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UNIVERSIDADE ESTADUAL VALE DO ACARAÚ-UVA

CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS-CCH

CURSO DE GEOGRAFIA-LICENCIATURA

A práxis como ferramenta essencial no processo ensino-aprendizagem de


geografia.

SOBRAL-CE

2021
MARIA RAYLANE SILVA MESQUITA.

O desafio da práxis no ensino escolar de geografia: metodologias


inovadoras como ferramenta essencial no processo ensino-aprendizagem
na geografia escolar.

Trabalho de Projeto de TCC


apresentado à prof.ª Martha Maria como
requisito à obtenção de nota referente á
disciplina de Projeto.

Orientadora: Prof.ª Martha Maria.

SOBRAL-CE

2021
SUMÁRIO
1.INTRODUÇÃO..................................................................................................4

2.ESPECIFICAÇÃO DA PROBLEMÁTICA.........................................................8

3. OBJETIVOS...................................................................................................10

3.1. OBJETIVOS GERAIS.................................................................................10

3.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS.......................................................................11

4. JUSTIFICATIVA.............................................................................................11

5. REVISÃO TEÓRICA......................................................................................12

6. METODOLOGIA.............................................................................................18

7. CRONOGRAMA.............................................................................................20

8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.............................................................21
4

1.INTRODUÇÃO
As redes de ensino enfrentam diariamente desafios, principalmente no
que se refere ao processo de ensino aprendizagem, uma vez que o país está
constantemente diante de transformações, a educação tem que se reinventar
para efetivar a aprendizagem significativa. Em decorrência disso, é
imprescindível a busca por inovação. Nesse contexto, as metodologias que
associam teoria à prática tornam-se fundamentais na rede escolar. Em
continuidade, é notório que a geografia escolar é uma disciplina indispensável
na formação de concepção crítica. Nesse sentido, é visível que a geografia
permite aos educandos a construção de ideais questionadores, o que dificulta a
alienação nas relações sociais existente no cotidiano.

O presente projeto tem o intuito de abordar os desafios da inserção da


práxis no ensino de geografia. A pesquisa terá como base de estudo a Escola
Paulo Furtado de Mendonça, que está localizada no distrito de Araticum,
Ubajara- CE. Nesse sentido, vale ressaltar que a instituição de ensino torna-se
privilegiada uma vez que localiza-se próximo ao Parque Nacional de Ubajara e
à Furna, que são objetos de estudos fundamentais para geografia, são ricos de
materiais geográficos, importantes para o estudo geomorfológico, geológico,
pedológico, hidrogeográfico e etc. Em continuidade, o Parque tem uma enorme
diversidade que proporciona tanto estudo relacionados aos aspectos da
geografia física como também humana, uma vez que a criação do parque
ocasionou conflitos populacionais, disputas de terras e a realocação da
comunidade que moravam no interior do Parque.

Logo, esse projeto aborda a inserção de metodologias inovadoras no


ensino de geografia escolar, com o intuito de despertar a buscar por
conhecimento por parte do aluno. A aplicação desses métodos lúdicos na
disciplina de geografia será nos anos finais de fundamental II, na escola Paulo
Furtado de Mendonça.

Segundo Marx, a práxis propicia o exercício entre a prática e a crítica na


sociedade, no qual o meio social só tem significado para o ser humano, de
acordo com as transformações realizadas por ele próprio com intuito de atingir
os objetivos individuais. Nessa perspectiva, do ponto de vista educacional
5

moderno, a teoria aplicada nas aulas necessita de interdisciplinaridade,


relacionando sempre os conceitos abordados em sala de aula com referências
reais de vivência do aluno, o que facilita o processo de aprendizagem. Em
realidade, é válido ressaltar que o ensino de forma geral, tanto técnico
profissionalizante como regular, em parte preparam os discentes para o
mercado de trabalho. Dessa forma, o processo de ensino aprendizagem exige
a associação dos conteúdos ao exercício prático, para melhor absorção dos
conceitos estudados.

Em 1946 Edgar Dale, explanou em seu livro sobre métodos audiovisuais


no ensino, a criação de uma pirâmide do aprendizado, no qual aborda técnicas
de aprendizagem, por meio de porcentagens que variam ao longo dos anos,
demonstrando que ao efetivar a prática de acordo com a teoria já estudada
releva que aprende-se cerca de 75% quando fazemos. Dessa maneira, é
essencial aplicar os conhecimentos adquiridos objetivando modificar a
realidade social. Assim, os discentes abandonam a posição estática diante da
vivência local e transformam-se em cidadãos críticos.

