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Nathércia Percegoni e Ana Paula Souza Pereira de Siqueira

Balanço hormonal e efeito sanfona


pós-emagrecimento

Hormone balance and rebound effect after weight loss

Resumo
Embora a perda de peso possa ser alcançada por meio de restrição dietética e/ou aumento de atividade física, sua manutenção em longo
prazo é rara, levando ao ciclo recorrente de peso, associado à piora dos quadros metabólicos e cardiovasculares. Dessa forma, o objetivo
deste trabalho é descrever as fases da perda de peso, bem como as principais alterações endócrinas que ocorrem em cada uma delas. Para
tanto, foi realizada uma revisão narrativa da literatura nas bases de dados PubMed e LILACS. Os termos utilizados foram: obesidade,
sobrepeso, perda de peso, emagrecimento, manutenção do peso, restrição calórica, metabolismo, hormônios, estratégias, nutrição e
dieta. À medida que os indivíduos perdem peso, travam uma batalha crescente contra as respostas biológicas que se opõem à perda de
peso adicional. Esse processo pode ser dividido em algumas fases, que traduzem as alterações decorrentes de uma restrição energética
em curso temporal: Choque, Adaptação, Resistência e Manutenção. Intervenções nutricionais baseadas nas alterações endócrinas que
ocorrem em cada uma das fases do emagrecimento, de forma específica, podem representar melhores estratégias de perda e manutenção
da perda de peso corporal, evitando o “efeito sanfona” vivenciado por muitos indivíduos.
Palavras-chave: Obesidade, emagrecimento, hormônios, nutrição.

Abstract
Although a loss of weight may be achieved through a dietary restriction and/or the increase of physical activities, its maintenance is rare,
leading to a recurring weight cycle related to the worsening of metabolic and cardiovascular conditions. The objective of this paper is
to present nutritional strategies on weight loss and maintenance of the lost weight, through modulation of the major hormones involved
in the weight loss process. Therefore, a narrative review of the literature was conducted in PubMed and LILACS databases. The terms
used were: obesity, overweight, weight loss, weight maintenance, calorie restriction, metabolism, hormones, strategies, nutrition and
diet. As the individuals lose weight, they fight an increasing battle against biological responses that oppose a further weight loss. This
process can be divided into some phases, which reflect changes due to an ongoing energetic restriction. They are: Shock, Adaptation,
Resistance and Maintenance. Nutritional interventions based on neurophysiological changes that happen in each of the weight loss
phases, in a specific way, may possibly represent strategies on loss and maintenance of weight, avoiding fat rebound effect faced by
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many individuals.
Keywords:Obesity, weight loss, hormones, nutrition

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Nathércia Percegoni e Ana Paula Souza Pereira de Siqueira

A
Introdução nas bases de dados PubMed e LILACS, além de
livros-texto.
A obesidade continua sendo uma enfermidade Os termos utilizados na busca foram: obesidade,
de elevada prevalência, com consequências sobrepeso, perda de peso, emagrecimento,
vasculares, metabólicas e psicossociais1-3. Embora manutenção do peso, restrição calórica,
a perda de peso possa ser alcançada por meio de metabolismo, hormônios, estratégias, nutrição
restrição dietética e/ou aumento de atividade física, e dieta. Foram incluídos artigos originais e de
sua manutenção em longo prazo é rara e difícil, revisão, sem restrição de tempo de publicação.
levando, frequentemente, ao ciclo recorrente de
perda e ganho de peso corporal. Fases da perda de peso
Há uma contribuição genética para a
determinação do peso de um indivíduo4, mas, As mudanças fisiológicas sobrepostas que
em última análise, o estado estacionário do peso ocorrem com a perda de peso ajudam a explicar
corporal é influenciado por diversos fatores, que o curso do tempo de emagrecimento mais
se dividem em três categorias inter-relacionadas: frequente: perda de peso seguida de recuperação
homeostáticos, regulados pelo sistema neuro- progressiva do mesmo9. Diferentes intervenções
hormonal; ambientais (ambiente obesogênico), resultam em graus variáveis de perda de peso e
que impacta as áreas cerebrais relacionadas ao recuperação, mas os cursos em tempo integral são
sistema de recompensa; e comportamentais5. semelhantes. À medida que os indivíduos perdem
Há evidências de que a redução do peso aumente cada vez mais peso, travam uma batalha contra
o apetite e a preferência por alimentos de elevada as respostas biológicas que se opõem à perda de
densidade calórica6,7. As intervenções visando peso adicional10. Tal processo consiste em um
perda de peso, em geral, são capazes de induzir mecanismo de defesa orgânico, que visa manter
uma redução de 9,5% em relação ao peso inicial. os estoques de energia para possíveis situações
No entanto, um ano após as intervenções, apenas de necessidade.
54% desta perda é mantida8. São necessárias Júnior11 propôs um modelo representativo das
intervenções que possam manter o peso perdido e etapas envolvidas na perda de peso. A curva em
evitar e “efeito sanfona”, comum após o processo formato parabólico (Figura 1) está dividida em três
de emagrecimento. fases, que traduzem os processos neurofisiológicos
decorrentes de uma restrição energética em
Metodologia curso temporal. São elas: Choque, Adaptação e
Resistência. Neste texto será trabalhada ainda uma
Foi realizada revisão narrativa da literatura quarta fase: Manutenção.

