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Segundo ARISTOTS analítico

LIVRO I

< TEORIA DEMOSTRATION>

l. Conhecimento prévio
Todo o ensino e toda a aprendizagem pelo
pensamento 1 são produzidos a partir de um
conhecimento pré-existente.
E que é evidente e gt; para aqueles que
observam cada um desses ensinos>; de fato,
entre asciências, os matics prosseguem desta
forma, bem como cada
as outras artes. Da mesma forma, no caso dos
argumentos, tanto aqueles que <come> através
do raciocínio e aqueles que <come> por-
verificação; porque ambos fazem o ensino
atravésdoconhecimento prévio: os únicos, tendo
algo como entendido pelo acordo mútuo; os
outros, demonstrando o universal
através do fato > ser evidente o singular. Da
mesma forma, eles também convencem o
<arguments>re-anéis: bem, eles ou convencer
através de exemplos, que é < uma forma de >
verificação, ou através

1
dianoetiki. Derivado do "pensamento" da 2
didnoia, ele contrasta frecuentehly em Aristóteles com
noús "mente" ou "int-eleição", como onecessário
para ointuitivo. No entanto, não queríamos pensar
nisso por um termo demasiado específico, porque em
grego mantém sempre uma forte dose de ambiguidade.
TRATADOS DE LóGICA (ÓRGANON)

provável raciocínio , que é < uma forma de >


2

raciocínio.
O conhecimento prévio necessário é de dois
tipos: de fato, para algumas coisas é necessário
supor que há para que outros tenhamosque
3,

entender o queé indicado , para outros, 4

ambos; v.g.: para cada coisa é verdade afirmar


ou negar, < deve ser conhecido rapidamente>
que há < tal princípio > , no que diz respeito ao
trian-
rs gula, que significa tal coisa, e no que diz respeito à
unidade s, soubasea coisas, o que significa e que
existe, porque não <result> claro da mesma
forma para nós cada uma dessas coisas.
É possível saber conhecer as coisas anteriores
ecomandar o conhecimento do simultâneo, v.g.:
tudo o que acaba por ser subordinado ao
universal, a partir do qual você tem
conhecimento . < de it > . Na verdade, que tudo
20 triângulo tem ângulos equivalentes a duas retas,

era anteriormente cone;em vez disso, que


este que está dentro deum semicírculo é um
triângulo, é conhecido simultaneamente,-
verificando-o • Na verdade, o aprendizado de
6

algumas coisas é assim, e o último < termo no>


através do meio não é conhecido, ou seja: todas
as coisas que são,

2
entimema. O Cf. supra, n. 455 para o First Analytics.
3
A presunção de existência do denotado, pelo menos por
algum termo da proposição, é abertamente exposta pelo
próprio Aristóteles (veja as Introduções à Interpretação E
primeiro).
4
Isto é, a noção contida nos termos.
3
(s) Entende-se referir a um objeto sensível considerado pai-
uni.
6
apagão, da mesma raiz que epagogi. Aqui é claro que
é um "tapa" de compreensão simultânea do universal e do
singular, ou "verificar" do outro no outro (ver supra, n. 448
para o Pr. Anal., como! como TL-1, Tópicos l, n. 21, pp.
101-102).
ANALfTICOS SEGUNDOS

na verdade, singular e não <qualquer um de si


mesmos> de qualquer assunto). Deve certamente
ser dito que, antes de fazer um com- 2s liberdade
condicional ou aceitar um raciocínio, já é
conhecido em certo sentido, e em outro sentido
não. Na verdade, o que não
você sabia que se ele só existe, como você
saberia que você tem dois hérões só? Mas é
claro que você sabe assim,
Tanto quanto é universalmente conhecido,
mas não é apenas conhecido. Caso contrário, o
<posed>
no Menan bis: na verdade, ou você não vai
6

aprender nada ou você vai aprender o que você


já sabe. Bem, certamente, não devemos falar
como alguns <who> fingir resolver < es-
dificuldade > : Você sabe ou não sabe que
cada dia é mesmo? Se afirma-se, ele é
presenteado com um dia <any> que ele não
suspeita que existia, de modo que nem
<know>
que foi par • Na verdade, eles resolvê-lo, alegando
7

que não é
sabe-se que cada dia é mesmo, mas -lt;only> o
conhecido por ser um dia. No entanto, sabe-se o
que o 71b é feito e o que a demonstração foi aceita;
não aceitou a demonstração e gt; de tudo o que
se sabe ser é triângulo ou número, mas sobre
cada número e cada triângulo sem mais; Na
verdade, nenhuma posição profissionalé tomada
desta forma, por exemplo: o que você sabe é
número ou o que você sabe que é hetero,
mas sobre tudo. Mas nada impede (eu acho)
que o que 4

você aprende que é possível, de certa forma,


conhecer e, de certa forma, ignorá-lo: pelo
absurdo, não é que você saiba
pa de certa forma o que você aprende, mas você
sabe

88 e SS.
6 para PLAT-N, Mendn
7 Ou seja, um par de objetos que ele não viu não ter
visto ca,que supostamente é obrigado a cometer uma
contradição,pois por não saber que o casal,
mesmo que eleexistisse, ele não sabia, um
que era mesmo, então era falso
fortiori,
que ele sabia que cada dia é mesmo, como ele
argumentou.
TRATADOS DE LÓOICA (ÓRGANON)

que é assim, v.g.: no aspecto em que se aprende


e o mundoque éaprendido.

2. Ciência e demonstração
Acreditamos que sabemos cada coisa, mas não
do
10 so-istic, acidental, quando pensamos que sabemos o
caupor que é a coisa, que é a causa dessa coisa E
isso não pode ser de outra forma. É claro, então,
que o conhecimento é algo deste tipo: e, de fato,
<na medida em que está preocupado com aqueles
que não conhecem e aqueles que sabem, eueles
pensam que agem dessa forma, e aqueles que
conhecem agir <como que realmente!
1s ciência é simplesmente impossível para ele se comportar outrama
nera.
Então, se há também uma outra maneira de
saber, vamos vê-lomais tarde, mas também
dizemos < que consiste em > saber através da
demonstração. Eu chamo o raciocínio científico
da demonstração; e eu chamo esse cientista
20 <reasoning> em virtude de cuja posse sabemos. Se,
portanto, o conhecimento for conforme estipulado,
também é necessário que a ciência demonstrativa
se baseie em coisas verdadeiras, em primeiro
lugar, imediatas, mais conhecidas, passadas e
causais em relação à conclusão:para que os
princípios também sejamapropriados para a
demonstração. Na verdade,razão paraque
também haverá sem essas coisas, mas não
demonstração:
2s para ele não vai produzir ciência. Portanto, é
necessário que essas coisas sejam verdadeiras,
porque não é possível saber o que não é, v.g.: que
a diagonal é mensurável. E que o raciocínio > é
baseado em coisas primordiais não vistosas,
porque você não será capaz de saber < se não >,
porque você não tem nenhuma demonstração
deles: porque saberde ma nera não acidental essas
coisas que há demonstraçãoé ter sua-
demonstração. E eles têm que ser causais, mais 5
ANALITICOS SEGUNDOS

conhecido e anterior: causas porque sabemos


quando 30 sabemos a causa, e mais cedo
porqueeles são causais, e conhecido
precisamente não só porque o segundomo-
mas também para ser conhecido por existir.
8,

Agora, eles são anteriores e mais conhecidos


de duas maneiras:
é o mesmo por natureza e o acima para nós, nem o
mais conhecido e mais conhecido por não-7211 outros.
Eu chamo antes e mais conhecido para nós
para as coisas mais próximas ao sentimento, e
mais cedo e mais conhecido para o mais
distante. Os mais distantes são
os mais universais, e os mais próximos, os
singularons: e 5 todos eles se opõem uns aos
outros.
<departure> de princípios apropriados: de fato,
call-
mo para a mesma coisa em primeiro lugar. O
princípio é uma proposição imediata da
manifestação, e é emmediata a que não há
nenhuma anterior.
A proposição é uma das duas partes da afirmação
9
, <que prega > uma única coisa sobre uma coisa:

dialética que leva qualquer uma das duas <parts> ,


de-10 show que leva exclusivamente um dos
dois, pelo qual
seja verdade. A afirmação é de qualquer parte
contradição; contradição é a oposição em que
não há intermediário; parte da contradição é
a afirmação de algo sobre algo, o outro, a negação
de alguma coisa sobre alguma coisa.
Eu chamo um princípio imediato de
6
raciocínio para uma tese 15 que não pode ser
demonstrada e precisa ter <present> aquele que
vai aprender alguma coisa; o que precisa ter
<present> que vai aprender qualquer coisa
8
Referência ao conhecimento prévio de saber o
significadodos termos(cf. supra, 7lal2).
9
Ou seja, uma afirmação ou negação, que são os dois pães
em que a declaração asertorial é dividida, Cf. Sobre a
interpretação 4-S, 17a2-9.
TRATADOS DE LÓGICA (ÓRGANON)

é estimativa na verdade, algumas coisas são


10;

deste tipo: porque tendemos a dar esse nome


acima de tudo para essas coisas.
20 Que algo existe ou não existe, é uma hipótese;
sem que < emdetermination>, seria uma
definição. Na verdade, a definiçãoé uma tese:
porque a aritmética estabelece II que a
unidadeé aindivisível em quantidade; agora,
bem, <eso> não é uma hipótese: porque não é
o mesmo <say> o que é uma unidade como a
qual existe uma unidade.
2s Porque para ter certeza da coisa e saber
disso
você tem que ter <presente>o raciocínio que
chamamos de demonstração, e esse raciocínio
existe porque há aqueles coparte de, é
necessário, não só para saber de antemãomente
coisas em primeiro lugar, todos ou alguns, mas
também para conhecê-los melhor <do que a
conclusão> ; na verdadepara, o que cada coisa
é dada, é sempre dada em maior medida do
que, v.g.: o que nós amamos
JO <something> é mais amado < do que o último
> . Assim, como sabemos e estamos certos
através das primeiras coisas, também sabemos
melhor e temos todaa certeza desteúltimo,
porque através delessabemos os maistarde.
No entanto, não é possível que, das coisas que
não são conhecidas nem < em termos de them
> em uma disposição melhor do que se fosse
conhecido,
12,
seja mais certo do que aqueles que são
conhecidos. Isso acontecerá se nenhum dos
que estão convencidos ame daruma 7
demonstração tem conhecimento prévio:

IO axfoma. Ver la n. 388 a los


Anal. pr. 11 tttheuü,
de la
misma ralz que thésis.
12
Alusión a un posible conocimiento intuitivo, sin
mediación discursiva.
ANALfTICOS SEGUNDOS

é mais necessário ter certeza dos princípios, seja


paradois ou alguns, do que da conclusão.
Quem pretende possuir a ciência que é
obtidopor demonstração não só deve conhecer
melhor os princípios, e ter maior certeza deles
do que
do comprovado, mas também não deve haver nada
72b mais verdadeiro ou mais conhecido por ele do
que aqueles que se opõem a
os princípios a partir dos quais o raciocínio do
erro oposto surgirá, uma vez que é necessário
que aquele que sabe simplesmente ser imóvel
em sua convicção • 13

3. Possíveis erros na demonstração científica


Assim, como devemos saber as primeiras
coisas, parece a alguns que não há ciência, e
outras que existe, mas que há de toda a
demonstração: nenhuma das quais é verdadeira ou
necessária. Na verdade, aqueles que sabiamquenão
é possível saber em tudo argumentam que ele
remonta ao infinito, dizendo corretamente que as
coisas posteriores não são conhecidas pelos
anteriores, se não há algumas primeirascoisas em
relação a eles: pois é impossível voltar ao-
infinito. E se for conhecido e há princípios, eles são
incognoscíveis se não houver demonstração deles, o
que eles dizemser precisamente o únicosabe;
agora, se não
é possível saber as primeiras coisas, nem é possível
saber simples ou fundamentalmente qual < detach>
delas, mas a partir de uma hipótese:_ que 1s existem
8
essas primeiras coisas. Os outros estão de acordo-
com isso < é possível > sabe: de fato, <say> que é
apenas por demonstração, mas que nada impede que

13 ametápeiston.
TRATADOS DE LÓOICA (ÓRGANON)

há uma demonstração de tudo: pois é permitido


reduzira manifestação em um círculo e os 14
recíprocos •
Mas dizemos que nem toda a ciência é
demonstrada
20 tiva, mas a de coisas imediatas é indemonstrável
(e é claro que isso é necessário: pois se você
precisa saber as coisas antes e aquelas
das quais<part> demonstração, em algum
momento as coisas devem ser conhecidas
imediatamente, e estes serão necessariamente
indemonstráveis). Assim, dizemos < que eles são
> essas coisas, e que não há apenas ciência, mas
também algum princípio da ciência, pelo qual
sabemos o
25 Termos. E é claro que é impossível simplesmente
demonstrar em um círculo, como a demonstração
deve ser baseada em coisas anteriores E mais
conhecido; na verdade, é imposivocê vai querer
que as mesmas coisas sejam ambos anteriores E
Postarvocê vai para as mesmas coisas, a menos
que o contrário, v.g.: os sobre nós E os outros
sem mais , como o cheque é conhecido por <uma
15

coisa> .
30 Mas se fosse assim, o conhecimento não seria bem definido,
mas <que seria > duplo; ou simplesmente,não é
simplesmente ooutro, o que é formado a partir
das coisas mais conhecidas para nós.
Agora, aqueles que. dizem que a
manifestação está num círculo não só o que lhes
é dito, mas dizem-lhes nada mais do que: isto é,
se isto é; mas isso é fácil de provar tudo. É claro
que isso acontece se
35 três termos são definidos. Na verdade, não há 9

diferençaentre dizer que o círculo é


formado por muitascoisas e dizer que ele é
formado por alguns, ou mesmo dois < just >.
Na verdade, quando existe um já existente
14 Cf.Anal. pr. 11 5-7.
15
Referencia a la anterioridad «por naturaleza» y la
anterioridad «para nosotros» (ver supra, cap. 2, 7lb34-
72a5).
ANALfTICOS SEGUNDOS

necessariamente B e, se isso, C, <then> quando


existirá A existirá C. Portanto, se houver
necessidade de um A
B e, uma vez que isso existe, A (porque isso foi
<try> em 4-73• ele), colocar A em vez de C. Então,
para dizer isso quando exis-
tir B existe Há A que há C, e isso, por sua vez, que
porque há um C; agora, C é o mesmo que A.
Assim, aqueles que afirmam que a
manifestação está em um círculo não vêm a
dizer mais nada, mas que por A existente
há A. Mas isso é fácil de provar tudo.
Mas, na realidade, mesmo que não é
possível, a menos que seja nessas coisas que
seguem uns aos outros, como propios • Então, 16

se há apenas uma coisa, foi demonstrado que


nunca é necessário que haja uma coisa (eu
chamo uma coisa
que nem colocando um único termo nem uma
única tese < outra coisa é necessária>), por outro
lado, de dois primeiros, mesmo mínimo, portanto
se encaixa < que outro co-10 sa > é necessário, uma
vez que <so> já é fundamentado. Se, então, A
ainda é
(a) B e C, e estes seguem uns aos outros, além
de seguir A, é, portanto, permitido para eles
demonstrar na primeira figura todas as coisas
que
eles são executados, como foi mostrado no
<books> entãoo raciocínio bre. E também foi
demonstrado que, nas outras figuras, o raciocínio
não é formado, ou não tão- 15 bre o aceito
<propositions>. Mas as coisas que
eles não pregam uns aos outros não é possível de 1
0
forma alguma
não mostrá-los em um círculo, por isso, porque as
coisas desse tipo são escassos nasmanifestações, é
17

claro que é vaidoso e impossível dizer que a


manifestação é recíproca e que é permitido provar
tudo através de 20 ela.