[...] a atividade concreta pela qual os sujeitos humanos se afirmam no mundo,


modificando a realidade objetiva e, para poderem alterá-la, transformando-se a si
mesmos. É a ação que, para se aprofundar de maneira mais consequente,
precisa da reflexão, do autoquestionamento, da teoria; e é a teoria que remete à
ação, que enfrenta o desafio de verificar seus acertos e desacertos, cotejando-os
com a prática (KONDER, 1992, p. 115)

A associação de teoria à pratica é de suma importância no ensino, a


exemplo na geografia, pois facilita o processo de ensino aprendizagem.
Portanto, a práxis torna-se um método fundamental na educação, concedendo
aos alunos novas descobertas, despertando em cada discente a busca pelo
conhecimento. Sendo assim, o estudante ao aprender praticando aumenta as
possibilidades de uma aprendizagem de forma mais concreta e eficaz. O
ensino atual de geografia na perspectiva humana proporciona a reconstrução
de ideais o que possibilita a desconstrução de ideologias arcaicas, e a
construção de concepção própria através do autoconhecimento.

Outrossim, é interessante salientar que o ensino de geografia física


exige estudos de práticos e análises que são fundamentais para atingir os
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objetivos sociais de intervenção na sociedade. Nessa perspectiva, é


interessante salientar que os aspectos da geografia física são essenciais nos
estudos relacionados aos fatores ambientais uma vez que os estudos teóricos
associados com as práticas possibilitam prever acontecimentos naturais que
possam interferir no desenvolvimento social como também eventos benéficos
para o meio ambiente.

[...] a educação ambiental é uma proposta que altera profundamente a educação


como a conhecemos, não sendo necessariamente uma prática pedagógica
voltada para a transmissão de conhecimentos sobre ecologia. Trata-se de uma
educação que visa não só à utilização racional dos recursos naturais (...), mas
basicamente à participação dos cidadãos nas discussões e decisões sobre a
questão ambiental. (REIGOTA ,1995, p. 10)
A aplicação da práxis no ensino escolar de geografia torna-se restrita
uma vez que há impasses na implantação dessa metodologia. Em realidade, a
instituição de ensino apresenta ausência de ferramentas que são essenciais no
estudo prático. Em continuidade, há insuficiência de recursos para investir em
laboratórios específicos para o ensino prático de geografia, aulas de campo e
exposições. Nesse sentido, é notório que a burocracia também é um fator
limitante na implantação desses exercícios mais inovadores, uma vez que a
comunidade escolar em geral necessita de documentações que autorizam a
implementação do ensino prático. Diante disso, a atuação docente encontra-se
limitada já que a efetivação das experiências práticas é em parte dificultada.

A utilização de metodologias inovadoras no ensino atual ainda é um


processo gradativo uma vez que parte dos docentes apresentam resistência na
aplicação de técnicas de ensino mais modernas, tanto pela ausência de
formação continuada como pela limitação de recursos financeiros para
investimentos em materiais e qualificação dos professores. Nessa perspectiva,
é visível que o ensino tradicional baseado no papel central do professor, que é
detentor do saber, o aluno demonstra desinteresse no processo de ensino
aprendizagem uma que é apenas receptor de conteúdos programáticos. Dessa
maneira, os discentes permanecem em estático, isto é, há uma falha na busca
pelo saber.

Dessa forma, é de suma importância a inserção de métodos lúdicos para


que o discente desperte interesse no conteúdo programático. Por conseguinte,
7

cabe frisar que torna-se um desafio para o professor utilizar essas ferramentas
uma vez que exige tempo e preparação. Em realidade, nas instituições de
ensino é evidente que são privilegiadas as atividades voltadas as matérias
como português e matemáticas já que são componentes essenciais nas provas
avaliativas nacionais. Diante disso, é notório que essa limitação de áreas dos
conhecimentos suscita em déficits de aprendizagem, principalmente, no ensino
de geografia em razão dessa desvalorização.

Sendo assim, os discentes desenvolvem maior apreço pelas disciplinas


de português e matemática já que são mais presentes no ensino. Diante disso,
cabe ao professor regatar o interesse dos alunos pelas demais disciplinas e a
busca por alternativas mais didático pedagógica tem colaborado para despertar
maior interesse de aprendizagem por parte dos alunos. Logo, é imprescindível
a utilização de métodos de ensino que suscitem no aluno a busca pela
aprendizagem.

[...] uma opção metodológica que considera a atuação do aluno na construção de


seus próprios conhecimentos valoriza suas experiências, seus conhecimentos
prévios e a interação professor aluno e aluno-professor buscando
essencialmente a passagem de situações em que o aluno é dirigido por outrem a
situações dirigidas pelo próprio aluno [...] (BRASIL, 1998, p. 89).

