Você está na página 1de 7

Para Vygotsky, a cultura molda o psicológico, isto é, Determina a maneira de pensar.

Pessoas
de diferentes culturas têm diferentes perfis psicológicos. As funções psicológicas de uma
pessoa são desenvolvidas ao longo do tempo e mediadas pelo social, através de símbolos
criados pela cultura. A linguagem representa a cultura e depende do intercâmbio social. Os
conceitos são construídos no processo histórico e o cérebro humano é resultado da evolução.
Em todas as culturas, os símbolos culturais fazem a mediação. Os conceitos são construídos e
internalizados de maneira não linear e diferente para cada pessoa.Toda abordagem é feita de
maneira de maneira holística (ampla) e o cotidiano é sempre em movimento, em
transformação. È a Dialética.A palavra é o microcosmo, o início de tudo e tem vários
significados, ou seja, é polissêmica; a mente vai sendo substituída historicamente pala pessoa,
que é sujeito do seu conhecimento.

Vygotsky desenvolveu um grande trabalho, reconhecido pelos estudiosos sobre a formação de


conceitos. Os conceitos espontâneos ou do cotidiano, também chamados de senso comum,
são aqueles que não passaram pelo crivo da ciência. Os conceitos científicos são formais,
organizados, sistematizados, testados pelos meios científicos, que em geral são transmitidos
pela escola e que aos poucos vão sendo incorporados ao senso comum. Trabalha com a idéia
de zonas de desenvolvimento. Todos temos uma zona de desenvolvimento real, composta por
conceitos que já dominamos. Vamos imaginar que numa escala de zero a 100, estamos no 30;
esta é a zona de desenvolvimento real nossa. Para os outros 70, sendo o nosso potencial,
Vygotsky chama de ZONA de DESENVOLVIMENTO PROXIMAL. Se uma pessoa chega ao 100, a
sua Zona de Desenvolvimento Proximal será ampliada, porque estamos sempre adquirindo
conceitos novos. Estabelece três estágios na aquisição desses conceitos.O 1º é o dos Conceitos
Sincréticos, ainda psicológicos evolui em fases e a escrita acompanha. Uma criança
de,aproximadamente, três anos de idade escreve o nome da mãe ou do pai, praticando a
Escrita Indecifrável, ou seja, se o pai é alto, ela faz um risco grande, se a mãe é baixa, ela risca
algo pequeno.Aproximadamente aos 4 anos de idade, a criança entra numa nova fase, a
Escrita Pré-silábica, que pode ser Unigráfica: semelhante ao desenho anterior, mas mais bem
elaborado; Letras Inventadas: não é possível ser entendido, porque não pertence a nenhum
sistema de signo; Letras Convencionais: jogadas aleatoriamente sem obedecer a nenhuma
seqüência lógica de escrita.

No desenvolvimento, aos 4 ou 5 anos, a criança entra na fase da Escrita Silábica, quando as


letras convencionais representam sílabas, não separa vogais e consoantes, faz uma mistura e
às vezes só maiúsculas ou só minúsculas.

Com aproximadamente 5 anos, a criança entra em outra fase, a Escrita Silábica Alfabética.
Neste momento a escrita é caótica, faltam letras, mas apresenta evolução em relação à fase
anterior.

Com mais ou menos 6 anos de idade, a criança entra na fase da Escrita Alfabética: já conhece o
valor sonoro das letras, mas ainda erra.Somente com o hábito de ler e escrever que esses
erros vão sendo corrigidos.Ferreiro aconselha não corrigir a escrita da criança durante as
primeiras fases. No início, ela não tem estrutura e depois vai adquirindo aos poucos. Nesse
instante o erro deve ser trabalhado, porque a criança está adquirindo as estruturas
necessárias.

