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Índice

Curso
Home Studio
Produção Musical v.5.0

Sergio Izecksohn

MIXAGEM E MASTERIZAÇÃO
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Índice Clique para ler os capítulos

Mixagem ...3

Masterização ...89

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Mixagem

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MIXAGEM Índice

Mixagem
Mistura

A mixagem ou a mistura de todos os


sons e efeitos de uma música é uma das
fases mais delicadas de uma produção.

Enquanto criamos e gravamos uma


música, já estamos misturando esses
sons.

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Mixagem
Planejamento

O vídeo e o livro clássicos “The Art of Mixing”


(Mix Books), do divertido professor David
Gibson, contribuem com gráficos e muitos
ensinamentos úteis nesse planejamento da
mixagem.

Assista ao vídeo completo (em inglês):


https://youtu.be/TEjOdqZFvhY

Ou, nesta playlist, os vídeos legendados:


https://bit.ly/2Y9JTTx
© David Gibson - The Art of Mixing (Mix Books)

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MIXAGEM Índice

Mixagem
Planejamento

Resistimos à tentação de aproveitar


essa mistura inicial e planejamos
como queremos a sonoridade do
produto final.

Só então recomeçamos a ouvir,


processar e misturar os sons até
chegarmos ao nosso objetivo.
© David Gibson - The Art of Mixing (Mix Books)

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Mixagem
Planejamento

Como em toda obra, começamos


pelas fundações, subimos as colunas
e as ligamos com vigas.

Temos agora um esqueleto, a


estrutura.

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Mixagem
Planejamento

A seção rítmica é o esqueleto da


nossa obra.

Nossa estrutura começa pelo bumbo,


a caixa, o hi-hat, os pratos e tambores
e também o baixo - ou o boom nos
estilos eletrônicos.

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Mixagem
Planejamento

Depois, recheamos o esqueleto da obra


com paredes e lajes.

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Mixagem
Planejamento

Nosso recheio contém os


instrumentos de harmonia:
guitarras e pianos base, pads ou
camas.

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Mixagem
Planejamento

Por último, a pintura, as texturas, a decoração,


o acabamento.

Essa é a parte visível ao final da obra.

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Mixagem
Planejamento

Acrescentamos a “linha de frente”:


a melodia principal (voz ou solista)
e depois os vocais de apoio, solos,
efeitos de sintetizadores e outros.

Em geral, a voz fica em primeiro


plano.

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Mixagem
Planejamento
Podemos organizar a sequência das pistas para
mixagem clicando e arrastando-as.

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Mixagem
Planejamento

A presença maior ou menor de cada


instrumento depende da linguagem
ou do estilo musical.

Se quiser, use outra música do mesmo


estilo como referência na mixagem.

Experimente e faça as opções que o


seu ‘ouvido’ mandar.
© David Gibson - The Art of Mixing (Mix Books)

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Mixagem
Organização dos canais e grupos

A visualização da mesa de som, com os canais lado a lado,


facilita a mixagem.

Os canais contêm todos os controles de que precisamos e o


acesso aos plug-ins de efeitos.

Além dos nomes das pistas, é bem útil usarmos os ícones dos
instrumentos nos canais da mesa para rápida identificação.

Clique duas vezes sobre um ícone para substituí-lo.

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Mixagem
Organização dos canais e grupos

No Cakewalk, clique no menu


<View> e em <Console View> para
abrir a mesa virtual.

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Mixagem Organização dos canais e grupos

No lado direito da mesa virtual, vemos o canal Master.


É o controle da saída geral estéreo para a placa de som, para onde todos os sons vão ser enviados.

Canais Master Bus

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Mixagem
Organização dos canais e grupos

Além dos canais com o


material gravado e do canal
geral de saída ou Master,
temos os busses (grupos,
subgrupos ou subs), que são
canais coletivos.

Um bus tem a função de


agrupar e controlar
coletivamente alguns canais
Canais Master Busses como a bateria ou os vocais.

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Mixagem
Organização dos canais e grupos

Para criar um bus, clique com o botão


direito no espaço à direita do Master e
escolha a opção <Insert Stereo Bus>.

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Mixagem
Organização dos canais e grupos

Vamos enviar o som do bumbo para um


bus que foi renomeado como BATERIA.