A globalização propiciou maior inserção tecnológica no meio social em


geral. Nesse contexto, é evidente que as escolas passem a acompanhar essas
transformações tecnológicas uma vez que a utilização desse método como
ferramenta de ensino desperta o interesse dos discentes. Nesse contexto, aliar
novas metodologias relacionadas a tecnologia no ensino tem contribuindo
positivamente para uma aprendizagem mais significativa.

Por outro lado, vale ressaltar que o contexto atual de pandemia gerou a
necessidade de adequar o ensino em geral aos meios tecnológicos. Nesse
sentido, a adoção do ensino remoto emergencial ocasionou muitos desafios
tanto para os docentes como também para os discentes, uma vez que em parte
os professores tinham pouco conhecimento acerca de metodologias que
envolvem as novas tecnologias, e os por sua vez há também alunos que
devido a desigualdade social existente não tem acesso as tecnologias. Em
8

síntese, é notório que o ensino remoto emergencial gera muitos desafios no


âmbito escolar.

2.ESPECIFICAÇÃO DA PROBLEMÁTICA
Do ponto de vista histórico, é evidente que a ciência geográfica denota
no contexto histórico inicial uma perspectiva de disciplina decorativa no qual a
estratégia pedagógica que prevalece é a transmissão de conteúdo, revelando
dessa maneira uma técnica de ensino voltada a uma visão mais tradicional. Por
conseguinte, identifica-se que no século XXI há uma significativa procura por
metodologias mais inovadoras que viabilize a inserção da práxis pedagógica no
processo de ensino-aprendizagem que por sua vez ultrapasse os limites do
treinamento puramente técnico e tradicional, para efetivamente alcançar a
formação do sujeito como um ser ético, histórico, crítico, reflexivo,
transformador e humanizado (GEMIGNANI, 2012).

A institucionalização da geografia acadêmica ocorreu em um contexto de


lutas e guerras. Diante disso, percebe-se que o ensino de geografia é essencial
na construção de um pensamento crítico acerca da análise das relações
socioespaciais contidas no contexto de vivencia. Em realidade, é notório que
todos os fatos contidos nas sociedades são pontos a serem analisados de
forma crítica.

Nesse sentido, o desenvolvimento e aplicação de metodologias lúdicas


revelam maior apreço da aula por parte dos alunos, uma vez que estas
despertam a atenção do discente. Logo, é evidente que inserir propostas e
técnicas de ensino que ultrapassem a lógica tradicional de ensino reflete em
resultados positivos já que impulsionam o ensino de geografia e propicia ainda
um processo de aprendizagem interdisciplinar.

A adoção de metodologias ativas no processo de ensino e


aprendizagem demonstra uma alternativa eficaz para motivar os discentes a
buscar e construir o próprio conhecimento, seja um conhecimento de cunho
científico ou voltado ao senso comum relacionado ao espaço da realidade de
vivencia. Nesse contexto, Salvador (2007, p. 251) destaca que:

Uma proposta metodológica que pode auxiliar no processo de mudanças


consiste em transmitir os conteúdos de qualquer disciplina por intermédio de
9

atividades que possuam movimento, desafios coletivos, curiosidades,


experiências no cotidiano, jogos, entre outros. Possibilitar ações em que
atividades corporais possam ser realizadas de forma criativa, para que os jovens
se percebam enquanto uma totalidade, enquanto cidadão participativo e
construtor do seu local e produtor de cultura, [...].

A introdução de novas técnicas de ensino de geografia torna-se em


parte uma prática desafiadora das os docentes uma vez que muitos são reféns
das metodologias de ensino ditadas como tradicionais no qual há a presença
da mesma rotina de ensino de uma aula expositiva e atividades escritas. Por
outro lado, vale ressaltar que ao analisar a persistência do tradicionalismo nas
aulas no contexto escolar é notório que há um distanciamento entre os
professores e alunos. Nesse contexto, relava se um cenário de desinteresse
pela busca do saber por parte do corpo discente e ao mesmo tempo os
docentes quanto à mediação do conhecimento científico demonstram-se
insatisfeitos devido a imparcialidade dos discentes diante do conteúdo
proposto.

Com o advento da globalização e consequentemente o avanço das


técnicas é visível que as novas tecnologias têm despertado a atenção
principalmente de crianças e jovens. No contexto escolar é perceptível que há
dificuldades em relação a superação da dispersão dos alunos durante as aulas
e a utilização de tecnologias no processo educativo tem despertado o interesse
dos alunos. Nessa perspectiva, pode-se afirmar também que a resistência de
parte dos professores em relação à aprendizagem ativa, sucede de ideias que
consideram difícil aplicar esses métodos quando os alunos não possuem um
conhecimento mínimo necessário para trabalhar algumas coisas (Kerawalla,
2013).

