Você está na página 1de 26

METODOLOGIA CIENTÍFICA

Semana 01

• O que é Metodologia Científica?:

É o estudo dos métodos de conhecer, de buscar o conhecimento. É uma


forma de pensar para se chegar à Natureza de um determinado problema, seja
para explicá-lo ou estudá-lo.

Áreas

1-Epistemologia: Também conhecida como Filosofia da Ciência, a área se ocupa


da fundamentação da ciência

2-Metodologia Científica Aplicada: A Metodologia Científica está destinada à


pesquisa e à elaboração de trabalhos acadêmicos e científicos

• Porque estudar Metodologia Científica?

-Porque o conhecimento científico não existe sem método, sem uma linguagem
específica, ou um rigor próprio.

-Porque o maior desafio da Instituições de Ensino Superior está em desenvolver


a postura de um pesquisador ao longo do processo educacional.

-Porque é preciso desenvolver a autonomia do pensamento, muito presente


no meio acadêmico. No exercício profissional, o sucesso está intimamente
relacionado à capacidade de planejar e de organizar o pensamento, muitas vezes
adquirida por meio da busca do conhecimento, através das práticas de leitura e
da participação das atividades acadêmicas.

A Metodologia C. ligada ao CONHECIMENTO:

O que significa conhecer? Significa incorporar um conceito novo, ou


original, sobre um fato ou fenômeno qualquer. Qual o valor do conhecimento
para a vida humana? É o resultado das experiências que acumulamos em nossa
vida cotidiana. No mundo acadêmico os modos de conhecer são classificados
em:

• Senso comum ou conhecimento empírico; Aquilo que assimilamos por


tradição. Ideias que nos ajudam a interpretar a vida e a julgar certas situações.
Características: Espontâneo (Primário, simples e elementar. Nasce da tentativa
do homem resolver seus problemas no dia a dia), ametódico (Porque não possui
um método, ou seja, um procedimento, uma técnica.), empírico (Se baseia na
experiência cotidiana comum.), ingênuo ou acrítico(Não é crítico, não se coloca
como problema e não se questiona enquanto saber.) e subjetivo(É relativo ao
sujeito do conhecimento. É formado por juízos pessoais a respeito das coisas,
ocorrendo o envolvimento emocional e valorativo de quem observa.). Na
verdade, estamos mergulhados no senso comum, que geralmente se apresenta
como um saber ingênuo, fragmentado e por vezes conservador.

• Conhecimento Científico; Ciência é um saber racional e objetivo, que se


atém aos fatos podendo transcendê-los. A Ciência depende da investigação
metódica o que a torna analítica e requer exatidão e clareza na busca e aplicação
de leis, podendo se usar de predições úteis, porém verificáveis. Características : -
Saber racional que obedece a regras, leis, princípios e se contrapõe ao saber
ilusório, às emoções e às crenças; - Saber lógico e sistemático porque as ideias
formam uma ordem coerente; - Saber verificável e metódico, pois é passível de
exame para ter sua pretensão confirmada ou não. Para tanto segue uma técnica,
um procedimento.

• Conhecimento Filosófico; A filosofia é um modo de pensar que


acompanha o ser humano na tarefa de compreender o mundo e agir sobre ele.
“Mais que postura teórica, é uma atitude diante da vida, tanto nas condições
corriqueiras como nas situações-limites que exigem decisões cruciais.”.
Classificado em: Radical (Originada do Latin radix, radicis significa raiz e, no
sentido figurado, “fundamento”, “base”. A filosofia é considerada radical porque
busca explicitar os conceitos que estão na base do pensar e do agir. Investigam
as raízes, os princípios que orientam nossa existência.), Rigorosa (O
conhecimento filosófico pode ser rigoroso, pois o filósofo deve dispor de um
método a fim de proceder com rigor na investigação. São vários métodos para
proceder a investigações e desenvolver um pensamento rigoroso,
fundamentado, coerente e expresso numa linguagem também rigorosa. Os
conceitos devem ser claramente definidos.) e Saber de Conjunto (Ter como
característica o Saber em conjunto. Significa que a filosofia é globalizante
porque, ao examinar, observa os diversos aspectos de um problema e por visar o
todo, ela se torna interdisciplinar.)

• Discurso Religioso ou Conhecimento teológico: Enquanto o


conhecimento científico se fundamenta na evidência dos fatos observáveis e a
Filosofia na lógica de seus enunciados, o conhecimento teológico se preocupa
com a revelação divina. O conhecimento teológico ou religioso passa
necessariamente por representações abstratas que influenciam as ações no
mundo da vida, bem como conferem sentido às angústias e inquietações da
consciência. Neste ponto não só representa uma explicação sobre a origem de
todas as coisas como desvela o modo de determinada cultura entender e
interpretar a sua própria existência.

Semana 02- Conhecimento

• A Razão

O que podemos entender pelo termo razão?O termo racional vem da


palavra razão e pode ter várias acepções como: razão humana, razão particular,
razão universal, razão divina etc. Cada adjetivo adicionado ao termo altera o
sentido do conceito razão. Pressupondo que razão e intelecto se equiparam e
considerando a ideia de razão como uma faculdade humana, podemos nos
questionar:

E racionalidade? O que é? Racionalidade liga-se à ideia de racional,


compreendendo dessa maneira que o ser humano é um ser racional, que os
meios que utilizam são racionais, que o mundo é racional, ou seja, acreditamos
que o ser humano e o mundo são inteligíveis, suscetíveis de serem entendidos.
Galileu, por exemplo, acredita que o homem e o mundo são inteligíveis e
suscetíveis de entendimento ao tentar refutar uma das ideias de Aristóteles.

• O Sistemático:

O termo sistemático liga-se à ideia de sistema, que denota o sentido de um


todo organizado, interconectado em suas partes. Uma pesquisa, por exemplo,
segue um método sistemático porque é um processo de construção do
conhecimento a partir de objetivos gerais e específicos que visam alcançar
algum fim. Cada etapa da pesquisa dever estar interconectada formando um
sistema coerente de procedimentos e ideias, constituindo, assim, um todo
organizado.Pode-se notar que a intenção de Galileu era remontar um cenário,
dentro de um sistema, que desmistificasse os feitos de Aristóteles baseado nos
fatos. É interessante observar que, ao falarmos em termos como racional e
sistema, nos vinculamos ao sentido de método.

• O Método

A palavra método vem do grego (méthodos) ― caminho para chegar a um


fim. Nossos dicionários definem método como o conjunto de procedimentos
para atingir um objetivo, ou seja, uma maneira ordenada e sistemática de
agir.Assim fez Galileu, de maneira ordenada, provando que Aristóteles estava
errado através da queda das esferas.” Portanto, Metodologia é um conjunto de
métodos. Por isso, nos acostumamos a dizer que uma pessoa é metódica quando
segue um método de trabalho ou quando se preocupa com os detalhes. O que é o
Método Científico? “Trata-se de um conjunto de procedimentos por intermédio
dos quais se propõe problemas científicos e colocam-se à prova as hipóteses
científicas.”

No sentido literal, a Metodologia representa o estudo dos métodos e,


especialmente, do método da ciência, que se supõe universal.

Mas você já analisou por que o método é tão importante? Ajuda a


compreender o processo de investigação; Possibilita a demonstração; Disciplina
suas ações; Ajuda a perceber erros; Auxilia as decisões do cientista.

O método é, então, um plano de ação, em que a técnica utilizada é o modo


ou a maneira de realizar a atividade pretendida, permitindo que o procedimento
escolhido ocorra de maneira hábil e, se possível, perfeita.

