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Índice
1. Introdução..........................................................................................................................................2

2. A teoria das colisões..........................................................................................................................3

3.0. Verificação da teoria das colisões.....................................................................................4

4.0. Teoria de estado de transição..........................................................................................................5

6.0. Coordenada da reação.....................................................................................................................8

7.0. Velocidade da reação......................................................................................................................8

8.0. Velocidade média de uma reação....................................................................................................9

9.0. A velocidade media........................................................................................................................9

10.0. Catalise.......................................................................................................................................11

10.2. Ação de um catalisador..............................................................................................................11

10.3. Catalise homogênea...................................................................................................................12

10.4. Catalise heterogênea...................................................................................................................13

11.0. Conclusão...................................................................................................................................14

12.0. Referência bibliográfica..............................................................................................................15


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1. Introdução
Neste presente trabalho iremos abordar acerca da cinética química no que diz respeito as
teorias de colisões, estado de transição, coordenada da reação, área de energia, estado de
trabalho, catalise (catalise heterogênea, catalise homogênea), e cálculos da velocidade da
reação química tendo em conta lei da velocidade.

Com esse trabalho, buscaremos o conhecimento da cinética química, que também e


conhecida como cinética da reação, e uma ciência que estuda a velocidade de das reaccoes
químicas de processos químicos e os factores que as influenciam.

A teoria de colisão também e muito importante pôs a velocidade da reaccao depende da


frequência dos choques entre as moléculas, da energia entre esses choques e ainda de uma
orientação apropriada das moléculas dos choques.

Com relação ao complexo activado ou estado de transição ela e entendida quando uma
molécula de um átomo colide com uma outra molécula de átomo e quebra a ligação entre eles
passando uma molécula de um átomo para o outro.

O uso de catalises consiste no emprego de matérias que participam nas reaccoes químicas,
sem serem consumidos, mas por modificarem o mecanismo dessas reaccoes, permitem que
elas sejam efectuadas em menores temperatura e/ou com uma velocidade racional muito
maior.
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2. A teoria das colisões


A partir do estudo dos fatores que influem na velocidade das reações, os cientistas
imaginaram uma explicação simples para o modo pelo qual são quebradas as moléculas dos
reagentes e são formadas as moléculas dos produtos de uma reação é a chamada teoria das
colisões, que explicaremos com o auxílio da seguinte reação:

AB + XY AX + BY

De acordo com a teoria das colisões, essa reação se processa do seguinte modo:

Figura 1: colisões entre as moléculas

Fonte: https//goo.gl/images/vEEvbi

Uma molécula AX e uma molécula XY se aproximam com bastante velocidade, a seguir se


chocam violentamente. E, por fim, as duas moléculas produzidas (AX e BY) se afastam
rapidamente.

A teoria das colisões ainda prevê que a velocidade da reação depende:

 Da frequência dos choques entre as moléculas — um maior número de choques por


segundo implicará um maior número de moléculas reagindo e, portanto, maior
velocidade da reação;
 Da energia (violência) desses choques — uma trombada violenta (chamada colisão
eficaz ou efetiva, Essas colisões ocorrem de forma adequada: Seu choque e frontal
geometricamente e bem orientado.) terá mais chance de provocar a reação entre as
moléculas do que uma trombada fraca (chamada de colisão não-eficaz ou não-efetiva
Nesse tipo de colisão nem todos os átomos da molécula chocam -se com todos átomos
da outra molécula. Podemos afirmar que os átomos vão se encontrando de forma
gradativa, o que torna a reacção mais lenta.);
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 De uma orientação apropriada das moléculas no instante do choque — uma trombada


de frente (colisão frontal) será mais eficaz que uma trombada de raspão (colisão não-
frontal); esse fator depende também do tamanho e do formato das moléculas
reagentes.

