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AME

PREPARAR O

EX NACIONAL
ENSINO
SECUNDÁRIO
10.º E 11.º A
NOS

Física e
Química A

Resolução Química 10 Pág. 2

Resolução Física 10 Pág. 18

Atividades Laboratoriais de Química 10 Pág. 34

Atividades Laboratoriais de Física 10 Pág. 36

Resolução Física 11 Pág. 40

Resolução Química 11 Pág. 63

Atividades Laboratoriais de Física 11 Pág. 85

Atividades Laboratoriais de Química 11 Pág. 91

D
3.
PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A 3.1. PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A

próximo do valor da massa isotópica do isótopo mais abundante.


QUÍMICA 10
3.2. 1 nm ⇔ de 4 átomos 47 Ag
proposta de resoluções

proposta de resoluções
ELEMENTOS QUÍMICOS E SUA ORGANIZAÇÃO
1 × 10 m = _________
__________
−9
1 m ⇔ x = 4,0 × 10 9 átomos de Ag
Massa
Massa eetamanho
tamanhos
dosdos átomos
átomos (págs.
(págs. 15 a 16
18) a 19) 4 átomos x átomos
1. N(Ag) 4,0 × 10 9
n(Ag) = ______ = __________ = 6,64 × 10 − 15 mol
NA 6,02 × 10 23
1.1. (D)
m(Ag) = n(Ag) × M(Ag) = 6,64 × 10 − 15 × 107,87 = 7,2 × 10 − 13 g
1.2. (A)
3.3. A massa atómica relativa média da prata informa sobre quantas vezes a sua massa é, em média,
N = A − Z = 208 − 82 = 126 neutrões 1 da massa de um átomo de carbono-12.
superior a ___
12
n.º protões = n.º eletrões = Z
(203,97 × 1,4) + (205,97 × 24,1) + (206,96 × 22,1) + (207,98 × 52,4) 4.
1.3. A r (Pb) = ___________ ⇔ A r (Pb) = 207,21
100
A r (Pb) = 207,2 (4 algarismos 4.1. (B)

diâmetro = 2 × raio = 2 × 230 = 460 pm tamanho imagem


________________
1.4. = 1 × 10 4 ⇔
tamanho real
460 pm = 460 × 10 − 12 m = 4,60 × 10 − 10 m
⇔ tamanho imagem = 10 × 1 × 10 4 ⇔
ordem de grandeza = 10 − 10
m ⇔ tamanho imagem = 1,0 × 10 5

1.5. N PbSO = 9,45 × 10
4
24
moléculas ⇔ tamanho imagem = 1 × 10 5 × 10 6 m ⇔
N PbCO 9,45 × 10 24
n PbCO = _____ = _________
3
= 15,7 mol ⇔ tamanho imagem = 0,10 m
3
NA 6,02 × 10 23
m PbCO = n PbCO × M PbCO = 15,7 × 267,22 ⇔ 4.2.
0,025 m
Número total de nanotubos = ___________ = 2500 = 2,5 × 10 3
10 × 10 − 6 m
3 3 3

⇔ m PbCO = 4195 g = 4,20 kg


3

m PbSO
5.
1.6. N O = 4 × N PbSO = 4 × n PbSO × N A = 4 × _____ × N A
4

5.1. (A)
4 4
M PbSO 4

M PbSO = 207,21 + 32,07 + 4 × 16,00 = 303,28 g mol − 1 5.2. A massa atómica relativa é sempre mais próxima do elemento mais abundante.
4

​Ar​​​(X  )   = 63,55​


5.3. ​
(A)
5.4. Constituído por 28 protões, 28 eletrões e 36 neutrões.

2.
6.
2.1. (B). Número de neutrões = A - Z = 27 - 13 = 14 6.1. 7 neutrões 6.2. (D)
2.2. - 6.3. O carbono-12 pois ​​A​r​​​(C  )  = 12,01​e a ​​A​​r​​​é sempre mais próxima da massa do isótopo mais
mente com o número de cargas negativas (eletrões). abundante.
2.3. 1 mm = 1 × 10 − 3 m
7. ​24,31  = ​ _________________________________
23,985 × 78,99 + 24,986 × 10 + x × 11,1
Ordem de grandeza = 10 − 3 m          ​  ⇔  x = 25,82​
100
2.4. Imagem = ampliação × medida real ⇔ 2,3 × 10 − 2 = ampliação × 1,0 × 10 − 3 ⇔ ampliação = 23
8.
2.5. 8.1. ​2300 pm  = 2,3 × ​10​​ ​  m​
− 9 − 6
8.2. ​​10​​ ​​
massa molar do elemento químico.
120 − 0 = 40
Declive (A) = _______ 9.
3−0 − 10
9.1. ​154 pm  = 1,54 × ​10​​ ​  m​ 9.2. (B)
80 − 0 = 26,7
Declive (B) = _____
3 0
10.
Pela consulta da
10.1. ​​N​C​ ​​  = 1,46 × ​10​​ ​​ 10.2. ​​m​H​ ​​  = 0,178 g​
22
logo é a substância B que representa o alumínio.
11. (A)
3.
3.1. 12.
próximo do valor da massa isotópica do isótopo mais abundante. 12.1. (D) 12.2. (A) 12.3. ​​m​S​​​  = 54,84 g​

3.2. 1 nm ⇔ de 4 átomos 47 Ag
2 3
1 × 10 m = _________
__________
−9
1 m ⇔ x = 4,0 × 10 9 átomos de Ag
Energia dos eletrões nos átomos (págs. 40 a 47)
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13. 7.
proposta de resoluções

proposta de resoluções
13.1. ​declive  = ​ _
1   ​​
7.1. Estas transições ocorrem com libertação de fotões, por isso, originam um espetro de emissão. Como
M
13.2. ​Cℓ​e Ca pois ​​A​r​​​(Cℓ  )   =  35,45​ e ​​A​r​​(Ca  )   = 40,08​
21
13.3. ​N = 5,42 × ​10​​ ​ átomos​
energia. Então, no espetro de emissão aparecem apenas as riscas correspondentes à energia desses
14. fotões. O espetro que origina estas transições é um espetro de emissão descontínuo (ou de riscas).
14.1. (B) 14.2. (D) -
cas dos vários elementos químicos são diferentes, pelo que não há dois elementos químicos com
Energia
Energia dos eletrões
doseletrões nos
eletrõesnos
nos átomos
átomos (págs.
(págs. 40 aa 47)
Energia dos átomos (págs. 34 a40
41) 47) espetros iguais.
1. 7.2. (B)
1.
1.1. (C). A radiação azul é a mais energética das radiações apresentadas nas tabelas e é emitida pelos 7.3. E fotão = 5,20 × 10 − 18 J E fotão > E 1
1.1. (C). A radiação azul é a mais energética das radiações apresentadas nas tabelas e é emitida pelos
sais de cobre.
sais de cobre. E 1 = 2,18 × 10 − 18 J
1.2. (C)
1.2. (C) Para remover o eletrão do átomo de hidrogénio quando este se encontra no estado fundamental (n = 1)
E=h f é necessário que este absorva uma energia igual ou superior ao módulo de energia que este tem
E=h f
f = 5,64 × 10 55 GHz = 5,64 × 10 55 × 10 99 Hz = 5,64 × 10 14 Hz nesse estado. Assim, para remover o eletrão, bastaria uma energia de 0,18 × 10 − 18 J. Como recebe
f = 5,64 × 10 GHz = 5,64 × 10 × 10 Hz = 5,64 × 10 14 Hz
uma energia superior, o eletrão é removido com energia cinética.
1.3. E fotão = h f = 6,63 × 10 −− 34 × 6,32 × 10 14 = 4,19 × 10 − 19 J
1.3. E fotão = h f = 6,63 × 10 34 × 6,32 × 10 14 = 4,19 × 10 − 19 J
4. 8,38 × 10 55
E feixe ___________ 7.
8.
n.º fotões = _____
_____ 8,38 × 10 = 2,0 × 10 24
E feixe = ___________ fotões 9.
n.º fotões = E fotão = 4,19 × 10 −− 19 = 2,0 × 10 24 fotões
4.1. E fotão 4,19
(D). Neste modelo, × 10 19ocupa órbitas em torno do núcleo do átomo com valores de energia
o eletrão 7.1. Estas transições ocorrem com libertação de fotões, por isso, originam um espetro de emissão. Como
8.1. (C)
9.1. O espetro de absorção do hélio atómico deverá apresentar riscas negras às frequências referidas.
− 18 − 20 − 18
1.4. O número de fotões que constitui o feixe azul é menor do que o número de fotões que constitui o Como o espetro
8.2. ​​ΔE = − 2,18 × ​ 10​​ de​  − ( − 8,7 × ​
estrela Rigel ​)   = − 2,09 × ​
10​​ apresenta duas10​​riscas ​ J negras a frequências aproximadamente coin-
1.4. O número de dofotões que oconstitui o feixeenergia,
azul é menor do que o número de fotões que constitui o
| |
aproximar-se núcleo, eletrão perde emitindo-a.
feixe verde. Os fotões azuis são mais energéticos do que os fotões verdes, pelo que para que os dois cidentes
​ energia. com
 ΔE| = |2,09 × ​
Então, as frequências
− 18
10​​no​  × 6,02 × ​
espetro de referidas,
23
​   ​  = 1,26 × ​
10​​ emissão concluiu-se
6 − 1que é provável
​  = 1,26 × ​
10​​ ​ J ​mol​​ apenas
aparecem
3 que
10​​ ​ kJ ​m
as riscas ol​​ o​​ hélio estejaà presente
− 1
correspondentes na at-
energia desses
feixe verde. Os fotões azuis são mais energéticos do que os fotões verdes, pelo que para que os dois
feixes tenham a mesma energia são necessários mais fotões verdes do que azuis. mosfera
fotões. Oda estrela.
espetro que origina estas transições é um espetro de emissão descontínuo (ou de riscas).
5. feixes tenham a mesma energia são necessários mais fotões verdes do que azuis. 8.3. (A)
2. (C) -
9.2. 1,6
8.4. cas cm ————de
A desexcitação 0,7n ​ × = 3 → n = 2​
10 14 Hz emite radiação visível e é a de menor energia, ou seja, é uma risca
5.1. Espetro de emissão de riscas. dos vários elementos químicos são diferentes, pelo que não há dois elementos químicos com
3. vermelha.
0,4 cm ————
5.2. (D). Da gama do visível, a radiação violeta é a mais energética. espetros iguais. x
3.1. (C) 3.2. (A) 3.3. (C)
8.5. (B)
7.2. = 1,80 × 10 13 Hz
x(B)
5.3. (C). Todas as transições que emitem radiação na zona visível do espetro
3.4. As transições são características de cada elemento pois cada elemento tem eletromagnético pertencem
valores de energia dife-
àrentes.
série Balmer (transições de níveis superiores para o nível).
Sendo assim, as riscas são características para cada elemento.
8.6. (A)
7.3. f(risca
E W) =×6,0
= 5,20
fotão 10 −×1810
J + 1,80
14
E × 10
>E
13
fotão 1
− 18 − 18 − 18 − 18
5.4. (B) E 1 = 2,181×0​​=106,2
8.7. ​​− 2,04 × ​ ​  = − 2,18 × ​
− 18 × 10 14 Hz
J 10​​ ​  − ​E​n​​ ​​ ⇔ ​ En​ ​​ ​​ = − 2,18 × ​10​​ ​  + 2,04 × ​10​​ ​
4. (D) − 19
⇔ ​ E​n​​​​  = − 1,4 × ​10​​ ​ J  = ​E​4​​
5.5. (A). A risca X é a de menor energia que surge no espetro de emissão do hidrogénio na zona visível,
5. Para remover
E(risca o − 19
W) = 6,63 eletrão × 10 −do
34 átomo de14
× 6,2 × 10 hidrogénio= 4,1 × 10 −quando19
J este se encontra no estado fundamental (n = 1)
por isso, corresponde a uma transição para n = 2 e com origem no nível com menor diferença de ​ E ​ ​​  = − 2,42 × ​ 1 0​​
é necessário que este absorva
3 ​ J uma energia −igual ou superior ao módulo de energia que este tem
5.1. Espetro
energia, de
ouemissão de riscas.
seja, o nível 3. ∆E
ΔE = − 1,4 × ​
nesse = E estado.
f − Ei ⇔ 4,1
− 19
10​​Assim, × 10para=remover
− 19
​  − ( − 2,42 × ​ E f1−0​​− 19
(−​)2,18
   o⇔  ×ΔE = 1,02 × ​
eletrão, ) ⇔ 10​​uma
10 18bastaria − 19
​ J energia de 0,18 × 10 − 18 J. Como recebe
5.2. (D) 5.3. (C) 5.4. (B) 5.5. (A) ⇔ − 19
​ uma f=
Eenergia
E​radiação − 1,77superior,
​​  = 1,02 × ​ ×1100​​ − 18​J​ Jo eletrão é removido com energia cinética.
6.
Como este valor de energia não corresponde à energia de nenhum nível, o eletrão não sairia de n = 1.
6.1. 9.
9.3. (D). A estrela emite radiação visível de todas as frequências. As riscas negras resultam da absorção
para o nível 2. Neste caso, a transição Z pertence à série de Balmer, mas a transição X, embora en- 9.1. O espetro de absorção do hélio atómico deverá apresentar riscas negras às frequências referidas.
desta radiação pelos elementos químicos existentes na estrela.
volva o nível 2, não pertence a nenhuma série porque é uma transição ascendente, ou seja, com Como o espetro de estrela Rigel apresenta duas riscas negras a frequências aproximadamente coin-
absorção de energia por parte do eletrão. cidentes com as frequências referidas, concluiu-se que é provável que o hélio esteja presente na at-
6.2. (C)
10. mosfera da estrela.
10.1. (A) 10.2. (B)
6.3. (A) 9.2. 1,6 cm ———— 0,7 × 10 14 Hz
E transição W = ∆E = E 4 − E 1 = (− 1,36 × 10 −19 − ( − 2,18 × 10 −18 ) ) 0,4 cm ———— x
6.4. O segundo estado excitado corresponde ao nível 3. Para remover o eletrão é necessário que este x = 1,80 × 10 13 Hz
transite para n = ∞ que tem energia nula.
f(risca W) = 6,0 × 10 14 + 1,80 × 10 13
∆E = E ∞ − E 3 = 0 − (− 2,42 × 10 − 19
) = 2,42 × 10 − 19
J
= 6,2 × 10 14 Hz
Então, para remover o eletrão do átomo quando este se encontra no nível 3 é necessária uma ener-
gia de 2,42 × 10 − 19 J. E(risca W) = 6,63 × 10 − 34 × 6,2 × 10 14 = 4,1 × 10 − 19 J
∆E = E f − E i ⇔ 4,1 × 10 − 19 = E f − (− 2,18 × 10 − 18) ⇔
4 5
⇔ E f = − 1,77 × 10 − 18 J
f(risca W) = 6,0 × 10 14 + 1,80 × 10 13
= 6,2 × DE 14
10FÍSICA
HzE QUÍMICA A três estados energéticos diferentes, pelo que, no seu espetro fotoeletrónico surgem três picos. Con-
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tudo, dois dos picos têm igual tamanho e o terceiro tem o dobro do tamanho. Assim, no espetro
E(risca W) = 6,63 × 10 − 34 × 6,2 × 10 14 = 4,1 × 10 − 19 J fotoeletrónico do átomo de oxigénio existem picos de dois tamanhos diferentes.
∆E = E f − E i ⇔ 4,1 × 10 − 19 = E f − (− 2,18 × 10 − 18) ⇔ 13.2. (D)
proposta de resoluções

proposta de resoluções
⇔ E f = − 1,77 × 10 − 18 J 13.3. Regra de Hund.

Como este valor de energia não corresponde à energia de nenhum nível, o eletrão não sairia de n = 1. 14.
9.3. (D). A estrela emite radiação visível de todas as frequências. As riscas negras resultam da absorção 14.1. (B)
desta radiação pelos elementos químicos existentes na estrela.
14.2. Segundo o modelo quântico, os eletrões correspondentes ao pico com energia de remoção
–1
não podem ocupar todos a mesma orbital pois esta situação não cumpre o princípio
10. de exclusão de Pauli. Assim, este modelo propõe a existência de três orbitais degeneradas, ou
10.1. (A) 10.2. (B) seja, orbitais em que o eletrão tem o mesmo estado de energia. Deste modo, cada orbital é ocu-
pada por dois eletrões com spins opostos, mas todos eles com a mesma energia e com igual atra-
10.3.1. Os eletrões do átomo de magnésio distribuem-se por quatro estados de energia porque no
ção núcleo-eletrão.
seu espetro fotoeletrónico há quatro picos com valores distintos de energia. Sabendo que o
14.3. 1s 2 2s 2 2p 6 3s 1
picos apresentam a mesma altura e o restante uma altura três vezes maior que os outros. 14.4. O átomo de nitrogénio tem maior carga nuclear do que o átomo de carbono, por isso, os eletrões do
Assim, no estado com energia de remoção 131 MJ mol–1 há dois eletrões, bem como nos átomo de nitrogénio são mais atraídos pelo núcleo do que os eletrões do átomo de carbono. Então,
estados com energia de remoção 9,40 MJ mol–1 e 0,70 MJ mol–1, enquanto no estado com é de prever que as energias de remoção dos eletrões no átomo de nitrogénio sejam maiores, pelo
energia de remoção 5,50 MJ mol–1 existem seis eletrões. que, ao sobrepor os espetros, os picos do átomo de nitrogénio estariam à esquerda dos picos corres-
10.3.2. E remoção = 131 MJ pondentes ao átomo de carbono.