Método Dedutivo: O cão estava desolado, o seu sofrimento por amor estava
lhe consumindo. Não havia reciprocidade de sentimentos. A cadela nem sabia
da sua existência e vivia no seu mundo paralelo. Tudo era triste até o momento
em que o cão escutou algo que mudou a sua vida... Se todas as premissas forem
verdadeiras, a conclusão será verdadeira.; Toda a informação contida na
conclusão já estava presente nas premissas. Método hipotético-dedutivo: Karl
Popper (1922-1996) criticou o método indutivo e lançou as bases do método
chamado hipotético-dedutivo que consiste na construção de hipóteses, cujas
predições devem se submeter ao critério da falseabilidade.Popper dizia que
qualquer enunciado que só tenha termos observacionais poderia dizer mais do
que se pode ver. Ex. Copo com água.

Método Indutivo: Durante a manutenção de um poste de energia, o


eletricista, ainda novo no ramo, notou que existia uma instalação irregular, feita
com cobre, zinco e cobalto e pensou... Se todas as premissas forem verdadeiras,
a conclusão será provável. A conclusão apresenta informação que não estava
presente nas premissas.

Semana 03- Metodologia aplicada à pesquisa

• Pesquisa:

A pesquisa pode ser considerada um procedimento formal com método de


pensamento reflexivo que requer um tratamento científico e se constitui no
caminho para se conhecer a realidade ou para descobrir verdades parciais.
Significa muito mais do que apenas procurar a verdade: é encontrar respostas
para questões propostas, utilizando métodos científicos. Características: o
levantamento de algum problema; a solução à qual se chega; os meios
escolhidos para chegar a essa solução, como os instrumentos científicos e os
procedimentos adequados. E quanto ao termo pesquisa científica, do que se
trata? Trata-se do tipo de pesquisa que objetiva contribuir para o
desenvolvimento do conhecimento humano em todas as áreas, sendo
sistematicamente planejada e executada segundo critérios rigorosos de
processamento das informações. Uma pesquisa será considerada científica, se
for objeto de investigação planejada, desenvolvida e redigida conforme as
normas metodológicas consagradas pela ciência. Quanto ao Pesquisador: É
importante destacar que a possibilidade de êxito na tarefa de pesquisa depende
das razões e motivações do pesquisador. Curiosidade, criatividade, integridade
intelectual, atitude autocorretiva, sensibilidade social, imaginação disciplinada,
perseverança, paciência e confiança na experiência são ações e atitudes que
devem ser incorporadas à pessoa que for ou estiver no papel de pesquisador.

É preciso ter planejamento e considerar aspectos como classificação,


abordagem, objetivo e procedimentos, pois estes delimitam a busca do que se
pretende pesquisar. A classificação da pesquisa está relacionada à sua natureza,
ou seja, àquilo que compõe a essência da pesquisa: Conhecida também por
básica ou teórica, a Pesquisa Pura: objetiva gerar novos conhecimentos úteis
para o avanço da ciência sem aplicação prática prevista. Envolve verdades e
interesses universais. É motivada basicamente pela curiosidade intelectual do
pesquisador. Exemplo: A origem do universo.
Pesquisa Aplicada: É aquela que objetiva gerar conhecimentos para a
aplicação prática, dirigidos à solução de problemas específicos. Envolve
verdades e interesses locais. Exemplo: A busca de uma vacina contra a AIDS.

Semana 04- Diferentes técnicas de estudo

A leitura e as atividades Acadêmicas: Acostumamo-nos a ouvir que as


tecnologias invadiram nossa experiência cotidiana, não é mesmo? Muitos
acreditam que os jovens se afastaram da leitura em razão de um suposto excesso
de tecnologias. Esse afastamento, consequentemente, teria provocado um
empobrecimento da linguagem. Há quem diga também que não tem paciência
para ler um livro, que ver um filme é muito melhor. Ou, ainda, saem com frases
do tipo: “o que não tenho é tempo! ”Será que isso é verdade? Ou estamos diante
de alguém que não criou o hábito de ler? É natural não termos tempo para
certas coisas. Ninguém tem tempo, no final das contas, mas todos querem saber
tudo, não é?Vamos descobrir nesta aula que a leitura não foi deixada de lado e
que ela é o primeiro passo para colocar em prática as técnicas de estudo e
desenvolver as atividades acadêmicas.

Durante a leitura, experimentamos um mundo totalmente novo ou


melhoramos o nosso. E isso é muito gratificante, não é mesmo? Saber ler de
maneira eficiente nos ajuda a descobrir novos caminhos, fertiliza a inteligência,
nos ajuda a compreender a vida e a viver melhor ao lado do outro. Uma mente
fertilizada tem mais chance diante da crise.Tudo bem que agora não é
necessário adquirir um livro para ler um bom texto, já que as mídias eletrônicas
possibilitam a leitura em telas. Porém, mesmo com essa tecnologia, as
principais fontes de pesquisa e conhecimento ainda são os bons e velhos livros,
principalmente no meio acadêmico. Por isso, vamos começar com a escolha
deles.

1. Título: Observe o título e o subtítulo, se houver. Na maioria das vezes, ele


indica o assunto e, às vezes, até a intenção do autor. 2/6. Orelha: Se o livro
apresentar “orelhas”, faça a leitura da informação trazida nelas. Na que
acompanha a capa, geralmente encontramos uma apreciação da obra feita por
alguém de prestígio. 3. Ficha Catalográfica: Em seguida, leia a ficha
catalográfica e verifique as qualificações da obra e do autor. Atente-se para a
data da publicação e certifique-se de que é a versão mais atualizada. 4. Sumário:
Verifique o sumário. Nesta parte você encontrará uma divisão em tópicos de
como o livro foi organizado.Muitas vezes é ele que nos dá a dica de que o livro
traz exatamente o assunto que estamos pesquisando. 5. Prefácio: Se possível,
leia a introdução ou o prefácio, se houver. Neste, o autor apresenta a
metodologia usada e os objetivos do trabalho realizado ou até mesmo um
resumo do livro. 7. Contracapa: A contracapa ajuda muito na nossa escolha. Ela
costuma conter um texto de apresentação, a sinopse, ou mesmo um trecho do
livro, dando uma espécie de amostra do que vamos encontrar nele.

Fichamento: quando utilizar e como elaborar: Quando utilizar os


fichamentos? O fichamento é uma prática de redação que ajuda organizar
estudos e pesquisas de forma mais efetiva. Agrega em suas características o
resumo do documento ou texto consultado, sua referência, sua localização física
e metodologia de arquivamento para posterior recuperação de todas estas
informações. O fichamento é um meio de desenvolver as técnicas de redação
como resumo e resenha dependendo de sua finalidade. Auxilia a treinar a
elaboração de referências, redação científica (resumo e resenha), identificação
de assuntos, pesquisa em centros de informação e bibliotecas e práticas de
arquivamento. Os fichamentos feitos em meio acadêmico e em sala de aula, não
necessitam da metodologia para armazenamento, sendo assim não precisam
conter o local da obra (a não ser que seja pedido) e o espaço para identificação
da ficha. As técnicas empregadas para o fichamento científico utilizado em meio
acadêmico é muito semelhante à redação de resumos e resenhas científicas.Já
os fichamentos para fins de pesquisa e estudo levam mais em consideração
identificar o assunto do que foi fichado logo no início da ficha, assim como seu
código de armazenamento que pode ser numérico, alfabético ou alfanumérico e
a localização física da obra original.

Resenha: Toda resenha deverá conter um resumo da obra e um juízo


crítico a respeito dos argumentos do autor. Nesse sentido, a diferença entre
resumo e resenha está justamente nesta parte do texto em que se elabora uma
crítica.Mas fique tranquilo, nesta aula estudaremos com detalhes a resenha e
você ficará craque no assunto. Toda resenha deverá conter um resumo da obra e
um juízo crítico a respeito dos argumentos do autor. Nesse sentido, a diferença
entre resumo e resenha está justamente nesta parte do texto em que se elabora
uma crítica.Mas fique tranquilo, nesta aula estudaremos com detalhes a resenha
e você ficará craque no assunto. Etapas para elaborar uma resenha: Situar as
ideias do autor no contexto geral de seu próprio pensamento; Situar o autor em
um contexto mais amplo, mostrando o sentido de sua perspectiva e destacando
os pontos importantes ou originais de seu pensamento; Desvelar os
pressupostos que aparecem e que justificam a posição assumida pelo autor;
Comparar as ideias do texto com ideias afins; Crítica: formular um juízo crítico,
uma avaliação, uma tomada de posição.

