Você está na página 1de 15

FUNDAÇÃO CENTRO DE ANÁLISE, PESQUISA E INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

BACHARELADO EM ENGENHARIA DE SOFTWARE

DIOLENO MELO SARMENTO

ENGENHARIA DE SOFTWARE

As principais unidades de Medidas

MANAUS-AM

2020
DIOLENO MELO SARMENTO

ENGENHARIA DE SOFTWARE

As principais unidades de Medidas

Trabalho apresentado ao curso Bacharelado em


Engenharia de Software da Fucapi - Fundação Centro de
Análise, pesquisa As principais unidades de medidas,
para obtenção da nota de conclusão

Orientador (a) André Luiz

MANAUS-AM

2020
1. Introdução

A engenharia de software é uma disciplina de engenharia que trata de todos os aspectos


relacionados à produção do software. O seu objetivo é produzir software de qualidade, com custo
adequado e em tempo hábil, utilizando os seguintes assuntos : Números binários – O que são, para
que servem e como calculá-los, Transformação de número binário, Quais são as unidades de
medidas ultulizadas, Por que motivo a informática a imformática 1024 e não o 100, Convertendo as
unidades de medidas, Métrica de Requisitos, Métrica de Arquitetura, Métrica de Projeto UML, Métrica
de Banco de Dados, Métrica de Implementação, Métrica de Teste, Métrica de Performance, Métrica
de Implantação, Métrica de Integração, Métrica de Operação, Métrica de Monitoramento, Métrica de
Marketing.Assuntos estes que serão abordados neste trabalho.
1.  Números binários – O que são, para que servem e como calculá-los

Os números binários são um sistema baseado em dois algarismos, zero e um, que formam
a linguagem da informática internacional.

Os números binários
formam um sistema matemático usado por computadores para criar informações. Ele é
composto por uma base de apenas dois algarismos: zero e um. Por tanto, são formadas
sequências e, a partir delas, são formadas letras, palavras, textos, cálculos. Nesse mesmo
sentido existem outros sistemas numéricos. Por exemplo, o hexadecimal utiliza 16
algarismos, o octal possui oito algarismos, o decimal possui 10 algarismos.

A primeira versão desse sistema surgiu no século III a. C. O matemático indiano Pingala
apresentou uma sequência numérica usando 8 algarismos, sendo 1 e 0 símbolos modernos.
Então, a aplicação foi feita desse modo: 001, 010, 011, 100, 101, 110, 111 e 1000.
Posteriormente, outros matemáticos tentaram atualizar o método. O modelo mais moderno
foi descrito por Gottfried Leibniz no século XVIII. E assim o utilizamos até hoje.

Dessa forma, toda mídia armazenada em discos, HDs e nos computadores é codificada a
partir desse sistema. Todas essas informações, portanto, recebem uma classificação de
voltagem, sendo um a mais alta e zero a mais baixa. Isso tudo está ligado à posição dos
números. Caso não fosse utilizado um sistema posicional, os números ficariam bagunçados
impossibilitando a leitura e conversão para decimais.

1.1. Transformando números binários


Dentro dos computadores há dois níveis de tensão que correspondem aos números
binários. Para simplificar o cálculo, é usada a lógica booleana, criada por George Boole. Ou
seja, cada dígito dentro da maquina (zero ou um) recebe o nome de bit (do inglês Binary
Digit). Contudo, se a sequência possui 8 bits, então ela passa a ser chamada de byte (do
inglês Binary Term).
Seguindo esse pensamento, uma sucessão de algarismos que formam 1.024 bytes, é
chamada de kylobyte. Enquanto outra que possui um milhão de bytes é nomeada
de gigabyte. Além disso, a Álgebra Booleana utiliza o sistema binário para cálculos lógicos e
aritméticos. Assim os números binários podem indicar “sim ou não” verdadeiro ou falso”,
ligado ou desligado”.