10.3.3. (A). As orbitais degeneradas apresentam o mesmo valor de energia, por isso, representam- 15.
14.
-se apenas por um único pico. 2 2 2
15.1. (A) 15.2. ​1​s​​ ​  2​s​​ ​  2​p​​ ​​ 15.3. (B)
14.1. (B)
Tabela Periódica (págs. 47 a 49)
11. 14.2.
16. Segundo o modelo quântico, os eletrões correspondentes ao pico com energia de remoção
1.
16.1. O elemento apresenta
–1
não podem ocupar de
4 energias todos a mesma
remoção e 2 orbital
eletrõespois
de esta situação
valência, logo,não cumpre
a sua o princípio
distribuição ele-
11.1. -
de
1.1. trónica
(B) exclusão 2 de2 Pauli. 6 2 Assim, este modelo propõe a existência de três orbitais degeneradas, ou
é ​1​s​​ ​  2​s​​ ​  2​p​​ ​  3​s​​ ​​.
-
seja, orbitais em que o eletrão tem − 1
o mesmo estado de energia. Deste modo, cada orbital é ocu-
quentemente, três subníveis de energia. 16.2. O valor
1.2. pada porescolhido
Mendeleev dois eletrões é ​5,50com MJ ​spins
mol​​ ​​opostos,
por ser do cerne.
mas todos eles com a mesma energia e com igual atra-
6
11.2. (B) 1.3. ção
​​​​​​​​ _ 5,50 × ​
A orbital1 0​​ ​
núcleo-eletrão.
 mais
= 9,14 × ​
 ​   energética − 18
10​​ ​ J​ do elemento é do tipo p, o que indica que este elemento pertence ao
( 6,02 × 10 23 )
2080 × 10 3 J e − 1
23
6,02 × ​ 10​​ ​
E rem (eletrão mais energético) = 2080 kJ mol − 1 = __________ 14.3. 1blocos 2 2s 2p2p 6 3s 1
16.3. (B) grupo. Os cinco eletrões do átomo estão distribuídos por níveis de energia, pelo que, pertence ao
14.4. O átomo
2.° período. de nitrogénio tem maior carga nuclear do que o átomo de carbono, por isso, os eletrões do
11.3. (C). Sendo um espetro de emissão na zona do visível só aparecem a colorido as frequências da ra-
átomo de nitrogénio são mais atraídos pelo núcleo do que os eletrões do átomo de carbono. Então,
diação que é emitida pelos eletrões. Como o néon não emite em todas as frequências, o espetro é 1.4. é(A) de prever que as energias de remoção dos eletrões no átomo de nitrogénio sejam maiores, pelo
descontínuo, com riscas coloridas sobre um fundo negro.
1.5. (D). ao
que, sobrepor
Estes elementos os espetros, químicos os como
picos do átomo de oito
apresentam nitrogénio estariam
eletrões à esquerda
de valência, dos têm
ou seja, picoso corres-
último
11.4. As energias dos picos correspondem às energias de remoção dos electrões do átomo. Comparando pondentes
nível totalmente ao átomo preenchidode carbono. não têm qualquer tendência para reagir.
estas energias no néon e no nitrogénio, as do néon são superiores porque os seus eletrões são mais
atraídos pelo núcleo do átomo, já que a carga nuclear do néon é superior à carga nuclear do nitro-
génio. Assim, é mais difícil remover os eletrões no néon do que no nitrogénio. 2.
Tabela
Tabela Periódica
Periódica(págs.
2.1. (B) 50 47
(págs. a 52)
a 49)
11.5. Orbital
2.2. (C). São elementos que pertencem ao mesmo grupo e como, ao longo do grupo, a energia de ioni-
1.
12. zação diminui, o elemento C tem uma menor energia de ionização que o elemento A.
1.1. (B)
12.1. (D) 12.2. (B) 2.3. Gases nobres.
1.2. Mendeleev
2.4. Os eletrões dos elementos B e C estão distribuídos pelo mesmo número de níveis. Contudo, o ele-
1.3. A orbital
mento maismais
C tem energética do elemento
um protão é do
no núcleo, tipo lhe
o que p, oconfere
que indica
maiorque estenuclear
carga elemento pertence
e maior ao
atração
13.
bloco
entre op núcleo e os eletrões de valência. Por isso, o raio atómico do elemento B deve ser maior do
13.1. 1s 2 2s 2 2p 4 grupo. Os cinco
que o raio eletrões
atómico do átomo
do elemento C. estão distribuídos por níveis de energia, pelo que, pertence ao
2.° período.
2.5. (B)
três estados energéticos diferentes, pelo que, no seu espetro fotoeletrónico surgem três picos. Con- 1.4. (A)
tudo, dois dos picos têm igual tamanho e o terceiro tem o dobro do tamanho. Assim, no espetro
1.5. (D). Estes elementos químicos como apresentam oito eletrões de valência, ou seja, têm o último
fotoeletrónico do átomo de oxigénio existem picos de dois tamanhos diferentes.
nível totalmente preenchido não têm qualquer tendência para reagir.
13.2. (D)
13.3.
6 Regra de Hund. 2. 7
1.4. (A)
1.5. (D). Estes elementos químicos como apresentam oito eletrões de valência, ou seja, têm o último
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nível totalmente preenchido não têm qualquer tendência para reagir.

2. PROPRIEDADES E TRANSFORMAÇÕES DA MATÉRIA


proposta de resoluções

proposta de resoluções
2.1. (B) Ligação química (Págs. 67 a 71)
Ligação química (págs. 79 a 83)
2.2. (C). São elementos que pertencem ao mesmo grupo e como, ao longo do grupo, a energia de ioni-
zação diminui, o elemento C tem uma menor energia de ionização que o elemento A. 1.
2.3. Gases nobres. 1.1. (B). O etano contém apenas elementos químicos não metálicos, estabelecendo, por isso, ligações
covalentes. O MgCℓ2 é constituído por um metal (Mg) e por um não metal (Cℓ), por isso, estabelece
2.4. Os eletrões dos elementos B e C estão distribuídos pelo mesmo número de níveis. Contudo, o ele-
ligações iónicas. A placa de zinco contém apenas átomos de um metal, pelo que se estabelece uma
mento C tem mais um protão no núcleo, o que lhe confere maior carga nuclear e maior atração
ligação metálica.
entre o núcleo e os eletrões de valência. Por isso, o raio atómico do elemento B deve ser maior do
que o raio atómico do elemento C. 1.2. (D). Existem forças atrativas entre protões (núcleo) e eletrões e forças repulsivas entre as partículas
de igual carga. A ligação estabelece-se quando há um equilíbrio de forças.
2.5. (B)
1.3. A energia de ligação depende do tipo de átomos que se ligam e do número de pares ligantes. Neste
caso, como o tipo de átomos é o mesmo, a energia de ligação depende apenas do número de pares
3.
ligantes. Como a ligação C=C tem maior número de pares ligantes, então a ligação é mais forte e
3.1.
Ligação química
prevê-se que(págs. 79 ade83)
a energia ligação seja superior à energia da ligação C-C.
aumento do número atómico. Na Tabela Periódica, o raio atómico apresenta tendência para diminuir
1.
2.
período. 1.1. (B). O etano contém apenas elementos químicos não metálicos, estabelecendo, por isso, ligações
2.1. As duas moléculas são constituídas por átomos de não metais, por isso, entre os átomos destas mo-
3.2. z = 8 → E i = 1314 kJ mol −1 covalentes. O MgCℓ2 é constituído por um metal (Mg) e por um não metal (Cℓ), por isso, estabelece
léculas estabelecem-se ligações covalentes.
ligações iónicas. A placa de zinco contém apenas átomos de um metal, pelo que se estabelece uma
z = 9 → E i = 1681 kJ mol − 1
2.2. (B). A ligação
ligação química estabelece-se quando a molécula atinge o mínimo de energia, ou seja, é mais
metálica.
z = 10 → E i = 2081 kJ mol −1
estável e menos reativa.
1.2. (D). Existem forças atrativas entre protões (núcleo) e eletrões e forças repulsivas entre as partículas
3.3. (D) 2.3. Cℓ2igual
de corresponde
carga. Aàligação
curva A; Br2 corresponde
estabelece-se à curva
quando há umB.equilíbrio de forças.
2.4.
1.3. Regra do octeto.
A energia de ligação depende do tipo de átomos que se ligam e do número de pares ligantes. Neste
4. 2.5. caso, como
(D), uma vezo tipo
que de
os átomos
eletrõesésão
o mesmo, a energia
igualmente de ligação
partilhados depende
pelos apenasdos
dois núcleos do átomos
número da
de molé-
pares
4.1. E (1 mol Cℓ ) = − 1260 kJ

ligantes. Como a ligação C=C tem maior número de pares ligantes, então a ligação é mais forte e
cula.
prevê-se que a energia de ligação seja superior à energia da ligação C-C.
4.2. Todos os elementos químicos da Tabela Periódica apresentam o mesmo número de eletrões de va-
6.
3.
2.
os níveis de valência estão sucessivamente mais afastados do núcleo a atração núcleo-eletrões de 6.1. (C). São ligações covalentes nas
3.1. (C) duas moléculas porque ocorrem3.3. (B)
3.2. (B) entre átomos de elementos não
- 2.1. As duas moléculas
metálicos. No casosão
da constituídas
molécula depor
N2 átomos de não metais,
são partilhados por isso,
três pares entre os(ligação
de eletrões átomos tripla),
destas mo-
en-
léculas
quanto estabelecem-se ligações covalentes.
na molécula de H2 é partilhado apenas um par de eletrões (ligação simples).
4. H 2O – o átomo central tem dois pares de eletrões não ligantes e tem dois pares de eletrões ligantes
4.3. (B) 2.2. A
6.2. (B). A ligaçãoem
distribuídos
estabilidadequímica
deduas estabelece-se
umaligações
molécula quando
covalentes
está a molécula
simples.
relacionada Para atinge
com o mínimo
ominimizar
número de energia,
as eletrões
de repulsões ou seja,
adquire
partilhados. é mais
geometria
Quanto
estável
angular.
maior e menos reativa.
o número de eletrões partilhados, maior a estabilidade da molécula. Como na molécula de N
4.4. Os elementos químicos da tabela pertencem todos ao mesmo grupo da Tabela Periódica e estão or- 2

2.3.
CO são partilhados
Cℓ2 2corresponde seis eletrões
à curva
– átomo central temBreeletrões
não A; 2 na molécula
corresponde de H2 são
à curva
não ligantes. B.partilhados
Tem dois
quatro pares de eletrões, a molécula
eletrões ligantes de N2 é
distribuídos
iodo. O raio atómico apresenta tendência para aumentar ao longo do grupo, com o aumento do por duas
2.4. Regra ligações covalentes duplas. Para minimizar as repulsões adquire geometria linear.
do octeto.
6.3. H uma N vezH que os eletrões são igualmente partilhados pelos dois núcleos dos átomos da molé-
e do iodo, que é o elemento com maior raio dos quatro. 2.5. (D),
5. 22 eletrões de valência.
cula.
H
5. 6.4. (C)
6.
5.1. (B) 5.2. (C) 5.3. (C) 6.5. (B)
5.4. C​ℓ​. Verifica-se que ao longo do período o raio diminui, devido ao aumento da carga nuclear. 6.1. (C). São ligações covalentes nas duas moléculas porque ocorrem entre átomos de elementos não
6.6. (B)
metálicos. No caso da molécula de N2 são partilhados três pares de eletrões (ligação tripla), en-
m m soluto apenas
ppm = ______
m solução × 10 ⇔ ppm m solução × 10 × 10 ⇔ ppm = % (m / m) × 10 ⇔
= ______
6. quanto nasoluto
molécula 6de H2 é partilhado 2 um 4par de eletrões (ligação simples).
4

6.1. (D) 6.2. (A) 6.2. ⇔ 50 = % (m / m


A estabilidade de) ×uma
10 4 ⇔ % (m /está
molécula m) = relacionada
5,0 × 10 −3 %com o número de eletrões partilhados. Quanto
6.3. São elementos que pertencem ao mesmo grupo. Ao longo do grupo, o número de níveis aumenta, maior o número de eletrões partilhados, maior a estabilidade da molécula. Como na molécula de N2
logo, os eletrões de valência são cada vez mais energéticos. Assim, o elemento F tem menor energia são partilhados seis eletrões e na molécula de H2 são partilhados dois eletrões, a molécula de N2 é
de primeira ionização, porque os seus eletrões de valência são mais energéticos.
6.3. H N H

8 H 9
6.4. (C)
6.2. A estabilidade de uma molécula está relacionada com o número de eletrões partilhados. Quanto n(soluto) = _________ = ______ = 11,97 mol
M(soluto) 36,46
maior o número de eletrões partilhados, maior a estabilidade da molécula. Como na molécula de N2
PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A n(soluto) 11,97 PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A
são partilhados seis eletrões e na molécula de H2 são partilhados dois eletrões, a molécula de N2 é c = __________ = ______ = 11,97 mol dm − 3
V(solução) 1

6.3. H N H 8.
proposta de resoluções

proposta de resoluções
8.1. (A). A molécula apresenta duas ligações covalentes entre os átomos de oxigénio e o átomo de car-
H
6.4. (C)
8.2. CO 2 apresenta sime-
6.5. (B) tria de carga. Por isso, a molécula de CO2 é uma molécula apolar.
6.6. (B) 8.3. (C). Como as moléculas de CO2 são apolares, as ligações intermoleculares que se estabelecem, pre-
m soluto m
m solução × 10 ⇔ ppm = m solução × 10 × 10 ⇔ ppm = % (m / m) × 10 ⇔
ppm = ______ 6 ______
soluto 2 4 4 dominantemente entre elas são as ligações de Van der Waals. Nas ligações intermoleculares não
existe a partilha de eletrões.
⇔ 50 = % (m / m) × 10 4 ⇔ % (m / m) = 5,0 × 10 −3 %
8.4. Ligação (covalente) polar.
6.7. ∆H = ∑ E ligação dos reagentes − ∑ E ligação dos produtos ⇔ 8.5. Apesar de ambas apresentarem o mesmo número de átomos e o mesmo número de ligações, as
⇔ ∆H = [1 × E(N ≡ N ) + 3 × E(H − H)] − [2 × 3 × E(N − H)] moléculas não apresentam o mesmo número de pares de eletrões. Na molécula de CO2, em torno do
átomo central (C) só existem pares de eletrões ligantes que se afastam ao máximo, de modo a mini-
⇔ ∆H = [945 + (3 × 436)] − (6 × 391) mizar as repulsões, pelo que os átomos se distribuem no espaço adotando uma geometria linear. Já
⇔ ∆H = − 93 kJ mol − 1 na molécula de H2O, o átomo central (O) tem à sua volta, para além dos pares ligantes, dois pares
de eletrões de valência não ligantes que exercem repulsão sobre os pares ligantes, forçando-os a
aproximarem-se, adotando uma geometria angular.
7.
7.1. Ligação covalente simples. As três moléculas contêm um átomo de hidrogénio que só tem um 9. H HH HH HH H H H H H H
eletrão disponível para ligação. O átomo ligado ao hidrogénio tem, nas três moléculas, sete eletrões 9.1. Butano
9.1. Nonano H HC CC CC H C C C C C H
CC C
de valência e apenas um eletrão disponível para estabelecer uma ligação, pelo que só é partilhado
H H H H
um par de eletrões. H H H H H H H H H
9.2. (B). O grupo é o grupo característico dos ácidos carboxílicos e o grupo é o grupo característico das
7.2. (A)
acetonas.
7.3. As duas moléculas têm um átomo em comum, o hidrogénio, e o tipo de ligação que se estabelece é
9.3. (B). Quanto menor for o comprimento de ligação, maior é a energia de ligação, logo, é uma ligação
o mesmo (ligação covalente simples). Neste caso, a energia de ligação dependerá da distância dos
mais forte.
9.4. V = 250 mL; c = 0,050 mol dm − 3
- n ⇔ n = 0,050 × 0,250 ⇔
c = __
dos, pelo que, para estabelecer a ligação com o hidrogénio, necessita de libertar mais energia. Por v
⇔ n = 0,0125 mol
isso, a energia de ligação é maior na molécula de HF.
m = n × M = 0,0125 × 180,16 = 2,25 g
7.4. (B). A molécula é polar, por isso, estabelecem-se apenas forças de Van der Waals.
9.5. (A).
7.5. Para que duas substâncias sejam miscíveis as moléculas que as constituem devem estabelecer o 1,39 × 100,0
mesmo tipo de ligações intermoleculares. Neste caso, as moléculas das duas substâncias são polares N.º de átomos de O = x × n × N A = 4 × ___________ × 6,02 × 10 23
180,16
=(
180,16 )
m ρ ×V 1,39 × 100,0
e, por isso, estabelecem ligações dipolo permanente-dipolo permanente, sendo miscíveis. n= =
__ _____ ___________ mol
M M
7.6. V = 1 L; ρ = 1,18 g cm − 3
m(solução) 10. e dispersões (págs. 82 a 86)
Gases
ρ = ___________ ⇔
V(solução) 10.1. (B)
1.
⇔ m(solução) = 1,18 × 1 × 10 ⇔ 3
​ ​​  = 0,46 × 63,55 = 29,23 g
10.2. ​​​​m​Cu
1.1. (B). Como estão nas mesmas condições de pressão e de temperatura, a mesma quantidade de matéria
⇔ m(solução) = 1,18 × 10 3 g 29,23  ocupa ——— 30%
igual volume. Como as duas amostras contêm a mesma proporção de átomos de oxigénio, se
o volume x ——— 70%
de CO 2 é  o⇔ 
dobrox = 68,2 g Zn de O2, então, a quantidade de matéria de CO2 é o dobro da
do volume
% (m ⁄ m) × m(solução) 37 × 1,18 × 10 3 quantidade de matéria de O , por isso, o número de átomos de oxigénio tem que ser metade.
m(soluto) = _____________________ = ________________ = 436,6 g
n = ​ _ 
68,2 2
100 100  ​  = 1,04 mol
65,4 32,0 g 32,0 × 10 −3 ____
32,0
m(soluto) 436,6 1.2. (A). ρ = _____________ 3 23 −1 = 23 −3 =
__________ kg m −3
n(soluto) = _________ = ______ = 11,97 mol N = 1,04 × 6,02 × ​10​​ ​  = 6,26 × ​10​​ ​átomos
22,4 dm mol 22,4 × 10 22,4
de Zn​
M(soluto) 36,46
10.3. (C) %(V ⁄ V) × V solução 78 × 100
n(soluto) 11,97 1.3. V (N 2) = _________________ = _________ = 78 dm 3
c = __________ = ______ = 11,97 mol dm − 3 100 100
V(solução) 1 V (N 2) _____
11. n (N 2) = ______ = 78 = 3,48 mol
Vm 22,4
8. 11.1. (C)
2) = n (N 2) × M (N 2) = 3,48 × 28,02 = 97,5 g
11.2. m a)(N
hidroxilo; b) carbonilo
8.1. (A). A molécula apresenta duas ligações covalentes entre os átomos de oxigénio e o átomo de car-

10 11
8.2. CO 2 apresenta sime-
9. H H H H H H H H H 2.2. (A). Para um metro cúbico de ar:
9.1. Nonano
PREPARAR H C C
EXAME NACIONAL C CE QUÍMICA
DE FÍSICA C C A C C C H m(ar) = ρ ar × V = 1,176 × 1 = 1,176 kg PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A