-No caso da técnica de estudo da resenha, elaboramos uma análise


interpretativa. Como você já percebeu, o resenhista precisa ter conhecimentos
na área. Você deve iniciar-se na prática, começando pela elaboração de resumos
para, pouco a pouco, adquirir habilidades para vir a elaborar uma resenha.

Resumo: Resumo é uma síntese sob forma de redação do fichamento de


leitura, buscando compreender o sentido do texto. Uma apresentação sucinta e
ordenada das ideias centrais do texto lido, sem a utilização de citação. Quando
elaboramos um resumo, produzimos uma análise temática do texto lido. É o
momento da compreensão do texto, entendendo as ideias do autor. Segundo
Severino (2007), ao elaborar um resumo, o leitor deve fazer as seguintes
perguntas: Qual é o tema? Qual a perspectiva da abordagem? Como o assunto
foi problematizado? Como o autor responde ao problema? Que posição assume?
Que ideia defende? O que quer demonstrar? Como o autor comprova sua tese?

Semana 05- Planejamento e Tipos de trabalho científico


Por onde começar um trabalho acadêmico? A primeira fase de qualquer
trabalho de pesquisa é a definição do que será estudado. Se o tema da pesquisa
não for estabelecido pelo professor, você terá liberdade para fazê-lo. Porém,
você deve ter cautela ao escolher o assunto que pretende investigar, porque essa
flexibilidade pode te colocar em uma enrascada.

Pensamos logo em escolher um tema de nosso interesse pelo nosso gosto,


não é mesmo? Algo sobre o qual queremos saber mais e achamos atraente. Mas
isso pode não ser nada produtivo. Ao escolher um tema, devemos levar em
consideração, por exemplo, se há uma bibliografia considerável sobre o assunto,
se esta é fácil de ser encontrada, se estamos seguros para desenvolver os
argumentos etc. Não podemos escolher algo sobre o qual não conseguiremos
falar, não é verdade? Isso, sem dúvida, comprometerá o desenvolvimento do
trabalho.

1. Escolha do tema: O que vou pesquisar? A inspiração para o tema pode


vir de um aspecto ou uma área de interesse de um assunto que se deseja provar
ou desenvolver. A vivência diária, as questões polêmicas, reflexão, leituras,
debates, discussões também nos servem como fontes de assuntos.

2. Originalidade: Precisa ser original? Originalidade não é pré-requisito. Você


pode pesquisar um tema mesmo que este não seja inédito.

3. Revisão de Literatura: Se o tema não é inédito, quem já pesquisou algo


semelhante? É importante saber quem já pesquisou o assunto escolhido e que
contribuição deu para o seu desenvolvimento/conclusão.Para isso, procure
trabalhos semelhantes ou idênticos e pesquise publicações na área. Depois liste
os argumentos e veja quais textos você poderá utilizar para apoiar suas ideias.
Essa revisão da literatura o ajudará até mesmo a organizar a estrutura do
trabalho.

4. Justificativa: Por que estudar esse tema? Que vantagens e benefícios a


pesquisa proporcionará? Qual a importância profissional e cultural da pesquisa?
As respostas dessas questões são as razões que o levarão a estudar o tema
escolhido.

5. Formulação do problema: levantamento das questões norteadoras. Que


questões estou disposto a responder?

Deve-se definir claramente o problema, apresentá-lo no formato de perguntas e


delimitá-lo em termos de tempo e espaço.

6. Determinação de objetivos: O que pretendo alcançar com a pesquisa? É


importante formular um único objetivo geral que apresente o propósito da
pesquisa. Os objetivos específicos representam a divisão do objetivo geral em
outros menores.

Planejar e pesquisar são o lema. Seguindo os passos que acabamos de


analisar fica fácil perceber como é importante fazer um planejamento do
trabalho, não é mesmo? Então, antes de iniciar qualquer trabalho acadêmico,
dedique-se ao planejamento, procure traçar o caminho mais eficiente para ficar
claro o que se pretende com ele. Esse planejamento o ajudará a encontrar um
tema interessante e sem obstáculos que comprometam a sua pesquisa. Assim,
você caminhará com mais segurança ao realizar o trabalho, aumentando
inclusive as chances de terminá-lo no prazo sem passar apertos, já que tem uma
boa ideia de quanto tempo precisará dedicar a cada fase da pesquisa. Vale o
esforço! O planejamento ainda contribui para a escolha de um tema que pode
levar seu trabalho a ter uma aplicação prática. O que é uma bela recompensa,
não é mesmo? Prepare-se bem e você economizará tempo mais tarde e não terá
a chance de escolher um tema improdutivo. Tenha certeza!

-Depois de escolhido o tema, deve-se pensar no problema a ser estudado.


Sabemos que o mais comum ao ouvirmos a palavra problema é pensarmos em
obstáculo, contratempo, situação difícil, conflito, não é? Mas, no nosso caso, o
problema é científico e significa assunto controverso, isto é, refletir sobre um
assunto que ainda não foi satisfatoriamente respondido, em qualquer campo de
conhecimento. Este problema, então, faz de um tema um objeto de pesquisas
científicas ou discussões acadêmicas, em qualquer domínio do conhecimento. A
clareza na formulação do problema científico refletirá na formulação dos
objetivos e, consequentemente, no sucesso de sua pesquisa.

Por que elaborar problemas científicos? Problematizar consiste em


formular questões sobre o tema, ou seja, apresentar um questionamento que
envolve o tema da pesquisa. É preciso esclarecer, portanto, que não se trata de
uma simples pergunta, mas de um enunciado construído pela observação e
investigação a partir de leituras aprofundadas sobre o tema escolhido. Essa
tarefa envolve habilidades do pesquisador, o domínio do assunto, bem como a
bibliografia disponível.

Dos problemas às hipóteses: Ao seguirmos a ordem das razões, podemos


afirmar que a formulação de uma hipótese de pesquisa decorre da
problematização. As hipóteses são as possíveis respostas encontradas para o
problema formulado.

A problematização requer possibilidades de respostas, que compõem


alternativas que devem ser consideradas e examinadas. Exemplo de hipótese:
Tema: mortalidade infantil. Problematização: em que medida o fenômeno da
mortalidade infantil está relacionado à desnutrição da criança?

Relatório: O Relatório é a parte final de uma pesquisa. Seu objetivo


consiste em dar ao leitor o resultado completo do estudo, apresentando fatos,
dados, procedimentos utilizados, resultados obtidos, chegando a certas
conclusões e recomendações.

Comunicação Científica ou Paper: Segundo a ABNT (1989), paper é um


pequeno artigo científico elaborado sobre determinado tema ou resultados de
um projeto de pesquisa. É utilizado nas comunicações em congressos e reuniões
científicas, sujeitos à sua aceitação por julgamento. A finalidade de um paper é
formar um problema, estudá-lo, adequar hipóteses, cotejar dados, prover uma
metodologia própria e, finalmente, concluir ou eventualmente recomendar. Por
ser bastante técnico, o paper pode conter fórmulas, gráficos, citações e pés de
página, anexos, adendos e referências. A última coisa que se destaca neste tipo
de trabalho é a opinião do autor. Por isso, em um paper, o julgamento de quem
o escreveu é velado e tem a aparência imparcial e distante, não deixando
transparecer tão claramente as crenças e as preferências do escritor. Conforme
Carmo - Neto (1996), os dados de um paper são geralmente experimentais,
mensuráveis objetivamente. Mesmos os mais intuitivos ou hipotéticos sempre
imprimem certo aspecto científico e quase sempre são formados a partir de uma
metodologia própria para aquele fim.

