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Fatores de Produção e Custo de Oportunidades

AS
Aula 1ORIGENS DA CIÊNCIA
ECONÔMICA
Título do tema da aula
DO SÉC. XXI E O PENSAMENTO
ATUAL
Prof. Sérgio A. Souza
Economia Empresarial

Nome do Professor
AS ORIGENS DA CIÊNCIA ECONÔMICA DO SÉC. XXI E O PENSAMENTO ATUAL

Aula 1
Título do tema da aula
AS ORIGENS DA CIÊNCIA ECONÔMICA: A CONSTRUÇÃO DO PENSAMENTO
ECONÔMICO

AS DUAS VERTENTES TEÓRICAS DO PENSAMENTO ATUAL

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ECONOMIA EMPRESARIAL – PROFº SÉRGIO A SOUZA
AS ORIGENS DA CIÊNCIA ECONÔMICA DO SÉC. XXI E O PENSAMENTO ATUAL

Problema:

Aula
"Após1os efeitos
Título doprofundos
temadada
criseaula
de 1929, que se estenderam na Grande
Depressão, a recuperação dos Estados Unidos se deu com maior intensidade em
1933, ano de lançamento do New Deal pelo presidente Roosevelt. Este pacote de
medidas do governo representou total mudança das práticas de política econômica.
De 1933 em diante, o Estado americano (seguido depois pelos europeus) passou a
realizar amplas intervenções na economia, buscando superar a depressão.
Em uma carta aberta a Roosevelt, publicado no The New York Times em 31 de
dezembro de 1933, um economista chamado John Keynes aconselhava esse
plano, enfatizando a importância dos gastos do governo e a necessidade de se
manter um crédito abundante e barato.
O New Deal (em português, novo acordo ou novo trato) foi uma série de programas implementados nos Estados Unidos
entre 1933 e 1937, sob o governo do presidente Franklin Delano Roosevelt, com o objetivo de recuperar e reformar a
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economia norte-americana, além de auxiliar os prejudicados pela Grande Depressão.
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Ele destacava que a instabilidade do capitalismo advinha da alternância entre


Aula
Título1 excessivo
otimismo do tema da
e arroubos aula irreversível dos investidores e
de pessimismo
empresários. Apesar de crítico ao laissez-faire, não rompia com o capitalismo, mas,
ao contrário, procurava salvá-lo. Propunha um novo papel para o Estado,
regulamentando a atividade econômica, direcionando uma distribuição mais
equilibrada de renda e criando infraestruturas necessárias ao investimento privado.
Somente em fins de 60, início dos 70, com novas crises que assolaram o mundo
capitalista, (vieram as crises do petróleo) as medidas keynesianas foram sendo
substituídas por novas políticas de orientação liberal; começava a ganhar força o
neoliberalismo econômico."

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Divisão dos Séculos:

Aula
Século1XV: ano 1401 ao ano 1500
Título do tema da aula
Século XVI: ano 1501 ao ano 1600
Século XVII: ano 1601 ao ano 1700
Século XVIII: ano 1701 ao ano 1800
Século XIX: ano 1801 ao ano 1900
Século XX: ano 1901 ao ano 2000
Século XXI: ano 2001 ao ano 2100

Exemplos:
Ano 437: está no século V, porque 437 está entre 401 e 500
Ano 1343: está no século XIV, porque 1343 está entre 1301 e 1400
Ano 2013: está no século XXI, porque 2013 está entre 2001
Nome e 2100
do Professor
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CRONOLOGIA dos pesadores da Economia:


Aula 1
Título do tema da aula
1776 – Adam Smith, (Escocês) 67 anos (Inglês) 51 anos

(41 anos após) 1817 – David Ricardo, (Alemão) 64 anos

(50 anos após) 1867 – Karl Marx, (Inglês) 81anos

(3 anos após) 1870 – Alfred Marshall,

(66 anos após) 1936 – John Maynard Keynes Nome do Professor


(Inglês) 63 anos
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O intervencionismo de Keynes, o laissez-faire de Smith, a retomada do liberalismo


em tempos mais recentes.
Aula
Adam
1
Título
Smith : do temaliberalismo
Mão invisível, da aula
(1776)
David Ricardo : Vantagens comparativas (1817)
Karl Marx : Mais-valia, crença na autodestruição do capitalismo (1867)
Neoclássicos : Alfred Marshall e outros. Mecanismo de mercado, lógica
maximizadora (1870 em diante)
John Keynes: Capitalismo instável, Intervenção do Estado, aumento da demanda da
economia para gerar emprego e crescimento (1936 em diante).

