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STJ-Petição Eletrônica (RE) 00596458/2019 recebida em 18/09/2019 14:24:09 (e-STJ Fl.

531)

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EXCELENTÍSSIMO SENHOR MINISTRO PRESIDENTE DO EGRÉGIO SUPERIOR


TRIBUNAL DE JUSTIÇA

AGRAVO INTERNO EM AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL Nº 994.880 - AM


(2016/0262886-4)

ÔNIX EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA, pessoa jurídica registrada no


CNPJ nº 10.221.375/0001-35, localizada na Rua Acre, nº 428, Quadra 50, Sala 21, Condomínio
Vieiralves, Bairro Nossa Senhora das Graças, Manaus-AM, vem, respeitosamente, à presença de
Vossa Excelência, inconformado com o Acórdão proferido pela Quarta Turma deste Eg. Tribunal
Superior de Justiça, interpor, com fundamento nos art. 102, III, a, da Constituição da República,
o presente

RECURSO EXTRAORDINÁRIO

o que faz mediante as razões de fato e direito que faz anexar, as quais requer sejam
analisadas como fundamento de sua admissibilidade, esperando seja o mesmo recebido e
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processado na forma da lei por Vossa Excelência, para que o Colendo Supremo Tribunal Federal,
dele conhecendo e dando-lhe provimento, venha a anular a decisão recorrida, restabelecendo,
dessa feita, a supremacia do melhor Direito.

Pede deferimento.

De Manaus para Brasília, 16 de setembro de 2019.

Carolina Ribeiro Botelho Luma Vieira Marquez


OAB/AM 5.963 OAB/AM 10.959

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RAZÕES DE RECURSO EXTRAORDINÁRIO

AGRAVO INTERNO EM AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL Nº 994.880 - AM


(2016/0262886-4)
RECORRENTE: ÔNIX EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA.
RECORRIDO: PAULO ROBERTO DE OLIVEIRA PINTO

EGRÉGIO TRIBUNAL, COLENDA TURMA,


Eméritos Ministros,

1. CABIMENTO DO RECURSO

O Recurso Extraordinário para o Superior Tribunal Federal é cabível, por expressa


disposição constitucional, diante de causas decididas em última instância, cuja decisão contrariar
dispositivo da Constituição Federal, declarar a inconstitucionalidade de tratado ou lei federal,
julgar válida lei ou ato de governo local contestado em face da Constituição ou julgar válida lei
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local contestada em face de lei federal.

No caso em apreço, a decisão recorrida, no ver da Recorrente, contrariou o art. 93, IX,
da Constituição da República, por ter se negado a prestação jurisdicional, autorizando, desta
forma, a interposição do presente Recurso Extraordinário, com fundamento no art. 102, inciso
“III”, alínea “a” da Constituição Federal/1988.

2. BREVE RELATO

O presente feito é caracterizado pela existência de ação de obrigação de fazer cumulada


com danos morais em face da recorrente, cujo pedido principal é a nulidade da rescisão unilateral
do contrato de compra e venda com a efetiva continuidade do documento, ensejando o
recebimento do imóvel adquirido.

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Terminada a instrução processual os pedidos foram julgados procedentes, tendo sido a


Recorrente condenada na ao pagamento da soma de R$ 13.351,72 (treze mil trezentos e
cinquenta e um reais e setenta e dois centavos), referente aos valores pagos, incluindo-se a taxa
de corretagem, bem como indenização de R$ 10.000,00 (dez mil reais) de danos morais.

Após a interposição de recurso de apelação, o acórdão manteve integralmente a sentença.

Interposto então Recurso Especial, objetivando que fosse reconhecido as afrontas


cometidas em face do artigo 104, 421, 722 e 724 do Código Civil, bem como que fosse
reconhecida a dissonância do acórdão recorrido com relação aos atuais pronunciamentos
emanados pelos Tribunais pátrios.

O Recurso Especial interposto não foi admitido, tendo sido apresentado Agravo de
Instrumento em Recurso Especial, sendo remetido ao Superior Tribunal de Justiça.

Ao final do trâmite, em decisão proferida pela Quarta Turma, restou determinada que
“ao apontar violação aos arts. 104 e 421 do CC, a sociedade empresária recorrente sustenta que
os termos contratuais cumprem os requisitos legais e devem ser cumpridos e, tendo em vista
que a culpa para a rescisão contratual foi do promitente-comprador, a recorrente faz jus à
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retenção de parcela do valor adimplido pela recorrida. O TJ-AM, por sua vez, soberano na análise
do acervo fático-probatório, consignou que a ora recorrente se utilizou da própria inadimplência
para exigir uma obrigação do promitente-comprador, rescindindo unilateralmente o contrato,
configurando tal conduta praticada pela empresa verdadeiro ato ilícito.”

Apresentado o Agravo Interno pela Recorrente, o i. Ministro entendeu que “O recurso


em apreço não merece prosperar, uma vez que a agravante não apresentou motivação jurídica
apta a modificar a decisão agravada. Como assentado na decisão atacada, a pretensão da ora
agravante, ao apontar violação aos arts. 104 e 421 do CC, cinge-se em reconhecer a validade
do negócio jurídico firmado, respeitando a cláusula contratual que estipula percentual a ser retido
pela construtora em caso de descumprimento contratual por parte do promitente comprador. O
Tribunal de origem, entretanto, concluiu que, a despeito de cláusula contratual nesse sentido,
os descontos não serão possíveis, haja vista não ter sido o recorrido o causador da violação às
cláusulas contratuais e consequente rescisão do negócio jurídico, aplicando-se, ao caso, a

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exceção do contrato não cumprido (art. 476 do CC), devendo o agravante responder por perdas
e danos (art. 475 do CC).”

Em prosseguimento ao feito, entende a Recorrente que houve clara negativa de


prestação jurisdicional, em razão da Turma entender que os temas foram devidamente
apreciados e a intenção da recorrente seria o reexame da matéria.

A recorrente não obteve a prestação jurisdicional almejada, diante da ausência de


declaração expressa acerca das matérias expostas, tampouco houve a apreciação do julgador
em relação ao quantum do dano moral, que apenas se limitou a dizer que “melhor sorte não
socorre a agravante no tocante ao dissídio jurisprudencial em relação à indenização por danos
morais. Ao defender que o mero inadimplemento contratual não gera, por si só, danos morais
indenizáveis, a recorrente não comprova a existência de similitude fático-jurídica entre os
arestos, pois, de acordo com a decisão recorrida, além de descumprir o contrato de promessa
de compra e venda, a recorrente ainda vendeu o imóvel a um terceiro em um feirão, fato que
agravou sua conduta, o que justificou o dano moral arbitrado pela Corte de origem.”

Diante da clara negativa de prestação jurisdicional, a Recorrente apresenta as razões


de seu Recurso Extraordinário.
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3. DOS PRESSUPOSTOS EXTRÍNSECOS DE ADMISSIBILIDADE: PREPARO E


TEMPESTIVIDADE

Publicada a decisão recorrida no Diário e Justiça Eletrônico, em 28/08/2019, iniciou-se


a contagem de prazo em 29/08/2019, tendo contabilizado os 15 (quinze) dias úteis do CPC,
restando clara a tempestividade deste Recurso apresentado nesta data.

O preparo foi devidamente realizado.

Outrossim, presente também está o requisito de recorribilidade da decisão, uma vez


que se trata de acórdão unânime previsto no artigo 204 do Código de Processo Civil.

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I. REPERCUSSÃO GERAL

Preliminarmente, em atenção ao parágrafo 1º do artigo 1035, do Código de Processo


Civil, cumpre demonstrar a existência de repercussão geral na matéria envolvida na presente
demanda. Com efeito, estabeleceu mencionado dispositivo:

Art. 1.035. O Supremo Tribunal Federal, em decisão irrecorrível, não


conhecerá do recurso extraordinário quando a questão constitucional nele
versada não tiver repercussão geral, nos termos deste artigo.
§ 1o Para efeito de repercussão geral, será considerada a existência ou não de
questões relevantes do ponto de vista econômico, político, social ou jurídico
que ultrapassem os interesses subjetivos do processo.
§ 2o O recorrente deverá demonstrar a existência de repercussão geral para
apreciação exclusiva pelo Supremo Tribunal Federal.

Como é cediço, a necessidade de demonstração da repercussão geral no Recurso


Extraordinário visa a limitar a análise deste Supremo Tribunal Federal somente àqueles casos
efetivamente relevantes, cujo interesse quanto à questão debatida foge à esfera particular dos
envolvidos.
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In casu, a repercussão geral está presente em razão da relevância jurídica e social da


questão envolvida nos autos, atinente às garantias processuais constitucionais do devido
processo legal. Com efeito, a matéria trazida à apreciação desta C. Corte trata de negativa de
prestação jurisdicional, em clara ofensa às garantias constitucionais que devem ser asseguradas
a todos os jurisdicionados.

Evidentemente, o tema ultrapassa os interesses subjetivos das partes por se tratar de


obrigatoriedade constitucional imposta aos órgãos julgadores e que, no presente caso, foram
completamente ignoradas pelo e. Superior Tribunal de Justiça a quo, situação que deve ser
fortemente rechaçada por este Supremo Tribunal, sob pena de violar-se a noção de Estado
Democrático de Direito.

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Diante disso, têm relevância jurídica e social as garantias do devido processo legal,
todas igualmente relevantes para assegurar a regularidade e constitucionalidade da atividade
jurisdicional.

Daí porque evidenciada a repercussão geral envolvida, viabilizadora do conhecimento do


presente recurso em conformidade com o art. 1035, § 1º do Código de Processo Civil e com o
art. 322 do Regimento Interno deste Tribunal.

II. NEGATIVA DE PRESTAÇÃO JURISDICIONAL – AUSÊNCIA DE


REEXAME FÁTICO – DA NECESSÁRIA AVALIAÇÃO DO DIREITO ENVOLVIDO

Entende a Recorrente que continua tendo negado o seu direito de socorrer-se ao


Judiciário para ver respondidas as concretas questões jurídicas que, não esclarecidas, estão a
lhe impor desarrazoado prejuízo.

Em análise ao Acórdão ora recorrido, verifica-se que a Recorrente apontou de forma


clara que procurou com o Recurso Especial manejado e busca com o presente recurso
apresentado, a obtenção da tutela jurisdicional, vez que comprovada a legalidade da rescisão
unilateral do contrato de compra e venda em face da ausência de financiamento da unidade.
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Além do mais, a parte Recorrida tinha ciência quanto ao fato de que, para aquisição da
unidade, seria necessário o desembolso de valores para custos do contrato, bem como a
indispensável quitação do preço integral do imóvel mediante financiamento bancário, o que não
ocorreu.

Ainda, a cláusula 3.1 do contrato de promessa de compra e venda é clara ao determinar


a responsabilidade do adquirente na obtenção do financiamento:

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Quanto a responsabilidade da Recorrente, o contrato expressamente dispôs:

Todavia, a parte Recorrida manteve-se inerte quanto a obtenção da quitação


do preço total do imóvel, conforme restou claro na breve leitura da peça vestibular,
tentando imputar à Recorrente responsabilidade indevida, com claro intuito de
receber vantagem indevida.
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Fato é que, vencido o prazo contratual para regularização da situação, a Recorrente fez
uso de seu direito contratualmente previsto, prosseguindo com a rescisão unilateral do contrato
de promessa de compra e venda, nos termos da cláusula 5.1:

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Os Julgadores a quo jamais resolveram a matéria impugnada ofendendo a legislação


processual, autorizando a Recorrente a apresentar o presente recurso. Perfeitamente cabível o
Especial interposto já que, em razão da admissão da Corte local quanto ao ponto de discussão
do recurso, a reanálise de provas finda por desnecessário e, por isto, possível a sua admissão.

Portanto, nenhum reexame de prova se pretende com o Especial manejado.

Assim, como já devidamente mencionado, autorizada está a interposição do presente


Recurso Extraordinário, com fundamento no art. 102, inciso “III”, alínea “a” da Constituição
Federal/1988.

Deste modo, passa a Recorrente a apresentar os temas que ficaram sem a devida
prestação:
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a) OMISSÃO QUANTO A VIOLAÇÃO AOS ARTIOS 104 E 421 DO CÓDIGO


CIVIL

Intrínseco no recurso especial de fls. 232/261, a Recorrente requereu a reforma da


sentença primeva, tendo em vista que a fundamentação supra contraria a legislação em vigor,
principalmente no que se relaciona ao texto dos artigos 104 e 421 do Código Civil.

Art. 104.A validade do negócio jurídico requer:


I -agente capaz;
II -objeto lícito, possível, determinado ou determinável;
III -forma prescrita ou não defesa em lei.

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Art. 421. A liberdade de contratar será exercida em razão e nos limites da


função social do contrato.

Entendeu a Recorrente que a lei é clara ao dispor a respeito da validade do negócio


jurídico firmado entre agente capaz, com objeto lícito, possível e determinado, com forma
prescrita/não defesa em lei, de modo que, no caso de desconsiderado o que fora devidamente
pactuado no contrato de compra e venda, estar-se-ia indo de encontro com a validade e força
vinculatória do negócio jurídico firmado entre as partes.

No entanto, ainda que a Recorrente tivesse arguido de forma expressa a violação de


lei federal, o ilustre julgador não admitiu o recurso interposto, limitando-se a fundamentar a
decisão na impossibilidade de reexame de todo âmbito da relação contratual estabelecida e
incontornável incursão no conjunto fático-probatório dos autos, o que ensejou a apresentação
do agravo em recurso especial de fls. 418/430.

Ainda que a recorrente tivesse reiterado a violação supra no agravo nº 2016/0262886-


4, este tribunal manteve-se omisso, abalizando sua fundamentação apenas nas súmulas 283/STF
e 7 e 5/STJ, sem se manifestar acerca da matéria.
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No agravo interno de fls. 474/485, a Recorrente defendeu a inaplicabilidade das


súmulas utilizadas para travar o recurso, no entanto, o acórdão de fls., manteve o entendimento
acerca da impossibilidade de reexame da matéria sem qualquer pronunciamento mais
aprofundado acerca do tema, mantende a negativa de prestação jurisdicional.

b) OMISSÃO QUANTO A NECESSIDADE DE REVISÃO DO QUATUM


ARBITRADO A TÍTULO DE DANOS MORAIS

Noutro giro, não houve qualquer prestação dos julgadores acerca da necessidade de
revisão do quantum arbitrado a título de danos morais, uma vez que, conforme já mencionado
anteriormente, o Superior Tribunal de Justiça tem se posicionado para admitir a revisão de valor
indenizatório pautando-se nos princípios da razoabilidade e proporcionalidade.

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O tema foi arguido nas minutas anteriormente apresentadas, sem a correta apreciação
deste egrégio tribunal, uma vez que pretendeu a Recorrente, com base na aplicação dos
princípios, reduzir o valor indenizatório fixado em parâmetros exagerados, conforme precedente
do assunto:

RECURSO ESPECIAL. MANUTENÇÃO INDEVIDA EM CADASTRO DE PROTEÇÃO


AO CRÉDITO E EM REGISTRO DE PROTESTO APÓS O PAGAMENTO DA
DÍVIDA. DANO MORAL CONFIGURADO. REDUÇÃO DO VALOR. PRINCÍPIO DA
PROPORCIONALIDADE E RAZOABILIDADE. CORREÇÃO MONETÁRIA. TERMO
INICIAL. ARBITRAMENTO DA INDENIZAÇÃO.RECURSO CONHECIDO EM
PARTE E, NO PONTO, PROVIDO. (...). 2. O entendimento deste Superior
Tribunal de Justiça é firme no sentido de que evidente exagero ou manifesta
irrisão na fixação do ressarcimento pelo dano moral, pelas instâncias
ordinárias, viola os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade,
tornando possível, assim, a revisão da aludida quantificação. 3. O termo
inicial da correção monetária é o arbitramento da indenização e não a data
do ajuizamento da ação. 4. Recurso conhecido em parte e, no ponto, provido
para determinar a redução da indenização a R$ 8.000,00 (oito mil reais).
(STJ - REsp: 897089 SP 2006/0234005-2, Relator: Ministro HÉLIO QUAGLIA
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BARBOSA, Data de Julgamento: 06/03/2007, T4 - QUARTA TURMA, Data de


Publicação: DJ 02/04/2007 p. 292)

Ainda que a Recorrente tenha demonstrado que houve o devido cotejo fático, com
avaliação pontual dos tópicos da decisão embargada, comparando-a com paradigma (APELAÇÃO
CÍVEL N° 1.0024.04.449511-7/001 DE RELATORIA DO DESEMBARGADOR ARNALDO MACIEL)
que demonstra o desacerto da manutenção dos danos morais no quantum definido, não houve
apreciação daquele i. Ministro acerca do tema, limitando-se a definir que “verifica-se que a
agravante argumenta que o quantum indenizatório deve ser minorado, mas, na leitura das razões
recursais, não é possível observar a indicação de dispositivo de lei federal tido por violado, o que
configura deficiência de fundamentação, atraindo o óbice da Súmula 284/STF.”

c) OMISSÃO QUANTO A VIOLAÇÃO DO ARTIGO 722 e 724 DO CODIGO


CIVIL – INAPLICABILIDADE DA SÚMULA 83/STJ

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Mantendo a mesma temática acima exposta, a Recorrente apresentou em sede de


recurso especial a violação dos artigos 722 e 724 do Código Civil:

Art. 722. Pelo contrato de corretagem, uma pessoa, não ligada a outra em
virtude de mandato, de prestação de serviços ou por qualquer relação de
dependência, obriga-se a obter para a segunda um ou mais negócios,
conforme as instruções recebidas.

Art. 724. A remuneração do corretor, se não estiver fixada em lei, nem


ajustada entre as partes, será arbitrada segundo a natureza do negócio e os
usos locais.

Mais uma vez, demonstrou-se que a fundamentação dos julgadores a quo foram
contrárias a legislação em vigor, uma vez que sequer atentaram-se quanto ao fato de que a
comissão de corretagem não integra o valor do contrato, não devendo ser devolvido conforme
entendimento pacificado pelo STJ.

Ocorre que, conforme relato acima, não houve qualquer apreciação da matéria nas
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demais decisões proferidas pelos julgadores, tendo os ministros do STJ decidido de forma
genérica, aduzindo que “Sobre o tema, tem-se que a iterativa jurisprudência desta Corte firmou-
se no sentido de que, nos caso em que a rescisão da promessa de compra e venda de imóvel se
dá por culpa do promitente-vendedor, deve haver a devolução integral dos valores pagos. Nessa
linha de intelecção[...]”

Em contrapartida, o acórdão ora recorrido manteve a negativa jurisdicional pleiteada


pela Recorrente, ensejando a interposição do presente Recurso Extraordinário.