Seminário: É um procedimento didático que consiste em levar o aluno a


pesquisar a respeito de um tema, a fim de apresentá-lo e discuti-lo
cientificamente. Poderá funcionar com um só grupo ou dividir-se em subgrupos,
dedicando cada um deles ao estudo de aspectos particulares de um mesmo tema
ou temas diferentes de uma disciplina. Cada integrante terá uma tarefa
individualizada. Neste caso, a exposição poderá ficar a cargo de um
representante do grupo ou poderá haver a apresentação de cada integrante
individualmente.

Anteprojeto de Pesquisa: Trata-se de um documento temático que


apresenta de maneira concisa o conteúdo de um projeto de pesquisa. É um
estudo preparatório, esboço ou conjunto dos estudos preliminares, que irá
constituir, depois das necessárias alterações, as diretrizes básicas do projeto
definitivo.

Projeto de Pesquisa: O projeto de pesquisa apresenta os pontos principais


que revelam a definição de um problema, a revisão sucinta da bibliografia e a
metodologia. Assim, a primeira parte apresenta a introdução, o objetivo, a
justificativa, as questões norteadoras ou hipóteses do estudo. Já a segunda parte
contempla a metodologia, indicando o tipo de pesquisa que será desenvolvida e
os instrumentos a serem utilizados.

Artigo Científico: É um pequeno estudo que trata de uma questão científica


e destina-se a publicações em revistas ou periódicos. Difere-se da monografia
pela sua reduzida dimensão e conteúdo (RAMPAZZO, 2005). O artigo também
deve ser estruturado em três partes (NBR 6022): elementos pré-textuais;
textuais e pós-textuais.

Monografia: Segundo Geller (2011), monografia, no sentido etimológico,


significa “dissertação a respeito de um assunto único”, pois monos (mono)
significa “um só” e graphein (grafia) significa “escrever”. A monografia é um
trabalho científico que se caracteriza pela especificação, ou seja, a redução da
abordagem a um só assunto, a um só problema. Portanto, monografia é um
trabalho com tratamento escrito de um tema específico que resulte de
interpretação científica com a finalidade de apresentar uma contribuição
relevante ou original à ciência.
Semana 06- Estrutura e Formatação

A famosa ABNT: Fundada em 1940, a Associação Brasileira de Normas


Técnicas (ABNT) é o órgão responsável pela normalização técnica no país,
fornecendo a base necessária ao desenvolvimento tecnológico brasileiro. No que
ela interfere no meu trabalho acadêmico? Algumas normas da ABNT servem de
padrão para as instituições de ensino no que diz respeito à apresentação de
trabalhos acadêmicos e científicos. Por isso, quando não houver especificação
por parte da instituição quanto à normatização de um trabalho científico, adote
as normas da ABNT.

Vamos começar pela estrutura: Muitos dos trabalhos acadêmicos são


compostos pelos chamados elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais que
nos ajudam a organizar o conteúdo. Veja quais são as partes que não podem
faltar no seu trabalho: Obrigatórios: Capa, Folha de rosto, Folha de aprovação,
Resumo na língua vernácula, Resumo na língua estrangeira, Sumário.
Opcionais: Lombada, Ficha catalográfica, Errata, Agradecimento, Dedicatória,
Epígrafe, Lista de Ilustrações, Lista de tabelas, Lista de abreviaturas e siglas,
Lista de símbolos.

Formatação de trabalhos acadêmicos e científicos: Fonte: Recomenda-se


utilizar em todo o trabalho a fonte Arial ou Times New Roman, normal,
tamanho 12. A utilização do itálico é feita apenas nas palavras em outro idioma.
Nas legendas das tabelas, figuras, ilustrações, citações longas e nos textos das
notas de rodapé o tamanho da fonte a ser utilizada é 11.

Espaço: O espaçamento a ser adotado é o de 1,5 cm nas entrelinhas, com


recuo de primeira linha do parágrafo (1,25 cm – corresponde a 1 tab.) e texto
justificado. Nas citações com mais de três linhas, nas legendas das tabelas,
figuras e ilustrações o espaçamento é simples. Observe ainda o espaço simples
nas referências bibliográficas, colocadas em ordem alfabética por sobrenome do
autor, alinhadas à margem esquerda e separadas entre si por dois espaços
simples.

Margem: Segundo as normas da ABNT o papel deve ser branco, com


formato A4 (21,0 cm x 29,7cm). As páginas devem apresentar margem esquerda
e superior de 3,0 cm, direita e inferior de 2,0 cm.

Capa: A capa é elemento obrigatório em alguns tipos de trabalho


acadêmico, apresenta uma formatação específica e deve conter os elementos
essenciais para identificação do autor do trabalho (ABNT, NBR 14724). A ABNT
normatiza que seja usada a fonte Times New Roman ou Arial, tamanho 14, e o
espaço entre as linhas deve ser simples. Sua capa deverá conter as seguintes
informações na ordem sugerida: 1º - Identificação da Instituição de Ensino
Superior - IES (caixa alta); 2º - Identificação do curso (caixa alta); 3º - Tipo de
trabalho (caixa alta); 4º - Nome do acadêmico (caixa alta); 5º - Título do projeto
(caixa alta); 6º - Cidade, ano (caixa alta).
Folha de rosto: A folha de rosto é um complemento da capa e deve
apresentar a identificação da disciplina em que o trabalho será apresentado,
bem como o curso, a instituição de ensino, o aluno e o professor orientador. Na
hipótese de dissertações de mestrado e teses de doutorado, no verso da folha de
rosto, deve constar a ficha catalográfica. Quanto a numeração das páginas, vale
ressaltar que todas as folhas a partir da folha de rosto devem ser contadas, mas
a numeração começa a partir da primeira parte textual (introdução). O número
deve estar expresso em algarismo arábico, fonte 11, no canto superior da folha.

Sumário: Para muita gente, fazer sumário no Word é um martírio. Ele


nunca fica conforme o esperado quando criado manualmente. Quando
utilizamos a função automática do Word, ou não saímos do canto ou o resultado
foge totalmente aos requisitos normativos.

Citações: Entende-se por citação a menção de uma informação extraída de outra


fonte. A citação pode ser direta ou indireta

Referência bibliográfica: Referência é o “[...] conjunto padronizado de


elementos descritivos, retirados de um documento, que permite sua
identificação individual” (ABNT, 2002, p. 2) no todo ou em parte, impressos ou
registrados em diversos tipos de suporte.

Semana 07- Citação

Segundo ABNT, citação é a “menção a uma informação extraída de outra fonte”.


(NBR 10520:2002)Elas estão divididas em três tipos:

Citação direta: As citações diretas são aquelas que copiamos, sem mudar nada,
do texto original que consultamos.

Como esclarece João Bosco Medeiros (2003, p. 187), é a referência a uma


obra colhida de outra fonte “para esclarecer, comentar, ou dar como prova uma
autoridade no assunto”.É importante observar que este tipo de citação só se
justifica quando o pensamento expresso pelo autor consultado é efetivamente
significativo, claro e necessário à exposição, pois excessos de citações diretas,
tabelas, gráficos, podem acarretar prejuízo à estratégia de comunicação,
comprometendo o trabalho.

Citação indireta: As citações indiretas apresentam formatação diferente


por tratar-se de textos baseados na obra de um autor consultado e não uma
cópia de suas palavras. Nesta hipótese, então, não é necessário o emprego das
aspas duplas, porque a citação indireta mantém a ideia original do texto lido,
mas é reescrita por quem está elaborando o trabalho.

A citação indireta é também denominada paráfrase e, segundo a ABNT


(NBR 10520:2002), configura uma transcrição livre do texto do autor. João
Bosco Medeiros (2003) esclarece que a citação indireta pode configurar um
resumo, comentário de uma ideia, ou expressar o mesmo conteúdo, mas
utilizando outras palavras. E explicar as ideias que encontramos no texto
original é muito mais produtivo do que apenas reproduzi-las, não é mesmo? Por
isso, parafrasear é muito melhor do que a citação direta.