H H H H H H H H H m (NO 2)
ppm(m / m) = _______ 30 × 10 − 9 × 10 6
× 10 6 = __________
9.2. (B). O grupo é o grupo característico dos ácidos carboxílicos e o grupo é o grupo característico das m(ar) 1,176
12. acetonas.
As ligações intermoleculares que predominam são as ligações de hidrogénio pois em ambos existem 2.3. (D)
proposta de resoluções

proposta de resoluções
átomos de hidrogénio ligados a átomos de oxigénio.
= 88 × 10 = 1,8 × 10 − 6 mol
m (O 3) _________−6
9.3. (B). Quanto menor for o comprimento de ligação, maior é a energia de ligação, logo, é uma ligação n (O 3) = ______
M (O 3) 48,00
mais forte.
13.
N (O 3) = n (O 3) × N A = 1,08 × 10 18 moléculas
9.4. V = 250 mL; c = 0,050 mol dm13.2. (D)
13.1. (C)
−3
13.3. (A)
n
__ 2.4. (D)
13.4. c3)= Sendo
v⇔ n = 0,050
uma × 0,250
molécula ⇔ existem todas as ligações intermoleculares com exceção das ligações
polar
⇔ n = 0,0125 mol
de hidrogénio. As ligações que predominam são as dipolo permanente - dipolo permanente. 2.5. -
4) =Sendo volvem radiação ultravioleta B, impedindo que esta radiação, bastante energética, atinja a superfície
m n × Muma
= 0,0125 × 180,16
molécula = 2,25
polar e com
g um átomo de oxigénio ligado a um átomo de hidrogénio exis-
tem todas as ligações intermoleculares. As ligações que predominam são as ligações de hidrogénio. terrestre. O ozono, ao absorver radiação UV-B, sofre uma reação de fotodissociação.
9.5. (A). O 3 + UV → O 2 + O •
1,39 × 100,0
(A) de átomos de O = x × n × N A = 4 × ___________ × 6,02 × 10 23
14. N.º 3.
180,16
= (___________) mol
m=ρ ×V 1,39 × 100,0
n = __ _____
3.1. Quanto maior o número de eletrões partilhados entre os átomos de carbono, menor é o comprimento
M M 180,16
de ligação, uma vez que a atração entre os núcleos dos átomos e os eletrões de valência ligantes é
Gases e dispersões (págs. 82 a 86) maior, tornando a ligação mais forte e aproximando os dois núcleos (menor comprimento de ligação).
Gases e dispersões (págs. 82 a 86)
3.2. 809 × 10 3 = 1,34 × 10 −18 J
(A). E = _________
1. 6,02 × 10 23
1.1. (B). Como estão nas mesmas condições de pressão e de temperatura, a mesma quantidade de matéria 3.3. (D)
ocupa igual volume. Como as duas amostras contêm a mesma proporção de átomos de oxigénio, se
o volume de CO2 é o dobro do volume de O2, então, a quantidade de matéria de CO2 é o dobro da 4.
quantidade de matéria de O2, por isso, o número de átomos de oxigénio tem que ser metade.
4.1. O C O 4.2. (A)
32,0 g 32,0 × 10 −3 ____
32,0
1.2. −1 =
(A). ρ = _____________ __________ = kg m −3
3
22,4 dm mol 22,4 × 10 −3 22,4
4.3. O metano (CH 4) tem como átomo central o carbono ligado aos quatro átomos de hidrogénio por
%(V ⁄ V) × V solução 78 × 100
1.3. V (N 2) = _________________ = _________ = 78 dm 3 ligações covalentes simples. No átomo central não existem pares de eletrões de valência não ligan-
100 100
tes, por isso, para que sejam minimizadas as repulsões existentes entre os quatro pares de eletrões
V (N 2) _____
n (N 2) = ______ = 78 = 3,48 mol ligantes, o metano adota uma geometria tetraédrica.
Vm 22,4
m (N 2) = n (N 2) × M (N 2) = 3,48 × 28,02 = 97,5 g 4.4. (B)
4.5. (B). ppm = % (V / V) × 10 4 = 80 × 10 4 = 0,80 × 10 6
V (N 2)
_____
n (N 2) Vm % (V/V) × V gás 80 × 10
1.4. χN 2 = _____________________ = ______________________ = 4.6. V (CH 4) = _____________ = _______ = 8,0 dm 3
n (N 2) + n (O 2) + n (CO 2) _____ V (O 2) _______
V (N 2) ______ V (CO 2) 100 100
+ + V (CH 4) _____
8,0
Vm Vm Vm n (CH 4) = _______ = = 0,36 mol
V (N 2)
_____ Vm 22,4
Vm
_____________________ V (N 2)
= = _____________________ n(C) = n (CH 4) = 0,36 mol
V (N ) + V (O ) + V
_____________________
2 2 (CO 2) V (N 2) + V (O 2) + V (CO 2)
Vm m(C) = n(C) × M(C) = 0,36 × 12,01 = 4,3 g
78
χN = _________ = 0,78 21
χO = _________ = 0,21
2
78 + 21 + 1 2
78 + 21 + 1 4.7. m(gás) = ρ × V ⇔
χCO 1
= _________ = 0,01 ⇔ m(gás) = 0,8141 × 25 × 10 − 3 ⇔
2
78 + 21 + 1
⇔ m(gás) = 0,02035 kg ⇔
2. ⇔ m(gás) = 20,35 g
%(V / V) × V gás 80,0 × 25
2.1. Braga: V (CH 4) = _____________ = _________ = 20 dm 3
100 100
= 140 × 10 = 2,92 × 10 − 6 mol
m (O 3) __________−6
n (O 3) = ______ 20 = 0,893 mol m (CH ) = 0,893 × 16,05 = 14,3 g
M (O 3) 48 n (CH 4) = _____ 4
22,4
N (O 3) = n (O 3) × N A = 2,92 × 10 − 6 × 6,02 × 10 23 = 1,76 × 10 18 moléculas m( CH 4) 14,3
%(m / m) = _______ × 100 = ______ × 100 = 70,3%
O número de moléculas de O3 em Braga, nesse dia, foi inferior ao limite máximo para este poluente. m(gás) 20,35
4.8. (A)
2.2. (A). Para um metro cúbico de ar:
m(ar) = ρ ar × V = 1,176 × 1 = 1,176 kg 5. CH3
m (NO 2)
ppm(m / m) = _______ 30 × 10 − 9 × 10 6
× 10 6 = __________
1,176 5.1. CH3 C CH3 5.2. (A)
m(ar)
CH3
2.3. (D)
12 13
= 88 × 10 = 1,8 × 10 − 6 mol
−6
m (O 3) _________
n (O 3) = ______ 5.3. 2-cloro-2,3-dimetilbutano
22,4
m( CH 4) 14,3
%(m / m) = _______ × 100 = ______ × 100 = 70,3%
m(gás)
PREPARAR EXAME NACIONAL 20,35 A
DE FÍSICA E QUÍMICA PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A

4.8. (A)

5. CH3 13.
proposta de resoluções

proposta de resoluções
5.1. CH3 C CH3 5.2. (A) 13.1. (B)

CH3
13.2. (B)
​ ​​  = ​ _
M ​  = ​ _
44,01 − 1
=  24,45​ dm​​ ​​mol​​ ​
3
13.3. ​​​​V​m  ​  

5.3. 2-cloro-2,3-dimetilbutano ρ 1,8

n = ​ _ V  ​  = ​ _ 6,0


= 0,25 mol
16
6. ​​n = ​ _
N  ​   ⇔  n = ​ _  − 8 9,07 × ​10​​ ​   ​  
 ​  ⇔  n = 8,4 × ​10​​ ​ mol ​Vm ​ ​​ 24,45
​NA​ ​​ 23
6,02 × ​10​​ ​
​ _  ​  
6,0 _
nI​I​​  = ​ _
9,0 0,25 × 9,0
− 6 = ​   ​  ⇔ ​  ​  ⇔ ​
  n​II​​  = 0,375 mol
n = ​ _
m ​   ⇔  M = ​ _
2,7 × ​10​​ ​ − 1 0,25 ​nII​ ​​ 6,0
− 8
⇔  M =  32,14 g ​mol​​ ​​
 ​  
M 8,4 × ​10​​ ​ ​nadicionado
​ ​​  = 0,375 − 0,25 = 0,125 mol​
7. (C)
14.
8. 14.1. (B)
8.1. ​​n = ​ _
m ​   ⇔  n = ​ _320
  ​  ⇔  n = 10 mol ​​​​n = 0,125 × 0,300 = 0,0375 mol
M 32,00
m = 0,0375 × 194,19 = 7,28 g​
V​​​​O​ ​​ ​​ = n × ​V​m​​  ⇔ ​
V​O​​​ ​ ​​ ​​ = 10 × 22,4  ⇔ ​
V​​​​O​ ​​ ​​ = ​224 dm​​ ​​
3
​ − 3
14.2. ​​​​n​​​K​ ​​ ​​​  = 2 × ​n​K​​​ ​ ​​​CrO​ ​​​​  ⇒ ​
c​K​​​ ​​ ​​​  = 2 × ​c​K​​​ ​ ​​​CrO​ ​​​​  = 2 × 0,125 = ​0,250 mol dm​​ ​​
2 2 2
+ +

8.2. ​​​​n​​​N​ ​ ​​ ​​ = ​ _


m ​   ⇔  n = ​ _
140,1
2 4 2 4

 ​  ⇔  n = 5,0 mol


Vf​​​  = ​ ____________
M 28,02 0,125 × 0,300
14.3. ​​​​n​i​​​  = ​n​f​​  ⇔ ​
ci​​​  × ​V​i​​  = ​c​f​​  × ​V​f​​  ⇔ ​ V​f​​  = ​0,750 dm​​ ​
⇔ ​
2 3
    ​  
0,0500
V​N​​​ ​ ​​ ​​ = n × ​V​m​​  ⇔ ​ V​N​​​ ​ ​​ ​​ = 5,0 × 22,4  ⇔ ​ V​N​​​ ​ ​​ ​​ = ​112 dm​​ ​
3
​ 2 2 2

​​  = 0,750 − 0,300 = ​0,450 dm​​ ​​


3
​m​mistura​​ _ ​Vadicionado

ρ​mistura​​  = ​ _ ​  
320 + 140,1 − 3
​ = ​    ​   =  1,37 g ​dm​​ ​​
​Vmistura
​ ​​ 224 + 112
15.
9.
15.1. ​​n = 0,100 × 0,0500 = 0,00500 mol
9.1. (C)
3
m = 0,00500 × 169,88 = 8,49 g​
9.2. ​​V =  1 ​dm​​ ​
15.2. (A)
​ ​​  = 20,06 mol  ⇔ ​
​nMgCℓ n​​​​Mg​​ ​​ ​ = 20,06 mol 2+

​​​ g​​ ​​ ​ = 20,06 × 24,3 =  487,5​ g Mg​​ ​


​m​M 2+
2+
Transformações químicas
Transformações químicas (págs.
(págs. 96 a96 a 101)
101)
​mamostra
​ ​​  = ρ × V  ⇔ ​
m​amostra​​​​  = 1,025 × 1000  ⇔ ​
ma​mostra​​  = 1025 g 1.
​ ​M
m ​​​ g​​ ​​​
%m / m = ​ _  × 100 = ​ _ ​  
2+
487,5
 ​   × 100 = 47,6%​ 1.1. (B). Como se trata de uma reação exotérmica, o módulo da energia absorvida na quebra das liga-
​m​amostra​​ 1025
ções dos reagentes é menor do que o módulo da energia libertada na formação das ligações dos
10. produtos. Globalmente, esta reação ocorre com libertação de energia.
10.1. (C) 1.2. ∆H = ∑ E ligação dos reagentes − ∑ E ligação produtos
​ ​​  = ​ _ ​ ​​  = ​ _ ​  ⇔ ​
V ​  ⇔ ​ 33,6
10.2. ​​​​V​m Vm Vm
3 − 1
​ ​​  = ​22,4 dm​​ ​ ​mol​​ ​ ⇔ − 393 = ∑ E ligação dos reagentes − [2 × E(C=O)]
n 1,5
⇔ ∑ E ligação dos reagentes = − 393 + (2 × 804)
n = ​ _ V  ​  ⇔  n = ​ _ 2   ​  ⇔  n = 0,089 mol
​Vm ​ ​​ 22,4 ⇔ ∑ E ligação dos reagentes = 1215 kJ mol − 1
m = n × M  ⇔  m = 0,089 × 32,00  ⇔  m = 2,85 g​
1.3. m (CO 2) = 2,00 g
11.
m (O 2) = 0,05 mol → m (O 2) = 0,05 × 32,00 = 1,6 g
11.1. (D)
6,88 × 10 22
N (N 2) ___________
N (N 2) = 6,88 × 10 22 → n (N 2) = ______ = = 0,114 mol
11.2. ​​n = ​ _V  ​  = ​ _
17,3
 ​  = 0,77 mol
  NA 6,01 × 10 23
​Vm
​ ​​​​ 22,4
m (N 2) = 0,114 × 28,02 = 3,19 g
n = 0,77 × 2 = 1,54 mol átomos de oxigénio
2,00 2,00
m = 1,54 × 16,00 = 24,64 g​ %(m/m) CO = ________________ × 100 = _____ × 100 = 29,4%
2,00 + 1,6 + 3,19
2
6,79
​ ​​​​N​ ​​​​
V ​ ​​​​N​ ​​​​
V
12. ​​%V / V = ​ _ ​  × ​10​​2​  ⇔ 0,78 = ​ _  ​  ⇔ ​V​N​​​ ​ ​​ ​​ = ​288,6 dm​​3​
2 2
2.
​V​ar​​ 370 2

2.1. (A)
​V​​​​N​ ​​​​
​V​m​​  = ​ _ ​  ⇔ 22,4 = ​ _
288,6
2
 ​   n​N​​​ ​ ​​ ​​ = 12,9 mol
 ⇔ ​
​n​N​​​ ​ ​​​​
2
​n​​​​N​ ​​​​ 2
2
2.2. V(ar) = 200 dm 3
N = x × ​n​​​​N​ ​​ ​​ × ​N​A​​  = 2 × 12,9 × 6,02 × ​10​​ ​  = 1,55 × ​10​​ ​​
23 25 1 m 3 de ar = 587 g de CO
2

0,200 m 3 de ar = x ⇔ x = 117,4 g de CO
14 m(CO) 117,4 × 10 − 6 15
n(CO) = _______ = _____________ = 4,19 × 10 − 6 mol
M(CO) 28,01
2
2.1. (A)
PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A 6. PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A
2.2. V(ar) = 200 dm 3
1 m 3 de ar = 587 g de CO 6.1. Origem natural: erupções vulcânicas; plantas.
0,200 m 3 de ar = x ⇔ x = 117,4 g de CO Origem antropogénica: queima de combustíveis fósseis e utilização de solventes.
proposta de resoluções

proposta de resoluções
m(CO) 117,4 × 10 − 6 6.2. (A) 6.3. Radicais livres
n(CO) = _______ = _____________ = 4,19 × 10 − 6 mol
M(CO) 28,01
N(CO) = n(CO) × N A = 4,19 × 10 − 6 × 6,02 × 10 23 = 2,52 × 10 18 moléculas 7. F F F F
F F
2.3. 587 × 10 −6 × 10 6 = __________
(A). ppm = _________ 587 7.1.
7.1. Cℓ C C → Cℓ
Cℓ Cℓ C C +Cℓ
1280 1,280 × 10 3 Cℓ C C +
F
F F
F F F

3. 7.2. O CFC não sofre fotodissociação ao nível da troposfera porque a esta camada não chega radiação
3.1. Destruição: O 3 + UV-B → O 2 + O •

Formação: 8.
1) O 2 + UV-B → O • + O • 8.1. (D)
2) O 2 + O → O 3

8.2. ​​− 432 = (4 × 414 + 4 × ​E​Cℓ − Cℓ​​)   − (4 × 328 + 4 × 431)
1,05 × 10 5
105 × 10 = _________
3
⇔ ​
E​Cℓ − Cℓ​​  = ​237 kJ mol​​ ​​
− 1
3.2. (B). A energia libertada é dada pela expressão: _________
6,02 × 10 23 6,02 × 10 23
pelo facto de ser energia libertada pelo sistema.
9.
3.3. O 2 + UV → O + 1 eletrão
+
2 9.1. (D)
3.4. 3.4.1. A energia de ligação C-F é superior à energia de ligação C-Cℓ. ​​​​ΔH = (4 × 388 + 193 + 498 )  − (945 + 4 × 463)
− 1
3.4.2. Voláteis e libertam o radial Cℓ • que destrói inúmeras moléculas de O 3. ⇔  ΔH = − ​554 kJ mol​​ ​​
9.2. Exotérmica, pois o valor da variação de entalpia é negativo, assim, globalmente, a reação ocorre
com libertação de energia.
4.
9.3. ​​n = ​ _
m ​   ⇔  n = ​ _320
4.1. A densidade da atmosfera diminui com a altitude, pois, por ação da força gravítica, há mais   ​  ⇔  n = ​10,0 mol N​2​​​H4​ ​​
M 32,05
partículas nas camadas mais baixas da atmosfera, logo, mais massa para o mesmo volume.
1​mol N​2​​​H4​ ​​ ____________
10,0​mol N​2​​​H4​ ​​
4.2. (D) 4.3. Fotodissociação ​ _  ​   = ​   
    ⇔  x = 5540 kJ​
​  
554 kJ x
%(V / V) × V(ar) 10.
4.4. V (CH 4) = ______________ = 0,00017 dm 3
100
10.1. Como ​ΔH < 0​, a energia absorvida na rutura das ligações dos reagentes é inferior à energia libertada
V (CH ) 0,00017
n (CH 4) = _______
4
= ________ = 7,59 × 10 − 6 mol na formação dos produtos.
Vm 22,4
10.2. (D)
m (CH 4) = n (CH 4) × M (CH 4) = 7,59 × 10 − 6 × 16,05 = 1,22 × 10 − 4 g
11.
5. 11.1. (D)
5.1. Durante uma reação química é necessário que ocorra a absorção da energia para quebrar as ligações ​​​​− 810 = (4 × 414 + 2 × 498 )  − (2 × ​E​C = O​​  + 4 × 464)
− 1
químicas entre os átomos dos reagentes e quando os átomos se voltam a ligar para formar as novas ⇔ ​
E​C = O​​  =  803​ kJ mol​​ ​​
substâncias (produtos da reacção) libertam energia. Se a energia absorvida é inferior à energia liber-
11.2. Diagrama A. Como se trata de uma reação exotérmica a entalpia dos produtos é menor que a ental-
tada, o balanço energético é negativo (∆H <
pia dos reagentes.
verdadeira.
5.2. (A). Como se trata de uma reação exotérmica, o módulo da energia absorvida na quebra das liga- 12. Reações de fotodissociação e ocorrem predominantemente na estratosfera.
ções dos reagentes é menor do que o módulo da energia libertada na formação das ligações dos 13. (D)
produtos. Globalmente, esta reação ocorre com libertação de energia, que, num sistema isolado,
leva ao aumento de temperatura no sistema. 14.
5.3. ∆H = [1 × E(H-H) + 1 × E(Cℓ-Cℓ)] − [2 × E(H-Cℓ)] 14.1. (D)

14.2. ​​​​O​3​​ ​ ⟶
     ​ ​O​2​​  + ​O​​ ​​
 U.V.  