16 Elatributo propio es aquel que, sin ser esencial, es


exclusivo del sujeto e intercambiable con él (ver TL-1,
Tópicos 1 5, págs. 96-97). 17 Las recíprocas.
115. - 21
TRATADOS DE LÓGICA (ÓRGANON)

4. Definição de 'sobre tudo', 'como tal' e


'universal'
Como é impossível para o que é a ciência
se comportar de outra forma, o que é conhecido
de acordo com a ciência demonstrativa será
necessário; e é uma demonstração que temos
para ter uma demonstração. Portanto, a
demonstração é uma razão...
2s namiento de coisas necessárias. Portanto, você tem
que olhar para qual e que tipo <are > as coisas em
que as manifestações são baseadas. Primeiro
vamos distinguiro que chamamos sobre tudo e
em si mesmo e universal.
Então eu chamo sobre tudo o que não
está nocaso <yeah> e em alguns casos não,
não às vezes <yeah>
10 às vezes não, v.g.: se Animal <você diz> sobre cada
homem, se é verdade dizer que este é um homem,
também é verdade dizer que ele é animal, e se é
para verpai> agora, assim é o outro, e se em cada
linha há <alarma> ponto, o mesmo. Uma dica 18
<a partir daí>: en efecquando somos interrogados
sobre cada <caso>, levantamos as objeções como
esta: se <será isso> em qualquer caso, não ou se
alguma vez não.
35 Todas as coisas são em si dadas em que é 19,

v.g.: a linha no triângulo e o ponto na linha


(porque a entidade dessas coisas é
<constituted> deles e aqueles que são dadas
dentro da declaração que diz o que é <each>);
também todos aqueles que são dadas dentro da
declaração que indica o que é < each> daqueles
dados neles, v.g.: também todos aqueles que
são dados dentro da declaração que indica o
que é < cada um um > do qual são dadas neles,
v.g.:
40 dar na linha, e no número o estranho e até
mesmo, e o 73b primeiro e composto, e o
quadrado eo oblongo; e sobre todas essas coisas,
dentro da declaração que diz

18 sémeion, lit.: «signo».


19 En la esencia de algo. Ver TL-1, Tópicos I S, n. IS,
pág. 97. 11
ANALÍTICOS SEGUNDOS

o que é <each>, eles são dadas, há a linha E aqui


o núMera. Da mesma forma, eu também digo
em outros casos que essas coisas acontecem em
si mesmos em cada coisa; em vez disso, todos
os que não ocorrem de qualquer maneira <Eu os
chamo> Acidentes. v.g.: V.g.: V.g.: V. Músico o
Branco s Em Animal.
Além disso, <é em si> o que não é dito de
qualquer outro cara, v.g.: o que anda, sendo
outra coisa, é walker , E assim é branco; em
20

vez disso, o entiPai E todas as coisas que


significam um Este. são precisosmente o que
eles são sem ser outra coisa. Então, as coisas
que não <<a.o.) são chamadas sobre eles
Próprio E os que <say>a a um assunto,
Acidentes.
E, no entanto, caso contrário, <es> se o que é
dado por 10 auto em cada coisa, eo que não se dá
é um acidente, v.g.: se, enquanto um estava
andando, relampa gue, é um acidente: porquenão
tremeu porque um andou, mas dizemos que
coincidiu 21 < com o outro >. Por outro lado, se <
é dado por si só, é em si, v.g.: seele morreu na
fenda, ele também morreu nadesintegração,
porque ele morreu de ser cortado, mas não co-
celled por <simply> ele morreu quando cortado.
Portanto, no caso das coisas conhecidas
simplesmente, as coisas que são ditas a si
mesmas comosão dadas dentro dopré-
ordenado ou em que os predicados são dadas
neles são por si mesmos e por necessidade. Na
verdade, não é adadmissionque eles não
simplesmente dar ou que o oposto,
1
2
20
Aun siendo un accidente, caminante se atribuirá «en
sí» a algo que camine.
21 synébl, del verbo symbafno, lit.: «ir juntos». Del
participio de ese verbo sale el término symbebikós, que
podría traducirse, pues, por «coincidente»; aunque la
suficiente trasparencia y extensión de uso de «accidente»
nos permiten aquí mantener el término tradicional.
TRATADOS DE LÓOICA (ÓRGANON)

20 v.g.: na linha reta ou curva, e no número ímpar e


até mesmo. Caso contrário, ou é uma privação,
ou é uma contradição dentro do mesmo sexo,
v.g.: o par não é o não-ímpar em números,
assim que você segue <o outro> . Então, se
você necessariamente tem que afirmar ou negar,
as coisas que são elas mesmas também serão
necessariamente dadas.
25 Então, desta forma, a coisa toda se
distingue
e o próprio.
E eu chamo universal para o que é dado
em cada um em si e como tal • Portanto, é
22

evidente que todos os verals unisão


dadas por necessidadenas coisas. Dentro e
ao redor e em
30 Como tal são os mesmos, v.g.: o ponto e a
direita são dados na linha própria (na verdade,
eles são dados nele como uma linha), e também
os dois em linha reta no triângulo como um
triângulo (na verdade, o triângulo é em si igual a
dois retos). Universal é dado quando
demonstrado em um <subject> qualquer e
primeiro • V.g.: ter dois
23

22
Esta é a definição aristotélica mais acabada de
"universal": o que não é apenas dado em cada indivíduo da
espécie que ele designa (um fato cujo conhecimento
puramente empírico seria impossível, porque a série de
indivíduos é indefiance), mas é de tal
naturezaque énecessário dar neles, de modo
que a certeza de nossa afirmação de um processo
infinito de observações empíricasseja dependida já-
não, mas na claridade própria (kath 'lated) do conceito
1
como tal (hey auto). A contrapartida desta
3
certeza é o seu âmbito restrito aos atributos essenciais
do sujeito em causa: e à queda acidental dentro de uma
divisão do género a que o sujeito pertence (por exemplo:
escada ao triângulo) ou ligada ao sujeito por-
causa-efeito.
23 Significa: o predicado é: dá universalmente quando é:
dá em nenhuma matéria que assunto dentro do mesmo sexo
e quando, além disso, esse gênero é c:l primeiro, o mais
"genérico" de: aqueles que englobam todos os assuntos c:n
pergunta.
ANALITICOS SEGUNDOS

reta não é universal para a figura (embora seja


possívelmostrar sobre uma figura que tem
doisalisões, mas 35 não sobre qualquer figura, e
aquele que demonstra
não usa nenhuma figura: pois o quadrado é uma
figura, mas não tem o equivalente a dois retos);
os isosceles, por outro lado, tem, seja ele qual
for, o equivalente
dois em linha reta, embora não seja o primeiro, mas
é mais cedo
o triângulo. Portanto, na primeira coisa que é
descrita,
tre que, o que quer que seja, tem duas retas, ou
qualquer outro 40 <predicate > , está no que, como
primeiro, é dado univer- 74 sal < que predicate > , ea
demonstração do que é
em si mesmo universal, mas o de outras coisas não
é, em outros
modo, em si; e não é universal <about> dos
isosceles, mas sobre algo mais amplo • 24

5. Erros na universalidade da demonstração


Não perca de vista que muitas vezes estão endo
mal
e o que é demonstrado como primeiro e universal
não é dado na medida em que parece ser
mostrado para ser universal
E primeiro. Cometemos esse erro quando ou
não écapaz de levar nada maior do que o
singular ou é, mas é algo sem nome, no caso
25;

de coisas diferentes em espécie ou acontece


26;

que a coisa toda sobre o


1
4
24
No es propiamente universal la demostración de que el
isósceles tiene dos rectos, sino la de que tiene dos rectos el
género, más amplio, de los triángulos.
25
Es decir, cuando no se puede predicar un auténtico
género acerca de sus especies (lo que aquí llama Aristóteles
«singular», katñ'hékaston, y que no hay que entender en
sentido estricto, como «individuos»).
26 Se refiere al caso de que varias especies diferentes se
puedan concebir como incluidas en un género
inmediatamente superior, pero no exista nombre para
designar a éste último. (Un ejemplo, un tanto artificioso,
sería el de los mancos y los cojos, caracterizados en común
por
TRATADOS DE LÓOICA (ÓRGANON)

10 Isso é demonstrado: para a demonstração será


dada sobre as coisas particulares, e será sobre
cada um, mas, no entanto, a demonstração
não será deste como primeiro e universal. Eu
digo que há > demonstração deste como
primeiro como tal, quando é demonstração de
algo em primeiro lugar e universal. Se, então,
alguém provar que as linhas não são
encontradas, pode parecer que é a
demonstração disso porque é para todas as
linhas.
1s Mas não é, se não é verdade > que eles se
tornam iguais a ele precisamente dessa forma,
mas eles são os mesmos de qualquer outra
forma • E se não houvesse mais
27

triângulo do que os issceles, parece que há


28
assim que isosce-los. E o que o
proporcional também é dado em ordem
alternativa, como números e como números e
sólidos e em quanto tempo, como
demonstrado por
20 Separados na ocasião, seria permitido
demonstrar isso sobre tudo com uma
única demonstração mas porque não é
29;

possível dar um nome único a todas essas


coisas, nú-

la falta de una extremidad, pero sin ningún término en


castellano para designar ese género común como género
inmediato superior: «mutilado» serla demasiado
genérico, pues incluiría también a los que carecen de
partes del cuerpo distintas de las extremidades.)
27 La supuesta demostración aludida resulta totalmente
elíptica en el texto. Podría tratarse, como sugiere Tricot 1
siguiendo a Pacius, de una prueba a partir de la medida 5
de los ángulos formados por las rectas en cuestión con
una secante: si esos ángulos, tomados de dos en dos los
internos o los externos, suman dos rectos, se trata de
rectas paralelas. La falsa demostración consistiría en
creer que «iguales a dos rectos» quiere decir que cada
uno ha de ser recto, con lo que tendríamos una falsa
universalidad, de extensión inferior a la de la prueba real.
28 A saber, la propiedad de tener ángulos equivalentes a
dos rectos. 29 La proporcionalidad en orden alterno (ti
análogon enalláx) es la propiedad de las proporciones de
admitir la trasposición de sus términos en un cierto
orden, v.g.: a:b::c:d = a:c::b:d.
ANALITICOS SEGUNDOS

meros comprimentos-vezes-volumes, e adiando


uns dos outros
em espécie, foram tomadas separadamente. Mas
agora eu seiuniversalmente mostra, porque o que
é suposto ser dado universalmente <nessas
coisas> não foi dado assim que foinúmeros, mas
como tal coisa. Por 25 que, se alguém fosse provar
caso a caso, com um únicomostrando ou com
vários, que cada triângulo singular tem duas
retas, o equilateral, a escada e os isóceles, bem
comorado, não saberia de forma alguma que o
triângulo <equi equivale a pena> duas retas,
além da maneira esoplista, ou <que isso é dado>
no triângulo, mesmo que não haja outro triângulo
além daqueles. Bem, você não sabe - que você
tem dois rectriângulo, nem que cada triângulo
<tieit- 30 ne>, como não é pelo número: mas não
tudo Como
a espécie, mesmo que não haja nenhum que você
não sabe • 30

Então, quando não é conhecido


universalmente e quando é conhecido sem
mais JI? É claro que e stãouniversalmente
conhecidos e conhecidos; se fosse o mesmo
ser do triângulo e do equilateral, de cada um
ou de todos. Mas, se não é o meumo, mas
algo diferente, e é dado como um triângulo,
eu não
você sabe <universalmente > • Mas é < nele >
32

em 35 como triângulo ou como isoceles? E


quando é dado
sobre ele como <subject> em primeiro lugar? E o
que é uni-

JO Si sólo se conoce la propiedad como algo que se da en


cada sujeto independientemente de los otros, aunque se
conozcan todos los sujetos existentes, no se conoce la 1
propiedad como algo universalmente inherente a dichos 6
sujetos. Viceversa: bastaría saber que se da en uno solo,
pero como algo necesariamente inherente a él en virtud de
su naturaleza, para conocer universalmente.
JI Aquí «sin más» {hap/ós) equivale a «universalmente».
Jl En todo el pasaje se está suponiendo que partimos de
nuestro conocimiento de cada una de las especies de
triángulo como equivalente a dos rectos. Ese conocimiento
sólo serla automáticamente universal si el género triángulo
se redujera a una cualquiera de sus especies.
TRATADOS DE LÓOICA (ÓRGANON)

versal a demonstração? É claro que quando


você dá a ele como primeiro ao excluir < o rest
>. V.g.: no triângulo de bronze isoceles haverá
dois retos, mas também...
7411 bem, eliminando o ser de bronze e os issnaceles
sendo. Mas não e não ao excluir > figura ou
limite. Mas não são os primeiros. O que é que diz
o primeiro? Se o triângulo, e os dois straight>
também são dadas nos outros em virtude dele,
portanto, é universal a demonstração.