Citação da citação: Em algumas leituras verificamos que o autor apresenta


uma citação direta ou indireta de outro autor, certo? E essa citação não é
perfeita apenas para o autor que estamos lendo, ela é perfeita para nós também.
Só que, na maioria das vezes, não temos acesso à obra que esta sendo citada por
ele. Como resolver isso? Estamos diante de uma citação da citação que exige o
uso da expressão apud que significa citado por. Alguns autores denominam a
citação da citação como citação dependente, porque o autor escolhido para
citação não foi lido diretamente, mas tomado por empréstimo de outro autor.
Não abuse deste recurso. Ele é apenas uma solução emergencial. Devemos
sempre que possível recorrer à obra original.

As citações devem ser indicadas no texto por um sistema numérico ou


autor-data. Qualquer que seja o sistema adotado, este deve ser seguido ao longo
de todo o trabalho.

Sistema numérico: No sistema numérico, a fonte da citação utilizada deve


aparecer em nota de rodapé. Neste caso, a numeração das fontes deve ser única
e consecutiva, em algarismos arábicos; Todas as referências devem ser repetidas
na lista de referências ao final do trabalho; A numeração das notas de rodapé
deve restringir-se às referências bibliográficas;

Uso de asterisco (*): para explicar ou comentar uma ideia; Podemos usar: (1),
[1], 1 (sobrescrito).

Sistema Autor-data: Autor-data: consiste em indicar o sobrenome do autor


ou instituição responsável, seguido pelo ano da publicação da obra e páginas
referenciadas, separados por vírgula e entre parênteses. Vejamos alguns
exemplos de citação direta pelo sistema autor-data: Afirma Pedro Bervian,
Amado Cervo e Roberto da Silva (2007, p. 57): “A pesquisa é uma atividade
voltada para investigação de problemas teóricos ou práticos por meio do
emprego de processos científicos”. Conforme alguns autores (CERVO;
BERVIAN; SILVA, 2007, p. 57): “A pesquisa é uma atividade voltada para
investigação de problemas teóricos ou práticos por meio do emprego de
processos científicos”. Você observou que no sistema de chamada autor-data o
nome do autor pode ser incluído na sentença e, neste caso, deve ser escrita
conforme a regra para nomes próprios ou entre parêntesis com todas as letras
do último sobrenome em maiúsculas. Já comentamos sobre isso nesta aula,
inclusive.

Semana 08- Referência, bibliografia e referências bibliográficas

Conforme o que estudamos até aqui, selecione a referência que está de acordo
com as normas da ABNT:

Autor. + Título da Obra: + Subtítulo da Obra. + Edição. + Cidade: + Editora,


Ano.
ABREU JR., Laerthe. Conhecimento transdisciplinar: o cenário epistemológico
da complexidade. 1. ed. Piracicaba: Unimep, 1996.

Como vimos, essa referência precisa ser organizada da seguinte forma:


Nome da instituição + o título da matéria + Disponível em: + link da matéria +
Acesso em: + dia + mês abreviado + ano.

Ficando, portanto, desta maneira:

UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ. Porque escolher a Estácio? Disponível


em: http://portal.estacio.br/estude-na-estacio/por-que-escolher-a-estacio.aspx
Acesso em: 18, Nov. 2013

Semana 09- A Construção do Conhecimento na Universidade

Você sabe o significado da palavra “Universidade”? Essa palavra provém


do latim universitate e significa universalidade, totalidade, conjunto, corpo,
companhia, corporação e comunidade. Porém, seu significado se expandiu e
também serve para indicar o lugar de construção do conhecimento e da cultura.
onfigurando, assim, uma instituição que tem a tarefa de promover a reflexão
crítica da sociedade. Formadora de recursos humanos para ciência e tecnologia.

Como surgiram as Universidades? O surgimento da Universidade marcou


um momento de transição na história da humanidade. Com o começo da vida
urbana, do pensamento racional e da busca de novos paradigmas foi necessário
criar espaços destinados à reflexão. Levando esse fato em consideração
podemos afirmar que a Universidade encontra suas raízes na Europa medieval,
por volta do século XII e XIII, tornando-se o lugar de debates e polêmicas,
sofrendo intervenções reais e eclesiásticas. Apesar de uma única história, cada
parte do mundo, desenvolveu um modelo específico. Vamos conhecer agora um
pouco do surgimento das Universidades e alguns destes modelos.

Mas que função especial a Universidade desempenha na vida das pessoas?


Sua função primordial é educar pessoas para trabalhar com o saber, fornecendo
as condições para que estas pessoas sejam capazes de utilizar o conhecimento
em um mundo complexo que não raras vezes é pensado de maneira simplificada
ou ingênua. É nesse aspecto que podemos afirmar que o debate entre estudantes
e as pesquisas realizadas e apresentadas em espaços acadêmicos fortalecem a
sua razão de ser.

O que podemos entender por uma construção crítica do conhecimento?


Trata-se de um ensino cuja preocupação deve focalizar o pensamento crítico do
estudante. Isso implica o compromisso com o pensamento autônomo e deve
estimular uma conduta proativa e criativa. O que significa dizer que o estudante
precisa estar consciente do que acontece em sua sociedade e no mundo e deve
entender o processo de construção, expressão e articulação do conhecimento,
pois aprender é recriar. Assista ao vídeo do escritor, palestrante, professor e
consultor de comunicação estratégica e marketing, Mário Persona, para saber
mais sobre o assunto.
-A produção científica estimulada nas universidades tem como objetivo o
exercício da nossa capacidade de pensar e discernir, direcionados para análises
de ambientes, dados e situações diversas. O que exige procedimentos
intelectuais e técnicos (Gil, 1991).

Mas o que podemos entender por produção científica? Podemos entender


como o conjunto de atividades acadêmicas desenvolvidas por docentes e
discentes nas instituições de ensino superior. Tais atividades são divulgadas
através de publicações especializadas e/ou fóruns para debate público que
apresentam à sociedade o resultado de pesquisas que apontam informações,
alternativas, caminhos para solução de problemas em diversas áreas de saber.

Agências de Fomento: As agências de fomento CAPES e CNPq, bem como


as fundações de amparo à pesquisa, assumem função importante nesse processo
de incentivo à produção científica. A CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento
de Pessoal de Nível Superior), por exemplo, foi criada em 1951, pelo Decreto nº
29.741, com o objetivo de “assegurar a existência de pessoal especializado em
quantidade e qualidade suficientes para atender às necessidades dos
empreendimentos públicos e privados que visam ao desenvolvimento do país”.
Assim, oferecem bolsas de estudos para iniciação científica, Mestrado,
Doutorado e Pós-Doutorado. Além de auxílios à pesquisa, à participação em
reuniões científicas, à editoração, entre outros.

A Plataforma Lattes: A Plataforma Lattes é um sistema de informação


curricular desenvolvido pelo CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento
Científico e Tecnológico), que integra dados de currículos e instituições com o
objetivo de avaliar a competência de candidatos à obtenção de bolsas e auxílios,
selecionar consultores e membros de comitês e de grupos assessores e subsidiar
a avaliação da pesquisa e da pós-graduação brasileira. Esse sistema é utilizado
por várias instituições de ensino superior e também pela comunidade científica
brasileira, a qual envolve pesquisadores, estudantes, gestores e profissionais. A
plataforma registra as atividades acadêmicas realizadas pelos pesquisadores
sendo, hoje, elemento essencial à análise de mérito e competência por ocasião
em que apresentam projetos de pesquisa às Agências de Fomento. Para isso, os
bolsistas de pesquisa, em diferentes níveis — Mestrado, Doutorado e Iniciação
Científica —, os orientadores e outros membros da comunidade devem estar
cadastrados na Plataforma Lattes. Qual é o principal objetivo das agências de
fomento, como CAPES e CNPq? As agências de fomento, bem como as
fundações de amparo a pesquisa, têm como principal objetivo incentivar a
produção científica. Esse incentivo muitas vezes vem através da concessão de
financiamento de capital fixo e de giro associado a projetos.