3.0. Verificação da teoria das colisões

A simples teoria da colisão pode ser comparada com a experiência de diversos modos.
Todavia, em virtude das várias incertezas experimentais, a melhor comparação é entre os
factores pre-experimentais A calculados e experimentais. A equação de Arrhenius pode ser
tomada como sendo uma expressão empírica de constante de velocidade:

K= Ae−Ea / RT Eq: 1

Onde: Ea→ é a energia de ativação da reaccao (em kj/mol)

R→ é a constante dos gases perfeitos (8, 314j/k.mol);

T→ é a temperatura absoluta;

E→ é a base dos logaritmos naturais;

K → é o fator de frequência;

A → é a frequência colisional entre as moléculas.

Esta equação pode ser escrita sob uma forma mais conveniente se se aplicarem logaritmos
naturais a cada um dos membros:

lnK =ln Ae− Ea/ RT

Ea
¿ ln A− Eq: 2
RT

A equação acima, assume a forma de uma relação linear:

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lnK =¿ ) ( ) + ln A
T
↓ ↓ ↓ ↓
Y= m x + b

Assim sendo, uma representação gráfica de ln k em função de 1/T permite obter uma recta
cujo declive m é igual a –Ea/RT e cuja ordenada na origem b é ln A.
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Uma equação que relaciona as constantes de velocidade K1 e K2 as temperaturas T1 e T2, pode


ser utilizada para calcular a energia de activacao, caso se conheçam os valores das constantes
de velocidade a duas temperaturas diferentes, ou para estimar a constante de velocidade a
uma outra temperatura, caso se conheçam a energia de activacao. A dedução desta equação e
feita a partir da equação (2):

Ea
ln k 1=lnA−
RT 1

Ea
ln k 2=ln A−
RT2

Se fizermos a subtração a ln k 2 a ln k 1 obtém-se:

Ea 1 1
ln k 1−ln k 2 = ( − )
R T2 T 2

k 1 Ea 1 1
ln = −(
k2 R T 2 T 2 )
Ea T 1−T 2
¿ ( ) Eq:
R T 1 .T 2
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4.0. Teoria de estado de transição


A teoria de estado de transição (algumas vezes, chamada de teoria de complexo activado) e
um modelo mais realista para que uma etapa elementar biomolecular de uma reação. Essa
teoria leva em consideração as orientações moleculares tidas como necessárias para que uma
reação ocorra (e, assim, leva em conta o que a teoria de colisão chama de fator exterico), bem
como a barreira de energia que os reagentes devem ultrapassar para se transformar em
produtos (levando em conta o que a teoria de colisão chama de energia de ativação).

O estado de transição (complexo activado) e a estrutura intermediaria apresentada pelas duas


moléculas no máximo da energia potencial.

Assim, também se define a energia de activacao da seguinte maneira:


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Energia de activacao: e a quantidade de energia de energia necessário para que a colisão


entre as partículas de reagentes, feita numa orientação favorável, seja afetiva, isto e, resulta
em reação.

Quando a colisão entre as partículas de reagentes ocorre numa orientação favorável e com
energia igual ou superior a energia de activacao, formam-se primeiramente uma estrutura
instável e intermediária entre os reagentes e os produtos, chamada complexo activado.

Exemplo: H2(g) + Cl2(g) → 2HCl(g)

Esquematicamente podemos representar de seguinte maneira:

H ― H(g) H ...... H(g) H H(g)


+ → → +

Cl― Cl(g) Cl......Cl(g) Cl Cl(g)

Complexo ativado

Assim podemos representar a equação graficamente

Figura 2: Gráfico de complexo activado e energia de ativação

ΔH= EP – ER

Fonte: https://goo.gl/images/ngrrrC

5.0. Teoria de estado de transição em termos termodinâmico

O formalismo da teoria do estado de transição é frequentemente expressos em termos de


funções termodinâmicos, em vez de funções de partição. Se considerarmos de novo a
equação: A+ B → ( AB ‡ ) → Produtos
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‡ [ AB‡ ]
Com K =
[ A ] [ B]