(*) Laissez-faire é expressão escrita em francês que simboliza o liberalismo econômico, na versão mais pura de capitalismo
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de que o mercado deve funcionar livremente, sem interferência, taxas nem subsídios, apenas com regulamentos suficientes
para proteger os direitos de propriedade.
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TRABALHO DE PESQUISA EM GRUPOS:


Aula
Título1 a metodologia
Explicar do tema da aula
e o pensamento de cada personagem da história de
Economia:

Adam Smith : Mão invisível, liberalismo (1776)


David Ricardo : Vantagens comparativas (1817)
Karl Marx : Mais-valia, crença na autodestruição do capitalismo (1867)
Neoclássicos : Alfred Marshall e outros. Mecanismo de mercado, lógica
maximizadora (1870 em diante)
John Keynes: Capitalismo instável, Intervenção do Estado, aumento da
demanda da economia para gerar emprego e crescimento (1936 em diante).

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Aula
As 1 vertentes
Título
duas do temateóricas doda aula atual, destacando que embora haja
pensamento
muitas correntes de pensamento, o maior debate consiste no grau de
intervenção do Estado na economia.

Assim, tem-se os:


não-intervencionistas e neoliberais,
e os intervencionistas seguidores da teoria keynesiana.

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O pensamento econômico passou por diversas fases, que se diferenciam


Aula 1
Título do tema da aula
amplamente, com muitas discrepâncias e oposições. No entanto, a evolução
deste pensamento pode ser dividida em dois grandes períodos:
Fase Pré-Científica e
Fase Científica Econômica.

A fase pré-científica é composta por três subperíodos. A Antiguidade Grega, que


se caracteriza por um forte desenvolvimento nos estudos político-filosóficos. A
Idade Média ou Pensamento Escolástico, repleta de doutrinas teológico-
filosóficas e tentativas de moralização das atividades econômicas. E,
o Mercantilismo, onde houve uma expansão dos mercados consumidores e,
consequentemente, do comércio. Como iremos tratar de um pensamento
econômico que nos influencia até hoje só trataremos da Nome do Professor
fase científica.
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A fase científica pode ser dividida em:

Fisiocracia,
Aula
Título
Escola
1Clássica
doe tema da aula
Pensamento Marxista.

Esta primeira pregava a existência de uma “ordem natural”, onde o Estado não
deveria intervir (laissez-faire, laissez-passer) nas relações econômicas.

Os doutrinadores clássicos acreditavam que o Estado deveria intervir para


equilibrar o mercado (oferta e demanda), através do ajuste de preços (“mão-
invisível”). Já o marxismo criticava a “ordem natural” e a “harmonia de interesses”
(defendida pelos clássicos), afirmando que tanto um como outro resultava na
concentração de renda e na exploração do trabalho.
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Aula 1 de fazer
Título
Apesar doparte
temada faseda aulaconvém ressaltar que a Escola
científica,
Neoclássica e o Keynesianismo, diferenciam-se dos outros períodos por elaborar
princípios teóricos fundamentais e revolucionar o pensamento econômico,
merecendo, portanto, destaque. É na Escola Neoclássica que o pensamento
liberal se consolida e surge a teoria subjetiva do valor. Na Teoria Keynesiana,
procura-se explicar as flutuações de mercado e o desemprego (suas causas, sua
cura e seu funcionamento).

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Aula 1
Título
Fisiocracia do XVIII)
(Séc. tema da aula
Doutrina de ordem natural: O Universo é regido por leis naturais, absolutas e
imutáveis e universais, desejadas pela Providência divina para a felicidade dos
homens.
A palavra fisiocracia significa governo da natureza. Isto é, de acordo com o
pensamento fisiocrata as atividades econômicas não deveriam ser reguladas de
modo excessivo e nem guiadas por forças “antinaturais”. Deveria- se conceder
uma maior liberdade a essas atividades, afinal “uma ordem imposta pela
natureza e regida pelas leis naturais” governaria o mercado e tudo se
acomodaria como tivesse que ser.
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Na fisiocracia a base econômica é a produção agrícola, ou seja,


Aula 1
Título do tema da aula
um liberalismo agrário, onde a sociedade estava dividida em três classes:
a classe produtiva, formada pelos agricultores.
a classe estéril, que engloba todos os que trabalham fora da agricultura (indústria,
comércio e profissões liberais);
a classe dos proprietários de terra, que estava ao soberano e aos recebedores de
dízimos (clero).