Concluindo: Podemos dizer que falar de pesquisa é, na verdade, refletir


sobre o papel da Universidade e seu compromisso com a sociedade, com o
conhecimento e desenvolvimento da cultura, porque as ações realizadas no
interior das instituições de ensino podem gerar mudanças sociais significativas.
Como ensina João Álvaro Ruiz (2008, p. 19): Quem acaba de ingressar numa
faculdade precisa ser informado sobre a maneira de tirar o máximo proveito do
curso que vai fazer. Em primeiro lugar, o calouro vai perceber que muita coisa
mudou em comparação àquilo com que estava acostumado em seus cursos de
primeiro e segundo graus. E quem não souber compreender devidamente o
espírito da nova situação para adaptar-se ativa e produtivamente a ela perderá
preciosa oportunidade de integrar-se desde o início no ritmo desta nova etapa
de ascensão no saber, que se chama vida universitária.

Semana 10- Projeto Político Pedagógico

Projeto? “Projeto [...] é um instrumento teórico-metodológico que visa


ajudar a enfrentar os desafios do cotidiano [...], só que de uma forma refletida,
consciente, sistematizada, orgânica e, o que é essencial, participativa. É uma
metodologia de trabalho que possibilita ressignificar a ação de todos os agentes
da instituição.”

É Projeto Político Pedagógico ou Projeto Pedagógico? Vamos encontrar


documentos que usam os dois termos. Segundo alguns autores, os nomes
projeto pedagógico ou projeto político pedagógico não apresentam diferenças.
São duas formas que podemos usar para designar o mesmo sentido de projetar,
de lançar, de orientar, ou dar sentido a uma ideia. A colocação da palavra
político ressalta que não há ação pedagógica sem o compromisso com uma ação
transformadora, formando para o exercício da cidadania. Assim, em sua
construção são observadas as seguintes questões (BAFFI, 2002): • Concepção de
homem e mundo; Concepção de sociedade; Concepção de educação; Concepção
de universidade; Concepção de cidadão; Concepção de profissional; Concepção
de conhecimento; Concepção de currículo; Relação teoria e prática.

E no Ensino Superior, qual é o papel do Projeto Pedagógico? Na


Universidade cada curso expressa a sua leitura de mundo e deve contribuir, em
seu conjunto, para uma discussão sobre os rumos da sociedade. É preciso,
então, pensar a construção do conhecimento a fim de elaborar um saber sobre a
prática que realiza. E essa é a função de um Projeto Pedagógico.

Mas o que são padrões referenciais? Padrões referenciais são aqueles que
expressam a visão de sociedade, da instituição, bem como a determinação e
análise das necessidades e problemas prioritários da área de estudo no país.
Quando se pensa em padrões conceituais, focaliza-se no perfil baseado nas
competências do profissional a ser formado. Nessa ótica, quando observamos os
padrões estruturais, repensamos conteúdos, métodos e sistema de avaliação em
sintonia com as concepções construídas nas etapas anteriores. Sem
desconsiderar a relação entre ensino, pesquisa e extensão.

No que consiste um perfil baseado em competências? Segundo o INEP,


“competências são as modalidades estruturais da inteligência, ou melhor, ações
e operações que utilizamos para estabelecer relações com e entre objetos,
situações, fenômenos e pessoas que desejamos conhecer”. A essa modalidade
estrutural dá-se o nome de CHA, que significa Conhecimento, Habilidades e
Atitudes. O Projeto Pedagógico compreende, portanto, a forma como a
Universidade pretende realizar seu ideal pedagógico e, assim, configura o
material básico que direciona a ação de todas as unidades acadêmicas,
orientando suas práticas pedagógicas, em especial os projetos pedagógicos dos
cursos que a integram, pensando sempre na construção do conhecimento,
habilidades e atitudes que constituem a competência do aluno em formação.

EXERCÍCIO SEMANA 01-

1. Correlacione as colunas, identificando o nome de cada uma das características


do senso comum, descritas abaixo:

1. Espontâneo; 2. Ametódico; 3. Empírico; 4. Acrítico; 5. Subjetivo.

( ) Saber que se baseia na experiência cotidiana comum.

( ) Saber que não se coloca como problema e não se questiona enquanto


sabedoria.

( ) Saber formado por juízos pessoais a respeito de coisas, ocorrendo o


envolvimento emocional e valorativo de quem observa.

( ) Saber primário, elementar e simples.

( ) Saber que não apresenta um método ou técnica.

Qual a sequência encontrada? 1) 4-3-5-2-1 2) 3-4-5-1-2 3) 1-2-4-5-3 4) 4-5-3-2-1

2. Coloque F para falso e V para verdadeiro, nas afirmativas abaixo:

( ) O conhecimento do senso comum será sempre um saber que se afasta da


verdade.

( ) O saber racional é aquele que obedece regras e se afasta das emoções e


crendices.

( ) A ciência que desenvolvemos hoje, de forma sistemática e racional já estava


presente nas civilizações da antiguidade.

( ) O conhecimento científico é racional, metódico e infalível.

1) F-V-F-F 2) V-V-F-F 3) V-F-V-F 4) F-V-V-F

3. Observe a letra da música de Ivan Lins e Vitor Martins, “Daquilo que eu sei”,
e assinale a opção correta:

Daquilo que eu sei

Nem tudo me deu clareza

Nem tudo foi permitido


Nem tudo me deu certeza...

Daquilo que eu sei

Nem tudo foi proibido

Nem tudo me foi possível

Nem tudo foi concebido...

Não fechei os olhos

Não tapei os ouvidos

Cheirei, toquei, provei

Ah Eu!

Usei todos os sentidos

Só não lavei as mãos

E é por isso que eu me sinto

Cada vez mais limpo!

Cada vez mais limpo!

Cada vez mais limpo!

1) A música nos lembra do sentido do uso da razão típico do conhecimento


científico.

2) A música nos remete ao método como procedimento para o conhecimento


racional.

3) A música apresenta o elemento subjetivo característico do senso comum


permeado pelas certezas cotidianas.

4) A música desvela o conhecimento não sistemático típico do conhecimento


científico.

4. Coloque a letra C para Ciência e a letra S para senso comum:

( ) O camponês sabe como tratar o solo, utilizar adubos e providenciar as


defesas para sua plantação, porque adquiriu o conhecimento necessário na sua
vida cotidiana.
( ) O pneumologista Irwin Ziment demonstrou que o frango durante o
cozimento libera cisteína, um aminoácido, similar ao fármaco receitado para os
casos de bronquite.

( ) “No inverno, faz frio porque a Terra está muito longe do Sol. No verão, ao
contrário, a Terra se encontra mais próxima.”

( ) “A física demonstra que as cores não existem em si mesmas, mas são


ondas luminosas de cumprimentos diferentes, obtidas pela refração e reflexão.”

( ) “Água mole em pedra dura tanto bate até que fura.”

1) S-C-S-C-S 2) C-S-S-C-S 3) S-S-C-C-S 4) C-S-C-C-C

EXERCÍCIO SEMANA 02-

1. “Todos os metais conduzem eletricidade. A prata é um metal. Logo, a prata


conduz eletricidade.”

Neste silogismo encontramos o argumento:

1) ( ) Indutivo ― do particular para o geral.

2) ( ) Dedutivo ― do particular para o geral

3) ( ) Indutivo ― do geral para o particular.

4) ( ) Dedutivo ― do geral para o particular.

