ( ) Não
_______________________________________________________________

2 – Com base nos seus conhecimentos, marque a opção ou as opções que


justificam o porquê é necessário realizar experiências.
( ) Comprovar alguma teoria criada por pesquisadores ou cientistas.
( ) Desenvolver tecnologias, equipamentos, gerar conhecimento científico.
( ) Testar substâncias que poderão ser usadas em medicamentos, produção
de diversos produtos utilizados pela indústria em geral.
( ) Todas as respostas estão corretas.

3 – A palavra Biossegurança, quer dizer Bio=vida, segurança ou prevenção.


Você sabe para que serve a biossegurança?
( ) Sim ( ) Não

4 – Existem diversos laboratórios, cada um desenvolve diferentes atividades.


Você já visitou algum laboratório? Explique.
R:_____________________________________________________________
_______________________________________________________________
5 – Assinale abaixo, com um X as vidrarias que você conhece. Em seguida
explique embaixo da figura marcada, a sua utilidade:

( ) ( )

( ) ( )

( ) ( )
( ) ( )

( ) ( )

( ) ( )
6- Marque com um ( X ) os símbolos e os equipamentos de segurança que
você conhece:

( ) ( )

( ) ( )

Fonte: pixabay

( ) ( )

Fonte: pixabay Fonte: pixabay


( ) ( )

Fonte: Pixabay Fonte: Pixabay

( ) ( )

Fonte: Pixabay Fonte: Pixabay

( ) ( )

Fonte: Pixabay Fonte: Pixabay


7 – Referente às unidades de medidas:
a) Quantos mililitros têm um litro?
( ) 10 ( ) 100 ( ) 1000

b) Quantos metros tem um quilômetro?