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Aula
A 1 produtiva
Título
classe do temagarante a da aula
produção de meios de subsistência e matérias
primas. Com o dinheiro obtido, ela paga o arrendamento da terra aos
proprietários rurais, impostos ao Estado e os dízimos; e compra produtos da
classe estéril – os industriais. No final, esse dinheiro volta à classe produtiva,
pois as outras classes têm necessidade de comprar meios de subsistência –
matérias primas. Dessa maneira, ao final, o dinheiro retorna ao seu ponto de
partida, e o produto se dividiu entre todas as classes, de modo que assegurou o
consumo de todos.

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Para os fisiocratas, a classe dos lavradores era a classe produtiva, porque o


trabalho agrícola era o único que produzia um excedente, isto é, produzia além
Aula 1 necessidades. Este excedente era comercializado, o que garantia uma
Título do tema da aula
das suas
renda para toda a sociedade.

A indústria não garantia uma renda para a sociedade, visto que o valor
produzido por ela era gasto pelos operários e industriais, não criando, portanto,
um excedente e, consequentemente, não criando uma renda para a sociedade.

O papel do Estado se limitava a ser o guardião da propriedade e garantidor de


liberdade econômica, não deveria intervir no mercado (“laissez-faire, laissez-
passer” que quer dizer deixe-se fazer, deixe-se passar.), pois existia uma “ordem
natural” que regia as atividades econômicas.
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François Quesnay
Aula
O
1
Título do
fundador da tema
escola dae da
fisiocrata, aula
primeira fase científica da economia, foi
François Quesnay (1694-1774), autor de livros que até hoje são inspiração para
economistas atuais, como por exemplo Tableau Économique. Não se pode falar
em fisiocracia, sem citar seu nome. Quesnay foi autor de alguns princípios,
como o da filosofia social utilitarista, em que deveria se obter a máxima
satisfação com um mínimo de esforço; o do harmonismo, não obstante a
existência do antagonismo das classes sociais, acreditava-se na compatibilidade
ou complementaridade dos interesses pessoais numa sociedade competitiva; e,
por fim, a teoria do capital, onde os empresários só poderiam começar o seu
empreendimento com um certo capital já acumulado, com os devidos
equipamentos.
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Em seu livro Tableau Économique foi representado um esquema de fluxo de


Aula
bens1e despesas entre as diferentes classes sociais. Além de evidenciar a
Título do tema da aula
interdependência entre as atividades econômicas e mostrou como a agricultura
fornece um “produto líquido” que é repartido na sociedade.

Com o advento da fisiocracia surgiram duas grandes ideias de alta relevância


para o desenvolvimento do pensamento econômico. A primeira diz que há uma
ordem natural que rege todas as atividades econômicas, sendo inútil criar leis à
organização econômica. A segunda se refere a maior importância da agricultura
sobre o comércio e a indústria, ou seja, a terra é a fonte de todas as riquezas
que mais tarde farão parte destes dois campos econômicos. (www.pgj.ce.gov.br-
06 de Abril de 2005 às 14 h e 46 minutos)
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Aula
A 1 Clássica
Título
Escola do tema daXVIII
(Fins do Séc. aulae início do séc. XIX)

A base do pensamento da Escola Clássica é o liberalismo econômico, ora


defendido pelos fisiocratas. Seu principal membro é Adam Smith, que não
acreditava na forma mercantilista de desenvolvimento econômico e sim na
concorrência que impulsiona o mercado e consequentemente faz girar a
economia.

A teoria clássica surgiu do estudo dos meios de manter a ordem econômica


através do liberalismo e da interpretação das inovações tecnológicas
provenientes da Revolução Industrial.
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Todo o contexto da Escola Clássica está sendo influenciado pela Revolução


Aula 1 É caracterizada pela busca no equilíbrio do mercado (oferta e
Título do tema da aula
Industrial.
demanda) via ajuste de preços, pela não- intervenção estatal na atividade
econômica, prevalecendo a atuação da “ordem natural” e pela satisfação das
necessidades humanas através da divisão do trabalho, que por sua vez aloca a
força de trabalho em várias linhas de emprego.