⇔ − 184 = (436 +) − 2 E(H-Cℓ)


678 = 431 kJ mol − 1
⇔ E(H-Cℓ) = ______ 15.
2 • •
15.1. Dissociação: ​​N2​ ​​ ​ ⟶
     ​ ​N​​ ​  + ​N​​ ​​
 U.V.  

+ −
6. Ionização: ​​N​2​​​ ​ ⟶
     ​  N​  2​ ​  + ​e​​ ​​
 U.V.  

6.1. Origem natural: erupções vulcânicas; plantas. 15.2. (D)


Origem antropogénica: queima de combustíveis fósseis e utilização de solventes.
16 17
6.2. (A) 6.3. Radicais livres
PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A

FÍSICA 10
4.
​F​1​​  × Δr × cos ​(​0​​ )​ ​
proposta de resoluções

proposta de resoluções
ENERGIA E SUA CONSERVAÇÃO _​W​F​​​​​​​​ ________________ º
4.1. (B) 4.2. (C) 4.3. ​​​​   ​  = ​   
1
   ​  = 2​
Energia e movimentos (págs. 121 a 132) ​W​​​​F​​​​​ ​F​2​​  × Δr × cos ​(​60​​º​)​
2

Energia e movimentos (págs. 133 a 144) 5. ​​​​W​​​​​​F ​​ ⃗ ​​ ​​ = ​W​​​​P ​​​  ⃗ + ​W​​​​N ​​​  ⃗ + ​W​​​​F ​​​  ⃗ + ​W​​​​​​F ​​ ⃗ ​​​​
R a​​​​

​W​​​​N ​​​  ⃗ = ​W​​​​P ​​​  ⃗ = 0 J


1.
8,2 = 14,8 × 0,78 × cos(22º) + ​W​​​​​​F ​​ ⃗ ​​​​
1.1. m = 0,250 kg
a​​​​

⇔ ​ W​​​​F ​ a⃗ ​​ ​​ = − 2,5 J


constante. No que se refere à energia potencial gravítica também não há variação porque a massa,
| | | |
Sistema - água; vizinhança - ar; fronteira - copo e superfície da água.
​W​​​​​​F ​​ ⃗ ​​​​  = ​   ​​F ​​a​​ ⃗ ​​   ​  × ​  | Δ​  r ​  |⃗ ​  × cos180º  ⇔  − 2,5 = ​   ​​F➝ ​​ a​​   ​  × 0,78 × cos​(180º)​
1.2.

| |
a​​​​

1.3. (A). A energia potencial interna é maior em A uma vez que contém um maior número de partículas é⇔ ​ 
falsa
a​​ ​​F ​​ ⃗ ​​ dado
 ​  = 3,2que N​ a energia total permanece constante.
do que o copo B. Como a temperatura é a mesma nos dois copos, a energia interna no copo A vai
ser maior.
6.
1.4. Se parte da água evaporar, a massa do sistema diminui, o que provoca a diminuição da energia po-
tencial interna. Supondo que a temperatura do sistema se mantém, não haveria alteração da energia 6.1. (A). Como o elevador sobe com módulo de velocidade constante, o módulo da aceleração é nula,
cinética interna. Então, como a energia interna da água resulta da soma das energias cinética e po- por isso, a intensidade da resultante das forças é nula.
tencial internas, esta diminuiria. 6.2. Um sistema é conservativo se sobre ele se realiza trabalho apenas de forças conservativas. Neste
caso, realizam trabalho sobre o elevador forças não conservativas (força do motor e força de atrito),
2. pelo que o sistema não é conservativo.

2.1. (D). Para que um sistema possa ser reduzido ao seu centro de massa tem que ser um corpo rígido, 6.3. WF➝ = 0 J ⇔ 0 = WF➝ + ( − 15 600) + (− 400 000) ⇔ WF➝ = 415 600 J
r

apresentar apenas movimento de translação e as variações da energia interna serem desprezáveis. W →P = − m g h = − 2000 × 10 × 20 = − 400 000 J
2.2. A energia cinética de um corpo, de massa constante, é diretamente proporcional ao quadrado da WF➝ = 780 × 20 × cos (180º) = − 15 600 J
a

velocidade do corpo. Se esta velocidade aumentar para o dobro, a energia cinética quadruplica
6.4. (B)
( 2 2 = 4).
6.5. 415 600 = 1732 W
P = ________
2.3. W→F = 10 × 5,0 × cos (0º) = 50 J 4 × 60
A força cede 50 J de energia ao corpo sob a forma de trabalho.
7.

3.
7.1.
→ →
|| → →
(B). W→F = F |∆ r | cos α ⇔ 4,50 × 10 3 = F × 2,50 × cos (0º) ⇔ F = 1800 N || ||
7.2. W →P = − ∆ Epg = − m g h = − 150 × 10 × 2,50 = − 3750 J
3.1. F➝1 ou F➝3. Qualquer força cujo vetor faça um ângulo de 90° com a direção do deslocamento.
7.3. (A)
3.2. F a = F 4 = 0,05 P = 0,05 m × g = 0,05 × 15 × 10 = 7,5 N
1 × 150 × v 2 = 750 ⇔
∆ E c = W→F ⇔ E c ,f − E c, i = W→F + W→P ⇔ E c ,f − 0 = 4,50 × 10 3 + ( − 3750 ) ⇔ __
W F➝ = 7,5 × 10 × cos (180º) = − 75 J
f
a
R
2
⇔ v f = 3,16 m s −1
O trabalho da força de atrito é um trabalho resistente.
7.4. -
3.3. Se o módulo da velocidade é constante, então ∆ E c = 0 J. Pelo teorema da energia cinética o trabalho dade do peso, mas, como após a elevação não ocorre deslocamento, o trabalho realizado por essa
da resultante das forças que atua no sistema também é zero. Assim, força é nulo.
W→F + W→F = 0
2 4 8.
⇔ W = −W

F2

F4
10.
8.1. (D) 8.2. (D)
⇔ W→F = − (7,5 × 10 × cos (180º)) 10.1.
8.3. ​​​​W​​​ ​​F​ ​​ ⃗ ​​ ​​ = Δ​E​c​​  ⇔ ​
A energia mecânicaW​P​​​ ​​​  ⃗ + ​W = Δ​E​c​​ resulta da soma da energia cinética do sistema e da energia poten-
do​​​​N ​​​  ⃗ sistema
2 R

cial gravítica. A energia cinética depende da massa do sistema e do quadrado da sua velocidade que
⇔ W→F = 75 J ​W​N​​​  ​​​  ⃗ = 0 J
neste caso são ambas constantes, pelo que a energia cinética não varia. A energia potencial gravítica
| | | |
2

→ → − m × g × ​(h​ _
1 × m × ​2,0​​2​  ⇔
75 = F 2 × 10 × cos (30º) ⇔ F 2 = 8,7 N depende daf​​  − ​
h​i​​)   = − ​ 
massa do2  ​  sistema, da aceleração gravítica e da altura a que se encontra o sistema.

3.4. A energia total do sistema resulta da soma da energia cinética do corpo com a energia potencial ⇔  − 10 × ​h​f​​  = − ​ _ 1  ​  ⇔ ​ h​​​  = 0,2 m​
energia potencial 2gravíticaf é a mesma nos dois pontos, bem como a energia mecânica do sistema.

(2 )
gravítica, por se tratar de um sistema mecânico. Neste caso, como a velocidade se mantém cons- 1 × 12 m × __
2
1 v = 3 E (automóvel)
9.
10.2. (D). E c (camião) = __ c
tante durante todo o percurso e o corpo não sofre variação da sua massa, a sua energia cinética é 2
constante. No que se refere à energia potencial gravítica também não há variação porque a massa, W​P​​​ ​​​  ⃗ = − ​E​c ,i​​  ⇔  − m g (​hf​​​  − ​h​i​​)   = − ​ _
9.1. ​​​​W​​​​​​F ​​ ⃗ ​​ ​​ = Δ​E​c​​  ⇔ ​ 1  ​  m ​v2​​ ​
R
2
11. ⇔ 2 × 10 × 1,16 = ​v​​2​  ⇔  v = ​4,8 m s​​− 1​​
é falsa dado que a energia total permanece constante. 11.1.
9.2. (A)
(D). Durante o movimento da bola, a única forma que realiza o trabalho é o peso, que é uma força
conservativa, por isso, não há variação da energia mecânica da bola.
6.
18 19
7.4. -
⇔ vf = √
20,0

____
dade do peso, mas, como após a elevação não ocorre deslocamento, o trabalho realizado por essa ⇔ v f = √24,6 ⇔
PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A
força é nulo.
⇔ v f = 4,96 m s − 1

10. 12.5. (B)


proposta de resoluções

proposta de resoluções
10.1. A energia mecânica do sistema resulta da soma da energia cinética do sistema e da energia poten- ∆ Em = ∆ Ec + ∆ Epg ⇔
cial gravítica. A energia cinética depende da massa do sistema e do quadrado da sua velocidade que
⇔ ∆ Em = 246 + 0 = 246 J
neste caso são ambas constantes, pelo que a energia cinética não varia. A energia potencial gravítica
depende da massa do sistema, da aceleração gravítica e da altura a que se encontra o sistema. 13.
13.1. (B)
energia potencial gravítica é a mesma nos dois pontos, bem como a energia mecânica do sistema.
13.2. (D). W ➝p = − ∆ E pg ⇔ W ➝p = − mgh
( )
2
1 × 12 m × __
10.2. (D). E c (camião) = __ 1 v = 3 E (automóvel)
c
2 2
13.3. (A)

11.
14.
11.1. (D). Durante o movimento da bola, a única forma que realiza o trabalho é o peso, que é uma força
conservativa, por isso, não há variação da energia mecânica da bola. 14.1. (A). Como as alturas de A e B são iguais, a variação da energia potencial gravítica é nula, assim, o
trabalho do peso é nulo.
11.2. ∆ E pg = E pg,f − E pg,i = m g h D − m g h A =

= (0,440 × 10 × _____) − 0 = 2,86 J


1,30 14.2. (A)
2 O sistema é consertivo, por isso, ∆ E m = 0 e ∆ E c = − ∆ E pg

∆ E c = − ∆ E pg ⇔ E c (__
2) ( 2 − h) ⇔
11.3. O trabalho do peso é simétrico da variação de energia potencial gravítica que depende da massa do h − E (h) = − m g __
h
c

⇔ E c (__
2) ( 2) ⇔
h = − m g − __ h
variação da energia potencial gravítica é a mesma nas duas trajetórias, bem como o trabalho do peso.
h⇔
1 m v 2 = m g __
⇔ __
11.4. h máx = 3,50 m 2 2
___
|W | = 0,10 E
F➝a pg, c = 0,10 × m g h c = 0,10 × 0,440 × 10 × 3,50 = 1,54 J ⇔ v = √g h
∆ E c = W F➝ = W P➝ + W F➝ = − ∆ E pg + W F➝ ⇔
r a a
14.3. h i = 7,5 m
⇔ ∆ E c = − (m g ∆h ) − 1,54 = − (0,440 × 10 × (− 3,50) ) − 1,54 ⇔
⇔ ∆ E c = 15,4 − 1,54 ⇔ 15.
⇔ ∆ E c = 13,86 J 15.1. (B)
1 m v2
E pg,A = E pg,B + E c,B = m g h b + __ b
2
12.
| |
15.2. ∆ E c = W F➝ ⇔ E c,B − E c,A = F➝r |∆➝
r|⇔

| |
12.1. (D)
r

⇔ __ r | r | cos α ⇔
1 m v 2 − 0 = F➝ ∆➝
W F➝ = F➝1 | | |∆→r | cos α = 60 × 3,0 × cos(90 º
− 30 º ) = 6,0 × 3,0 × cos (60 º ) 2 b

| |
1

⇔ __ 1 m v 2 − 0 = F➝ × 1,10 × cos ( 0 º ) ⇔
b r
12.2. O bloco tem de ser indeformável (ou só tem movimento de translação ou as variações da energia 2
interna são desprezáveis).
| | 0,250 × 1, 38 2
⇔ F➝r = ____________ = 0,43 N
1,10
12.3. (A)
15.3. Atendendo a que o carrinho é abandonado em A, desliza sobre uma superfície sem atrito e apenas
___ 60 × 3,0 × cos ( 30 )
W F➝2 __________________ º
= = 1,73 o peso do corpo realiza trabalho sobre o carrinho, o sistema é conservativo, ou seja, a energia me-
W F➝ 60 × 3,0 × cos ( 60 º )
cânica permanece constante. Como a energia mecânica resulta da soma da energia cinética do sis-
1

12.4. ∆ E c = W F➝ = W F➝ + W F➝ = 90 + 156 = 246 J tema com a energia potencial gravítica, para que a energia mecânica seja constante, um aumento da

| |
r 1 2

W F➝ = F➝1 | ∆➝
r | cos α = 60 × 3,0 × cos (60 º ) = 90 J
energia cinética provoca uma diminuição da energia potencial gravítica na mesma quantidade e

= | F➝ | |∆➝
vice-versa. Quando o carrinho atinge a altura máxima a sua velocidade é nula, ou seja, a energia
1

W F➝2 2 r | cos α = 60 × 3,0 × cos ( 30 ) = 156 J


º
potencial gravítica é máxima e não há energia cinética, tal como acontece no ponto A. Então, a al-
∆ E c = E c, f − E c, i ⇔ tura máxima atingida na rampa de maior inclinação é igual à altura do ponto A.

⇔ 246 = __ 1 m v2 − 0 ⇔
f
2
________ 16.
√ 2 × 246 ⇔
⇔ v f = ________
20,0
2 h = __
16.1. (D). E pg, B = m g h B = m g __ 2E
3 A 3 pg, A
16.2. (C)
____
⇔ v f = √24,6 ⇔
⇔ v f = 4,96 m s − 1

20
12.5. (B) 21
PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A

16.3. Como o sistema é conservativo entre A e C: ∆ E m = 0 ⇔ ∆ E c = − ∆ E pg 20.3. ​​​​W​​​​​F​ ​​ ⃗ ​​ ​​ = Δ​E​c​​  ⇔ ​
W​P​​​ ​​​  ⃗ + ​W​​​​N ​​​  ⃗ + ​W​​​​​​F ​​ ⃗ ​​ ​​ = Δ​E​c​​
proposta de resoluções

proposta de resoluções
R a

E c,C = E pg,A = m g h A = 75 × 10 × 25 = 18 750 J como ​W​P​​​ ​​​  ⃗ = ​W​​​​N ​​​  ⃗ = 0 J, fica:


​W​​​​​​F ​​ ⃗ ​​ ​​ = Δ​E​c​​  ⇔ 0,3 × 2 × cos(180º) = ​ _ 1  ​  × 0,2 × ​v​​  ​  ​  − ​ _
1  ​  × 0,2 × ​5​​ ​  ⇔
2 2
Se v D = 0, então E c,D = 0. a
2 f
2
− 1
∆ E c (C → D ) = E c,D − E c,C = − 18 750 J ⇔ ​ vf​​​  = ​4,4 m s​​ ​
16.3. Como
W F➝ = ∆oEsistema
c ⇔ WN
é conservativo
➝ + WP ➝ + WF
entre A e C: ∆ E m = 0 ⇔ ∆ E c = − ∆ E pg
➝ = − 18 750 J ⇔ ​E​m ,f​​  = ​E​m ,i​​  ⇔  m g ​hf​​​  = ​ _ 1  ​  m ​v​​  2​  ​  ⇔ 2 × g × ​h​​​  = ​ _
i f
1  ​  × ​4,4​​2​  ⇔ ​ hf​​​  = 0,95 m​
2 2
| || |
r a

→ 75 × 10 × 25 = 18 750 J
E
⇔ c,C =
0E 0 +=(mF➝ag h∆Ar= ×
+pg,A cos (180º)) = − 18 750 ⇔
21.
Se v D =➝0, então E c,D = 0.
⇔ | ∆r | = ________
− 18 750 = 312,5 m
− 60 21.1. (D)
∆ E c (C → D ) = E c,D − E c,C = − 18 750 J
16.4. Forças dissipativas. 21.2. De acordo com as condições descritas, o carrinho mais ocupantes movem-se ao longo da montanha
W F➝ = ∆ E c ⇔ W N➝ + W P➝ + W F➝ = − 18 750 J ⇔
russa por ação apenas do peso (força conservativa). Por isso, trata-se de um sistema conservativo.
| || |
r a