( ) 10 ( ) 100 ( ) 1000

 Fonte Imagens: Nelzi Terezinha Corrêa e Pixabay

ANEXO II

ATIVIDADE 5: UNIDADES DE MEDIDAS

Em nossa civilização atual, os processos de medição são bastante


complexos, a fim de satisfazerem às necessidades da ciência a da tecnologia.
Em épocas remotas, o homem utilizou processos simples, suficientes para a
sua técnica primitiva.
A partir do momento em que o homem passou a viver em grupos e à
proporção que esses aglomerados cresciam, a necessidade de medir
aumentava ainda mais. As maneiras como mediam as grandezas eram
bastante simples: usavam partes do próprio corpo, como o comprimento do pé,
a largura da mão ou a grossura do dedo, o palmo e a passada. Utilizavam
ainda uma vara ou um bastão
Os povos antigos - os egípcios, os babilônios, os assírios, os chineses,
os persas a os gregos - possuíam padrões diferentes de comprimento. A
unidade de comprimento dos babilônios era o dedo (aproximadamente 16 mm).
Usavam também o cúbito, que equivalia a 30 dedos. O pé e a polegada foram,
em geral, para esses povos, as unidades padrões. É interessante ressaltar que,
segundo L.A. Sanches, os egípcios possuíam uma estranha medida
denominada "polegada piramidal", encontrada na grande pirâmide de Quéops,
junto ao Nilo, construída a 3 ou 4 mil a.C. Ao ser estudada, concluíram que o
diâmetro da Terra mede um bilhão e meio destas polegadas. O cálculo do
perímetro da base da pirâmide resulta 365 242 polegadas, resultado cujos
algarismos exprimem exatamente o número de dias do ano solar (365,242
dias).
Nos primeiros tempos, o homem comparava a massa de dois corpos
equilibrando-os um em cada mão. Até que surgiu a primeira máquina de
comparação: uma vara suspensa no meio por uma corda. Os objetos eram
pendurados nas suas extremidades e, se houvesse o equilíbrio, ou seja, se a
vara ficasse na horizontal, eles possuíam a mesma massa.
Os povos antigos padronizaram centenas de diferentes pesos e medidas
para atender às necessidades de suas civilizações. O grão de trigo tirado do
meio da espiga, provavelmente foi o primeiro elemento padrão de peso. Dos
sistemas adotados, um deles propagou-se pela Europa toda e hoje ainda é
usado pelos países de língua inglesa, após pequenas modificações: trata-se do
sistema comercial chamado "avoirdupois", palavra francesa que significa "bens
de peso". Suas unidades são: grão (gr), dracma (dr), onça (oz), libra (lb),
quintal (cwt),tonelada (t).
Na idade média, ao que tudo indica nenhum padrão foi criado em termos
nacionais, até que, na Inglaterra, Ricardo I (reinou de 1189 a 1199, já no século
XII) determinou unidades para comprimento e para capacidade. Estas eram de
ferro e mantidas em várias regiões do país por autoridades regionais com o
objetivo de comprovar a veracidade de uma medida. Datam desta época a
jarda e o galão, até hoje usados pelos países de língua inglesa. Várias versões
existem para explicar o aparecimento da jarda: no norte da Europa, supõe-se
que era o tamanho da cinta usada pelos anglo-saxões e no sul seria o dobro do
comprimento do cúbito dos babilônios. Seu valor também poderia ter sido
determinado por Henrique I (reinou de 1100 a 1135), que teria fixado o seu
comprimento como sendo a distância entre o seu nariz e a ponta de seu braço
esticado. Informações como esta provavelmente não carecem de verdade, pois
a maioria dos padrões da Idade Média era realmente criada pelos soberanos,
primeiros interessados na medida de valores de seus reinos.
Em fins do século XVIII, a diversificação de medidas era enorme,
dificultando muito as transações comerciais. Na França, a situação estava pior
e graças às novas ideias trazidas pela Revolução Francesa de 1789 e as
imposições que fazia o florescimento da era industrial, foi criada uma comissão
de homens de ciência para a determinação e construção de padrões, de tal
modo que fossem universais.
Os padrões deveriam reproduzir os fenômenos naturais, para não
dependerem de futuras mudanças. Após estudos e pesquisas, a comissão que
incluía nomes famosos como Borda, Lagrange e Laplace concluíram que a
unidade de comprimento deveria pertencer ao sistema decimal, de maior
facilidade, e presa a um dos três seguintes fenômenos naturais:
a) comprimento de um pêndulo de período (2 oscilações) igual a 1 segundo,
latitude 45°.
b) comprimento de 1/4 do círculo equatorial
c) comprimento de 1/4 de meridiano terrestre do equador a um dos polos
As unidades padrões eram o metro, o quilograma e o segundo. O metro
foi definido como a décima milionésima parte do meridiano terrestre medido de
Dunkerke a Barcelona.
A unidade de massa era o quilograma, construído em platina iridiada,
massa próxima de 1 litro de água destilada a 4°C. O segundo era a unidade de
tempo, de valor 86 400 avos do dia solar médio. Por decreto-lei, as unidades
tornaram-se oficiais na França e, passados alguns anos, vários países já as
adotavam. Os padrões foram feitos e cópias exatas foram enviadas aos países
que legalizaram o sistema métrico, dentre eles o Brasil.

PESQUISA DIRIGIDA UNIDADES DE MEDIDAS


1 – O homem primitivo realizava a troca de um artigo ou objeto por outro. Como
ele realizava a pesagem dessas mercadorias?
R:_____________________________________________________________
_______________________________________________________________
_______________________________________________________________

3 – Quanto às medições, como os povos da antiguidade as realizavam em


seus comércios? Explique.
R:_____________________________________________________________
_______________________________________________________________
_______________________________________________________________
4 – Complete as unidades de medidas com os povos correspondentes que as
criaram:

Egito – Babilônios – Império Romano - Europa -


Reino Unido -Portugal - Árabe

a) dedo, cúbito, pé, polegada:______________________________________


b) côvado:_______________________________________________________
c) grão (gr), dracma (dr), onza (oz), libra (lb), quintal (cwt), tonelada(t):
______________________________________________________________
d) sal:__________________________________________________________
e) jarda:_________________________________________________________
f) alqueire:_______________________________________________________
g) arrátel:________________________________________________________
h) arroba:_______________________________________________________
i) moio:_________________________________________________________
j) almude:_______________________________________________________
k) palmo:________________________________________________________

5 – Quais são as unidades de medidas utilizadas atualmente?


a) massa:_______________________________________________________
b) capacidade (volume):____________________________________________
c) superfície:_____________________________________________________
d) comprimento:__________________________________________________
e) medidas agrárias:_______________________________________________
f) madeira:_______________________________________________________
g) tempo:________________________________________________________

ANEXO III

ATIVIDADES EXPERIMENTAIS MODELO RELATÓRIO


COLÉGIO ESTADUAL MAHATMA GANDHI – ENSINO FUNDAMENTAL E
MÉDIO.