Diante disso, é válido salientar que a inserção de novas técnicas


colabora na efetivação da aprendizagem. Contudo, nota-se que é necessário
estimular os docentes para adotar novas ferramentas de ensino, sendo assim,
é imprescindível a ação conjunta dos poderes públicos em investir formações
continuadas aos educadores para que estes adquiram suporte teórico mais
significativo para implementação de mecanismos inovadores.
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A associação entre a teoria e a prática permite melhor aprimoração do


conhecimento, principalmente na disciplina de geografia já que é uma ciência
que colabora para compreensão das relações entre a sociedade e o espaço
ocupado. Nesse âmbito, é válido destacar que conforme Dewey (2002) afirma
acerca da organização escolar no qual consiste em vistas para fazer as
crianças escultarem, nota-se que essa conduta de ouvir releva passividade e
absorção sem reflexão.

Além disso, também ressalta que nesse processo de ensino há materiais


preparados de forma prévia com o intuito dos discentes compreender o
conteúdo de modo mais preciso em curto tempo. Contudo, Dewey revela que o
aprendizado acontece a partir do momento em que o aluno parra a realizar
determinado exercício, isto é, os discentes têm maior facilidade de aprender
fazendo. Logo, verifica-se que conjunção entre conteúdo proposto e práticas
por intermédio de metodologias diferenciadas demonstram resultados positivos
uma que que os discentes tornam-se construtores do próprio conhecimento.

Ademais, vale ressaltar que para Cavalcanti (2002), o ensino de


Geografia tem o intuito de possibilitar aos alunos a uma consciência da
espacialidade das coisas, dos fenômenos que eles vivenciam, seja de modo
direto ou não, como parte da história social, sendo o raciocínio espacial
importante para a realização de práticas sociais variadas, já que são práticas
socioespaciais. Em realidade, devido a pandemia observa-se a necessidade de
adotar o ensino remoto emergencial, e essa nova prática de lecionar suscitar
em algumas dificuldades, e para abandonar o tradicionalismo e despertar maior
interesse nas aulas torna-se necessário adotar novos métodos, podendo desse
modo, usar a tecnologia a favor da educação. Portanto, apesar de ser
desafiador inserir metodologias com a associação de teoria e prática é visível
que essa alternativa permite as instituições de ensino e aos discentes atingir o
objetivo central da educação que é a aprendizagem.

3. OBJETIVOS

3.1. OBJETIVOS GERAIS


 A pesquisa tem o intuito de discutir e analisar os desafios da inserção da
práxis no ensino escolar de geografia. Além disso, também buscar
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inserir metodologias inovadoras no processo ensino-aprendizagem na


geografia escolar para que desperte nos mesmos a buscar incessante
pelo saber partindo da realidade vivenciada por cada um destes, na
escola Paulo Furtado de Mendonça, localizada no distrito de Araticum,
Ubajara-CE, valorizando desse modo, os conhecimentos prévios dos
alunos.

3.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS


 Analisar os desafios da inclusão de metodologias inovadoras no ensino
de geografia escolar, com o intuito de aperfeiçoar as técnicas
educacionais.
 Considerar os conhecimentos prévios dos educandos na aplicação de
novos métodos no processo de ensino-aprendizagem visando
reconhecer à assimilação do conteúdo proposto e as limitações dos
discentes
 Identificar os desafios presentes no processo de ensino-aprendizagem
de geografia motivando o aluno a apropriar-se do conteúdo.

4. JUSTIFICATIVA
Diante da lógica de ensino baseada em técnicas mais arcaicas observa-
se a necessidade de introduzir novas práticas no processo de ensino de
geografia. Nesse âmbito, é notório que no século XXI, a função da geografia
torna-se ainda mais complexa uma vez que exige dos docentes diversos
componentes visando facilitar o discernimento entre as relações socioespaciais
contidas na sociedade contemporânea, mas considerando também a
historicidade de cada problemática social. Logo, o intuito da geografia é
também possibilitar aos alunos a compreensão e incitar questionamentos
acerca das questões pertinentes na sociedade.