⇔ 0 + 0 + ( F➝a ∆ r × cos (180º)) = − 18 750 ⇔ Assim, a energia mecânica é constante e igual à energia potencial gravítica inicial porque a energia
17.
cinética inicial é nula. Como a energia potencial gravítica depende diretamente da altura (massa e
(B) | ∆r | = − 60 = 312,5 m
− 18 750
➝ ________
17.1. ⇔ CM gravidade são constantes), o conjunto não consegue atingir uma altura superior à inicial. Logo, não
17.2.1. (A) dissipativas. 17.2.2. P =peso da bola atinge o ponto C que tem uma altura superior.
16.4. Forças
P −1
21.3. vc = 0 m s → Ec,C = 0 J e Em,C = Epg,C = m g hc = 120 × 10 × 27 = 32 400 J
18.
19.
17. Sistema conservativo: Em,A = Em,C = 32 400 J
18.1. (B)
19.1.
17.1. (C)
(B) _ CM 21.4. (D)
_
1 ​  m ​v​​  2 ​ ​  + m g ​ _
h ​   ⇔ ​
| | | |
​​​​m➝ g h = ​ ➝ vB​ ​​  = ​ √g h 
  ​​  
a = P x = P cos (30º) = P sen ( 60º)
B
17.2.1. F(A) 2 2 17.2.2. P =peso da bola
18.2. (C) P
22.
19.2. (B)

x
| || |
19. WP➝ = W p➝ = P➝ ∆ →r cos α = m g d cos (60º) 22.1. (A)
19.1. (C) 22.2. (D)

| | | |
19.3.1.
F➝a = P➝x = P cos (30º) = P sen ( 60º) 22.3. Entre A e C o sistema é conservativo:
|
E dissipada = | ∆ E m| ⇔ E dissipada = ∆ E c + ∆ E pg |
| |
19.2. (B) E m, A = E m, C
WP➝ ==W(p➝2= ×P➝20,0∆×r2, 25
| || | cos−α0=)m + (g0 d−cos × 10 × 1,5)
⇔ E dissipada 1
__ → 2
20,0
(60º) 1 m v2 + m g h =
E m, A = E c, A + E pg, A = __ A A
x 2
⇔ E dissipada = 249,4 J
19.3.1. = (__ )
1 × 600 × 10 2 + (600 × 10 × 18) =
2
E dissipada =
19.3.2. (D). |
|∆E m| ⇔ E dissipada = ∆E c + ∆E pg | = 30 000 + 108 000 = 138 000 J


| |
não conservativas

W F➝ E= F➝a | ∆=➝
|
( 2 × 20,0F × 2, 25 − 0) + (0 − 20,0F × 10 × 1,5)
W F➝ E dissipada= =∆ E m__
1⇔ W ➝

| cos (180º)
r 249,4
2= − 249,4 J = W ➝
não conservativas

| |
a
|
⇔ − 249,4 = F➝a × (_______ ) × (− 1) ⇔ F➝a = 83,1 N
1,5
| |
W F➝ = ∆ E m ⇔ F➝T
T

| |
| | |∆➝r | cos α = E
⇔ F➝T × 13 × cos (180º) = 0 − 138 000 ⇔
m,D − E m,C ⇔

⇔ J sen 30º
| |
a
dissipada
138 000 = 10 615 N
⇔ F➝T = ________
19.3.3. A força de atrito existente entre a caixa e a superfície depende do material de que é feita a 13
rampa e(D).
19.3.2. é tanto menor quanto mais polida for a superfície de contacto. Ao substituir a rampa de 23.
madeira = ∆uma
por Em ⇔ de W
metal = − 249,4
polido, J =aW
diminui força de atrito, diminuindo também a energia dissipada
​ ​​  = ​E​m ,f​​  ⇔  m g ​hi​​​  = ​ _
WF➝ F➝ F➝ 1  ​  m ​v​​  2 ​ ​  + m g ​h​ ​​  ⇔
26.
23.1. ​​​​E​m ,i
| | | | | |
não conservativas não conservativas a

r | cos (180º) ⇔ − 249,4 = F➝a × (_______ ) × (− 1) ⇔ F➝a = 83,1 N


W F➝ = F➝a | ∆➝
B B
1,5 2
⇔ 10  _
1  ​​v​​  2 ​ ​  + 10 × 8  ⇔ ​
× 10 = ​ do v​B​​  = ​6,32 (força
− 1
m s​​ ​​ de tração).
Como a energia
a
cinética depende da massa e do senquadrado
30º da velocidade da caixa, sendo a massa 26.1. Peso e força 2 cabo B sobre o contentor
constante, quanto 23.2. (C)
19.3.3. A força de maior
atrito aexistente
energia cinética, maiore aa velocidade
entre a caixa da caixa.do
superfície depende Logo, a velocidade
material de que da caixa
é feita a 26.2. (A)
rampa e é tanto menor quanto mais polida for a superfície de contacto. Ao substituir a rampa de
24. W grua = 5,0 × 10 J . Como v = constante, então, ∆ E c = 0 J e W F➝ = 0 J
4
26.3.
madeira por uma de metal polido, diminui a força de atrito, diminuindo também a energia dissipada r

W F➝ = W grua + W ➝p ⇔ W grua = − W ➝p ⇔ W ➝p = − 5,0 × 10 J ⇔


24.1. (D) r
4

Como a energia cinética depende da massa e do quadrado da velocidade da caixa, sendo a massa 24.2. (A)⇔ W ➝p = ∆ E pg ⇔ ∆ E pg = 5,0 × 10 4 J ⇔ E pg,f − E pg,i = 5,0 × 10 4 ⇔
constante, quanto maior a energia cinética, maior a velocidade da caixa. Logo, a velocidade da caixa 24.3. ​​​​v​B​ ​​  = ​7,07 m s​​ ​ 4
− 1
5,0 × 10
________
⇔ h nal = = 5,0 m
10 000 × |Δ​  r ​ | ⃗ × cos180º = − ​ _
​W​​​​​​F ​​ ⃗ ​​ ​​ = Δ​E​c​​  ⇔ 0,32  1  ​  × 0,03 × ​7,07​​2​  ⇔ |Δ​  r ​ | ⃗ = 2,3 m​
2
(2)
R

20. 25. tg α = ___ 5 ⇔ α = tg − 1 __ 1 = 30º


10
20.1. (D) 20.2. (D) 25.1. (A) 25.2. (B) 25.3. (C)

22 23
| |
⇔ F➝T × 13 × cos (180º) = 0 − 138 000 ⇔ 2.2.
1.4. (D) e– e–

| |
pilha lâmpada interruptor
PREPARAR 138 000 DE
________
F➝T =NACIONAL
⇔EXAME = 10 615E N
FÍSICA QUÍMICA A PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A
13 e–
2. Do polo negativo para o polo positivo da pilha, através do circuito.
26. 2.1.
2.3. (B)
proposta de resoluções

proposta de resoluções
26.1. Peso e força do cabo sobre o contentor (força de tração). 2.2. e– e–
pilha lâmpada interruptor

26.2. (A) e–

26.3. W grua = 5,0 × 10 4 J . Como v = constante, então, ∆ E c = 0 J e W F➝ = 0 J Do polo negativo para o polo100
positivo da pilha, através do circuito.
r
3. ​​P = U × I  ⇔  U = ​ _
5. P ​   ⇔  U = ​ _ ​  ⇔  U = 76,9 V​
2.3. I 1,3
W F➝ = W grua + W ➝p ⇔ W grua = − W ➝p ⇔ W ➝p = − 5,0 × 10 4 J ⇔ 5.1. Resistência elétrica
4. ​​E = P × Δt  ⇔  E = 2,33 × 2  ⇔  E = 4,66 kW  h
r

⇔ W ➝p = ∆ E pg ⇔ ∆ E pg = 5,0 × 10 4 J ⇔ E pg,f − E pg,i = 5,0 × 10 4 ⇔


​ _ = ​ _
1 kW  h ​   4,66 kW  h
    ⇔  x = 0,70 €​
​  
5,0 × 10 4
0,15 € x
⇔h = ________ = 5,0 m
nal
10 000
5.
tg α = ___ ⇔ α = tg − 1 (__
2)
5 1 = 30º
10 5.1. Resistência elétrica

27. 5.2. (C)


ℓA
27. ρ A ___
E ⇔ E = P × ∆t = 0,20 × 10 3 × 15 = 3000 J
27.1. (A). P = ___ R A 2×ℓ
∆t
___
A
= _____ A
= _____B = 2
E ⇔ E = P × ∆t = 0,20 × 10 3 × 15 = 3000 J
27.1. (A). P = ___ RB ℓ ℓB
ρ B ___B

| |
27.2. E útil = ∆ E pg = | m g ∆h| = 20 × 10 × 7,0 = 1400 J
∆t AB
| |
27.2. E útil = ∆ E pg = | m g ∆h| = 20 × 10 × 7,0 = 1400 J
E f = P × ∆t = 3000 J
5.3. U = R I ⇔ 1,0 = 0,2 × I ⇔ I = 5,0 A
Q
E f = _______
P E×útil
∆t = 3000 J 1400 × 100 = 46,7% I = ___ ⇔ I = 5,0
η= × 100 ⇔ η = _____ ∆t
E E 3000
1400
η = _______ × 100 ⇔ η = _____ × 100 = 46,7%
fornecida
útil
E fornecida 3000 carga de 5,0 Coulomb.
27.3. A energia transferida para o balde é a mesma porque o deslocamento e a massa do balde são os
27.3. A energianos transferida para o balde é a mesma porque o deslocamento e a massa do balde são os 5.4. (C)
mesmos dois casos.
mesmos nos dois casos.
6.
28. P f = 72 cv = 5,4 × 10 W 4 9. ℓA
6.1. O cobre ρ A ___
28. P f = 72 cv = 5,4 × 10 4 W A A tem Ruma RmenorR Bresistividade.
1
9.1. (A). ___ = _____ A
= ___B = ____ = __
P útil 15 × 5,4 × 10 4 6.2. (B) A B ℓB RA 3 RB 3
η = 15% ⇔ 15 = _______ × 100 ⇔ P útil = _____________4 = 8100 W ρB ___
P fornecida
P útil 15 × 5,4
100× 10 _ 10 R B
η = 15% ⇔ 15 = _______ × 100 ⇔ P útil = _____________ = 8100 W 6.3. ​​R = ​ 
− 8
×  1,7 × ​10​​ ​  = 0,006 Ω
 − 5 ​   
t = 10 s: E útil = P útilP×fornecida
∆t = 8100 × 10 = 8100 J 100 ℓ 0,10
9.2. R = ρ​2,83×10​​
__ = 2,82 ×​ 10 × − 4 = 2,8 × 10 - 5 Ω
− 8 _____
t = 10 s: E útil = P útil × ∆t = 8100 × 10 = 8100 J A 10
∆ E c = E útil = 8100 ⇔ E c,10s − E c,i = 8100 ⇔ E c,10s − 0 = 8100 J U = R I  ⇔  U = 0,006 × 0,2  ⇔  U = 0,0012 V​
9.3. A resistividade dos metais aumenta com o aumento da temperatura.
∆ E c = E útil = 8100 ⇔ E c,10s − E c,i = 8100 ⇔____ E c,10s − 0 = 8100 J
1 m v 2 = 8100 ⇔ v 2 = ________
__ 2 × 8100 ⇔ v = √16,2 ⇔ v = 4,02 m s − 1 5.2. (C) _
7. ​​R = ​  U ​   ⇔  _
U _110 − 1
____ ℓ A I = ​  R ​    ⇔  I = ​  51,2  ​  ⇔  I = 2,15 A  ⇒ ​2,15 C s​​ ​
2
1
__ m v 2 = 8100 ⇔ v 2 = ________ 210××8100
10 3
⇔ v = √16,2 ⇔ v = 4,02 m s − 1
Iρ A ___
10. ___ R A _____ A A _____ 2 × ℓB
2 10 × 10 3
= = =2
_
​ 
2,15
R B C ___
ρ
 ​   
 ℓ
= ​ _B x   ℓ B ​  
⇔  x = 387 C
10.1. (D) 1 s B A3 × 60 s
Energia
Energia eefenómenos
fenómenoselétricos
elétricos (págs.
(págs. 146144 a 149)
a 152)
B

Energia e fenómenos elétricos (págs. 144 a 149) = R (3 I) 2 =0,2 = 9 PI 1= 5,0 A


​ ___________  ​  = ​ =_
10.2. U
5.3. (B). RP I2 ⇔
1= eletrão II2 ⇔
x9 R× ​  
1,0 ⇔  x = 2,42 × ​
21
1.    − 19
  10​​ ​ eletrões​
​1,6×10​​
Q ​ C 387 C
1. I = ___ ⇔ I = 5,0
= 3,06 Ω( R A ) ( RB )
2 2
1.1. Corrente elétrica. ∆t _ UA UB U 2A ___
U 2B U 2B 1
11. (A).
8. ​​R = 1,7 × ​P A = P B ⇔
− 8
10​​ ​  × ​  R A I 254
A = R I
 − 6 ​  
B
2
B ⇔ R A
___ = R B
___ ⇔ ___ = ⇔ R B = 2 RA ⇔ RB = 4 RA
___ __
1.1. Corrente elétrica. carga de 5,0 Coulomb. RA RB U
1.2. (B) 0,3  × ​10​​ ​ A

5.4. (C)_
12. I = ​  U ​    ⇔  I = ​ _  ​  ⇔  I = 0,69 A​
1.2. (B) 2,1
1.3. O transformador altera o valor de diferença de potencial elétrico da tomada para a bateria do com-
R 3,06
1.3. O transformador altera o valor de diferença de potencial elétrico da tomada para a bateria do com-
putador. 12.1. U = constante
putador. 9. ℓA
1.4. (D) U1 = U ⇔ ρ AR___ I =RRB2 I 2____⇔ R 11× 6,0 = ( R 1 + 10 ) × 2,0
A 2 R
1 A 1 ___ R
1.4. (D) 9.1. (A). ___ = _____
A
= = B = __
AB ℓB RA 3⇔ RB 3
6,0 R 1 = 2,0 R 1 + 20
ρ B ___
2. RB
2. ℓ = 2,82 × 10 − 8 × _____ ⇔ 4,0 R 1 = 20
0,10
2.1. (B) 9.2. R = ρ __ = 2,8 × 10 - 5 Ω
A 10 − 4 20 = 5,0 Ω
2.1. (B) ⇔ R 1 = ___
2.2. e– e–
9.3. A resistividade dos metais aumenta 4 com o aumento da temperatura.
2.2.
pilha
e–
lâmpada
e–
interruptor
U = R 1 I 1 = 5,0 × 6,0 = 30 V
pilha lâmpada interruptor
e–
10. (A)
12.2.
e – para o polo positivo da pilha, através do circuito.
Do polo negativo 2,0 C
Do polo negativo para o polo positivo da pilha, através do circuito. = 2,0 A = _____
10.1. I(D)
2.3. 1s
2.3. 10.2. (B). P 2 = R (3 I) 2 = 9 R I 2 = 9 P 1
Em 30 s: Q = 2,0 × 30 = 60 C
1,6 × 10 − 19

( RA ) ( RB )
C
____________ 60 C
_____ U
2
U
2
U2 U2 U2
24
11. (A). = RxA I 2A = R B I 2B ⇔ R A ___A = R B ___B ⇔ ___A = ___B ⇔ R B = ___B R A ⇔ R B = __
PA = PB ⇔ 1R 25
1 eletrão RA RB U 2A 4 A
0,6
10.1. (D) ⇔ 12 − 11,4 = 20 r ⇔ r = ___ = 0,03 Ω
PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A 20 PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A
10.2. (B). P 2 = R (3 I) 2 = 9 R I 2 = 9 P 1 13.3. (C)
13.4. A força eletromotriz deve ser medida quando o gerador não está a ser percorrido por corrente elé-
11. (A). P A = P B ⇔ R A I 2A = R B I 2B ⇔ R A (___
RA )
= R B (___B ) ⇔ ___A = ___B ⇔ R B = ___2B R A ⇔ R B = __
2 2
U U U2 U2 U2 1R 15.2. ​​P = R ​ ​​ ​  = 9 × ​1,47​​ ​  = 19,5
2 2
W​ nulo para a sua resistência interna.
trica, Iapresentando
A
um valor
proposta de resoluções

proposta de resoluções
RB RA RB UA 4 A
15.3. (A)
12. 16.
12.1. U = constante 16.1. O amperímetro é associado em série no local do circuito onde se pretende fazer a medição.
U 1 = U 2 ⇔ R 1 I 1 = R 2 I 2 ⇔ R 1 × 6,0 = ( R 1 + 10 ) × 2,0 16.2. (B)
⇔ 6,0 R 1 = 2,0 R 1 + 20 16.3. U = ε − r I ⇔ U = 12 − 3 I (SI)
⇔ 4,0 R 1 = 20 0 − 12 = _____
− 12 = − 3
Declive = _____
20 = 5,0 Ω 4−0 4
⇔ R 1 = ___
4
Ordenada na origem = ε = 12 V
U = R 1 I 1 = 5,0 × 6,0 = 30 V
12.2. (A)
2,0 C
17.
I = 2,0 A = _____
1s 17.1. U = 10 – 0,5 I = 10 – (0,5 × 12) = 4,0 V
Em 30 s: Q = 2,0 × 30 = 60 C 17.2. (D)
1,6 × 10 − 19
C _____ 5,0 − 10,0
____________ = 60 C x 17.3. r = _________ = 0,5 Ω
1 eletrão 10,0 − 0
60
x = __________ = 3,75 × 10 20 eletrões
1,6 × 10 − 19 ε = U + r I ⇔ ε = R I + r I ⇔ ε = (R + r ) I ⇔ 10,0 = (3,5 + 0,5 ) I ⇔ I = 2,50 A

13. 18.
13.1. (A) 18.1. Associação em paralelo.
13.2. x = ε − r I ⇔ 11,4 = 12,0 − (r × 20) ⇔ 18.2. (B)
0,6
⇔ 12 − 11,4 = 20 r ⇔ r = ___ = 0,03 Ω 18.3. ε = U em curto circuito
20
13.3. (C) 1,5
ε = r I ⇔ r = ___ = 0,33 Ω
5,0
13.4. A força eletromotriz deve ser medida quando o gerador não está a ser percorrido por corrente elé-
trica, apresentando um valor nulo para a sua resistência interna. 19.
14. 19.1. A 1 = 0,25 A; A 2 = 0,25 A; A 3 = 0,5 A
16.
14.1. ​​I = 0,5 A
19.2. Circuito 1: U = 4,0 V; Circuito 2: U = 2,0 V
16.1. O _ 0,5amperímetro
C _ é associado em série no local do circuito onde se pretende fazer a medição.
​  = ​  x   ​  ⇔  x = 5,0 C​
 ​  
  20.
1s 10 s
16.2. (B)
14.2. ​​P = R ​I​​ ​  ⇔  P = 50 × ​0,5​​ ​  ⇔  P = 12,5 W
2 2
20.1. U = 12 V associação em paralelo de duas resistências: R 1 = 4 Ω; R 2 = 6 Ω
16.3. U = ε − r I ⇔ U = 12 − 3 I (SI)
E = P Δt  ⇔  E = 12,5 × 10  ⇔  E = 125 J​ U1 = U 2
0 − 12 = _____
= _____ − 12 = − 3
14.3. ​​U = R I  ⇔ 
Declive
4− U = 50 × 0,5 
0 4 ⇔  U = 25 V U1 = R1 I1 ⇔ 12 = 4 × I1 ⇔ I1 = 3 A
P = U I  ⇔  P = 25 × 0,5  ⇔  P = 12,5 W
Ordenada na origem = ε = 12 V U2 = R2 I2 ⇔ 12 = 6 × I2 ⇔ I2 = 2 A
​P​dissipada​​  = ​ _ ​  = 50 W
500
10 Itotal = I1 + I2 = 3 + 2 = 5 A
17. ​P​ ​​  = ​P​ ​​  + ​P​
dissipada​​  = 12,5 + 50 = 62,5 W​
20.2. (C). P diss = R I 2 = R (__)
2
gerador útil U 2 = ____
U = ___ 12 2
17.1. U = 10 – 0,52 I = 10 – (0,5 × 12)2 = 4,0 V R R 4
14.4. ​​​​P​dissipada
​ ​​  = r ​I​​ ​  ⇔ 50 = r × ​0,5​​ ​  ⇔  r = 200 Ω
17.2. (D) 21.
U = ε − r I  ⇔ 50 = ε − 200 × 0,5  ⇔  ε = 125 V​ 22. U = 18 − 2 I e U = U R = U R 1 2

