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Ponto de partida da Cristologia

P onto de partida: “Quem os homens dizem ser o Filho do homem? Eles responderam: Alguns dizem que é João Batista;
outros, Elias; outros, Jeremias, ou algum dos profetas. E Jesus lhes perguntou: Mas vós, quem dizeis que eu sou?
Respondendo, Simão Pedro disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mt 16.13-16).

O testemunho de Jesus sobre si mesmo

Como Jesus se via? Um simples carpinteiro? Um rabino com uma nova interpretação do Antigo Testamento? Ou talvez
um profeta (Mc 6.1-6). A primeira percepção de sua consciência pessoal foi na ocasião de sua primeira visita ao templo
com a idade de doze anos. Para os pais, que estavam confusos por ele não os ter acompanhado na volta para casa, ele
respondeu: “Não sabíeis que eu devia estar na casa de meu Pai?” (Lc 2.49). Não na casa de José, mas de Deus! Em
meados de seu ministério, Jesus perguntou aos discípulos quem eles pensavam ser ele (Mt 16.15,16). Longe de rejeitar
a confissão de Pedro de que ele era o Messias, Jesus a aceitou e começou a edificar sobre o entendimento que tinham
de sua pessoa. Aqueles que negam que Jesus estava consciente de ser o Messias erram em sua tentativa de reescrever a
história. Temos apenas as narrativas dos evangelhos, e elas indicam claramente que Jesus tinha consciência de que era
mais do que mero homem.

Quando os críticos começam a atacar a autenticidade dessas narrativas, ficamos, como demonstrou Schweitzer com
tanta habilidade, na situação impossível em que a reconstrução do Jesus histórico passa a depender inteiramente das
pressuposições com que começamos a análise.6 Depois de ressuscitar, Jesus expôs as profecias do Antigo Testamento
acerca de si próprio, incluindo sua necessidade de sofrer e morrer (Lc 24.25,26,44,45). E claro que eram profecias
messiânicas e não tratavam especificamente de sua natureza divina. Eruditos judeus que estudaram profecias
messiânicas em geral não reconheceram que o Messias seria divino. Mesmo a literatura apócrifa posterior ao Antigo
Testamento, que concebia o Messias como um ser celestial que reinaria por cerca de 300 anos, não era claramente
definido como divino (cp. 2Esdras). No entanto, ao desvelar o sentido do Antigo Testamento aos apóstolos após sua
ressurreição, Jesus forneceu a chave para eles compreenderem o significado daquilo que já haviam confessado em
Mateus 14.33. Mais diretamente sobre sua deidade, Jesus afirmou sua preexistência antes da criação do mundo (Jo
17.5). Isso ocorreu antes da surpreendente conversa com líderes judaicos, discutindo se Jesus era maior que Abraão.
Eles perguntaram: “Viste Abraão?”. E ele respondeu: “Antes que Abraão existisse, Eu Sou!” (Jo 8.58). Essa é uma
afirmação clara de sua preexistência aos líderes hostis da época. Por preexistência, entende-se que a segunda pessoa da
Trindade existe desde toda a eternidade (Jo 1.1-3). Lembrese: isso não significa que o Jesus da história era preexistente,
mas que o Filho que se encarnou em Jesus era.

2. As heresias antigas:

2.1. As negações da humanidade de Jesus Cristo:

Docetismo: Cristo não foi plenamente encarnado na carne, pois a matéria é intrinsecamente má. As epístolas de João
argumentam contra esta noção gnóstica. Quando Jesus andava na praia, não deixava sinais de seus pés na areia. *
Evangelistas da Prosperidade.

Apolonarianismo: Jesus Cristo era divino e humano; mas era Deus com uma casca humana (seu corpo e alma irracional);
sua humanidade foi seriamente prejudicada. Gregório de Naziano travou polêmica contra Apolinário dizendo que “o
que não é assumido não é curado”. Foi condenado em 381.

