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UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO - PPGAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO


PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU – MESTRADO EM ATENÇÃO À SAÚDE

Implicações do estado nutricional na manutenção da massa

muscular e prevenção à sarcopenia em idosos

Márlon Martins Moreira


Nutricionista Mestrando em Atenção à Saúde
Prof. Departamento de Nutrição - UFTM
moreira.marlon@hotmail.com
CRN 17117
Uberaba, 08 de Agosto de 2017 1
SUMÁRIO

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 Envelhecimento;  Intervenção alimentar/
 Avaliação nutricional; hábitos;
 Sarcopenia;  Prática.

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http://blog.acelerato.com/wp-content/uploads/2015/03/checklist.png
INTRODUÇÃO

A Organização Mundial da Saúde (OMS) define que a formação e a adoção

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dos hábitos saudáveis deve ser estimulada desde a infância.

A alimentação equilibrada e
balanceada é um dos fatores
fundamentais para o bom
desenvolvimento e crescimento
da criança.

PROENÇA (2010)

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INTRODUÇÃO

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• Acúmulo de danos celulares e moleculares
Envelhecer

• Agravos acometidos por doenças (Câncer e DCNT)


Diminuição das • Declínio da capacidade intrínseca do indivíduo
reservas
fisiológicas

ÓBITO

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GARCIA; TAVARES; PASTORE, 2013; TEIXEIRA; MIRANDA; BAPTISTA, 2016)
INTRODUÇÃO

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Alterações fisiológicas e Internação hospitalar

Alterações Tempo de
Ônus
metabólicas internação

↑ inatividade física -> perda


de massa muscular (desuso)

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ARANGO-LOPERA et al., 2012; GARCIA; TAVARES; PASTORE, 2013; TEIXEIRA; MIRANDA; BAPTISTA, 2016
INTRODUÇÃO

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IMPACTO DA DESNUTRIÇÃO

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Efeitos primários da desnutrição
Maior susceptibilidade a quadros infecciosos
Cicatrização deficiente, úlceras de pressão
Complicações pós-operatórias
Edema
Comprometimento da barreira intestinal
Diminuição da resposta medicamentosa
Fraqueza muscular
Efeitos secundários da desnutrição
Aumento da morbi-mortalidade
Aumento do tempo de hospitalização
Convalescença prolongada (muito tempo doente)
Aumento dos custos com saúde

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(NÓBREGA et al., 1999)
IMPACTO DA DESNUTRIÇÃO

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IMPACTO DA DESNUTRIÇÃO

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Prescrição dietoterápica e acompanhamento nutricional

PROGNÓSTICO DO PACIENTE

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AVALIAÇÃO NUTRICIONAL

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Avaliação Clínica e Social

• História da doença;

• Fatores de estilo de vida;

• Situação educacional e socioeconômica;

• Estado mental/cognitivo;

• Saúde oral;

• Uso de medicamentos.

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PESO CORPORAL

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Equações para estimativa de Peso (CHUMLEA, 1985)

HOMEM = [( 0,98 X CP) + (1,16 X AJ) + (1,73 X CB) + (0,37 X PCSE) – 81,69

MULHER = [( 1,27 X CP) + (0,87 X AJ) + (0,98 X CB) + (0,4 X PCSE) – 62,35

ONDE:
CP = CIRCUNFERÊNCIA DA PANTURRILHA (cm)
AJ = ALTURA DO JOELHO (cm)
CB = CIRCUNFERÊNCIA DO BRAÇO (cm)
PCSE = PREGA CUTÂNEA SUBESCAPULAR (mm)

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PERCENTUAL DE PERDA DE PESO

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PERDA DE PESO (%) = PESO HABITUAL – PESO ATUAL X 100
PESO HABITUAL

TEMPO PERDA SIGNIFICATIVA DE PESO (%) PERDA DE PESO


SEVERA (%)
1 semana 1-2 >2
1 mês 5 >5
3 meses 7.5 > 7.5
6 meses 10 > 10

Fonte: ASPEN, 1993.

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ESTATURA

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Pode ser mensurada com um estadiômetro ou com uma fita métrica.

Envergadura do Braço;

Altura do Joelho;

Altura Recumbente.

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ESTATURA ESTIMADA

Equações para Determinar a Estatura de Americanos Idosos Brancos e

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Negros, com Idade de 60 a 80 Anos

Brancos
Homens (2,08 x altura do joelho)* + 59,01
Mulheres (1,91 x altura do joelho) - (0,17 x idade)* + 75,0

Negros
Homens (1,37 x altura do joelho) - (0,17 x idade)* + 95,79
Mulheres (1,96 x altura do joelho)* + 58,72

*Altura do joelho em cm; Idade em anos.


Fonte: WHO, 1995.
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CLASSIFICAÇÃO IMC

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IMC (kg/m2)
Classificação
OMS, 1995 NSI, 1992 (Nutrition
Screening Initiative)
Magreza severa <16,0

Magreza moderada 16,0  16,9

Magreza leve 17,0  18,4

Adequado 18,5  24,9 22 - 27


Sobrepeso I 25,0 – 29,9

Sobrepeso II 30,0 – 39,9

Sobrepeso III  40
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SARCOPENIA

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Grupo de Trabalho Europeu sobre sarcopenia em idosos
(EWGSOP ).