No canal do bumbo, clicamos no [O] de


<Output> e enviamos a saída do canal
para o bus ou grupo da bateria.

A saída do bus, por sua vez, é enviada


para a saída geral Master.

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Mixagem
Organização dos canais e grupos

No exemplo, os sons do bumbo e


das outras peças da bateria são
enviados para o bus da BATERIA.

Assim, podemos controlar o


volume e outros recursos de toda
a bateria de uma só vez.

O baixo, a guitarra e o grupo da


bateria são enviados para a saída
MASTER.

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Mixagem
Organização dos canais e grupos

O bus também pode ser utilizado para o


compartilhamento de um efeito como o reverber por
vários canais através dos sends, envios ou “mandadas”
de efeitos.

Esta prática economiza memória e processamento do


computador.

No alto do bus, clique no sinal <+> e em <Insert Audio


FX...> para abrir o menu de plug-ins.

Escolha um reverberador estéreo.

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Mixagem
Organização dos canais e grupos

Em cada canal, na seção


<Sends>, clicamos no sinal
<+> e escolhemos o bus
com o efeito.

Assim, controlamos o
volume e o pan do efeito
em cada canal.
Canais Master Busses

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Mixagem
Volumes, Pan, Timbre e Dinâmica

As fontes sonoras devem ocupar os


espaços de acordo com a sua
importância no contexto musical.

© David Gibson - The Art of Mixing (Mix Books)

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Mixagem
Volumes, Pan, Timbre e Dinâmica

Com os controles de intensidade ou


faders, trazemos os sons mais para a
frente ou os levamos para o fundo.

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Mixagem
Volumes, Pan, Timbre e Dinâmica

Com os controles de Pan ou do


panorama estéreo, movemos cada
som para a esquerda ou para a
direita.

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MIXAGEM Índice

Mixagem
Volumes, Pan, Timbre e Dinâmica

Os efeitos são inseridos em cada canal na


seção <FX> clicando no sinal de <+>.

Os compressores e limiters mantêm essas


intensidades dentro de uma margem para
que permaneçam sempre no ambiente
sonoro mixado, evitando excessos e
ausências.

Costumam ser usados nos canais e no master.

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Mixagem
Volumes, Pan, Timbre e Dinâmica

Geralmente percebemos os sons graves


mais para baixo e mais espalhados.

Os médios e agudos são mais


direcionais, à nossa volta e para cima.

Os equalizadores e os filtros de
frequências nos ajudam a definir os
diversos timbres.

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MIXAGEM Índice

Mixagem
Volumes, Pan, Timbre, Efeitos e Dinâmica

Uma boa sequência para os plug-ins de


processamento de som começa pela limpeza
de ruídos das pistas de áudio.

Em seguida, equalização do timbre; depois,


efeitos e, por fim, o controle da dinâmica.

Em outras palavras, redutor de ruídos,


equalizador, efeitos, reverber, compressor
e/ou limiter.

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MIXAGEM Índice

Mixagem
Volumes, Pan, Timbre e Dinâmica

Ao misturarmos vários sons,


muitos deles são encobertos
por outros.

Os equalizadores realçam,
atenuam ou filtram algumas
faixas de frequências para
definir melhor cada timbre.

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Mixagem
Volumes, Pan, Timbre e Dinâmica

Com esses e outros recursos,


podemos espalhar os instrumentos,
vozes e efeitos e ocupar todo o
ambiente sonoro com os diversos
sons em três dimensões.

© David Gibson - The Art of Mixing (Mix Books)

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Mixagem
Volumes, Pan, Timbre e Dinâmica

A intensidade ou o volume dos sons é medida em


decibéis ou dB.

No áudio digital, essa escala vai de -∞ dB (menos


infinitos decibéis, o silêncio) até o máximo
volume, que é zero decibel (0 dB).

A cada 6 dB a mais, duplicamos o volume e a cada


6 dB a menos, o reduzimos à metade.

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Mixagem
Volumes, Pan, Timbre e Dinâmica

Sempre que a intensidade do som em um canal, em um bus ou no master


tentar ultrapassar o limite máximo de zero dB, ocorrerá um clip, uma
desagradável distorção no som.