5,0 − 10,0 21.1. (D)


17.3. r = _________ = 0,5 Ω
15. R 1 = 12 Ω; U =2 R 1 I 1; I = I 1 + I 2 2
10,0 − 0 21.2. ​​​​P​dissipada
​ ​​  = ​R​2​​ ​I​​  2​ ​  = 12,0 × ​(0,500)​​ ​  = 3,0 W​
15.1. (B) R = 6 Ω; U = R 2 I 2; R 1 I 1 = R 2 I 2 ⇔ 12 I 2 = 6 I 2 ⇔ I 2 = 2 I 1
ε = U + r I ⇔ ε = R I + r I ⇔ ε = (R + r ) I ⇔ 10,0 = (3,5 + 0,5 ) I ⇔ I = 2,50 A 21.3. (C) 2

​​​​U = 15 − 1,2 I  e   U = 9 I U ​​V=​ ​​​​  = ​


21.4. ​​​​U​​ X
18R− I ⇔UR​V​​​1​ ​​​​  = 12,0 × 0,5 
​2​​ ​I2​2​​  ⇔ ​ X
I 1 = 18 − 2 ( I⇔ ​
1 + I 2U
) ​V​​​⇔
​ ​​​​  = 6,0 V
X​​​​

18. ⇔ 9 I = 15 − 1,2 I  ⇔  I = 1,47 A ⇔I​12 _


I 1 = 
6,0 − I2​​​  = 1,5
I 1 − 2AI 2 ⇔ 14 I 1 = 18 − 2 I 2 ⇔
​U​​​​V​ ​​ ​​ = ​R​1​​ ​I1​​​  ⇔ ​1​​  = ​   ​  18
⇔ ​ 1
P = ε I  ⇔  P = 15 × 1,47  ⇔  P = 22,0 W​ 4,0
X

18.1. Associação em paralelo. ⇔ 14 I 1 = 18 − 2 (2 I 1 ) ⇔ 14 I 1 + 4 I 1 = 18 ⇔


26 27
18.2. (B) ⇔ 18 I 1 = 18 ⇔ I 1 = 1,0 A
U1 = R1 I1 ⇔ 12 = 4 × I1 ⇔ I1 = 3 A
PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A
U2 = R2 I2 ⇔ 12 = 6 × I2 ⇔ I2 = 2 A
Itotal = I1 + I2 = 3 + 2 = 5 A
​UV​​​ ​​  = ​U​​​​V​ ​​ ​​ + ​U​3​​  ⇔ 13,0 
U = 6,0 + ​ ​​  ⇔ ​
U 2 =U____
​12 U3​​​  = 7,0 V ​U​Total​​  = ​U​1​​  + ​U​3​​  ⇔ ​ ​ ​​  = 30 + 42  ⇔ ​
UTotal U​Total​​  = 72 V
20.2. (C). P diss = R I 2 = R (__ )
2 2
3
= ___
proposta de resoluções

proposta de resoluções
X

​U​3​​  = ​R​3​​ ​I3​​​  ⇔ 7,0 = 3,0 × ​ R I3​​​  R⇔ ​ I43​​​  = 2,3 A​ ​U​Total​​


η = ​ _   ​    × 100  ⇔ 0,90 = ​ _
72 ​   ⇔  ε = ​ _72  ​  ⇔  ε = 80 V​
ε ε 0,90
22. U = 18 − 2 I e U = U R = U R 1 2
26.2. (C)
R 1 = 12 Ω; U = R 1 I 1; I = I 1 + I 2
27. ​​​​U​​Total​​  = ε − r I  ⇔ ​U​Total​​  = 7,2 − 1,2 × (0,500)  ⇔ ​U​Total​​  = 6,6 V
R 2 = 6 Ω; U = R 2 I 2; R 1 I 1 = R 2 I 2 ⇔ 12 I 2 = 6 I 2 ⇔ I 2 = 2 I 1
​UV​​​ ​​  = R I  ⇔ ​
U​V​​​​  = 9,0 × 0,500  ⇔ ​
UV​​​ ​​  = 4,5 V
U = 18 − 2 I ⇔ R 1 I 1 = 18 − 2 ( I 1 + I 2 ) ⇔
​U​Total​​  = ​U​V​​​​  + ​U​R​​​​  ⇔ 6,6 = 4,5 + ​UR​​​ ​​  ⇔ ​
UR​​​ ​​  = 2,1 V
⇔ 12 I 1 = 18 − 2 I 1 − 2 I 2 ⇔ 14 I 1 = 18 − 2 I 2 ⇔
​U​R​​​​  = ​R​2​​ ​I2​​​  ⇔ 2,1 = 8,0 × ​I2​​​  ⇔ ​
I2​​​  = 0,263 A
⇔ 14 I 1 = 18 − 2 (2 I 1 ) ⇔ 14 I 1 + 4 I 1 = 18 ⇔
​ ​​  = ​I​2​​  + ​I​R​​​​  ⇔ 0,500 = 0,263 + ​IR​​​ ​​  ⇔ ​
​ITotal IR​​​ ​​  = 0,237 A
⇔ 18 I 1 = 18 ⇔ I 1 = 1,0 A
​U​R​​​​  = R ​I​R​​ ​​ ⇔ 2,1 = R × 0,237  ⇔  R = 8,9 Ω​
I 2 = 2 I 1 = 2 × 1 = 2,0 A
Energia, fenómenostérmicos
Energia, fenómenos térmicos e radiação
e radiação (págs.
(págs. 178 a149 a 155)
186)
23. R 1 = 7 Ω; R2 = 10 Ω → associação em paralelo
1.
U = 34 V
1.1. A energia interna resulta da soma da energia cinética interna, associada à agitação das partículas e
ε = ? ; ri = 1 Ω à temperatura do sistema, com a energia potencial interna associada à interação entre as partículas
U = R1 I1 ⇔ I1 = ___ = 4,8 A
34 do sistema e à sua massa. Quanto maior for o volume do sistema, maior é a sua massa e maior é a
7
U = R2 I2 ⇔ I2 = ___ = 3,4 A
34 maior volume do que o sistema B e, embora tenha o mesmo volume de A, a temperatura do sistema
10 C éfenómenos
maior. Por isso, o sistema com maior energia
Itotal = I1 + I2 = 4,8 + 3,4 = 8,2 A Energia, térmicos e radiação (págs. 149 aé155)
o C.
1.2. (A). A temperatura é uma medida da agitação das partículas e, consequentemente, da energia ciné-
1.
U = ε − r I ⇔ 34 = ε − (1 × 8,2 ) ⇔ ε = 34 + 8,2 = 42,2 V
tica média das partículas. Quanto maior for a agitação das partículas, maior será a energia cinética
____ 1.1. A energia
interna dasinterna resulta
partículas da soma da energiamaior
e, consequentemente, cinética interna,
será associada
a temperatura doàsistema.
agitação das partículas e
24. R = 100 Ω P d = 25 W P d = R I ⇔ I máx = √____
2 25 = 0,5 A à temperatura do sistema, com a energia potencial interna associada à interação entre as partículas
100 1.3. (C).sistema
do Quando e àdois
suacorpos
massa.aQuanto
diferentes temperaturas
maior for o volumesãodo
colocados
sistema, em contacto,
maior é a suaomassa
corpoeque se en-
maior éa
R 2 e R 3 associadas em paralelo contra a maior temperatura transfere energia, sob a forma de calor, para o corpo que se encontra a
menorvolume
temperatura.
I máx = I 1 = I 2 + I 3 maior do que o sistema B e, embora tenha o mesmo volume de A, a temperatura do sistema
I 1.4. T =é 273,15
C maior. +
Por = 303,15
30isso, o sistema
K com maior energia é o C.
Como R 2 = R 3 , então I 2 = I 3 = __1 = 0,25 A
2
1.2. T = 3,0
(A). × 10 2 K
A temperatura é uma medida da agitação das partículas e, consequentemente, da energia ciné-
U 1 = R 1 I 1 = 100 × 0,5 = 50 V
tica média das partículas. Quanto maior for a agitação das partículas, maior será a energia cinética
1.5. ∆θ = 30 − 0 = 20 °C
U 2 = R 2 I 2 = 100 × 0,25 = 25 V interna das partículas e, consequentemente, maior será a temperatura do sistema.
∆θ = ∆T
U total = U máx = U 1 + U 2 = 50 + 25 = 75 V 1.3. (C). Quando dois corpos a diferentes temperaturas são colocados em contacto, o corpo que se en-
∆T
contra = 20aKmaior temperatura transfere energia, sob a forma de calor, para o corpo que se encontra a
ou U total = U máx = U 1 + U 3 = 50 + 25 = 75 V (pois estão em paralelo)
menor
2. ​​​​T​ temperatura.
​​​  = 4 + 273,15 = 277,15 K
i
25. 7. = 273,15 + 30 =ºC = 28
ΔT = 32 − 4 = 28
1.4. T 303,15 KK​
25.1. (D)
7.1. T = 3,0 × 10 2 K
3. (B)
25.2. ​​7  = ​I​2​​  + ​I​3​​  ⇔ ​
I3​​​  = 7 − ​I2​​​ numa dada massa de água. Através da medição do trabalho realizado sobre a água, bem como da
4. (D)
1.5. ∆θ = 30 − 0 = 20 °C
​I2​​​  = ​ _ ​    ⇔ ​
I2​​​  = ​ _  ​  e ​I3​​​  = ​ _ ​ 
U U U
R 12 4 5. (B)
∆θ = ∆T de medida de calor utilizada até então, a caloria, e a unidade de medida de energia que
a unidade
Substituindo vem: 6. só era
∆T = 20utilizada
K para medir o trabalho mecânico.
_
​   ​  = 7 − ​ _  ​   ⇔  U = 21 V​
U U 6.1.
7.2.1. Sistema
(A) Isolado 6.2. (B) 6.3. (A)
4 12
7.
7.2.2.
26. E útil Q
26.1. ​​​​U​3​​​  = 42 V η = _______
7.1. × 100 = ________ × 100
E fornecida E fornecida ao corpo
numa dada massa de água. Através da medição do trabalho realizado sobre a água, bem como da
2 _
​U​​  ​​ 
​P1​​​  = ​ _1 ​   ⇔ ​U1​​​  = ​ √18×50 ​ 
   ⇔ ​
U1​​​  = 30 V Q = m c ∆θ = 0,450 × 4,18 × 10 3 × (16,8 − 15,0 ) = 3385,8 J
​R1​​​
W P➝ =a − unidade
∆ E pg = −de
mmedida
g ∆h = −de 10calor
× 10 ×utilizada
( − 8 ) = até
800então,
J a caloria, e a unidade de medida de energia que
​U​1​​  = ​U​2​​ corpo
só era utilizada para medir o trabalho mecânico.
E fornecida ao corpo = 5 × W P➝ = 5 × 800 = 4000 J
corpo
7.2.1. (A)
28 3385,8 29
η = _______ × 100 = 84,6%
7.2.2. 4000
numa dada massa de água. Através da medição do trabalho realizado sobre a água, bem como da pelo refrigerante é igual à taxa de emissão de radiação do refrigerante.
PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A
a unidade de medida de calor utilizada até então, a caloria, e a unidade de medida de energia que 13.4. E u = m c ∆θ = 0,34 × 4,2 × 10 3 × 16,5 = 2,36 × 10 4 J PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A

só era utilizada para medir o trabalho mecânico. E f = E r × A × ∆t = 6,0 × 10 2 × 1,4 × 10 2 × 10 − 4 × (90 × 60 ) = 4,54 × 10 4 J
7.2.1. (A) E 2,36 × 10 4
η = ___u × 100 = __________4 × 100 = 52,0%
proposta de resoluções

proposta de resoluções
7.2.2.
Ef 4,54 × 10
E útil Q
η = _______ × 100 = ________ × 100 14.
E fornecida E fornecida ao corpo
14.1. A condutividade térmica é uma grandeza física característica dos materiais relacionada com a faci-
Q = m c ∆θ = 0,450 × 4,18 × 10 3 × (16,8 − 15,0 ) = 3385,8 J
lidade com que o material se deixa atravessar pela energia. Quanto mais rápida a condução do calor
W P➝ corpo
= − ∆ E pg = − m g ∆h = − 10 × 10 × ( − 8 ) = 800 J pelo material, maior a sua condutividade térmica. Como se pretende o aquecimento da água no in-
E fornecida ao corpo = 5 × W P➝ = 5 × 800 = 4000 J terior do recipiente deve ter baixa condutividade térmica.
corpo

3385,8 14.2. (B)


η = _______ × 100 = 84,6%
4000 14.3. A resistência elétrica transfere a energia para a água por condução, porque há mudança de meio. Na
água há também aquecimento por convecção porque a água que se encontra no fundo do recipiente
8. aquece e torna-se menos densa do que a água que está no topo do recipiente. Assim, a água a maior
8.1. (B) 8.2. (A). P f = E r × A = 720 × 10 = 7,20 × 10 3 W temperatura e menos densa sobe, enquanto a água a menor temperatura e mais densa desce. Estes
E elétrica E elétrica movimentos ascendentes e descendentes continuam até que a água esteja à mesma temperatura.
8.3. η = __________ × 100 ⇔ 15 = __________ × 100 ⇔ E elétrica = 7,8 × 10 6 J
E fornecida ao painel 5,18 × 10 7 14.4. E u = m c ∆θ = 0,700 × 4180 × 35,2 = 1,03 × 10 5 J
E f = P f × ∆t = 1000 × (7 × 60 ) = 4,20 × 10 5 J
9.
E 1,03 × 10 5
9.1. E fornecida a cada painel por dia = E r × A × ∆t = 850 × 3,0 × 5 × 3600 = 4,59 × 10 7 J η = ___u × 100 = __________5 × 100 = 24,5%
Ef 4,20 × 10
E elétrica disponibilizada pelo painel E elétrica disponibilizada pelo painel
η = ____________________ × 100 ⇔ 25 = ____________________ × 100 ⇔ 14.5. (A)
E elétrica fornecida ao painel 4,59 × 10 7
⇔ E elétrica disponibilizada pelo painel = 1,15 × 10 7 J
1 m
m b = __
2 A
E elétrica necessária 9,17 × 10 7 EA = EB ⇔ mA × ∆TA = mB × ∆TB ⇔
N.º painéis = ____________________ = __________7 = 8 painéis
E elétrica disponibilizada pelo painel 1,15 × 10 ⇔ mA ∆TA = mB ∆TB ⇔
9.2. (A) ⇔ ∆TB = 2 ∆TA
9.3. A energia E elétrica
disponibilizada pelo painel E elétrica
depende das condições atmosféricas e são necessárias grandes
8.3. η = __________ × 100 ⇔ 15 = __________ × 100 ⇔ E elétrica = 7,8 × 10 6 J 15.
E fornecida
áreas ao painelpara produzir as5,18
de painéis × 10 7
quantidades de energia elétrica consumidas por uma indústria.
10. (A) 15.1. Condução 15.2. (C) 15.3. (B)
9.
13. 16. (A)
11. ​​​​E​
9.1. ​incidente​​  a= 3,10 × ​
E fornecida cada painel 1
por
10 − 2
0​​ dia​​ J=m​​E r ×​ A × ∆t = 850 × 3,0 × 5 × 3600 = 4,59 × 10 7 J 20.
13.1. Calor (radiação). 17. (B)
A condutividade relaciona-se com a interação entre as partículas vizinhas. Como nos gazes, as par-
= 3,10 × ​1pelo × 5=1,53 × ​10​​ ​  J E elétrica disponibilizada pelo painel
10 11
​E​incidente total​​ disponibilizada
E elétrica 0​​ ​  painel 20.1.
η = ____________________ × 100 ⇔ 25 = ____________________ × 100 ⇔ tículas estão mais afastadas a interação é menor, logo, a condutividade é menor.
13.2. (C)
​E​útil​​=21,0 E elétrica
kW  h  × 365 = 7665 kW h 4,59 × 10 7 EA m A c A ∆ θA m A ∆ θA
1000 = ____________ mA
fornecida ao painel
___ = _________ ⇔ _____ ⇔ 1 = _____ ⇔ mA = 3 mB
13.3. ⇔
A ​ temperatura × ​10​​permanece
​  × 3600 = ​2,76×10​​
constante
10 depois de ser atingido o equilíbrio térmico, ou seja, quando o 18. E B m B c B ∆ θB 1000 m B × 3 × ∆ θA 3 mB
pelo painel = 1,15 ×​ 10
3
​Eútil ​​=   7655 disponibilizada
E elétrica J 7 J
20.2. E = m c ∆θ ⇔ ∆θ = ____
18.1. (C) 1
mc×E
18.2. (B)
10
η = ​ _
2,76 × ​10​​ ​ × 10
× 100 = 17,8%​
7
E elétrica necessária 9,17de
11____________________ __________
 ​  
= =
1,53 × ​10​​ E​ elétrica disponibilizada pelo painel 1,15 × 10 7 = 8 painéis
pelo
N.º refrigerante
painéis é igual à taxa de emissão radiação do refrigerante. 18.3. Convecção. A água, em contacto com a fonte a maior temperatura, aumenta a sua temperatura, o
1 ⇒ capacidade térmica (C) = m c
13.4. E u = m c ∆θ = 0,34 × 4,2 × 10 3 × 16,5 = 2,36 − 1 ×− 2 10 4 J que leva= a____
Declive mumac diminuição da sua densidade e ascende. A água, a menor temperatura, sendo mais
12. ​​​​E​
9.2. (A) ​incidente​​  = 4,10 × 365 = 1496,5   ​kW h ano​​ ​​m​​ ​
densa, desce. Este movimento repete-se, até toda a água se encontrar à mesma temperatura, deno-
E
​Eútil =​​  = 0,13 × 1496,5 = 194,55    ​
E r × A × ∆t = 6,0 × 10 2 × 1,4kW
​f energia × 10 2
× 10− 1−​​m
h ano​​ ×​​ (90
4 − 2
​ das × 60 ) = 4,54 × 10 4 J Declive 1 ⇔ C = _______
= ____ 1 1 = 100 J K − 1
= _____
9.3. A disponibilizada pelo painel depende condições atmosféricas e são necessárias grandes mina-seA por C Acorrentes
A de convecção.
30
declive _____
− 1 4 − 1
×
10
___________________
4,8 × ​
áreas
η​   
E
= ___ude
1 0​​ ​  ​k W
painéis
× 100   
h ano​​
2,36 10​
= ​ _________________
194,55   ​
para ​  produzir
  = __________ × 100 =as
  
k
  
W h ano​​
quantidades
52,0%  ​  ⇔ 
​ de x = 2,47 × ​
energia elétrica
10​​ ​ ​m​​ ​​ consumidas por uma indústria.
8 2
19.
3000
Ef x 4,54 × 10 4 2
1 ​m​​ ​ CB = 1
_______ = 1
_____ = 50,0 J K −1
19.1. ​​200 ⇒ ​200_____
L declive 20 H​2​​O
kg
13. 1000
14. Q = c × m × ΔT = 200 × 4180 × 45 = ​3,76×10​​ ​ J
7