Nesse sentido, a pesquisa propõe despertar a importância de aderir


inovações didáticas no processo de ensino. Tendo em vista que na
contemporaneidade há a repetência de práticas metodológicas tradicionais no
ensino de geografia, o projeto visa abordar concepções de educação baseadas
na renovação geográfica, já que esta possibilita ações pedagógicas
renovadoras e ainda considera o contexto da realidade social dos alunos.
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Ademais, o projeto tem o intuito de despertar a consciência crítica dos


discentes por meio da disciplina de geografia. O pensamento crítico em relação
ao meio social habitado possibilita inúmeros ganhos aos alunos. Além disso,
também possibilitar aos alunos abandonar a permanecia de um papel estático
diante das problemáticas socias. Em síntese, partindo da realidade observada
no ensino escolar de geografia na escola Paulo Furtado de Mendonça, nota-se
que é indispensável inserir metodologias inovadoras em razão dos
comportamentos dos discentes em relação à geografia já que apresentam
relativo desinteresse e a consideram uma disciplina meramente decorativa.

A adoção da práxis no ensino escolar de geografia permite aos


discentes elaborar o próprio conhecimento e entender a disciplina com um
olhar geográfico. Nesse âmbito, fornecer bases para a construção de saber é
uma tarefa árdua, mas não impossível. Em continuidade, também é necessário
que o corpo docente passe a desenraizar a lógica presente no cotidiano
escolar de que a geografia é uma disciplina decorativa. Ademais, superar
esses ideais anacrônicos permitem que o ensino de geografia tenha espaço de
destaque no ensino.

Em realidade, ao analisar o cotidiano escolar dessa instituição de ensino


observa-se que há uma priorização de determinadas áreas do conhecimento
como português e matemática. Por outro lado, é perceptível a necessidade de
propagar a interdisciplinaridade no ensino envolvendo todas as áreas do
conhecimento sem haver detrimento entre os saberes. Logo, é importante
destacar que o ensino de geografia promove a leitura e interpretação do
espaço geográfico o que colabora também para os estudos que envolve outras
ciências.

5. REVISÃO TEÓRICA
Do ponto de vista histórico, é notório que desde a pré-história por meio
das pinturas rupestres os grupos primitivos já faziam registros relacionado ao
saber geográfico uma vez que observa-se a relação homem e natureza
principalmente através de práticas agrícolas. Nesse âmbito, é visível que
embora os conhecimentos geográficos dessa época não eram sistematizados,
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vale salientar que as primeiras civilizações também contribuíram para a


construção de saberes geográficos.

Outrossim, vale ressaltar que os geógrafos alemães Alexandre Von


Humboldt e Karl Ritter contribuíram para a consolidação da geografia como
ciência, é perceptível que os trabalhos e pesquisas destes propiciaram a
construção de uma lógica científica do saber geográfico. Esses geógrafos
embora tenham colaborado de modo significante para institucionalização da
geografia, eles tinham concepções dicotômicas. De acordo com os estudos de
Humboldt é que surge a geografia alemã voltada a perspectiva naturalista e o
ideal de determinismo. Por outro lado, Ritter e a escola francesa forneceram
estudos bases relacionados a concepção de possibilismo.

Com Humboldt e Ritter nasce a geografia científica, sendo por isto denominados
os precursores da geografia moderna. Nasce a geografia acadêmica, isto é, a
geografia produzida a partir dos centros universitários e ensinada nas escolas. A
geografia que temos hoje em nossas escolas e universidades é a geografia por
eles sistematizada, sob a versão que lhe dará a “escola francesa” nos fins do
século XlX e início do século XX [...]. (MOREIRA, 1994, p. 26).

A partir da institucionalização da geografia percebe-se que há a relação


de poder relacionado ao Estado Nacional. Por conseguinte, no Brasil a
geografia é inserida com relação as questões do Estado. Por volta de 1832, de
acordo com o ponto de vista histórico a geografia escolar é introduzida no
currículo escolar por intermédio da reforma do Plano de Estudos da Companhia
de Jesus, o estudo dessa disciplina era obrigatório nas instituições criadas
pelos religiosos. Sendo assim, nota-se que o ensino de geografia torna-se
necessário para construção do conhecimento.

A geografia escolar presente nas instituições de ensino exige um caráter


interdisciplinar com as demais áreas do conhecimento. Nesse contexto, as
práticas metodológicas inovadoras voltadas ao desenvolvimento de projetos de
pesquisa também possibilitam aos discentes conhecer, analisar e interpretar as
realidades presentes na sociedade. Dessa forma, desenvolver pesquisas
conforme Martins (p.37)

É criar condições para que o estudante mostre os saberes prévios que possui
sobre o assunto a ser investigado, como também é lhe dar oportunidade de se
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mobilizar na busca e na construção de conhecimentos novos, exercitando, para


isso, a desenvoltura, a criatividade e as próprias competências na utilização dos
procedimentos do método científico pelo crescimento de sua autoestima e
confiança.