O mostrador vai acender um sinal vermelho.

Nunca devem ocorrer clips.

Abaixamos o volume do canal ou de algum plug-in.

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MIXAGEM Índice

Mixagem
Volumes, Pan, Timbre e
Dinâmica

Podemos começar levando


todos os controles de volume
ou faders dos canais da mesa
para o mínimo ou -∞ dB.

O master e os busses
permanecem em 0 dB.

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Mixagem
Volumes, Pan, Timbre e Dinâmica

A posição ‘0 dB’ do fader indica que não ocorreu


alteração na intensidade.

O ajuste do volume de cada canal dependerá,


naturalmente, das intensidades dos outros canais.

Use os seus ouvidos.

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Mixagem
Volumes, Pan, Timbre e Dinâmica

O primeiro canal que vamos ajustar, que costuma


ser o do bumbo, vai precisar de especial atenção.

Conforme o gênero musical, a intensidade do som


do bumbo poderá ser maior ou menor.

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Mixagem
Volumes, Pan, Timbre e Dinâmica

Ajustamos o volume do canal do bumbo


e acionamos o botão <Play>.

Ouvimos o bumbo e, conforme a


sonoridade, adicionamos plug-ins de
equalização e compressão dinâmica.

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Mixagem
Volumes, Pan, Timbre e Dinâmica
Ajustamos o timbre do bumbo no equalizador e
a dinâmica no compressor, limiter ou maximizer.

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MIXAGEM Índice

Mixagem
Volumes, Pan, Timbre e Dinâmica

O controle de Pan mantém o bumbo


no centro do espaço sonoro.

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MIXAGEM Índice

Mixagem
Volumes, Pan, Timbre e Dinâmica

Repetimos toda a operação no canal da caixa.

O volume da caixa é ajustado de acordo com


a intensidade do bumbo.

O pan costuma ficar no centro.

Use o ouvido como principal referência.

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MIXAGEM Índice

Mixagem
Volumes, Pan, Timbre e Dinâmica

Esses ajustes também serão feitos


nos demais canais da bateria e no
canal do baixo.

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MIXAGEM Índice

Mixagem
Volumes, Pan, Timbre e Dinâmica

É importante ouvirmos os canais do


bumbo e do baixo , ambos com o
ajuste <Solo> ativado, até
equilibrarmos os volumes, os
timbres e a dinâmica de ambos.

Neste caso, em geral, ajustamos os


parâmetros do baixo e, às vezes, a
equalização do bumbo.

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Mixagem

O ‘ouvido’ deve ser sempre o seu principal critério.

Ouça uma música de referência sempre que precisar.

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Mixagem
Volumes, Pan, Timbre e Dinâmica

Elevando os faders um a um, adicione os canais


com os instrumentos de harmonia: guitarras e
violões base, teclados e pads ou ‘camas’.

Sole cada canal em que for mexer.

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Mixagem
Volumes, Pan, Timbre e Dinâmica

Use equalizadores, filtros, compressores


e limiters sempre que julgar necessário.

Ajuste os volumes e posicione o pan de


cada canal buscando o equilíbrio à
esquerda e à direita entre os sons médios
e agudos.

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Mixagem
Volumes, Pan, Timbre e Dinâmica

O plug-in Neutron, da Izotope,


contém bons presets e um
assistente que ajustam
automaticamente vários efeitos.

Pode ser um bom ponto de


partida para processarmos cada
instrumento.

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Mixagem
Guitarras e outros instrumentos
podem precisar de efeitos especiais
como chorus, flanger ou phaser.

Plug-ins para guitarras como o


Amplitube e o Guitar Rig trazem
uma grande variedade de setups
com amplificadores e efeitos para
guitarras e baixos com ótima
qualidade de som.

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Mixagem
Com o plug-in Waves Brauer Motion
criamos efeitos de pan realmente
tridimensionais na audição estéreo.

Os sons “giram” em várias direções,


dando a sensação de passarem até
mesmo por trás do ouvinte.

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Mixagem

Agora, aumentamos a intensidade da voz


principal ou do solista.

O pan da voz costuma ficar no centro.

Usamos o compressor ou o maximizer


para manter a clareza de todas as notas.

