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Felipe Lopes Pereira – 1º B

11.04.2013
IGB
Análise Crítica
Amim A. Rodor, Revista teológica do SALT-IAENE [a Bíblia e a Inerrância], 1-22.
1. Que problema(s) ou tema(s) enfoca o autor? O que procura provar? O autor, em seu
texto, discorre a respeito da grande controvérsia que há a respeito da Inerrância bíblica, e como
coloca, questão de tão grande tensão que se tornou uma “fonte de crescente angustia e divisão na
coalizão evangélica” (p. 1). No inicio, escreve a respeito do pano de fundo em que se
desenvolveu a doutrina da inerrância. Com o advento da “Idade da Razão”, muitos teólogos
começaram a desenvolver uma abordagem racionalista das Escrituras, sendo que alguns autores
chegaram a tentar demonstrar um tipo de “desenvolvimento naturalista” da fé de Israel. Após
isso, então, o autor começa a analisar os principais argumentos da doutrina da inerrância e
compará-los com as Sagradas Escrituras.
2. Assinale os aspectos fortes e fracos do escrito, de acordo com o seu ponto de vista.
Aspectos fortes: De maneira sucinta, o autor põe em cheque cada um dos principais
argumentos da doutrina da inerrância. Três foram as partes que mais me agradaram. A
primeira delas é que o conceito de inerrância está fundamentado em uma errônea compreensão
da inspiração divina. Para eles - inerrantistas – a inspiração ocorreu de forma verbal (ou seja,
as palavras das Escrituras é que foram inspiradas, e algumas partes até ditadas), assim sendo, o
argumento usado é: tudo o que Deus faz é perfeito; Deus inspirou as Escrituras, logo, as
Escrituras são perfeitas. Entretanto, o conceito ideológico de inspiração não dá margem a essa
doutrina, já que os estilos, culturas e jeitos dos escritores permanecem inalterados. O segundo,
é que por causa da forma racionalista da inerrância tentar defender a autoridade bíblica, cai-se
no erro de anular a operação do Espirito Santo no coração e mente dos homens, como diz
Paulo em Romanos 8:16 ( cf. Jo 16:8,13-14). O terceiro, é que os inerrantistas erram ao tentar
explicar a Bíblia – um livro que tem um contexto histórico, cultural e sociológico do Antigo
Oriente Médio – com os “olhos do ocidente”.
Aspectos fracos: Não encontrei aspectos fracos.
3. O que mais agradou na leitura? Por quê? Ainda que a Bíblia não seja inerrante em todos os
seus detalhes e minucias, de uma coisa podemos ter certeza: a Inspiração assegura que a Bíblia
representa o ponto de vista de Deus; então, a Bíblia representa o que Deus tinha em mente: a
salvação e a restauração da raça caída!

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