1. Necessidade e essencialidade das


instalações das demostraténio
sO, se a ciência demonstrativa começa a
partir de princípios
necessário (para o que ela sabe que não é
possível de outra forma), e o <predicates> eles
próprios são dadas comone cesaries nas coisas
(na verdade, alguns são dadas no que é; e com
relação aos outros, tomados como predicates
deles, são dadas no que é aquelas coisas em
que é necessário
10 Que um dos dois opostos deve ser dado), é claro que
o raciocínio demonstrativo vai começar a partir de
algumas coisas dotipo: pois tudo é o caso ou por
acidente, mas o accidentes não são necessários.
Então, ou você tem que falar assim, ou
colocando como um princípio de que a
demonstração é de coisas necessárias e, se tiver
sido demonstrado, não é possível que seja de
outrarazão, então o raciocínio deve começar a
partir das necessidades
1º. Na verdade,também é possível raciocinar a
partir de verdadeirocosas sem demonstrar,
mas não é possível raciocinar a partir de coisas
necessárias, se não for demonstrando: em efecpara,
que é <own> da demonstração. Prova de que a
demonstração é das coisas necessárias é que
mesmo as objeções para aqueles que acreditam
que estão provando
20 fazemos isso, e isso não necessariamente, já cria-
17
ANALITJCOS SEGUNDOS

que é inteiramente admissível que seja de


outra forma, quer por uma questão de
argumentação. É claro a partir destes
<considerations> , que é ingênuo que eles
acreditam que tomam os princípios bem se a
proposição é plausible e verdadeiro, por
exemplo: os sofishists < dizendo > eles sabem
o que saber
é ter ciência • Bem, a coisa plausível não é
33

para nós 2s um princípio, mas a primeira coisa


no gênero sobre o qual
demonstrado; e nem tudo o que é real é
apropriado.
Que o raciocínio deve começar a partir de
coisas necessárias também é evidente a partir
do <considerations> seseguir. Na verdade, se
aquele que não tem explicação parao porquê,
embora a demonstração é possível, ele não
tem ciência, se fosse para ocorrer de tal
forma que A era necessário em
C, mas B, o meio pelo qual é demonstrado, não
< é dado- 10 ra > por necessidade, você não
saberia o porquê. Isso não é devido ao meio:
uma vez que é permitido que não exista e, em
vez disso, a conclusão é necessária.
E, além disso, se alguém não sabe de nada
agora, mesmo que ele possui a argumentando e
que ele é preservado, eles vão mantero fato, sem
quebrar sua memória, também foi desfeito, <é
isso> ele não sabia de antemão. Bem 1s 1s 1s os
meios <término> podem ser destruídos, se não
necessários,
para que ele terá o argumento, mantendo-se
ao mesmo tempo em que o fato é preservado, e 18
ainda assim
você não vai saber, Então eu não sabia antes.
E se <elenão foi destruída, mas pode ser
destruída, a consequência seria possível e
admissível. Mas em alguns comtal é
impossível saber.
Assim, quando a conclusão é por necessidade,
nada 75- impede que os meios pelos quais foi
demonstrado de não ser
(na verdade, é possível provar, raciocinando o
que precisa-
ll Alusión a un argumento sofístico desarrollado por
PLATÓN en el Eutidemo 277b.
TRATADOS DE LÓGICA (ÓRGANON)

sario também sem partir das coisas


necessárias, bem como o verdadeiro sem
começar a partir de coisas verdadeiras); Por
outro lado
s quando o meio está fora da necessidade, assim é
a conclusão, assim como de coisas
verdadeiras você sempre provar> o
verdadeiro34 (na verdade, seja <verda)sobre B
por necessidade, e este sobre C: emtonces
também é necessário que A seja dada em C);
por outro lado, quando a conclusão não é
necessária, também não é possível que o meio
seja necessário (na verdade, é que A não é
necessariamente, e também em B, e que este
último
10 É dado em C por necessidade: então também A
será dado em C por necessidade, mas
supunha-se que não era).
Então, uma vez que se algo é conhecido
pela demonstração épré-caso que é
necessário,é claro que a demonstração-
deve ter lugar com um <term> significa
também necessário; caso contrário, não será
conhecido, não porquê ou aquilo
1s é necessário que seja, mas quer se acredite <
que é conhecido e inconscientemente se é
interpretado como necessário o desnecessário,
ou não será acreditado <even> , se sabe que <
algo é > através de meios, como se você
sabe por que e através de coisas imediatas
35

Dos acidentes que não são em si mesmos


da mesma forma que as coisas foram
definidas não há demonstração científica-
36, 1
9

Anal. pr. 11 2-4.


34 Ver
35
Lo que Aristóteles argumenta en este párrafo es que
el hecho de que unas premisas contingentes puedan dar
una conclusión necesaria no quiere decir que se trate de
una demostración propiamente dicha, para la que es
requisito saber, no sólo que la conclusión es necesaria,
sino también que no puede dejar de serlo (en otras
palabras: que lo es en virtud de la necesidad formal del
nexo silogístico).
36
Es decir, los atributos que, sin ser esenciales, tienen
algún tipo de relación necesaria con el sujeto, bien por
relacionarse como causaefecto, bien por integrar una
división en alguno de cuyos miembros ha de estar
incluido el sujeto (ver supra, cap. 4, 73a34-b24, y n. 22).
ANALÍTICOS SEGUNDOS

Vai dar em quando. Bem, não é possível provar


por necessidade a conclusãoZion; o acidente é
admissível que não deve ser: 20 porque estou
falando desse tipo de acidente. No entanto, talvez
alguém considere a dificuldade de por que há
umguntar essas coisas sobre isso, se <nesse
caso> não
não precisa ser uma conclusão na verdade,
37;

isso é innotizado de qualquer forma que


alguém, tendo afirmado <propositions>
qualquer, imediatamente indicado
a conclusão. Mas você tem que perguntar, não
porque ele surge 2s algo necessário através das
coisas pedidas, mas porque é necessário para
aquele que diz essas coisas Dizer <a conclusão>
, e realmente dizer isso se o tão propensozions>
38

são verdadeiramente dadas.


Uma vez que em cada gênero todas as coisas
que são dadas em si mesmos e como em tal
<gender> são dadas, é claro que as
manifestações científicas 30 são sobre e das
coisas que são dadas a si mesmos. Os acidentes
não são necessários, por isso não há
será necessariamente conhecido por que a
conclusão é dada, mesmo que seja sempre
dada, se não em si, v.g.: raciocíniopor sinais • 39

Na verdade, o em si não será conhecido em


Sim, você não vai mesmo saber por que (saber
por que ele está sabendo através de 35 da
causa). Portanto, é necessário que o <term>me
deudado a si mesmo no terceiro e primeiro no
meio.

2
37
Alusión al debate dialéctico: ¿por qué habría que 0
intentar que el que responde aceptara premisas no
necesarias para probar algo necesario?
38
La necesidad de la argumentación no tiene por qué
traducirse en enunciados referidos a hechos necesarios
(necesidad material), sino que basta que sea necesaria la
ilación que lleva a la conclusión (necesidad formal o
lógica).
39 Cf. Anal. pr. 11 27.
TRATADOS DE LÓGICA (ÓRGANON)

40 axiiÍmata. Cf. Anal. pr. 11 11, n. 388.


41
Los atributos en si están habitualmente dentro del
mismo género que el sujeto o viceversa.
2 Aristóteles alude a un problema consistente en encontrar la
4

pro- 21
ANALITICOS SEGUNDOS

show > a mesma coisa de uma ciência através


de outra, a menos que todas as coisas em
questão são subordinadas
para os outros, por exemplo: as questões ideais
sobre a metanfetamina geo-1s e harmônicos sobre
aritmética. Nem eles.
no caso de algo ser dado nas linhas não como
linhas ou como base com base nos próprios
princípios das ciências>, v.g.: se <você diz que> a
linha é a mais bela das linhas ou que se comporta
ao contrário da curva: porque isso não é dado como
um gênero adequado a eles, se- 20 não tão comum
<a outras coisas> .

8. Valor perene de demonstração


Se as proposições em que o raciocínio se baseia
são universais, também é claro que a conclusão de
tal demonstração também seráeterna. Portanto, das
coisas corruptíveis não há demonstraçãoou
ciência semmais, mas como sobre acciden-2s te,
porque não há sobre isso em sua totalidade, mas
às vezes e de acordo com como.
Quando há < demonstração dessas coisas > ,
é necessárioque uma das proposições ser não-
universal e passagera-passageiro,porque, sendo
assim, também será a conclusão,não universal,
porque, dos casos em que é dado,
será dado neste e não em que -, por isso não é 30
possível provar universalmente pelo raciocínio,
mas é <dado agora. Da mesma forma, as definições
são verdadeiras , desde que a definição é um prin-
43

2
porción en que hay que prolongar la arista de un hexaedro
2
para obtener otro de volumen doble, problema insoluble en
la geometría plana, que es la que propiamente se llamaba
«geometría» en la época.
43
Quiere decir, enlazando con el principio del capítulo,
que las definiciones versan también sobre verdades
perennes.
TRATADOS DE LóGICA (ÓRGANON)

princípio de demonstração, seja uma


demonstração que difere pela posição < dos
termos >, ou a deuma demonstração. Mas as
manifestações e as ciências das coisas que
acontecem com freqüência, por exemplo: do
eclipse da lua, é claro que, na medida em que
35 são <demos> de tal coisa, eles são sempre, mas na
medida em que nem sempre são, eles são par-
ticular. E, como o eclipse, o mesmo nos outros
casos.

9. Os princípios indemonstáveis da
demonstração
Como é evidente que não há nenhuma
maneira de provar a coisa senão é de seus
próprios princípios <> , se o que é mostrado é
dado como tal, não é possível saber que < caso
contrário > , mesmo que seja demonstrado a
partir de sua própria
40 coisas verdadeiras, indefificíveis e imediatas. Na
verdade, é assim possível demonstrar, como
Brisón, a quadrature < do círculo > • Bem, 44

esses argumentos demonstram de


acordo com algo commun, que também será
dado em outra coisa: é por isso que os
argumentos também podem ser aplicados a
outras coisas
76que não são do mesmo sexo. Portanto, não se
sabeque eu soutanto, mas por acidente: caso
contrário demostration também não se aplicaria
a outro gênero.
Sabemos tudo, não por acaso, quando o co-
não sabemos mais em virtude do que é dado, a 2
partir de seus princípios como tal, v.g.: ter 3
<angles> equivalente a duas retas, no que diz
respeito ao que é dito em si mesmo, a partir de
seus princípios <own> . Assim, se isso também
ocorrer em si mesmo no que é dado,
necessariamente o meio estará dentro do

44
Brisón, matemático de Mégara, que pretendió
demostrar la cuadratura del círculo mediante principios
matemáticos verdaderos, pero mal aplicados.
ANALÍTICOS SEGUNDOS

conjunto de coisas do mesmo gênero. Se não, só


é possível < em cases > tais como questões
harmônicas através
de aritmética. Coisas assim são demonstradas pelo
10 da mesma forma , embora haja alguma diferença:
45

na verdadepara, el Que 46 <é próprio> de outra


ciência (porque o gênero <del>sujeito é diferente),
por outro lado, o Porque "es per per "es per per
perda ciência superior, da qual eles são<propias>
as próprias condições. Então, também a partir de
destas considerações e gt; é claro que não é
possível simplesmente provar tudo a menos que
seja a partir dos seuspróprios princípios <own> .
Mas os princípios dessas coisas têm 1s algo em
comum.
E se isso é evidente, também não é possível
demonstrar os princípios de cada coisa; Na
verdade, esses 47 seriam os princípios de todas as
coisas, e sua ciência seria a mais importante de
todas. Em efec,é mais conhecido o que é conhecido
pelas causas raiz: porque é conhecido a partir do
<princípios > 20 superior quando conhecido a
partir de causas incadem-indiciados.
Então, se for melhor e mais perfeito
também a ciência correspondente será a melhor
e mais perfeita. No entanto, a demonstração não
pode ser aplicadaa outro gênero a menos que,
48,

como já foi dito, o

45
Se refiere a los casos análogos al de la armonía respecto
de la aritmética.
46
to hóti, es decir, el hecho que se demuestra, la conclusión.
47
Se refiere Aristóteles, con ese simple pronombre, a los
principios de los que debería partir la ciencia que intentara
demostrar, a su vez, los principios de cada ciencia 2
4
particular.
48
En otras palabras, no parece que pueda haber ciencia
universal, ya que, para que la hubiera, habríamos de contar
con unos principios demostrativos comunes a todo, lo cual
se ha demostrado imposible en párrafos anteriores, al probar
la mutua exclusión de los géneros y, por ende, de los
principios demostrativos pertinentes, que deben estar conte-
TRATADOS DE LÓGICA (ÓRGANON)

para
Os princípios e gt, geométricos
questões mecânicas ou econômicas, e
artimtics a harmônicos.
É difícil saber se você sabe ou não. Na
verdade, é difícil saber se sabemos pelos
princípios <own> de cada coisa ou não: que é
precisamente o conhecimento. Acreditamos que,
se tivermos raciocínio baseado em algumas
coisas reais e inicialmente, sabemos. Mas não
é isso, se...
10 não que o <conclusion> tem que ser do
mesmo sexo que proposições 49

10. Princípios diferentes


Eu chamo princípios, em todos os gêneros,
aqueles que não caemprovar que eles são. É,
portanto, assumido o que significavaeles definir
as primeiras coisas E derivados deles; quanto ao
<fato de> eles são, os princípios precisam ser
tomados como garantidos, E outras coisas,
demonstrá-las; v.g.: o que
35 é unidade, e o que é certo e o triângulo, e que
a unidade e a magnitude existem, devem ser
tomadas, é claro, o resto deve ser demonstrado.
Dos princípios <> usados nas ciências dos-
showurativos, alguns são típicos de cada
ciência, e outros são comuns, embora comuns
por analogia, uma vez que apenas o que está
incluído no sub-
40 para a ciência < em questão > são <principles>
possuem, por exemplo, ser uma espécie de
linha e ser hetero'; comum, por exemplo: se são
removidas se forem removidas;
2
nidos en el propio género de la cosa demostrada. Es éste 5
un tema recurrente en todo el Corpus aristotelicum.
49
pr6tois, lit.: «cosas primeras», que quedaría
demasiado vago en su traducción literal, siendo así que se
refiere obviamente a las premisas del silogismo.
'° En otras palabras, la definición de línea y la de
recto, no la linea ni lo recto sin más.
ANALÍTICOS SEGUNDOS

coisas iguais, as que permanecem são as


mesmas. E cada um deles é adequado apenas
em <su> gênero: na verdade, será o mesmo,
mesmo se você não tomar prestes a-
c, mas apenas sobre as magnitudes, e para o
número 76b na aritmética.
Também típico de uma ciência são as
coisas que < ésta > aceita como existente e
em que estuda o que
é dado neles em si, v.g.: as unidades <regarding
> aritmética, e < no que diz respeito a >
geometria, pontos e linhas. Na verdade, aceita-
se que essas coisas são e são pré-scinfully
isso. Por outro lado, o que cada uma de suas
condições em si significa, presume-se, v.g.: <
regarding>
a aritmética, o que é o estranho ou o mesmo ou o
quadrado ou
o cubo, <regarding> geometria, o que é o
irracional 51 ou estar quebrado ou inclinando;
tanto quanto < o fato de > eles são, é
demonstrado através da pergunta comum- 10
nes e das coisas já demonstradas. E e
a mesma coisa astronomia • Na verdade, todaa
52

ciênciacriminal gira em torno de três coisas,


ou seja, tudo cuja existência estabelece (e este é
o gênero a partir do qual a ciência estuda as
condições em sf), e as questões comuns-
chamadas estimativas, a partir do qual, como
primeirasperguntas, édemonstrado, eo terceiro,
as condições, 1s dos quais é assumido como
significa cada um. No entanto, no caso de
algumas ciências, nada impede
2
em algumas dessas coisas, por exemplo: não 6
<deal com > estabelecer que o gênero existe
se é evidente que ele existe (na verdade, o
número não é tão claro como
que há o frio e o quente), e não e stão a cuidar do
>
51
d/ogon, lit.: «inexpresable» o «incalculable». Se refiere
a la inconmensurabilidad de la diagonal con el lado del
cuadrado.
52
En griego, astrología, que no tiene el sentido
pseudocientffico que ha adquirido en las lenguas modernas.
115. - 22
TRATADOS DE LÓGICA (ÓROANON)