Com o equalizador, reforçamos os médios


e agudos quando a voz soar abafada.

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Mixagem
O reverber da voz pode ser compartilhado com
os canais dos vocais de apoio.

Para isso, criamos um bus, inserimos nele um


plug-in de reverberação e, nos canais de voz,
acrescentamos um send ou ‘mandada’, onde
ajustamos a intensidade do efeito em cada canal.

Podemos, da mesma forma, compartilhar um


delay ou outros efeitos, usando um novo bus e
um novo send em cada canal.

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MIXAGEM Índice

Mixagem
Podemos, também, criar um bus para
agrupar as vozes e enviar as saídas dos
canais das vozes para esse grupo, que
pode ser renomeado como “Vozes”.

A saída desse bus é endereçada para o


canal master.

Isto nos permite controlar o volume e


outros recursos para todas as vozes ao
mesmo tempo.

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MIXAGEM Índice

Mixagem

Para a equalização e também


para a compressão dinâmica das
vozes, usamos muitas vezes os
mesmos plug-ins usados para os
instrumentos.

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Mixagem
Além deles, podemos precisar de
processadores mais específicos,
como o de-esser, que comprime
somente as frequências da letra ‘S’
para evitar sibilância.

Um enhancer ou exciter pode


acrescentar “ar” à voz, como se
uma porta se abrisse, desde que
usado com moderação.

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Mixagem
O plug-in Nectar, da Izotope,
contém todos os processadores
mais usados para voz.

Ele inclui um assistente que


analisa a voz e ajusta todos os
efeitos automaticamente.

Esse assistente pode oferecer


um ótimo ponto de partida para
ajustarmos as vozes.

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Mixagem
O plug-in T-Racks Mic Room
emula os melhores microfones
dos estúdios a partir de outros
modelos.

Bem captada, uma gravação


feita com, por exemplo, um
Shure SM58 poderá soar como
em um Neumann U-87, que
custa 20 vezes mais.

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MIXAGEM Índice

Mixagem
Os plug-ins AutoTune e Waves Tune
corrigem deslizes na afinação da voz.

Estes plug-ins de correção de afinação de


melodias (voz, solos) são largamente
utilizados como um efeito para a voz,
tipicamente entre artistas de pop, trap e
funk.

Ajustado para a correção mais rápida, cria


Auto-Tune
um efeito robótico na voz humana.

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Mixagem

O plug-in Pro-R, da Fabfilter,


é um excelente reverberador
para todos os estilos e todo
tipo de instrumento ou voz.

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MIXAGEM Índice

Mixagem
O plug-in Waves H-Delay é fácil de
operar e é muito útil em vozes e
solos instrumentais.

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MIXAGEM Índice

Mixagem
O delay Waves SuperTap permite
determinar o tempo, o timbre, o
volume e o pan de cada eco.

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MIXAGEM Índice

Mixagem
Por fim, ajustamos os solos, os
efeitos de sintetizadores, os
metais e outros itens do
acabamento do arranjo.

Eles vão usar efeitos específicos


inseridos individualmente ou
compartilhados por vários canais
em busses através dos sends.

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Automação
Na automação, uma DAW
(Logic, Pro Tools, Ableton,
Cakewalk) executa tarefas
automaticamente ao longo
do tempo, movendo
botões para você.

Use a automação sempre


que quiser alterar o valor
de um parâmetro ao longo
do tempo, toda vez que
tocar o trecho da música.

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Automação
O uso mais popular da
automação na mixagem é
ajustar o volume de uma
pista.

Por exemplo, ele permite que


você traga um instrumento
para a frente por um
momento e retire-o quando
o vocal principal voltar.

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Automação
Você pode usar a automação para ajustar
todos os parâmetros (volume, pan,
envios, faders etc.) em qualquer pista da
sua DAW e nos plug-ins, criando
varreduras de filtro de EQ, ou alterando o
feedback de delay em uma seção da sua
música.

Automatize o fader master para criar um


fade out no final da sua música.

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Automação

As DAWs modernas aceitam


quantidades ilimitadas de
automação ao mesmo
tempo.

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Automação
Para a automação, podemos
desenhar manualmente usando o
mouse com a ferramenta Lápis ou
Pincel (modo mais preciso) ou
gravar as alterações movendo o
fader/botão no canal ou em um
plug-in com o mouse ou com um
botão de um controlador.

