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ESCOLA PROFISSIONAL DA APRODAZ

Política de Gestão de Stocks

Reflexão

A UFCD (unidade de formação de curta duração), Politíca de Gestão de


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Stocks teve a duração de 50 horas e foi ministrada pelo formador Paulo Vieira.

Irei abordar os conteúdos programáticos desta UFCD, os seus


objectivos, a pertinência no curso Técnico Comercial. Irei ainda reflectir sobre a
relação da Política de Gestão de Stocks nas Redes Sociais.

A UFCD centrou-se em dois temas principais: Tipos de stocks e


Operações básicas de gestão e controlo de stocks. Assim sendo, o primeiro
tema compreendeu noções de stock, características dos vários tipos existentes,
o seu controlo e custos de manutenção, base de dados dos fornecedores e a
encomenda articulada com a gestão de stocks. Por sua vez, o segundo tema
compreendeu a análise da rotação de stocks, a análise ABC, a análise dos
custos associados aos stocks, a quantidade económica de encomendas e por
último o conceito Just in Time.

A primeira parte do módulo foi mais teoríca, uma vez que consistiu na
aquisição de noção básicas e na análise dos objectivos da gestão de stocks
enquanto que a segunda foi mais prática,com realização de exercicíos de
cálculo. Como elemento de avaliação fiz duas fichas de avaliação.

Pessoalmente, achei a disciplina muito importante para o curso uma vez


que é uma parte muito importante no funcionamento e para o sucesso de uma
empresa.

Ajudou-me a perceber o funcionamento de um stock, como deve ser


organizado, a razão pela qual se criam stocks bem como a sua importância.

A boa gestão e organização de um stock é parte fundamental para o


sucesso de uma empresa na medida em que, é um dos pilares do
aprovisionamento, que por sua vez , é a base da produção e das vendas.

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Política de Gestão de Stocks

As empresas constituem stocks por diversos motivos: para conseguirem


efectuar o seu processo produtivo sem rupturas, não deixando de vender; para
comprar de forma mais económica, pois ao adquirirem grandes quantidades de
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cada produto reduz o preço unitário e ainda quando se prevê aumento dos
preços, com vista à obtenção de mais lucro.

Assim sendo, a constituíção de stocks é feita por todas as empresas,


com excepção de empresas de prestação de serviços e de empresas que
trabalham só por encomenda, uma vez que só irão produzir a quantidade
necessária por forma a fazer face às encomendas.

Um bom sistema de gestão permite um melhor controlo dos stocks,


reduzir os erros, a optimização dos processos e a uma melhor utilização dos
espaços. Num mundo cada vez mais competitivo, a concorrência é cada vez
maior, sendo vital para a empresa ser eficiente e eficaz ao nível da distribuíção,
na redução ao máximo dos custos de operação e dos stocks em armazém.

Tanto o excesso como a ruptura de stocks afectam negativamente a


empresa. Se por um lado o excesso de stock significa para a empresa capital
financeiro estagnado, o qual poderia estar a ser empregue noutra área, por
outro, a ruptura de stocks impede a produção ou a venda de um produto
representando prejuízo para a empresa.Tanto o excesso como a ruptura de
stocks poderão ser evitados através do cálculo da rotação do stocks.

Neste sentido surgiu o Just in Time, uma forma de gestão que assenta
no princípio de que o stock deverá ser oportuno ou seja ter o seu tempo certo.

Muito importante também para o sucesso da empresa, é ter noção da


rentabilidade dos seus produtos, uma vez que só 20% dos artigos é que são os
mais lucrativos e que só por si sustentam a empresa. O conhecimento de quais
são estes artigos é possível através da Análise ABC.

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Política de Gestão de Stocks

Numa empresa, a forma como a organização e gestão dos stocks é


feita influência directamente todos quanto fazem parte da sua rede social.
Afecta a própria empresa bem como a todos os que a ela estão ligados directa
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ou indirectamente, entre os quais os funcionário da empresa e clientes, entre
outros, quer a nível económico quer a nível social e pessoal.

Veja-se o exemplo de ruptura de stocks numa superficíe comercial: ao


não ter um artigo em stock, a empresa perde a oportunidade de vender logo
não obtém lucro. Em consequência, terá dificuldade em pagar as suas
obrigações como impostos e custos fixos tais como os salário aos seus
funcionários, que por sua vez necessitam dele para viver.

Há ainda outra consequência para a empresa, ao falhar uma vez com


um cliente não estará a satisfazer as necessidades sendo assim mais dificíl de
o manter fiel. Se a empresa por diversas vezes sofrer ruptura de stocks,
perderá clientes e inevitávelmente acabará por falir. Este facto irá afectar os
seus funcionários e todos os que dependem directa ou indirectamente quer da
empresa quer dos seus funcionários.

De uma forma mais abrangente poderá dizer-se que o acumular de


situações como estas afectam a economia do país e inevitavelmente todas os
seus cidadãos.

Maura Silva
19/11/2010

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