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CADERNO DE ATIVIDADES

E. E. Prof.ª Elizabeth Freitas de Magalhães

FILOSOFIA
MARÇO
Série: (1ª anos) Turma: (Matutino)

Aluno (A): Thaynara Rosa Dos Santos Rodrigues

Professor (A): Claudinei Caetano dos Santos

Tarefa 1: Copie as perguntas e responda. Página: 20 (questões 1, 2, 3, 4) [1ª


aula]

1- Explique as três etapas básicas de uma expereriência filosófica.

As três etapas básicas de uma experiência filosófica são o questionamento,


a reflexão e o entendimento. O primeiro passo é se questionar, ou duvidar de
algo. A partir daí passamos para a etapa de reflexão e de pensamento, e por
fim, depois de pensar e refletir, chegamos ao entendimento da questão.

2- Por que se diz que existe uma relação histórica entre felicidade e filosofia?

Existe uma relação histórica entre felicidade e filosofia na medida que a


Filosofia foi uma das ferramentas que os seres humanos criaram para
maximizar a felicidade, além de ser a felicidade, desde Aristóteles, um
conceito filosófico relevante.

A felicidade, em termos aristotélicos, seria o encontro perfeito entre o ser


humano, um animal político e racional, e o seu "fim", ou seja, o modo como
ele deveria, em tese, viver. Logo, a Filosofia buscou maximizar a felicidade
garantindo as condições básicas em que os seres humanos poderiam
atualizar - colocar em prática - aquilo que deveriam fazer por sua própria
natureza: daí surgiram a política, a economia, a metafísica e todas as demais
preocupações filosóficas - e científicas - com o bem-estar humano.

3- Disserte sobre o conceito de finalidade última.

Finalidade última é aquela que supera todas as outras finalidades, buscando


a perfeição as vezes inconsciente, objetivando o grau mais elevado da
personalidade humana.
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4- O que é a felicidade para você? Em que situações concretas de sua vida você
experimentou esse estado?

Um sentimento de bem-estar, de satisfação consigo mesmo e com a vida,


ligada também à sensação de plenitude, de já ter tudo e não precisar de
mais nada. Em momentos que estampa com nossa familia e amigos

desde criança quando ganhamos presentes de nossos pai ou amigos.


Tarefa 2: Copie as perguntas e responda. Página: 30 (questões 5, 6, 7) [2ª
aula]
5- Como Platão concebia a realidade? Para ele tudo era matéria?
Para Platão, a realidade se dividia de duas formas: a primeira é o mundo dos
sentidos, do qual só podemos ter um conhecimento aproximado ou
imperfeito. A segunda, é o mundo das idéias, do qual podemos chegar a ter
um conhecimento seguro,se fizermos uso da razão; Para ele, a matéria se
dividia em formas e substâncias. Sendo que a substância era o material de
que a coisa era feita e a forma são as características peculiares da coisa.

6- Por que a tese de Platão sobre a alma humana é tão importante para
entender sua doutrina a respeito da felicidade?

Platão acreditava e pregava muito que a ciência e a felicidade deveriam


ambas estar sempre andando de ''mãos dadas''. O que acontece, é que
conforme o indivíduo ia acumulando conhecimento em suas experiências,
estes ia tendo muitos episódios de felicidade. Além disso, ele acreditava
fielmente na metensomatose, que na verdade é o acúmulo de experiências
ao longo das vidas, que levava a uma sabedoria.

7- Explique a fórmula conhecimento = bondade = felicidade, tendo como


referência o sistema platônico.

Platão acredita que é o conhecimento que traz ao ser humano a


sensibilidade, e com isso a emoção de forma que sente a necessidade de
fazer o bem,e o fazendo feliz e satisfeito, pois é o que move sua vida e a
formação do seu espírito. ''Já nascemos com os princípios inteligíveis que
nos permitiram conhecer o mundo sensível. Cabe ao homem não deixar se
fascinar pelas sensações e sim, subordiná-las à inteligência a fim de
realmente conhecer verdade dos seres e de si mesmo, dedicando sua vida à
formação do espírito.''
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Tarefa 3: Copie as perguntas e responda. Página: 30 (questões 8, 9, 10) [3ª


aula]
8- O que é virtude para Aristóteles? Crie exemplos novos de virtude.
A virtude para Aristóteles é o meio termo entre dois vícios, sendo sempre um
caminho de moderação entre dois extremos.
São exemplos de virtudes para Aristóteles a Coragem - meio termo entre a
temeridade e a covardia - e a Misericórdia - o meio termo entre a crueldade e
a "liberalidade".
Vale ressaltar, contudo, que Aristóteles não concebia o meio termo em
modelos matemáticos - de modo que poderia ser possível "calcular" o
comportamento adequado através de uma média - e nem considera que é o
mesmo para toda as pessoas, havendo diferenças entre constituições
humanas que necessitam, também, diferenças entre as concepções do que
seria mais adequado para aquela pessoa ou situação, visando sempre
maximizar a felicidade.