Consulte o manual, já que cada


DAW tem uma maneira única de
associar controladores e automação
de gravação. Clique na imagem

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Automação
Você pode simplesmente clicar na linha
de automação para criar novos pontos
ou nós.

Cada nó pode ser movido para o local


desejado, formando uma linha reta com
os pontos vizinhos.

Com o botão direito do mouse sobre


essa linha, a Curva de Automação
adiciona suavidade ao acelerar ou
desacelerar gradualmente o movimento.

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Automação
Os modos de automação determinam como a automação é tratada em
uma trilha específica, já que ela pode ser lida, gravada ou escrita.

Na maioria das DAWs, você


pode definir o modo de
automação para cada pista
independentemente:

<Read> (leitura): a DAW


reproduz toda a automação que
existe na pista. Nenhum novo
dado será gravado.

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Automação
<Touch> (toque ou retoque): reproduz
a automação como o modo de leitura,
mas você pode modificar o valor do
parâmetro movendo os controles (na
pista ou no controlador MIDI) durante
a reprodução.

Após o fader ou botão ser liberado, o


parâmetro reverte para seguir a
automação existente na pista.

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MIXAGEM Índice

Automação
<Latch> (trinco): este modo
funciona como o modo Touch,
mas depois que o botão é
liberado, o último valor é
“trancado” e continua a
substituir a automação
existente na pista.

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MIXAGEM Índice

Automação
<Write> (escrita ou gravação):
Este é o modo de gravação de
automação mais intenso, pois
apaga qualquer automação
existente na pista conforme a
reprodução passa sobre ela.

No modo de gravação, a DAW


registra o novo movimento de
controle ou exclui todos os dados
existentes se você não fizer nada.

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MIXAGEM Índice

Automação

Quase todas as DAWs modernas,


incluindo Cakewalk, Cubase, Logic,
Pro Tools, Reaper e Studio One,
entre outras, seguem o método
padronizado de lidar com
automação, onde você pode
selecionar parâmetros e modos de
automação antes de gravar esses
dados.

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MIXAGEM Índice

Automação
No Ableton Live, os menus com os
parâmetros para automação só
aparecem para os plug-ins nativos.

Com os plug-ins VST, eles só surgem


após você gravar os movimentos de um
parâmetro ou botão.

Também não há como selecionar


modos de automação.

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MIXAGEM Índice

Mixagem
Processamento do canal
Master/Masterização

Com o Ozone inserido no canal master, podemos


ouvir a nossa mixagem estéreo também no
modo mono, como vai soar nas populares
caixinhas de som por bluetooth.

Assim, verificamos se algumas fontes sonoras


perdem intensidade ou timbre ao reunirmos os
sons à esquerda e à direita quando ouvimos tudo
no centro.

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MIXAGEM Índice

Mixagem
Processamento do canal Master/Masterização

Ouvindo o master em mono, corrigimos as diferenças


até que tudo soe tão bem quanto na audição em
estéreo.

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MIXAGEM Índice

Mixagem
Processamento do canal Master/Masterização

Depois, voltamos ao modo estéreo.

É bem provável que soe ainda melhor do que antes.

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MIXAGEM Índice

Mixagem
Ajustes do Master x Masterização

Quando a produção é toda realizada no mesmo


estúdio, podemos processar o canal master
enquanto mixamos.

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MIXAGEM Índice

Mixagem
Finalização no home studio

Podemos até mesmo testar o processamento no canal master e, em seguida, fazer o


bounce com esses processadores desligados para depois usá-los na masterização.

Devemos ouvir a música em várias intensidades – média, alta, baixa – alterando o volume
de saída da placa de som.

É desnecessário tirar o volume do master da posição de 0 dB na maioria das mixagens.

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MIXAGEM Índice

Mixagem
Ajustes do Master x Masterização

Também podemos manter o canal master sem


processamento e enviar o seu som para o
arquivo .wav que será masterizado.

Quais são as vantagens de uma opção e da


outra?