TÍTULO EXPERIMENTO

Relatório atividade experimental,


a ser apresentado na disciplina
de ciências para a prof. Nelzi T.
Corrêa, como parte nota
trimestral pelo (a) aluno
(a):_______________________
do 9º____Ensino Fundamental.

GUARAPUAVA
2 – Objetivos: Descrever suscintamente o que se pretende obter da
experiência e quais as hipóteses levantadas.
3 – Introdução: Apresentar qual a questão que será abordada e as noções
teóricas que servirão de base para o desenvolvimento.
4 – Materiais utilizados: Descrever os materiais e equipamentos utilizados. O
professor pode solicitar a elaboração de um esquema de arranjo experimental.
5 – Procedimento Experimental: Descrever o procedimento seguido em aula,
isto é, descrever o procedimento proposto.
6 – Dados experimentais: Apresentar os dados coletados, por meio de
tabelas, gráficos, registro escrito de observações ou mesmo respostas das
questões propostas. Se a observação foi feita no microscópio deve ser incluído
o esquema ou imagem observada.
Explicar aos alunos que no caso da realização de cálculos ou da
aplicação de fórmulas não é necessário que cada conta seja efetuada. No
entanto, deve ficar bem claro como se chegou ao resultado apresentado. Os
alunos também devem ser orientados a utilizar as unidades de medida do
Sistema Internacional de Unidades.
7 – Discussão dos resultados: Sempre que possível, comparar os resultados
com os resultados conhecidos teoricamente esperados. A discussão é a parte
do relatório na qual os alunos autores demonstram seus conhecimentos sobre
o assunto, pela profundidade com que discutem os resultados.
8 - Conclusões: Esta parte do relatório deve ser um resumo das conclusões
obtidas durante o trabalho experimental. Deve estar baseado em fatos,
observações e proposições fundamentadas.
9 – Bibliografia: A bibliografia deve aparecer no final do relatório e incluir
livros, revistas, sites, e outros materiais que tenham sido consultados para a
elaboração do relatório.
ANEXO IV

Atividade 10
Tabela Cálculo densidade, através da fórmula: d = m/v

Objetos Volume Massa

ANEXO V

Atividade 11: Texto complementar

A água pura congela a 0°C. Entretanto, quando nela dissolvemos outra


substância, a temperatura de congelamento da mistura não mais será 0°C, mas
sim uma temperatura menor. Quanto maior a concentração da outra substância
adicionada, menor será a temperatura de congelamento da mistura. Por
exemplo: a água do mar, que é uma mistura de água com sal comum (cloreto
de sódio), além de outros sais, só congela a temperaturas bem abaixo de 0º. A
criometria é o estudo da redução da temperatura de congelamento de um
líquido, provocada pela dissolução de outra substância nesse líquido.
A temperatura no congelador é aproximadamente -10°C, enquanto a
temperatura no freezer é menor, cerca de -18°C. Nos polos norte e sul, a
temperatura ambiente alcança 70° negativos ou até menos, em invernos
rigorosos. Para se proteger de temperaturas tão baixas, os esquimós
constroem casas (iglus) com blocos de gelo, que estão a 0°C, Ao forrar os iglus
internamente com peles de animais, os esquimós conseguem ficar aquecidos.
ANEXO VI

Atividade 14: DETERGENTES, ESPUMA E POLUIÇÃO.