20 interpretar o que as condições significam, se eles


são claros; como< para não lidar com >
tainpoco para interpretar o que as perguntas
comuns 3, < como o > remover < partes >
5

coisas iguais, para ser conhecido, média. Mas


essas coisas não são, por exemplo: aqueles
gêneros em que se demonstra, aqueles < af
ecciones > que são demonstrados e aqueles
<estimates>mesmo dos quais é demonstrado.
O que é necessariamente e deve
necessariamente olhar como no seus próprios
não é uma hipótese ou um postulado. Na
verdade, a manifestação não se refere ao-
argumento externo, mas ao < dado na alma,
como
25 Nem o raciocínio. Pois é sempre possível opor-se
contra a argumentação externa, mas nem sempre
contra a argumentação interna. Assim, todas as
perguntas que se eu aceita sem demonstrar,
mesmo que sejamos deletable,se eleaceita-los
por olhar bom para o aluno, são coisas que
supostamente não são simplesmente, mas são
JO apenas no que diz respeito a essa questão
<concrete>; por outro lado, se o mesmo é aceito
sem qualquer <other> opinión a este respeito,
ou se háuma opinião contrária, é para ir
que énomeado. E a hipótese e o postulado
diferem nisso: na verdade, o postulado é o que
vai contra a criança opia partir do qual ele-
aprende, ou o que alguém aceita e usa sem
prová-lo, mesmo que seja demonstrável.
35 Assim, as definições não são hipóteses
54

(uma vez que não


diz-se que não existe ou não), mas que as
hipóteses

53 Léase: «las estimaciones» (axiifmata).


54 h6roi, lit.: «hitos», «demarcaciones». Ese significado
básico hace apta la palabra, tanto para designar los términos
del razonamiento (que son los puntos de referencia del
mismo), como las definiciones (que son
las delimitaciones de los conceptos). Ello no obstante,
Aristóteles emplea 27
ANALÍTICOS SEGUNDOS

estão nas proposições, por outro lado, as


definições só têm de ser compreendidas: e isso
não é uma hipótese (a menos que se diga que
ouvir é também <do> uma hipótese), mas são
todas aquelas coisas na existência que, por < o
fato de > existem, ocorre ainclusão. (Nem o
geometrer faz suposições falsas, como alguns
alegaram, dizendo que não se deve servir 40
do falso, e que o geoômetro diz coisas falsas,
dizendo que ele mede um pé que não mede um
pé, ou que é reta
a linha traçada sem que ela seja reta." O geógrafo
não con- 77' cluyes nada para o < feito de > que
tal linha é o que
ele declarou, mas as coisas que são claras através
desses pressupostos e gt). Além disso,
qualquer postulato ouhipótese é universal ou
particular, enquantoas definições não são
nenhumadelas.

11. Axiomas
Portanto, não é necessário que as
espécies ou uma certa s existam fora das
muitas coisas para que haja demonstração, mas
é necessário ser verdade dizer a mesma
coisa sobre as muitas coisas s6

con tanta o mayor frecuencia, para designar la definición,


la palabra horismás, derivada de la misma ralz de háros.
ss Quiere decir que el geómetra atribuye valores
imaginarios a las dimensiones de las figuras que maneja,
con fines puramente ilustrativodidácticos; pero no basa sus
conclusiones en los valores falsos como valores absolutos,
sino en los valores relativos, en las relaciones entre magni- 2
tudes, cuya realidad no depende de aquéllos como tales, 8
sino de sus proporciones mutuas.
S6 Critica de la teoría de las ideas separadas, atribuida a
Platón, o más bien a cienos «platónicos», Hay que notar
que la palabra etdos significa propiamente «aspecto»,
«visión objetiva» de algo, pero se suele traducir,
dependiendo del contexto, tanto por «idea» como por
«especie»
TRATADOS DE LÓGICA (ÓRGANON)

universal se não fosse <so> e se não


houvesseuni versal, haveria <term> médio,
então eu tampãocom demonstração. Portanto,
deve haver algo idêntico, não homônimo , na 57

pluralidade.
10 O facto de não ser admissível afirmar e
negar ao mesmo tempo
não toma nenhumademonstração a menos que a
58,

conclusão igualmente tiver que ser mostrada.


E é demonstradoao saber que <affirm> o
primeiro <term> sobre o meio é verdade, mas
negar que não é verdade. O meio, por outro
lado, não importa assumindo que é ou não,
como é
1s o terceiro. Na verdade, se for concedido
<something> sobre o qual é o verdadeiro
homem, mesmo que também seja verdade não-
homem, desde que < é concedido que [gt; o
homem é apenas animal e não é não-animal,
será verdade dizer que Calias - embora também
seja verdade dizer <de> no-Caliasé, no entanto,
animal e não não-animal. A causa disso é que a
primeira não é apenas dita sobre o meio,
20, mas também de algo mais 9, porque é em mais
5

coisas, de modo que, mesmo que o meio existe


como tal e como não-tal, para a conclusão que
vai dar o mesmo w_

(ésta última es palabra procedente del latín species, que


tiene el mismo significado básico que su homólogo griego).
57 Ver Categorlas 1, TL-1, págs. 29-30.
8
5 En efecto, es un principio que se da por descontado
siempre sin que haga falta explicitarlo en una demostración
corriente.
59 Por ejemplo, animal se dice, no sólo de hombre, sino
también de no-hombre (v.g.: caballo, buey, etc.),
<>O La argumentación de Aristóteles, un tanto críptica por
su concisión, es la siguiente: sólo vale la pena aplicar
explícitamente el principio de no-contradicción en las
premisas cuando la conclusión Jo exige, v.g.: para probar
que Calias es animal y no es no-animal. Para ello basta
explicitarlo en la mayor: todo hombre es animal y no es
no-animal. En la menor, y tanto en relación con el medio
como con el tercer término,
no es necesario hacerlo, porque, aunque se predicaran
conjuntamente la 29
ANALfTICOS SEGUNDOS

A única coisa que tudo < tem que ser


afirmado ou negado, leva-lo
demonstração < por redução > para o impossível,
e isso
nem sempre universalmente, mas assim que é-
adecuado, e é adequado para o gênero. Eu digo
<appropriate> para o gênero, por exemplo,
<respect> para o gênero com mais de 25 anos
que a demo se aplica, como explicado acima de
61

Toda ciência comunica uns com os outros
em virtude do comum <questions> (Eu
chamo comum aqueles que se serve,
demonstrando a partir deles, mas não aqueles
sobre os quais são demonstrados ou aqueles
que são demonstrados), e dialecticis
comunica-se com todos
< sciences> , como um < ciência que > tentou
dar 30 universalmente mostrar questões comuns,
por exemplo: que tudo <tem que ser > afirmar
ou negar, ou <lo de > o <partes> coisas iguais,
ou qualquer tipo deste tipo. Mas a dialética não
são < science> coisas definitivas de
como nem de um único gênero. Na verdade,
62,

caso contrário, eu não pediria: ao demonstrar


que não é possívelpré-arma, porque, se o
<propositions> contrarys são dadas,
o mesmo não está provado. Isso foi demonstrado
nos 35 <books> no raciocínio • 63

afirmación y la negación de cada término, la conclusión 3


sería la misma, v.g.: Calias y no-Callas (por ejemplo, 0
Argos, Bucéfalo, etc.) son hombres y no-hombres (por
ejemplo, perros, caballos). La conclusión, Ca/ias es animal
y no es no-animal, no queda alterada (aunque deja de ser la
única conclusión posible).
61 Cf. supra, caps. 7, 7Sa42, y 10, 76bl3.
62
Es decir, no versa sobre géneros bien definidos de
cosas, por lo que no es una ciencia propiamente dicha.
63
Ver Anal. prim. I 1 y II IS, 64b8ss.
TRATADOS DE LÓGICA (ÓRGANON)

12. Questionamento científico


Se for a mesma pergunta <own> de uma-
razão e a proposição < que é parte > de um
clutter64 e se em cada ciência há
proposições em que o raciocínio de cada um
é baseado, haverá umapré-arma científica
sobre as coisas de onde é
40 forma o raciocínio adequado de cada <science>
. Portanto, é claro que nem todas as perguntas
serão geométricas ou médicas, e da mesma
forma em outras <sciences>;
77b mas < será apenas geométrica > aquelas a

partir das quais uma das perguntas sobre as


quais a geometria se relaciona, ou que são
demonstradas a partir das mesmas coisas que
a geometria, como questões ópticas, é
demonstrada. Da mesma forma nos outros
<sciences> . E sobre estas questões, temos
também de estar certos
(s) de princípios geométricos e conclusões; por
outro lado, por ínfima, em princípios, o
geométrico como geoméptica não deve dar
razão; de forma semelhante nas outras
ciências. Portanto, não devemos pedir a cada
gunta prépara cadaconhecedor de uma
ciência , nem temos que pesartudo o que
65

é perguntado sobrecada coisa, mas <only>


as perguntas definidas de acordo com a
ciência <em question > • Se você discuti-
66

lo desta forma com um geomômetro em


10 Como geometria, é claro que, se algo for
demonstrado com base nessas questões, será
feito> bem. & No caso dotrario>, por outro
3
lado, é claro que a geometria não seria sequer 1
refutada, a menos que por acidente;

64 V.g.: ¿es o no es el placer el supremo bien?


65 epistémona. La traducción por «científíco», en mucha
mayor medida que la de epistiml por «ciencia», resultaría
anacrónica.
66 Es decir, las cuestiones que ya presuponen los
principios propios de esa ciencia.
ANALITICOS SEGUNDOS

aqueles não versados em geometria, não seria


possível argumentargeometria: para o argumento
errado será derramado inad. Tal significa que
também acontece com as outras ciências 1.
Uma vez que existem questões geométricas,
existem questões geométricas também? E, para
cada ciência, as perguntas, < digamos> ,
geométrica dentro de que tipo de ignorância são?
E qual é o raciocínio correspondente ao ig-
norancia, o raciocínio baseado no <propositions>
20 opostos ou o raciocínio desviado, mas dentro
da geometria, < vamos colocar, por exemplo > ,
ou aquele baseado em outra arte, v.g.: a questão
musical é uma questão ageométrica sobre
geometria, acreditando que os paralelos
são geométricas de alguma forma e ageométricas
Outro? Para esta questão é dupla, como é
também o arrítmico: em um caso é ageométrico,
porque não tem <co- 2s nascimento da geometria>
e em outro caso por ter <esse conhecimento>
erradamente : E este último ignoraparte dos
67

princípios desse tipo, é o oposto <para saber>.


Na matemática, por outro lado, o raciocínio
equivocado não é do mesmo tipo, porque o
<término>médio é sempre o dobro: pois se diz
<algo>sobre tudo isso, e ele, por sua vez, é dito
sobre outro 30 coisa na totalidade (o predicado
nunca é dito como tudo ), e essas coisas só
68

podem ser vistas com a inteLição , no entanto,


69

enquanto nas declarações isso acontece

7
6 El ejemplo del ritmo da la clave: llamamos «arrítmico»,

bien a lo que no tiene ritmo de ninguna clase, bien a lo que


3
tiene un ritmo irregular.
68
2
Referencia, un tanto ociosa, a que el predicado no ha de
llevar cuantificador (cf. Sobre la interpretacion, cap. 7,
17b12-16).
69
.• izoisei. Quiere decir que el doble sentido del término
medio no aparece expreso y sólo podemos distinguirlo en
nuestra mente.
TRATADOS DE LÓGICA (ÓRGANON)

despercebido: -É cada círculo uma figura?


(Se desenhado, é claro que é). Mas, então,
os versos épicos são uma figura? • 70

Claramente eles não são.


Nenhuma objeção deve ser levantada
contra este se o
71

1s 1s 1s posição é um teste • Na verdade, como não


72

háproposição de que não deve ser visto em


várias coisas (bem, <se não; não iria
preocupar a todos, eo raciocínio é baseado
em questões universais), é claro que a
objeção • Na verdade, as proposições e as
73

objeçõessão idênticos: porque o que é


apresentado como uma objeção pode se
tornar uma proposta, demonstrativa ou
dialéticatica.
40 Acontece, por outro lado, que alguns
falam
não raciocinou para assumir que os
conseqüentes são
11 rapidamente, como ceneo faz, por exemplo,
<saying> que o fogo <grows> em múltiplas
proporções: na verdade, o fogo cresce
rapidamente, como ele diz, e que é a parte-
profissional. Mas portanto, não há raciocínio,
mas e no caso de a proporção múltipla
seguir a proporção
s mais rápido e a relação mais rápida segue o fogo
movente • Então, às vezes não é possível
74

raciocinar

7
0 Se juega con la ambigüedad del término kjklos «circulo»,
con su doble acepción de figura geométrica y de repetición
periódica de acontecimientos, sentido, éste último, en el 3
que se aplica a la poesía épica. 71 Léase: «contra el 3
razonamiento».
72
epaktikt. de epagogl, «comprobación», según nuestra
versión. n Es decir, tampoco la objeción puede dejar de
versar sobre varias
cosas.
74
El sofisma de Ceneo, demasiado sucintamente
resumido por Aristóteles, consistía en poner los términos en
orden inverso al correcto. El orden de menor a mayor
extensión debe ser el que Aristóteles acaba de indicar: el
fuego en movimiento - crecer de la manera (en la
proporción) más rápida - crecer en proporción múltiple
(«en progresión geométrica», diríamos nosotros).
ANALÍTICOS SEGUNDOS

do <propositions> mencionado, e às vezes


ele se encaixa, mas não parece.
Se é impossível provar o verdadeiro do
falso, será fácil resolvê-lo: porque o
investimento ocorrerianecessariamente. Na
verdade, se Existe A e, como existe, tais
coisas existem, o que eu sei que existem,
v.g.:
B. Por isso, demonstrarei a partir destes queela
existe. Você pode investir principalmente em
matemática, por-10 que não tomam nada
acidental (precisamente em que eles diferemdo-
<reasons> discussões), si-
no <only> definições.
O raciocínio > não é estendido através do
deusme, mas adicionando < de extremos>, v.g.:
A 15 de B, este de C e este por sua vez de D, e
assim indefinidamente;também colateralmente,
por exemplo, A sobre
E, v.g.: há uma série de tal magnitude
ou indefinido, e que < fica > em vez de A, o
número
magnitude ímpar em vez de B, e um número
ímpar
em vez de C: então é dado A sobre C. E há
o número de tal magnitude uniforme em vez de
D, e o n-20 ro par em vez de E: então A é
dado sobre E.