↓ Massa ↓ Força
Capacidade SARCOPENIA
muscular muscular
funcional

(PATEL et al., 2013)

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Massa Muscular Total (kg) = (0,244 x massa corporal) + (7,8 x
estatura) - (0,098 x idade) + (6,6 x sexo) + (etnia - 3,3).
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LEE et al. 2000; RECH et al., 2012


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COMPOSIÇÃO CORPORAL

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EMAP
Espessura do músculo adutor do polegar

Paquímetro Média
de Lange (3
mensurações)

Abdução
não 20
forçada
20
MASSA MUSCULAR

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• A partir da MMT, será calculado o Índice de
Massa Muscular = MMT / estatura².

• ≤ 5,75 kg/m²
Índice de Massa Muscular

Redução severa

> 5,75 e ≤ 6,75 kg/m²


redução moderada

> 6,75kg/m²
Sem redução

(JANSSEN; HEYMSFIELD; ROSS, 2002)


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CAPACIDADE FUNCIONAL / FORÇA MUSCULAR

Limitação de atividade

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Timed-Up-and-Go (TUG) → avaliar a mobilidade

(envolvendo manobras funcionais como: levantar-se, caminhar e sentar-se).

Força de Prenssão Manual - dinamômetro

Tabela 1 - Pontos de corte para força de preensão manual proposto por Fried et al. (2001).

Sexo IMC (kg/m²) Força de Prenssão (kgf)


Homens ≤ 24 ≤ 29
24,1 – 26 ≤ 30
26,1 – 28 ≤ 30
> 28 ≤ 32

Mulheres ≤ 23 ≤ 17 22
23,1- 26 ≤ 17.3
26,1 – 29 ≤ 18
> 29 ≤ 21 22
CLASSIFICAÇÃO DA SARCOPENIA

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• Sem sarcopenia = massa muscular + força muscular +


capacidade funcional adequadas;

• Pré-sarcopenia = massa muscular reduzida ou força


muscular reduzida + capacidade funcional adequada;

• Sarcopenia = massa muscular + força muscular +


23
capacidade funcional reduzidas;

• 23
AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA

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• Perímetro da panturrilha (PP), Perímetro do Braço
(PB) e Pregas cutâneas.

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AVALIAÇÃO SUBJETIVA GLOBAL

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Classificação

“A” – Bem nutrido

“B” Moderamente desnutrido ou com suspeita de desnutrição

“C” – Gravemente desnutrido

25
Detsky, 1987 .
25
AVALIAÇÃO SUBJETIVA GLOBAL

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Perda de peso ≥ 10% ou ↓ tecido muscular + ↓ capacidade funcional -

classificado como gravemente desnutrido (Classificação C).

Perda de peso entre 5 e 10% ou sem recuperação do peso (2 semanas) ou

↓ ingesta alimentar ou ↓moderada de tecido muscular classificado

como suspeita de desnutrição (Classificação B).

Ganho de peso nas últimas semanas, associado à melhora da


ingestão alimentar sugere recuperação do estado nutricional 26

(Classificação A).
26
AVALIAÇÃO SUBJETIVA GLOBAL

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27
AVALIAÇÃO SUBJETIVA GLOBAL

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Sinal de cacifo
AVALIAÇÃO SUBJETIVA GLOBAL

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OBESIDADE SARCOPÊNICA

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O processo de saúde é multidimensional e
multifatorial – importante sensibilidade profissional.

Fatores de
risco
modificáveis
Manter ou
reduzir a
restrição na
participação
social entre
pessoas idosas 32
Intervenção
multifatorial
32
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ASPECTOS RELEVANTES QUANTO À ALIMENTAÇÃO:

NEOFOBIA
ALIMENTAR

Alimentação carregada
Refeições em família de afetividades

Ambiente Respeitar limite de


calmo, tranquilo ingestão do idoso
e apropriado / (atentar ao pouco) /
HORÁRIOS SACIEDADE
Garantia a autonomia
(respeitar os limites e
ter paciência)

SAMPAIO et al. (2013) 33


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Preferências

Conscientizar Individualidade

Hábitos
alimentares

Histórico de
Metas
patologias

ETIOLOGIA MULTIFATORIAL – fatores associados ao indivíduo, à


família, ao ambiente
FORTES et al. (2013)
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MARIANA et al. (2014)
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NOVA PIRÂMIDE ALIMENTAR BRASILEIRA
NOVA PIRÂMIDE ALIMENTAR BRASILEIRA

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http://www.piramidealimentar.inf.br/pdf/ESTUDO_CIENTIFI
CO_PIRAMIDE_pt.pdf

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COMO ATUAR??

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• Atitude de flexibilidade;
• Equilíbrio, sem proibições (alimentação/ato social);
• Dar sugestões de quais alimentos escolher dentre aqueles
industrializados (mais ricos nutricionalmente, menor
tamanho, restrição de molhos).
• Evitar calorias vazias.