21. 7
​ ​Total​​​​  = ​ _
13.1.
14.1. Calor (radiação). térmica é uma grandeza física característica dos materiais relacionada com a faci-
A condutividade 3,76 × ​10​​ ​
= ​8,36×10​​ ​ J
7
E  ​   
lidade com que o material se deixa atravessar pela energia. Quanto mais rápida a condução do calor 21.1. Para que 10,45 kg de cobre aumente a sua temperatura 1 K ou 1 ºC tem de lhe ser fornecida uma energia
13.2. (C)
pelo material, maior a sua condutividade térmica. Como se pretende o aquecimento da água no in- de 390 J. 10​​7​
P = ​ _ ​  
8,36 × ​
= 2,9 × ​10​​ ​ W
3
13.3. A temperatura
terior permanece
do recipiente deve terconstante depois de sertérmica.
baixa condutividade atingido o equilíbrio térmico, ou seja, quando o 8 × 3600 1560
E = ______________
21.2. (B). E = m c ∆T ⇔ m = _____ g
c 3∆T 390 × 10 − 3 × 40
14.2. pelo
(B) refrigerante é igual à taxa de emissão de radiação do refrigerante. _
P
​Er​​​​​  = ​    ​  ⇔ 425 
E = ​  _
2,9 × ​10​​ ​
    ​  ⇔  A = ​6,8 m​​ ​​
2

21.3. (A). Aη = ___u × 100 = __________ x1560 × 100 = 62,2%


14.3. E
A resistência elétrica transfere3 a energia para a 4água por condução, porque há mudança de meio. Na
Ef 949 + 1560
13.4. u = m c ∆θ = 0,34 × 4,2 × 10 × 16,5 = 2,36 × 10 J 19.2. (B)
água há também aquecimento por convecção porque a água que se encontra no fundo do recipiente 21.4. = ____ E
19.3. ∆θ
Segunda m c Lei da termodinâmica.
E = E × A × ∆t = 6,0 × 10 2
× 1,4 × 10 2
× 10 −4
× (90 × 60 ) = 4,54 × 10 4
J
aquece e torna-se menos densa do que a água que está no topo do recipiente. Assim, a água a maior
f r

temperatura
E e 2,36
menos× 10densa
4
sobe, enquanto a água a menor temperatura e mais densa desce. Estes A variação da temperatura, quando a quantidade de energia e a massa são constantes, é inversa-
30
η = ___u × 100 = __________4 × 100 = 52,0% 31
E
movimentos
f 4,54 × 10 e descendentes continuam até que a água esteja à mesma temperatura.
ascendentes mente proporcional à capacidade térmica mássica. Então, quanto maior a capacidade térmica más-
⇔ ∆TB = 2 ∆TA

15.
PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A

15.1. Condução 15.2. (C) 15.3. (B)

20. 24.2. ​​Q = c × m × ΔT = 4180 × 1,5 × (100 − 25) = 4,7 × ​10​​ ​ J


5
proposta de resoluções

proposta de resoluções
5
P = ​ _
E   ​  ⇔  Δt = ​ _
20.1. (B) 4,7 × ​10​​ ​
 ​    ⇔  Δt = 392 s​
Δt 1200
EA m
___ A c A ∆ θA m A ∆ θA
1000 = ____________ mA
= _________ ⇔ _____ ⇔ 1 = _____ ⇔ mA = 3 mB
1000 m B × 3 × ∆ θA 24.3. ​​Q = m × ΔH = 0,05 × 2,25 × ​10​​ ​  = 1,13 × ​10​​ ​ J
6 5
EB m B c B ∆ θB 3 mB
1
20.2. E = m c ∆θ ⇔ ∆θ = ____
mc×E
5
Q
η = ​ _ × 100  ⇔ 0,80 = ​ _
1,13 × ​10​​ ​
E​fornecida​​​​  = 1,4 × ​10​​ ​ J
⇔ ​
5
   ​     ​    
​Efornecida​​
​ ​​ ​Efornecida​​
​ ​​
1
Declive = ____
m c ⇒ capacidade térmica (C) = m c ​E​fornecida​​​​ 5
P = ​ _ ​  ⇔ 1200 = ​ _
1,4 × ​10​​ ​
          ​  ⇔  Δt = 117 s​

1 ⇔ C = _______
Declive A = ____ 1 1 = 100 J K − 1
= _____ Δt Δt
A
CA declive _____30
3000 25.
CB = 1
_______ = 1
_____ = 50,0 J K −1
declive _____20 25.1. A variação da energia interna é nula, pois o sistema é isolado.
1000 25.2. ​​Δ​Ei​​​​​  = 0  ⇔ ​
Q​água​​​​  + ​Q​esfera​​​​  = 0  ⇔ 0,15 × 4180 × (​θ​e​​​​  − 100 )  + 0,100 × 370 × (​θ​e​​​​  − 10 )  = 0  ⇔
21. ⇔ 627​
θ​e​​​​  − 62700 + 37​θe​​​​​  − 370 = 0  ⇔ ​
θe​​​​​  = 95 ºC​
21.1. Para que 1 kg de cobre aumente a sua temperatura 1 K ou 1 ºC tem de lhe ser fornecida uma energia
26. 22.
de 390 J.
1560
E = ______________ 26.1. ​​Q = c m ΔT  ⇔  ΔT = ​ _
22. 1    
​  Q
21.2. (B). E = m c ∆T ⇔ m = _____ g 22. c m 22.1. A transferência ocorre espontaneamente do corpo a maior t
c ∆T 390 × 10 − 3 × 40 22.1. A transferência _ 1 ocorre espontaneamente do corpo a maior temperatura
peratura, ou seja,para o corpo aAmenor
do recipiente para otem-
recipiente B.
22.1. A declive = ​ 
transferência     
​​ ocorre espontaneamente do corpo a maior temperatura para o corpo a menor tem-
E 1560 peratura, c mou seja, do recipiente A para o recipiente B.
21.3. (A). η = ___u × 100 = __________ × 100 = 62,2%
Ef 949 + 1560 peratura, ou seja, do recipiente A para o recipiente 22.2.
B. (A)
26.2. ​​Δ​
22.2. (A) Ei​​​ ​​ = 35 − 45 = − 10 kJ​
22.3. E tranf. barra = P × ∆t = 47,4 × (_____
2 )
E
21.4. ∆θ = ____ 22.2. (A) 3600 = 85 320 J
barra = P × ∆t = 47,4 × ( ) = 85 320 J
mc 26.3. E​​Δtranf.
​E​i​​​​  = 35 − 15 = 20 kJ 3600
_____
22.3.
tranf. barra = P × ∆t = 47,4 × ( ) = 85 320 J
22.3. E20 3600
_____
2 E fusão = m gelo × ∆ H f ⇔ 85,3 = m gelo × 333 ⇔
​ _
A variação da temperatura, quando a quantidade de energia e a massa são constantes, é inversa- kJ m _
fusão =  = ​ gelox× ∆ ​  H f⇔ = 2m
kg​​gelo ​× 333 ⇔
− 1
E  ​   ⇔  x = 85,3
27kJ​ 
mente proporcional à capacidade térmica mássica. Então, quanto maior a capacidade térmica más- E0,75 fusão = m gelo × ∆ H f ⇔ 85,3 = m gelo × 333 ⇔
kg 1 kg ⇔ m gelo = 0,256 kg = 256 g
sica do material, menor a variação da temperatura do corpo. Como tal, se o cobre fosse substituído ⇔ m gelo =− 10,256 kg = 256 g
⇔ ​334 m
​ ___________
  
kJ gelokg​​= 0,256​
 ​  = 12,4​kg = 256 g
por ferro a variação da temperatura diminuiria, pois o c ferro > c cobre. − 1
​27 kJ  kg​​ ​ 23.
21.5. − E cedida pelo cilindro = E recebida pela água 23.
23.
27. 23.1. (B)
⇔ − mC cC ∆TC = ma ca ∆Ta ⇔ 23.1. (B)
27.1. (A)
23.1. (B) 23.2. E fusão = m barra × ∆ H f = 0,700 × 4,0 × 10 5 = 280 000 J
⇔ − 0,100 × 390 × ( T f − 60 ) = 0,200 × 4180 × ( T f − 0 ) ⇔ 23.2. E fusão =Qm barra × 3H = 0,700 × 4,0 × 10 5 = 280 000 J
1 × ​10​​ ​  × (50,8 − 30,5)

H = ​ =_m ___________________ P = ___
E ⇔ ∆t = __ 280 000 = 254,5 s
E = ________
f
​​​​Δfusão
23.2. E  ​  = ​ barra
   ×∆ Hf =     ​​
0,700 × 4,0 × 10 5 = 280 000 J
___
E m __
E
P = ⇔ ∆t = = 280 0003 = 254,5 s 280
0,2 000
________ ∆t P 1,1 × 10 3
⇔ − 39 T f + 2340 = 836 T f ⇔ 2340 = 875 T f ⇔ 1,1 × 10 = 254,5 s
P = ___
27.2. (B)
E ⇔ ∆t = __
∆t P = ________
E
∆t P 1,1 × 10 3
⇔ T f = 2,7 °C 28.
28.
22. 28. 28.1. Realizando trabalho sobre o ar no interior da seringa, por ex
28.1. Realizando trabalho sobre o ar no interior da seringa, por exemplo, empurrando o êmbolo.
22.1. A transferência ocorre espontaneamente do corpo a maior temperatura para o corpo a menor tem- 28.1. 28.2. por
Realizando trabalho sobre o ar no interior da seringa, (D)exemplo, empurrando o êmbolo.
28.2. (D)
peratura, ou seja, do recipiente A para o recipiente B. 28.2. (D) 28.3. ∆U = Q + W = − 800 + 300 = − 500 J.
28.3. ∆U = Q + W = − 800 + 300 = − 500 J.
22.2. (A) 28.3. ∆U = Q + W = − 800 + 300 = − 500 J.
22.3. E tranf. barra = P × ∆t = 47,4 × (_____
2 )
3600 = 85 320 J
29. (D) 30.
E fusão = m gelo × ∆ H f ⇔ 85,3 = m gelo × 333 ⇔ 30.
⇔ m gelo = 0,256 kg = 256 g 30. 30.1. E recebida água fria + E cedida água quente = 0
30.1. E recebida água fria + E cedida água quente = 0
30.1. E recebida água fria + E cedida água quente = 0 ⇔ m 1 c ∆ θ1 = − m 2 c ∆ θ2 ⇔
⇔ m 1 c ∆ θ1 = − m 2 c ∆ θ2 ⇔
23. ⇔ m 1 c ∆ θ1 = − m 2 c ∆ θ2 ⇔ ⇔ 0,950 × ( T f − 15 ) = − 0,750 × ( T f − 85) ⇔
⇔ 0,950 × ( T f − 15 ) = − 0,750 × ( T f − 85) ⇔
23.1. (B) ⇔ 0,950 × ( T f − 15 ) = − 0,750 × ( T f − 85) ⇔ ⇔ 0,950 T f − 14,25 = − 0,750 T f + 63,75 ⇔
⇔ 0,950 T f − 14,25 = − 0,750 T f + 63,75 ⇔
23.2. E fusão = m barra × ∆ H f = 0,700 × 4,0 × 10 5 = 280 000 J ⇔ 0,950 T f − 14,25 = − 0,750 T f + 63,75 ⇔ ⇔ 1,700 T f = 78,0 ⇔
280 000 = 254,5 s ⇔ 1,700 T f = 78,0 ⇔
P = ___
E ⇔ ∆t = __ E = ________
⇔ 1,700 T f = 78,0 ⇔ ⇔ T f = 45,9 °C
∆t P 1,1 × 10 3 ⇔ T f = 45,9 °C
24. ⇔ T f = 45,9 °C 30.2. Lei de conservação da energia.
28. 30.2. Lei de conservação da energia.
24.1. Condução 30.2. Lei de conservação da energia. 30.3. (B)
28.1. Realizando trabalho sobre o ar no interior da seringa, por exemplo, empurrando o êmbolo. 30.3. (B)
30.3. (B)
32 33
28.2. (D)
PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A

QUÍMICA 10
AL Preparação de soluções a partir de solutos sólidos (pág. 78)
proposta de resoluções

proposta de resoluções
1. n = c × V = 0,050 × 0,100 = 5,00 × 10 −− 33 mol
AL Volume e número de moléculas de uma gota de água (pág. 13) 1. n = c × V = 0,050 × 0,100 = 5,00 × 10 mol
−3
1. m =cn××VM==0,050
= 5,00 ×× 0,100
10− 3 ×=169,88
5,00 × = 0,849
−3 g
1. Sensibilidade = 0,01 g
n
m = n × M = 5,00 × 10 × 169,88 =100,849
mol
g
1. Sensibilidade = 0,01 g −3
1. Sensibilidade = 0,01 g 2. = n(E),
(D),
m × M(G),
= 5,00
(H)×e10(J) × 169,88 = 0,849 g
2.
2. (C)
(C) 2. (D), (E), (G), (H) e (J)
2.
3. (C)
m = (3,94 ± 0,01) g 3.
2. (B) (E), (G), (H) e (J)
(D),
3. m = (3,94 ± 0,01) g 3. (B)
3. m = (3,94 _______
± 0,01) g
3,94
4. 3,94 = 0,0493 g
m uma gota = _______ 4.
3. (C)
(B)
4. 80 = 0,0493 g
m uma gota = _______
3,94 4. (C)
4. m uma gota = 80 = 0,0493 g
0,0493
n = _______
80
0,0493 = 2,73 × 10 −− 33 mol 4. (C)
n = _______
18,02
0,0493 = 2,73 × 10 mol
n = _______
18,02 = 2,73 × 10 − 3 mol
18,02
N.º moléculas = 2,73 × 10 −− 33 × 6,02 × 10 23 AL Diluição de soluções (pág. 80)
N.º moléculas = 2,73 × 10 − 3 × 6,02 × 10 23 1. (B), (F) e (H)
N.º moléculas = 2,73 × 10 21 × 6,02 × 10 23 1. (B), (F) e (H)
= 1,65 × 10 21
= 1,65 × 10 21 2.
1. (F) e=(H)
n concentrada
(B), n diluída
= 1,65 × 10 2. n concentrada = n diluída
5.
5. (B), de forma a evitar erros de paralaxe.
(B), de forma a evitar erros de paralaxe. ⇔ c concentrada × V concentrada = c diluída × V diluída
5. (B), de forma a evitar erros de paralaxe. 2. n concentrada
⇔ c = n diluída
×V =c ×V
concentrada concentrada diluída diluída
6.
6. O valor lido deve apresentar o mesmo número de casas decimais do valor da incerteza de leitura. ⇔ c0,100 × V×concentrada = 0,0250 ×× 50,00 × 10 −− 33
O valor lido deve apresentar o mesmo número de casas decimais do valor da incerteza de leitura. ⇔
⇔ 0,100 V concentrada
× V concentrada = c diluída
= 0,0250 V diluída
× 50,00 × 10
6. O valor lido deve apresentar o mesmo número de casas decimais do valor da incerteza de leitura.
concentrada

7. Medição direta = massa da 80 gotas de água. ⇔


⇔ V × ⇒ 0,0125 = L = 12,5 × mL × 10 − 3
7. Medição direta = massa da 80 gotas de água. ⇔V 0,100 V
concentrada 0,0250
⇒ 0,0125 L = 12,5 mL
concentrada 50,00
7. Medição direta = massa da 80 gotas de água. concentrada
Medição indireta = volume total das 80 gotas de água. 3. ⇔(D) V concentrada ⇒ 0,0125 L = 12,5 mL
Medição indireta = volume total das 80 gotas de água.
Medição indireta = volume total das 80 gotas de água. 3. (D)
0,0250
3. = 5 ⇒ 5 = _______
f(D) cf ⇔
0,0250
f = 5 ⇒ 5 = _______ cf ⇔
AL Teste de chama (pág. 32) 0,0250
_______
f = 5c⇒
⇔ 5 = c − 3 mol
f = 5,00 × 10
⇔ dm − 3
1. Bico de Bunsen, uma vez que a temperatura da chama é mais facilmente controlável. ⇔ c f = 5,00 × 10 mol dm − 3
f −3