13. Conhecimento do fato e causa


É diferente saber o quê e saber por que,
em primeirolugar, mente na mesma ciência,
3
e nela de duasmaneiras: uma, se o raciocínio 4
não ocorrer através de <posições pro>
imediatas (porque a primeira causa não é
tomada, 25 e a ciência de por que é de acordo
com a primeira causa);
caso contrário, se for através de
<propositions> imediatamentetas, mas não
através da causa, mas o mais conhecido
do <terms> investido. Na verdade, nada
impede que o mais conhecido dos predicados
recíprocos de ser
TRATADOS DE LÓCilCA (ÓRGANON)

às vezes o que não é causa, então a


demonstração
30 Será através dele, v.g.: que os planetas estão
próximos porquecintilam. Seja, em vez de C,
planetas, em vez de B não tiela, em vez de
estar perto. Então é verdade dizer B sobre C:
porque os planetas não piscam. Mas também
A sobre B: para o que não tibin está perto;
3S e este frisado pela verificação ou pela
percepção. Por isso, é necessário que A seja
dada em C, por isso tem sido mostrado que
os planetas estão perto. Este é, comotome, o
raciocínio, não do porquê, mas daquele
que: pois eles não estão perto porque
eles não cintilam, mas porque eles estão
perto, eles não cintilam. Mas também é
possível prová-lo um pelo outro,
40 E será a demonstração do porque; v.g.: ser
planetas C,
111b em vez de B estar perto, e A não tilysing; em
seguida, b também é dado em C e A em B,
por isso também em C é dado A. E é o
raciocínio do porquê: na verdade, a causa
raiz foi tomada. E, no entanto, quando eles
mostram que a lua é esférica através de seus
aumentos - na verdade,se o que aumenta
assim é esférico, ea lua aumenta
s <so>, é claro que é esférico-; desse mofazer,
portanto, o raciocínio do que e, emsentido
inverso domeio, do porquê: porque não é
esférico pelos aumentos, mas, porque é
esférico, é preciso que ela-
aumentos. Lua em vez de C, esférica em vez de
B, aumentar em vez de A. Por outro lado, 3
nos casos em que a mídia não é revertida e o 5
não causal é mais conhecido, o porquê é
demonstrado, mas não por quê.
Também nos casos em que a mídia é
colocada para fora < a partir das
extremidades > 7s. Também nestes, de fato, a-
exibição é do que e não do porquê: pois
não é dito
1s En la segunda y tercera figuras, en que, a diferencia de
la primera, el medio no ocupa físicamente, aunque si
lógicamente, la posición intermedia.
ANALITICOS SEGUNDOS

A causa. V.g.: -Por que você não respira a


parede? De fato, se isso fosse a causa de não
respirar, ser um animal teria que ser a causa da
respiração, por exemplo: se a negação é a causa
da não doação, a afirmação
< é > do dado, como por exemplo, se ser-
desvantagendo o quente e o frio < é a causa > de
não ser saudável, ser proporcional é saudável; de
ma-20 nera semelhante, bem como, se a
alegação <é a causa >
do dado, a negação de <é> de não dar
<proposiciones>. 76 o que acaba de ser dito
não é o caso: nem todos os animais respiram.
O raciocínio para este tipo de causa é
formado na figura do meio. V.g.: ser A
Animal em vez de B Respirar
em vez de parede C. Assim, em todos os B há A
(para 2s tudo o que respira é animal), mas não é
dado em qualquer
C, de modo que nenhum B é dado em qualquer
C: portanto
a parede não está respirando. E este tipo de causa
senta-se assemelha-se aos ditos exagerados : o 77

último é enunciar o meio indo longe demais,


como o <raciocínio > de Anacarsis, < que diz >
que entre as scythies 30 não há vaidas de
flauta, porque também não há 78 videiras •
Na mesma ciência e no estabelecimento dos
meios de comunicação são aquelas as
diferenças entre o raciocínio do porquê;
caso contrário, também difere daquele em
que cada um é considerado através de uma
ciência diferente. Essas são todas as questões
que 35 se relacionam entre si de tal forma que 3
6
uma está o

7
6 En el ejemplo que inaugura el párrafo.
77
kath • hyperboién, también «en hipérbole» o
«hiperbólico».
78
El argumento desarrollado seria que, al no haber
villas, no hay vino ni, por tanto, simposios ni, por tanto,
espectáculos a base de flautistas, que al parecer eran
complemento imprescindible de los simposios griegos a
partir de determinada época.
TRATADOS DE LÓOICA (ÓRGANON)

outros por exemplo: questões ópticas


79,

sobre geometria, mecânica em relação à


estereometria, harmônicos com relação aos
dados de aritmética e observação 80

40 em relação à astronomia. E algumas dessas


ciências são
79a quase sinmima uns com os outros, por

exemplo: astronomia <with>lamatemático e


náutico, e gaita <with> matemática e a
orelha. Na verdade, aqui o conhecimento do
que é <own> daqueles que se sentem; em vez
disso, o conocer o porquê é <own> de
matemáticos: pois eles têm as demonstrações
das causas, e muitas vezes não sabem que,
como aqueles que consideram
é universal, muitas vezes não sei algumas das
coisas singulares por falta de observação.
Tais são todos <knowledgees> que, sendo
diferentes por sua entidade, eles sãosobre espécies

81
• Na verdade, a matemática é sobre

espécies: porque eles não são sobre um


assunto; na verdade,embora as questões
geométricas são sobre um
10 assunto, não são, no entanto, sobre um assunto
em quepara tal. Assim como a ótica se
relaciona com a geometria, outra se relaciona
com ela, por exemplo: a <saber>no arco-íris:
de fato, conhecer o Que <é dono> do
fisioterapeutaCo E conhecer o Porque <é
próprio> do oftalmologista, seja sem mais,
ou de acordo com a matemática. Mas
também muas ciências não subordinadas
relacionam-se entre si dessa forma, por
exemplo: medicina à geometria: 3
1s 1s 1s saber que as feridas circulares cicatrizam 7
mais lentamente <é o próprio médico,
<saber>el Porque • pro proGeometria.
79
Subordinadas.
80phainómena, lit.: «lo que se manifiesta», «lo que
aparece», ae donde «fenómenos». La aplicación del
término en el texto a un caso restringido se debe a que los
fenómenos celestes son los fenómenos por antonomasia.
81
Es decir, de las definiciones y realidades genéricas.
ANALITICOS SEGUNDOS

14. Superioridade da primeira figura


O mais científico dos números é o primeiro.
Na verdade, as ciências matemáticas lideram as
manifestações atravésdeste, por exemplo:
aritmética e geometria e óptica
e, por assim dizer, quase todos aqueles que
realizam a pesquisa 20 Porque: bem, seja na sua
totalidade ou na maioria das vezes e na maioria dos
casos, a razãoO Porque <é feito> através dessa
figura.
Assim, por esta razão também, seria o mais
científico: porque a principal coisa sobre o
conhecimento é considerar o porquê. Além disso, a
ciência do que é 82 só é possívelobtê-loguiado
através dele. Na verdade, a figura média 25 não
forma o raciocínio predicativo, e a ciência de que
É como se fosse. <consta> de uma afirmação; e
neste último é formado, mas não universal, e o O
que é é um dos <proposições universais> porque o
homem não é um animal bípede <sólo> de certa
forma. Além disso, este primeiro valor de <10) não
requer de todo o que <otras>, Já depois que eles são
atendidos e desenvolvidos através dele, até que eles
atinjam as questões imediatas. Por conseguinte, é
evidente que o primeiro número é o mais
importante
Saber.

15. Proposições negativas imediatas


Assim como era permitido para A ser dado
em B indivisívelmente por isso também não
83,

pode ser dada. Quero dizer, dando ou não dando


indivisívelmente para o fato de > que não há J5 3
8
82
El conocimiento de la esencia, de la definición.
83
atómos, sinónimo aquí de amésos (inmediatamente) y
de protos (primeramente), para designar el carácter simple
de los principios, irreductibles a una concatenación de
términos realizada a través del término medio.
TRATADOS DE LÓGICA (ÓRGANON)

a <term> metade dessas coisas: na verdade,


não será mais possível que elasocorram ou não
aconteçam de acordo com outra coisa. Assim,
quando A ou B ou ambos são tro den de
algum conjunto,não é permitido para A,
principalmente,não serdado em B. Na
verdade, e que A está dentro do set de C.
Então, se B não é den-
40 tro do conjunto c (para um conjunto pode estar dentro de algum conjunto
e B não está nele), haverá prova por razão-
79b 79b A não é dada em B: bem, se tudo O A é dado <c,

mas <não é dado> em qualquer B, <a> não é


dado> em qualquer B. Da mesma forma também
se B está dentro de algum conjunto, v.g.: em D;
para D é dado em todos os B e A em no D, de
modo que A não será dado em
s não B através do raciocínio. Da mesma forma, ele
também irá mostrar se ambos estão dentro de
qualquerJuntos. Quem é admissível B não estar
dentro do golpejuntos, onde um é, ou mesmo se
A não está dentro do conjunto em que B é, é
evidente a partir de .de Paravocê dá aqueles
<série de termos> que não são confundidos uns
com os outros. Na verdade, se não <término>do
contiting-losaCD série é pregado a partir de
qualquer um dos
10 ninhos na série BEF, e A está dentro do conjunto H,

que é da mesma série, é claro que B não estará


em H: para a série seria confundido. Da mesma
forma, se B está dentro de algum conjunto. Mas
se nenhumdos dois está dentro dequalquer
conjunto e A não é dado em B, é necessário que,
indivisívelmente, não é dado. Na verdade, se
houver algum meio, necessariamente um ou outro
de
1s eles estarão em algum conjunto. Bem, na primeira
figura, ou no meio, haverá raciocínio. Se for,
portanto, no primeiro, B estará dentro de algum
conjunto (porque a proposta sobre isso deve ser
afirmativa); e se é no meio, qualquer um
39
ANALÍTICOS SEGUNDOS

Os termos estarão dentro de algum set> (na


verdade,
ao contrair empréstimos em relação a um ou outro
deles, o raciocínio é formado; por outro lado, se
ambos forem negativos, 20 não serão raciocínio).
Por conseguinte, é evidente que é permitido
que uma coisa, indivisívelmente, não seja dada
noutra, e já dissemos quando e como.

16. Erros decorrentes de proposições imediatas

Ignorância que não é chamada de assim pela


base de uma negação, mas de uma
disposição é, por um lado, o erro nascido do
84,

raciocínio, e isso vem de duas maneiras nas


coisas que ocorrem ou não ocorrem
principalmente-
você: de fato, ou quando você é suposto apenas dar
ou não é dado, ou quando a suposição é aceita
através do raciocínio. Assim, o erro de suposição
sim pleé simples, e o <mediated> pelo raciocínio é
múltiplo. Na verdade, suponha que A,
indivisívelmente, não dá em B: se, então, é
provado pelo raciocínio de que A
é dado em B, tendo tomado como um meio C,
um terá sido enganado através do raciocínio. É,
portanto, admissable que ambas as proposições
são falsas, eéa admissão de que um dos dois é
apenas falso. Na verdade, se nem mesmo
A é dada em nenhum dos Cs Cs em qualquer um
dos B,
e cada um dos <propositions>
ambos serão falsos. E é possível que C se
85,

compora JS de tal forma a A e 8 que não é


4
subordinado 0

84
Es decir, no la ignorancia absoluta, por simple ausencia
de conocimiento, sino la ignorancia derivada de una mala
interpretación de lo ya conocido de alguna manera.
85
Es decir, en sentido afirmativo universal, que es
exactamente el inverso del negativo universal, el más
alejado de a.
TRATADOS DE LÓGICA (ÓRGANON)

(a) A ni <ser dado universalmente em B. Na


verdade, é impossívelpara Bser dado dentro
de algum conjunto (porque foi dito que A não
foi dado principalmente nele), mas A não
precisaseruniversalmente em todas as coisas
existentes, de modo que ambos <propositions >
são falsos-
40 sas. Mas também é permitido que um seja tomado
como verdadeiro, mas não um dos dois, mas AC:
10a Para proposição CB sempre será falsa porque não é B contido em
nada; em vez disso, AC se encaixa < que é verda-
dera >, v.g.: se A é dado indivisívelmente em
ambos C e B (na verdade, quando o mesmo é
pregado principalmentede váriascoisas, nenhum
deles estará no outro). E e
não há diferença, mesmo que seja dada de forma não divisível.
Assim, o erro de <creer> que <something>
ocorre por essas razões e só assim (uma vez
que o raciocínio do dado não surgiu em
qualquer outra figura), no entanto, o erro de
<believe> que <something> não é dado ocorre
tanto na primeira figura e na figura
intermediária. Digamos,então, em primeiro
lugar, quantas maneiras ele ocorre
10 no primeiro, e o comportamento dosadereços.
É <a <a.7 erro> para falsas ambas as
proposições, por exemplo: se A é dado em c e
b indivisívelmenvocê, você, pois se for aceito
que A <não é dado> em qualquer C e C <é
dado> em todos os B, as proposições são
falsas. E também é admissível porque um dos
dois é falso, seja este
1s o que quer. Bem, AC pode ser verdade e CB falso:
AC verdade porque A não é dado em todas as
coisas existendas, e CB falso, porque é
impossível dar C em B, em que em nenhum
caso é dado A; Na verdade, <se o CB não fosse
falso>, a proposta ac não seria mais verdadeira;
20 e, ao mesmo tempo, se ambos são verdadeiros,
assim é o
41
ANALÍTICOS SEGUNDOS

conclusão será verdade. Mas também é


permitido que a Cb seja verdade se o outro é
falso, por exemplo: se B estivercontido tanto em
C quanto no A na verdade, é
86:

necessário que um dos dois últimos;> seja


subordinado ao outro,
assim, se for aceito que A não é dada em qualquer
C, a proposição será falsa. Portanto, é claro que,
tanto 25 como um dos <propositions> é falso e os
dois são falsos, o raciocínio será falso.
Na figura do meio não é permitido para
ambas asproposições ser inteiramente falsas 87;

na verdade, quando A
é dado em todos os B, não será possível tomar
qualquer coisa que em um
dos dois ocorrerá em cada caso e, no outro, não é
dado em nenhum; agora, você tem que tomar as
proposições 30 de modo que em um você dá <os
meios> e no outro
não dê, se realmente há raciocínio. Se, então,
tomado assim, e as proposições> são falsas, é
claro que, tomadas da maneira oposta, eles se
comportarão nofinal: mas isso é impossível. Por
outro lado, nada impede que cada um deles seja
falso em algum aspecto, por exemplo: se C
foi dado em alguns A e em alguns B; na verdade, se
35 é aceito que é dado em todos os A e não B,
<eles serão >false ampros proposições, mas não
inteiramente, mas em algum ace peito. E virando
os 88 primitivos de cabeçapara baixo, a mesma coisa.
Ee
é permitido que um dos dois, não importa qual, é-
falso. Na verdade, o que é dado em todos os A
também é dado em40 4
2

86
La expresión «estar contenido en ... » (efnai en toi) no
es equivalente, sino recíproca de «darse en ... » (hypárchein
toi ... ). El sujeto de ésta última es correspondiente al
predicado lógico de la proposición, mientras que el de la
primera coincide con el sujeto lógico.
87
Sobre proposiciones «falsas en algún aspecto» o
«enteramente falsas», ver Anal. pr. II 2.
88
Es decir, intercambiando la posición de las premisas
(pasando de cAmEstrEs a cEsArE).
115. - 23
TRATADOS DE LóGICA (ÓRGANON)

80b 80b B: se, então, foi aceito que C é dado em todos


os A e que não é dado em B como um todo, o
CA seria vistoe o CB, falso. E, no entanto, o
que não é dado em qualquer B, não será dado
em tudo Um: assim, se fosse dado em A, ele
também seria dado em B; mas vimos pela
primeira vez que> não foi dado.
s Se, portanto, for aceito que C é dado em todo o A,
e em nenhum B, proposição CB <será verdade
eo outro é falso. Da mesma forma, se o privado
for alterado. Na verdade, o que não é dado em
qualquer A não ocorrerá em qualquer B; se,
então, é aceito que C não é dado em A como
um todo, mas é dado em todo o B, o
10 PROPosição CA será verdade eo outro é falso. E, no entanto,

assumir que o que é dado em todos os B não é


dado em qualquer A, é falso. Na verdade, é
necessário que, se dado em todos os B, ele
também deve ser entregue dentro alguns A;
Assim, se for aceito que C é dado em todos os
B e no A, o CB será verdade e o CA será falso.
Portanto, é claro que, se eles são
1s falso tanto como se fosse apenas um, haverá
raciocínio errôneo em < o caso de >
<propositions> individual.