Podemos escrever a constante da velocidade da seguinte maneira:

KT ‡
K 2= K Eq:4
h

Como: ∆ G ‡ =−RT ln K ‡ Eq:5

E ∆ G ‡ =∆ H ‡ −T ∆ S ‡

Eq:4 pode ser escrita na forma:

KT −∆ G / RT KT −∆ S / R −∆ G
‡ ‡ ‡
K 2= e = / RT
Eq:6
h h e e

As quantidades ∆ G ‡ , ∆ H ‡ e ∆ S ‡ :são chamadas energia livre de Gibbs de ativação, entalpia


de ativação e entropia de ativação.

O estado-padrão ao qual K ‡ e ∆ G ‡são referidos geralmente é tomado igual a 1mol.cm-3 para


reações gasosas, sendo nesse caso as unidades correspondente de K 2 na (Eq:6) dadas por
(mol/dm3)-1 . s-1.

A entropia de activacao experimental pode ser calculada a partir da constante de velocidade,


numa dada temperatura, e da energia de activacao experimental. Como exemplo,
consideramos a dimerização do butadieno:

2C4H6 → C8H12 (3-vinilcicloexeno).

O coeficiente da temperatura da constante de velocidade e deduzido covenientemente da


(Eq:4)

Tomando os logaritmos e derivando o segundo:

d lnk 2 1 d ln K ‡
= +
dT T dT

Como K ‡ é uma constante de equilíbrio em termos de concentração

d ln K ‡ ΔU ‡
=
dt RT 2
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d lnk 2
Portanto, =c
dT

Então a energia de activacao de Arrhenius da Eq: 2 é:

Ea= RT + ΔU ‡

A partir da equação ΔU ‡ =∆ H ‡ −∆( PV )‡ . Em sistemas líquidos e sólidos, ∆ (PV )‡ é muito


pequena em pressões ordinárias e podemos tomar:

Ea ≈ ΔH ‡ + RT Eq:7

Para reações de gases ideais, temos:

ΔH ‡ =ΔU ‡ + Δn ‡ RT ,

Onde: Δn ‡ : é o número de moles do complexo activado, sempre igual a 1 menos o número de


moles dos reagentes. Numa reação unimolecular, portanto, Δn ‡ =0 e a Eq:7 e valido.

Para reação bimolecular, Δn ‡ =−1.

Ea= ΔH ‡ +2 RT
Eq:8

6.0. Coordenada da reação


E o caminho concentual seguido para que as duas moléculas reagentes se tornem produtos.
Ou seja, e chamada de coordenada da reaccao (grão de reaccao, extensão da reaccao) o que
caracteriza a extensão da reaccao que ocorre.

Figura 3: Diagrama de coordenada da reaccao

Fonte: https://goo.gl.images/x1N4Mf
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7.0. Velocidade da reação


A velocidade de uma ração e definida como a variação da concentração de produtos ou de
reagentes que ocorrem por unidade de tempo. Determina-se medindo a diminuição da
concentração dos reagentes ou o aumento da concentração dos produtos. A expressão
matemática disso e:

variacao na quantidade d [ quantidade ]


velocidade= =¿
variacao no tempo d (tempo)

Escrevemos a velocidade da reação como:

No caso geral, para a reação: aA +bB → cC + dD, a velocidade e dada por:

−1 d [ A ] −1 d [ B ] 1 d [ C ] 1 d [ D ]
velocidade= =¿ = =
a ∆t b dt C dt d dt

8.0. Velocidade média de uma reação

9.0. A velocidade media


E a razão entre a variação na quantidade de um reagente ou de urn produto e o intervalo de
tempo no qual ocorreu essa variação. Essa quantidade de reagente ou de produto e expressa
geralmente em concentração, Também pode ser expressa em massa, em mol ou mesmo em
volume.