Eutiquianismo: Eutiques confundiu novamente as naturezas, cada uma absorvendo aspectos da outra; no fim, a
natureza humana foi engolida pela natureza divina. Foi condenado em 451.

2.2 As negações da divindade de Cristo:

Ebionismo: Jesus era um profeta extraordinário, que se identificava com os pobres (‘ebyônim) mas não era Deus, sendo
filho natural de José e Maria. *

Unitarianismo, alguns liberais e teólogos da libertação.


Adocionismo: Jesus era um homem tão submisso ao Pai, que o Pai o adotou como o Seu Cristo e Salvador dos homens.
Assim, Jesus tornou-se Cristo, e agora possui uma posição exaltada e divina. * Muitos liberais de hoje.

Arianismo: Ário (256-336), diácono de Alexandria, ensinava que Cristo era apenas uma criatura, não o Deus eterno. Eles
usavam a linguagem ortodoxa, mesmo que não acreditassem na divindade de Cristo. “Houve um tempo quando Cristo
não era.” Condenado em 325. * Testemunhas de Jeová , Mórmons.

2.3. A negação da união pessoal de Cristo:

Nestorianismo: Nestório (c. 428), bispo de Constantinopla, foi condenado por ter ensinado que Jesus não era divino,
mas a natureza divina habitou nEle. As duas naturezas estavam em Jesus Cristo na forma de duas pessoas distintas: as
duas pessoas na casca humana reagiam de uma maneira esquizofrênica, um tipo de “o médico e o monstro”. Foi
condenado em 451.

As negações da distinção entre o Pai e o Filho:

Sabelianismo: É a noção de que só existe uma Pessoa divina, Deus o Pai, que se manifesta nas três formas, Pai, Filho e
Espírito Santo. Deus é uma pessoa que se transformou no processo da História. * Igreja Local.

Modalismo: Deus apresentou-se em três modos, mas não existe eternamente como três pessoas. Intrinsecamente, Deus
é somente uma pessoa. * Pentecostais Unidos.

7. Heresias contemporâneas de Cristologia.

As teologias das seitas exóticas e movimentos populares são mais importantes para o pastor conhecer do que as teorias
da própria teologia acadêmica, porque afetam diretamente o povo. Por isso, estaremos dedicando mais tempo ao
estudo destes movimentos, bem notavelmente, as Testemunhas de Jeová, as Mórmons, a Nova Era (spiritismo) e a
teologia da libertação.

7.1. TJs - As TJs representam uma forma moderna do Arianismo. Seu ponto de vista é bem representada no folheto,
Deve Se Crer na Trindade?

A metodologia das TJs - A primeira questão a levantar é a distorção deliberada de referências, tanto bíblicas quanto
históricas. Por exemplo, eles tentam mostrar que a doutrina do Trindade não foi ensinada pelos pais ante-nicenos.
Citam Justino, o Mártir, Ireneo, Clemente de Alexandria, Tertuliano e Hipólito e tentatam criar a impressão de que estes
homens ensinaram que Jesus era inferior a Deus. Em cada caso, as citações são tiradas do contexto. De fato, uma leitura
dos escritos destes homens revela numerosas citações demonstrando que todos eles aceitavam a plena divindade de
Jesus. É interessante notar o que as TJs fizeram com a citação de Hipólito. Segundo elas, Hipólito disse que Deus nada
tinha co-igual consigo mesmo e era um, existindo somente por si mesmo antes da criação. Ao ler o original descobre-se
que os TJs por propósito deixaram de mencionar que Hipólito realmente disse que Deus nada tinha co-igual consigo
mesmo e era um, existindo somente por si mesmo, entretanto na pluralidade , antes da criação. (edição inglês, The
Ante-Nicene Fathers, 5:227). A doutrina - Seguindo as pisadas de Ário, as TJs ensinam que Jesus foi a primeira criação de
Jeová e que era, de fato, Miguel o arcanjo. Este anjo ajudou Jeová na criação de todas outras coisas. As TJs também
dizem que Jesus nunca reivindicou para si a condição de Deus. Tipicamente elas utilizam versículos que estabelece a
distinção entre as Pessoas do Trindade na tentativa de mostrar que Jesus não é Deus. Segundo elas, Miguel, o arcanjo,
foi encarnado através do nascimento virginal de Maria. Ele morreu no madeiro, não uma cruz, foi enterrado e depois de
três dias se ressucitou, mas não no mesmo corpo com que ele morreu. Ele simplesmente voltou ao estado pre-
encarnado. O tratamento das escrituras pelas TJs não é melhor do que o tratamento que elas fazem dos pais da igreja.
(vê Devia-O Acreditar: 25). Elas fazem traduções destorcidas de várias versículos. Ao desenvolver nossa doutrina da
encarnação nós devemos responder a estes tratamentos das Escrituras.