Portanto, entende a Recorrente que os Ministros Julgadores ao analisarem os termos


do Agravo em Recurso Especial e Agravo Interno interpostos deixaram de analisar as razões
recursais corretamente expostas, para, genericamente, ao fim, negar conhecimento ao Agravo
em Recurso Especial, pelo que, via de consequência, negou admissibilidade ao Recurso Especial;

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negar provimento ao Agravo, o que se demonstra como evidente negativa de prestação


jurisdicional, ou seja, restou inequivocamente afrontado aos termos do art. 93, IX da CF.

Em análise à jurisprudência abaixo transcrita, verifica-se que este Órgão já analisou


questão semelhante, tendo provido integralmente o recurso interposto:

HC N. 78.013-RJ
RELATOR : MIN. SEPÚLVEDA PERTENCE
EMENTA: Sentença condenatória: acórdão que improvê apelação: motivação
necessária.
A apelação devolve integralmente ao Tribunal a decisão da causa, de cujos
motivos o teor do acórdão há de dar conta total: não o faz o que — sem
sequer transcrever a sentença — limita-se a afirmar, para refutar apelação
arrazoada com minúcia, que “no mérito, não tem os apelantes qualquer
parcela de razão”, somando ao vazio dessa afirmação a tautologia de que “a
prova é tranqüila em desfavor dos réus”: a melhor prova da ausência da
motivação válida de uma decisão judicial — que deve ser a demonstração da
adequação do dispositivo a um caso concreto e singular — é que ela sirva a
qualquer julgado, o que vale por dizer que não serve a nenhum.
Petição Eletrônica juntada ao processo em 18/09/2019 ?s 14:29:48 pelo usu?rio: SISTEMA JUSTIÇA

O jurisdicionado não pode ser preterido no seu direito de ver examinadas as


matérias submetidas a exame, principalmente nos embargos de declaração,
e com base nessa omissão ver obstaculizado recurso paras Cortes Maiores.
O acórdão em tais situações deve ser anulado e o processo deve retornar à
Corte de origem para que se esgote a prestação jurisdicional, como leciona
Antônio F. Álvares Silva, citando precedente do Supremo Tribunal Federal,
da relatoria do Ministro Marco Aurélio:
“Os embargos de declaração foram instituídos para espancar os destacados
vícios da sentença e, assim, promover a concreção da fundamentação
regulada pelo inciso IX, do art. 93, da Constituição Federal, sob o
patrulhamento do art. 458 do CPC.
Por tudo isso, em luminoso escólio, o douto Ministro Marco Aurélio deixou
prelecionado que “Os embargos declaratórios não consubstanciam críticas
ao ofício judicante, mas servem-lhe ao aprimoramento. Ao apreciá-los, o

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órgão deve fazê-lo com espírito de compreensão atentando para o fato de


consubstanciarem verdadeira contribuição da parte em prol do devido
processo legal”.[4] SILVA, Antônio F. Álvares. As decisões sobre embargos
de declaração. Revista Jurídica Consulex. Brasília: Consulex, n. 140,
nov./2002, p. 6.

Pelo exposto, pede-se pelo recebimento e provimento do presente Recurso


Extraordinário, em vista da inequívoca ofensa ao disposto no art. 93, IX, da Constituição da
República, reconhece-se a negativa de prestação jurisdicional incorrida, com a anulação dos
julgados, para ao fim, àquela Corte conhecer do recurso interposto pela parte.

4. PEDIDO

Diante de todo o exposto, portanto, sobejamente demonstrado o direito do Recorrente,


em contraste à decisão recorrida incidente nas hipóteses contempladas na alínea “a” do art. 102,
III, da Constituição Federal de 1988, requer-se o conhecimento e provimento do presente
recurso, a fim de que se reconheça nulidade do acórdão proferido na Corte do Superior Tribunal
de Justiça, em vista da inequívoca ofensa ao disposto nos art. 93, IX, da Constituição da
República, reconhece-se a negativa de prestação jurisdicional incorrida, com a anulação dos
Petição Eletrônica juntada ao processo em 18/09/2019 ?s 14:29:48 pelo usu?rio: SISTEMA JUSTIÇA

julgados, para ao fim, àquela Corte conhecer do recurso interposto pela parte.

Requer que as publicações do caso sejam dirigidas exclusivamente à advogada KEYTH


YARA PONTES PINA, OAB/AM 3.467, bem como ao Escritório ANDRADE GC
ADVOGADOS, OAB/AM 057/97, ambos, sob o correio eletrônico
agc.intimacoes@andradegc.com.br, ou, se for o caso, para o endereço profissional indicado no
cabeçalho, tudo sob pena de nulidade.

Pede deferimento.

De Manaus para Brasília, 16 de setembro de 2019.

Carolina Ribeiro Botelho Luma Vieira Marquez


OAB/AM 5.963 OAB/AM 10.959

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Beneficiário Agência/Cód. Beneficiário Espécie Qtde. Nosso número
Supremo Tribunal Federal 4200-5 / 00333203-9 R$ 29416630000185263-5
Endereço
Praça dos Três Poderes, Brasília - DF, 70175-900
Número do documento CPF/CNPJ Vencimento Valor documento
1017510 00.531.640/0001-28 16/10/2019 206,63
(-) Desconto / Abatimento (-) Outras deduções (+) Mora / Multa (+) Outros acréscimos (=) Valor cobrado
****** ****** ****** ****** 206,63
Pagador
Direcional Engenharia S.A.
CNPJ: 16614075000100
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Adrianópolis / Manaus / AM - 69057040
Instruções
Governo Federal - Guia de Recolhimento da União - GRU Cobrança
Recolhimento de custas:Recursos Interpostos em Instância Inferior
Número do processo na origem: 0623589302013804
Valor do Recurso Extraordinário: R$ 206,63
Código de controle para reimpressão: 1017510
Após o vencimento, esta GRU é automaticamente cancelada.
Emita uma nova no site do STF - www.stf.jus.br.
A GRU foi emitida com base nos dados informados pelo usuário e nos valores constantes da vigente
tabela de custas.
É de responsabilidade do usuário o eventual pagamento a menor do valor da guia. Autenticação mecânica

Corte na linha pontilhada

001-9 00190.00009 02941.663003 00185.263175 9 80440000020663


Local de pagamento Vencimento
PAGÁVEL EM QUALQUER AGÊNCIA BANCÁRIA, ATÉ O VENCIMENTO. 16/10/2019
Beneficiário CPF/CNPJ Agência/Código beneficiário
Supremo Tribunal Federal 00.531.640/0001-28 4200-5 / 00333203-9
Endereço
Praça dos Três Poderes, Brasília - DF, 70175-900
Data do documento No documento Espécie doc. Aceite Data process. Nosso número
16/09/2019 1017510 RC N 16/09/2019 29416630000185263-5
Uso do banco Carteira Espécie Quantidade Valor Doc. (=) Valor documento
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17 R$ 206,63
Instruções (-) Desconto / Abatimentos
Governo Federal - Guia de Recolhimento da União - GRU Cobrança ******
Recolhimento de custas:Recursos Interpostos em Instância Inferior (-) Outras deduções
Número do processo na origem: 0623589302013804
******
Valor do Recurso Extraordinário: R$ 206,63
Código de controle para reimpressão: 1017510 (+) Mora / Multa
Após o vencimento, esta GRU é automaticamente cancelada. ******
Emita uma nova no site do STF - www.stf.jus.br. (+) Outros acréscimos
A GRU foi emitida com base nos dados informados pelo usuário e nos valores constantes da ******
vigente tabela de custas.
(=) Valor cobrado
É de responsabilidade do usuário o eventual pagamento a menor do valor da guia.
206,63

Nome do Pagador/CPF/CNPJ/Endereço
Direcional Engenharia S.A.
CNPJ: 16614075000100
Rua Salvador
Adrianópolis / Manaus / AM - 69057040 Cód. baixa
Pagador Autenticação mecânica - Ficha de Compensação

Corte na linha pontilhada

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Comprovante de Transação Bancária


Boleto de Cobrança
Data da operação: 16/09/2019
N° de controle: 798.610.856.110.003.461 | Documento: 0003616

Conta de débito: Agência: 1364 | Conta: 0040051-3 | Tipo: Conta-Corrente

Empresa: ANDRADE GC ADVOGADOS | CNPJ: 001.768.859/0001-08

Código de barras: 00190 00009 02941 663003 00185 263175 9 80440000020663

Banco destinatário: 001 - BANCO DO BRASIL S.A.

Razao Social Não informado


Beneficiário:

Nome Fantasia Não informado


Beneficiário:

CPF/CNPJ Beneficiário: Não informado

Razao Social Sacador Não informado


Avalista:

CPF/CNPJ Sacador Não informado


Avalista:

Instituição Recebedora: 237 - BANCO BRADESCO S.A.

Nome do Pagador: Não informado

CPF/CNPJ do Pagador: Não informado

Data de débito: 16/09/2019

Data de vencimento: 16/10/2019

Valor: R$ 206.63

Desconto: R$ 0.00

Abatimento: R$ 0.00

Bonificação: R$ 0.00

Multa: R$ 0.00

Juros: R$ 0.00

Valor total: R$ 206.63

Descrição: CUSTAS STF DIRECIONAL

A transação acima foi realizada por meio do Bradesco NET EMPRESA


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Autenticação

yD5C2bh# 7kKAIdMB trFBKAWC DCCuDta4 6AIQ4ui8 vwUcVtZz zvGVvPtE @h7CTsmF


oYqaCnr* uv*r2ZG4 wBPXmIRa CkuSPoJL uD6sagEy d42z4OJh 3Y6VIW*q y6Ovfoh*
w94O?cGz pAz*#iCQ l4tEo#Cz WchVLjn4 tIcSxS@H CewSDvln 66613109 06616031

SAC - Serviço de Alô Bradesco Deficiente Auditivo ou de Fala Cancelamentos, Reclamações e Demais telefones
Apoio ao Cliente 0800 704 8383 0800 722 0099 Informações. consulte o site
Atendimento 24 horas, 7 dias por semana. Fale Conosco.

Ouvidoria 0800 727 9933 Atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, exceto feriados.

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Secretaria da Micro e Pequena Empresa da Presidência da República Nº DO PROTOCOLO (Uso da Junta Comercial)
Secretaria de Racionalização e Simplificação
Departamento de Registro Empresarial e Integração
Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais

NIRE (da sede ou filial, quando a Código da Natureza Nº de Matrícula do Agente


sede for em outra UF) Jurídica Auxiliar do Comércio

31300025837 2046
1 - REQUERIMENTO
ILMO(A). SR.(A) PRESIDENTE DA JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DE MINAS GERAIS
Nome: DIRECIONAL ENGENHARIA S.A.
(da Empresa ou do Agente Auxiliar do Comércio)
Nº FCN/REMP

requer a V.Sª o deferimento do seguinte ato:

Nº DE CÓDIGO CÓDIGO DO
VIAS DO ATO EVENTO QTDE DESCRIÇÃO DO ATO / EVENTO
J163419929327
1 008 ATA DE ASSEMBLEIA GERAL ORDINARIA E EXTRAORDINARIA
2211 1 ALTERACAO DE ENDERECO DENTRO DO MESMO MUNICIPIO

BELO HORIZONTE Representante Legal da Empresa / Agente Auxiliar do Comércio:


Local Nome: __________________________________________
Assinatura: ______________________________________
9 Maio 2016 Telefone de Contato: ______________________________
Data

2 - USO DA JUNTA COMERCIAL


DECISÃO SINGULAR DECISÃO COLEGIADA
Nome(s) Empresarial(ais) igual(ais) ou semelhante(s):
SIM SIM Processo em Ordem
À decisão
_____________________________________ _____________________________________
_____________________________________ _____________________________________
_____________________________________ _____________________________________ ___/___/_____
_____________________________________ _____________________________________ Data

_____________________________________ _____________________________________
____________________
NÃO ___/___/_____ ____________________ NÃO ___/___/_____ ____________________ Responsável
Data Responsável Data Responsável
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DECISÃO SINGULAR
2ª Exigência 3ª Exigência 4ª Exigência 5ª Exigência
Processo em vigência. (Vide despacho em folha anexa)
Processo deferido. Publique-se e arquive-se.
Processo indeferido. Publique-se.

___/___/_____ __________________
Data Responsável

DECISÃO COLEGIADA
2ª Exigência 3ª Exigência 4ª Exigência 5ª Exigência
Processo em vigência. (Vide despacho em folha anexa)
Processo deferido. Publique-se e arquive-se.
Processo indeferido. Publique-se.

___/___/_____ ____________________ ____________________ ____________________


Data Vogal Vogal Vogal

Presidente da ______ Turma

OBSERVAÇÕES

Junta Comercial do Estado de Minas Gerais


Certifico registro sob o nº 5755440 em 19/05/2016 da Empresa DIRECIONAL ENGENHARIA S.A., Nire 31300025837 e protocolo 163208786 -
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JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DE MINAS GERAIS


Registro Digital

Capa de Processo

Identificação do Processo
Número do Protocolo Número do Processo Módulo Integrador Data

163208786 J163419929327 09/05/2016

Identificação do(s) Assinante(s)


CPF Nome

155.017.286-72 Ricardo Valadares Gontijo


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Belo Horizonte. Segunda-feira, 09 de Maio de 2016


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Junta Comercial do Estado de Minas Gerais


Certifico registro sob o nº 5755440 em 19/05/2016 da Empresa DIRECIONAL ENGENHARIA S.A., Nire 31300025837 e protocolo 163208786 -
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DIRECIONAL ENGENHARIA S.A.


CNPJ/MF nº 16.614.075/0001-00
NIRE: 313.000.258-37

ATA DA ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA E EXTRAORDINÁRIA


REALIZADA EM 29 DE ABRIL DE 2016

1. DATA, HORA E LOCAL: Realizada aos 29 dias do mês de abril de 2016, às 9:00
horas, na Rua dos Otoni, nº 177, 5º andar, sala 1, na Cidade de Belo
Horizonte, Estado de Minas Gerais, CEP: 30150-270.

2. CONVOCAÇÃO E PRESENÇAS: Editais de convocação publicados: (i) no Diário


Oficial de Minas Gerais, nas edições dos dias 05, 06 e 07 de abril de 2016, nas
páginas 05, 10 e 04, respectivamente; e (ii) no jornal Hoje em Dia, nas edições
dos dias 05, 06 e 07 de abril de 2016, nas páginas 15, 15 e 13,
respectivamente, conforme o disposto no artigo 124, da Lei n. 6.404, de 15 de
dezembro de 1976, conforme alterada e atualmente em vigor (“Lei das
Sociedades por Ações”). Instalada a Assembleia na presença de acionistas
detentores de ações equivalentes a aproximadamente 74% (setenta e quatro
por cento) do capital votante da Companhia, conforme assinatura dos
presentes no Livro de Presença dos Acionistas. Presentes, ainda, o Sr.
Fernando José Mancio Ramos, Diretor Financeiro e de Relações com
Investidores da Companhia, o Sr. Bruno Lage de Araújo Paulino, membro
efetivo do Conselho Fiscal da Companhia, e a Sra. Myrian Buenos Aires
Moutinho e o Sr. Amaury Brito Moreira, representando a
PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, nos termos do disposto no
artigo 134, §1º da Lei das Sociedades por Ações.

3. MESA: Os trabalhos foram presididos pelo Sr. Wilson Nélio Brumer, presidente
do Conselho de Administração da Companhia (“Presidente”), e secretariados
Petição Eletrônica juntada ao processo em 18/09/2019 ?s 14:29:48 pelo usu?rio: SISTEMA JUSTIÇA

pela Sra. Laura Ribeiro Henriques (“Secretária”).

4. ORDEM DO DIA: Em Assembleia Geral Ordinária: (i) Tomar as contas dos


administradores, examinar, discutir e votar as demonstrações financeiras
referentes ao exercício social encerrado em 31.12.2015; (ii) Deliberar sobre a
proposta de destinação do lucro líquido do exercício social encerrado em
31.12.2015; (iii) Deliberar o número de membros para compor o Conselho de
Administração da Companhia e eleger seus membros efetivos e suplentes; (iv)
Deliberar sobre a instalação do Conselho Fiscal da Companhia bem como, se
instalado, eleger seus membros efetivos e suplentes; Em Assembleia Geral
Extraordinária: (i) Fixar o montante global da remuneração da Administração e
dos membros do Conselho Fiscal da Companhia para o exercício social
iniciado em 01.01.2016; e (ii) Deliberar sobre a alteração dos arts. 2 e 36 do

Junta Comercial do Estado de Minas Gerais


Certifico registro sob o nº 5755440 em 19/05/2016 da Empresa DIRECIONAL ENGENHARIA S.A., Nire 31300025837 e protocolo 163208786 -
09/05/2016. Autenticação: AA1754288D8BE86BFB7328D872299ED25FED2. Marinely de Paula Bomfim - Secretária-Geral. Para validar este
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Estatuto Social da Companhia, bem como sobre sua consolidação, nos termos
da Proposta da Administração disponibilizada aos acionistas em 30/03/2016.

5. DELIBERAÇÕES: Dando início aos trabalhos, o Presidente da mesa esclareceu


que a presente ata será lavrada na forma de sumário dos fatos ocorridos e
publicada com a omissão das assinaturas dos acionistas, conforme facultado
pelo artigo 130, §§1º e 2º da Lei das Sociedades por Ações, sendo propostas
e aprovadas a dispensa da leitura (i) do Relatório da Administração, das
Demonstrações Financeiras e do Relatório dos Auditores Independentes, visto
que os referidos documentos foram regularmente disponibilizados e
publicados, depois de terem sido submetidos ao Conselho de Administração e
ao Conselho Fiscal, recebendo de todos, pareceres favoráveis; e (ii) do Edital
de Convocação. Em seguida, os acionistas presentes tomaram as seguintes
deliberações:

Em Assembleia Geral Ordinária:

5.1. Aprovar, por maioria de votos, tendo sido registrados 33.162.139 (trinta e três
milhões, cento e sessenta e dois mil, cento e trinta e nove) votos a favor,
164.000 (cento e sessenta e quatro mil) votos contra e 75.342.227 (setenta e
cinco milhões, trezentas e quarenta e duas mil, duzentas e vinte e sete)
abstenções, incluindo as abstenções do Sr. Ricardo Ribeiro Valadares Gontijo,
Diretor Vice-Presidente e Vice-Presidente do Conselho de Administração da
Companhia, da Sra. Ana Carolina Ribeiro Valadares Gontijo membro efetivo
do Conselho de Administração da Companhia, e das acionistas Filadelphia
Participações Ltda e Alliança Fundo de Investimento Multimercado Crédito
Privado, na qualidade de acionistas controladores da Companhia, as contas
dos administradores, Demonstrações Financeiras e Relatório da
Administração, referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de
2015, disponibilizadas aos acionistas em 14 de março de 2016 e publicadas:
Petição Eletrônica juntada ao processo em 18/09/2019 ?s 14:29:48 pelo usu?rio: SISTEMA JUSTIÇA

(i) no Diário Oficial de Minas Gerais, na edição de 15 de março de 2016, nas


páginas 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29, 30, 31 e 32; e (ii) no Jornal Hoje em Dia,
na edição de 15 de março de 2016, nas páginas 09, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16,
17, 18 e 19, considerando-se, assim, sanada a falta de publicação dos
anúncios mencionados no artigo 133 da Lei das Sociedades por Ações,
conforme dispensa o parágrafo quinto do referido artigo.

