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DECLARÇÃO DE UTILIDADE PÚBLICA (GOVERNADOR VALADARES)

- Lei nº 5.198/2003
- Requisitos:
I – que se ache legalmente constituída e devidamente
registrada;
II – que está em funcionamento, contínuo e regular, há mais de
6 (seis) meses;
III – que serve à coletividade sem fins econômicos;
IV – que os cargos de sua diretoria não são remunerados;
V – que seus diretores e representantes são pessoas idôneas.
§ 1º Os requisitos referidos no Inciso I, deste artigo, serão
provados com a juntada de cópia do estatuto da entidade e da
certidão de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica
– CNPJ.
§ 2º A declaração de cumprimento das exigências previstas
nos incisos II a V deste artigo será passada por autoridade
policial, judiciária ou por Presidente do Conselho Municipal, ao
qual, em razão das características das atividades próprias da
entidade, esteja ela vinculada.

OBS: a princípio, sem vantagens.


O caminho é pedir nosso vereador para propor um PL para declarar de
utilidade pública a associação. Aqui o processo é mais simples. Menos
votantes.
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DECLARÇÃO DE UTILIDADE PÚBLICA (ESTADO MG)


- Lei nº 12.972/1998
- Requisitos:
I – adquiriram personalidade jurídica;
II – estão em funcionamento há mais de um ano;
III – os cargos de sua direção não são remunerados;
IV – seus diretores são pessoas idôneas.
OBS: a princípio, sem vantagens. A lei estadual fala expressamente que da
declaração de utilidade pública não decorrerão favores à associação.
Entretanto, é possível receber verbas de emendas parlamentares.

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DECLARAÇÃO DE UTILIDADE PÚBLICA (GOVERNO FEDERAL)

- Lei nº 91/35; Decreto nº 50.517/61; Portaria nº 11/90 da Secretaria do


Ministério da Justiça.
- Requisitos: (Disponível em <https://www2.camara.leg.br/atividade-
legislativa/estudos-e-notas-tecnicas/publicacoes-da-consultoria-
legislativa/arquivos-pdf/pdf/000068.pdf>)
“De acordo com as normas vigentes, uma entidade é declarada de utilidade
pública federal em decreto do Poder Executivo, a) mediante requerimento
protocolado e processado no Ministério da Justiça - é a regra; b) “ex-officio” – é
a exceção.
No primeiro caso, o passo inicial é dado pela entidade interessada, que deve
protocolar no MJ requerimento próprio, acompanhado de documentos
comprobatórios, de acordo com as instruções da Seção de Utilidade Pública,
que funciona no 5º andar do Anexo.”

OBS: tem vantagens concretas e regulamentadas, inclusive com repasse de


verbas via emenda parlamentar, melhor explicado e regulamentado que em
âmbito estadual. (Nota técnica nº 9/2019 do Conselho de Orçamento e
Fiscalização Financeira da CD) – Disponível em <
https://www2.camara.leg.br/orcamento-da-
uniao/estudos/2019/ET34OrientacaoEmendasAssociacoesPrivadasApaesCom
unidadesTerapeuticas.pdf >.

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