É evidente que no ensino de geografia ainda persiste uma abordagem


teórica voltada ao tradicionalismo no qual há a repetência de aulas expositivas
com a transmissão de conteúdos por parte do professor. Nesse sentido, vale
ressaltar que na Escola Paulo Furtado de Mendonça percebe-se também a
utilização dessa metodologia de ensino o que causa desinteresse dos alunos
pela disciplina. Diante disso, observa-se que a busca por novos métodos e
ferramentas de ensino é essencial principalmente na atualidade em razão dos
significativos avanços tecnológicos.

Com o decorrer dos anos e as transformações constante presente no


espaço geográfico percebe-se que o ensino de geografia torna-se ainda mais
importante no currículo educacional. O objeto de estudo da ciência geográfica é
o espaço geográfico, que por sua vez é produto da intervenção do homem na
natureza. Diante disso, com as constantes modificações do espaço nota-se a
necessidade de formar discentes capazes de compreender as relações
existentes no espaço. Nesse sentido, a geografia colabora para compreensão
das relações socioespaciais na sociedade e promove a construção da
consciência crítica em diferentes contextos históricos e geográficos.

Na hodiernidade, há documentos oficiais que orientam o ensino de


geografia no país, esses documentos são baseados em ideais de
interdisciplinaridade e norteiam a educação. A exemplo pode-se citar os
Parâmetros Curriculares Nacionais de 1998, as Diretrizes Curriculares da
Educação Básica, a Base Nacional Comum Curricular e outros. Por
conseguinte, embora haja diversas criticas com relação a esses documentos,
verifica-se que a implementação deles no ensino releva uma conquista no
processo de ensino-aprendizagem.

A geografia é uma ciência rica e diversificada, tanto aborda os aspectos


naturais como também analisa a lógica social humana. Ademais, vale salientar
que a geografia estuda a relação constantemente presente no espaço que é
realizada pelo homem e o meio. À vista disso, observa-se a importância de
15

trabalhar essa lógica geográfica natural e social no ensino escolar de geografia,


pois permite que os alunos compreendam melhor o espaço de vivência e o
contexto das relações mundiais. Ao adotar métodos de ensino baseados em
uma perspectiva mais inovadora o educador desparta a construção do
conhecimento entre os próprios alunos.

Educador que, ensinando geografia, “castra” a curiosidade do educando em


nome da eficácia da memorização mecânica do ensino dos conteúdos tolhe a
liberdade do educando, a sua capacidade de aventurar-se. Tal qual quem
assume a ideologia fatalista embutida no discurso neoliberal. (FREIRE, 1999, p.
63)

Em síntese, a aprendizagem dos conteúdos da disciplina de geografia


possibilita a formação de cidadãos críticos e questionadores dos problemas
sociais existentes na comunidade. Assim, a assimilação dos conteúdos
geográficos torna-se uma ferramenta de poder já que os discentes passam a
considerar a realidade como um todo e ao analisar de forma criteriosa deixam
assim para trás a posição de inércia diante de impasses presentes no espaço.

Adquirir conhecimentos básicos de Geografia é algo importante para a vida em


sociedade, em particular para o desempenho das funções de cidadania: cada
cidadão ao conhecer as características sociais, culturais e naturais do lugar onde
vive, bem como as de outros lugares, pode comparar, explicar, compreender e
especializar as múltiplas relações que diferentes sociedades em épocas variadas
estabeleceram e estabelecem com a natureza na construção de seu espaço
geográfico. (BRASIL,1998, p. 39)

O papel do professor no ensino de geografia é fundamental. Contudo,


verifica-se que os docentes principalmente na atualidade necessitam adotar
novas práticas metodológicas para que possibilitem aos discentes a
compreensão acerca do conteúdo proposto. Sendo assim, o professor irá
propiciar aos alunos a compreensão acerca dos processos de transformação
presentes da sociedade.

Ademais, os conteúdos geográficos são de suma importância na vida


dos discentes. Em continuidade, é perceptível que ao haver a aplicabilidade
dos conceitos de geografia na sociedade, releva que não há espaço para
memorização das concepções geográficas. Assim, é necessário pontuar que a
lógica enraizada na rede escolar de ensino no qual demonstra que a geografia
16

é uma disciplina decorativa necessita ser desconstruída para que seja possível
a essa área do conhecimento uma maior relevância na dinâmica da produção
do espaço. Conforme Kaercher (2001) os docentes que procuram inovar, por
mais que seja desafiador, propiciam aos alunos uma educação de qualidade.

que não prioriza o conteúdo tradicional e que procura conciliar o conhecimento


do cotidiano aliando-o à reflexão acerca do espaço. [...] os alunos participam
mais das aulas e mudam de ideia sobre a Geografia como uma disciplina
maçante e restrita aos livros (KAERCHER, 2001, p.169).