5.2. Aprovar, por unanimidade de votos proferidos, tendo sido registrados


107.707.756 (cento e sete milhões, setecentos e sete mil, setecentos e
cinquenta e seis) votos a favor, ressalvadas 960.610 (novecentas e sessenta
mil, seiscentas e dez) abstenções, a destinação do resultado do exercício
social encerrado em 31 de dezembro de 2015, no montante de
R$123.646.966,34 (cento e vinte e três milhões, seiscentos e quarenta e seis

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mil, novecentos e sessenta e seis reais e trinta e quatro centavos) conforme


segue:

(i) o montante de R$83.646.966,34 (oitenta e três milhões, seiscentos e


quarenta e seis mil, novecentos e sessenta e seis reais e trinta e quatro
centavos) será destinado para a conta de reserva de investimentos nos termos
do artigo 38, parágrafo 2º, alínea “f” do Estatuto Social da Companhia;

(ii) o montante de R$40.000.000,00 (quarenta milhões de reais), já distribuído


pela Companhia à título de dividendos intermediários, conforme deliberação de
seu Conselho de Administração, datada de 21 de julho de 2015, será imputado
ao dividendo mínimo obrigatório relativo ao exercício social encerrado em 31
de dezembro de 2015, nos termos do §1º do artigo 37 do Estatuto Social da
Companhia, que corresponderia a R$30.911.741,59 (trinta milhões,
novecentos e onze mil, setecentos e quarenta e um reais e cinquenta e nove
centavos) não restando saldo a ser distribuído aos acionistas.

A administração informou que optou por não constituir a reserva legal, uma
vez que o somatório dessa reserva e das reservas de capital excedeu 30% do
capital social da Companhia.

5.3. Aprovar, por unanimidade de votos proferidos, tendo sido registrados


89.694.302 (oitenta e nove milhões, seiscentos e noventa e quatro mil,
trezentos e dois) votos a favor, ressalvadas 18.974.064 (dezoito milhões,
novecentas e setenta e quatro mil e sessenta e quatro) abstenções, que o
Conselho de Administração seja composto por 7 (sete) membros efetivos e
seus respectivos suplentes. Adicionalmente, por maioria de votos, tendo sido
registrados 91.385.513 (noventa e um milhões, trezentos e oitenta e cinco mil,
quinhentos e treze) votos a favor, 346.469 (trezentos e quarenta e seis mil,
quatrocentos e sessenta e nove) votos contra e 16.936.384 (dezesseis
Petição Eletrônica juntada ao processo em 18/09/2019 ?s 14:29:48 pelo usu?rio: SISTEMA JUSTIÇA

milhões, novecentas e trinta e seis mil, trezentas e oitenta e quatro)


abstenções, foram reeleitos como membros do Conselho de Administração,
para um mandato unificado de 2 (dois) anos, os Srs.: (a) Ricardo Valadares
Gontijo, brasileiro, casado, engenheiro civil, portador da carteira de identidade
nº 10.568.247 expedida pela SSP/MG e inscrito no CPF/MF sob o nº
050.843.996-56, na qualidade de membro efetivo, e Renato Valadares
Gontijo, brasileiro, casado, engenheiro civil, portador da carteira de identidade
nº 1791 expedida pelo CREA/DF e inscrito no CPF/MF sob o nº 130.517.416-
04, como seu respectivo suplente; (b) Ricardo Ribeiro Valadares Gontijo,
brasileiro, solteiro, engenheiro civil, portador da carteira de identidade nº
12.213/D, 4ª Região expedida pelo CREA/MG e inscrito no CPF/MF sob o nº
155.017.286-72, na qualidade de membro efetivo, e Paulo Roberto da Silva
Cunha, brasileiro, casado, engenheiro civil, portador da carteira de identidade

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nº M-750.618 expedida pela SSP/MG e inscrito no CPF/MF sob o nº


278.255.316-04, como seu respectivo suplente; (c) Ana Lúcia Ribeiro
Valadares Gontijo, brasileira, casada, engenheira civil, portadora da carteira
de identidade nº 27.329/D, 4ª Região expedida pelo CREA/MG e inscrita no
CPF/MF sob o nº 316.370.276-72, na qualidade de membro efetivo, e Alair
Gonçalves Couto Neto, brasileiro, divorciado, engenheiro civil, portador da
carteira de identidade nº M-4467961 expedida pela SSP/MG e inscrito no
CPF/MF sob o nº 917.022.246-00, como seu respectivo suplente; (d) Ana
Carolina Ribeiro Valadares Gontijo, brasileira, divorciada, advogada, inscrita
na OAB/MG sob o nº 112.246 e no CPF/MF sob o nº 014.444.816-57, na
qualidade de membro efetivo, e Antonio José Pinto Campelo, brasileiro,
casado, contador, inscrito no CRC/MG sob o nº 15124/O-5 e no CPF/MF sob o
nº 009.819.826-20, como seu respectivo suplente; (e) Luiz André Rico
Vicente, brasileiro, casado, engenheiro químico, portador da carteira de
identidade nº M-228.848 expedida pela SSP/MG e inscrito no CPF/MF sob o nº
001.263.816-15, na qualidade de membro efetivo e Conselheiro Independente,
e Gilson Teodoro Arantes, brasileiro, casado, engenheiro civil, portador da
carteira de identidade nº MG 243698 expedida pela SSP/MG e inscrito no
CPF/MF sob o nº 104.561.396-72, como seu respectivo suplente; (f) Paulo
Nóbrega Frade, brasileiro, casado, administrador de empresas, portador da
carteira de identidade nº 32480750-8 expedida pela SSP/SP e inscrito no
CPF/MF sob o nº 272.844.948-16, na qualidade de membro efetivo e
Conselheiro Independente, e Eduardo Cysneiros de Morais, brasileiro,
casado, economista, portador da carteira de identidade nº 08740025-5
expedida pelo ISPRJ e inscrito no CPF/MF sob o nº 017.971.874-29, como seu
respectivo suplente; (g) Wilson Nélio Brumer, brasileiro, casado,
administrador de empresas, portador da carteira de identidade nº MG-494.249
expedida pela SSP/MG e inscrito no CPF/MF sob o nº 049.142.366-72, na
qualidade de membro efetivo e Conselheiro Independente, e Luiz Otávio
Pôssas Gonçalves, brasileiro, casado, advogado, portador da carteira de
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identidade nº M-192.899 expedida pela SSP/MG e inscrito no CPF/MF sob o nº


000.659.436-00, como seu respectivo suplente. Todos com endereço à Rua
dos Otoni, nº 177, 5º andar, sala 1, na Cidade de Belo Horizonte, Estado de
Minas Gerais, CEP: 30150-270.

Ainda, foi aprovada por maioria de votos proferidos, tendo sido registrados
91.385.513 (noventa e um milhões, trezentos e oitenta e cinco mil, quinhentos
e treze) votos a favor, 346.469 (trezentos e quarenta e seis mil, quatrocentos e
sessenta e nove) votos contra e 16.936.384 (dezesseis milhões, novecentas e
trinta e seis mil, trezentas e oitenta e quatro) abstenções, a dispensa de
impedimento dos Srs. Paulo Roberto da Silva Cunha e Antonio Jose Pinto
Campelo, nos termos do artigo 147, §3º, I, da Lei das Sociedades por Ações e
do artigo 2º, §3º da Instrução CVM nº 367, de 29 de maio de 2002.

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Os membros do Conselho de Administração ora eleitos tomarão posse


mediante lavratura do respectivo termo no livro competente e exercerão seus
cargos até a data da realização da assembleia geral ordinária que deliberar
sobre as contas do exercício findo em 31 de dezembro de 2017.

5.4. Aprovar, por maioria de votos, tendo sido registrados 106.889.387 (cento e
seis milhões, oitocentos e oitenta e nove mil, trezentos e oitenta e sete) votos a
favor, 368.369 (trezentos e sessenta e oito mil, trezentos e sessenta e nove)
votos contra e 1.410.610 (um milhão, quatrocentas e dez mil, seiscentas e dez)
abstenções, a instalação do Conselho Fiscal da Companhia, para o exercício
social de 2016, tendo sido determinada a eleição de seus 3 (três) membros
efetivos e respectivos suplentes, todos com mandato até a primeira
assembleia geral ordinária que se realizar após a sua eleição, nos termos do
artigo 161, §5º, da Lei n.º 6.404/76, tendo sido requerida a eleição em
separado pelos acionistas minoritários, nos termos do Artigo 161, §4º, A, da
Lei das Sociedades por Ações. Foram eleitos:

(a) Em votação em separado pelos acionistas minoritários da Companhia, por


unanimidade de votos proferidos, nos termos do Artigo 161 da Lei das
Sociedades por Ações, tendo sido registrados 4.529.800 (quatro milhões,
quinhentos e vinte e nove mil e oitocentos) votos a favor, ressalvadas 370.410
(trezentas e setenta mil, quatrocentas e dez) abstenções, o Sr. Rafael Alves
Rodrigues, brasileiro, casado, administrador de empresas, inscrito no CPF/MF
nº 166.309.958-80, e o Sr. Jorge Augusto Hirs Saab, brasileiro, solteiro,
administrador de empresas, inscrito no CPF/MF nº 220.461.098-48, ambos
com endereço comercial na Av. Chedid Jafet, 222, Bloco B, 3º andar, Vila
Olímpia, São Paulo/SP, CEP 04551-065, como membro suplente do Conselho
Fiscal;

(b) Em votação pelos demais acionistas da Companhia, por maioria dos votos,
Petição Eletrônica juntada ao processo em 18/09/2019 ?s 14:29:48 pelo usu?rio: SISTEMA JUSTIÇA

tendo sido registrados 74.837.217 (setenta e quatro milhões, oitocentos e trinta


e sete mil, duzentos e dezessete) votos a favor, 1.805.680 (um milhão,
oitocentos e cinco mil, seiscentos e oitenta) votos contra, e 27.125.259 (vinte e
sete milhões, cento e vinte e cinco mil, duzentas e cinquenta e nove)
abstenções:

(b.1) o Sr. Paulo Sávio Bicalho, brasileiro, casado, contabilista, inscrito no


CRC/MG sob o nº 047283/O-1, e no CPF/MF sob o nº 419.785.526-53, com
endereço à Rua dos Otoni, nº 177, 5º andar, sala 1, na Cidade de Belo
Horizonte, Estado de Minas Gerais, CEP: 30150-270, como membro efetivo do
Conselho Fiscal, e do Sr. Uocimar Silva, brasileiro, casado, contabilista,
inscrito no CRC/MG sob o nº 62263 e no CPF/MF sob o nº 758.535.586-68,
com endereço à Rua Pouso Alegre, nº 521, na Cidade de Belo Horizonte,

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Estado de Minas Gerais, CEP: 31110-010, como membro suplente do


Conselho Fiscal; e

(b.2) o Sr. Bruno Lage de Araújo Paulino, brasileiro, casado, advogado,


inscrito na OAB/MG sob o nº 83425 e no CPF/MF sob o nº 011.768.096-60,
com endereço à Rua dos Otoni, nº 177, 5º andar, sala 1, na Cidade de Belo
Horizonte, Estado de Minas Gerais, CEP: 30150-270, como membro efetivo do
Conselho Fiscal, e a Sra. Rita Rebelo Horta de Assis Fonseca, brasileira,
casada, economista, portadora da carteira de identidade nº MG-3472565,
expedida pela SSP/MG, inscrita no CPF/MF sob o nº 790.197.496-68, com
endereço à Rua Trifana, nº 739, apartamento 801, na Cidade de Belo
Horizonte, Estado de Minas Gerais, CEP: 30210-570, como membro suplente
do Conselho Fiscal.

A posse dos membros do Conselho Fiscal ficará subordinada (i) à


apresentação de declaração de desimpedimento, nos termos da legislação
aplicável; e (ii) à assinatura do termo de posse, lavrado em livro próprio da
Companhia.

Em Assembleia Geral Extraordinária:

5.5. Aprovar, por maioria de votos, tendo sido registrados 106.910.656 (cento e
seis milhões, novecentos e dez mil, seiscentos e cinquenta e seis) votos à
favor, 797.100 (setecentos e noventa e sete mil e cem) votos contra e 960.610
(novecentas e sessenta mil, seiscentas e dez) abstenções, como remuneração
global anual dos administradores para o exercício social de 2016 o montante
de até R$7.610.000,00 (sete milhões, seiscentos e dez mil reais), incluindo os
membros do Conselho Fiscal.

5.6. Aprovar, por unanimidade de votos proferidos, tendo sido registrados


Petição Eletrônica juntada ao processo em 18/09/2019 ?s 14:29:48 pelo usu?rio: SISTEMA JUSTIÇA

107.707.756 (cento e sete milhões, setecentos e sete mil, setecentos e


cinquenta e seis) votos a favor, ressalvadas 960.610 (novecentas e sessenta
mil, seiscentas e dez) abstenções, a alteração da redação do caput do artigo
2º do Estatuto Social da Companhia, de forma a modificar o endereço de sua
sede social, que passa a vigorar com a seguinte redação:

“Artigo 2º - A Companhia tem sua sede social e domicílio legal


na Rua dos Otoni, nº 177, Bairro Santa Efigênia, na Cidade de
Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais, CEP 30150-270.”

5.7. Aprovar, por unanimidade de votos proferidos, tendo sido registrados


107.707.756 (cento e sete milhões, setecentos e sete mil, setecentos e
cinquenta e seis) votos a favor, ressalvadas 960.610 (novecentas e sessenta
mil, seiscentas e dez) abstenções, a alteração da redação do parágrafo 3º do

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artigo 36 do Estatuto Social da Companhia, de forma a prever a participação


dos membros do Conselho Fiscal nas reuniões realizada por meio de tele e/ou
videoconferência, bem como que os respectivos votos possam ser remetidos à
Companhia por meio de correio eletrônico e/ou fac-símile, que passa a vigorar
com a seguinte redação:

“Artigo 36 - Quando instalado, o Conselho Fiscal se reunirá,


nos termos da lei, sempre que necessário e analisará, ao
menos trimestralmente, as demonstrações financeiras.

(...)

Parágrafo 3º - Serão admitidas reuniões por meio de


teleconferência ou videoconferência, admitida a gravação e a
degravação das mesmas. Tal participação será considerada
presença pessoal em referida reunião. Nesse caso, os
membros do Conselho Fiscal que participarem remotamente
da reunião poderão expressar seus votos, na data da reunião,
por meio de carta ou fac-símile ou correio eletrônico
digitalmente certificado, devendo a cópia dos mesmos serem
arquivados junto ao livro próprio da Companhia.

(...)”

Tendo em vista as alterações ora aprovadas, será realizada a consolidação do


Estatuto Social da Companhia na forma do Anexo I à presente ata.

6. ENCERRAMENTO: Nada mais havendo a tratar, foram encerrados os trabalhos e


lavrada a presente ata na forma de sumário, que após lida, foi aprovada e
assinada por todos os presentes, tendo o Sr. Presidente encerrado a Assembleia.
Assinaturas: Mesa: Wilson Nélio Brumer, Presidente; Laura Ribeiro Henriques,
Secretária. Fernando José Mancio Ramos, Diretor Financeiro e de Relações com
Investidores; Bruno Lage de Araújo Paulino, Presidente do Conselho Fiscal;
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Myrian Buenos Aires Moutinho e Amaury Brito Moreira, PricewaterhouseCoopers


Auditores Independentes. Acionistas: Filadelphia Participações Ltda; Ana Carolina
Ribeiro Valadares Gontijo; Ricardo Ribeiro Valadares Gontijo; Alliança Fundo de
Investimento Multimercado Crédito Privado; Harpia Fundo de Investimento de
Ações no Exterior; PHT Fundo de Investimento de Ações Investimento no Exterior;
Tropico Value Fundo de Investimento de Ações; Marcelo Cheyne Rocha;
Fernando Antonio da Cruz Fonseca Filho; Laura Ribeiro Henriques; Oceana Long
Short Fundo de Investimento Multimercado; Oceana Long Biased Master Fundo
de Investimento em Ações; Oceana O3 Master Fundo de Investimento
Multimercado; Oceana Long Biased Master Fundos de Investimento Multimercado;
Oceana Valor Master Fundo de Investimento de Ações; Danske Invest SICAV-SIF
Emerging and Frontier Markets SMID Sub-Fund; Danske Invest SICAV Emerging
and Frontier Markets Sub-Fund; Abbey Road Fundo de Investimento Multimercado
Crédito Privado Investimento no Exterior; Brazil Private Equity Investments LLC;

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Celos Claritas Valor Fundo de Investimento em Ações; Claritas Ações Fundo de


Investimento em Ações; Claritas Valor Fundo de Investimento em Ações; Unimed
RV 15 Fundo de Investimento Multimercado; Unimed RV 20 Fundo de
Investimento Multimercado; Solana Long and Short Fundo de Investimento
Multimercado; Fidelity Investments Money Management Inc.; Fidelity Central
Investment Portfolios LLC: Fidelity Emerging Markets Equity Central Fund;
Schroder International Selection Fund; Public Employees Retirement System of
Ohio; Vanguard Total International Stock Index Fund, A Series of Vanguard Star
Funds; Alpine Emerging Markets Real Estate Fund; Alpine Global Premier
Properties Fund; Alpine International Real Estate Equity Fund; BP Pension
Trustees Limited as Trustee of the BP Pension Fund; Caisse de depot et
placement du Québec; California Public Employees’ Retirement System; Celanese
Americas Retirement Pension Plan; CIBC Latin American Fund; Dirnad Fund LP;
Discerene Fund LP; Ensign Peak Advisors, INC.; Fidelity Advisor Series VIII:
Fidelity Advisor Global Capital Appreciation Fund; Fidelity Emerging Markets
Equity Investment Trust; Fidelity Investment Trust: Fidelity Total Emerging Markets
Fund; Fidelity Investment Trust: Fidelity Series Emerging Markets Fund; Fidelity
Investment Trust: Fidelity Emerging Markets Discovery Fund; Florida Retirement
System Trust Fund; Future Fund Board of Guardians; GMAM Investment Funds
Trust; MDPIM Emerging Markets Equity Poll; Metis Equity Trust; Norges Bank;
Northern Funds Global Real Estate Index Fund; Northern Trust Collective Global
Real Estate Index Fund-Lending; Northern Trust Collective Global Real Estate
Index Fund-Non Lending; Oregon Public Employees Retirement System; River and
Mercantile Dynamic Asset Allocation Fund; River and Mercantile World Recovery
Fund; Rothko Emerging Markets All Cap Equity Fund, L.P.; SPDR S&P Emerging
Markets Small Cap ETF; Teacher Retirement System of Texas; The Board of
Regents of the University of Texas System; GMO Emerging Markets Fund; The
Government of the Province of Alberta; The Monetary Authority of Singapore; The
Pension Reserves Investment Management Board; Utah State Retirement
Systems; Vanguard Emerging Markets Stock Index Fund; Vanguard FTSE All-
Petição Eletrônica juntada ao processo em 18/09/2019 ?s 14:29:48 pelo usu?rio: SISTEMA JUSTIÇA

World EX-US Small-Cap Index Fund, a Series of Vanguard International Equity


Index Funds; Vanguard Total World Stock Index Fund, a Series of Vanguard
International Equity Index Funds.