Nos últimos anos, a poluição dos rios tem crescido de tal forma que, em
algumas localidades, tornou-se comum o fenômeno de nuvens de espuma
recobrir a superfície da água ou, carregadas pelo vento, atingirem casas,
pessoas e animais. O caráter espetacular dessas cenas tem atraído a atenção
da imprensa e das pessoas em geral.
Embora não constitua o efeito mais prejudicial ao ecossistema, a
espuma é um indicador visual do grau de poluição da água. Paralelamente à
crescente preocupação com a poluição das águas, vem se divulgando a ideia
de que o uso de detergentes biodegradáveis é aconselhável, por serem mais
falcilmente “absorvidos” pelo meio ambiente do que outras substâncias usadas
na limpeza. Mas até que ponto isso é verdadeiro?
A troca de detergentes biorresistentes por biodegradáveis é suficiente
para resolver o problema da poluição dos rios? Que alternativas podem ser
empregadas em substituição aos detergentes? Mas qual é a origem dos
detergentes?
O primeiro detergente. Derivado da petroquímica surgiu como substituto
do sabão durante a Primeira Guerra Mundial, sendo utilizado em 1915 pela
Alemanha. Na época, toda a gordura animal disponível tornou-se indispensável
à alimentação humana.
Os atuais detergentes são formulações sintéticas, compostas por agente
tensoativo chamado surfactante ou princípio ativo dos detergentes, que
aparece nos produtos comerciais em uma proporção de 10 a 30% do volume
total. É o componente que lhes dá a capacidade de limpar, emulsionando
gorduras com maior eficiência do que o sabão. Em menores proporções,
aparecem na fórmula espessantes, aromatizantes e corantes artificiais e outros
aditivos destinados a melhorar a apresentação do produto.
Tabela Diluição-limite do produto analisado
Poluente Diluição-limite Quantidade Volume de água
(em ml/l) utilizada por ano necessário para a
diluição total (m3)
Detergente
doméstico
biodegradável
Fonte: CAPELETTO, Armando. Biologia e Educação Ambiental: Roteiros de
Trabalho. São Paulo, 1992, 158 p.

4.CRONORAMA

CRONOGRAMA DE ATIVIDADES EM HORA AULA


♣ ♣♣ ♣♣♣ Atividade Planejamento das Ações
2 I Apresentação do Projeto Implementação
Pedagógica, aplicação pré-teste.
2 Análise e tabulação de dados pré-teste.
2 II Conceituar Biossegurança, sua importância.
3 III Organização sala de aula para palestra
2 III Palestra Bombeiros, sobre medidas preventivas
em caso de acidentes.
3 IV Organização de materiais e sala de aula para
desenvolvimento das atividades experimentais.
2 IV Exposição e identificação vidrarias e sua utilidade.
3 V Organização de materiais e sala de aula para
desenvolvimento das atividades experimentais
2 V Aula prática com água e corante.
2 VI Conhecendo a História das Unidades de Medidas.
5 VII Fenômeno Físico, aula modelagem argila.
3 VIII Organização de materiais e sala de aula para
desenvolvimento das atividades experimentais.
2 VIII Fenômeno Químico – A química do refrigerante,
atividade experimental.
2 IX Planejando um aquário, confecção de um protótipo
de aquário com material da química verde.
3 IX Ilustração protótipo aquário.
3 X Organização de materiais e sala de aula para
desenvolvimento das atividades experimentais.
2 X Aprendendo conceitos.
2 XI Propriedades da água, solubilidade, estado físico.
2 XII Poluição da água, sensibilizar os educandos.
3 XIII Organização de materiais e sala de aula para
desenvolvimento das atividades experimentais.
2 XIII Aula prática diluição de detergentes.
3 XIV Organização de materiais e sala de aula para
desenvolvimento das atividades experimentais.
3 XIV Coleta de água da nascente do Rio Carro
Quebrado para aula prática.
2 Filtrando a água da nascente do Rio Carro
Quebrado.
1 XV Pós teste, verificação da aprendizagem
3 Análise de dados obtidos

♣ - Atividades Desenvolvidas com o público alvo


♣♣ - Atividades Desenvolvidas em contraturno
♣♣♣ - Planejamento e Análises das Atividades

REFERÊNCIAS

AZEVEDO, Maria C.et al. Ensino de Ciências Unindo a Pesquisa e a Prática.