Figura 1. Curva de perda de peso.


Peso 1ª fase
Corporal Choque

2ª fase
Adaptação

3ª fase
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Resistência

Plato

Tempo do Programa de Dieta


Fonte: Adaptado de Júnior .
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Balanço hormonal e efeito sanfona pós-emagrecimento

Fase 1 – Choque a sinalização de hormônios tireoidianos (HT)20. A


principal via de exposição ao bisfenol é a comida21.
Nesta fase, os sistemas fisiológicos não são O BPA tem estrutura química semelhante aos HT
capazes de igualar o gasto ao consumo energético, e é capaz de se ligar aos receptores tiroidianos
principalmente quando há restrições severas, (TR), especialmente TRb, interrompendo a
levando a uma perda de peso mais acentuada nos transcrição genética mediada por TR in vitro e in
primeiros 15 dias, em média. Como característica, vivo22,23. Altos níveis séricos ou urinários de BPA
o início da curva de perda de peso apresenta estão positivamente correlacionados a obesidade,
uma inclinação negativa acentuada. As primeiras resistência à insulina e síndrome metabólica20.
adaptações, iniciadas nesse período, envolvem Os pesticidas organoclorados (OCs) também têm
a diminuição da termogênese induzida pela demonstrado atividade disruptora da tireoide.
dieta (TID), da secreção e ação dos hormônios Em animais, os pesticidas OC podem afetar a
da tireoide (T4 e T3) e, consequentemente, do desiodação de HT, interferir com a função do
metabolismo celular11. receptor de hormônio tireoestimulante (TSH) e se
Embora represente uma proporção relativamente ligar aos receptores T3 e T4, alterando a expressão
pequena do gasto energético total (cerca de de genes mediada por HT24,25,26. Organofosforados,
10%), a TID é um componente importante do ditiocarbamatos e piretroides podem interferir com
desenvolvimento e manutenção da obesidade, e a função da tireoide, afetando o eixo hipotálamo-
qualquer restrição energética leva à sua redução12. hipófise-tireoide27.
Toda perda de peso resulta em perda de tecido A sucralose figura como o edulcorante mais
metabolicamente ativo13. Os estudos referem-se associado aos efeitos interferentes na tireoide 29-32,
à queda no gasto energético como termogênese reduzindo a atividade da tireoperoxidase (TPO)
adaptativa, e sugere-se que funcione para e do TSH e as concentrações plasmáticas de TH
promover a restauração do peso corporal basal14,15. totais. Entretanto, ao mesmo tempo, aumentaria
É provável que a magnitude dessas adaptações seja os índices de T3 e T4 livres33.
proporcional ao tamanho do déficit de energia, Os nutrientes mais relacionados à atividade da
portanto é recomendado utilizar o menor déficit tireoide são iodo, selênio e zinco. As necessidades
possível para promover perda de peso no início individuais de iodo para garantir a síntese de T4 e
da intervenção nutricional16,17. T3 são pequenas34-36. De acordo com a OMS, 30,6%
A redução de peso resulta em modificações da população mundial apresenta insuficiência
na homeostase dos hormônios tireoideanos18, de iodo36. No Brasil, o estado nutricional de
caracterizadas pela supressão central do eixo iodo geralmente é adequado37. Zinco e selênio
hipotálamo-hipófise-tireoide e pela inibição da são essenciais para a atividade das desiodases,
conversão periférica de T4 em T3, o que, por sua necessárias para a interconversão de T4 para
vez, pode levar à queda da taxa metabólica19. Mais T338,39. Vários estudos relataram concentrações
recentemente, além do papel desses hormônios na mais baixas de zinco no soro de indivíduos com
regulação do gasto energético, tem-se estudado os excesso de peso, em comparação aos indivíduos
seus efeitos na regulação do processo de fome- eutróficos40. Alguns têm demonstrado redução
saciedade. A expressão reduzida do receptor significativa de T3 e T4 devido à deficiência
tipo beta (TRb) no hipotálamo promoveu de zinco, bem como um efeito inibitório
maior consumo alimentar e ganho de peso em sobre hormônios tireoidianos41,42, enquanto a
camundongos. As possíveis causas da hiperfagia suplementação apresentaria efeito oposto43,44. A
deveram-se à redução da expressão de pró- deficiência de selênio é menos preocupante, pois
opiomelanocortina (POMC) e do gene associado a atividade das desiodases diminui apenas na
à massa de gordura e obesidade (FTO), bem como deficiência grave desse mineral45-48.
ao aumento na expressão de neuropeptídeo Y A ingestão dietética de vegetais da família
(NPY) no hipotálamo18. das brássicas, que inclui brócolis, couve, nabo,
Alguns compostos como toxinas, edulcorantes rabanete e couve-flor, foi associada a efeitos
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alimentares e pesticidas, além do consumo de adversos sobre a tireoide. Os efeitos da goitrina