Certifico que a presente ata é cópia fiel da ata lavrada em termo próprio.

Belo Horizonte, 29 de abril de 2016.

Neste ato, assina digitalmente a secretária da Assembleia Geral, Sra. Laura Ribeiro Henriques.

Junta Comercial do Estado de Minas Gerais


Certifico registro sob o nº 5755440 em 19/05/2016 da Empresa DIRECIONAL ENGENHARIA S.A., Nire 31300025837 e protocolo 163208786 -
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Anexo I
Estatuto Social Consolidado

DIRECIONAL ENGENHARIA S.A.


CNPJ/MF 16.614.075/0001-00
NIRE: 31.300.025.837

ESTATUTO SOCIAL
CAPÍTULO I
DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO E DURAÇÃO

Artigo 1º - A Direcional Engenharia S.A. (“Companhia”) é uma sociedade por ações de capital autorizado, regida
pelo presente Estatuto Social (“Estatuto Social”) e pelas disposições legais aplicáveis, em especial a Lei 6.404, de
15 de dezembro de 1.976, conforme alterada (“Lei das Sociedades por Ações”).

Parágrafo 1º - Com a admissão da Companhia no segmento especial de listagem denominado Novo


Mercado da BM&FBOVESPA S.A. - Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (“Novo Mercado” e
“BM&FBOVESPA”, respectivamente), sujeitam-se a Companhia, seus acionistas, administradores e
membros do Conselho Fiscal, quando instalado, às disposições do Regulamento de Listagem do Novo
Mercado da BM&FBOVESPA (“Regulamento do Novo Mercado”).

Parágrafo 2º - As disposições do Regulamento do Novo Mercado prevalecerão sobre as disposições


estatutárias, nas hipóteses de prejuízo aos direitos dos destinatários das ofertas públicas previstas neste
Estatuto.

Artigo 2º - A Companhia tem sua sede social e domicílio legal na Rua dos Otoni, nº 177, Bairro Santa Efigênia, na
Cidade de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais, CEP 30150-270.

Parágrafo Único - A Companhia poderá, por deliberação da Diretoria, abrir, transferir e/ou encerrar filiais de
qualquer espécie, em qualquer parte do território nacional ou no exterior.

Artigo 3º - A Companhia tem por objeto social (i) a incorporação, construção e comercialização de bens imóveis
próprios ou de terceiros, (ii) a administração de bens próprios, (iii) a prestação de serviços de engenharia
pertinentes às atribuições dos responsáveis técnicos, (iv) a locação e administração de bens móveis, (v) a
participação em outras sociedades na qualidade de sócia ou acionista, (vi) a prestação de serviços de assessoria e
consultoria imobiliária em contratos de financiamento bancários e afins e (vii) a compra e venda de insumos e
materiais para a construção civil.

Artigo 4º - O prazo de duração da Companhia é indeterminado.

CAPÍTULO II
Petição Eletrônica juntada ao processo em 18/09/2019 ?s 14:29:48 pelo usu?rio: SISTEMA JUSTIÇA

CAPITAL SOCIAL

Artigo 5º - O capital social da Companhia é de R$752.982.399,00 (setecentos e cinquenta e dois milhões,


novecentos e oitenta e dois mil e trezentos e noventa e nove reais), totalmente subscrito e integralizado, dividido em
153.398.749 (cento e cinquenta e três milhões, trezentos e noventa e oito mil e setecentos e quarenta e nove)
ações ordinárias, todas nominativas, escriturais e sem valor nominal.

Parágrafo 1º - O capital social da Companhia é representado exclusivamente por ações ordinárias.

Parágrafo 2º - Cada ação ordinária nominativa confere ao seu titular o direito a um voto nas deliberações
das Assembleias Gerais da Companhia.

Parágrafo 3º - Todas as ações da Companhia são escriturais e mantidas em conta de depósito, em nome de
seus titulares, em instituição financeira autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”), com a
qual a Companhia mantém contrato de custódia em vigor, sem emissão de certificados. A instituição
depositária poderá cobrar dos acionistas o custo do serviço de transferência e averbação da propriedade
das ações escriturais, assim como o custo dos serviços relativos às ações custodiadas, observados os
limites máximos fixados pela CVM.

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Parágrafo 4º - Fica vedada a emissão pela Companhia de ações preferenciais ou partes beneficiárias.

Parágrafo 5º - As ações são indivisíveis em relação à Companhia. Quando uma ação pertencer a mais de
uma pessoa, os direitos a ela conferidos serão exercidos pelo representante do condomínio.

Parágrafo 6º - Os acionistas têm direito de preferência, na proporção de suas respectivas participações, na


subscrição de ações, debêntures conversíveis em ações ou bônus de subscrição de emissão da
Companhia, que pode ser exercido no prazo legal, observado o disposto no parágrafo 3º do artigo 6º e no
artigo 8º deste Estatuto Social.

Artigo 6º - A Companhia está autorizada a aumentar o capital social até o limite de R$1.200.000.000,00 (um bilhão e
duzentos milhões de reais), incluídas as ações ordinárias já emitidas, independentemente de reforma estatutária.

Parágrafo 1º - O aumento do capital social, nos termos deste artigo 6º, será realizado mediante deliberação
do Conselho de Administração, a quem competirá estabelecer as condições da emissão, inclusive preço,
prazo e forma de sua integralização. Ocorrendo subscrição com integralização em bens, a competência
para deliberar sobre o aumento de capital será da Assembleia Geral, ouvido o Conselho Fiscal, caso
instalado.

Parágrafo 2º - Dentro do limite do capital autorizado, a Companhia poderá, mediante deliberação do


Conselho de Administração, emitir ações ordinárias, debêntures conversíveis em ações ordinárias e bônus
de subscrição.

Parágrafo 3º - A critério do Conselho de Administração, poderá ser excluído o direito de preferência ou


reduzido o prazo para seu exercício, nas emissões de ações ordinárias, debêntures conversíveis em ações
ordinárias e bônus de subscrição, cuja colocação seja feita mediante (i) venda em bolsa ou subscrição
pública, ou (ii) permuta de ações, em oferta pública de aquisição de controle, nos termos da lei, e dentro do
limite do capital autorizado.

Artigo 7º - A Companhia poderá, por deliberação do Conselho de Administração, adquirir as próprias ações para
permanência em tesouraria e posterior alienação ou cancelamento, sem diminuição do capital social, observadas as
disposições legais e regulamentares aplicáveis.

Artigo 8º - A Companhia poderá, por deliberação do Conselho de Administração e de acordo com plano aprovado
pela Assembleia Geral, outorgar opção de compra ou subscrição de ações, sem direito de preferência para os
acionistas, em favor dos administradores, empregados e colaboradores, podendo essa opção ser estendida aos
administradores e empregados das sociedades controladas pela Companhia, direta ou indiretamente.

CAPÍTULO III
ADMINISTRAÇÃO
Petição Eletrônica juntada ao processo em 18/09/2019 ?s 14:29:48 pelo usu?rio: SISTEMA JUSTIÇA

Seção I - Disposições Gerais

Artigo 9º - A Companhia será administrada por um Conselho de Administração e por uma Diretoria, de acordo com
os poderes conferidos pelo presente Estatuto Social, pela Lei das Sociedades por Ações e pela regulamentação
aplicável.

Artigo 10º - A posse dos membros do Conselho de Administração e da Diretoria é condicionada à prévia subscrição
do Termo de Anuência dos Administradores nos termos do disposto no Regulamento do Novo Mercado, bem como
ao atendimento dos requisitos legais aplicáveis.

Parágrafo 1º - Os administradores deverão, imediatamente após a investidura no cargo, comunicar à


BM&FBOVESPA a quantidade e as características dos valores mobiliários de emissão da Companhia de
que sejam titulares, direta ou indiretamente, inclusive seus derivativos.

Parágrafo 2º - Os administradores da Companhia deverão aderir à política de divulgação de ato ou fato


relevante e à política de negociação de valores mobiliários de emissão da Companhia, mediante assinatura
do respectivo termo de adesão.

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Artigo 11 - O Conselho de Administração poderá estabelecer a formação de outros comitês, técnicos ou consultivos,
para seu assessoramento, com objetivos e funções definidos. Caberá ao Conselho de Administração estabelecer as
normas aplicáveis aos comitês, incluindo composição, prazo de gestão, remuneração e funcionamento.

Artigo 12 - A Assembleia Geral Ordinária fixará o montante anual global da remuneração dos administradores da
Companhia, cabendo ao Conselho de Administração deliberar sobre a sua distribuição entre seus membros e a
Diretoria.

Artigo 13 - Os cargos de Presidente do Conselho de Administração e de Diretor Presidente ou principal executivo da


Companhia não poderão ser acumulados pela mesma pessoa.

Seção II - Conselho de Administração

Artigo 14 - O Conselho de Administração é composto por, no mínimo, 05 (cinco) e, no máximo, 09 (nove) membros
e igual número de suplentes, todos eleitos e destituíveis pela Assembleia Geral, com mandato unificado de 02 (dois)
anos, sendo permitida a reeleição.

Parágrafo 1º - Dos membros do Conselho de Administração, no mínimo 20% (vinte por cento) deverão ser
Conselheiros Independentes, conforme a definição do Regulamento do Novo Mercado, e expressamente
declarados como tais na ata da Assembleia Geral que os eleger, sendo também considerado(s)
Conselheiro(s) Independente(s), o(s) conselheiro(s) eleito(s) mediante faculdade prevista pelo artigo 141,
parágrafos 4º e 5º da Lei das Sociedades por Ações.

Parágrafo 2º - Quando, em decorrência da observância do percentual referido no parágrafo acima, resultar


número fracionário de Conselheiros, proceder-se-á ao arredondamento nos termos do Regulamento do
Novo Mercado.

Parágrafo 3º - Os membros do Conselho de Administração serão investidos em seus cargos mediante


assinatura de termo de posse lavrado no Livro de Atas de Reuniões do Conselho de Administração dentro
de 30 (trinta) dias que se seguirem à sua eleição. Os membros do Conselho de Administração poderão ser
destituídos a qualquer tempo pela Assembleia Geral, devendo permanecer em exercício nos respectivos
cargos e no exercício de suas funções, até a investidura de seus sucessores, exceto se de outra forma for
deliberado pela Assembleia Geral.

Parágrafo 4º - Os membros do Conselho de Administração devem ter reputação ilibada, não podendo ser
eleitos, salvo mediante dispensa expressa da Assembleia Geral que os elegerem, aqueles que: (i)
ocuparem cargos em sociedades consideradas concorrentes da Companhia; ou (ii) possuírem ou
representarem interesses conflitantes com a Companhia. Não poderá ser exercido o direito de voto pelos
membros do Conselho de Administração caso se configurem, posteriormente, os fatores de impedimento
indicados neste parágrafo.

Parágrafo 5º - Em caso de vacância do cargo de qualquer membro do Conselho de Administração, o


Petição Eletrônica juntada ao processo em 18/09/2019 ?s 14:29:48 pelo usu?rio: SISTEMA JUSTIÇA

suplente assumirá o cargo como efetivo, para completar o respectivo mandato. Em caso de vacância do
cargo de membro suplente que tenha sido efetivado, o substituto será nomeado, para completar o
respectivo mandato, por Assembleia Geral. Para os fins deste parágrafo, ocorre a vacância com a
destituição, morte, renúncia, impedimento comprovado ou invalidez.

Parágrafo 6º - Os membros do Conselho de Administração não poderão afastar-se do exercício de suas


funções por mais de 30 (trinta) dias corridos consecutivos sob pena de perda de mandato, salvo no caso de
licença concedida pelo próprio Conselho de Administração.

Artigo 15 - O Conselho de Administração terá 01 (um) Presidente e 01 (um) Vice-Presidente, que serão eleitos pela
maioria absoluta de votos dos presentes, na primeira reunião do Conselho de Administração que ocorrer
imediatamente após a posse de tais membros, sempre que ocorrer vacância naqueles cargos ou sempre que
solicitada nova eleição pela maioria dos membros do Conselho de Administração. No caso de ausência ou
impedimento temporário do Presidente do Conselho de Administração, o Vice-Presidente assumirá as funções. Na
hipótese de ausência ou impedimento temporário do Presidente e do Vice-Presidente do Conselho de
Administração, as funções do Presidente serão exercidas por outro membro do Conselho de Administração indicado
pelo Presidente ou, na ausência de tal indicação, em até 5 (cinco) dias da data em que constatada a ausência ou
impedimento temporário do Presidente e do Vice-Presidente do Conselho de Administração, por Conselheiro
escolhido por maioria dos votos dos demais membros do Conselho de Administração.

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Artigo 16 - O Conselho de Administração reunir-se-á, ordinariamente, a cada 3 (três) meses, e, extraordinariamente,


sempre que convocado por quaisquer de seus membros, mediante notificação escrita entregue com antecedência
mínima de 05 (cinco) dias úteis, contendo a data, horário e a pauta dos assuntos a serem tratados.

Parágrafo Único - Independentemente das formalidades previstas neste artigo, será considerada regular a
reunião a que comparecerem todos os Conselheiros.

Artigo 17 - Na eleição dos membros do Conselho de Administração é facultado aos acionistas requerer a adoção do
processo de voto múltiplo, nos termos do artigo 141 da Lei das Sociedades por Ações, da Instrução CVM n.º 165,
de 11 de dezembro de 1991, conforme alterada, e das demais normas legais e regulamentares aplicáveis.

Parágrafo 1º - Após o recebimento de pedido neste sentido, a Companhia deverá imediatamente divulgar,
por meio de aviso inserido em sua página na rede mundial de computadores e encaminhado, por meio
eletrônico, à CVM e à BM&FBOVESPA, que a eleição dos membros do Conselho de Administração se dará
pelo processo do voto múltiplo.

Parágrafo 2º - Regularmente instalada a Assembleia Geral em que se dará a eleição de membros do


Conselho de Administração pelo processo do voto múltiplo, o Presidente da Mesa promoverá, com base no
Livro de Presenças de Acionistas e no número de ações de titularidade dos acionistas presentes, o cálculo
do número de votos que caberá a cada acionista. Cada acionista terá o direito de cumular os votos que lhe
tiverem sido atribuídos em um único candidato ou distribuí-los entre vários candidatos.

Parágrafo 3º - Os cargos que, em virtude de empate, não tiverem sido preenchidos, serão objeto de nova
votação, pelo mesmo processo, ajustando-se o número de votos que caberá a cada acionista em função do
número de cargos a serem preenchidos.

Parágrafo 4º - Sempre que a eleição tiver sido realizada com a utilização do voto múltiplo, a destituição de
qualquer membro do Conselho de Administração pela Assembleia Geral importará destituição dos demais
membros, procedendo-se a nova eleição.

Artigo 18 - As reuniões do Conselho de Administração serão instaladas em primeira convocação com a presença da
maioria dos seus membros, e, em segunda convocação, por qualquer número.

Parágrafo 1º - As reuniões do Conselho de Administração serão presididas pelo Presidente do Conselho de


Administração e secretariadas por quem ele indicar. No caso de ausência ou impedimento temporário do
Presidente do Conselho de Administração, essas reuniões serão presididas pelo Vice-Presidente do
Conselho de Administração ou, na sua ausência ou impedimento temporário, por Conselheiro escolhido por
maioria dos votos dos demais membros do Conselho de Administração, cabendo ao presidente da reunião
indicar o secretário.

Parágrafo 2º - No caso de ausência temporária de qualquer membro do Conselho de Administração, o


Petição Eletrônica juntada ao processo em 18/09/2019 ?s 14:29:48 pelo usu?rio: SISTEMA JUSTIÇA

respectivo membro do Conselho de Administração poderá, com base na pauta dos assuntos a serem
tratados, manifestar seu voto por escrito, por meio de carta ou fac-símile entregue ao Presidente do
Conselho de Administração, na data da reunião, ou ainda, por correio eletrônico digitalmente certificado. O
conselheiro ausente poderá também ser representado nas reuniões do Conselho de Administração por seu
suplente ou, na impossibilidade deste, por outro conselheiro indicado por escrito, o qual, além do seu
próprio voto, expressará o voto do conselheiro ausente.

Parágrafo 3º - As deliberações do Conselho de Administração serão tomadas mediante o voto favorável da


maioria dos membros presentes, ou que tenham manifestado seu voto na forma do artigo 18, parágrafo 2º
deste Estatuto Social. Na hipótese de empate nas deliberações, caberá ao Presidente do Conselho de
Administração o voto de qualidade ou, conforme o caso, ao membro do Conselho de Administração que o
estiver substituindo.

Artigo 19 - As reuniões do Conselho de Administração serão realizadas, preferencialmente, na sede da Companhia.


Serão admitidas reuniões por meio de teleconferência ou videoconferência, admitida a gravação e a degravação
das mesmas. Tal participação será considerada presença pessoal em referida reunião. Nesse caso, os membros do
Conselho de Administração que participarem remotamente da reunião do Conselho poderão expressar seus votos,
na data da reunião, por meio de carta ou fac-símile ou correio eletrônico digitalmente certificado.

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STJ-Petição Eletrônica (RE) 00596458/2019 recebida em 18/09/2019 14:24:09 (e-STJ Fl.565)

Parágrafo 1º - Ao término da reunião, deverá ser lavrada ata, a qual deverá ser assinada por todos os
Conselheiros fisicamente presentes à reunião, e posteriormente transcrita no Livro de Registro de Atas do
Conselho de Administração da Companhia. Os votos proferidos por Conselheiros que participarem
remotamente da reunião do Conselho ou que tenham se manifestado na forma do artigo 18, parágrafo 2º
deste Estatuto Social, deverão igualmente constar no Livro de Registro de Atas do Conselho de
Administração, devendo a cópia da carta, fac-símile ou mensagem eletrônica, conforme o caso, contendo o
voto do Conselheiro, ser juntada ao Livro logo após a transcrição da ata.

Parágrafo 2º - Deverão ser publicadas e arquivadas no registro público de empresas mercantis as atas de
reunião do Conselho de Administração da Companhia que contiverem deliberação destinada a produzir
efeitos perante terceiros.

Parágrafo 3º - O Conselho de Administração poderá admitir outros participantes em suas reuniões, com a
finalidade de acompanhar as deliberações e/ou prestar esclarecimentos de qualquer natureza, vedado a
estes, entretanto, o direito de voto.