17. Erros decorrentes de proposições


mediadas Em < o caso de <propositions> que
são dadas de forma não indivisível, quando o
raciocínio do falso é formado através do
<term> meios apropriados, não
20 ambas as proposições podem ser falsas, mas
apenas aquelas relacionadas com a extremidade 43
superior. (Eu chamo significa apropriado
para aquele através do qual o raciocínio
dothimde é formado. Na verdade, suponha
89

que A é dada em B através do meio C. Asyou,


então, que
89
Se entiende «la contradicción de la proposición»
(aunque, en realidad, se trata, como veremos, de una
proposición contraria).
ANALITICOS SEGUNDOS

necessariamente você tem que tomar o


<proposition> CB como afirmativa
como o raciocínio é formado, é claro que sempre
será verdade: na verdade, não é revertida. Em
contraste, 25 o AC será falso: porque quando o
oposto é invertido 90 • Da mesma forma
também se o meio é retirado de outra série
<of terms>, v.g.: D, se estiver dentro do
conjunto de A e for pregado sobre tudo
B; porque é necessário que a proposição db seja
mantida
e que o outro é invertido, de modo que seja sempre
10 verdadeiro e o outro seja sempre falso. E esse
tipo de erro é quase o mesmo que o < que ocorre >
através do meio apropriado. E, se o raciocínio não
é formado através do meio apropriado, quando o
meio está subordinado a A
e não ceder em qualquer B, eles devem
necessariamente ser falsos tanto <proposiciones>.
Na verdade, o 35 premissas contrárias à forma como
<realmente" se comportam, se você quiser que haja
raciocínio;marlas como esta, ambos se tornam
falsos. V.g.: V.g.: V.g.: V. se A é dado em todo o D
e D em qualquer um dos Bs; porque quando estes
são invertidos haverá raciocínio e ambas as
proposições serão falsasSas. No entanto, quando o
meio, v.g.: D, não é

90
Eri efecto, dados dos silogismos de la l.• figura (únicos
considerados aquí por Aristóteles) de conclusiones
opuestas, una verdadera y otra falsa, la premisa menor (CB,
que siempre es afirmativa en la 1. • figura), al no poder
«invertirse respecto de la cualidad» convirtiéndose en
negativa, ha de ser verdadera tanto en el silogismo de
conclusión verdadera como en el de conclusión falsa (pues 4
ha de ser verdadera, al menos, en aquél y, como no cambia, 4
seguirá siendo verdadera en el de conclusión falsa: no vale
aquí la regla de que premisas falsas pueden dar
conclusiones verdaderas, pues aquí hay término medio
«apropiado», que funciona como tal, lo que excluye esa
posibilidad -ver Anal. pr. 11 4, 57a36-bl7 y n. 358-). Por
el contrario, la mayor (AC) ha de ser alternativamente
verdadera y falsa, para que su «inversión» de cualidad, que
es la única posible, arrastre la inversión de seando de la
conclusión.
TRATADOS DE LóGICA (ÓRGANON)

subordinado a A, AD será db verdadeiro e falso.


Na verdade, a AD é verdade porque D <vimos
que> não era dena, e DB é falso porque, se fosse
verdade, ele tambémbem, a conclusão seria:
mas < vimos isso> era falso.
s Quando o erro ocorre através do inter-
em média, não é admissível que ambas as
proposições sejamfalsas inteiramente (na
verdade, quando B é subordinado a A, não é
permitido que haja qualquer coisa que ocorra
em cada caso em um <dos extremos> e em
nenhum caso no outro, como já disse acima) 91,
mas pode ser um dos dois, e não importa qual.
Na verdade, se C é dado
10 Em A e B, e presume-se que em A é dado, e em B
não, AC será verdade, e o outro será falso. Por
sua vez, se C é suposto ser dado em B, mas não
dado em qualquer A, CB será verdade eo outro
será falso.
H Se, então, o raciocínio do erro é privado, já é
disse quando e através do qual
<proposiciones>sulo erro será o único; por
outro lado, se for afirmativa, quando ;< é pro-
duse> através do meio apropriado, é impossível
para ambos <proposiciones>ser falso: porque a
proposição <> CB deve necessariamente ser
mantida, se realmente há raciocínio, como já
disse acima.
20 Então AC será sempre falso: pois este é o que é
invertido. Da mesma forma, se o meio é retirado
de outra série, como também foi dito no caso do
erro privado:porque DB precisaser mantido
e Daestáderramada, eo erro é o mesmo de
antes. Em vez disso, quandonão ocorrer> 4
5
através do apropriado <medio>
2s se D é subordinado a A, que <proposition> deve
ser vereraeo outro éfalso: pois pode ser que A
é dado em mais coisas que não são
subordinados. Mas se D não é

1
9 Ver supra, cap. 16, 80a27.
ANALfTICOS SEGUNDOS

subordinado a A, é claro que este


<proposition> será sempre falso (como é
tomado como afirmativo), enquanto
é permitido que tanto o DB seja verdadeiro e
falso: pois nada impede A de dar em qualquer
D e 30 D para ser dada em todos os B, por
exemplo: animal na ciência e na ciência na
música. Nem, por sua vez, faz <impedir nada >
que, nem A
E stão em qualquer um dos Ds, nem ds em
nenhum dos Bs.
Assim, é claro quantas maneiras e 3S através do
que <propositions> erros podem ocorrer
raciocínio, tanto em < o caso de >imediato
<propositions> e os do <obtained> por
demonstração.

18. O sentimento, exigência de toda a ciência


Também é claro que, se algum sentido está
faltando, é necessação que também está faltando
alguma ciência, que <será>impossível adquirir.
Desde que aprendemos com compra- 40
Demonstração E demonstração <parte>of 11b 11b
questões universais, E o cheque, do partimas é
impossível contemplar 92 os universais se
não é através da verificação (uma vez que, mesmo
as coisas que são ditas a partir da abstração 93,

<only> será possível torná-los cognitivos,


verificando que em cada gênero existem cerca
de 94 e,

92
theoresai, operación simple del entendimiento, frente a
nuestro «teorizar», que es la operación más compleja, el 4
6
objetivo final del método científico.
9
3 aphairesis.
94
Género no es aquí el concepto general, que abarca esas
«cosas abstractas», sino el conjunto de individuos que se
caracterizan por poseer esos caracteres abstraídos por
nuestro entendimiento.
TRATADOS DE LÓGICA (ÓRGANON)

s se não houver separado, < verificando > cada


um como precisamente ), agora, é 95

impossívelverificar sem ter asensação. Na


verdade, o sentimento é dos singulares:
porque não pode ser adquirido <
diretamente > ciência deles; nem < pode ser
adquirido > dos universais sem verificação,
ou através da verificação sem sensação.

1. Finidade ou infinitude dos princípios


dademonstração
10 Todo o raciocínio é feito através de três
termos;
e <hay>um que é capaz de mostrar que é dado
Um em C, dando em B e isso, por sua vez, em
C; e outro. privati.vo, você tem uma das
proposições <que diz> você dá uma coisa em
outra, e outra <que diz> que não é dada. É,
portanto, manifestar isso. princípios e
chamadas
15 hipóteses são estas: na verdade, ao tomar essas
coisas como esta,agora é mostrado, por
exemplo, que A é dado em C a B e, por sua
vez, que A é dado em B através de outros
meios e que B é dado em C da mesma forma.
Portanto, é claro que aqueles que raciocinam
de acordo com a opinião e só a dialética
devem atender apenas
20 isto é: se, a partir das coisas mais plausíveis
que são admisibles, raciocínio é formado, de
modo que, se, mesmo que não haja realmente
um <term > meio entre A e B, parece haver
um, aquele que raciocinou através dele terá 4
7
raciocinado dialética; no que diz respeito à
verdade, na mudança,deve-se olhar a partir
das coisas que são dadas. As coisas são
assim: como há o que é
25 prega sobre outra coisa não por acidente - Eu

chamo

95 Es decir, como si existiera por separado.


ANALITICOS SEGUNDOS

Acidente por exemplo, o que dizemos é que


essa coisa branca é um homem, que não é o
mesmo que se eu tivesse decididoMoisés que o
homem é branco: para este é um homem não
porque é uma coisa diferente; Em vez disso,
branco <é apenas uma coisa branca> porque
coincidiu em homem que era branco, portanto,
há algumas coisas de tal tipo que pregam em si
mesmos.
Seja, então, C de tal tipo que ele já não se dá
em outra coisa 30, mas nele é dado primeiro B e
não há outro <predicate > no meio. E o mesmo, por
sua vez, E sobre Z e este em relação a B. Então, é
necessárioque isso pare ou é permitido que
ele continue para o infini? E, por sua vez, se
um não prega nada em si, mas
A é dada em F primeiro, sem 35 anteriores no
meio, e F é dado em H e este em 8, também
énecessário para que isso pare ou é
permitido para ele irembora.
Infinito? Este último difere do antigo em que o
primeiro é <preguntarse>se é permitido que,
começando com tal coisa que isso não acontece em
qualquer outro, mas dá outro nele, ele está subindo
40 indefinidamente, enquanto o outro, a partir de
96

um 12a 12a coisa como que ela prega de outro, mas a


partir dele não é pregado qualquer outro, <é> olhar
se é permitido que ele caia 97 Indefinidamente. Além
disso, é permitido que os termos intermediários
entre extremos bem definidos sejam infinitos? Eu
digo, por exemplo, que, se 5 A é dada em C e no
meio entre eles é B E há outros entre
B e A, e entre aqueles que há outros, também é
permitido para eles ir ao infinito, ou é 4
8
impossível? É
olhe para isso, bem como olhar se as manifestações

96epi to áno, hacia atributos de extensión cada


vez mayor. 91 epi to káto, hacia atributos de
extensión cada vez menor.
TRATADOS DE LÓGICA (ÓRGANON)

proceder ao infinito, e se há demonstração de


tudo ou se estas questões estão limitadas entre
si.
O mesmo é dito no caso de raciocínio e
10 posições privadas, por exemplo: se A não for
dada em nenhum B, ou < será so>
principalmente, ou haverá algumbuffer
intermediário anterior no qual não há-
<A> (v.g.:
H, para ser dado em todos os B), e, por sua vez,
em outro antes que um, v.g.: F, que fique por
todo o H. Pois nesses casos, ou as coisas acima
são infinitas em que não dá <A>, ou pára <a
série> .
1s No caso do <terms> que são invertidos, nas
seguintes maneiras,
bio, não acontece da mesma forma. Na verdade,
em predicações recíprocas não há nem um
primeiro nem um último <subject> do qual eles
são pregados: para todos <terms> se comportam
deforma semelhante a este respeito, se os
predicados sobre isso <subject> são infinitos,
como se ambos são infinitos <
20tion 98; a menos que você queira revertê-losde
uma forma que não fique no caminho
demejanizing, mas um como um acidente e o
outro como uma pregação< proper > .

20. Finitud dos termos médios


Portanto, é claro que os termos médios não
são. Parainfinito, se as pregações para baixo e
para cima parar <em algum momento> .
Chamar HsaAcima para a pregação <que vai> 4
para o mais universal, e Para baixo para o 9
<going> para o particular. Na verdade, se,
quando A foi pregado sobre Z, o infinito
2s em que vamos <colocar o símbolo> B, é claro
que seria permitido que também de A para
baixo pregaria uma coisa de outra ao infinito
98
Es decir, tanto los sujetos como los predicados.
ANALÍTICOS SEGUNDOS

(para antes de chegar z <serían>infinitas estou


intermerating-losdeus) e também de Z up <é
pregadoriu de coisas infinitas antes de chegar a
A. Então
se isso é impossível, também é impossível que haja
infini- 10 tosse <términos> entre A e Z. Na
verdade, mesmo queguia dizer que aqueles de
<a>ABZ> 99 eles são contíguos uns com os outros,
de modo que não há intermediários, enquanto os
outros não podem compreendê-los, não haveria
diferença. Bem, eu viro o <término>do B que você
toma, os estagiáriossignifica para A ou Z será
infinito ou não. < Seja qual for > o primeiro a
partir do qual <os demais>, diretamente ou não,
não há diferença: 1s 1s 1s os <i> abaixo desses são
infinitos.

21. Finitiness mídia em manifestações negativas

É claro, também no caso da manifestação


privada, que a série de termos de mídia > vai
parar,
porque, no caso da predicação, ele pára em
ambas as direções. Na verdade, suponha que
não é permitido ir até
infinito, nem do último <term> up (eu chamo last
<term> o que não é dado em qualquer outro, mas
outro é dado nele, v.g.: Z), nem do pri-lllb mer
<term> para o último (eu chamo primeiro <
termono> aquele que <é dito > sobre outro, mas
nenhum outro sobre ele). Então, se isso é <so>,
também
<a série> vai parar em caso de negação. Bem
é demonstrado de três maneiras 100 que 5
<something> não existe. 0
Na verdade, ou no que é dado C, tudo isso é
B e, no que B é dado, nada disso é s

99 Recuérdese que Aristóteles acaba de designar con la


letra B una serie infinita de intermedios entre A y Z.
100 Las tres figuras silogísticas.
TRATADOS DE LóGICA (ÓRGANON)

da A; nesse caso, é necessário chegar aperguntas


em diatas em relação ao <proposition> BC, e
sempre em relação a um dos dois intervalos
101
: para isso emtervalo < deve ser >
predicativo!". Quanto ao outro, é claro que, se
não for dado em outro <term> acima, v.g.: D,
este último deve ser dado em todos os B. E, e,
10 Se não for dado em outro <term> antes de D, que
<term> deve ser dado em todos os D. Assim,
como o processo para cima pára, o processo
para A também vai parare haverá alguns <
termino> primeiro que não dá • 103

E, no entanto, se B é dado em todos os A e


não C, A não é dado em qualquer um dos Cs. E
se, por sua vez, você tem que provar
1s 1s 1s Isso , é claro que ele será demonstrado através
104

do modo acima , ou através dele , ou o terceiro.