7.2. Os Mórmons

Começando a partir da noção de que Deus é um homem glorificado que alcançou a divindade como resultado do seu
compromisso com Mormonismo num outro planeta, os Mórmons acreditam que Jesus (cujo nome é Jeová) foi o
primeiro filho de Deus espiritual e uma de suas muitas esposas. Deus criou o mundo a fim de permitir que seus filhos
tivessem oportunidade de ter corpos físicos para que eles também pudessem alcançar a divindade. Jesus, si pontificou a
ser o salvador a partir de uma reunião dos deuses. O plano de Jesus da salvação foi baseado na noção do livre arbítrio
para todos. O irmão de Jesus, Lúcifer, propôs um plano alternativo em que ele seria o salvador e "forçar" todo mundo
ser salvo através da predestinação. O plano de Jesus foi votado e ganhou. Por isso, Lúcifer provocou uma rebelião e ele
e os seus seguidores foram lançados do céu. Eles se tornaram os demónios. Os espíritos que lutaram no lado de Jesus
ganharam o "privilégio" nascer com pele branca e os mais corajosos nascerem em famílias dos Mórmons. Os espíritos
que decidiram não assumir uma posição mas ficaram neutros e fora da batalha foram destinados nascerem com pele
negra.

Jesus foi encarnado através de Maria, mas para que ela proporcionasse um corpo para ele, ela tive que ser engravidada
por Elohim (Deus o Pai). Portanto, as autoridades Mórmons asseveram que ela foi para aquele tempo a esposa legal
dele. Deus, supostamente, teve relações sexuais com Maria. Portanto, os Mórmons aceitam a doutrina do nascimento
virginal somente no sentido que eles acreditam que Maria foi virgem antes de Elohim teve sexo com ela. Muitos
Mórmons acreditam que Jesus tinha pelo menos três esposas e várias filhos. Também eles dizem que Joseph Smith é
descendente de Jesus. A morte de Jesus na cruz foi suficiente só para garantir a ressurreição de todo mundo. Ele não fez
expiação para os pecados do mundo. Isso é algo que cada pessoa tem que fazer para si mesmo.