−( variacao da concentracao)
Vm=
(Intervalo de tempo)

Unidades: m/l.s

Para determinar a velocidade da reação e necessário escolher um parâmetro que nos permita
controlar facilmente a quantidade de reagentes consumida, bem como a quantidade do
produto formado, em intervalos de tempo consecutivos. Para a reação: A=B

−∆ [ A ] ∆ [ B ]
velocidade media= =
∆t ∆t

Denominada equação de velocidade da reação. É importante entender que a equação de


velocidade não pode ser determinada a partir da equação simplificada, mas deve ser obtida a
partir das medidas experimentais de velocidades de reação.

Ora, alguns exemplo:


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1. (Faap-SP) Num dado meio onde ocorre a reação N 2 O5 →N2O4 + 1/ 2 O2 observou-se a


seguinte variação na concentração N2 O5 de em função do tempo:

N2 O5 (m/l) 0,233 0,200 0,1800 0,165 0,155


Tempo (s) 0 180 300 540 840

Resolução

Por definição:

−∆ [ N 2 O 5 ]
Vm=
∆t

−∆ [ 0,1800−0,200 ]
Vm= =0,000167 m/l . s
300−180

Ou ainda:

−0,1800−0,200
Vm= = 0,01m/l. s
5−3

Observação: Neste problema foi dada a variação da concentração do N2O5 que é o reagente da
reação. Sendo assim, a concentração N2O5 diminui com o tempo e, portanto, a variação
∆[N2O5] torna-se negativa. Para evitar que a velocidade dê um resultado negativo, ajusta-se a
fórmula da velocidade colocando-se o sinal de menos (-) nessa expressão matemática.

2. (PUC-RJ) A amônia é um produto básico para a produção de fertilizantes. Ela é produzida


cataliticamente, em altas pressões (processo Haber), conforme a equação:

N2 + 3H2 → 2NH2

Se a velocidade de produção de amônia foi medida como:

−∆ [ NH 3 ]
Vm= =¿ 2, 0.10-4 mol.l-1.s-1
∆t
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Resolução

A própria equação dada no enunciado nos diz que:

N2 + 3H2 → 2NH2

1 mol + 3 mols → 3 mols

A proporção estequiométrica da equação nunca pode ser desobedecida. Sendo assim, para
produzir 2, 0.10-4 mol.l-1.s-1 de NH3 por segundo, a reação deverá consumir 1, 0.10 -4 mol.l-1.s-1
de N2 por segundo (basta olhar para a equação).

10.0. Catalise
A palavra catalise foi introduzida em 1835, por Berzelius. A velocidade de muitas reações
químicas aumenta na presença de um catalisador, substância que, sem ser consumida durante
a reação, aumenta a sua velocidade. Embora à primeira vista isto pareça impossível, pode
acontecer de fato, porque o catalisador é uma substância usada numa etapa do mecanismo da
reação e é regenerada na etapa posterior. Um catalisador atua tomando possível um novo
mecanismo de reação, com uma energia de ativação menor.

10.1. Característica de um catalizador

 O catalizador não sofre alteração permanente na sua massa ou na sua composição,


mesmo que participe no complexo activado, e integralmente recuperado no final da
reaccao;
 A accao catalítica só e possível quando existe afinidade química entre os reagentes.
 Se a reaccao for reversível (os produtos reagem entre se formando novamente os
reagentes) até atingir um equilíbrio.

10.2. Ação de um catalisador


A ação de um catalisador e basicamente acelerar o desenvolvimento de uma determinada
reação. Isso e possível porque o catalisador muda o mecanismo com que a reação
se processa levando a um “caminho alternativo” que exige uma menor energia de ativação
para que a reação inicie e antiga o complexo ativado.

NO2(g)
Exemplo de uma reação da accao de um catalizador: 2SO2(g) + O2(g) 2SO3(g)
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Na ausência de catalizador esta reação e muito lenta. O dióxido de nitrogênio NO 2(g), porem,
atua como catalizador alterando o mecanismo da reação e tornando-a bem mais rápida.