Artigo 20 - O Conselho de Administração tem a função primordial de orientação geral dos negócios da Companhia,
assim como de controlar e fiscalizar o seu desempenho, cumprindo-lhe, especialmente:

a) fixar a orientação geral dos negócios da Companhia;

b) aprovar e alterar os planos estratégicos, os orçamentos anuais e os planos de investimento da Companhia, bem
como acompanhar sua execução;

c) eleger e destituir a Diretoria e fixar-lhe as atribuições e a remuneração, observadas as disposições aplicáveis


neste Estatuto Social e na legislação aplicável;

d) deliberar sobre a alteração do número de membros, na composição ou forma de nomeação da Diretoria ou do


Comitê Executivo da Companhia, observados os termos deste Estatuto Social, bem como aprovar a criação de
comitês técnicos ou consultivos;

e) convocar a Assembleia Geral nos casos previstos em lei ou quando julgar conveniente;

f) fiscalizar a gestão da Diretoria, examinar a qualquer tempo os livros e papéis da Companhia, solicitar informações
sobre contratos celebrados ou em vias de celebração pela Companhia, e praticar quaisquer outros atos necessários
ao exercício de suas funções;

g) manifestar-se sobre o relatório e as contas da Diretoria, bem como sobre as demonstrações financeiras do
exercício que deverão ser submetidas à Assembleia Geral Ordinária;

h) deliberar sobre investimentos em projetos sociais cujo valor anual, individualmente considerados, seja superior a
5,0% (cinco por cento) do lucro líquido anual consolidado da Companhia, com base nas últimas demonstrações
Petição Eletrônica juntada ao processo em 18/09/2019 ?s 14:29:48 pelo usu?rio: SISTEMA JUSTIÇA

financeiras anuais auditadas disponíveis;

i) aprovar a aquisição de bens ou ativos ou realização de investimentos pela Companhia ou qualquer subsidiária
incluindo, dentre outros, aquisição de terrenos com pagamento em dinheiro ou mediante permuta de unidades, cujo
valor, individualmente considerado, seja igual ou superior ao equivalente a 10% (dez por cento) do patrimônio
líquido consolidado da Companhia, com base nas últimas demonstrações financeiras anuais auditadas disponíveis,
exceto se previstos nos planos estratégicos;

j) aprovar a alienação de unidades imobiliárias pela Companhia ou por qualquer subsidiária, cujo valor,
individualmente ou em uma série de operações correlatas com a mesma contraparte, seja igual ou superior a R$
50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais) em período de 12 (doze) meses, exceto se previstos nos planos
estratégicos e exceto pela transferência de unidades imobiliárias construídas pela Companhia no âmbito de
programas habitacionais governamentais (sejam municipais, estaduais ou federais);

k) aprovar a alienação de outros bens ou ativos da Companhia ou de qualquer subsidiária, cujo valor, individual ou
em uma série de transações em período de 12 (doze) meses, seja igual ou superior a R$50.000.000,00 (cinquenta
milhões de reais), exceto se previstos nos planos estratégicos;

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l) deliberar sobre operação, acordo ou despesas com parte relacionada, acionistas ou membros da administração
da Companhia ou qualquer das subsidiárias, como por exemplo, a outorga de opção de compra ou subscrição de
ações a administradores;

m) deliberar, por proposta da Diretoria e, exceto nos casos de competência exclusiva da Diretoria, sobre a
prestação pela Companhia de garantias reais, fianças, avais, endossos ou quaisquer outras garantias em favor de
terceiros;

n) aprovar a contratação de financiamentos, empréstimos, securitização, emissão de debêntures (observado o


disposto no item “u” abaixo), notas promissórias (commercial papers), de outros títulos e valores mobiliários de uso
comum no mercado, e demais títulos de dívida pela Companhia ou por qualquer subsidiária, cujo valor,
individualmente ou em conjunto, seja igual ou superior a R$100.000.000,00 (cem milhões de reais), (commercial
papers), exceto se previsto nos planos estratégicos;

o) escolher e destituir auditores independentes;

p) deliberar sobre os assuntos que lhe forem submetidos pela Diretoria;

q) propor à deliberação da Assembleia Geral a destinação a ser dada ao saldo remanescente dos lucros de cada
exercício;

r) submeter à Assembleia Geral propostas de aumento de capital acima do limite do capital autorizado, ou com
integralização em bens, bem como de reforma do Estatuto Social;

s) deliberar sobre a emissão, colocação, preço e condições de integralização de ações, debêntures conversíveis em
ações ordinárias e bônus de subscrição, nos limites do capital autorizado, conforme disposto no Artigo 6º deste
Estatuto Social, inclusive para fazer frente ao exercício de opção de compra ou subscrição de ações nos termos
deste Estatuto Social;

t) deliberar, nos termos da competência atribuída pelo artigo 59 da Lei das Sociedades por Ações, sobre a emissão
de debêntures simples, não conversíveis em ações e sem garantia real, o modo de subscrição ou colocação e o tipo
das debêntures a serem emitidas, sua remuneração, condições de pagamento dos juros, participação nos lucros e
prêmio de reembolso das debêntures, se houver;

u) deliberar sobre a aquisição de ações de emissão da Companhia para efeito de cancelamento ou permanência
em tesouraria, bem como sobre sua revenda, recolocação no mercado ou cancelamento, observadas as normas
expedidas pela CVM e demais disposições legais aplicáveis;

v) aprovar a contratação da instituição depositária prestadora dos serviços de ações escriturais;

w) declarar dividendos intermediários e intercalares, bem como juros sobre o capital próprio, nos termos da Lei das
Sociedades por Ações e demais leis aplicáveis;
Petição Eletrônica juntada ao processo em 18/09/2019 ?s 14:29:48 pelo usu?rio: SISTEMA JUSTIÇA

x) dispor a respeito da ordem de seus trabalhos e estabelecer as normas regimentais de seu funcionamento,
observadas as disposições deste Estatuto Social;

y) distribuir entre os Conselheiros e Diretores, individualmente, a parcela da remuneração anual global dos
administradores fixada pela Assembleia Geral;

z) resolver os casos omissos neste Estatuto Social e exercer outras atribuições que a lei ou o presente Estatuto
Social não confiram a outro órgão da Companhia;

aa) manifestar-se favorável ou contrariamente a respeito de qualquer oferta pública de aquisição de ações que
tenha por objeto as ações de emissão da Companhia, por meio de parecer prévio fundamentado, divulgado em até
15 (quinze) dias da publicação do edital da oferta pública de aquisição de ações, que deverá abordar, no mínimo (i)
a conveniência e oportunidade da oferta pública de aquisição de ações quanto ao interesse do conjunto dos
acionistas e em relação à liquidez dos valores mobiliários de sua titularidade; (ii) as repercussões da oferta pública
de aquisição de ações sobre os interesses da Companhia; (iii) os planos estratégicos divulgados pelo ofertante em
relação à Companhia; (iv) outros pontos que o Conselho de Administração considerar pertinentes, bem como as
informações exigidas pelas regras aplicáveis estabelecidas pela CVM; e

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bb) definir a lista tríplice de empresas especializadas em avaliação econômica de empresas, para elaboração de
laudo de avaliação das ações da Companhia nos casos de oferta pública de ações para cancelamento de registro
de Companhia aberta ou para saída do Novo Mercado.

Parágrafo Único - Os membros do Conselho de Administração que também sejam Diretores deverão abster-
se de votar nas matérias previstas nas alíneas (f) e (y) deste artigo 20.

Artigo 21 - Compete ao Presidente ou ao Vice-Presidente do Conselho de Administração, representar o Conselho


de Administração nas Assembleias Gerais.

Seção III - Comitê Executivo

Artigo 22 - A Companhia terá um Comitê Executivo, eleito pelo Conselho de Administração, que funcionará em
caráter permanente, sem poder deliberativo, para auxiliar e fazer recomendações ao Conselho de Administração da
Companhia e das subsidiárias, principalmente na condução dos negócios sociais e recomendação acerca de
matérias tratadas nos planos estratégicos.

Artigo 23 - O Comitê Executivo será composto por 04 (quatro) membros, com mandato unificado de 02 (dois) anos,
salvo destituição, podendo ser reeleitos.

Artigo 24 - Os membros, no exercício de suas atribuições, farão recomendações por consenso ao Conselho de
Administração, não fazendo jus a qualquer remuneração, salvo eventual remuneração mínima exigida por lei.

Seção IV - Da Diretoria

Artigo 25 - A Diretoria da Companhia será composta por no mínimo 02 (dois) e no máximo 07 (sete) membros,
acionistas ou não, residentes no País, eleitos pelo Conselho de Administração, autorizada a cumulação de funções
por um mesmo Diretor, sendo designados um Diretor Presidente, um Vice-Presidente Executivo, um Diretor de
Relações com Investidores, um Diretor Financeiro, e um Diretor de Engenharia, sendo os demais sem designação
específica.

Artigo 26 - O mandato dos membros da Diretoria será unificado de 02 (dois) anos, podendo ser reconduzido, e
terminará na data de realização da segunda Assembleia Geral Ordinária subsequente à sua eleição. Os Diretores
permanecerão no exercício de seus cargos até a eleição e posse de seus sucessores.

Parágrafo único - Ocorrendo vacância na Diretoria, compete à Diretoria como colegiado indicar, dentre os
seus membros, um substituto que acumulará, interinamente, as funções do substituído, perdurando a
substituição interina até o provimento definitivo do cargo a ser decidido pela primeira reunião do Conselho
de Administração que se realizar, atuando o substituto então eleito até o término do mandato da Diretoria.

Artigo 27 - A Diretoria reunir-se-á sempre que assim exigirem os negócios sociais, sendo convocada pelo Diretor
Presidente, com antecedência mínima de 24 (vinte e quatro) horas, ou por qualquer dos demais Diretores, neste
Petição Eletrônica juntada ao processo em 18/09/2019 ?s 14:29:48 pelo usu?rio: SISTEMA JUSTIÇA

caso, com antecedência mínima de 48 (quarenta e oito) horas, e a reunião somente será instalada com a presença
da maioria de seus membros.

Parágrafo 1º - No caso de ausência temporária de qualquer Diretor, este poderá, com base na pauta dos
assuntos a serem tratados, manifestar seu voto por escrito, por meio de carta ou fac-símile entregue ao
Diretor Presidente, ou ainda, por correio eletrônico digitalmente certificado, com prova de recebimento pelo
Diretor Presidente. O Diretor ausente poderá também ser representado nas reuniões da Diretoria por outro
Diretor indicado por escrito, o qual, além do seu próprio voto, expressará o voto do Diretor ausente.

Parágrafo 2º - Os Diretores não poderão afastar-se do exercício de suas funções por mais de 30 (trinta) dias
corridos consecutivos sob pena de perda de mandato, salvo no caso de licença concedida pela própria
Diretoria.

Parágrafo 3º - As reuniões da Diretoria poderão ser realizadas por meio de teleconferência,


videoconferência ou outros meios de comunicação. Tal participação será considerada presença pessoal em
referida reunião. Nesse caso, os membros da Diretoria que participarem remotamente da reunião da
Diretoria deverão expressar seus votos por meio de carta, fac-símile ou correio eletrônico digitalmente
certificado.

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Parágrafo 4º - Ao término da reunião deverá ser lavrada ata, a qual deverá ser assinada por todos os
Diretores fisicamente presentes à reunião, e posteriormente transcrita no Livro de Registro de Atas da
Diretoria. Os votos proferidos por Diretores que participarem remotamente da reunião da Diretoria ou que
tenham se manifestado na forma do parágrafo 1º deste artigo, deverão igualmente constar no Livro de
Registro de Atas da Diretoria, devendo a cópia da carta, fac-símile ou mensagem eletrônica, conforme o
caso, contendo o voto do Diretor, ser juntada ao Livro logo após a transcrição da ata.

Artigo 28 - As deliberações nas reuniões da Diretoria serão tomadas por maioria de votos dos presentes em cada
reunião, ou que tenham manifestado seu voto na forma do artigo 27, parágrafo 1º deste Estatuto Social. Na
hipótese de empate nas deliberações, caberá ao Diretor Presidente o voto de qualidade.

Artigo 29 - Compete à Diretoria a administração dos negócios sociais em geral e a prática, para tanto, de todos os
atos necessários ou convenientes, ressalvados aqueles para os quais, por lei ou por este Estatuto Social, seja
atribuída a competência à Assembleia Geral ou ao Conselho de Administração. No exercício de suas funções, os
Diretores poderão realizar todas as operações e praticar todos os atos de ordinária administração necessários à
consecução dos objetivos de seu cargo, observadas as disposições deste Estatuto Social quanto à forma de
representação, à alçada para a prática de determinados atos, e a orientação geral dos negócios estabelecida pelo
Conselho de Administração, incluindo deliberar sobre e aprovar a aplicação de recursos, transigir, renunciar ou
ceder direitos, confessar dívidas, fazer acordos, firmar compromissos, contrair obrigações, celebrar contratos,
adquirir, alienar e onerar bens móveis e imóveis, prestar caução, avais e fianças, emitir, endossar, caucionar,
descontar, sacar e avalizar títulos em geral, assim como abrir, movimentar e encerrar contas em estabelecimentos
de crédito, observadas as restrições legais e aquelas estabelecidas neste Estatuto Social.

Parágrafo 1º - Compete exclusivamente à Diretoria:

a) cumprir e fazer cumprir este Estatuto Social e as deliberações do Conselho de Administração e da


Assembleia Geral;

b) representar a Companhia, em conformidade com as atribuições e poderes estabelecidos neste Estatuto


Social e pela Assembleia Geral;

c) submeter, anualmente, à apreciação do Conselho de Administração, o Relatório da Administração e as


contas da Diretoria, acompanhados do relatório dos auditores independentes, bem como a proposta de
destinação dos lucros apurados no exercício anterior;

d) elaborar o plano de organização da Companhia e emitir normas correspondentes;

e) elaborar e propor ao Conselho de Administração, anualmente, os planos de negócios, operacionais e


de investimento da Companhia, incluindo as estratégias de investimentos em novos negócios, respeitando
o disposto nos planos estratégicos;

f) constituir ônus reais sobre os bens do ativo permanente e terrenos da Companhia, exclusivamente em
Petição Eletrônica juntada ao processo em 18/09/2019 ?s 14:29:48 pelo usu?rio: SISTEMA JUSTIÇA

financiamentos e empréstimos cuja beneficiária seja a própria Companhia, suas controladas ou coligadas;

g) aprovar os investimentos, endividamentos ou despesas, observados os limites das competências


atribuídas ao Conselho de Administração e as diretrizes previstas nos planos de negócios, orçamentos
anuais e planos de investimentos aprovados pelo Conselho de Administração;

h) aprovar o ajuizamento de ações ou medidas judiciais de qualquer natureza;

i) aprovar a criação e extinção de subsidiárias e controladas e a participação da Companhia no capital de


outras sociedades, no País ou no exterior;

j) aprovar a transferência de unidades imobiliárias construídas pela Companhia no âmbito de programas


habitacionais governamentais (sejam municipais, estaduais ou federais);

k) determinar o teor do voto a ser proferido pela Companhia nas Assembleias, reuniões, alterações
contratuais, conforme o caso, de qualquer subsidiária; e

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STJ-Petição Eletrônica (RE) 00596458/2019 recebida em 18/09/2019 14:24:09 (e-STJ Fl.569)

l) aprovar a prestação, pela Companhia, de garantias reais, fianças, avais, endossos ou quaisquer outras
garantias em favor de controladas ou coligadas da Companhia, em qualquer hipótese, exclusivamente em
negócios relacionados ao objeto social da Companhia.

Parágrafo 2º - Compete ao Diretor Presidente, além de exercer constante coordenação das atividades dos
Diretores e de dirigir a execução das atividades relacionadas com o planejamento geral da Companhia: (i)
planejar, coordenar, organizar, supervisionar e dirigir as atividades da Companhia; (ii) implementar as
diretrizes e o cumprimento das deliberações tomadas em Assembleias Gerais e nas reuniões do Conselho
de Administração e Diretoria; (iii) convocar e presidir as reuniões da Diretoria, com direito a voto, inclusive o
de qualidade; (iv) traçar as diretrizes empresariais, jurídicas, políticas, corporativas e institucionais no
desenvolvimento das atividades da Companhia; (v) exercer a supervisão geral das competências e
atribuições da Diretoria; (vi) exercer outros poderes e atribuições que não forem conferidos aos demais
diretores e as que lhe forem, de tempos em tempos, conferidos pelo Conselho de Administração.

Parágrafo 3º - Compete ao Vice-Presidente Executivo, dentre outras atribuições que lhe venham a ser
conferidas, de tempos em tempos, pelo Diretor Presidente ou pelo Conselho de Administração (i) coordenar
as atividades do Diretor Financeiro, do Diretor de Relações com Investidores e do Diretor de Engenharia, (ii)
planejar, coordenar, organizar, supervisionar e dirigir todas as atividades comerciais da Companhia, e (iii)
planejar, coordenar, organizar, supervisionar e dirigir as atividades das áreas de apoio da empresa, a saber,
recursos humanos, serviços gerais, jurídica, tecnologia da informação, processos administrativos.

Parágrafo 4º - Compete ao Diretor de Relações com Investidores, dentre outras atribuições que lhe venham
a ser conferidas, de tempos em tempos, pelo Diretor Presidente ou pelo Conselho de Administração,
planejar, coordenar, organizar, supervisionar e dirigir as atividades de representação da Companhia perante
os órgãos de controle e demais instituições que atuam no mercado de capitais, competindo-lhe prestar
informações aos investidores, à CVM, ao Banco Central do Brasil, às Bolsas de Valores em que a
Companhia tenha seus valores mobiliários negociados e demais órgãos relacionados às atividades
desenvolvidas no mercado de capitais, conforme legislação aplicável, no Brasil e no exterior.

Parágrafo 5º - Compete ao Diretor Financeiro, dentre outras atribuições que lhe venham a ser conferidas, de
tempos em tempos, pelo Diretor Presidente ou pelo Conselho de Administração, planejar, coordenar,
organizar, supervisionar e dirigir as atividades relativas às operações de natureza financeira da Companhia
e empresas controladas, incluindo a gestão das áreas de tesouraria, aplicação e captação de recursos,
controle de recebíveis e de contas a pagar, de orçamento e controle das operações e de planejamento e a
preparação do orçamento da Companhia.

Parágrafo 6º - Compete ao Diretor de Engenharia, dentre outras atribuições que lhe venham a ser
conferidas, de tempos em tempos, pelo Diretor Presidente ou pelo Conselho de Administração: (i) coordenar
a execução dos empreendimentos da Companhia; (ii) aprovar os processos construtivos e tecnológicos das
obras; (iii) coordenar a área de garantia da qualidade; e (iv) supervisionar a compra de materiais
empregados nas obras.
Petição Eletrônica juntada ao processo em 18/09/2019 ?s 14:29:48 pelo usu?rio: SISTEMA JUSTIÇA

Artigo 30 - Salvo conforme disposto no Parágrafo 1º abaixo, a Companhia considerar-se-á obrigada quando
representada:

a) pelo Diretor Presidente, individualmente;

b) por 02 (dois) Diretores, indistintamente, ou por 01 (um) Diretor em conjunto com 01 (um) procurador devidamente
constituído nos termos do parágrafo 3º deste artigo; e

c) por 02 (dois) procuradores em conjunto, com poderes especiais, devidamente constituídos nos termos do
parágrafo 3º deste artigo.