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MIXAGEM Índice

Mixagem

P R O CE S SA R O CA N A L M A S T E R P R O CE S SA R O A R QU I VO
NA MI X AG EM M I X A DO N A M A S T E RI ZAÇÃO

• Misturamos os canais e, ao mesmo tempo, • Com uma DAW ou um programa de


processamos o produto final, a ‘master’. edição, podemos equilibrar os volumes, os
timbres e a dinâmica das diversas músicas.
• Enquanto mixamos cada música, já
estamos próximos da sonoridade final. • Assim, podemos comparar as
sonoridades, dando ritmo, coerência e
dinâmica ao álbum.

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MIXAGEM Índice

Mixagem
Processamento do master

No canal master, ou seja, na


saída geral estéreo, podemos
precisar do equalizador, do
limiter ou da compressão
multibanda para os ajustes
coletivos.

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MIXAGEM Índice

Mixagem
Ajustes do Master x Masterização

Quando o produtor envia a outro estúdio o


material mixado em estéreo para masterização,
é muito útil que ele mantenha os níveis
máximos de intensidade do canal master
próximos a -6 dB.

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MIXAGEM Índice

Mixagem
headroom

Ajustes do Master x Masterização

Este procedimento é necessário para


“sobrar” volume suficiente para o
processamento que será depois realizado
durante a masterização.

Esta “sobra” de volume é chamada de


headroom.

Neste caso, a mixagem é finalizada sem


headroom compressão dinâmica nem outros
processamentos do canal master.

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MIXAGEM Índice

Mixagem
Bounce

Bounce ou exportação do arquivo é o


último procedimento da mixagem.

Para finalizar a mixagem, selecionamos


todo o projeto com todos os efeitos e
automações teclando <Control> + <A>.

Voltamos ao início da música e clicamos


em <File>, <Export> e <Audio> para criar
um arquivo .wav com o resultado final.

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MIXAGEM Índice

Mixagem
Bounce

Criamos um arquivo .wav estéreo


de 24 bits para streaming e outro
de 16 bits se formos masterizar
um CD.

Pode ser criado um arquivo .mp3


para testes e divulgação.

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MIXAGEM Índice

Mixagem
Stems

A mixagem de stems (hastes) se baseia na criação


de grupos de canais de áudio separadamente,
antes de combiná-los em uma mixagem final.

Os stems são extraídos dos subgrupos ou busses.

Quando outro estúdio realiza a masterização, é


comum solicitarem os stems de cada música.

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MIXAGEM Índice

Mixagem
Exportação dos stems para masterização

Agrupamos os canais em busses (um bus só


com o baixo ou o boom, outro com a bateria,
outro com as guitarras etc.) e exportarmos os
áudios desses busses para arquivos .wav.

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MIXAGEM Índice

6 dB headroom
Mixagem
Exportação dos stems para masterização

A maioria dos estúdios de masterização solicita que


os produtores de música deixem 6 dB de headroom
em cada stem antes de iniciar o processo de
masterização.

O objetivo é deixar mais espaço na mixagem e


tornar a versão masterizada mais presente.

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Masterização

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MASTERIZAÇÃO Índice

Masterização
Masterizar é finalizar a produção,
adaptando-a a todas as mídias onde ela
será executada, do fone ao home theater,
do som do carro ao P.A. de um show.

Nessa etapa, adaptamos as músicas de


um álbum umas às outras e ajustamos a
sonoridade delas todas às demandas
comerciais.

O objetivo é fazer a mixagem soar bem


onde quer que seja tocada.

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MASTERIZAÇÃO Índice

Masterização

Os cortes do início e do final de cada música


devem ser precisos e suaves.

Use o fade-in e o fade-out, curtos ou longos


conforme a música, para cortar as
extremidades do áudio, evitando estalos e
cortes bruscos.

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Masterização

Uma ferramenta muito útil é o


Ozone, da Izotope.

Ele tem um assistente que analisa


o trecho mais “cheio” da mixagem
e oferece como ponto de partida
uma configuração completa dos
processadores.

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Masterização

O Ozone contém a maioria


dos processadores para
masterização.

Ele nos dá uma boa noção do


que poderá ser o produto
final masterizado,
geralmente com ótimos
resultados.

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Masterização

O clássico plug-in Waves L2 Ultramaximizer


é largamente utilizado como limiter
e também para reforçar a presença geral
dos sons mixados.