Para calcular é simples. Pegamos um número de base 10 (decimal) e decompomos por dois
até não ser possível mais dividir. Com os resultados formamos um novo número de base
dois. Agrupamos o último resultado seguido dos restos das divisões anteriores, do último
para o primeiro. Veja:

Mas para transformar números binários em decimais separamos os dígitos por casa. Depois
transformamos essas casas em expoente para o número 2, sendo o primeiro expoente da
esquerda para a direita o número zero. Então, multiplicamos as potências pelos seus
respectivos algarismos binárias. Por fim, somamos todos os resultados. Veja:
2. Quais são as unidades de medida utilizadas em informática?

Primeira vista, poderá parecer que esta pergunta não está diretamente relacionada com a
matemática. Nada mais falso, a matemática está na base do desenvolvimento da
informática. Os computadores usam o código binário para armazenar informação, sendo
que, a menor unidade informática, o bit, corresponde a um estado de 00 ou 11. Sem querer
entrar em grande detalhe, o computador utiliza uma tabela com 256256 símbolos diferentes
para representar as letras do alfabeto, os números, os sinais de pontuação, etc. Para formar
esses 256256 símbolos diferentes são necessários apenas oito bits, uma vez
que 28=25628=256. A partir daqui surge uma da unidade de medida mais conhecida nos
dias de hoje, o byte que corresponde a exatamente oito bits. Depois, à medida que as
necessidades de informação foram requerendo cada vez mais e mais espaço, foram
surgindo os diversos múltiplos do byte que poderá consultar na seguinte tabela

Tabelas de Medidas

2.1. Por que motivo a informática utiliza múltiplos de 1024 e não de 1000?

A resposta a esta pergunta está novamente relacionada com o código binário, que apenas utiliza dois

símbolos como já vimos. Assim sendo, convencionou-se que ao contrário das outras medidas padrão

do Sistema Internacional que funcionam em múltiplos de 1000 (103=1000103=1000), esta iria

funcionar em múltiplos de 1024 (210=1024210=1024).


A maior unidade de medida de armazenamento é o Yottabyte. Mas você sabe o que realmente cabe
em cada unidade estudada? No caso do byte, “cada byte representa um caractere ou um sinal”
(ALECRIM, 2011). No caso do Kilobyte, já conseguimos elaborar um texto com muitas informações.
Para termos uma ideia, até esta linha de texto, temos aproximadamente 15KB de informação.
Também podemos dizer que uma foto em baixa resolução tem em seu tamanho alguns KB. No caso
do Megabyte, aquela música que você tanto gosta em MP3, podemos dizer que tem pouco MB, isto
quer dizer que ela cabe tranquilamente dentro de um pen drive atual, de um CD ou DVD. Agora
aquele filme em HD que você já assistiu diversas vezes em seu DVD, certamente tem 1GB ou mais
de informação. As demais unidades de medidas de armazenamento, como o caso do TB, do PB e
das demais, são utilizadas para armazenar vários arquivos juntos.

2.2. Convertendo as Unidades de Medidas


Para convertermos uma unidade de medida em outra, devemos fazer uma simples multiplicação ou
divisão. Caso queira converter um valor em bits para bytes, devemos dividir esse valor por 8 (oito),
que é a quantidades de bits que devemos ter para formar 1B. Caso desejarmos converter um valor de
bytes para bits, devemos multiplicar por 8. No

caso da conversão de byte para kilobyte ou de kilobyte para megabyte e assim por diante, devemos
dividir ou multiplicar por 1024.
Observe a tabela de conversão abaixo:

Como exemplo, queremos transformar 72b em B. Para fazermos esse cálculo, pegamos o valor de
72b e dividimos por 8, que é a quantidade de bits para formar 1B, o que resulta em 9B. Outro
exemplo é transformar 5000KB em MB. Neste caso, devemos pegar o valor de 5000KB e dividir por
1024, o que resulta em 4,88MB. Agora, se desejarmos fazer o processo inverso, transformar, por
exemplo, 240GB em MB, devemos multiplicar o valor de 240GB por 1024 que resulta em 245.760MB.
Se quisermos transformar o valor de 240GB em KB, pegamos o resultado da conversão para MB e
multiplicamos novamente por para obter o resultado em KB, que neste caso seria 251.658.240KB.