Sobre educação de adultos, considera que as fases iniciais já foram eliminadas, porque mesmo
sendo analfabeta, a pessoa conhece números e letras.
Considera a Zona de Desenvolvimento Proximal de Vygotsky, a lei de equilíbrio e desequilíbrio
de Piaget e a internalização do conhecimento. Trabalha com hipóteses, no contexto, com visão
de processo, aceitando a problematização, dentro da visão Dialética holística. 

De acordo com o cientista bielorrusso Lev Semyonovitch Vygotsky existem três degraus de
desenvolvimento: Nível de Desenvolvimento Real, Nível de Desenvolvimento Potencial e Zona
de Desenvolvimento Proximal.

Nível de Desenvolvimento Real

Este grau é determinado pela capacidade que uma pessoa tem de solucionar sozinha as
atividades que aparecem no caminho. Mas isso não significa que o indivíduo é um autodidata
que aprende tudo sozinho. O aprendizado por meio dos estudos, do autoconhecimento, da
leitura de livros, da escuta de palestras, do envolvimento com atividades educativas, do
convívio com outras pessoas e da experiência são apenas alguns dos fatores que contribuem
para que um ser humano construa sua inteligência, intelecto, habilidade técnica, senso crítico
e que seja capaz de resolver problemas sozinho.

Como conquistar o Nível de Desenvolvimento Real

O Nível Real é conquistado a partir do estabelecimento do conteúdo envolto e


provisoriamente disponível na ZDP, sendo incluso à estrutura cognitiva do aprendiz de forma
substancial, constante e classificatória, proveniente do atingimento total dos estágios de
desenvolvimento do indivíduo.

Nível de Desenvolvimento Potencial

Neste item se determina a capacidade que uma pessoa tem para resolver as atividades
propostas por uma pessoa mais experiente. Trazendo este nível para o processo de coaching,
podemos dizer que o profissional coach que estiver orientando um indivíduo durante um
atendimento é a pessoa com mais experiência. Por isso, é essencial ouvir o coach, pois ele
estudou sobre o assunto e está disposta a lhe passar sabedoria e ferramentas para que você
mesmo possa evoluir sozinho.

Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP)

Este degrau é considerado como o nível intercessor entre o Desenvolvimento Real e o


Desenvolvimento Potencial. De acordo com Vygotsky, a ZDP é fomentada pela interação de um
indivíduo aprendiz com outros indivíduos com maior experiência. O uso dessa abordagem na
prática educacional necessita que o professor ou instrutor identifique a Zona Proximal e a
estimule rumo ao progresso conjunto. Isso faz com que o caminho de aprendizagem seja o
condutor do aprendiz da Zona de Desenvolvimento Proximal ao Nível de Desenvolvimento.
Zonas de desenvolvimento

Como na teoria de aprendizagem de Vygotsky, o desenvolvimento da criança está diretamente


relacionado à sua socialização, ele categorizou esse processo em três níveis.

1. Zona de desenvolvimento real: refere-se às etapas já alcançadas pela criança e que


permitem que ela solucione problemas de forma independente.

2. Zona de desenvolvimento potencial: é a capacidade que a criança tem de


desempenhar tarefas desde que seja ajudada por adultos ou companheiros mais
capazes.

3. Zona de desenvolvimento proximal: é a distância entre as zonas de desenvolvimento


real e potencial. Ou seja, é o caminho a ser percorrido até o amadurecimento e a
consolidação de funções.

Isso significa que, antes mesmo de frequentar a escola, a criança desenvolve seu potencial a
partir das trocas estabelecidas e adquire conhecimento.

Quando vai para o ambiente escolar, ela se familiariza com esse mundo e sai da zona de
desenvolvimento real para, com auxílio do professor, atingir seu desenvolvimento potencial.

A noção de desenvolvimento remete a um contínuo de evolução. Assim, é como se o indivíduo


caminhasse ao longo do ciclo vital. Essa evolução nem sempre é linear e ocorre nos aspectos
afetivo, cognitivo, social e motor. O processo inclui tanto a maturação biológica quanto as
interações com o meio.