De acordo com o pensamento de Adam Smith, a economia não deveria se


limitar ao estoque de metais preciosos e ao enriquecimento da nação, pois,
segundo o mercantilismo, desta nação fazia parte apenas a nobreza, e o
restante da população estaria excluída dos benefícios provenientes das
atividades econômicas. Sua preocupação fundamental era a de elevar o nível de
vida de todo o povo. Nome do Professor
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Em sua obra Wealth of Nations (Riqueza das Nações), Adam Smith estabelece
Aula 1 para análise do valor, dos lucros, dos juros, da divisão do trabalho e
Título do tema da aula
princípios
das rendas da terra. Além de desenvolver teorias sobre o crescimento
econômico, ou seja, sobre a causa da riqueza das nações, a intervenção estatal,
a distribuição de renda, a formação e a aplicação do capital.

Alguns críticos de Smith afirmam que ele não foi original em suas obras, devido
ao seu método, que se caracteriza por percorrer caminhos já trilhados,
buscando, assim, segurança, utilizar elementos já existentes. No entanto, sabe-
se que suas obras foram grandiosas para o desenvolvimento do pensamento
econômico, devido a sua clareza e ao espírito equilibrado. (www.factum.com.br-
07 de Abril de 2005 às 13 h e 27 minutos)
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Adam Smith (1723-1790)

Aula 1 teórico
Título
Filósofo, doe economista,
tema da aula
nascido na Escócia em 1723, dedicou-se quase
que exclusivamente ao magistério. É considerado o pai da Economia Política
Clássica Liberal. Seu pensamento filosófico e econômico encontra-se,
basicamente, em a “Teoria dos Sentimentos Morais” (1759) e em a “Riqueza das
Nações” (1776), respectivamente. Os críticos a essas duas importantes obras de
Smith, afirmam haver um paradoxo entre ambas: Na “Teoria”, Smith teria como
sustentação de sua concepção ética o lado simpático da natureza humana;
enquanto na “Riqueza das Nações” realça a ideia do homem movido pelo
egoísmo, constituindo-se este, na força motriz do comportamento humano.
Crítica essa repudiada e apontada como um falso problema, não havendo
descontinuidade de uma obra para outra.
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As ideias liberais de Adam Smith, em a Riqueza das Nações aparecem, entre


Aula 1 na sua defesa a liberdade irrestrita do comércio, que deve, não só ser
Título do tema da aula
outras,
mantida como incentivada, por suas inegáveis vantagens para a prosperidade
nacional. Ao Estado caberá manter uma relação de subordinação entre os
homens e, por essa via, garantir o direito da propriedade.

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Para Adam Smith as classes se constituem em: classe dos proprietários; classe
Aula 1
Título do tema da aula
dos trabalhadores, que vivem de salários e a classe dos patrões, que vivem do
lucro sobre o capital. A subordinação, na sociedade, se deve a quatro fatores:
qualificações pessoais, idade, fortuna e berço. Este último pressupõe fortuna
antiga da família, dando a seus detentores mais prestígio e a autoridade da
riqueza aos mesmos.

Smith afirmava que a livre concorrência levaria a sociedade à perfeição uma vez
que a busca do lucro máximo promove o bem-estar da comunidade. Smith
defendia a não intervenção do Estado na economia, ou seja o liberalismo
econômico.

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Thomas Malthus (1766 – 1834):


Tentou colocar a economia em sólidas bases empíricas. Para ele, o excesso
populacional era a causa de todos os males da sociedade (população cresce em
Aula 1
Título do tema da aula
progressão geométrica e alimentos crescem em progressão aritmética). Malthus
subestimou o ritmo e o impacto do progresso tecnológico.

David Ricardo (1772 – 1823):


Mudou, de modo sutil, a análise clássica do problema do valor: “Então, a razão,
pela qual o produto bruto se eleva em valor comparativo é porque mais trabalho
é empregado na produção da última porção obtida, e não porque se paga renda
ao proprietário da terra. O valor dos cereais é regulado pela quantidade de
trabalho empregada em sua produção naquela qualidade de terra, ou com
aquela porção de capital, que não paga aluguel”. Ricardo mostrou as
interligações entre expansão econômica e distribuição de renda. Tratou dos
problemas do comércio internacional e defendeu o livre-Nome do Professor
cambismo.
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Aula
John 1Stuart Mill
Título do(1806
tema da
– 1873): aula
Introduziu na economia preocupações de “justiça social”

Jean Baptist Say (1768 – 1832):


Deu atenção especial ao empresário e ao lucro; subordinou o problema das
trocas diretamente à produção, tornando-se conhecida sua concepção de que a
oferta cria a procura equivalente”, ou seja, o aumento da produção transformar-
se em renda dos trabalhadores e empresários, que seria gasta na compra de
outras mercadorias e serviços.