Parágrafo 1º - Sem prejuízo do disposto no caput, a Companhia pode ser representada por 01 (um) Diretor
ou, ainda, por 01 (um) procurador com poderes específicos agindo isoladamente, nas seguintes hipóteses:

a) em assuntos de rotina no curso normal das atividades da Companhia, definidos como aqueles cujo
valor não exceda a quantia de R$500.000,00 (quinhentos mil reais), incluindo, mas não se limitando,
perante as controladas e coligadas da Companhia, órgãos ou entidades privados e públicos federais,
estaduais e municipais, autarquias e sociedades de economia mista, incluindo, mas não se limitando ao
Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS),

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STJ-Petição Eletrônica (RE) 00596458/2019 recebida em 18/09/2019 14:24:09 (e-STJ Fl.570)

administrado pela Caixa Econômica Federal, Secretaria da Receita Federal incluindo Inspetorias,
Delegacias e Agências da Receita Federal, Secretarias das Fazendas Estadual(is) e/ou Municipal(is),
Juntas Comerciais Estaduais, Instituto Nacional de Propriedade Industrial, Banco Central do Brasil, CVM,
IBAMA e demais órgãos ambientais, Bolsas de Valores e de Mercadorias, Bancos Estatais e de
Desenvolvimento;

b) em transações relativas a contratos de promessa de compra e venda de unidades imobiliárias e


respectivas escrituras públicas, em atos de condomínio, registros e averbações nos cartórios de notas e
registro de imóveis, incluindo, mas não se limitando a, contratos de financiamento imobiliário junto a
instituições financeiras relativos a estas unidades;

c) na assinatura de correspondência sobre assuntos rotineiros;

d) na representação da Companhia nas Assembleias Gerais de suas controladas e coligadas; e

e) na representação da Companhia perante órgãos da administração pública direta e indireta,


exclusivamente para participação em processos licitatórios, chamamentos públicos e outras formas de
seleção, visando à contratação para a execução de empreendimentos imobiliários, sendo que a
celebração de contratos e termos de seleção deverá, em qualquer hipótese, obedecer ao disposto no
caput deste Artigo 30.

Parágrafo 2º - São expressamente vedados, sendo nulos e ineficazes em relação à Companhia, quaisquer atos
praticados por Conselheiros, Diretores, procuradores ou empregados em operações ou negócios estranhos ao
objeto social, tais como aval, fiança, hipoteca, caução, penhor, endosso ou quaisquer outras garantias, sem que
tenham sido prévia e expressamente aprovados nos termos do disposto neste Estatuto Social.

Parágrafo 3º - As procurações outorgadas pela Companhia devem ser assinadas individualmente pelo Diretor
Presidente, ou por 02 (dois) Diretores em conjunto e devem conter poderes específicos e prazo de vigência não
superior a 02 (dois) anos, vedado o substabelecimento, ressalvada a outorga de poderes da cláusula ad judicia, que
poderá ser outorgada por 01 (um) Diretor, e poderá vigorar por prazo indeterminado, sendo ainda permitido seu
substabelecimento.

CAPÍTULO IV
ASSEMBLEIAS GERAIS

Artigo 31 - A Assembleia Geral reunir-se-á, ordinariamente, dentro dos 04 (quatro) meses seguintes ao término de
cada exercício social e, extraordinariamente, sempre que os interesses sociais o exigirem, observadas em sua
convocação, instalação e deliberação, as prescrições legais pertinentes e as disposições do presente Estatuto
Social.

Parágrafo 1º - As Assembleias Gerais serão convocadas com, no mínimo, 15 (quinze) dias corridos de
Petição Eletrônica juntada ao processo em 18/09/2019 ?s 14:29:48 pelo usu?rio: SISTEMA JUSTIÇA

antecedência em primeira convocação, e 08 (oito) dias de antecedência, em segunda convocação, se


necessária. As Assembleias Gerais serão presididas pelo Presidente do Conselho de Administração ou, na
sua ausência, por seu substituto, e secretariadas por um acionista escolhido pelo Presidente da Assembleia
dentre os presentes à reunião.

Parágrafo 2º - A Assembleia Geral instalar-se-á, em primeira convocação, com a presença de acionistas


representando, no mínimo, 25% (vinte e cinco por cento) do total de ações de emissão da Companhia, salvo
quando a lei exigir quorum mais elevado e observadas as disposições deste Estatuto Social; e, em segunda
convocação, com qualquer número de acionistas.

Parágrafo 3º - Os acionistas que representem 5% (cinco por cento), no mínimo, do total de ações de
emissão da Companhia, poderão convocar a Assembleia Geral mencionada no caput deste artigo 31
quando o Conselho de Administração não atender, no prazo de 08 (oito) dias, ao pedido de convocação
apresentado por esses acionistas.

Artigo 32 - Para tomar parte na Assembleia Geral, solicita-se ao acionista apresentar, até 24 (vinte e quatro) horas
antes da data da realização da respectiva Assembleia: (i) comprovante expedido pela instituição financeira
depositária das ações escriturais de sua titularidade ou em custódia, na forma do artigo 126 da Lei das Sociedades
por Ações e/ou relativamente aos acionistas participantes da custódia fungível de ações nominativas, o extrato

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STJ-Petição Eletrônica (RE) 00596458/2019 recebida em 18/09/2019 14:24:09 (e-STJ Fl.571)

contendo a respectiva participação acionária, emitido pelo órgão competente datado de até 02 (dois) dias úteis
antes da realização da Assembleia Geral; e (ii) instrumento de mandato, devidamente regularizado na forma da lei e
deste Estatuto Social, na hipótese de representação do acionista. O acionista ou seu representante legal deverá
comparecer à Assembleia Geral munido de documentos que comprovem sua identidade.

Parágrafo 1º - O acionista poderá ser representado na Assembleia Geral por procurador constituído há
menos de 01 (um) ano, que seja acionista, administrador da Companhia, advogado, instituição financeira ou
administrador de fundos de investimento que represente os condôminos.

Parágrafo 2º - As deliberações da Assembleia Geral, ressalvadas as hipóteses especiais previstas em lei e


observado o disposto no Artigo 52 deste Estatuto Social, serão tomadas por maioria absoluta de votos entre
os presentes, não se computando os votos em branco.

Parágrafo 3º - As atas das Assembleias deverão ser lavradas na forma de sumário dos fatos ocorridos,
inclusive dissidências e protestos, contendo a transcrição das deliberações tomadas, observado o disposto
no parágrafo 1º do artigo 130 da Lei das Sociedades por Ações.

Artigo 33 - A Assembleia Geral poderá suspender o exercício dos direitos, inclusive do direito de voto, do acionista
que deixar de cumprir qualquer obrigação imposta pela Lei das Sociedades por Ações, por sua regulamentação ou
por este Estatuto Social.

Parágrafo 1º - Caberá à Assembleia Geral que aprovar a suspensão dos direitos políticos do acionista
estabelecer, além de outros aspectos, o alcance da suspensão, sendo vedada a suspensão dos direitos de
fiscalização e de pedido de informações assegurados em lei.

Parágrafo 2º - A suspensão de direitos cessará logo que regularizada a obrigação que tenha dado causa à
referida suspensão.

Parágrafo 3º - O pedido de convocação da Assembleia Geral para a suspensão de direitos de acionista


deverá indicar a obrigação descumprida e a identificação do acionista inadimplente.

Artigo 34 - Compete à Assembleia Geral, além das demais atribuições previstas em lei e em outras disposições do
presente Estatuto Social:

a) tomar as contas dos administradores, examinar, discutir e votar as demonstrações financeiras;

b) alterar o número de membros, composição ou forma de nomeação do Conselho de Administração;

c) fixar a remuneração global anual dos membros do Conselho de Administração e da Diretoria, assim como a dos
membros do Conselho Fiscal, se instalado;

d) alterar o Estatuto Social;


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e) deliberar sobre operação de fusão, cisão ou incorporação (ou de ações), ou outra operação com efeitos similares
(tais como, dentre outros, drop-down de ativos) envolvendo a Companhia ou qualquer uma de suas subsidiárias;

f) deliberar sobre dissolução, liquidação, extinção, ou autorização para requerimento de recuperação judicial ou
extrajudicial ou confissão de falência pela ou da Companhia ou qualquer uma de suas subsidiárias;

g) atribuir bonificações em ações e decidir sobre eventuais grupamentos e desdobramentos de ações;

h) aprovar planos de outorga de opção de compra de ações aos seus administradores e empregados e a pessoas
naturais que prestem serviços à Companhia, assim como aos administradores e empregados de outras sociedades
que sejam controladas direta ou indiretamente pela Companhia;

i) deliberar, de acordo com proposta apresentada pela administração, sobre o estabelecimento ou alteração da
política de dividendos e alocação de lucros e resultados do exercício da Companhia (incluindo-se distribuição de
dividendos, dentre outros);

j) deliberar sobre aumento ou redução do capital social, ou emissão de ações ou outros valores mobiliários
conversíveis em ações de emissão da Companhia, em conformidade com as disposições deste Estatuto Social;

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k) eleger e destituir os membros do Conselho Fiscal, se instalado;

l) eleger o liquidante, bem como o Conselho Fiscal que deverá funcionar no período de liquidação;

m) deliberar sobre o cancelamento de registro de companhia aberta na CVM;

n) deliberar a saída da Companhia do Novo Mercado, a qual deverá ser comunicada à BM&FBOVESPA por escrito,
com antecedência prévia de 30 (trinta) dias;

o) deliberar sobre a realização de oferta pública de ações e/ou outros valores mobiliários de emissão da Companhia
ou qualquer das subsidiárias, exceto quando em conformidade com o disposto no artigo 6º deste Estatuto Social;

p) suspender o exercício de direitos dos acionistas, nos termos do artigo 120 da Lei das Sociedades por Ações; e

q) escolher empresa especializada responsável pela elaboração de laudo de avaliação nos casos e na forma
prevista neste Estatuto Social, dentre as empresas indicadas em lista tríplice formulada pelo Conselho de
Administração.

CAPÍTULO V
CONSELHO FISCAL

Artigo 35 - O Conselho Fiscal da Companhia funcionará em caráter não permanente e, quando instalado, será
composto por 03 (três) membros efetivos e igual número de suplentes, acionistas ou não, eleitos e destituíveis a
qualquer tempo pela Assembleia Geral. O Conselho Fiscal da Companhia será composto, instalado e remunerado
em conformidade com a legislação em vigor.

Parágrafo 1º - A posse dos membros do Conselho Fiscal estará condicionada à prévia subscrição do Termo
de Anuência dos Membros do Conselho Fiscal nos termos do disposto no Regulamento do Novo Mercado,
bem como ao atendimento dos requisitos legais aplicáveis.

Parágrafo 2º - Os membros do Conselho Fiscal deverão, ainda, imediatamente após a posse no cargo,
comunicar à BM&FBOVESPA a quantidade e as características dos valores mobiliários de emissão da
Companhia de que sejam titulares, direta ou indiretamente, inclusive derivativos.

Parágrafo 3º - Os membros do Conselho Fiscal elegerão seu Presidente na primeira reunião do Conselho
Fiscal a ser realizada após a sua instalação.

Parágrafo 4º - Os membros do Conselho Fiscal serão substituídos, em suas faltas e impedimentos, pelo
respectivo suplente.
Petição Eletrônica juntada ao processo em 18/09/2019 ?s 14:29:48 pelo usu?rio: SISTEMA JUSTIÇA

Parágrafo 5º - Ocorrendo a vacância do cargo de membro do Conselho Fiscal, o respectivo suplente


ocupará seu lugar. Não havendo suplente, a Assembleia Geral será convocada para proceder à eleição de
membro para o cargo vago.

Parágrafo 6º - Não poderá ser eleito para o cargo de membro do Conselho Fiscal da Companhia aquele que
mantiver vínculo com sociedade que possa ser considerada concorrente da Companhia, estando vedada,
entre outros, a eleição da pessoa que: (a) seja empregado, acionista ou membro de órgão da administração,
técnico ou fiscal de concorrente ou de Acionista Controlador ou Controlada (conforme definidos no artigo 43)
de concorrente; (b) seja cônjuge ou parente até 2º grau de membro de órgão da administração, técnico ou
fiscal de concorrente ou de Acionista Controlador ou Controlada de concorrente.

Parágrafo 7º - Caso qualquer acionista deseje indicar um ou mais representantes para compor o Conselho
Fiscal, que não tenham sido membros do Conselho Fiscal no período subsequente à última Assembleia
Geral Ordinária, tal acionista deverá notificar a Companhia por escrito com 10 (dez) dias úteis de
antecedência em relação à data da Assembleia Geral que elegerá os Conselheiros, informando o nome, a
qualificação e o currículo profissional completo dos candidatos.

Artigo 36 - Quando instalado, o Conselho Fiscal se reunirá, nos termos da lei, sempre que necessário e analisará,
ao menos trimestralmente, as demonstrações financeiras.

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Parágrafo 1º - Independentemente de quaisquer formalidades, será considerada regularmente convocada a


reunião à qual comparecer a totalidade dos membros do Conselho Fiscal.

Parágrafo 2º - O Conselho Fiscal se manifesta por maioria absoluta de votos, presente a maioria dos seus
membros.

Parágrafo 3º - Serão admitidas reuniões por meio de teleconferência ou videoconferência, admitida a


gravação e a degravação das mesmas. Tal participação será considerada presença pessoal em referida
reunião. Nesse caso, os membros do Conselho Fiscal que participarem remotamente da reunião poderão
expressar seus votos, na data da reunião, por meio de carta ou fac-símile ou correio eletrônico digitalmente
certificado, devendo a cópia dos mesmos serem arquivados junto ao livro próprio da Companhia
Parágrafo 4º - Todas as deliberações do Conselho Fiscal constarão de atas lavradas no respectivo livro de
Atas e Pareceres do Conselho Fiscal e assinadas pelos Conselheiros presentes.

CAPÍTULO VI
EXERCÍCIO FISCAL, DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E DISTRIBUIÇÃO DE LUCROS

Artigo 37 - O exercício fiscal terá início em 1º de janeiro e término em 31 de dezembro de cada ano, quando serão
levantados o balanço patrimonial e as demais demonstrações financeiras.

Parágrafo 1º - Os dividendos intermediários ou intercalares distribuídos e os juros sobre capital próprio


poderão ser imputados ao dividendo obrigatório previsto no artigo 38 abaixo.

Parágrafo 2º - A Companhia e os Administradores deverão, pelo menos uma vez ao ano, realizar reunião
pública com analistas e quaisquer outros interessados, para divulgar informações quanto à situação
econômico-financeira, projetos e perspectivas da Companhia.

Artigo 38 - Do resultado do exercício serão deduzidos, antes de qualquer participação, os prejuízos acumulados, se
houver, e a provisão para o imposto sobre a renda e contribuição social sobre o lucro.

Parágrafo 1º - Do saldo remanescente do lucro líquido a Assembleia Geral poderá atribuir aos
Administradores uma participação no resultado de acordo com a política de remuneração aprovada pelo
Conselho de Administração. Em qualquer caso, é condição para pagamento de tal participação a atribuição
aos acionistas do dividendo obrigatório previsto no parágrafo 2º deste artigo.

Parágrafo 2º - O lucro líquido do exercício terá a seguinte destinação:

a) 5% (cinco por cento) serão aplicados antes de qualquer outra destinação, na constituição da reserva
legal, que não excederá 20% (vinte por cento) do capital social. No exercício em que o saldo da reserva
legal acrescido do montante das reservas de capital, de que trata o parágrafo 1º do artigo 182 da Lei das
Petição Eletrônica juntada ao processo em 18/09/2019 ?s 14:29:48 pelo usu?rio: SISTEMA JUSTIÇA

Sociedades por Ações, exceder 30% (trinta por cento) do capital social, não será obrigatória a destinação
de parte do lucro líquido do exercício para a reserva legal;

b) uma parcela, por proposta dos órgãos da administração, poderá ser destinada à formação de reserva
para contingências nos termos do artigo 195 da Lei das Sociedades por Ações;

c) uma parcela será destinada ao pagamento do dividendo anual mínimo obrigatório aos acionistas,
observado o disposto no parágrafo 3º deste artigo;

d) no exercício em que o montante do dividendo obrigatório, calculado nos termos do parágrafo 3º deste
artigo, ultrapassar a parcela realizada do lucro do exercício, a Assembleia Geral poderá, por proposta dos
órgãos de administração, destinar o excesso à constituição de reserva de lucros a realizar, observado o
disposto no artigo 197 da Lei das Sociedades por Ações;

e) uma parcela, por proposta dos órgãos da administração, poderá ser retida com base em orçamento de
capital previamente aprovado, nos termos do artigo 196 da Lei das Sociedades por Ações;

f) a Companhia manterá a reserva de lucros estatutária denominada “Reserva de Investimentos”, que terá
por fim o reforço de caixa para a condução dos negócios da Companhia, bem como o financiamento e a

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expansão das atividades da Companhia e/ou de suas empresas controladas e coligadas, inclusive por
meio da subscrição de aumentos de capital ou criação de novos empreendimentos, reserva esta que não
poderá exceder a 80% (oitenta por cento) do capital social subscrito da Companhia e à qual serão
atribuídos recursos não inferiores a 5% (cinco por cento) e não superiores a 75% (setenta e cinco por
cento) do lucro líquido que remanescer após as deduções legais e estatutárias; e

g) o saldo terá a destinação que lhe for dada pela Assembleia Geral, observadas as prescrições legais.

Parágrafo 3º - Aos acionistas é assegurado o direito ao recebimento de um dividendo mínimo obrigatório de


25% (vinte e cinco por cento) do lucro líquido do exercício, diminuídos ou acrescidos os seguintes valores:
(i) importância destinada à constituição de reserva legal; (ii) importância destinada à formação de reserva
para contingências e reversão das mesmas reservas formadas em exercícios anteriores, (iii) importância
decorrente da reversão da reserva de lucros a realizar formada em exercícios anteriores, nos termos do
artigo 202, inciso II da Lei das Sociedades por Ações.

Parágrafo 4º - O valor do dividendo obrigatório poderá ser limitado ao montante do lucro líquido realizado,
nos termos da lei.