A cultura ao redor do indivíduo é uma das principais influências nesse processo. Pela interação
social, cada pessoa aprende, se desenvolve, cria formas de agir no mundo e amplia os meios
de atuar no complexo contexto que a cerca.

Para Vygotsky, o nível de desenvolvimento potencial é muito mais indicativo do


desenvolvimento da criança que o nível de desenvolvimento real

A distância entre o nível de desenvolvimento real e o nível de desenvolvimento potencial,


caracteriza o que Vygotsky denominou de Zona de Desenvolvimento Proximal.

Vygotsky denominou funções mentais superiores, os processos essencialmente humanos, tais


como: como memória, atenção, imaginação, planejamento, elaboração de conceitos,
desenvolvimentos da vontade, raciocínio.
Diferenças entre Piaget e Vygotsky

Do que foi visto, é possível afirmar que tanto Piaget como Vygotsky concebem a criança como
um ser ativo, atento, que constantemente cria hipóteses sobre o seu ambiente. Há, no
entanto, grandes diferenças na maneira de conceber o processo de desenvolvimento. As
principais delas, em resumo, são as seguintes:

A) QUANTO AO PAPEL DOS FATORES INTERNOS E EXTERNOS NO DESENVOLVIMENTO

Piaget privilegia a maturação biológica; Vygotsky, o ambiente social, Piaget, por aceitar que os
fatores internos preponderam sobre os externos, postula que o desenvolvimento segue uma
seqüência fixa e universal de estágios. Vygotsky, ao salientar o ambiente social em que a
criança nasceu, reconhece que, em se variando esse ambiente, o desenvolvimento também
variará. Neste sentido, não se pode aceitar uma visão única, universal, de desenvolvimento
humano.

B) QUANTO À CONSTRUÇÃO REAL

Piaget acredita que os conhecimentos são elaborados espontaneamente pela criança, de


acordo com o estágio de desenvolvimento em que esta se encontra. A visão particular e
peculiar (egocêntrica) que as crianças mantêm sobre o mundo vai, progressivamente,
aproximando-se da concepção dos adultos: torna-se socializada, objetiva. Vygotsky discorda de
que a construção do conhecimento proceda do individual para o social. Em seu entender a
criança já nasce num mundo social e, desde o nascimento, vai formando uma visão desse
mundo através da interação com adultos ou crianças mais experientes. A construção do real é,
então, mediada pelo interpessoal antes de ser internalizada pela criança. Desta forma,
procede-se do social para o individual, ao longo do desenvolvimento.

C) QUANTO AO PAPEL DA APRENDIZAGEM

Piaget acredita que a aprendizagem subordina-se ao desenvolvimento e tem pouco impacto


sobre ele. Com isso, ele minimiza o papel da interação social. Vygotsky, ao contrário, postula
que desenvolvimento e aprendizagem são processos que se influenciam reciprocamente, de
modo que, quanto mais aprendizagem, mais desenvolvimento.

D) QUANTO AO PAPEL DA LINGUAGEM NO DESENVOLVIMENTO E Á RELAÇÃO ENTRE


LINGUAGEM E PENSAMENTO

Segundo Piaget, o pensamento aparece antes da linguagem, que apenas é uma das suas
formas de expressão. A formação do pensamento depende, basicamente, da coordenação dos
esquemas sensorimotores e não da linguagem.Esta só pode ocorrer depois que a criança já
alcançou um determinado nível de habilidades mentais, subordinando-se, pois, aos processos
de pensamento. A linguagem possibilita à criança evocar um objeto ou acontecimento ausente
na comunicação de conceitos.Piaget, todavia, estabeleceu uma clara separação entre as
informações que podem ser passadas por meio da linguagem e os processos que não parecem
sofrer qualquer influência dela. Este é o caso das operações cognitivas que não podem ser
trabalhadas por meio de treinamento específico feito com o auxílio da linguagem. Por
exemplo, não se pode ensinar, apenas usando palavras, a classificar, a seriar, a pensar com
responsabilidade.