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Lei de Say – “É a lei dos mercados”. A oferta cria sua própria procura.
– Partindo do pressuposto de que o mecanismo da economia funcione de modo
Aula 1 e harmônico que tudo se governa de modo eficiente e sutil, o todo não é
Título do tema da aula
perfeito
problema e apenas as partes mereciam estudo e atenção.
– Foi o economista francês Jean Baptist Say que deu formulação definitiva a
esta corrente de ideias em sua célebre “Lei dos Mercados”, a qual depois se
transformou em dogma indiscutível e aceito sem restrições.
– De acordo com ela, a superprodução é impossível, pois as forças do mercado
operam de maneira tal que a produção cria sua própria demanda.
– Nestas condições os rendimentos criados pelo processo produtivo serão
fortemente gastos na compra desta mesma produção. Tal opinião arraigou-se
profundamente no século atrasado. (www.carula.hpg.ig.com.br- 07 de Abril de
2005 às 13 h e 36 minutos)
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Críticas de Say a Adam Smith


Say recusa-se a acreditar que a Produção deva analisar-se como o processo
pelo qual o homem prepara o objeto para o consumo.
Aula 1
Título do tema da aula
Segundo Say a Produção realiza-se através do concurso de 3 elementos, a
saber: O Trabalho, O Capital e os agentes Naturais (Por Agentes Naturais
entenda-se a Terra, etc).
Tal como Smith, considera o Mercado essencial.
Esta faceta é facilmente verificada quando Say afirma que os salários, os lucros
e as rendas são Preços de Serviços, sendo determinados pelo jogo da oferta e
da procura no Mercado desses fatores.

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Say acredita, contrariamente a Adam Smith, que não há distinção entre trabalho
produtivo e Trabalho não Produtivo.
Aula 1 que Adam Smith defendia que o Trabalho Produtivo era aquele que
Título do tema da aula
Recorde-se
era executado com vista à fabricação de um objeto material, já Say defende
“todos aquele que fornecem uma verdadeira utilidade em troca dos seus
salários» são Produtivos”

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Crítica de Keynes as Teorias Clássicas


Aula
O ponto1 em que Keynes se baseou para contestar os clássicos é que o
Título do tema da aula
trabalhador prefere sempre trabalhar a não trabalhar e que está interessado
sobretudo em manter os seus salários nominais, o que significa que está sujeito
ao fenômeno que chamou de “ilusão monetária”. A rigidez do salário nominal
decorre da resistência dos trabalhadores em aceitar reduções de seu salário
nominal vis- à -vis aos trabalhadores de outro ramo industrial, porque percebem
que a sua situação relativa sofreu uma deterioração. Já este não é o caso do
salário real porque a sua queda afeta por igual todos os trabalhadores, a não ser
quando essa queda for excessivamente grande.

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Aula 1 achava
Título
Keynes doquetema da aula
os trabalhadores, ao agirem dessa forma, revelaram-se
mais razoáveis que os próprios economistas clássicos, que jogavam a culpa do
desemprego nos ombros dos trabalhadores pela sua recusa em aceitarem
reduções no seu salário nominal. À essa altura, Keynes só tinha dois caminhos
a seguir: ou explicava o salário real e, a partir daí, determinava o nível de
emprego; ou explicava primeiro o nível de emprego para depois chegar ao
salário real (Macedo, 1982).

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Keynes escolheu o segundo caminho. Para ele, não são os trabalhadores que
Aula 1 o emprego, mas sim a demanda efetiva. Dessa maneira, a diminuição
Título do tema da aula
controlam
dos salários nominais não constitui estratégia eficaz para aumentar o emprego,
uma vez que a manipulação da demanda representava uma política muito mais
inteligente. Nesse aspecto, Keynes literalmente vira “de pernas para o ar” a
estrutura clássica: “o emprego não é elevado pela redução dos salários reais, …
o que sucede é o inverso, os salários reais caem porque o emprego foi elevado
mediante um aumento da procura” Portanto, os contratos entre patrões e
empregados só determinam os salários nominais; enquanto que os salários
reais – para Keynes – são determinados por outras forças, isto é, aquelas
relacionadas com a demanda agregada e o
emprego. (http://www.economia.unifra.br – dia 17/04/2005 às 15 h e 10 minutos)
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A Teoria Neoclássica (Fins do séc. XIX ao início do séc. XX)


Aula
partir1de 1870,
ATítulo doo pensamento
tema da aulapassava por um período de
econômico
incertezas diante de teorias contrastantes (marxista, clássica e fisiocrata). Esse
período conturbado só teve fim com o advento da Teoria Neoclássica, em que se
modificaram os métodos de estudo econômicos. Através destes buscou-se a
racionalização e otimização dos recursos escassos.