brássicas e minerais como zinco, selênio e iodo, e dos tiocianatos presentes nessa espécie podem
têm sido associados à função tireoidiana. Toxinas inibir a utilização de iodo pela tireoide49-51. Porém,
como bisfenol A (BPA) têm potencial para afetar o consumo de tamanhos de porções típicos na

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alimentação habitual corresponde às exposições da curva de perda de peso é próxima a zero, pois
em concentrações muito inferiores às necessárias consumo e gasto energético se igualam. O baixo
para prejudicar a função da tireoide52. consumo energético provoca a diminuição da
termogênese, principalmente por redução na ação
Fase 2 – Adaptação de T3, já explicitado anteriormente. Essa redução
em T3 acontece progressivamente, à medida que
Na segunda fase da perda de peso, o gasto o emagrecimento continua11.
energético se adapta ao consumo. A perda de peso Quando a perda de peso é estagnada, a
continua, porém a inclinação da curva é menor11. alternativa é promover um choque metabólico
Os adipócitos com menor volume produzem menos por modificação do estímulo. Isso pode ser
leptina53, o que gera aumento do neuropeptídeo Y alcançado pela prática ou alteração da atividade
(NPY) e queda da resposta do sistema nervoso física11 ou por meio de estratégias nutricionais
autônomo simpático (SNS). Outras adaptações diferentes das praticadas até o momento. Em
incluem diminuição de esteroides sexuais e de HT alternativa à restrição calórica diária, o jejum
e aumento de cortisol54-59. intermitente poderia constituir um “gatilho” para
A dieta rica em lipídeos leva ao desenvolvimento esse “choque metabólico”72-74. Em geral, o jejum
de resistência central à leptina, provavelmente intermitente e a restrição calórica constante têm
mediada pela inflamação hipotalâmica, levando resultados equivalentes na redução do peso
à hiperfagia 60. A dieta hiperlipídica reduz a corporal.  Contudo, o jejum foi considerado
expressão do receptor da leptina, aumenta a superior na supressão temporária da fome75.
expressão de NPY e aumenta a proporção de Trepanowski et al.76 demonstraram que os dois
NPY/POMC no hipotálamo. Dessa forma, dieta tipos de dietas obtiveram resultados semelhantes
hiperlipídica não deve ser indicada nessa segunda em relação à aderência, perda de peso, manutenção
fase do processo de emagrecimento. de peso e melhoria nos indicadores de risco para
As tentativas de reduzir o peso corporal podem doenças cardiovasculares em adultos obesos.
aumentar o estresse orgânico61. Cortisol elevado Apesar disso, muitos especialistas propuseram que
pode estimular o apetite, alterar o humor e o os regimes de jejum podem melhorar a composição
metabolismo periférico a favor do ganho de peso. corporal em indivíduos com sobrepeso77.
Em geral, dietas com baixas calorias são menos Fisiologicamente, práticas de jejum podem
estressantes que o estado de fome introduzido predispor um indivíduo a comer em excesso ou
pelo jejum em curto prazo62. Muitos estudos têm compulsivamente78. Essa prática pode esgotar
sugerido que a dieta rica em gordura em humanos o triptofano, um precursor da serotonina,
aumenta os níveis de cortisol e pode afetar aumentando a probabilidade de compulsão
negativamente a função cerebral63. alimentar em uma tentativa de restaurar seus
Além disso, os indivíduos que praticam exercícios níveis séricos79. Dessa forma, a prática de jejum
e dietas restritivas durante vários dias contendo pode ser prejudicial para indivíduos vulneráveis
menos de 10% da ingestão de energia proveniente ao desenvolvimento de transtornos alimentares80.
dos carboidratos têm respostas maiores de hormônios Indivíduos com transtornos alimentares
do estresse (cortisol, epinefrina), além de aumento na aumentaram significativamente a ingestão de
produção de citocinas plasmáticas (IL-1a, IL-6, IL- alimentos após um jejum de 14 horas81,82.
10), quando comparados aos indivíduos que fazem Alguns componentes dietéticos podem
dietas com médias ou elevadas concentrações de potencializar a termogênese e estimular a biogênese
carboidratos64- 66. Uma elevada ingestão proteica (4 mitocondrial via produção de tecido adiposo
g/kg) pode elevar as concentrações de cortisol67-71. bege (TABE)83,84. Neste sentido, os componentes
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bioativos dos alimentos mais estudados em