3. MÉTRICAS DE SOFTWARE

3.1. Tipos de Métricas

Apresentaremos uma visão geral dos tipos de métricas. Um projeto de desenvolvimento de software


pode conter diversos tipos de artefatos mensuráveis (Lista de Requisitos, Casos de Uso, Modelo de
Dados, Modelo UML, Linhas de Código, etc.), e também de acordo com o tipo de processo de
desenvolvimento (RUP, Spice, Scrum, XP, etc.). Destacaremos alguns tipos de métricas, o objetivo
de cada uma, e relacionaremos aos respectivos artefatos do processo de produção de software.

A lista abaixo relaciona os tipos mais significativos, que afetam drasticamente a utilização do


resultado da métrica para estimativa de Custo, Prazo e Esforço.

1 – Métrica de Requisitos
2 – Métrica de Arquitetura
3 – Métrica de Projeto UML
4 – Métrica de Banco de Dados
5 – Métrica de Implementação
6 – Métrica de Teste
7 – Métrica de Performance
8 – Métrica de Implantação
9 – Métrica de Integração
10 – Métrica de Operação
11 – Métrica de Monitoramento
12 – Métrica de Marketing

3.1.1 1 – Métrica de Requisitos

Medir o software do ponto de vista do usuário, levando em conta como será a


interação do mesmo com o software e o que é esperado de cada interação. As regras
de negócio devem ser especificadas, assim como regras de interface entre o software
e o usuário. No final da contagem é mensurado o quanto que o usuário solicita de
requisitos e/ou quanto o mesmo recebe.

3.1.2  Métrica de Arquitetura


Medir a capacidade da arquitetura, em termos de quantidade de funcionalidades encapsuladas
a mesma fornece para os projetistas, desenvolvedores e testadores.

Métodos de medição: Não existe métricas formais. A arquitetura pode ser analisada pela quantidade
de componentes abstratos e interfaces de serviços não-funcionais que a mesma atende.

3.1.3 Métrica de Projeto UML


Mede a quantidade de artefatos UML descrevem o software de forma horizontal e vertical.
Consideramos horizontal a quantidade de tipos de artefatos, tais como Diagramas de Classe,
Sequências, Componentes, Implantação, etc. Verticalmente a quantidade de elementos por diagrama,
tal como Nós no Diagrama de Implantação, classes no Diagrama de Classe, etc.

Método de medição: Não existe uma métricas formais. O Projeto UML é documentado de forma
quantitativa, e a empresa deve criar um guia formalizando as regras de documentação com a
finalidade de restringir o escopo de esforço, controlar a qualidade e tornar a base histórica de
contagem efetiva para fins de estimativa.
3.1.4 Métrica de Banco de Dados
Mede as estruturas físicas e lógicas do banco de dados. Como o banco de dados está estruturado
e as operações que são realizadas no mesmo devem ser mensuradas. É conveniente que até
mesmo os tipos, periodicidades e tamanho de backup sejam mensurados e documentados.

Métodos de medição: Por padrão é de costume dos DBAs mensurar a quantidade de tabelas,


quantidade de registros em sua carga inicial e fator de crescimento de registros em cada tabela. Os
registros são mensurados considerando um fator quantitativo e também físico em bytes, com base
na quantidade de bytes de cada registro. Colunas do tipo BLOB, CLOB, FILE, etc. devem ser
mensuradas separadamente se orientando também nos requisitos de negócio e requisitos não-
funcionais.

Por questões de gerenciamento é uma boa prática mensurar a arquitetura física do banco de dados,
tal como Datafiles, Tablespaces, etc.

3.1.5 Métrica de Implementação


Mede fisicamente o tamanho do código implementado. Esta medida pode ser o tamanho físico em
quantidade de linhas de cada arquivo de código fonte, ou lógica utilizando a quantidade de comandos
existem em cada linha de código fonte.

Método de medição: LOC (Line Of Code). Técnica utilizada para medir a quantidade de linhas de
código. A técnica LOC possui duas variantes, SLOC (Sorce Line Of Code) e LLOC (Logical Line Of
Code), que medem respectivamente a quantidade de linhas físicas e quantidade de comandos por
linha de código conforme mencionado no parágrafo anterior.