Conforme a Teoria Neoclássica, o homem saberia racionalizar e, portanto,


equilibraria seus ganhos e seus gastos. É nela que se dá a consolidação do
pensamento liberal. Doutrinava um sistema econômico competitivo tendendo
automaticamente para o equilíbrio, a um nível pleno de emprego dos fatores de
produção.
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Pode-se dividir essa nova teoria em quarto importantes escolas: Escola de


Viena ou Escola Psicológica Austríaca, Escola de Lausanne ou Escola
Aula 1
Título do tema da aula
Matemática, Escola de Cambridge e a Escola Neoclássica Sueca. A primeira se
destaca por formular uma nova teoria do valor, baseada na utilidade (teoria
subjetiva do valor), ou seja, o valor do bem é determinado pela quantidade e
utilidade do mesmo. Também chamada de Teoria do Equilíbrio Geral, a Escola
de Lausanne, enfatizava a interdependência de todos os preços do sistema
econômico para manter o equilíbrio.

A Teoria do Equilíbrio Parcial ou Escola de Cambridge considerava que a


economia era o estudo da atividade humana nos negócios econômicos,
portanto, a economia seria uma ciência do comportamento humano e não da
riqueza. Por fim, a Escola Neoclássica Sueca foi a responsável pela tentativa da
Nome
integrar a análise monetária à análise real, o que mais tarde do por
foi feito Professor
Keynes.
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Em contraposição ao Karl Marx, um importante neoclássico, Jevons, ponderava


que o valor do trabalho deveria ser determinado pelo valor do produto e não o
valor do produto determinado pelo valor do trabalho. Afinal, o produto dependerá
Aula 1
Título do tema da aula
da aceitação do preço pelo comprador para ser vendido.

Com base em novos modelos teóricos, com novas concepções de conceitos


sobre valor, trabalho, produção e outros, os neoclássicos se dispuseram a rever
toda a análise econômica clássica. Várias obras foram escritas tendo por fim
alcançar a cientificidade pura da economia. Alfred Marshall, em sua obra Síntese
Neoclássica, tenta provar de que forma o livre funcionamento das relações
comerciais garantiriam a plena alocação dos fatores de produção.

A principal preocupação dos neoclássicos era o funcionamento de mercado e


como se chegar ao pleno emprego dos fatores de produção, baseada no
pensamento liberal. Nome do Professor
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Alfred Marshall (1842-1924)


Aula 1
Título do tema da aula
Alfred Marshall, um dos grandes fundadores da teoria Neoclássica no séc. XIX,
no processo de sua construção, procurou apoiar-se em dois paradigmas de
ciência que não se combinam confortavelmente: o mecânico e o evolucionário.
Conforme o primeiro, a economia real é entendida como um sistema de
elementos (basicamente, consumidores e firmas) que permanecem idênticos a
si mesmos exteriores uns aos outros, e que estabelecem relações de trocas
orientados unicamente pelos preços. Estes últimos tem a função de equilibrar as
ofertas e demandas que constituem os mercados .Na economia como um
sistema mecânico é preciso notar, todo movimento é reversível e nenhum
envolve qualquer mudança qualitativa.
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Conforme o segundo, a economia real é compreendida como um sistema m


permanente processo de auto- organização que apresenta propriedades
Aula 1
Título do tema da aula
emergentes. Os elementos do sistema evolucionário podem se transformar no
tempo. Influenciando-se uns aos outros, relacionando-se entre si de várias
formas, as quais também podem mudar. Ao contrário do que ocorre no sistema
mecânico, neste último o movimento acompanha a flecha do tempo e aos
acontecimentos são irrevogáveis.

