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INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO

DE APRENDIZAGEM

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Objectivos

 Definir avaliação

 Enumerar as diferentes técnicas de avaliação

 Identificar as causas da subjectividade da avaliação

 Construir e aplicar instrumentos de avaliação

O que é a avaliação?
A Avaliação é uma atitude do nosso quotidiano que se consubstancia num
constante ajuizar, julgar, medir, testar, comparar, …, estabelecendo relações
através da utilização dos nossos sentidos, dos nossos conhecimentos, das nossas
experiências.

Portanto:
Não é
– Algo externo ao processo de ensino-aprendizagem
– Uma actividade pontual
– Separado e alheio ao processo ensino-aprendizagem
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– Apenas para “julgar” os formandos

Técnicas de avaliação?

As técnicas de avaliação são acções cuidadosamente escolhidas para fornecerem


dados que permitam medir ou constatar eficazmente a aprendizagem verificada.

Técnicas de Avaliação Vantagens Desvantagens

* Permite captar importantes * É uma actividade * Fich


Observação elementos no momento em extremamente exigente e Regis
que acontecem, de uma cansativa para o formador, vão oc
forma fidedigna e real; principalmente; sessã
um ex
Permite obter dados em todos * Requer uma atenção e
os domínios do saber: cuidado constantes;
- Afectivo * Lista
- Cognitivo * Diminui a disponibilidade Listag
- Psicomotor do formador para o grupo, que e
já que tem de se concentrar aconte
num formando de cada vez. registo
object

* Esca
Permi
determ
escala

* Facilita o diálogo directo * A avaliação oral individual


formador – formando é morosa

* Torna-se difícil criar


* Permite o treino da condições de igualdade e
Formulação Oral expressão oral uniformidade
de
Perguntas * Favorece os formandos
com melhor expressão oral.
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* Inqu
Permite obter * Há uma maior economia * Tempo despendido na sua apres
essencialmente de tempo concepção de for
dados colher
cognitivos; * Tratamento igual dos afectiv
Consubstancia- Escrito formandos * Vantagem que confere vocac
se em duas aos formandos dotados de avalia
formas: * O formador pode estudar a maior facilidade na questi
avaliação oral resposta dos formandos e expressão e interpretação escala
e escrita. compará-las. escritas.
* Test
dados
são co
mais q
produ

AVALIAÇÃO ESCRITA (INSTRUMENTOS)

TESTES DE PRODUÇÃO

 Produção longa
 Produção curta

TESTE DE SELECÇÃO

 Verdadeiro e Falso;
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 Questões de completar;
 Questões de emparelhamento;
 Questões de escolhas multiplicas.

1. Para que a Observação seja eficaz é necessário:


 Inventariar previamente os dados que pretendemos recolher;
 Observar discretamente, sem pontuar os formandos;
 Criar no grupo um ambiente propício à observação sem inibições, com à
vontade, espontaneidade e autenticidade;
 Ter em conta as características próprias de cada formando;
 Ser imparcial e objectivo;
 Manter o bom senso nas generalizações e julgamentos;
 Criar instrumentos adequados à observação.

2. Para perguntar eficazmente é necessário:

 Elaborar previamente uma lista de perguntas objectivas e representativas;


 Avaliar o que o formando sabe e não procurar exaustivamente o que ele
não sabe;
 Na avaliação formativa, fazer perguntas a todos os elementos;
 Na avaliação sumativa, deverão fazer-se as mesmas perguntas a todos os
formandos, criando assim igualdade e uniformidade na avaliação.

Fases de elaboração

Na elaboração de um dispositivo devemos ter em conta as seguintes fases:

a) Identificar o TIPO DE AVALIAÇÃO pretendida;


b) Criar QUESTÕES
c) Criar a CORRECÇÃO a essas questões;
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d) Criar TABELAS DE COTAÇÃO para padronizar as respostas,
reduzindo a subjectividade da correcção;
e) Prever a DECISÃO, qual o limite de conhecimentos;
f) Prever a REMEDIAÇÃO, criando alternativas.

Subjectividade da avaliação

Cada avaliador tem a sua maneira muito própria de avaliar, baseada em muitos
factores, alguns dos quais escapam à sua consciência e dependem de condições
físicas e psicológicas do próprio avaliador.
Algumas causas são:
Estereótipos – o avaliador desenvolve uma tendência para avaliar o formando de
forma e fá-lo de tal forma que deixa de ter em conta uma possível evolução ou
retrocesso do próprio formando.
Efeito de halo – o avaliador cria um preconceito relativo aos formandos, podendo
ser positivo ou negativo, que poderá influenciar da mesma forma a avaliação.
Efeito de ordem de correcção – a ordem pela qual se avalia pode influenciar a
actividade do avaliador.
Ausência de critérios comuns – a falta de critérios de avaliação comuns a todos
os formandos pode resultar da falta de definição de objectivos de formação e
avaliação específicos, concretos e bem definidos.
Efeito de informação prévia – o facto de o avaliador possuir informações prévias
acerca de determinado formando pode condicionar o desenvolvimento e o
resultado da avaliação.

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