Fase 3 – Resistência humanos são: a capsaicina e seus capsinoides
análogos, chá verde e suas catequinas e curcumina.
A terceira fase da perda de peso é denominada A capsaicina, presente nas pimentas vermelhas,
resistência, devido à completa adaptação dos possui capacidade de aumentar o gasto de energia
sistemas fisiológicos à restrição energética. A taxa e a oxidação da gordura, especialmente em altas
metabólica, o gasto energético de repouso e o gasto doses (~10 mg/dia)85-87. Em estudos em animais,
energético total são baixos. Aqui, a inclinação os capsinoides mostraram efeitos β-adrenérgicos8,

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e a capsaicina (20-200 mg/kg de peso corporal) predisposição ao ganho de peso8.


aumentou a secreção de catecolaminas89. Mais As dietas com elevada concentração de
estudos devem ser realizados, pois a ativação de proteínas (18-40% do valor energético total -
receptores adrenérgicos pode desencadear efeitos VET), durante a fase de manutenção do peso
adversos como taquicardia, hipertensão arterial e parecem promover melhor manutenção do peso
vasoconstrição, entre outros90. perdido88,99. Contudo, o efeito em longo prazo
A suplementação diária de 200 mg/kg de não é conclusivo na maioria dos estudos100. Uma
curcumina, após a cessação da prática de exercícios metanálise evidenciou que o incentivo a uma menor
físicos e restrição calórica, levou a melhoria na ingestão de carboidratos (com ingestão de proteína
sensibilidade à insulina e no teor de gordura de 25-60% do VET) favoreceu perda de peso e
corporal e reduziu a corticosterona circulante84, 91. gordura corporal sem efeito na massa magra101.
A suplementação de 800 mg de curcumina duas Por outro lado, Naude et al.102 compararam os
vezes ao dia foi tolerável, aumentou a perda de efeitos de dietas hipocalóricas equilibradas com
peso e promoveu a redução da massa gorda, bem a distribuição de macronutrientes dentro da faixa
como das circunferências da cintura e do quadril recomendada (45 a 65% do VET para carboidratos,
em humanos92. A curcumina induz marcadores entre 10 e 35% para proteínas e entre 20 e 35% para
específicos de TABE, podendo ser implicada nos gorduras) e dietas com baixo teor de carboidrato
processos de biogênese mitocondrial93. (< 45% do VET) e demonstraram perda de peso
O chá verde94.95 também está associado à perda semelhante em ambos os grupos após 3 a 6 meses
de peso. Tanto a mistura de catequina e cafeína e 1 a 2 anos de acompanhamento.
quanto apenas cafeína foram capazes de aumentar Em contrapartida às diferentes estratégias que
o gasto energético em humanos, mas apenas a podem ser empregadas para alcançar a perda
combinação de catequinas e cafeína resultou em de peso efetiva, estudos revelam que o nível de
aumento da oxidação de ácidos graxos96. aderência dietética, em vez do tipo de dieta, é
Além das moléculas mencionadas, outros o principal preditor da perda e manutenção do
compostos bioativos dos alimentos e fitoquímicos peso103-106. Considerando-se todas as variáveis
estão sob investigação como possíveis discutidas acima, não é possível simplificar a
termogênicos. Porém, mais estudos em humanos conduta nutricional apenas à distribuição de
são necessários. macronutrientes: outras variáveis como aceitação,
palatabilidade, consumo de fibras, dentre outras,
Fase 4 – Manutenção devem ser levadas em consideração107,108.

A manutenção do peso corporal pós- Conclusão


emagrecimento tem demonstrado ser mais difícil
que a perda de peso97. Uma revisão sistemática Durante o processo de emagrecimento, muitas
realizada com estudos de manutenção de peso alterações endócrino-metabólicas determinam
demonstrou que é necessária, basicamente, uma diferentes fases da perda de peso. As intervenções
combinação de atividade física regular, restrição nutricionais devem ser direcionadas para cada
de energia e estratégias comportamentais para uma dessas fases, visando a manutenção de peso
manutenção de peso em longo prazo, associadas corporal sem “efeito sanfona”.
à vigilância constante, naqueles indivíduos com

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