9- Para Aristóteles, a felicidade é uma combinação de vida dedicada à


contemplação teórica, aliada à prática das outras virtudes humanas e
sustentada pelo bem-estar material e social. Analise essa afirmação.
Aristóteles entendia que a finalidade última de todos é a felicidade, e um ser
só alcança seu fim quando cumpre usa virtude. O ser humano dispõe de uma
grande quantidade de funções ou faculdades , mas a única que só ele tem e
que o distingue dos demais seres é a de pensar, especialmente a atividade
racional. Assim o ser humano só alcançará seu fim (a felicidade) se atuar
conforme sua virtude - a razão -, dedicando-se fundamentalmente à vida
teórica, no sentido de uma contemplação intelectual. Mas Aristóteles
reconhecia que o sábio não pode dedicar-se à contemplação se, por
exemplo, não há alimentos, se seus filhos morrem de fome e a cidade esta
em pé de guerra.
Portanto ele também defendia não abandonar a companhia da família e dos
amigos, a riqueza e o poder. Todas essas atividades, e o prazer que delas
resulta, promoveriam o bem-estar material e a paz social, indispensáveis à
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vida contemplativa. Por outro lado, o gozo de tais prazeres estaria também
vinculado ao exercício de outras virtudes humanas - como a generosidade, a
coragem, a cortesia, e a justiça - que, em seu conjunto, contribuem para a
felicidade completa do ser humano.

10-Qual é a ideia fundamental contida na metáfora “uma andorinha não faz


verão”? Por que Aristóteles utiliza?
Aristóteles entendia que, para atingir a felicidade verdadeira, o indivíduo
deveria dedicar-se durante toda sua existência à vida teórica, contemplativa,
não apenas um dia ou outro. Daí a comparação "uma andorinha não faz
verão, nem um dia tampouco".
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Tarefa 4: Copie as perguntas e responda. Página: 30 (questões 11, 12, 13)


[4ª aula]

11-Como Epicuro concebia a realidade? Para ele tudo é matéria? Como sua
concepção da realidade contribui para seu entendimento do que é ser feliz
Epicuro tinha uma concepção ontológica materialista, daí sua concepção
sensualista da felicidade. Ele dizia que todos os seres buscam o prazer e
fogem da dor e que, para sermos felizes, devemos gerar, primeiramente, as
condições materiais e psicológicas que nos permitam experimentar apenas o
prazer na vida. E prazer, para esse filósofo, é principalmente ausência de
dor.

12-É possível afirmar que a concepção de felicidade de Epicuro contrapõe-se à


de Aristóteles e, especialmente, à de Plantão?
Sim. Aristóteles e Platão tinham um enfoque intelectualista da felicidade,
priorizando a vida teórica e contemplativa, embora o primeiro considerasse
também a importância de fatores mais tangíveis, como os bens materiais e a
vida social. Epicuro por sua vez desenvolveu um conceito sensualista.

13-Como o estoico concebe a realidade? Tudo é matéria para o estoico?


O estoico concebe o universo como kósmos, "universo ordenado e
harmonioso", composto de um princípio passivo (a matéria) e um princípio ativo,
racional, inteligente (logos ou Deus imanente) que permeia, anima e conecta
todas as suas partes. Portanto, para o estoico, nem tudo é matéria.
Tarefa 5: Copie as perguntas e responda. Página: 30 (questões 14, 15, 16)
[5ª aula]
14-Qual é a importância da cosmologia estoica na determinação de sua estética
sobre a felicidade?
O conceito de kósmos, "universo ordenado e harmonioso", com um logos ou
Deus imanente que permeia tudo, implica que tudo o que existe e acontece
tem um objetivo e uma razão de ser, faz parte da inteligência universal e
divina, o que quer dizer também que tudo é necessário e predeterminado,
inclusive a vida das pessoas, e que, aconteça o que acontecer, isso deve ser
bom.
Portanto, para os estoicos , não devemos acreditar que felicidade é ter tudo
o que desejamos, pois essa possibilidade não existe. O que temos e o que
somos tem uma razão de ser.
15-Explique o papel da vontade e do controle sobre os pensamentos na ética
estoica.
Pela vontade conseguimos uma brechinha de liberdade para construir uma
vida feliz, pois ela nos permite querer ou não querer as coisas.
Assim devemos usá-la no sentido de querer apenas aquilo sobre o que eu
tenho poder, que depende de mim, evitando querer o que não depende de
mim e que, por isso, me faz sofrer.
16-Como é a felicidade que se alcança pela via do amor fati?
O amor fati é a via positiva do estoicismo. É a felicidade que se alcança não
só pela aceitação do próprio destino, mas por querer e amar esse destino,
no entendimento de que, se tudo é animado pelos princípios nacionais que
governam o universo, que visa a ordem e o bem da totalidade, tudo o que
acontece comigo e não depende de mim é necessário e bom. Assim, para o
estoicismo, a pessoa que tem amor pelo seu destino só poderá ser feliz.

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