3.1.6 Métrica de Teste


Mede a quantidade de código que é coberto pelos testes. Existem diversos tipos de testes,  Teste
Unitário, Teste Funcional, Teste de Aceitação, etc. O mais importante é ter devidamente
documentado e acordado a quantidade mínima de código que deve ser coberto pela técnica
escolhida.

Método de medição: Code Coverage.

3.1.7  Métrica de Desempenho


Com os atuais dispositivos de pequeno porte em relação aos computadores, tais como Tablets e
Smartphones, a desempenho de execução da aplicação retornou a ser um fator crucial para o
sucesso e fracasso de um software, podendo até mesmo não alcançar determinados usuários por
conta de fatores também relacionados e capacidade de telecomunicação.

Previamente a produção do software, no momento em que o Arquiteto de Software estiver projetando


o mesmo, deve-se documentar e estabelecer os requisitos mínimos e máximos de performance
para o correto desenvolvimento da arquitetura de software e seleção de tecnologias e frameworks.
Método de medição: Mensurar em milissegundos a velocidade média que cada funcionalidade de
negócio, que responde a cada ação do usuário nos tipos de dispositivos contemplados na arquitetura,
estão de acordo o esperado.

Cabe ao Arquiteto de Software orientar ao Analista de Requisitos a projetar a realização do negócio


com telas (protótipos) contendo barras de progresso, ou até mesmo operações assíncronas quando o
processamento for inevitavelmente pesado.

3.1.8 Métrica de Implantação


A complexidade e cada atividade envolvida no processo de implantação do software afeta de forma
significativa o projeto.

Na etapa de implantação, principalmente primeira implantação, muitas vezes é necessário diversos


perfis de profissional, bem como os mais capacitados da equipe para realizar tais atividades. Caso a
implantação não seja mensurada o gestor de projeto poderá encontrar um planejamento “obscuro”
onde a estimativa de Custo, Prazo e Esforço são baseados simplesmente no “feling” e susceptível a
muitas falhas de planejamento, resultando em baixo lucro ou até mesmo prejuízo, juntamente com o
constrangimento do cliente.

Método de medição: De acordo com a Base de Projetos formada pela empresa, deve-se obter o
esforço médio de implantação com cada atividade da implantação, por exemplo, instalação de banco
de dados, instalação de bibliotecas, configuração de usuários, etc.

3.1.9 Métrica de Integração


Projetos de software possuem alto risco ao desenvolver integrações. O Arquiteto de Software
consegue estimar tecnicamente o esforço para integrar com determinado protocolo, mas jamais
conseguirá estimar a estabilidade, risco, complexidade causada por pouca ou nenhuma
documentação existente. Para evitar que problemas de integração sejam incorporados ao
desenvolvimento do software e causa raiz para baixa produtividade da equipe, deve-se tratá-lo
isoladamente com a finalidade de identificar o real riso e produtividade do mesmo, por exemplo,
integrar com a Receita Federal, com o SAP, ou determinado banco financeiro, etc.

Método de medição: Mensurar o esforço e manter a produtividade na base de projetos


separadamente, por exemplo, a produtividade para integrar um software com uma rede social, um
órgão público, etc. deve ser mantido separadamente do esforço para desenvolver as funcionalidades
para o usuário final.

3.1.10 Métrica de Operação


Mesmo com o software desenvolvido, implantado e integrado com sucesso nada adianta se não for
possível operacionalizá-lo. Como o gestor conseguirá estimar tal operacionalização? A resposta é
simples! Mensurar o nível de mudança do software, a depreciação das tecnologias requerendo
atualizações e upgrades, a produtividade e perfis dos profissionais envolvidos nas soluções de
incidentes e desenvolvimento de mudanças e melhorias, o indice de SLA acordado em todas as
infraestruturas envolvidas e comparar tudo isso a base de projetos.
Método de medição: Reunir todas as atividades recorrentes, catalogar pelas criticidades, catalogar a
produtividade de cada perfil da equipe em horas/criticidade. Assim poderá mensurar o prazo e custo
médio para realizar determinada quantidade de atividades recorrentes com a equipe formada.