Na rede pública de ensino, é evidente que há algumas limitações no


processo educativo uma vez que as condições de trabalho são em partes
repleta de empecilhos relacionados a infraestrutura, relações de convivência,
formação docente e outros. À vista disso, é notório que esses impasses
refletem no ensino de forma negativa.

As limitações no uso de equipamentos tecnológicos para adoção de


metodologias inovadoras no ensino é também uma realidade presente nas
escolas públicas. Dessa forma, em parte das escolas públicas torna-se inviável
introduzir tecnologias no ensino. Diante dessa realidade, é notável que os
docentes das escolas públicas enfrentam desafios diários no que se refere a
introdução de metodologias voltadas ao uso de ferramentas tecnológicas no
ensino.

A revisão teórica da disciplina de geografia permite aos discentes


conhecer uma diversidade de saberes também acerca da realidade vivenciada.
Em continuidade, a associação da teoria e prática no ensino de geografia
possibilita aos discentes a transformação da realidade uma vez que o aluno
utiliza os conhecimentos oportunizados por essa ciência para analisar as
problemáticas sociais. Desse modo, a práxis no ensino de geografia é uma
ferramenta imprescindível para efetivação da aprendizagem.

O papel da teoria é oferecer aos professores perspectivas de análise para


compreender os contextos históricos, sociais, culturais, organizacionais e de si
mesmo como profissionais, nos quais se dá sua atividade docente, para neles
intervir, transformando-os. Daí, é fundamental o permanente exercício da critica
às condições materiais nas quais o ensino ocorre (PIMENTA; LIMA, 2004, p. 49).
17

É mister, portanto, que apesar as limitações existentes no ensino de


geografia, é possível afirmar que o professor pode inovar não só com recursos
tecnológicos de ponta. Por outro lado, vale ressaltar que há também outras
alternativas metodológicas com custo-benefício acessível. O estudo da
geografia física é retratado como mais complexo que a geografia humana.
Nesse contexto, ao inserir a prática relacionada aos conteúdos de geografia
física percebe-se que os alunos passam a compreender os fenômenos físicos
da geografia com maior facilidade.

A utilização de metodologias no ensino de geografia com base em


aparatos tecnológicos permite que os discentes sejam atuantes no processo de
ensino aprendizagem. Com a globalização torna-se frequente a necessidade
de seguir os padrões técnicos, desse modo, é visível que a educação também
deve acompanhar esses avanços.

Nesse contexto, é válido destacar que o atual momento de pandemia


exigiu das instituições de ensino uma adaptação ao uso de tecnologias para
dar continuidade ao processo de ensino-aprendizagem. Diante disso, é
possível afirmar que as aulas remotas permitem em parte a utilização de
métodos tecnológicos no ensino. Contudo, percebe-se que o impasse dessa
atuação docente relaciona-se a limitação ao acesso as tecnologias, pois muitos
alunos não tem aparelhos eletrônicos para acompanhar as aulas remotas.

As aulas de campo também se revelam como uma alternativa de aliar


teoria à prática. Dessa maneira, pode-se salientar que a Escola Paulo Furtado
de Mendonça possui uma localização privilegiada na qual é possível perceber a
presença de pontos que facilitam o estudo da geografia física, a exemplo pode-
se citar o Parque Nacional de Ubajara que é rico em diversidades vegetativas,
aspectos geomorfológicos, pedológicos, hidrogeográficos dentre outros. Logo,
observa-se que ao introduzir a práxis no ensino é possível fornecer uma
educação de maior qualidade. Outrossim, é evidente também que o ensino de
modo lúdico desencadeia o interesse dos discentes e assim tornam-se parte do
processo de ensino e aprendizagem, pois as aulas dinâmicas de geografia
proporcionam maiores participações além de suscitar a construção do
conhecimento.
18

[...] a Geografia pode ser um instrumental valioso para elevarmos a criticidade de


nossos alunos. Por tratar de assuntos intrinsecamente polêmicos e políticos, a
Geografia pode gerar um sem número de situações-limite, quebrando-se assim a
tendência secular de nossa escola como algo tedioso e desligado do cotidiano
(KAERCHER, 1999, p.65).