Etapa I: SO2(g) + NO2(g) NO3(g) + SO(g)

Etapa II: NO3(g) + SO(g) + O2(g) SO3(g) + NO2(g)

NO2(g)
Reaccao global: : 2SO2(g) + O2(g) 2SO3(g)

Podemos representar graficamente a accao de um catalizador da seguinte maneira:

Figura 4: Accao de um catalizador

Fonte: https://goo.gl/images/dmsnzF

10.3. Catalise homogênea


Na catálise homogênea o catalisador e os reagentes estão presentes na mesma fase,
normalmente liquida. Para reagentes que são gases, um catalizador homogêneo e também um
gás. Se os reagentes são líquidos, um catalizador é um liquido ou solido dissolvido.

Considere o processo elementar:

A+B produtos (lento)

Adicionarmos um catalisador C à mistura reagente, um novo mecanismo, consistindo em


duas etapas, toma-se possível:

Etapa 1: A + C AC (rápida)
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Etapa 2: AC + B produtos + C (mais rápida)

Um exemplo d catalise homogênea:

SO2(g) + O2(g) NO→(g) 2SO3(g)

2NO2(g)Cl 2(

g) N2(g) + O2(g)

Catalisadores e reagentes estão na mesma fase gasosa.

10.4. Catalise heterogênea


Pode ser definida como aquela que ocorrem quando o sistema apresenta mais de uma fase, ou
seja, os reagentes e os produtos encontram-se num estado físico diferente do estado físico do
catalisador. Os catalizadores heterogêneo mais com são sólidos finamente divididos ou
poroso usados em reaccoes em fases gasosas ou em liquidas. Ele são finamente divididos ou
porosos para que tenha uma grande área superficial para a reaccao.

Alguns exemplos de catalise heterogênea estão mostrados abaixo

2H2O2(aq) MuO 2(S) 2H2O(l) + O2(g)


N2(g) + 3H2(g) Fe(S)



2NH3(g)

Catalisadores e reagentes em fases diferentes.


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11.0. Conclusão
A partir deste presente trabalho que por nos foi elaborado compreendemos que para se
estudar a maneira que os produtos são formados, e necessário ter o conhecimento da teoria
das colisões, diz que para que uma reacção ocorra, e necessário a colisão entre as partículas
das substâncias reagentes, que deve acontecer através de uma orientação adequada e com
uma energia maior que a energia mínima necessário para a ocorrência da reaccao.

Não basta, porem que a colisão entre as partículas de reagentes ocorra numa orientação
favorável para que a reaccao seja efectiva, isso quer dizer, para que as ligações entre os
reagentes sejam rompidas e novas ligações sejam formadas, dando origem aos produtos. Para
que a reaccao seja de facto efectiva é preciso que a colisão ocorra com uma energia mínima,
características de cada reaccao, que é denominada energia de activacao.

Em relação aos catalizadores concluímos que, os catalizadores são substancias que alteram a
velocidades de uma reaccao química sem se submeter a qualquer alteração química, por isso
os catalizadores não são consumidos durante a reaccao, eles participam apenas na formação
de compostos intermediaria durante a conversão dos reagentes em produtos. E as catalises
podem ser homogênea ou heterogênea.

Catalise homogênea elas encontram-se na mesma fase com os reagentes, e elas encontram-se
normalmente no estado gasoso. Enquanto que os catalise heterogêneos elas encontram-se em
diferentes fases com os reagentes.
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12.0. Referência bibliográfica


1. RUSSEL, John, Química Geral, 2.edicao v.2 pág. 58,59,21 v.2

2. FELTRE, Ricardo 6ª edição, v2 São Paulo, pág. 104, 2004

3. ATKINS, Peter. PAULA, Julio.Fisico-Quimica.vol.2.Rio de Janeiro:2008

4. BALL, david w, Físico-química, v2.Sao Paula,2001


5. MOORE, walter j, Fisico-quimica,4º edição v1, Rio de Janeiro,2001