MARIANA et al. (2014) 37


O QUE COMER?

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O QUE COMER?

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Altura estimada

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18 a 60 anos:
Altura (branco/homem) = 71,85 + (1,88 x AJ)
Altura (negro/homem) = 73,42 + (1,79 x AJ)
Altura (branco/mulher) = 70,25 + (1,87 x AJ) – (0,06 x idd)
Altura (negro/mulher) = 68,10 + (1,87 x AJ) – (0,06 x Idd)

idd: idade (anos)


Fonte: CHUMLEA; ROCHE; STEINBAUGH, 1985.

Peso estimado

18 a 60 anos:
Peso (branco/homem) = (AJ x 1,19) + (CB x 3,21) – 86,82
Peso (negro/homem) = (AJ x 1,09) + (CB x 3,14) – 83,72
Peso (branco/mulher) = (AJ x 1,01) + (CB x 2,81) – 60,04
Peso (negro/mulher) = (AJ x 1,24) + (CB x 2,97) – 82,48
AJ: altura do joelho (cm)
CB: circunferência do braço (cm)
Fonte: CHUMLEA et al., 1988 42
REFERÊNCIAS

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• ARANGO-LOPERA, V. E. et al. Prevalence of sarcopenia in Mexico City. European Geriatric Medicine, v. 3,
n. 3, p. 157–160, 1 jun. 2012.
• BENEDETTI, T. R. B. et al. Reproducibility and validity of the International Physical Activity
Questionnaire (IPAQ) in elderly men. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, v. 13, n. 1, p. 11–16,
fev. 2007.
• BERTOLUCCI, P. H. F. et al. The Mini-Mental State Examination in an outpatient population: influence of
literacy. Arquivos de Neuro-Psiquiatria, v. 52, n. 1, p. 01–07, mar. 1994.
• COBÊRO, F. E. et al. A medida do músculo adutor do polegar está associada com indicadores
antropométricos de avaliação de massa magra e de massa gorda em pacientes hospitalizados. Nutrire, p.
174–182, 2012.
• FRIED, L. P. et al. Frailty in older adults: evidence for a phenotype. The Journals of Gerontology. Series A,
Biological Sciences and Medical Sciences, v. 56, n. 3, p. M146-156, mar. 2001.
• GARCIA, R. S.; TAVARES, L. R. DA C.; PASTORE, C. A. Nutritional screening in surgical patients of a teaching
hospital from Southern Brazil: the impact of nutritional risk in clinical outcomes. Einstein (São Paulo), v.
11, n. 2, p. 147–152, jun. 2013.
• JANSSEN, I.; HEYMSFIELD, S. B.; ROSS, R. Low Relative Skeletal Muscle Mass (Sarcopenia) in Older
Persons Is Associated with Functional Impairment and Physical Disability. Journal of the American 43
Geriatrics Society, v. 50, n. 5, p. 889–896, 1 maio 2002.

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REFERÊNCIAS

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• LEE, W.-J. et al. Comparisons of sarcopenia defined by IWGS and EWGSOP criteria among older people:
results from the I-Lan longitudinal aging study. Journal of the American Medical Directors Association, v. 14,
n. 7, p. 528.e1-7, jul. 2013.
• NÓBREGA, A. C. L. DA et al. Posicionamento oficial da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte e da
Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia: atividade física e saúde no idoso. Revista Brasileira de
Medicina do Esporte, v. 5, n. 6, p. 207–211, dez. 1999.
• PATEL, H. P. et al. Prevalence of sarcopenia in community-dwelling older people in the UK using the
European Working Group on Sarcopenia in Older People (EWGSOP) definition: findings from the
Hertfordshire Cohort Study (HCS). Age and Ageing, v. 42, n. 3, p. 378–384, maio 2013.
• PEREIRA, R. A. et al. Espessura do músculo adutor do polegar como preditor da força de preensão
manual nos pacientes em hemodiálise. Jornal Brasileiro de Nefrologia, v. 35, n. 3, p. 177–184, set.
2013.
• RECH, C. R. et al. Validity of anthropometric equations for the estimation of muscle mass in the elderly.
Revista Brasileira de Cineantropometria &amp; Desempenho Humano, v. 14, n. 1, p. 23–31, 2012.
• SILVA, T. A. DE A. et al. Sarcopenia associada ao envelhecimento: aspectos etiológicos e opções
terapêuticas. Revista Brasileira de Reumatologia, v. 46, n. 6, p. 391–397, dez. 2006.
• TEIXEIRA, V. P.; MIRANDA, R. C. DE; BAPTISTA, D. R. DESNUTRIÇÃO NA ADMISSÃO, PERMANÊNCIA 44
HOSPITALAR E MORTALIDADE DE PACIENTES INTERNADOS EM UM HOSPITAL TERCIÁRIO. DEMETRA:
Alimentação, Nutrição & Saúde, v. 11, n. 1, p. 239–251, 12 fev. 2016. 44
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