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MARQUISES

1
Fonte: Internet.

Fonte: Internet.
ROTEIRO

- Vão livre, Vão teórico e classificação das lajes;


- Vinculação;
- Espessura, cobrimentos mínimos e pré-dimensionamento;
- Esforços;
Ações;
Reações de apoio;
Momentos fletores;
Compatibilização de momentos;
- Dimensionamento das barras de aço das armaduras;
- Detalhamento das armaduras;
- Verificação da força cortante;
- Verificação dos Estados Limites de Serviço.

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VÃO EFETIVO

 ef   0  a1  a2
t1
a1  2
0,3  h
t2
a2  2
0,3  h

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COBRIMENTO MÍNIMO

5
ESQUEMAS ESTÁTICOS
ESQUEMAS ESTÁTICOS
ESQUEMAS ESTÁTICOS
ESQUEMAS ESTÁTICOS
ESQUEMAS ESTÁTICOS
ESQUEMAS ESTÁTICOS
ESQUEMAS ESTÁTICOS
ESQUEMAS ESTÁTICOS
ESQUEMAS ESTÁTICOS
ESQUEMAS ESTÁTICOS
ESQUEMAS ESTÁTICOS
ESQUEMAS ESTÁTICOS
ESQUEMAS ESTÁTICOS
ESQUEMAS ESTÁTICOS
ESQUEMAS ESTÁTICOS
AÇÕES

Ações a considerar em parapeitos e


balcões.
NBR 6120:1980 ( item 2.2.1.5)

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REAÇÃO DE APOIO

As reações de apoio nas lajes são calculadas utilizando o critério de


CHARNEIRAS PLÁSTICAS.
Utilizam-se os critérios prescritos na NBR 6118:2014, item 14.7.6.1.

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REAÇÃO DE APOIO

Exemplo

23
REAÇÃO DE APOIO

Cálculo mediante tabelas

24
REAÇÃO DE APOIO

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MOMENTO FLETOR

Os esforços solicitantes em lajes maciças são determinados por meio


da teoria de Kirchchoff [ver Timoshenko (1970)]. h
2
v x   dz
h
2
h
2
v y   dz
h
2
h
2
m x   σ x  z  dz
h
2
h
2
m y   σ y  z  dz
Esforços solicitantes em um elemento de placa. h
2
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MOMENTO FLETOR

Fazendo o equilíbrio das forças verticais e, das condições de equilíbrio


de momentos fletores em torno do eixo x e eixo y, resulta:

 v x   v y 
      p
 
 x   y 
 m y   m xy  Equação de Lagrange
vy    
 y   x 
     4  4
 4 
p
 w  2 w w 
 4 
 m x   m xy    4x  x   y  y  D
2 2
v x       
 
 x   y  E  h3
D
m
2 m
2
m
2

12  1  υ 2 
 2   p
x xy y

 2x x  y  2y
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MOMENTO FLETOR

Aplicando as condições de contorno na laje, tem-se:


a. Borda engastada – deslocamento vertical e a rotação são nulos:

w 0
w
0
x
b. Borda simplesmente apoiada – deslocamento vertical e o momento
fletor são nulos:

w 0
 2  2 
m x  D   w2  υ  w2 
 x y 
 
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MOMENTO FLETOR

c. Borda livre – o momento fletor e a reação nas bordas são nulos:

mx  0
m
2

vx  0
xy

y

Obtida a função w, os esforços solicitantes são calculados pelas equações


anteriores.
O método de integração da Equação de Lagrange só pode ser aplicado a
alguns poucos casos de formas de placas e condições de contorno. Uma
alternativa pode ser a utilização do método das Diferenças Finitas para a
integração numérica, conduzindo a resolução de um sistema de equações
lineares.
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MOMENTO FLETOR

Estes métodos, foram utilizados para a obtenção das Tabelas de Bares.