Para Marshal é preciso tomar um caminho evolucionário e este caminho hoje


está aberto mesmo o plano do formalismo já que a era do computador permite o
desenvolvimento de modelos com base em dinâmicas complexas.
(www.economiabr.net – 06 de Abril de 2005 às 15 h e 38 minutos)
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Críticas de Samuels ao Neoclassicismo:


Um terceiro aspecto é que há nos institucionalistas várias críticas ao
neoclassicismo,
Aula 1 embora Samuels (1995) julgue que exista uma certa
Título do tema da aula
suplementariedade entre ambos, com notáveis contribuições dos últimos quanto
ao funcionamento do mercado. Para os institucionalistas, a principal falha do
pensamento neoclássico está no “individualismo metodológico”, que consiste em
tratar indivíduos como independentes, autossubsistentes, com suas preferências
dadas, enquanto que, em realidade, os indivíduos são cultural e mutuamente
interdependentes, o que implica analisar o mercado do ponto de vista do
“coletivismo metodológico”. A oposição ao “individualismo metodológico” se dá
porque o mesmo se assenta em pressupostos que falseiam a complexa,
dinâmica e interativa realidade econômica, que pouco tem a ver com a
racionalidade otimizadora de equilíbrio. Ao criticar a natureza estática dos
problemas e modelos neoclássicos, reafirmam a importânciaNome emdose resgatar
Professor a
natureza dinâmica e evolucionária da economia. ECONOMIA EMPRESARIAL – PROFº SÉRGIO A SOUZA
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Pensamento Marxista
A principal reação política e ideológica ao classicismo foi feita pelos socialistas,
Aula 1
Título do tema da aula
mais precisamente por Karl Marx (1818-1883) e Frederic Engels. Criticavam a
“ordem natural” e a “harmonia de interesses”, pois há concentração de renda e
exploração do trabalho.

O pensamento de Marx não se restringe unicamente ao campo da economia,


mas abrange, também, a filosofia, a sociologia e a história. Preconizava a
derrubada da ordem capitalista e a inserção do socialismo. Convém esclarecer
que Marx não foi o fundador do socialismo, pois este já vinha se formando
durante os períodos ora citados, tendo por início a obra “A República”, onde
Platão demonstra sinais de ideologia socialista. No entanto, as obras anteriores
ao Karl Marx, estiveram destituídas de sentido prático e nada mais fizeram do
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que contrapor-se às práticas comerciais realizadas à época.
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Em contraposição aos clássicos, Marx afirmava que erraram ao afirmar que a


estabilidade e o crescimento econômico seria efeito da atuação da ordem
Aula 1 E explica, dizendo que “as forças que criaram essa ordem procuram
Título do tema da aula
natural.
estabilizá-la, sufocando o crescimento de novas forças que ameaçam solapá-la,
até que essas novas forças finalmente se afirmem e realizem suas aspirações”.
Ao afirmar que “o valor da força de trabalho é determinado, como no caso de
qualquer outra mercadoria, pelo tempo de trabalho à produção, e
consequentemente à reprodução, desse artigo em especial”, Marx modificou a
análise do valor-trabalho (teoria objetiva do valor). Desenvolveu, também, a
teoria da mais- valia (exploração do trabalho), que é a origem do lucro
capitalista, de acordo com o pensamento marxista. Analisou as crises
econômicas, a distribuição de renda e a acumulação de capital.

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No decorrer da evolução do pensamento econômico, Marx exerceu grande


Aula 1 e provocou importantes transformações com a publicação de duas
Título do tema da aula
impacto
conhecidas obras: Manifesto Comunista e Das Kapital. Segundo sua doutrina, a
industrialização vinha acompanhada de efeitos danosos ao proletariado, tais
como, baixo padrão de vida, longa jornada de trabalho, reduzidos salários e
ausência de legislação trabalhista.

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Teoria da mais valia:


Aula 1
Título do tema da aula
Portanto Marx afirmava que a força de trabalho era transformada em
mercadoria, o valor de força de trabalho corresponde ao socialismo necessário.
Tudo estaria bem, contudo o valor deste socialmente necessário é um problema.
Na realidade o que o trabalhador recebe é o salário de subsistência, que é o
mínimo que assegura a manutenção e reprodução do trabalho.
Mas apesar de receber um salário, o trabalhador acaba por criar um valor
acrescentado durante o processo de produção, ou seja, fornece mais do que
aquilo que custa é essa diferença que Marx chama de mais valia.