105 106

Assim, o primeiro já foi explicado, mas o


segundo será demonstrado <below>. Isso será
demonstrado, por exemplo: D é dado em todos
os B e no C, se necessário

1
10 diástéma: recuérdese que Aristóteles usa el término
como sinónimo de prátasis «proposición».
102
Una, al menos, de las proposiciones debe ser
afirmativa para que haya ilación, y se ha dado por supuesto
que en las proposiciones afirmativas no puede haber
infinitos medios (la demostración de ello se hará infra, cap.
22).
1 3
º En resumen: toda premisa negativa, suponiendo que
hubiera de deducirse siempre de otras, sólo podría salir de
un silogismo en el que una premisa, al menos, habría de ser
afirmativa; ahora bien, las afirmativas, supone Aristóteles,
surgen siempre de deducciones finitas; luego las negativas
obtenidas a través de ellas, también. Hasta aquí, la prueba 5
de la tesis para la primera figura. 1
04 No la conclusión, que ya lo está, sino la menor, que es
1

la negativa.
l05 Es decir, la
primera figura.
06 Es decir, la
1

segunda figura.
ANALITICOS SEGUNDOS

para dar algo em B. E, por sua vez, se esse 107 não


vai acontecer
eri C, em D será dado outra coisa que não é dada
em C. Então, 20 assim, como o dado sempre em um
<term > topo
paradas, ele também vai parar o doador não • 108

E o terceiro modo seria: se A é dado em tudo B


e C não
é dado, C não é dado em tudo o que em que A é
dado. Isso , por sua vez, será demonstrado, ou
109

através do <modois> acima, ou de forma


semelhante < modo atual> . Dessa forma, ele
certamente pára 25 <a série> ; E se
<argumentamos>dessa outra forma,
será assumido, por sua vez, que B é dado em E, em
que não
C é dado em cada caso. E isso, por sua vez, em
um todode alguma forma. E como se supõe que
a pregação > para baixo pára, é claro que ele vai
parar também
Que C não dá • 110

É claro que, mesmo que não seja demonstrado


por uma única maneira, mas por todos, às vezes
desde o primeiro 30 figura, outros do segundo ou
terceiro, por isso <preaching>também parar: para
os caminhos são limitados, E todas as coisas
limitadas, <tomadas>un nútempos limitados,
necessariamente dar um resultado limitado.
Portanto, é claro que, no caso de privação, ele
pára < a série de predicações > , se na verdade 35 pára
também na doação. E isso pára nesses casos é
evidente para aqueles que a consideram discur-
sisive da seguinte forma.
111,

5
2
107 A saber, D.
108 Argumentación exactamente paralela a la de la primera
figura
(ver supra, n. l03).
109 A saber, la premisa
CB, negativa. 110 Ver
supra, n. 103.
111 logikós, sinónimo de dialektikós.
TRATADOS DE LÓGICA (ÓRGANON)

1. Finitud dos termos em demonstraçõesdo


afir mativas
Assim, no caso das coisas que são pregadas
no que é, é claro < o que está exposto >na
verdade, seé possíveldefinir, ou se é
cogincível o que é ser , e não é necessário
112

passar por infinitos <terms> ,


necessariamente que-
13- os predicados no que é limitado. Mas, em
GeneRal, dizemos o seguinte. Ou seja, é
possível dizer com verdade que os
passeios brancos e que essa grande
coisademadeira e, por sua vez, que a
madeira é grande e que o homem anda. É
certamente diferente falar sobre isso.
s maneira ou assim. Na verdade, quando eu digo isso
lo blan lo blanco é madeira, Estou dizendo
isso. o que o ser branco concordou é com
madeira, mas não no sentido de que Branco
ser o tema de Madeira 3, Bem, algunsmente,
11

não como o que é branco 4, Nem como o que é


11

precisamente algum tipo de branco, tornou-se


uma coisa em madeira, então <a coisa branca>
não é <madera>, mas por acidente. Em vez
disso, quando eu digo isso Madeira
10 é branco, não < eu estou dizendo > que há
alguma coisa branca e que nela coincidiu
a madeira ser, v.g.: quando eu digo que o
músico é branco (porque então eu estou
dizendo que o homem em quem
concordou que é um músico é branco), mas essa
madeira é o assunto, que é o assunto, que é
5
112
3
to 11' en einai. Cf. Tópicos I 4, TL-1, n. 12, págs. 94-
95.
113
Aristóteles no empica, claro está, el término «sujeto»
en una acepción meramente gramatical, sino lógica, o más
bien metafísica, aunque el criterio para definirlo está
tomado de la forma habitual como se jerarquizan los
términos de la predicación en el enunciado (que no es,
obviamente, la de poner el adjetivo como término primario
-«sujeto»- y el sustantivo como término secundario
-«predicado»-).
114
Es decir, lo que es esencialmente blanco.
ANALITICOS SEGUNDOS

precisamente o que foi feito <white> , sem ser


nada, mas o que é precisamente de madeira ou
um certo tipo de madeira.
Então, se você tem que colocar uma regra, ele
vai pregar a conversa 1s nesta última maneira em 115;

vez disso, falar sobre esse outro ou não éde forma


alguma pregação, ou épré-dising, mas não
apenas por simplesmente pregar. E e
o predicado é como o branco, e o do que é pregado,
como madeira. Suponha então que opre-dicado é
sempre pregado, do que é simplesmente previsto,e
não acidentalmente: na verdade, é assim que 20
manifestações provar. Então, quando apenas uma
coisa
é pregado sobre uma coisa, ou é pregado em
o que é isso, ou quanto, ou sobre alguma
coisa,
ou quem faz ou sofre alguma coisa, ou onde,
ou quando • 116

Além disso, o <predicates> o que significa que


a entidade que é pré-2s cisamente tal coisa ou tipo
de 117,
em vez disso, todos aqueles que não
significam a entidade, mas são ditos sobre

115
A saber, poniendo como sujeto gramatical el sustantivo
y como predicado el adjetivo.
116
Lista incompleta de las categorías o modos de
predicación (faltan el estado y el hdbito: para la lista
completa, ver Categorías 4, TL-1, pág. 33, y Tópicos I 9,
ibid., pág. 103). Como se ve (y ya quedó claro en Tópicos I
9), la predicación de la esencia o de la entidad no se
contrapone a las demás como la predicación esencial a la
accidental -contraposición imputable a una miope
interpretación escolástica-, sino que Aristóteles reduce la
segunda a aquellos casos en que, tanto el predicado como el 5
4
sujeto, están referidos a un tercer término implícito en el
cual coinciden sin necesidad mutua alguna. Esta situación
puede -pero no tiene por qué- darse en cualquier modo de
predicación o categoría (salvo en la predicación de la
entidad); pero, viceversa, la predicación esencial puede
darse en todas las categorías.
117
Es decir, que el sujeto agota su realidad en el predicado
o en la de una especie del predicado.
TRATADOS DE LÓGICA (ÓRGANON)

de um assunto diferente de , que não é, nem


118

o que você precisaé que<preached> , nem


qualquer tipo deste, são accidentes 9, por 11

exemplo: branco sobre o homem. Para o


homem não é, nem aquele que é
precisamente branco, nem algum tipo de
branco, mas, em qualquer caso, animal: na
verdade, o
30 homens é o que é precisamente animal. Agora,
você dáas coisas que a entidade não significa
temque ser previsto sobre algum assunto
e não pode haver nenhum alvo que não
é outra coisa queé branco. Na verdade,
deixe as espéciesdarem um passeio: pois
120

são música celestial e, se existirem, elas


não estão relacionadas a essa discussão:
35 Portanto, as manifestações são sobre as coisas
dessa classe <another>
Além disso, se tal coisa não pode ser uma
qualidade de tal outra e esta, por sua vez,
dela, nem pode haver uma qualidade de
qualidade, é impossível para eles pregar uns
aosoutros dessa forma, mas é permitido dizer
<something> verdade, masnão é permitido
que eles sejam presumidos com a-
verdade • Na verdade, ou será pregado <
121

83b sujeito a predicate> como entidade, por

exemplo: como se fosse o gênero ou a


diferença do predicado. Agora, já foi
mostrado 122 que estes não podem ser
infinitos, nem hacia para baixo nem para
cima(por exemplo: o homem é bípede, e

118 Esdecir, un sujeto que no agota su realidad en la del 5


predicado. 119 Pero no «por accidente»: la equivocidad en el 5
uso del verbo symbaínein («ocurrir)), «coincídir») por parte
de Aristóteles, con expresiones como kata symbebékós y la
que figura junto a la llamada de esta nota, symbebékóta, no
debe hacernos perder de vista la distinción señalada supra,
n. 116.
1
20 Léase: «las especies separadas», es decir, las ideas
platónicas. 121 Como inversión parcial, es posible decir sin
falsedad, por ejemplo, que algo blanco es madera, pero
no en el sentido pleno en que se dice, en cambio, una
madera es blanca: no son atribuciones simétricas. 122 Ver
el principio de este mismo capítulo.
ANALÍTICOS SEGUNDOS

este 123 é animal, e isso é outra coisa; nem


animal sobre o homem e este sobre Calias, e
este sobre
de outra coisa no que é), porque qualquer
entidade deste tipo é possível defini-lo, e
pensar 124 não é possível passar
o infinito. Portanto, não é possível definir que
<entity> a partir do qual as coisas infinitas
são pregadas. Para assim...
eles não vão pregar uns aos outros como gêneros
recíprocos: então a mesma coisa seria
precisamente um de seus • Nem eles vão
tipos 125

pregar dos quais 10 < same > nem qualquer um


dos outros <preachings > ,
não por acaso: porque todos estes vão junto com
o
126
e são pregados sobre a entidade. Mas
também não serão infinitos e os termos e gt;
para cima: pois de cada coisa é pregado, ou o
que significa qual, ou como,
ou qualquer uma dessas coisas, ou o que < there
> na entidade e essas coisas são limitadas,
127;

assim como os gêneros de pregação: pois são


quais, ou quanto, ou algo, ou o que ele faz, ou
que sofre, ou onde, ou quando.
Supõe-se, então, que uma coisa é pregada
sobre uma coisa, e que as coisas que não estão
estão sendo pregadas. Em 20 efeito, todos eles
são acidentes, mas alguns estão em si1u e outros

123 Léase: «el bípedo».


124
nooúnta. Aquí se borra la oposición noein-dianoeín,
mencionada más arriba (ver supra, n. 1). 5
125 Es decir, el género se identificaría con una de sus especies. 6
126 symbébéke. No confundir con la expresión
inmediatamente anterior: kata symbebekós.
127
Es decir, las características esenciales (género, diferencia).
iu kath' hautá es lo verdaderamente opuesto a kati'J
symbebekós: se confirma, por tanto, una vez más que no es
lo mismo predicación de un accidente que predicación
accidental.
TRATADOS DE LÓOICA (ÓRGANON)

caso contrário; e dizemos que tudo isso é


pregado de um assunto, enquanto o acidente não
é um assunto: pois assumimos que nada desse
tipo é o que é dito sem ser nada mais do que o
que é dito, mas que ela diz de outro e isso sobre
os outros. Portanto
2s não será dito que uma única coisa é dada
<indefinidamente>em uma única coisa para
cima ou para baixo. Na verdade,
<elementos>eles estão na entidade de cada coisa
e acerde que os acidentes são ditos não são
infinitos ; em termos destes mesmos e dos
129

acidenteseles dican> para cima, nenhum deles


<grupos>inFinito. Portanto, é necessário que
haja alguns dos quais é previsto algum
<predicado>primeiro, e outro deste,
30 e que este <serie>parar e há algo que não é mais
pré-previsto sobre outra coisa acima ou qualquer
coisa anterior é previsto sobre isso.
Portanto, este é o que é chamado de o
primeiro modo deexibição, mas ainda há outro,
se das coisas que são pregadas outros sábios é
de que há demonstraçõeshá uma demonstração
e, no que diz respeito às coisas de que
existem
35 E se não há nada melhor do que conhecê-los, e não podemos conhecê-los
coisa é conhecida através de
sem demonstração, e se tal
tais outros e esses outros não os conhecem e não
têm nada melhor do que conhecê-los não 130,

saberemos o que é conhecido através


deles. Se, então, é possível saber algo por
demonstração sem mais

5
129 En efecto, son las notas definitorias de la entidad, que
7
no pueden ser infinitas, como ha dicho Aristóteles más
arriba (83b5-7), sin imposibilitar la definición.
110 Se entiende que no hay ningún tipo mejor de
conocimiento que el que tenemos de ellas a través del
razonamiento demostrativo (esto es: se supone que no
podemos disponer, para conocerlas, del conocimiento
intuitivo, fruto de la comprobación).
ANALfTICOS SEGUNDOS

e não de alguns <conhecimento supérfluo> ou de


hipóteses, é necessário parar <noponto> pregações
intermediárias. Na verdade, se 841 não pare, mas é
possível sempre <ir>acima do que é aceito , haverá 131

demonstração de todos
E tenente; proposições> então, se você não pode ir
ao redor
as infinitas questões de que há demonstração,
não saberemos essas questões por
demonstração. Se, então,
não temos nada melhor sobre eles do que conhecê-
los,
não será possível saber nada por manifestação sem
mais delongas, mas 5
a partir de uma hipótese.
Assim, discursivamente, teríamos certeza
do que foi dito a partir dessas considerações <>
; analy por outro lado, será mais
132,

sucintamente manifestado através do seguinte


<considerações >
ou seja, não é permitido para as ciências de
demonstração, sobre as quais esta pesquisa está em
causa, os predicados 10 sãoinfinitos, a montante
ouem certosentido. Na verdade, a demonstração é
de todosaqueles<predicates> que se dão nas
coisas. E eles são
em si mesma: de fato, por um lado, todos aqueles
que estão incluídos no O que é daqueles <holding-
coughandy e, por outro lado, aqueles em que eles
disseram <seusjetos> ocorrem dentro do O que é ; 133

v.g.: no que diz respeito aoa roupa, o estranho, que


é dado no número, mas o número 15 está incluído
na sua definição e, por sua vez, o
5
8
131 Léase: «de las premisas».
132
analytikés, lit.: «desmenuzadamente».
133 Es decir, predicados que expresan la esencia del
sujeto y predicados cuya esencia es expresada por el sujeto.
Aparte de esos tipos de predicados en sí, hay también otro
sin ningún tipo de relación esencial con el sujeto, sino
accidental, pero igualmente necesaria, dadas determinadas
circunstancias (ver supra, cap. 4, 73a34-b24).
115. - 24
TRATADOS DE LÓGICA (ÓRGANON)

pluralidade ou divisível está incluído na


definição de número. Nenhum desses dois
grupos é permitido ser infinito, nem tão
estranho sobre o número (pois haveria, por sua
vez, outro [lt;term> distinto do que estranho,
no qual seria incluído ao mesmo tempo estranho
foi dado nele: mas, se houver
20 Esse número será o primeiro <term> que
devem ser incluídosnaqueles que estãonele;
assim, portanto, se não for permitido que esses
infinitos sejam tomados <terms> dentro de um,
haverá também infinitos rio acima: antes, pelo
contrário, é necessário que todos estejam no
<subject> primeiro, v.g.: em número, e
número neles, de modo que, de qualquer
forma, no caminho,
25 que será reversível, mas não mais); nem são
aqueles que estão incluídos no que é infinito:
pois não seria possível defini-lo. Então, se todos
os pregosdois dizem a si mesmos, e eles não são
infinitos, a série ascendente vai parar e,
portanto, também descensurá-lo.
Se assim for, o que está no meio entre dois
30 termos e gt estarão sempre limitados. E se isso é
<so> ,também é claro que haverá
necessariamente algumas manifestações
principaise que não há todas as coisas, que é
precisamente o que dissemos que alguns dizem
em relação aos princípios. Com efeito,se houver
princípios, nem todas as coisas são sem brilho,
nem é possível proceder ao infinito: aquele que
é dado
35 Uma dessas duas coisas não significa, mas que
não háintervalo imediato e indivisível 5
ou4, e que todos são divisíveis. Na verdade, o 9
que deve ser demonstrado é demonstrado
intercalando um termo dentro < do intervaa
conclusão >, mas não adicioná-lo, de modo que,
se é permitido para que isso continue a infinito,
seria

134 Léase: «proposición».


ANALITICOS SEGUNDOS

mídia permitida entre dois termos para ser


infinito. É impossível fazê-lose as pregações
para cima e
eles param abaixo. E eles param, 1Mb foi mostrado
antes discursivamente e agora analiticamente.