Já para Vygotsky, pensamento e linguagem são processos interdependentes, desde o início da


vida. A aquisição da linguagem pela criança modifica suas funções mentais superiores: ela dá
uma forma definida ao pensamento, possibilita o aparecimento da imaginação, o uso da
memória e o planejamento da ação. Neste sentido, a linguagem, diferentemente daquilo que
Piaget postula, sistematiza a experiência direta das crianças e por isso adquire uma função
central no desenvolvimento cognitivo, reorganizando os processos que nele estão em
andamento.

TEORIA DO DESENVOLVIMENTO DE LEV S. VYGOTSKY

Para Vygotsky, a criança nasce inserida num meio social, que é a família, e é nela que
estabelece as primeiras relações com a linguagem na interação com os outros. Nas interações
cotidianas, a mediação (necessária intervenção de outro entre duas coisas para que uma
relação se estabeleça) com o adulto acontece espontaneamente no processo de utilização da
linguagem, no contexto das situações imediatas.

Essa teoria apoia-se na conceção de um sujeito interativo que elabora seus conhecimentos
sobre os objetos, em um processo mediado pelo outro. O conhecimento tem gênese nas
relações sociais, sendo produzido na intersubjetividade e marcado por condições culturais,
sociais e históricas.

Segundo Vygotsky, o homem se produz na e pela linguagem, isto é, é na interação com outros
sujeitos que formas de pensar são construídas por meio da apropriação do saber da
comunidade em que está inserido o sujeito. A relação entre homem e mundo é uma relação
mediada, na qual, entre o homem e o mundo existem elementos que auxiliam a atividade
humana. Estes elementos de mediação são os signos e os instrumentos. O trabalho humano,
que une a natureza ao homem e cria, então, a cultura e a história do homem, desenvolve a
atividade coletiva, as relações sociais e a utilização de instrumentos. Os instrumentos são
utilizados pelo trabalhador, ampliando as possibilidades de transformar a natureza, sendo
assim, um objeto social.

Os signos também auxiliam nas ações concretas e nos processos psicológicos, assim como os
instrumentos. A capacidade humana para a linguagem faz com que as crianças providenciem
instrumentos que auxiliem na solução de tarefas difíceis, planejem uma solução para um
problema e controlem seu comportamento. Signos e palavras são para as crianças um meio de
contato social com outras pessoas. Para Vygotsky, signos são meios que auxiliam/facilitam
uma função psicológica superior (atenção voluntária, memória lógica, formação de conceitos,
etc.), sendo capazes de transformar o funcionamento mental. Desta maneira, as formas de
mediação permitem ao sujeito realizar operações cada vez mais complexas sobre os objetos.
 

Segundo Vygotsky, ocorrem duas mudanças qualitativas no uso dos signos: o processo de
internalização e a utilização de sistemas simbólicos. A internalização é relacionada ao recurso
da repetição onde a criança apropria-se da fala do outro, tornando-a sua. Os sistemas
simbólicos organizam os signos em estruturas, estas são complexas e articuladas. Essas duas
mudanças são essenciais e evidenciam o quanto são importantes as relações sociais entre os
sujeitos na construção de processos psicológicos e no desenvolvimento dos processos mentais
superiores. Os signos internalizados são compartilhados pelo grupo social, permitindo o
aprimoramento da interação social e a comunicação entre os sujeitos. As funções psicológicas
superiores aparecem, no desenvolvimento da criança, duas vezes: primeiro, no nível social
(entre pessoas, no nível interpsicológico) e, depois, no nível individual (no interior da criança,
no nível intrapsicológico). Sendo assim, o desenvolvimento caminha do nível social para o
individual.