Além disso, vale destacar que na atualidade o processo de ensino torna-


se em parte voltados a inserção dos jovens no mercado de trabalho. Diante
disso, é notável que a ciência geográfica possibilita aos discentes um olhar
mais crítico sobre os processos inseridos na dinâmica do espaço. O ensino
escolar de geografia permite que os discentes se tornem construtores do
próprio saber. Assim, é visível que ao inserir metodologias inovadoras no
ensino de geografia proporciona que os discentes dotados de saberes
cumpram ainda mais seu papel na sociedade.

6. METODOLOGIA
O atual contexto do mundo globalizado reflete no ensino exigindo novas
práticas metodológicas que despertem o interesse dos alunos. Nesse âmbito, o
presente projeto utilizará como base metodológica a análise de trabalhos
acadêmicos, pesquisas, e livros. Em continuidade, a pesquisa será realizada
com base em fundamentos bibliográficos, e desenvolvida por meio da
aplicação de metodologias inovadoras no ensino escolar de geografia aliando
teoria à prática.

O estudo e análise bibliográfica foi realizado ao longo da construção do


projeto utilizando livros, apostilas, artigos, documentos oficiais relacionados a
educação de modo virtual com uso de sites de busca. Assim, também foi
realizada uma síntese do conteúdo presente nas bibliografias analisadas. A
pesquisa também tem o intuito de analisar o comportamento e assimilação do
conteúdo por parte dos discentes tanto no processo de ensino tradicional como
também no ensino mais inovador com metodologias diferenciadas como intuito
de diferenciar os resultados conquistados com as novas didáticas no processo
educativo.

Além disso, é voltada para erradicar práticas metodologias puramente


teóricas nas aulas de Geografia uma vez que esse método suscita no
desinteresse em relação à disciplina. Portanto, a alternativa mais viável é aulas
19

mais dinâmicas e estimulantes no qual despertem a criatividade dos alunos.


Logo, percebe-se que a educação lúdica como recurso metodológico é uma
peça chave no ensino.

Por outro lado, vale destacar que uso de tecnologias no ensino exige
investimentos, e na rede pública principalmente percebe-se que há
insuficientes recursos tecnológicos para inserção de metodologias inovadoras
com tecnologias. Assim, o professor muitas vezes torna-se refém de práticas
tradicionais. Contudo, é válido destacar que a utilização de equipamentos
audiovisuais como projetores permite por exemplo a produção de aulas com
slides dinâmicos e jogos pedagógicos online que proporcionam uma melhor
efetivação da aprendizagem, com menos custos e maior facilidade para o
professor produzir a aula, pois em parte as escolas ofertam projetores nas
redes de ensino e o manuseio de programas como powerpoint é mais
acessível.

No contexto geográfico escolar observado, pode-se destacar que a


Geografia ministrada nas escolas revela um cenário de debates e críticas
acerca das metodologias utilizadas na construção do saber. Nesse sentido,
essas questões fomentam repensar tanto a prática como também a forma
como o conteúdo é repassado para o aluno nas aulas de geografia. Assim,
nota-se que há uma indispensabilidade no que se refere a conexão entre
prática e teoria no processo de ensino-aprendizagem.

A educação lúdica, além de contribuir e influenciar na formação da criança e do


adolescente, possibilitando um crescimento sadio, um enriquecimento
permanente, integra-se ao mais alto espírito de uma prática democrática
enquanto investe em uma produção séria do conhecimento. Sua prática exige a
participação franca, criativa, livre, crítica, promovendo a interação social e tendo
em vista o forte compromisso de transformação e modificação do meio.
(ALMEIDA, 2003, p. 57).

Ademais, é perceptível que na escola há uma significativa


heterogeneidade entre os discentes uma vez que estes aprendem de formas
diferentes, em tempo distinto com partilhares limitações. Diante disso,
identifica-se a necessidade de aderir novos recursos pedagógicos que
possibilitem a indagação das potencialidades de cada aluno. Assim, o projeto
20

visa explorar ferramentas inovadoras no ensino escolar de geografia a fim de


despertar a criticidade dos alunos acerca das relações socioespaciais
existentes seja em escala local ou mundial.

7. CRONOGRAMA
Atividades / meses 2021

Escolha Abr. Maio Jun. Jul Ago. Set Out Nov. Dez
Do tema X X
Formação X
dos objetivos
Pesquisa X X
Bibliográfica
Estruturação X X
Do projeto
Finalização X
Do projeto
Coleta de X X
dados
Análise de X X X
dados
Produção do TCC X X X X
Revisão do TCC X X X X X
21

8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ALMEIDA, Paulo Nunes de. Educação Lúdica: técnicas e jogos
pedagógicos. 11. ed. São Paulo: Loyola, 2003. 283 p.

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