2. “Terra, Marte, Vênus e Júpiter são desprovidos de luz própria. Terra,


Marte, Vênus e Júpiter são planetas. Logo, todos os planetas são desprovidos de
luz própria.”

Neste silogismo encontramos o argumento:

1) Dedutivo ― do particular para o geral.

2) Indutivo ― do geral para o particular.

3) Indutivo ― do particular para o geral.

4) Dedutivo ― do geral para o particular.

3 . Karl Popper, filósofo da ciência, afirmou que uma teoria só poderá ser
considerada científica se puder ser falseável ou refutável. Ser falseável significa,
exceto:

1) Que a ciência não oferece verdades, mas probabilidades.


2) Se há alguma verdade na ciência, esta será sempre provisória, enquanto não
for testada e negada.

3) Há na ciência a absoluta convergência entre o pensamento científico e a


realidade.

4) Que o objetivo da ciência não é a busca de certezas inabaláveis.

EXERCÍCIO SEMANA 03-

1. Do ponto de vista de sua natureza, podemos entender por pesquisa pura:

1) A busca por conhecimentos novos e úteis, sem aplicação prática prevista.

2) A busca por gerar conhecimentos para aplicação prática dirigidos à solução


de problemas específicos.

3) Traduz em números opiniões e informações para classificá-los e organizá-los.

4) Consiste no levantamento, seleção, fichamento e arquivamento de


informações relacionadas à pesquisa

2. Quanto aos procedimentos, observe os tipos de pesquisas e correlacione as


colunas:

1.Bibliográfica; 2.Documental; 3.Pesquisa de Campo; 4.Histórica; 5.Comparada;


6.Estudo de Caso;

( ) Procura estabelecer semelhanças e diferenças entre situações,


fenômenos e coisas, por meio de relações entre os elementos que são
comparados.

( ) Descreve o que era, o que já aconteceu, sob a forma de investigação,


registro, análise e interpretação de fatos ocorridos no passado, para poder
compreender o presente.

( ) É uma etapa fundamental em todo trabalho científico que influenciará


todas as etapas de uma pesquisa, na medida em que der o embasamento teórico
para o trabalho.

( ) Trata-se de uma pesquisa realizada através de documentos que podem


ser: documentos pessoais, cartas, diários, jornais, balancetes, microfilmes,
fotografias, memorandos, ofícios, vídeos, documentos estatísticos e outros.

( ) É a investigação empírica realizada no local onde ocorre ou ocorreu um


fenômeno. Pode incluir entrevistas, aplicação de questionamentos, testes e
observações.
( ) É o estudo circunscrito a uma ou poucas unidades, entendidas essas
como uma pessoa, uma família, um produto, uma empresa, um órgão, uma
comunidade ou um país.

1) 1-2-4-5-6-3 2) 5-4-1-2-3-6 3) 4-1-2-3-5-6 4) 3-2-1-4-5-1

3. Do ponto de vista de sua abordagem, a pesquisa poderá ser:

1) Pesquisa Quantitativa, quando traduz em números opiniões e


informações para classificá-las e organizá-las. Pesquisa Qualitativa, quando
considera uma análise valorativa do fenômeno investigado.

2) Pesquisa Qualitativa, quando motivada apenas pela curiosidade


intelectual do pesquisador, sem aplicação prática. Pesquisa Quantitativa,
quando considera uma análise valorativa do fenômeno investigado.

3) Pesquisa Quantitativa, quando não traduz em números opiniões e


informações para classificá-las e organizá-las. Pesquisa Qualitativa, quando
considera a investigação empírica realizada no local onde ocorre ou ocorreu um
fenômeno.

4) Pesquisa Quantitativa, quando procura estabelecer semelhanças e


diferenças entre situações, fenômenos e coisas, por meio de relações entre os
elementos que são comparados. Pesquisa Qualitativa, quando considera uma
análise valorativa do fenômeno investigado.

EXERCÍCIO SEMANA 04-

1. Observe as afirmativas e depois marque a única opção possível.

I. A análise textual é o momento da compreensão do texto, refazendo as ideias


do autor, sua ideia central, raciocínio e argumentos;

II. Na análise interpretativa há a possibilidade de um juízo crítico, uma tomada


de posição, uma avaliação;

III. O fichamento é um trabalho que permite sistematizar a leitura e


elaborar um material sintético para consulta permanente e, nesse sentido,
aproxima-se da ideia de uma análise textual;

IV. Uma das vantagens da análise interpretativa é que propicia informações e


conhecimentos, tornando o texto mais claro.

1) II e IV estão corretas. 2) III e I estão corretas. 3) II e III estão corretas. 4) III e


IV estão corretas.

2. Ao elaborarmos um trabalho científico como artigo, monografia,


dissertação ou tese temos que apresentar em poucas linhas a síntese de nosso
trabalho. Definimos este item como:
1) Resumo 2) Fichamento 3) Epígrafe 4) Resenha

3. Identifique e relacione corretamente as partes de uma resenha:

1. Identificação 2. Resumo 3. Apreciação crítica 4. Conclusão

( ) Apresentação de informações acerca da leitura do documento, tais


como: foi válida a leitura do livro? Por quê? Quais as principais contribuições?
Quais as principais falhas?

( ) Referência bibliográfica completa do texto (conforme ABNT – NBR 6023/02)


e o perfil básico.

( ) Vínculo teórico com os autores discutidos ou estudados nas disciplinas,


a experiência profissional, a visão de mundo e a noção histórica do país e/ou
região que possui o autor que está elaborando a resenha.

( ) Apresentação das ideias principais e das secundárias que sustentam o


pensamento de quem escreveu a obra.

1) 4/1/3/2 2) 2/1/4/3 3) 4/2/1/3 4) 3/4/1/2

EXERCÍCIO SEMANA 05-

1. Qual é a primeira fase de qualquer trabalho de pesquisa?

1) Encontrar a bibliografia do assunto. 2) Conseguir um orientador. 3) Definir o


que será estudado. 4) Organizar um cronograma.

2. Não configura um problema científico e por isso deve ser evitado:

1) Problemas que envolvem duas variáveis 2) Problemas de engenharia e


problemas de valor

3) Problemas com dimensão viável 4) Problemas que envolvem variáveis que


podem ser tidas como testáveis

3. Quais são os três subtipos de monografia?

1) Seminário, anteprojeto e pesquisa 2) TCC, dissertação e tese 3) Projeto,


relatório e paper 4) Anteprojeto, projeto e TCC 5) Relatório, seminário e artigo

EXERCÍCIO SEMANA 06- 1. Objetivos, Metodologia e Conclusões são exemplos


de:

1) Elementos Textuais. 2) Elementos Pré-Textuais. 3) Elementos Pós-Textuais.


4) Anexos.
2. Acerca das normativas para a apresentação de trabalhos acadêmicos, assinale
a única opção INCORRETA:

1) O formato do papel utilizado deve ser A4 (21 cm x 29,7 cm), de cor


branca e com letras de cor preta, salvo em gravuras, gráficos ou tabelas, que
podem ser de cores diferenciadas.

2) As margens terão, em todas as páginas, 3 cm para a superior, 2 cm para a


inferior, 3 cm para a esquerda e 2 cm para a direita.

3) O trabalho todo deve ser escrito fazendo uso do verbo na 1ª. pessoa do
singular ou na 1ª. pessoa do plural.

4) O espaçamento entre linhas será de 1,5 em todo o trabalho, com exceção


de citações com mais de três linhas, nas quais o espaço será simples.

3. Fazem parte dos elementos obrigatórios nos trabalhos acadêmicos:

1) Capa, folha de rosto, folha de aprovação, resumo na língua vernácula, resumo


na língua estrangeira e sumário.

2) Capa, folha de rosto, folha de aprovação, resumo na língua vernácula,


lombada, ficha catalográfica, errata e agradecimento.

3) Agradecimento, dedicatória, epígrafe, lista de Ilustrações, capa, folha de


rosto, resumo na língua vernácula, resumo na língua estrangeira e sumário.