7.3. Cristo na teologia da libertação

As declaracões gerais sobre a teologia da libertação correm o risco de serem simples demais porque não existe uma
teologia da libertação uniforme. Existem várias interpretações que tem em comuns algumas temas centrais. A
Cristologia da teologia da libertação tipicamente é feito de baixo para cima e freqüentemente chega aos mesmos
resultados liberais. Por exemplo George Pixley, no seu livro O Reino de Deus, tenta mostrar que Jesus era um radical
reformador social, cujo mensagem primária foi a proclamação do reino de Deus. Este reino estava destinada a ser um
desafio direto aos líderes opressivos da religião judaica e da política romana, que estavam em mancomunados para
escravizar os camponeses e tirar deles a mais valia através do sistema capitalista. A partir de pressupostos marxistas,
Pixley conclui que Jesus estava pregando um reino de igualdade socialista que seria inaugurado por meio de uma
revolução violenta. Quando Jesus subiu a Jerusalém na páscoa, não foi para morrer na cruz, mas para desafiar as
autoridades e começar a revolução. Infelizmente, seu plano não deu certo e os judeus e romanos conseguiram o matar.
Mais tarde, o pregador burguesia, Paulo, utilizou categorias metafísicas gregas para inventar o Cristo espiritual que veio
para salvar o povo do seu pecado. As histórias dos milagres, a ressurreição, etc., foram adições posteriores que serviram
para transformar o cristianismo numa ferramenta nas mãos da classe elite a fim de que continuar a repressão ao
proletariado. Enquanto nem todos os teólogos da libertação são ostensivamente anti-sobrenatural como Pixley, eles
vêem Cristo como um revolucionário marxista cujo mensagem principal foi a libertação dos pobres da opressão em vez
da salvação espiritual.