Parágrafo 5º - O dividendo previsto no parágrafo 4º deste artigo 38 não será obrigatório no exercício social
em que o Conselho de Administração informar à Assembleia Geral Ordinária ser o pagamento desse
dividendo incompatível com a situação financeira da Companhia. Essa situação deverá ser comunicada à
CVM, no prazo de 05 (cinco) dias contados da realização da Assembleia Geral Ordinária, devidamente
acompanhada da justificativa apresentada pelo Conselho de Administração e de parecer do Conselho Fiscal
a respeito.

Artigo 39 - Por proposta da Diretoria, aprovada pelo Conselho de Administração, ad referendum da Assembleia
Geral, a Companhia poderá pagar ou creditar juros aos acionistas, a título de remuneração do capital próprio destes
últimos, observada a legislação aplicável. As eventuais importâncias assim desembolsadas poderão ser imputadas
ao valor do dividendo obrigatório previsto neste Estatuto Social.

Parágrafo 1º - Em caso de creditamento de juros aos acionistas no decorrer do exercício social e atribuição
dos mesmos ao valor do dividendo obrigatório, será assegurado aos acionistas o pagamento de eventual
saldo remanescente. Na hipótese de o valor dos dividendos ser inferior ao que lhes foi creditado, a
Companhia não poderá cobrar dos acionistas o saldo excedente.

Parágrafo 2º - O pagamento efetivo dos juros sobre o capital próprio, tendo ocorrido o creditamento no
decorrer do exercício social, dar-se-á por deliberação do Conselho de Administração, no curso do exercício
social ou no exercício seguinte.

Artigo 40 - A Companhia poderá elaborar balanços semestrais, ou em períodos inferiores, e declarar, por
deliberação do Conselho de Administração:
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a) o pagamento de dividendo ou juros sobre capital próprio, à conta do lucro apurado em balanço semestral,
imputados ao valor do dividendo obrigatório, se houver;

b) a distribuição de dividendos em períodos inferiores a 06 (seis) meses, ou juros sobre capital próprio,
imputados ao valor do dividendo obrigatório, se houver, desde que o total de dividendo pago em cada
semestre do exercício social não exceda ao montante das reservas de capital; e

c) o pagamento de dividendo intermediário ou juros sobre capital próprio, à conta de lucros acumulados ou
de reserva de lucros existentes no último balanço anual ou semestral, imputados ao valor do dividendo
obrigatório, se houver.

Artigo 41 - A Assembleia Geral poderá deliberar a capitalização de reservas de lucros ou de capital, inclusive as
instituídas em balanços intermediários, observada a legislação aplicável.

Artigo 42 - Os dividendos não recebidos ou reclamados prescreverão no prazo de 03 (três) anos, contados da data
em que tenham sido postos à disposição do acionista, e reverterão em favor da Companhia.

CAPÍTULO VII
ALIENAÇÃO DE CONTROLE, CANCELAMENTO DE REGISTRO DE COMPANHIA ABERTA E

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SAÍDA DO NOVO MERCADO

Artigo 43 - A Alienação de Controle da Companhia, tanto por meio de uma única operação, como por meio de
operações sucessivas, deverá ser contratada sob a condição, suspensiva ou resolutiva, de que o Adquirente se
obrigue a efetivar oferta pública de aquisição das ações dos demais acionistas da Companhia, observando as
condições e os prazos previstos na legislação vigente e no Regulamento do Novo Mercado, de forma a assegurar-
lhes tratamento igualitário àquele dado ao Acionista Controlador Alienante.

Parágrafo 1º - A oferta pública referida no caput acima também será exigida:

(i) quando houver cessão onerosa de direitos de subscrição de ações e de outros títulos ou direitos
relativos a valores mobiliários conversíveis em ações, que venha a resultar na Alienação de Controle da
Companhia; ou

(ii) em caso de alienação do controle de sociedade que detenha o Poder de Controle da Companhia,
sendo que, nesse caso, o Acionista Controlador Alienante ficará obrigado a declarar à BM&FBOVESPA o
valor atribuído à Companhia nessa alienação e anexar documentação que comprove esse valor.

Parágrafo 2º - Para fins deste Estatuto Social, os termos com iniciais maiúsculas terão os seguintes
significados:

(a) “Adquirente” significa aquele para quem o Acionista Controlador Alienante transfere as Ações de
Controle em uma Alienação de Controle da Companhia.

(b) “Acionista Controlador” significa o(s) acionista(s) ou Grupo de Acionistas que exerça(m) o Poder de
Controle da Companhia.

(c) “Acionista Controlador Alienante” significa o Acionista Controlador, quando este promove a Alienação
de Controle da Companhia.

(d) “Ações de Controle” significa o bloco de ações que assegura, de forma direta ou indireta, ao(s) seu(s)
titular(es), o exercício individual e/ou compartilhado, do Poder de Controle da Companhia.

(e) “Ações em Circulação” significa todas as ações emitidas pela Companhia, excetuadas as ações
detidas pelo Acionista Controlador, por pessoas a ele vinculadas, por administradores da Companhia e
aquelas em tesouraria e preferenciais de classe especial que tenham por fim garantir direitos políticos
diferenciados, sejam intransferíveis e de propriedade exclusiva do ente desestatizante.

(f) “Alienação de Controle da Companhia” significa a transferência a terceiro, a título oneroso, das Ações
de Controle.

(g) “Conselheiro Independente” significa o Conselheiro que: (i) não tem qualquer vínculo com a
Petição Eletrônica juntada ao processo em 18/09/2019 ?s 14:29:48 pelo usu?rio: SISTEMA JUSTIÇA

Companhia, exceto participação de capital; (ii) não é Acionista Controlador, cônjuge ou parente até
segundo grau daquele, ou não é ou não foi, nos últimos 3 (três) anos, vinculado a sociedade ou entidade
relacionada ao Acionista Controlador (pessoas vinculadas a instituições públicas de ensino e/ou pesquisa
estão excluídas desta restrição); (iii) não foi, nos últimos 3 (três) anos, empregado ou Diretor da
Companhia, do Acionista Controlador ou de sociedade controlada pela Companhia; (iv) não é fornecedor
ou comprador, direto ou indireto, de serviços e/ou produtos da Companhia, em magnitude que implique
perda de independência; (v) não é funcionário ou administrador de sociedade ou entidade que esteja
oferecendo ou demandando serviços e/ou produtos à Companhia, em magnitude que implique perda de
independência; (vi) não é cônjuge ou parente até segundo grau de algum administrador da Companhia; e
(vii) não recebe outra remuneração da Companhia além daquela relativa ao cargo de Conselheiro
(proventos em dinheiro oriundos de participação no capital estão excluídos desta restrição).

(h) “Controle” (bem como os seus termos correlatos, “Poder de Controle”, “Controlador”, “sob Controle
comum” ou “Controlada”) significa o poder efetivamente utilizado de dirigir as atividades sociais e orientar
o funcionamento dos órgãos da Companhia, de forma direta ou indireta, de fato ou de direito
independentemente da participação acionária detida. Há presunção relativa de titularidade do Poder de
Controle em relação à pessoa ou ao Grupo de Acionistas que seja titular de ações que lhe tenham
assegurado a maioria absoluta dos votos dos acionistas presentes nas 3 (três) últimas Assembleias

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Gerais da Companhia, ainda que não seja titular das ações que lhe assegurem a maioria absoluta do
capital votante.

(i) “Derivativos” significa títulos e valores mobiliários negociados em mercados de liquidação futura ou
outros ativos tendo como lastro ou objeto valores mobiliários de emissão da Companhia.

(j) “Grupo de Acionistas” significa o grupo de pessoas (i) vinculadas por contratos ou acordos de voto de
qualquer natureza, seja diretamente ou por meio de sociedades Controladas, Controladoras ou sob
Controle comum; ou (ii) entre as quais haja relação de Controle, seja direta ou indiretamente; ou (iii) sob
Controle Comum.

(k) “Outros Direitos de Natureza Societária” significa (i) usufruto ou fideicomisso sobre as ações de
emissão da Companhia; (ii) opções de compra, subscrição ou permuta, a qualquer título, que possam
resultar na aquisição de ações de emissão da Companhia; ou (iii) qualquer outro direito que lhe assegure,
de forma permanente ou temporária, direitos políticos ou patrimoniais de acionista sobre ações de
emissão da Companhia.

(l) “Valor Econômico” significa o valor da Companhia e de suas ações que vier a ser determinado por
empresa especializada, mediante a utilização de metodologia reconhecida ou com base em outro critério
que venha a ser definido pela CVM.

Artigo 44 - Aquele que adquirir o Poder de Controle, em razão de contrato particular de compra de ações celebrado
com o Acionista Controlador, envolvendo qualquer quantidade de ações, estará obrigado a: (i) efetivar a oferta
pública referida no artigo 43 deste Estatuto Social; e (ii) pagar, nos termos a seguir indicados, quantia equivalente à
diferença entre o preço da oferta pública e o valor pago por ação eventualmente adquirida em bolsa nos 6 (seis)
meses anteriores à data de aquisição do Poder de Controle, devidamente atualizado até a data do pagamento.
Referida quantia deverá ser distribuída entre todas as pessoas que venderam ações da Companhia nos pregões
em que o Adquirente realizou as aquisições, proporcionalmente ao saldo líquido vendedor diário de cada uma,
cabendo à BM&FBOVESPA operacionalizar a distribuição, nos termos de seus regulamentos.

Parágrafo único - Após uma operação de Alienação de Controle da Companhia e da subsequente


realização de oferta pública de aquisição de ações referida no artigo 43 e caput desse artigo 44, o
adquirente do Controle, quando necessário, deverá tomar medidas cabíveis para recompor o percentual
mínimo de 25% (vinte e cinco por cento) do total das ações da Companhia em circulação, dentro dos 6
(seis) meses subsequentes à aquisição do Controle.

Artigo 45 - Qualquer acionista adquirente que adquira ou torne-se titular de ações de emissão da Companhia, em
quantidade igual ou superior a 25% (vinte e cinco por cento) deverá, no prazo máximo de 60 (sessenta) dias a
contar da data de aquisição ou do evento que resultou na titularidade de ações em quantidade igual ou superior a
25% (vinte e cinco por cento) do total de ações de emissão da Companhia, realizar ou solicitar o registro de,
conforme o caso, uma oferta pública de aquisição da totalidade das ações de emissão da Companhia, observando-
se o disposto na regulamentação aplicável da CVM, o Regulamento de Listagem do Novo Mercado, outros
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regulamentos da BM&FBOVESPA e os termos deste artigo.

Parágrafo 1o - A oferta pública de aquisição deverá ser: (i) dirigida indistintamente a todos os acionistas da
Companhia; (ii) efetivada em leilão a ser realizado na BM&FBOVESPA; (iii) lançada pelo preço determinado
de acordo com o previsto no Parágrafo 2º deste artigo; e (iv) paga à vista, em moeda corrente nacional,
contra a aquisição na oferta pública de ações de emissão da Companhia;

Parágrafo 2o - O preço de aquisição na oferta pública de aquisição de ações de emissão da Companhia será
definido em laudo de avaliação elaborado nos termos do Artigo 52 deste Estatuto Social, não podendo ser
inferior ao equivalente a 100% (cem por cento) do maior entre os seguintes valores: (i) média ponderada,
por volume de negociações, dos 90 (noventa) últimos pregões antecedentes à data do evento de que trata
o caput do presente artigo; (ii) valor da ação na última oferta pública de aquisição realizada e efetivada nos
24 (vinte e quatro) meses antecedentes à data do evento de que trata o caput do presente artigo, corrigido
monetariamente pela variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA, divulgado pelo Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE; e (iii) Valor Econômico da Companhia, apurado com base em
laudo de avaliação referido no artigo 52 deste Estatuto Social.

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Parágrafo 3o - A realização da oferta pública de aquisição mencionada no caput deste artigo não excluirá a
possibilidade de outro acionista da Companhia, ou, se for o caso, a própria Companhia, formular uma oferta
pública de aquisição de ações concorrente, nos termos da regulamentação aplicável.

Parágrafo 4o - A realização da oferta pública de aquisição de ações mencionada no caput deste artigo
poderá ser dispensada mediante voto favorável de acionistas reunidos em Assembleia Geral especialmente
convocada para este fim, observadas as seguintes regras:

a) a referida Assembleia Geral será instalada nos termos do artigo 31, parágrafo 2º, deste Estatuto Social;

b) a dispensa de realização da oferta pública de aquisição será considerada aprovada com a maioria
absoluta de votos entre os acionistas presentes, seja em primeira ou segunda convocação, não se
computando os votos em branco;

c) não serão computadas as ações detidas pelo acionista adquirente para fins do quórum de deliberação,
conforme item “b” acima.

Parágrafo 5o - O acionista adquirente estará obrigado a atender às eventuais solicitações ou às exigências


da CVM relativas à oferta pública de aquisição de ações, dentro dos prazos máximos prescritos na
regulamentação aplicável.

Parágrafo 6o - Na hipótese de o acionista adquirente não cumprir com as obrigações impostas por este
artigo, inclusive no que concerne ao atendimento dos prazos máximos (i) para realização ou solicitação do
registro da oferta pública de aquisição de ações, ou (ii) para o atendimento das eventuais solicitações ou
exigências da CVM, o Conselho de Administração da Companhia convocará Assembleia Geral
Extraordinária, na qual o acionista adquirente não poderá votar, para deliberar a suspensão do exercício dos
direitos do acionista adquirente que não cumpriu com qualquer obrigação imposta por este artigo, conforme
disposto no artigo 120 da Lei das Sociedades por Ações.

Parágrafo 7o - Qualquer acionista adquirente que adquira ou se torne titular de outros direitos, inclusive (i)
Outros Direitos de Natureza Societária sobre quantidade igual ou superior a 25% (vinte e cinco por cento)
do total de ações de emissão da Companhia, ou que possam resultar na aquisição de ações de emissão da
Companhia em quantidade igual ou superior a 25% (vinte e cinco por cento) do total de ações de emissão
da Companhia, ou (ii) Derivativos que deem direito a ações da Companhia representando 25% (vinte e
cinco por cento) ou mais das ações da Companhia, estará obrigado igualmente a, no prazo máximo de 60
(sessenta) dias a contar da data de tal aquisição ou do evento, realizar ou solicitar o registro, conforme o
caso, de uma oferta pública de aquisição, nos termos descritos neste artigo 45.

Parágrafo 8o - As obrigações constantes do artigo 254-A da Lei das Sociedades não excluem o
cumprimento pelo acionista adquirente das obrigações constantes deste artigo.

Parágrafo 9o - O disposto neste artigo 45 não se aplica na hipótese de uma pessoa tornar-se titular de
Petição Eletrônica juntada ao processo em 18/09/2019 ?s 14:29:48 pelo usu?rio: SISTEMA JUSTIÇA

ações de emissão da Companhia em quantidade igual ou superior a 25% (vinte e cinco por cento) do total
das ações de emissão da Companhia em decorrência (i) da incorporação de uma outra sociedade pela
Companhia; (ii) da incorporação de ações de uma outra sociedade pela Companhia; (iii) do cancelamento
de ações em tesouraria; (iv) do resgate de ações; ou (v) da subscrição de ações da Companhia, realizada
em uma única emissão primária, que tenha sido aprovada em Assembleia Geral, convocada pelo seu
Conselho de Administração, e cuja proposta de aumento de capital tenha determinado a fixação do preço de
emissão das ações com base em Valor Econômico apurado com base em laudo de avaliação referido no
artigo 52 deste Estatuto Social ou mediante procedimento de bookbuilding no contexto de oferta de
distribuição pública de ações, ou (vi) de sucessão por força de reorganização societária ou disposição legal
- incluindo a sucessão por força de herança - envolvendo acionistas da Companhia e (a) suas respectivas
Controladas, direta ou indiretas, ou (b) suas respectivas Controladoras, diretas ou indiretas. Para fins deste
parágrafo, entende-se por controle a titularidade de pelo menos 50% (cinquenta por cento) mais uma ação
do capital votante da controlada e o exercício dos direitos a que se referem as alíneas (a) e (b) do artigo 116
da Lei das Sociedades por Ações.

Parágrafo 10o - Para fins do cálculo do percentual de 25% (vinte e cinco por cento) do total de ações de
emissão da Companhia descrito neste artigo 45, não serão computados os acréscimos involuntários de
participação acionária resultantes de cancelamento de ações em tesouraria ou de redução do capital social
da Companhia com o cancelamento de ações.

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Artigo 46 - O Acionista Controlador Alienante não transferirá a propriedade de suas ações para o(s) acionista(s) que
vier(em) a deter o Controle, enquanto esse(s) não subscrever(em) o Termo de Anuência dos Controladores, nos
termos do disposto no Regulamento do Novo Mercado.

Artigo 47 - A Companhia não registrará qualquer transferência de ações para o adquirente do Controle, ou para
aquele(s) que vier(em) a deter o Controle, enquanto este(s) não subscrever(em) o Termo de Anuência dos
Controladores a que se refere o Regulamento do Novo Mercado.

Artigo 48 - Nenhum Acordo de Acionistas que disponha sobre o exercício do Controle poderá ser registrado na sede
da Companhia, enquanto os seus signatários não tenham subscrito o Termo de Anuência dos Controladores a que
se refere o Regulamento do Novo Mercado.

Artigo 49 - Na oferta pública de aquisição de ações, a ser feita pelo Acionista Controlador ou pela Companhia, para
o cancelamento do registro de companhia aberta da Companhia, o preço mínimo a ser ofertado deverá
corresponder ao Valor Econômico apurado em laudo de avaliação elaborado nos termos do artigo 52 deste Estatuto
Social, respeitadas as normas legais e regulamentares aplicáveis.

Artigo 50 - A saída da Companhia do Novo Mercado deverá ser (i) previamente aprovada em Assembleia Geral; e
(ii) comunicada à BM&FBOVESPA por escrito com antecedência prévia mínima de 30 (trinta) dias.

Artigo 51 - Caso seja deliberada a saída da Companhia do Novo Mercado para que os valores mobiliários por ela
emitidos passem a ter registro para negociação fora do Novo Mercado, ou, em virtude de uma reorganização
societária, na qual a companhia resultante dessa reorganização não tenha seus valores mobiliários admitidos à
negociação no Novo Mercado no prazo de 120 (cento e vinte) dias contados da data da Assembleia Geral que
aprovou a referida operação, o Acionista Controlador deverá efetivar oferta pública de aquisição das ações dos
demais acionistas da Companhia, no mínimo, pelo respectivo Valor Econômico, a ser apurado em laudo de
avaliação elaborado nos termos do artigo 52 deste Estatuto, respeitadas as normas legais e regulamentares
aplicáveis.

Artigo 52 - O laudo de avaliação previsto nos artigos acima deste Estatuto Social deverá ser elaborado por
instituição ou empresa especializada, com experiência comprovada e independência quanto ao poder de decisão da
Companhia, seus administradores e do Acionista Controlador além de satisfazer os requisitos do parágrafo 1º do
artigo 8º da Lei das Sociedades por Ações, e conter a responsabilidade prevista no parágrafo 6º do mesmo artigo.