Como visto, exige-se a utilização de instrumentos para transformar a natureza e, da mesma


forma, exige-se o planejamento, a ação coletiva, a comunicação social. Pensamento e
linguagem associam-se devido à necessidade de intercâmbio durante a realização do trabalho.
Porém, antes dessa associação, a criança tem a capacidade de resolver problemas práticos
(inteligência prática), de fazer uso de determinados instrumentos para alcançar determinados
objetivos. Vygotsky chama isto de fase pré-verbal do desenvolvimento do pensamento e uma
fase pré-intelectual no desenvolvimento da linguagem.

Por volta dos 2 anos de idade, a fala da criança torna-se intelectual, generalizante, com função
simbólica, e o pensamento torna-se verbal, sempre mediado por significados fornecidos pela
linguagem. Esse impulso é dado pela inserção da criança no meio cultural, ou seja, na
interação com adultos mais capazes da cultura que já dispõe da linguagem estruturada.
Vygotsky destaca a importância da cultura; para ele, o grupo cultural fornece ao indivíduo um
ambiente estruturado onde os elementos são carregados de significado cultural.

Os significados das palavras fornecem a mediação simbólica entre o indivíduo e o mundo, ou


seja, como diz VYGOTSKY (1987), é no significado da palavra que a fala e o pensamento se
unem em pensamento verbal. Para ele, o pensamento e a linguagem iniciam-se pela fala
social, passando pela fala egocêntrica, atingindo a fala interior que é pensamento reflexivo.

A fala egocêntrica emerge quando a criança transfere formas sociais e cooperativas de


comportamento para a esfera das funções psíquicas interiores e pessoais. No início do
desenvolvimento, a fala do outro dirige a ação e a atenção da criança. Esta vai usando a fala de
forma a afetar a ação do outro. Durante esse processo, ao mesmo tempo que a criança passa a
entender a fala do outro e a usar essa fala para regulação do outro, ela começa a falar para si
mesma. A fala para si mesma assume a função auto-reguladora e, assim, a criança torna-se
capaz de atuar sobre suas próprias ações por meio da fala. Para Vygotsky, o surgimento da fala
egocêntrica indica a trajetória da criança: o pensamento vai dos processos socializados para os
processos internos.
 

A fala interior, ou discurso interior, é a forma de linguagem interna, que é dirigida ao sujeito e
não a um interlocutor externo. Esta fala interior, se desenvolve mediante um lento acúmulo de
mudanças estruturais, fazendo com que as estruturas de fala que a criança já domina, tornem-
se estruturas básicas de seu próprio pensamento. A fala interior não tem a finalidade de
comunicação com outros, portanto, constitui-se como uma espécie de “dialeto pessoal”, sendo
fragmentada, abreviada.

A relação entre pensamento e palavra acontece em forma de processo, constituindo-se em um


movimento contínuo de vaivém do pensamento para a palavra e vice-versa. Esse processo
passa por transformações que, em si mesmas, podem ser consideradas um desenvolvimento
no sentido funcional. VYGOTSKY (op.cit.) diz que o pensamento nasce através das palavras. É
apenas pela relação da criança com a fala do outro em situações de interlocução, que a criança
se apropria das palavras, que, no início, são sempre palavras do outro. Por isso, é fundamental
que as práticas pedagógicas trabalhem no sentido de esclarecer a importância da fala no
processo de interação com o outro.

           

Segundo VYGOTSKY (1989), a aprendizagem tem um papel fundamental para o


desenvolvimento do saber, do conhecimento. Todo e qualquer processo de aprendizagem é
ensino-aprendizagem, incluindo aquele que aprende, aquele que ensina e a relação entre eles.
Ele explica esta conexão entre desenvolvimento e aprendizagem através da zona de
desenvolvimento proximal (distância entre os níveis de desenvolvimento potencial e nível de
desenvolvimento real), um “espaço dinâmico” entre os problemas que uma criança pode
resolver sozinha (nível de desenvolvimento real) e os que deverá resolver com a ajuda de
outro sujeito mais capaz no momento, para em seguida, chegar a dominá-los por si mesma
(nível de desenvolvimento potencial).

Você também pode gostar