4) Lombada, ficha catalográfica, errata, agradecimento, dedicatória,


epígrafe, lista de Ilustrações, lista de tabelas, lista de abreviaturas e siglas e lista
de símbolos.

EXERCÍCIO SEMANA 07- 2. Observe a seguinte citação:

Lüdke e André (1986) afirmam que os estudos de caso buscam retratar a


realidade de forma completa e profunda e que revelam experiência vicária (de
outrem), citado por Carrancho (2005), que afirma que estudos de casos
procuram representar os diferentes e, às vezes, conflitantes pontos de vista.

Este é um tipo de citação:

Comentário do Professor

1) Direta e curta

2) Direta e longa

3) Citação indireta

4) Citação de citação
3. Preencha as lacunas com as siglas corretas: passim, idem, ibidem, op. cit.

i) Quando ocorre a citação da mesma obra, do mesmo autor sequencialmente no


texto devemos usar a expressão latina ______.

ii) Usamos a expressão latina _______ quando duas obras de um mesmo autor
forem sequenciais nas referências.

iii) _______ é uma expressão latina que deve ser usada sempre que há
referências a passagens, sem identificação.

iv) Quando uma mesma obra aparecer mais de uma vez no texto,
independentemente da sequência das citações devemos inserir a expressão
________.

Comentário do Professor

1) Ibidem/Idem/Passim/op.cit.

2) Idem/Ibidem/op.cit./Passim

3) Idem/Passim/op.cit./Ibidem

4) Ibidem/Passim/op.cit./Idem

EXERCÍCIO SEMANA 08-

1. Conforme ABNT transcreve-se o nome do autor pelo último nome.


Assinale, então, a única referência correta de acordo com essa regra. Conforme
ABNT, 6023, deve-se organizar a referência: SOBRENOME, Nome;
SOBRENOME, Nome; SOBRENOME, Nome. Título. x. ed. Cidade: editora, ano.

1)Vera Lúcia; PATACO. et al. Metodologia para trabalhos acadêmicos e normas


de apresentação gráfica. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.

2) PATACO, Vera Lúcia P., VENTURA, Magda Maria, RESENDE, Érica dos
Santos. Metodologia para trabalhos acadêmicos e normas de apresentação
gráfica. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.

3) PATACO, Vera Lúcia P.; VENTURA, Magda Maria; RESENDE, Érica


dos Santos. Metodologia para trabalhos acadêmicos e normas de apresentação
gráfica. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.

4) PATACO, Vera Lúcia P. e VENTURA, Magda Maria e RESENDE, Érica


dos Santos. Metodologia para trabalhos acadêmicos e normas de apresentação
gráfica. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.

2. Há uma regra específica na hipótese de autoria desconhecida, lembra-


se? Marque a única opção correta relativa a essa regra. Na hipótese de autoria
desconhecida, inicia-se com a primeira palavra do título em caixa alta. No caso
não há destaque no título.

1) EDUCAÇÃO AMBIENTAL no século XX. Rio de Janeiro: Record, 2001.

2) EDUCAÇÃO ambiental no século XX. Rio de Janeiro: Record, 2001.

3) Educação AMBIENTAL no século XX. Rio de Janeiro: Record, 2001.

4) EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO SÉCULO XX. Rio de Janeiro: Record, 2001

3 .As obras de responsabilidade de entidades têm entrada específica.


Considerando essa informação, qual a única alternativa correta? As obras de
responsabilidade de entidades têm entrada específica. Inicia-se a referência com
o nome da instituição por extenso e em caixa alta.

1) INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo). Projeto Lins


Tupã: foto aérea. São Paulo, 1986.

2) UNIVERSIDADE Federal de Viçosa. Catálogo de graduação, 1994-1995.


Viçosa, MG, 1994. 385 p.

3) INSTITUTO Geográfico e Cartográfico (São Paulo). Projeto Lins Tupã: foto


aérea. São Paulo, 1986.

4) UFV. Catálogo de graduação, 1994-1995. Viçosa, MG, 1994. 385 p.

EXERCÍCIO SEMANA 09- 1. Estudamos que a universidade é o lugar para a


construção do conhecimento. Nesse sentido, relacione as colunas abaixo:

1. Ensino 2. Pesquisa 3. Extensão

( ) Processo de construção do conhecimento com o propósito de gerar novos


conhecimentos;

( ) Expressa o compromisso com a transmissão do conhecimento;

( ) Ações da Universidade junto à comunidade, disponibilizando o


conhecimento adquirido com o ensino e pesquisa. Trata-se de uma exigência do
ensino superior como resultado do compromisso da educação com a sociedade.

1) 2/1/3 2) 3/2/1 3) 1/2/3 4) 1/3/2

2. Podemos entender por produção científica, exceto:

1) O conjunto de atividades acadêmicas desenvolvidas por docentes e discentes


nas instituições de ensino superior.
2) As atividades divulgadas através de publicações especializadas e/ou
fóruns para debate público que apresentam à sociedade o resultado de
pesquisas.

3) Estudos que apontam informações, alternativas, caminhos para solução de


problemas em diversas áreas de saber.

4) É um sistema de informação curricular desenvolvido pelo CNPq que


integra dados de currículos e instituições com o objetivo de avaliar a
competência de candidatos à obtenção de bolsas e auxílios.

3. A Plataforma de Currículos Lattes é, exceto:

1) Um sistema de informação curricular desenvolvido pelo CNPq que integra


dados de currículos e instituições.

2) Tem o objetivo de avaliar a competência de candidatos à obtenção de bolsas e


auxílios.

3) Ações da Universidade junto à comunidade, disponibilizando o conhecimento


adquirido com o ensino e pesquisa.

4) Visa selecionar consultores e membros de comitês e de grupos


assessores e subsidiar a avaliação da pesquisa e da pós-graduação brasileira.

EXERCÍCIO SEMANA 10- 1.Podemos afirmar que pertence ao papel do projeto


pedagógico na organização dos cursos superiores, exceto:

1) O projeto pedagógico é um sistema de informação curricular


desenvolvido pelo CNPq que integra dados de currículos e instituições com o
objetivo de avaliar a competência de candidatos à obtenção de bolsas.

2) O projeto pedagógico expressa uma leitura de mundo e deve contribuir, em


seu conjunto, para uma discussão sobre os rumos da sociedade.

3) O projeto pedagógico deve definir as ações educativas e as


características necessárias às instituições de ensino para alcançar seus
propósitos e sua intencionalidade.

4) O projeto pedagógico oferece a oportunidade de um pensar crítico para


que a universidade possa compreender as diferenças e “saber lidar com a
diversidade”.

2. Estudamos que um projeto pedagógico de um Curso deve conter, exceto:

1) A concepção de sua identidade

2) Perfil dos Egressos


3) Competências e habilidades gerais e específicas

4) Estrutura curricular

5) Fichamentos e resumos

3. Coloque (1) para Habilidades e (2) para Competências:

( ) Construir e aplicar conceitos das várias áreas do conhecimento para a


compreensão de fenômenos naturais, de processos histórico-geográficos, da
produção tecnológica e das manifestações artísticas.

( ) Dada uma situação-problema, apresentada em uma linguagem de


determinada área de conhecimento, relacioná-la com sua formulação em outras
linguagens ou vice-versa.

( ) Relacionar informações, representadas em diferentes formas, e


conhecimentos disponíveis em situações concretas, para construir
argumentação consistente.

( ) Recorrer aos conhecimentos desenvolvidos na escola para elaboração de


propostas de intervenção solidária na realidade, respeitando os valores
humanos e considerando a diversidade sociocultural.

( ) Analisar fatores socioeconômicos e ambientais associados ao


desenvolvimento, às condições de vida e saúde de populações humanas, por
meio da interpretação de diferentes indicadores.

1) 22112 2) 21221 3) 12121 4) 21121