7.4. O Cristo da Nova Era - (Christian Research Journal, verão e outono 1989)

O gnosticismo moderno, a Nova Era, não tem uma teologia uniforme mas existem alguns temas comuns aparecem. O
Cristo é uma entidade distinto de Jesus. O Cristo é representado como um espírito avançado que ocasionalmente se
torna encarnado no corpo de um homem santo para a trazer sabedoria, e especialmente para anunciar o começo de
novas idades na evolução espiritual da raça humana (Teossofia, Antropossofia). Há disputas entre os adeptos da Nova
Era sobre se esta encarnação ocorre meramente em um indivíduo ou se o Cristo é encarnado em toda humanidade.
Para outros o Cristo é um princípio cósmico ou presença espiritual. Jesus, portanto, não torna-se o Deus-homem único,
mas apenas um avatar ou guru altamente desenvolvido. Tipicamente, é ensinado que Jesus tornou-se o Cristo ou
assumiu o ofício do Cristo quando foi batizado. Por causa do seu desenvolvimento espiritual nas religiões Orientais,
Jesus alcançou um nível alto de evolução espiritual e tornou-se capaz de ser uma encarnação do Cristo. Ele ensinou que
o ocultismo Oriental foi o caminho para alcançar a iluminação espiritual até sua morte infeliz na cruz, quando o espírito
do Cristo saiu. Muitos dos adeptos da Nova Era estão esperando o Cristo ser manifestado novamente no começo da
Nova Idade, a idade de aquário. Não há muito concordância entre eles sobre quando ou como isto acontecerá. As piores
versões desta esperança dissem que o mundo terá que ser limpado daqueles que não querem aceitar o novo cristo. Por
outro lado, vários crentes identificaram essa idéia com a profecia do vindo do anti-cristo. É minha opinião que não é
sábio identificar as especulações de não crentes com profecias da vinda do antiCristo. Um aspecto interessante da Novo
Era é a noção que Jesus gastou os anos entre 12 e 29 estudando misticismo oculto em Tibet e Índia e que sua
mensagem central era os ensinos das Vedas (esrituras do hinduismo). Um jornalista Russo, Nicolas Notovich, introduziu
ao mundo academico essa história no seculo 19. Ele reivindicou ter viajado na cidade de Leh, Ladakh em Tibet na
fronteira da India. Ele disse que lá, tomou refúgio num monastery, o convento de Himis, depois de ter sofrido uma
perna quebrada. Notovich disse que descobriu um manusricto que revelou a vida de Issa, ou Jesus, durante seu
permanece no Leste. O manuscrito estava numa forma desorganizada e bruta, mas entao Notovich o tradiziu e
organizou. De acordo com o relato no manuscrito, Jesus saiu de Palestino secretamente aos13 de idade e estudou entre
os Brahmins para seis anos em várias cidades Indias. Ele aprendeu curar doenças, expulsar demónios e tornou-se um
professor das escrituras Vedicas. Entretanto, depois que começou ensinar as castas mais baixas, os Brahmins conspirou
matá-lo. Daí, Ele foi para Nepal onde estudou Budhismo. Depois, Ele viagou para Persia e depois ter chegado ao 29 anos
de idade, voltou para Palestino. Em Palestino Jesus, supostamente começou a ensinar "a perfeiçao suprema de
homem." O Pilato tornou-se alarmado e organizou uma conspiração para o matar, baseado em acusaçoes falsas, apesar
dos esforços dos líderes religiosos Judeus salvá-lo. Depois que sua morte o corpo foi enterrado, mas antes do terceiro
dia Pilato o removeu para prevenir uma insurreiçao. Alguns comerciantes que estavam viagando de Palestino para India
descobriram o lugar onde Jesus tinha estudado e contaram sobre todos estes eventos. Três ou quatro anos mais tarde o
manuscrito foi escrito. As reações deste relato incitaram investigações pelos eruditos Max Muller da Universidade de
Oxford, Edgar J. O Goodspeed da Universidade de Chicago e J. Douglas de Archibald da Faculdade Federal em Agra,
India. Suas conclusôes independentes estão resumidas: 1) nenhum registro de tal documento existia no catálogo
exaustivo de manuscritos no mosteiro em Tibet. 2) A probabilidade de que os comerciantes de Palestino teriam achado
os amigos de Jesus em India foi muito baixo. 3) O Notovich editou o manuscrito mas ele nao era nenhum sábio. O
manuscrito como publicado por Notovich indicou dependência literária nos evangelhos sinópticos que supostamente
nao foram escritas até 40 anos depois de ele. Além disso, Douglas entrevistou o lama em Himis, o mesmo que estava aí
quando Notovich reivindicou que ele estava. O lama disse: 1) ele nunca tinha ouvido falar de tal manuscrito, 2) nenhum
dos outros lamas em Tibet tinha ouvido falar dele, 3) Notovich nunca estava no seu mostiero. A conclusões foi que a
história de Notavich era um fraude total. Outro occultistos da Nova Era (Levi Dowling - O Evangelho Aquariano de Jesus
o Cristo, Edgar Cayce) dissem que eles leram o relato da história de Jesus na India nos registros Akashic. A Akasha é um
campo de energia que supostamente existe no redor da terra e que contem um registro exato de toda a história
humana. Ele pode ser lido por meio de divinação oculta ou canalizaçao. Neste registro é dito que Jesus foi iniciado em
vários níveis de iluminação oculta e que Ele tinha experimentado muitos reincarnações (Adam, José, Enoc, Melquizedec,
etc..). Depois que ter estudao em Egito ou Índia (dependedo da versão) Ele supostamente ensinou as doutrinas do
ocultismo até sua morte. É interessante notar que estas contas contradizem-se. Tais relatos servem a funçao básica de
dar uma descupla aos adeptos da Novo Era para interpretar o Novo Testamento em termos de presuppositions ocultos.
Eles fabricam um Jesus panteísta e interpretam o Cristo geralmente nos termos que nós discutimos mais cedo. Desde
que estas reivindicaçoes últimas de ter descoberto anos perdidos de Jesus são baseados em nenhum manuscrito, eles
podem estar despedidos como o resultado de engano. A inexatidão das contas é evidenced mais ainda por seus erros
em fatos históricos que estão conhecidos, i.e. Dowling colocou Rei Herod em Jerusalem em vez de Galilee. É claro do NT
que Jesus, que citou as escrituras dos Hebreus constantamente, nenhuma vez fez referência nem citação às Vedas. Sua
noçao de Deus e salvaçao diretamente contradiz os ensinos da Novo Era em cada ponto. Além do mais, o NT indica que
Jesus estava em Palestine durante os 18 anos silenciosos. Ele habitualmente assistiu o sinagoga em Nazaré (Lc. 4:16) e
foi conhecido na comunidade como um carpinteiro (Marcos 6:3).

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