3.1.11 Métrica de Monitoramento


“A pressão está tão alta que pode ocorrer um ataque cardíaco, ou tão baixo que pode ter uma parada
cardíaca?”

Uma operação por mais mensurada que seja não conseguirá fornecer informações suficiente para
que ações proativas sejam tomadas para que um software não tenham incidentes de alta gravidade e
risco. Para que possamos atuar proativamente e de forma preventiva temos que observar como que
todo o ambiente onde o software está implantado se comporta, e para isso temos que monitorá-lo  a
maior quantidade de elementos possíveis.

A quantidade de elementos a serem monitorados determinará o custo do monitoramento e sua


eficiência.

“Mas  qual quantidade e quais elementos a serem monitorados?”

Método de medição: Levantar todos os itens de monitoramento do ambiente implantado e integrado,


por exemplo, processador, memória, rede, internet, temperatura, espaço de armazenamento, etc. de
toda infraestrutura. A quantidade de elementos definirá a complexidade de alertas e itens para
atenção. Deve-se ter cuidado para não selecionar itens em demasia, pois sempre que isso acontece
resulta em e-mails e SMS ignorados pelos técnicos como o “erro conhecido” infelizmente.

3.1.12 Métrica de Marketing


Tudo Pronto! Seu produto de software desenvolvido, testado, implantado, integrado, em operação e
monitorado. Mas será se ele terá sucesso mesmo?! Sei não viu!

“É o produto que foi definido? Custa o preço adequado? Está sendo ofertado para o público correto?
Está sendo divulgado corretamente?”

Caso não consiga responder ou tenha uma resposta negativa para os questionamentos acima seu
produto de software está fortemente comprometido. Deve-se obrigatoriamente questionar e monitorar
estes questionamentos que formam o chamado “Os 4P do Marketing”. Produto, Preço, Praça e
Promoção.

Método de Medição: O produto deve ser medido se foi desenvolvido tal como especificado. Pode-se
utilizar a Análise de Pontos de Função. O preço deve levar em conta o preço dos concorrentes e o
custo de desenvolvimento do mesmo de forma equilibrada. A Praça, ou meio onde se encontra os
consumidores, deve realmente ter a necessidade em adquirir o produto de software desenvolvido.
O software deve ser promovido ao público certo, levando em consideração cultura, gênero, economia,
faixa etária e atributos similares.
As Métricas mencionadas acima juntas completam todo um ecossistema de medidas. Muitas
dificuldades estão envolvidas para implantar tamanha quantidade de métricas, porém nos artigos
publicados orientaremos a melhor prática e planejamento. Também forneceremos dicas de
ferramentas e softwares para auxiliar no trabalho.
4. Conclusão

Este trabalho é resultado de um estudo feito com muita dedicação, que exigiu análise, síntese e
reflexão. O mundo da tecnologia está cada vez mais amplo, com novas áreas em evidências, entre
elas está a Engenharia de software e suas principais unidades de medidas, que nos proporciona a ir
muito além da programação, mesclando Ciência da Computação, Engenharia e matemática, de
maneira que a mesma surgiu em virtude de solucionar os problemas de software, se tornando uma
área muito complexa, nos dias atuais. A respeito da Engenharia e como ela é atuante neste mudo
globalizado de hoje em dia. Foi um estudo realmente muito interessante e instrutivo elaborado através
de uma visão geral e nos proporcionando um melhor conhecimento sobre a Engenharia de Software.
5. Bibliografia

ALECRIM, Emerson. O que são bits e bytes? Disponível em: Acessado em15/09/2020.
BEMFICA, Andrios. Medidas de Armazenamento de Dados. Disponível em: Acessado em
15/09/2020

http://metricasdesoftware.com.br/metricas.Disponível em: Acessado em 15/09/2020

https://www.matematica.pt/faq/unidades-medida-informatica.php.Disponível em: Acessado


em 15/09/2020