Também pode-se recorrer ao método dos elementos finitos, elementos de
contorno ou analogia de grelha.
Para o cálculo de momentos fletores por meio de tabelas, utilizam-se as
tabelas elaboradas por Pinheiro (1993).

 2x
m  μ  g  q 
100

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MOMENTO FLETOR

Momentos fletores e armaduras. Momentos fletores e armaduras.

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DIMENSIONAMENTO
DIMENSIONAMENTO

TABELA 19.1
NBR 6118:2014
DIMENSIONAMENTO

Armaduras principais Espaçamentos


máximos e mínimos

Smáx ≤ 2. h
ou
Smáx ≤ 20 cm
S máx
 ≤ h/8

Armadura secundárias
Smáx ≤ 33 cm

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ARMADURAS INFERIORES E SUPERIORES
DETALHAMENTO

Armaduras inferiores. Armaduras superiores.

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Armadura de lajes maciças.
36
ARMADURAS INFERIORES E SUPERIORES
DETALHAMENTO

Recomendações da NBR 6118:2014, item 19.3.3.2.


FORÇA CORTANTE EM LAJES

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FORÇA CORTANTE EM LAJES

39
FORÇA CORTANTE EM LAJES

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ESTADOS LIMITES DE SERVIÇO

Relembrando:
O dimensionamento de uma seção transversal qualquer é feito na
iminência da ruptura, ou seja, no Estado Limite Último – E.L.U.

É preciso garantir condições de uso e segurança da estrutura, para


isto, faz-se necessário verificações das estrutura em serviço, ou seja,
verificar os Estado Limites de Serviço – E.L.S.
-Estado Limite de deformação excessiva – ELS-DEF;
-Estado Limite de formação das fissuras – ELS-F;
-Estado Limite de abertura das fissuras – ELS-W.

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ESTADOS LIMITES DE SERVIÇO

Estruturas em serviço  Estádio I e parcialmente no Estádio II  Mr


(item 17.3 – NBR 6118:2003)

  fdt  Ic  = 1,2 para seções T ou duplo T;


Mr 
yt  = 1,5 para seções retangulares.

, fator de correlação entre a resistência à tração na flexão e a resistência à


tração direta;
yt, distância entre o centro de gravidade da seção e a fibra mais afastada;
Ic, inércia da seção bruta de concreto;
fct, resistência a tração direta do concreto [ELS-F  fctk,inf, e ELS-DEF  fct,m]

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HOMOGENEIZAÇÃO DA SEÇÃO
TRANSVERAL

Concreto armado = concreto + aço + aderência

 Es 
A  As   e   e 
*
c

 Ec 

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HOMOGENEIZAÇÃO DA SEÇÃO
TRANSVERAL

Estádio I e II

Estádio I Estádio II

44
HOMOGENEIZAÇÃO DA SEÇÃO
TRANSVERAL

Estádio I

45
HOMOGENEIZAÇÃO DA SEÇÃO
TRANSVERAL

Estádio II

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ELS-F

Estado Limite de formação de fissuras – EFS-F


fct = fctk,inf;
Combinação rara de serviço;
Mr comparado com Md,ser

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ELS-F

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ELS-DEF

Estado Limite de deformação excessiva – ELS-DEF


fct = fctm  Mr
Combinação quase permanente;
e = Es/Ecs  Mr
Ma, momento na seção crítica

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ELS-DEF

Estado Limite de deformação excessiva – ELS-DEF


Flecha diferida – ações de longa duração

af  ai   f Flecha adicional diferida

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ELS-DEF

at  ai  1   f  Flecha total

Flecha total = flecha inicial + flecha diferida

51
ELS-DEF
Valores limites
NBR 6118:2014.

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ELS-F

Estado Limite de formação de fissuras – EFS-W


Combinação freqüente de serviço;
e = 15
fctm

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ELS-F

Estado Limite de formação de fissuras – EFS-W

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ELS-F
Valores limites
NBR 6118:2014.

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