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A mais valia não pode ser considerado um roubo pois é apenas fruto da
sociedade privada dos meios de produção.
Aula 1 capitalistas e os proprietários, procuram aumentar os seus rendimentos
Título do tema da aula
Mas, os
diminuindo o rendimento dos trabalhadores, é pois esta situação de exploração
da Força de Trabalho pelo Capital que Marx mais critica.

Marx critica a essência do Capitalismo, que reside precisamente na exploração


da força de trabalho pelo Produtor Capitalista, e que segundo Marx, um dia
Haverá de levar a Revolução Social.(www.economiabr.net- 06 de Abril de 2005
às 15 h e 41 minutos)

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O Keynesianismo (Década de 1930)

Aula 1 a doutrina
Título
Quando do tema da
clássica não aula suficiente diante de novos fatos
se mostrava
econômicos, surgiu o economista inglês John Maynard Keynes que, com suas
obras, promoveu uma revolução na doutrina econômica, opondo-se,
principalmente, ao marxismo e ao classicismo. Substituindo os estudos clássicos
por uma nova maneira da raciocinar na economia, além de fazer uma análise
econômica reestabelecedora do contato com a realidade.
Seus objetivos eram de, principalmente, explicar as flutuações econômicas ou
flutuações de mercado e o desemprego generalizado, ou seja, o estudo do
desemprego em uma economia de mercado, sua causa e sua cura.

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Opondo-se ao pensamento marxista, Keynes acreditava que o capitalismo


poderia ser mantido, desde que fossem feitas reformas significativas, já que o
Aula 1
Título do tema da aula
capitalismo houvera se mostrado incompatível com a manutenção do pleno
emprego e da estabilidade econômica. Recebendo, portanto, muitas críticas dos
socialistas no que se refere ao aumento da inflação, ao estabelecimento da uma
lei única de consumo, ignorando as diferenças de classes. E, por outro lado,
algumas de suas ideias foram agregadas ao pensamento socialista, como por
exemplo, a política do pleno emprego e a do direcionamento dos investimentos.
Keynes defendia a intervenção moderada do Estado. Afirmava que não havia
razão para o socialismo do Estado, pois não seria a posse dos meios de
produção que resolveria os problemas sociais, ao Estado compete incentivar o
aumento dos meios de produção e a boa remuneração de seus detentores.
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Roy Harrod acreditava que Keynes tinha três talentos que poucos economistas
possuem. Primeiramente a lógica, para assim poder ter se transformado num
Aula
grande1especialista na teoria pura da Economia. Dominar a técnica de
Título do tema da aula
escrever lúcida e convincentemente. E, por fim, possuir um senso realista de
como as coisas se realizarão na prática.

Suas obras estimularam o desenvolvimento de estudos não só no campo


econômico, mas também nas áreas da contabilidade e da estatística. Na
evolução do pensamento econômico, até agora, não houve nenhuma obra que
provocasse tanto impacto quanto a Teoria Geral do Emprego, do juro e da
moeda de Keynes.

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Aula
O 1
Título doKeynesiano
pensamento tema deixou
da aula
algumas tendências que prevalecem até hoje
no nosso atual sistema econômico. Dentre as principais, os grandes modelos
macroeconômicos, o intervencionismo estatal moderado, a revolução
matematizante da ciência econômica…

Os Keynesianos admitiram que seria difícil conciliar o pleno emprego e o


controle da inflação, considerando, sobretudo, as negociações dos sindicatos
com os empresários por aumentos salariais. Por esta razão, foram tomadas
medidas que evitassem o crescimento de salários e preços. Mas a partir da
década de 60 os índices de inflação foram acelerados de forma alarmante.

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Aula
A 1 do final
Título
partir dodatema
década deda aula
70, os economistas tem adotado argumentos
monetaristas em detrimento daqueles propostos pela doutrina Keynesiana; mas
as recessões em escala mundial, das décadas de 80 e 90 refletem os
postulados da política econômica de Jonh Maynard
Keynes. (www.gestiopolis.com.br- 06 de Abril de 2005 às 15 h e 08 minutos).

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Aula
Título1
Bibliografia do tema
Consultada: da aula
Sites:

www.pgj.ce.gov.br- 14:46 h – 06/04/2005


www.gestiopolis.com- 15:08 h – 06/04/2005
www.economiabr.net- das 15:18 a 15:43 h – 06/04/2005
www.factum.com.br- 13:27 h – 07/04/2005
www.carula.hpg.ig.com.br – 13:36 h – 07/04/2005
Crédito pela pesquisa: Profº Igor A. da Cruz Rezende

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