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Atividade de Fenômenos dos Transportes

Engenharia Ambiental e Sanitária


Alunos: Igor Gomes e Fábio Fernandes

1.3
Método de Solução
1- Cilindro de uma bomba de pneu esquenta ao ser utilizado
2 - Motivo físico para tal aquecimento.
3-

Desenho: esquema da bomba ilustrada Gás, Fronteira e Superfície de Controle.


4 - Equação do gás ideal → P .V = n.R.T
5 - Tal exercício pode ser aplicado por conta da pressão feita pelo gás, possivelmente havendo
transformação de energia .
6 - Sem transformações algébricas
7- Sem valores utilizados para responder a questão.

8-
Com relação ao exemplo temos uma noção de temperatura relacionada à energia interna do
gás que está vinculada a energia cinética dessas moléculas, o grau de agitação dessas “:
quanto mais quente maior é a energia interna e a velocidade média das moléculas. “. Dessa
forma, no exemplo ocorre trabalho envolvido no sistema para que haja tal aumento de
temperatura.
O atrito entre o pistão e o barril dissipa parte da energia mecânica, do movimento do barril em
energia térmica por conta do calor. A temperatura do gás dentro do cilindro aumenta à medida
que é comprimido,pois estamos fazendo trabalho sobre ele, logo, o sistema perde energia e o
gás ganha energia e se aquece,logo,, fazendo com que o cilindro fique quente.
9 - ​Por fim, temos uma noção de temperatura relacionada à energia interna do gás que
está vinculada a energia cinética dessas moléculas, o grau de agitação dessas : quanto
mais quente é a energia interna e a velocidade média das moléculas. “. Dessa forma, no
exemplo ocorre trabalho envolvido no sistema para que haja tal aumento de temperatura.
O atrito entre o pistão e o barril dissipa parte da energia mecânica, do movimento do
barril em energia térmica por conta do calor. A temperatura do gás dentro do cilindro
aumenta à medida que é comprimido,pois estamos fazendo trabalho sobre ele, logo, o
sistema perde energia e o gás ganha energia e se aquece,logo,, fazendo com que o
cilindro fique quente.

1.4
Metodo Soução
1- Explicar e debater a física do “quicar” da pedra no lago e no asfalto.
2- Fatores que possam influenciar tal movimento.

3-
Desenho : Altura da partícula no impacto ao longo do trajeto
4- Não foram necessárias leis básicas, apenas observações de conceitos.
5 - Relaciona a diferença entre impacto com água ( Líquido ) e sólido ( asfalto), podendo ser
visto como uma partícula.
6- Sem transformações algébricas.
7- Sem valores utilizados para responder a questão.
8- Analisando o comportamento da pedra quando é jogada na água, ela pode ou não penetrar
na água. Tais opções, podem ser de acordo com o ângulo de chegada/ contato da, o arrasto e
até o formato da pedra pode influenciar.
Caso o ângulo for muito inclinado, a pedra poderá afundar e o arrasto influenciar retardando o
movimento.
Outra angulação fará com que a pedra não entre na água, apenas tenha um contato, e esse
contato fará com que o arrasto, no caso o atrito com a água, irá reduzir a energia do
movimento, fazendo com que a pedra deixe de quicar na mesma velocidade ou altura.
No lançamento de pedra no asfalto, a pedra não irá penetrar nesse sólido por conta da sua
“disposição” molecular e a dureza. Nesse contexto, independente do ângulo ela irá quicar e
assim perder sua energia cinética com atrito com o solo e o formato a pedra não deve interferir.
Porém ela mantém a mesma perca de energia fazendo com que ela não salte na mesma altura
ao longo do movimento ( H e H´).
9- ​Por fim, o ângulo, o atrito ou arrasto , a geometria da pedra, podem influenciar o
quique ou não da pedra com a água. Porém, no asfalto, tais fatores não fazem com que
ela afunde no asfalto, avaliando como uma colisão inelástica também, não conservando
a energia cinética ,portanto a velocidade e pela disposição intermolecular de um sólido.

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