23. Corolarios 23. Corolarios


Uma vez que estas questões foram
demonstradas, se o mesmo é dado em duas coisas,
v.g.: A em C e D, se um não pregar uns nos
outros, seja em nenhum caso, ou em cada s, é
claro que nem sempre será dado <A >
para algo comum. V.g.: em isoceles e escada é
possível de acordo com algo comum ter
ângulos iguais a dois retos (na verdade,
como eles são uma certa figura, é dado, e
não em que eles são diferentes, mas isso nem
sempre acontece assim. Na verdade, é B que de
acordo com o qual
A é dada em C e D. É claro, então, que B < é dado
10 rá > em C e D de acordo com outra coisa

comum, e isso de acordo com outro, de modo que


entre dois termos termos infinitos seriam
intercalados. Mas isso é impossível. Portanto, não
será necessariamente sempre dada a
mesma coisa
em vários de acordo com algo comum, se
realmente há de haver intervalos imediatos. Em
vez disso, é necessário que os termos 1s estejam dentro
do mesmo sexo e surjam do mesmo <propositions>
indivisível, se a coisa usual realmente tem que ser
das coisas que são dadas em si mesmas: pois não 6
era possível para as coisas que são mostradas para 0
passar de um gênero para outro.
Também é claro que, quando A é dado em B,
se houver algum meio, é possível mostrar que A é
dado em B, e 20 os elementos deste são os
mesmos e em números iguais como os
meios: na verdade, proposições imediatas são
elementos, ou todos eles ou os universais.
TRATADOS DE LÓOICA (ÓRGANON)

Mas se não há <medium>, não há mais


demonstração, mas este é o caminho para os
princípios m. De certa forma
25 Similar se A não é dado em B: se houver
qualquer <term> média ou anterior em que
não é dado <A> , há demonstrações, caso-
contrário, não há demonstrações, mas não é
um princípio, e os elementos são tantos como
os termos; para os fins<formed> destes são
os princípios deexibição. E, assim como
alguns princípios são indefidos como este é
este aqui e que este é
30 dá aqui, por isso também que isso não é este
aqui e que isso não é dado neste aqui,
então alguns princípios consistirão em algo e
outros que não há nada.
Quando é necessário demonstrar,
devemos tomar o que é pregado
principalmente de B. Sea C, e igualmente, a
partir dele, D. E sempre procedendo por isso
nunca tem uma proposição ou um atributo 136
de fora A no ato de demonstrar, mas está
sempre concentrando 137 o
35 <término>médio, até <términos>indivi emerge-
e eles são um. <A termo> é um quando é
feito imediatamente, e é uma proposição,
sem mais, o <que é imediato> . E como em
outras coisas, o princípio é simples, mas não
em todos os lugares, mas no peso é a mina,
na música o semitone,
85• e um diferente em uma coisa diferente, bem
como no raciocínio

m Quiere decir que lo que se está enunciando entonces 6


no son ya proposiciones cuya verdad ha de ser probada, 1
sino proposiciones evidentes por sí mismas, próximas o
idénticas a los principios de la demostración.
136 hypdrchon, participio presente del verbo que
habitualmente traducimos por «darse».
7
13 pyknoútai, lit.: «se va espesando». Quiere decir que
cada vez se da un término medio más simple e indivisible,
hasta llegar a algo inmediato que no requiere más
explicación.
ANALfTICOS SEGUNDOS

que se é a proposição imediata, na demostrando


e ciência, por outro lado, é a intuição • Assim, 138

no raciocínio demonstrativo de que algo é dado


1
nada cai fora de ; e nos privados, há "°, nadá o
139

que precisa ser descartado, v.g.: se A em B a C


não é dado> (na verdade, se C é <ser s da> em
todos os B, A, por outro lado, <não é dado> em
qualquer C): por sua vez, se for necessário
<demostrar>que A não é dado em qualquer C,
você tem que tomar um <término>médio entre
A e C, e assim sempre prosseguirá. Por outro
lado, se for necessário mostrar que D não é
dado em E porque é dado C em todos os D e
não dado em qualquer E, <o meio> nunca cairia
fora de E: e este é <o termo> em que
tem que acontecer. No terceiro modo nunca 141,

haverá 10 que no que diz respeito ao que deve


ser estabelecido privação nem do que 142,

deve ser estabelecido como um primeiro 143


24. Superioridade da manifestação universal


Com uma demonstração universal e
particular,
e um predicative e um privado, é discutido qual é
o melhor: também em que se diz demonstrar <
sem mais delongas

1
38 nous (también traducido a veces por «entendimiento»,
«intelecto» o «rnente»), que es, por así decir, para
Aristóteles el principio de todos los principios del saber.
139 Léase: «fuera del intervalo formado por la
conclusión». Quiere decir que el medio está comprendido
realmente entre la extensión del predicado y la del sujeto de 6
la proposición demostrada. 2
1.w Al parecer, esta insólita indicación adverbial alude a la l.•
figura
silogística.
141 La tercera figura.
142 El sujeto de la conclusión negativa.
143 El predicado de la conclusión negativa.
TRATADOS DE LóGICA (ÓRGANON)

E sobre a demonstração que levaBle. Então,


vamos primeiro investigar o universal e o
particular; Uma vez que mostramos isso,
vamos também falar sobre o que se diz
demonstrar <sem mais> e o <que leva> ao
impossível.
20 Talvez, portanto, parece que alguns que o
particular é o
melhor se eles se aproximaram do seguinte
caminho. Na verdade, se é melhor mostrar
aquele em virtude do qual sabemosmais (pois
é o mérito da demonstração), evamos beijar
mais de cada coisa quando a conhecemos em
si
2s que quando sabemos em outro (por exemplo:
para o músico Corisco quando <we know>
que Córisco é um músico <more> que quando
<we know> que um homem é um músico: e
dehomens semelhantes também nos-
outros casos); agora, o [lt;demonstration>
universal mostra que outra coisa tem umlugar,
não que ele se passa (v.g.: no que diz
respeito aos isoceles, não que é isoceles, mas
é triângulo), o particular, em vez disso,
mostra que a mesma coisa tem o mesmo
lugar. Então, se é melhor o <demonstration>
em si,
30 E tal é o particular e não o universal, a
demonstração particular também será melhor.
Além disso, se o universal não é algo além
dos singulares, e a demonstração cria a
visão de que há algo assim de acordo
com o qual demonstra, e que tal natureza é
6
dada nas coisas que existem, v.g.: < a 3
nature> do triângulo além dostriângulos inual
14',
< a nature> da figura na margem do
JS das figuras individuais e um do número além
dos números individuais, e por outro lado
o < demostration > sobre o que é melhor do
que o < demo

44
1 Es decir, la
demostración directa.
1,, ta tind, lit.: «los
algunos».
ANALÍTICOS SEGUNDOS

sobre o que não é, e aquele por que você não


ele vai ser enganado é melhor do que aquele pelo
qual é, eo universal é deste tipo (para aqueles que
proceder a elemostram como se<try> sobre a
proporção de , v.g.: que será proporção que
146

não é nem linha, nem número m, nem sólido,


nem superfície, mas algo além dessas coisas);
sal, e é menos do que o particular sobre o que
é, e cria uma opinião falsa, será pior o
universal do que opar ticular.
Agora, em primeiro lugar, o primeiro
argumento
é mais <aplicable>talvez universal do que
particuA Lar? Na verdade, se o <ser
equivalente> a dois retos são 5 dá, não como
isoscels, mas como um triângulo, aquele que
sabe que ele é isosceles conhece menos, como
tal, do que
aquele que sabe que é um triângulo. Em suma,
se, se, não houver algo como um triângulo, ele é
mostrado como um triângulo, não há-
demonstração, em vez disso, que aquele que
sabe de tudo o que é dado como tal sabe melhor.
Portanto, se o triângulo existe em mais coisas,
e a definição é 10 a mesma e não < é chamada
> triângulo em virtude de uma homonimia , e 147

se em cada triângulo os dois <straight> é


dado, então não é o triângulo como isares, mas
os isoscels como triângulo, que assim tem os
ângulos. Então aquele que conhece o universal
sabe mais,
quanto ao que é dado, que aquele que
conhece o particular. Portanto, é melhor o
<demonstration> universal do que
6
O particular. Além disso, se o universal é uma 4
declaração um-um e não uma homônima, não
será de todo menos do que

146
anil lógon. El término lógos contiene, en general, la
noción de «razón» en sentido matemático: ver, por
ejemplo, HERÁCLITO, fr. 31. 141 Ver Categorías 1, TL-1,
págs. 29-30.
TRATADOS DE LóGICA (ÓRGANON)

alguns dos detalhes, porque as coisas


incorruptemestão entre os , enquanto as 148

partículassão mais corruptíveis. Além disso,


não há necessidade.assumir que <o universal>
é algo além dessas coisas 149 para o fato de
que indica uma coisa única,
20 não mais do que no caso de todas as outras
coisas, o que não significa um Algo mas um
Qual deles ou um sobre alguma coisa, ou um
Faça isso. Portanto, se <isso' é assumido, não
é a causa da demonstração, mas aquele que
ouve 1Então.
Além disso, se a demonstração é um
raciocíniotrative dos demos da causa e
porque, o universal é mais cauteloso
2s Sal (para aquele em que algo é dado em si é o
meu mo a causa de quealgo, agora, o
universal é a primeira coisa: portanto, o
universal é a causa), de modo que a
demonstração <universal > também é melhor:
pois é mais uma demonstração da causa
e por quê.
Além disso, estamos procurando a razão
de que até o momento em que - e então
pensamos que sabemos - algo é gerado
ou não por-
30 gerado ou outra coisa: na verdade, o último
<que é> assim é o fim e o limite. E.g.: -¿Pa-
O que veio? -Para receber o dinheiro, e isso
para pagar o que devia, e isso para não
cometer um crime, e seguindo assim, quando
já não <acts>por outra coisa ou para outra
coisa, dizemos que ele vem e é gerado por
isso, tomado como um fim, e é aí que ele sabe 6
5
melhor-
35 mos por que você veio. Portanto, se isso
acontece da mesma forma com todas as
causas e tudo porque, e é assim que melhor
sabemos, tanto quanto todas as causas que
<indicate> o para

148
Léase: «los universales». En efecto, las definiciones,
que expresan la esencia, inmutable por sí misma, de las
cosas, se enuncia en forma de proposición universal.
149 Léase: «las particulares».
150
Es decir, el que interpreta mal la naturaleza de lo
universal.
ANALfTICOS SEGUNDOS

o que, também em outros casos, sabemos melhor


quando
não tal coisa é dada porque tal outra coisa é.
Então, quando sabemos que os externos <angles>
são lentes equivapara quatro <straight> porque
<forman> um isósceles, ainda está pendente por
que os iels <é como este >porque é um
triângulo, e isso porque é uma figura reta. •
nea. E se isso não é mais por causa de mais nada,
então
Sabe-se melhor. E então sabemos e gt;
o universal: então o <demonstration>
universal é o melhor.
Além disso, quanto mais particular é uma
coisa, mais ela cai no infinito; em vez disso, o
universal cai no simples e no limite. E as coisas
particulares e gt;, em que-
infinito, não são cientificamente cognitivos,
em cambio, assim que são limitados, eles são
cognitivos. Para assim...
universal, eles são mais cognitivos do que em
termos de detalhes. Portanto, os universais são
mais desdemonstáveis. Agora, das coisas mais
desdemonstrando há mais demonstração; porque
as coisas relacionadas a algo são mais
simultâneas • Portanto, é melhor a <
151

demonstração> universal, uma vez que


também é mais demonstração. 10
Além disso, se isso é conhecido por essa
virtude tal coisa e tal é preferível à que, em
cujo virtud, tal coisa é conhecida. Quem é
dono do <demonstration> universal também
conhece o particular; aquele que sabe o
último> não sabe o <demo> universal; de
modo que ainda será preferível < o univer- 6
salt>. 6
Além disso, da seguinte forma: na
verdade, o universal é mais <easy> para
demonstrar porque é demonstrado através
151
Quiere decir que las cosas que son lo que son en
función de otras (como la demostración en relación con lo
demostrable) se dan indisolublemente con sus correlativas.
TRATADOS DE LóGICA (ÓRGANON)

15 de um meio que está mais perto do início, mas a


coisa mais próxima é a imediata: porque esse é o
começo. Se, então, a demonstração desde o início
for mais precisa do que a <não parte> do princípio,
E o <essa parte> mais do começo é mais preciso
do que o <essa parte> Inós, que é o mais universal:
portanto, o <demostración>universal será mais
forte. V.g.: se necessário,
20 mostrar A sobre D; no lugar da mídia, B ou C, e B é
superior: assim o <demonstration > Eu dou o
último é maisuniversal.
Mas algumas das considerações feitas são
discursivas: e é, acima de tudo, óbvio que o
universal <demonstration> é mais decisivo porque,
das proposições, se, se, se, se, se, se, se, se, se, se,
se, se, se, se, se, se, se, se, se, se, se, se, se, se, se,
se, se, se, se, se, se, se, se, se, se, se, se, se, se, se,
se, se, se, se, se, se, se, se, se, se,
25 temos o antigo, também sabemos de uma certa
forma E temos no poder m o mais tarde; v.g.: se
alguém sabe disso Todos trian81,ll,Q -' é igual>
dos .rectos, também sabe de uma forma que os
isosceles <é igual> a dois em linha reta,
potencialmente, mesmo que ele não sabe que o
isosceles é um triânguloO que; em vez disso,
aquele que tem esse outro m, não sabe em abso-
lamentar a proposição universal, nem no poder
nem em ação. E o universal é inteligível , o 154

particular, por outro lado,