São Paulo: Perdizes, 2006, 22 p.
BRASILINO, Maria G.A. Aulas Práticas de Química Geral I. UFPB -
Universidade Federal da Paraíba. CCEN - Centro de Ciências Exatas e da
Natureza,2007.
http://www.quimica.ufpb.br/monitoria/Disciplinas/outros_cursos/geral1_todas_as_pratic
as.pdf (Acesso em: 21/09/16)
CAPELETTO, Armando. Biologia e Educação Ambiental: Roteiros de
Trabalho. São Paulo, 1992,158 p.
CARDOSO, Luiz C. e FERNANDES, Francisco C.R. Unidade De Medida:
Conceitos, Evolução e Desenvolvimento em Sala De Aula. UNIPAV/FEA.
São José dos Campos. São Paulo. (acesso em: 19/08/16)
FÍSICANET:http://www.fisica.net/unidades/pesos-e-medidas-historico.pdf
(Acesso em: 20/08/16)
GOVERNO DO PARANÁ, Secretaria de Estado da Educação do Paraná.
Departamento de Educação Básica. Diretrizes Curriculares da Educação
Básica de Ciências. Paraná 2008
GUIMARÃES, Luciana R. Atividades para aulas de Ciências. São Paulo,
2009,45, 46 p. Instituto De Pesos e Medidas, IPEM. São Paulo. Nova espiral.
http://www.ipem.sp.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=346
&Itemid=273 (Acesso em: 19/08/16)
HESS, Sônia. Experimentos de Química com materiais domésticos. São
Paulo. Moderna, 2008, 52, 53, 54 p.
LIMA, A.C e AFONSO, J.C. A química do refrigerante. Revista Química Nova
na Escola, 2009. (Acesso em: 11/10/96)
LUCKESI, Cipriano C. Filosofia da Educação. São Paulo. Cortez, 1997.
MEDEIROS, A.S.,et al.Importância das aulas Prática no Ensino de Química.
IX CONGIC – Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio
Grande do Norte-IFRN. (Acesso em: 30/09/16)
MOREIRA, Marco A. Teorias de Aprendizagem. São Paulo, Gen.E.P.U. 2015.
MINURA, Aparecida, et.al. Atividades Experimentais Simples Envolvendo
Adsorção sobre Carvão. Revista Química Nova na Escola. 2010.
http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc32_1/10-EEQ-2209.pdf (Acesso em:
21/03/16).
PAIVA, Géssica R.R.et al. Eficiência Bactericida e Caraterização De Carvão
Ativado Impregnado Com Metais Em Filtros Domésticos.Unicesumar.2014.
http://www.cesumar.br/prppge/pesquisa/mostras/sete_mostra/gessica_roberta_
rodrigues_paiva_2.pdf (Acesso em 29/07/16)
PARÂMETROS, Curriculares Nacionais.Ciências Naturais. Terceiro e quarto
ciclos do Ensino Fundamental. Brasília,MEC/ Secretaria de Educação
Fundamental, 1997.
PAWLOWSKI, Alda M. SÁ, Eduardo L. et al. Experimentos de Química Geral
.Departamento de Química da Universidade Federal do Paraná.1996.( Acesso
em: 30/09/2016).
http://www.quimica.ufpr.br/edulsa/cq031/ExperimentosdeQuimicaGeral.pdf
POZEBON,Simone.LOPES, Anemari. R.L.V .Grandezas Medidas:Surgimento
Histórico e Contextualização Curricular.Ulbra. Canoas. Rio Grande do Sul.
http://www.conferencias.ulbra.br/index.php/ciem/vi/paper/viewFile/971/908
RIBEIRO, Elaine M.F.et al. As Questões Ambientais e a Química dos
Sabões e Detergentes. Revista Química Nova na Escola. V.32.nº 3. Agosto
2010.(Acesso em: 09/10/16).
SOUSA, Geancarlo S. Aulas Práticas de Química Geral Experimental. ATE
Faculdade Santo Agostinho. Associação Teresinense de Ensino. (Acesso em:
10/10/2016)
UNIBRASIL, Centro Universitário. Normas de Segurança em Laboratório
Escola de Saúde. http://www.unibrasil.com.br/detalhe_categoria.asp?id=832
(Acesso em: 21/09/16)
Vídeos:
Escola Interativa:
http://www.matematica.seed.pr.gov.br/modules/video/showVideo.php?video=73
68 (Acesso: 28/07/16).
Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=PAOvj25Jrug (Acesso em:
12/08/16)

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