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Masterização
Podemos precisar da
compressão multibanda
para os ajustes coletivos.

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Masterização
O Waves PAZ Analyzer é um analisador
do espectro de frequências.

Ele mede a intensidade das frequências


em tempo real ao longo da música.

É uma grande ajuda para localizarmos as


frequências em que vamos atuar com o
equalizador.

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Masterização

O plug-in T-Racks One é uma


ferramenta fácil de usar, com
diversos recursos para
masterização e bons resultados.

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Masterização

Um enhancer usado
moderadamente também pode
ajudar a dar “vida” e “brilho” à
masterização.

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Masterização

Efeitos de fita ou vinil dão mais


energia e um efeito vintage.

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Masterização
O plug-in Waves Center Stereo afasta os sons laterais do
centro do estéreo, deixando o espaço central para as
fontes sonoras posicionadas no meio do campo
auditivo, como a voz, o bumbo, a caixa e o baixo.

Ele permite equilibrar os volumes entre os sons centrais


e os laterais.

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Masterização
LUFS – O fim da “guerra dos volumes”

Loudness Units Relative to Full Scale


(Unidades de Volume Relativas à Escala
Completa) ou LUFS é uma medida da
pressão sonora momentânea e média de
uma produção, de acordo com a percepção
humana das intensidades dos sons.

Essa medida foi criada pela indústria para


evitar o excesso de compressão dinâmica
nas mixagens para os mercados
fonográfico, de cinema, TV e rádios e
conter a famosa “guerra dos volumes”.

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Masterização
LUFS – O fim da “guerra dos volumes”

As plataformas digitais como o Spotify e


Master Extremamente Dinâmica Master Extremamente Limitada a Apple Music costumam reduzir a
intensidade das músicas com excesso
-20 LUFS -5 LUFS
de compressão para manter todas as
músicas equilibradas, com o mesmo
Loudness percebido
reforçado em 6 LUFS
Loudness percebido
atenuado em 9 LUFS
volume aparente.

-14 LUFS -14 LUFS Quanto mais comprimida for a dinâmica


da gravação, mais baixo ficará o volume
dela nessas plataformas.

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Masterização
LUFS – O fim da “guerra dos volumes”

As plataformas adotaram limites como


-13 LUFS para o YouTube, -16 LUFS na
Apple Music e -14 LUFS no caso do Spotify.

É bom fazer uma masterização


para cada limite de compressão.

Podemos deixar os picos de volume chegarem


próximos a 0 dB, mas sem nunca deixar ‘clipar’
ou distorcer o som.

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Masterização
LUFS – O fim da “guerra dos volumes”

O plug-in Waves WLM Loudness Meter é um


ótimo medidor de loudness.

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Masterização
Testando

É muito importante testar os resultados


da mixagem e da masterização em todos
os equipamentos e ambientes em que for
possível.

Ouça nos carros dos conhecidos, nos


celulares, em fones diversos, nas
caixinhas de som, no home theater, em
equipamentos de shows e pistas de
dança e também nos estúdios de amigos.

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Masterização
Testando

Para esses testes, crie um arquivo .mp3 de


160 kbps ou maior e, se for o caso, grave um
CD, a partir de um arquivo .wav estéreo de
16 bits e 44.1 kHz.

Compare com outras produções do mesmo


estilo em todos esses ambientes para adaptar
o seu ouvido e ter algumas referências.

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Masterização
Testando

A cada surpresa nessas audições, como a


voz baixa em um fone ou a caixa alta no
som do carro, voltamos à nossa mixagem
e alteramos discretamente os canais que
nos incomodaram.

Depois, refazemos os testes em todos


aqueles lugares com os novos arquivos.

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Masterização
Testando

Convém salvar o projeto sempre com novos


nomes (versão 1, 2, 3...) para termos diversos
backups e opções de mixagem.

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MASTERIZAÇÃO Índice

Masterização

Quando não houver mais “surpresas” a


corrigir, exporte tudo para um arquivo
.wav estéreo de 24 bits, salve o projeto
em definitivo, faça backups em outras
unidades de armazenamento e parta
para o lançamento de sua obra.

Sucesso!!!

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