Parágrafo 1º - A escolha da instituição ou empresa especializada responsável pela determinação do Valor


Econômico da Companhia é de competência privativa da Assembleia Geral, a partir da apresentação, pelo
Conselho de Administração, de lista tríplice, devendo a respectiva deliberação, não se computando os votos
em branco, ser tomada pela maioria dos votos dos acionistas representantes das Ações em Circulação
presentes na Assembleia Geral, que se instalada em primeira convocação, deverá contar com a presença
de acionistas que representem, no mínimo, 20% (vinte por cento) do total de Ações em Circulação, ou que
se instalada em segunda convocação, poderá contar com a presença de qualquer número de acionistas
Petição Eletrônica juntada ao processo em 18/09/2019 ?s 14:29:48 pelo usu?rio: SISTEMA JUSTIÇA

representantes das Ações em Circulação.

Parágrafo 2º - Os custos de elaboração do laudo de avaliação exigido deverão ser assumidos integralmente
pelo ofertante.

Artigo 53 - Na hipótese de não haver Acionista Controlador, caso seja deliberada a saída da Companhia do Novo
Mercado para que os valores mobiliários por ela emitidos passem a ter registro para negociação fora do Novo
Mercado, ou em virtude de operação de reorganização societária, na qual a sociedade resultante dessa
reorganização não tenha seus valores mobiliários admitidos à negociação no Novo Mercado no prazo de 120 (cento
e vinte) dias contados da data da Assembleia Geral que aprovou a referida operação, a saída estará condicionada à
realização de oferta pública de aquisição de ações nas mesmas condições previstas no Artigo 51 acima.

Parágrafo 1º - A referida Assembleia Geral deverá definir o(s) responsável(is) pela realização da oferta
pública de aquisição de ações, o(s) qual(is), presente(s) na assembleia, deverá(ão) assumir expressamente
a obrigação de realizar a oferta.

Parágrafo 2º - Na ausência de definição dos responsáveis pela realização da oferta pública de aquisição de
ações, no caso de operação de reorganização societária, na qual a companhia resultante dessa

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reorganização não tenha seus valores mobiliários admitidos à negociação no Novo Mercado, caberá aos
acionistas que votaram favoravelmente à reorganização societária realizar a referida oferta.

Artigo 54 - A saída da Companhia do Novo Mercado em razão de descumprimento de obrigações constantes do


Regulamento do Novo Mercado está condicionada à efetivação de oferta pública de aquisição de ações, no mínimo,
pelo Valor Econômico das ações, a ser apurado em laudo de avaliação de que trata o artigo 52 deste Estatuto
Social, respeitadas as normas legais e regulamentares aplicáveis.

Parágrafo 1º - O Acionista Controlador deverá efetivar oferta pública de aquisição de ações prevista
no caput desse artigo.

Parágrafo 2º - Na hipótese de não haver Acionista Controlador e a saída do Novo Mercado referida
no caput decorrer de deliberação da Assembleia Geral, os acionistas que tenham votado a favor da
deliberação que implicou o respectivo descumprimento deverão efetivar a oferta pública de aquisição de
ações prevista no caput.

Parágrafo 3º - Na hipótese de não haver Acionista Controlador e a saída do Novo Mercado referida
no caput ocorrer em razão de ato ou fato da administração, os administradores da Companhia deverão
convocar Assembleia Geral cuja ordem do dia será a deliberação sobre como sanar o descumprimento das
obrigações constantes do Regulamento do Novo Mercado ou, se for o caso, deliberar pela saída da
Companhia do Novo Mercado.

Parágrafo 4º - Caso a assembleia geral mencionada no parágrafo 3º acima delibere pela saída da
Companhia do Novo Mercado, a referida assembleia geral deverá definir o(s) responsável(is) pela
realização da oferta pública de aquisição de ações prevista no caput, o(s) qual(is), presente(s) na
assembleia, deverá(ão) assumir expressamente a obrigação de realizar a oferta.

Artigo 55 - É facultada a formulação de uma única oferta pública de aquisição de ações, visando a mais de uma das
finalidades previstas neste Capítulo VII, no Regulamento do Novo Mercado ou na regulamentação emitida pela
CVM, desde que seja possível compatibilizar os procedimentos de todas as modalidades de oferta pública de
aquisição de ações e não haja prejuízo para os destinatários da oferta e seja obtida a autorização da CVM quando
exigida pela legislação aplicável.

Artigo 56 - A Companhia ou os acionistas responsáveis pela realização da oferta pública de aquisição de ações
prevista neste Capítulo VII, no Regulamento do Novo Mercado ou na regulamentação emitida pela CVM poderão
assegurar sua efetivação por intermédio de qualquer acionista ou terceiro, conforme o caso. O acionista não se
exime da obrigação de realizar a oferta pública de aquisição de ações até que seja concluída, com observância das
regras aplicáveis.

CAPÍTULO VIII
Petição Eletrônica juntada ao processo em 18/09/2019 ?s 14:29:48 pelo usu?rio: SISTEMA JUSTIÇA

JUÍZO ARBITRAL

Artigo 57 - A Companhia, seus acionistas, administradores e membros do Conselho Fiscal (se instalado), obrigam-
se a resolver, por meio de arbitragem, perante a Câmara de Arbitragem do Mercado, toda e qualquer disputa ou
controvérsia que possa surgir entre eles, relacionada com ou oriunda, em especial, da aplicação, validade, eficácia,
interpretação, violação e seus efeitos, das disposições contidas na Lei das Sociedades por Ações, neste Estatuto
Social, nas normas editadas pelo Conselho Monetário Nacional, pelo Banco Central do Brasil e pela CVM, bem
como nas demais normas aplicáveis ao funcionamento do mercado de capitais em geral, além daquelas constantes
do Regulamento do Novo Mercado, do Regulamento de Arbitragem, do Regulamento de Sanções e do Contrato de
Participação no Novo Mercado.

Parágrafo Único - Sem prejuízo da validade desta cláusula arbitral, o requerimento de medidas de urgência
pelas Partes, antes de constituído o Tribunal Arbitral, deverá ser remetido ao Árbitro de Apoio, na forma do
item 5.1 do Regulamento de Arbitragem da Câmara de Arbitragem do Mercado.

CAPÍTULO IX
LIQUIDAÇÃO

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Artigo 58 - A Companhia será dissolvida e entrará em liquidação nos casos previstos em lei, competindo à
Assembleia Geral estabelecer o modo de liquidação, eleger o liquidante e, se for o caso, o Conselho Fiscal para tal
finalidade.

CAPÍTULO XI
DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS

Artigo 59 - A Companhia observará os acordos de acionistas arquivados em sua sede, sendo expressamente
vedado aos integrantes da mesa diretora da Assembleia Geral ou do Conselho de Administração acatar declaração
de voto de qualquer acionista, signatário de acordo de acionistas devidamente arquivado na sede social, que for
proferida em desacordo com o que tiver sido ajustado no referido acordo, sendo também expressamente vedado à
Companhia aceitar e proceder à transferência de ações e/ou à oneração e/ou à cessão de direito de preferência à
subscrição de ações e/ou de outros valores mobiliários que não respeitar aquilo que estiver previsto e regulado em
acordo de acionistas.

Parágrafo Único - A Companhia deverá providenciar e completar, no prazo de 30 (trinta) dias a contar do
pedido feito pelo acionista, o arquivamento de acordos de acionistas na sede da Companhia, bem como a
averbação de suas obrigações ou ônus nos livros de registros da Companhia.

Artigo 60 - Os casos omissos neste Estatuto Social serão resolvidos pela Assembleia Geral e regulados de acordo
com o que preceitua a Lei das Sociedades por Ações, observado o disposto no Regulamento do Novo Mercado.

Artigo 61 - A Companhia enviará, por correio eletrônico, todos os avisos, editais, demonstrações financeiras e
informações periódicas publicadas ou enviadas à CVM, a todos os acionistas que formularem por escrito tal
solicitação e indicarem o seu endereço eletrônico. Essa comunicação não suprirá as publicações legalmente
exigidas e será feita mediante a exoneração expressa pelo acionista de qualquer responsabilidade da Companhia
por erros ou omissões no envio.

Artigo 62 - Observado o disposto no artigo 45 da Lei das Sociedades por Ações, o valor do reembolso a ser pago
aos acionistas dissidentes terá por base o valor patrimonial, constante do último balanço aprovado pela Assembleia
Geral.

Artigo 63 - As publicações ordenadas pela Lei das Sociedades por Ações serão realizadas no Diário Oficial do
Estado de Minas Gerais e em outro jornal de grande circulação.

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Registro Digital

Documento Principal

Identificação do Processo
Número do Protocolo Número do Processo Módulo Integrador Data

163208786 J163419929327 09/05/2016

Identificação do(s) Assinante(s)


CPF Nome

052.071.716-31 Laura Ribeiro Henriques


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Belo Horizonte. Segunda-feira, 09 de Maio de 2016


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Secretaria de Governo da Presidência da República


Secretaria Especial da Micro e Pequena Empresa
Departamento de Registro Empresarial e Integração
Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais
Junta Comercial do Estado de Minas Gerais

TERMO DE AUTENTICAÇÃO - REGISTRO DIGITAL

Certifico que o ato, assinado digitalmente, da empresa DIRECIONAL ENGENHARIA S.A., de nire
3130002583-7 e protocolado sob o n° 16/320.878-6 em 09/05/2016, encontra-se registrado na
Jucemg sob o n° 5755440, em 19/05/2016.
O ato foi deferido digitalmente pela 5ª TURMA DE VOGAIS.
Assina o registro, mediante certificado digital, a Secretária-Geral, Marinely de Paula Bomfim.
Para sua validação, deverá ser acessado o sitio eletrônico do Portal de Serviços / Validar Documentos
(http://portalservicos.jucemg.mg.gov.br/Portal/pages/imagemProcesso/viaUnica.jsf) e informar o
número de protocolo e chave de segurança abaixo:

Número de Protocolo Chave de Segurança

16/320.878-6 hkGL

Capa de Processo

Assinante(s)

CPF Nome
155.017.286-72 Ricardo Valadares Gontijo

Documento Principal

Assinante(s)

CPF Nome
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Belo Horizonte. Quinta-feira, 19 de Maio de 2016

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JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DE MINAS GERAIS


Registro Digital

O ato foi deferido e assinado digitalmente por :

Identificação do(s) Assinante(s)


CPF Nome

844.251.806-15 JOSE AILTON JUNQUEIRA DE CARVALHO

082.120.336-35 GABRIEL COSTA GRECO


034.571.626-46 FREDERICO DE OLIVEIRA E FIGUEREDO

873.638.956-00 MARINELY DE PAULA BOMFIM


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Rua Salvador, 460, Adrianópolis, 69057 040


Manaus - AM - Brasil
Tel: 55 (92) 2126 4649
Fax 55 (92) 2126 4605

Em associação com Dias dos Santos Advogados OAB/AM 057/97


OAB/AM 311/2010 www.andradegc.com.br

SUBSTABELECIMENTO

SUBSTABELECENTE: KEYTH YARA PONTES PINA, brasileira, casada, advogada, inscrita na OAB/AM nº
3.467 e no CPF nº 510.113.522-49, por meio deste instrumento particular e na melhor forma de direito,
SUBSTABELECE COM RESERVAS, aos substabelecidos abaixo qualificados.

SUBSTABELECIDOS: CATHARINA BOTELHO DIAS DOS SANTOS, brasileira, casada, advogada, inscrita na
OAB/AM nº 6.484 e no CPF nº 756.572.012-72; CARLOS MURILO LAREDO SOUZA, brasileiro, casado,
advogado, inscrito na OAB/AM nº 7.356 e no CPF nº 912.302.922-68; FÁBIO LOUREIRO GUERREIRO,
brasileiro, casado, advogado, inscrito na OAB/AM nº 7.505 e no CPF nº 837.413.722-34; ALINE FERRAZ
TAVARES, brasileira, solteira, advogada, inscrita na OAB/AM nº 8.845 e no CPF nº 529.890.892-68; ANA
BEATRIZ DA SILVA OLIVEIRA, brasileira, solteira, advogada, inscrita na OAB/AM nº 9.372 e no CPF nº
983.946.062-53; EDUARDA ROSA CAVALCANTE DE OLIVEIRA, brasileira, solteira, advogada, inscrita na
OAB/AM nº 8.846 e no CPF nº 002.782.252-41; GLÁUCIO BENTES GONÇALVES NETO, brasileiro, casado,
advogado, inscrito na OAB/AM nº 7.158, na OAB/PA 25.276-A e no CPF nº 802.345.422-68; INGRYD DOS
SANTOS MOUSSE, brasileira, solteira, advogada, inscrita na OAB/AM nº 8.304 e no CPF nº 008.949.102-56;
LUÍS HENRIQUE MEDEIROS DA SILVA, brasileiro, casado, advogado, inscrito na OAB/AM nº 5.953 e no CPF
nº 741.499.032-04; PALOMA TAVARES FEITOZA VIEIRA, brasileira, casada, advogada, inscrita na OAB/AM
8.759 e no CPF nº 762.453.902-06; RAPHAELA BATISTA DE OLIVEIRA, brasileira, solteira, advogada,
inscrita na OAB/AM nº 9.169 e no CPF nº 008.383.482-62; FABRÍCIO DA SILVA HENRIQUES, brasileiro,
solteiro, advogado, inscrito na OAB/AM 7.744 e no CPF nº 001.926.802-50; LUMA VIEIRA MARQUEZ,
brasileira, solteira, advogada, inscrita na OAB/AM 10.959 e no CPF nº 089.970.106-03; VICTOR BASTOS DA
COSTA, brasileiro, solteiro, advogado, inscrito na OAB/AM nº 11.123 e no CPF nº 003.732.092-07; RODRIGO
BENAYON PONTES SERUDO, brasileiro, solteiro, advogado, inscrito na OAB/AM nº 11.132 e no CPF nº
921.902.602-30; DANIEL ROQUE SENDRA VIEIRA, brasileiro, advogado, inscrito na OAB/AM nº 11.114 e no
CPF nº 975.707.962-68; SIGRID SIDNEYA PORTO DE AZEVEDO, brasileira, solteira, advogada, inscrita na
OAB/AM 11.904 e no CPF nº 989.034.202-25; INGRID CRISTINE DE SÁ RIBEIRO PACHECO, brasileira,
solteira, advogada, inscrita na OAB/AM 12.209 e no CPF nº 762.269.302-25; LIVIA BANHARO GUIMARÃES,
brasileira, solteira, advogada, inscrita na OAB/AM 12.210 e no CPF nº 116.884.947-07; SILVIA MILENA SILVA
E SILVA, brasileira, solteira, advogada, inscrita na OAB/AM nº 12.799 e no CPF nº 009.340.192-23; CINTIA
ALMEIDA PRADO, brasileira, solteira, advogada, inscrita na OAB/AM nº 12.891 e no CPF nº 016.415.821-97;
PEDRO HENRIQUE BARROS DE SENA, brasileiro, casado, advogado, inscrito na OAB/AM nº 13.600 e no CPF
nº 927.051.202-97; RENATA SILVA NINA, brasileira, solteira, advogada, inscrita na OAB/AM nº 13.815 e no
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CPF nº 004.494.552-38; ALYNE APARECIDA SOUZA DO NASCIMENTO, brasileira, solteira, advogada,


inscrita na OAB/AM nº 13.806 e no CPF nº 890.973.862-68; ISABELLA MENEZES HONORATO, brasileira,
solteira, advogada, inscrita na OAB/AM nº 14.287 e no CPF nº 027.184.702-67; MARCELO CARVALHO DA
SILVA MAYO, brasileiro, solteiro, advogado, inscrito na OAB/AM nº 14.300 e no CPF nº 018.826.772-77; todos
com endereço à Rua Salvador, nº 460, Adrianópolis, CEP 69.057-040, Fone (55 92) 2126-4649, com endereços
eletrônicos www.andradegc.com.br e agc.intimacoes@andradegc.com.br.

P O D E R E S: Os mesmos conferidos à substabelecente na procuração em anexo ou já juntada aos autos.

A D E N D O: O presente substabelecimento terá vigência por prazo indeterminado, cessando os seus efeitos
automaticamente em relação ao(s) substabelecido(s) que, por qualquer motivo, deixar(em) de ter vínculo com
a sociedade de advogados. O ato de renúncia ou substabelecimento sem reservas feito por qualquer dos
outorgados constantes da procuração, importará na extensão dos efeitos de tal ato aos substabelecidos aqui
consignados.

Manaus/AM, 1 de março de 2.019.

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Central do Processo Eletrônico


Petição Incidental

Autor do Documento
LUMA VIEIRA MARQUEZ
CPF: 08997010603 OAB: AM010959

Data de Recebimento do Documento no STJ


Data: 18/09/2019 Hora: 14:24:09

Peticionamento
SEQUENCIAL: 4129597
Processo: AREsp 994880 (2016/0262886-4)
Tipo de Petição: RECURSO EXTRAORDINÁRIO
Parte peticionante: ÔNIX EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA

Nome do Arquivo Tipo Hash


REXT - PAULO ROBERTO DE OLIVEIRA Petição AB122C1CFF875CD560F868E8CA1F999DA5
PINTO.pdf 1320B5
guia rext Paulo Roberto De Oliveira Pinto.pdf Comp. de Rec. de CA332B918F8DC19212E90A746AAD439C7A
Custas Judiciais 56A071
comprovante rext Paulo Roberto De Oliveira Comp. de Rec. de 09B47C311441C6ACF1ED2FCE50F5992CC9
Pinto.pdf Custas Judiciais AF425D
Contrato Social Ônix.compressed.pdf Outros Documentos 10EE97E6D7F9D454C629507963E8146CE3A
2A813
Petição Eletrônica juntada ao processo em 18/09/2019 ?s 14:29:48 pelo usu?rio: SISTEMA JUSTIÇA

Contrato Social Direcional.compressed.pdf Outros Documentos C11707A1973B8446DD6E5C274D7BA217AB


3E171B
Proc. Dire e SPE's p. Andrade GC. ad judicia. Procuração 100F3331259879C38F3FA87756715692BC1A
Val. 20.05.20.pdf 54D2
SUBSTABELECIMENTO Cliente AGC - KYP Outros Documentos 0F2769A57EAF47BA245E36D56E81FE51918
para sócios DDS - Março de 2019.pdf 755B5

Documento assinado eletronicamente nos termos do Art. 1º. § 2º., Inciso III, alínea “b”, da Lei
11.419/2006.

A exatidão das informações transmitidas é da exclusiva responsabilidade do peticionário (Art. 12 da


Resolução STJ//GP N. 10 de 6 de outubro de 2015).

Os dados contidos na petição podem ser conferidos pela Secretaria Judiciária, que procederá sua
alteração em caso de desconformidade com os documentos apresentados, ficando mantidos os
registros de todos os procedimentos no sistema (Parágrafo único do Art. 12 da Resolução STJ
10/2015 de 6 de outubro de 2015)

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Recebido em 18/09/2019 14:24:09

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