1. Bico de Bunsen, uma vez que a temperatura da chama é mais facilmente controlável.
1. Bico de Bunsen, uma vez que a temperatura da chama é mais facilmente controlável. ⇔_______f = 5,00 × 10
c0,100 −3
mol dm − 3
2. (A) 4. f = _______
0,100 = 2 ⇒ é duas vezes mais diluída.
2. (A) 4. f = 0,0500 = 2 ⇒ é duas vezes mais diluída.
2. (A) 0,0500
0,100
3. (B). Durante o processo de desexcitação eletrónica, ou seja, quando o eletrão transita de um nível 4. f = _______ = 2 ⇒ é duas vezes mais diluída.
3. (B). Durante o processo de desexcitação eletrónica, ou seja, quando o eletrão transita de um nível 0,0500
3. (B). Durante o processo de desexcitação eletrónica, ou seja, quando o eletrão transita de um nível-
-
sável pela cor da chama. -
sável pela cor da chama. 1.
AL Reaçãofotoquímica.
Reação fotoquímica (pág. 94)
sável pela cor da chama. 1. Reação fotoquímica.
4.
4. Bário.
2.
Bário. 1. A exposição
Reação do cloreto de prata à luz provoca o seu escurecimento devido à formação de prata sólida.
fotoquímica.
4. Bário. 2. A exposição do cloreto de prata à luz provoca o seu escurecimento devido à formação de prata sólida.
5.
5. (D)
3.
(D) 2. (A).
A São variáveis
exposição quede
do cloreto devem
prata ser controladas
à luz paraescurecimento
provoca o seu que a única alteração a que as de
devido à formação duas amostras
prata sólida.
5. (D) 3. (A). São variáveis que devem ser controladas para que a única alteração a que as duas amostras
estão sujeitas seja a energia da radiação incidente.
3. estãoSão
(A). sujeitas seja aque
variáveis energia
devemda ser
radiação incidente.
controladas para que a única alteração a que as duas amostras
4. A utilização da amostra sem qualquer contacto com a luz serve como termo de comparação com as
estão sujeitas seja a energia da radiação incidente.
AL Densidade relativa de metais (pág. 48)
m = (0,857 ± 0,001) g
4. A utilização da amostra sem qualquer contacto com a luz serve como termo de comparação com as
1.
1. m = (0,857 ± 0,001) g
restantes amostras.
1. m = (0,857 ± 0,001) g 4. restantes
A amostras.
utilização da amostra sem qualquer contacto com a luz serve como termo de comparação com as
2.
2. Evitar a formação de bolhas de ar durante o enchimento e a colocação da tampa. Antes da medição
Evitar a formação de bolhas de ar durante o enchimento e a colocação da tampa. Antes da medição restantes amostras.
2. Evitar a formação
da massa de bolhas de
secar o picnómetro comar durante
da massa secar o picnómetro com papel absorvente.
o enchimento e a colocação da tampa. Antes da medição
papel absorvente.
da massa secar o______mpicnómetro com papel absorvente.
m sólido
______
ρsólido
________ m
sólido
V sólido
_________ m sólido 0,857
3. ρ
d = ________ = ______
V sólido
_________ = _________
m sólido = ________________
_________ 0,857
________________ = 7,85
3. d = ________
ρágua,a = = = − 91,991) = 7,85
sólido
ρ m sólido
_________ m (92,100
3. d=ρ

sólido
água,a
C V sólido
4º C = _________
água,
m água,
_________
a 4 ºC
mm
a 4 ºC = _________
água, a 4
sólido
água,
ºC 0,857
a 4 ºC = ________________
(92,100 − 91,991) = 7,85
ρágua,a 4º C _________
V água,
m água, aa 44 ºC
V água, ºC m água, a 4 ºC (92,100 − 91,991)
a 4 ºC
V água, a 4 ºC
Nota: V sólido = V água
Nota: V sólido = V água deslocada
deslocada
Nota: V sólido = V água deslocada
4.
4. (A)
(A)
4. (A)
5. A substância de que é feito o sólido em estudo é o ferro.

|| ||
5. A substância de que é feito o sólido em estudo é o ferro.
5. A substância de que 7,86 é feito o sólido em estudo é o ferro.
− 7,85
6. 7,86 − 7,85 × 100 = 0,127%
Erro percentual = __________
6. Erro percentual = __________ − 7,85 × 100 = 0,127%
7,86
7,867,86
6. Erro percentual = __________ × 100 = 0,127%
7,86

34 35
(B)

PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A É sempre a mesma uma vez que só depende da elasticidadePREPARAR
dos materiais que colidem.
EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A

(C)
FÍSICA 10
AL Características de uma pilha (pág. 143)
proposta de resoluções

proposta de resoluções
1.
AL Movimento num plano inclinado: 1.1. IL = ± 0,01 V
Variação da energia cinética e distância percorrida (pág. 114)
1.2. (B)
1.
1.1. IL = ± 0,1 ms 1.3.
24,3 + 26,1 + 25,4 descarrega-se mais rapidamente e os valores obtidos afastam-se de uma regressão linear. Por isso, é
1.2. ∆t = _______________ = 25,3 ms
3 conveniente iniciar-se a recolha de valores utilizando resistências mais elevadas e ir diminuindo o
I a = maior desvio absoluto = 1,0 ms seu valor.
1,0
I r = _____ × 100 % = 3,95% 1.4. y = − 3,18 x + 8,94
25,3
∆t = 25,3 ms ± 3,95% U=ε−r I
IL = ± 0,1 ms

∆t = 24,3 + 26,1 + 25,4 = 25,3 ms ε = 8,94 V


1.3. (A) _______________
3
1.4. I = maior desvio absoluto = 1,0 ms r = 3,18 Ω
a
aumentar.
1,0 2.
I r = _____ × 100 % = 3,95%
2. 25,3 2.1. (D)
∆t = 25,3 ms ± 3,95%
2.1. (B) 2.2. (B) 2.3. h = 48,0 cm ​​​​U = ε − r I  ⇔  R I = ε − r I  ⇔  ε = R I + r I  ⇔  I = ​ _ ε   ​​  
R + r
1 – interruptor; 2 – reóstato; 3 – painel fotovoltaico; 4 – amperímetro; 5 – voltímetro.
(A) 0,615 + 0,605 + 0,613
| |
___________________
h ressalto = = 0,611 m ​ ​​  − ​ε​experimental​​​​   ​
​   ​εteórico​​ ​  | ​εteórico​​
​ ​​  − 1,52 | ​
3 2.2.1. ​​e . r . ( %  )  = ​ ________________
       ​ × 100  ⇔ 0,03 = ​ ____________
    ​   εt​eórico​​​​  = 1,57 V​
⇔ ​
I a = maior desvio absoluto = 0,006 m ​εteórico​​
​ ​​ ​εteórico​​
​ ​​
Incidência perpendicular
aumentar. y = − 3,18 x + 8,94
ressalto = (0,611de
AL hMovimento ± 0,006) m de queda e de ressalto de uma bola:
vertical 0,04
2.2.2. ​​U = − 0,596 . I + 1,52  ⇔  2,5 . I = − 0,596 . I + 1,52  ⇔  I = 0,491 A

Potência (W)
Transformações e transferências de energia (pág. 117) U = ε0,03 −r I
y = 0,874 x − 0,0118 U = − 0,596(0,491) + 1,52  ⇔  U = 1,23 V
1. ε = 8,940,02 V
h = 0,874___________________
hqueda+−0,605
0,615 + 0,613
0,0118 (SI) P = U I  ⇔  P = 1,23 × 0,491  ⇔  P = 0,604 W​
1.1. h ressalto = 3
= 0,611 m r = 3,180,01 Ω

h = 1,10 m
= maior desvio absoluto = 0,006 m
I queda 0
a
AL Radiação
0,0 e potência
500,0 elétrica1500,0
1000,0 de um 2000,0
painel fotovoltaico
2500,0 (pág. 169)
hhressalto == 0,874
(0,611(1,10) − 0,0118
± 0,006) m = 0,950 m Residência (Ω)
1.
|0,690 − 0,611| × 100 ⇔ % E dissipada = 11,4%
ressalto
_____________
% dissipada =
1.2. y =E0,874 x − 0,0118
0,690 1.1. 1 – interruptor; 2 – reóstato; 3 – painel fotovoltaico; 4 – amperímetro; 5 – voltímetro.
Incidência oblíqua
h = instante
No em −que
0,874 hqueda a bola
0,0118 (SI)embate no solo ocorre dissipação de energia, ou seja, uma parte da ener- 0,025
gia já não é restituída à bola.

(W) (W)
1.2. 0,02 Incidência perpendicular
hqueda = 1,10 m

Potência
(B) 0,04
0,015
1.3. hressalto = 0,874 (1,10) − 0,0118 = 0,950 m
0,03
|0,690 −uma | × 100
0,01

Potência
É sempre a mesma 0,611vez que só depende da elasticidade dos materiais que colidem.
1.4. % E dissipada = _____________ ⇔ % E dissipada = 11,4% 0,02
0,690 0,005
(C) 0,01
1.5. No instante em que a bola embate no solo ocorre dissipação de energia, ou seja, uma parte da ener- 0
gia já não é restituída à bola. 0 0,0 500,0 1000,0 1500,0 2000,0 2500,0 3000,0
0,0 500,0 1000,0 1500,0
Residência (Ω) 2000,0 2500,0
1.6. (B) Residência (Ω)

IL = ± 0,01 V Incidência perpendicular: R = 951,61 Ω


1.7. É sempre a mesma uma vez que só depende da elasticidade dos materiais que colidem. Incidência oblíqua
(B) Incidência
0,025 oblíqua: R = 1232,94 Ω
1.8. (C)
Potência (W)

0,02
2. descarrega-se mais rapidamente e os valores obtidos afastam-se de uma regressão linear. Por isso, é forma consegue-se controlar a irradiância que atinge o painel.
0,015
2.1. (A) 2.2.
conveniente iniciar-se a recolha = 44 cm
de xvalores utilizando resistências mais elevadas e ir diminuindo o 0,01 -
3. IL = ± 0,01 V
seu valor. tência debitada pelo painel é superior.
0,005

3.1. (B)
(B) 3.2. h = 0,34 m 0
0,0 500,0 1000,0 1500,0 2000,0 2500,0 3000,0
Residência (Ω)
descarrega-se mais rapidamente e os valores obtidos afastam-se de uma regressão linear. Por isso, é
36 conveniente iniciar-se a recolha de valores utilizando resistências mais elevadas e ir diminuindo o Incidência perpendicular: R = 951,61 Ω 37
seu valor.
0,005
480 14 826,2
0
PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A
0,0 500,0 1000,0 1500,0 2000,0 2500,0 3000,0
E = U × I × ∆t
Residência (Ω)
E = 9,90 × 3,12 × 60
1.3. Incidência perpendicular: R = 951,61 Ω 2.
E = 1853,3 J
proposta de resoluções

proposta de resoluções
Incidência oblíqua: R = 1232,94 Ω 2.1. 0,1 g
(A)
2.2. (B)
1.4.
y = 2,131 × 10⇔ 
2.3. ​​E = c . m . ΔT  −3
ΔT = ​ 
x− 1,000 _ 1    
​  × E
forma consegue-se controlar a irradiância que atinge o painel. c . m
1.5. - (A) 10​​− 3​  = ​ ___________
2,03 × ​    1   ​  ⇔ ​ − 1 − 1
c​exp.​​  = ​390 J kg​​ ​​K​​ ​
​ ​​  × 1,2644
​cexp.
tência debitada pelo painel é superior. Declive = ____ 1 __________1
m c ⇔ 2,131 × 10 = 0,9934 × c ⇔ c = 472,3 J kg ºC
−3 −1 −1

​  | 385  − 390 | ​
2. e . r . ( %  )  = ​ _  ​  × 100 = 1%​

Erro relativo = | 448 − 472 |
385
__________ × 100 = 5,36%
2.1. 1 – amperímetro 2 – voltímetro 448
2
2.2. ​​A = 10,0 × 8,0 = ​80,0 cm​​ ​ AL Balanço energético num sistema termodinâmico (pág. 175)
​ ​​  = 20 mW
​Pútil​​
1.
​P​útil​​​​
η = ​ _ × 100  ⇔ 0,12 = ​ _
20 1.1.
  ​       ​    Pf​ornecida​​​​  = 166,7 mW
⇔ ​
​Pfornecida​​
​ ​​ ​Pfornecida​​
​ ​​
1.2. θe = (12,3 ± 0,1) ºC
_
​ 
166,7 mW _
= ​  x  2 ​  
 ​  
  ⇔  x = 2,08 mW
2
​80,0 cm​​ ​ ​1,0 cm​​ ​ 1.3. (C)
− 3
​Ef​ornecida​​​​  = ​P​fornecida​​​​  × Δt  ⇔ ​
E​fornecida​​​​  = 2,08 × ​10​​ ​  × 10 × 60  ⇔ ​
E​fornecida​​​​  = 1,25 J​ 1.4. Qágua + Qgelo = 0 ⇔
2.3. (C) ⇔ 4180 × 0,200 × (12,3 − 22) + 0,021 × ∆H + 0,021 × 4180 × (12,3 − 0) = 0
2.4. Menor
⇔ ∆H = 3,35 × 10 J kg − 1
5

AL Capacidade térmica mássica (pág. 172)


1.5. |3,34 × 10 5 − 3,355 × 10 5| × 100 = 0,299%
Erro percentual = _____________________
3,34 × 10
1.
1.1. ∆t / s E/J
2.
2.1. (C)
0 0
2.2. O esferovite é um material isolante térmico, diminuindo desta forma, a dissipação de energia para o
60 1853,3
exterior.
120 3706,6
Δ​Eint erna​​
2.3. ​ ​ ​​  = 0 J​
180 5559,8
2.4. ​​Δ​Ei​​​​​  = 0 J  ⇔  m × ΔH + ​c​água​​​​ × ​mgelo​​
​ ​​ × ΔT + ​c​água​​​​ × ​mágua​​
​ ​​ × ΔT = 0  ⇔
240 7413,1
− 3 − 3
48,15 × ​10​​ ​ × ΔH + 4180 × 48,15 × ​10​​ ​  × (11,2 − 0 )  + 4180 × 0,14813 × (11,2 − 98,0) = 0
300 9266,4
− 1
⇔  ΔH = 3,30 × ​10​​ ​​ J kg​​ ​
5
360 11 119,7
420 12 973,0 |
2.5. erro relativo = ​ ____________________
      
|
​   3,30  × ​10​​ ​  − 3,34 × ​10​​ ​   ​
5 5
 ​  × 100 = 1%​
​3,34  × 10​​ ​
5
480 14 826,2

E = U × I × ∆t
E = 9,90 × 3,12 × 60
E = 1853,3 J

1.2. (A)
−3
1.3. y = 2,131 × 10 x − 1,000

1.4. (A)

1.5.
1
Declive = ____ 1
__________
m c ⇔ 2,131 × 10 = 0,9934 × c ⇔ c = 472,3 J kg ºC
−3 −1 −1

1.6. |448 − 472| × 100 = 5,36%


Erro relativo = __________
448

38 39
4.3. v 3s = v m = = = − 2,5 m s
[2,4] s
2 2

PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A 4.4. [4 ; 5] segundos, uma vez que durante este intervalo de tempo, a posição
PREPARAR ocupadaDEpelo
EXAME NACIONAL FÍSICAcorpo nãoA
E QUÍMICA
se alterou.

FÍSICA 11
5.
proposta de resoluções

proposta de resoluções
MECÂNICA
5.1. (A). Sentido negativo, pois está a aproximar-se da origem do referencial na parte positiva, e veloci-
Tempo, posição e velocidade (págs. 197 a 203)
Tempo, posição e velocidade (págs. 201 a 207)
1. 5.2. -
1.1. (C) mento efetuado é igual à distância percorrida, por isso, a rapidez média é igual à velocidade média.

1.2. 5.3. (D). O movimento ocorreu sempre na direção do eixo Ox e no mesmo sentido.
negativa do eixo. 5.4. x = f(t), a velocidade escalar é dada pelo declive. Quanto maior for o declive,
1.3. (A) maior será a velocidade escalar da bola.

‾+ ‾
d = AC CO + ‾
OB = 30 + 45 + 30 = 105 m
5.5. (C). A bola desloca-se sempre no sentido negativo. Nos primeiros três segundos de movimento, o

∆x = x B − x A = − 30 − ( − 15) = − 15 m
segundos.
|∆➝x | = 15 m
1.4. v m = ∆x − 15 = − 0,025 m s − 1
___ = _________ 6.
∆t (10 × 60)
6.1. Encontra-se a 20 m da origem do referencial, na parte negativa do eixo, o que ocorre aos 30 segun-
dos de movimento, pois a partir desse instante a partícula passa a movimentar-se no sentido posi-
2. tivo do eixo.
2.1. Trajetória retilínea.
6.2. (B)
2.2. AB + ‾
(A). d AC = ‾ BC = 7 + 10 = 17 km
6.3. (C)
d A = |x 30s − x 0s | + | x 60s − x 30s| = | − 20 − 20| + | 15 − (− 20) | = 75 m
2.3. Ponto de aplicação: ponto A; Sentido: de A para C; Direção: segmento de reta que faz um ângulo de
55º com a reta que une os pontos A e B; Intensidade: 12,2 km.
_________ _______ d B = |x 40s − x 0s | + | x 60s − x 40s| = | 25 − (− 10) | + |15 + 25 | = 45 m

AC = ‾
√AB + ‾
2 2
BC = √7 2 + 10 2 = 12,2 km d A ___
___ = 75 = __
5
17000
d = ____________ dB 45 3
2.4. r m = ___ = 3,15 m s − 1
∆t (3600 + 1800) 6.4. ∆x = x 60s − x 0s = 15 − 20 = − 5 m

3. 6.5. As partículas cruzam-se no instante 10 segundos, uma vez que, nesse instante, ocupam a mesma
posição.
3.1. (C)
6.6. 75 = 1,25 m s − 1
r m = ___
3.2. -
A
60
menta cada vez mais, por isso, o movimento é retilíneo uniformemente acelerado. 45
r m = ___ = 0,75 m s − 1
B
60
3.3. -
A partícula A foi mais rápida, uma vez que r m > r m . Assim, no mesmo intervalo de tempo, a partí-
camento é igual à distância percorrida, logo, a velocidade média é igual à rapidez média.
A B

cula A percorreu uma maior distância.


3.4. Ponto de aplicação: centro de massa do carrinho; Direção: coincidente com o eixo Ox; Sentido: po-
sitivo do eixo Ox; Intensidade: 11,5 m s-1.
7.
57,5
v m = ∆x
___ = _____ = 11,5 m s − 1 7.1. Falsa, pois o berlinde não percorreu sempre distâncias iguais em intervalos de tempo iguais. Dessa
∆t 5
forma, durante o seu percurso esteve animado dos vários tipos de movimento.
4.
2 − (− 2)
7.2. (B). v m = _______ = 0,67 m s − 1
4.1. x = f(t), os máximos e os mínimos ocorrem nos instantes em que o corpo inverte 6
o sentido do movimento. 7.3. d = ∆x.

4.2. x = f(t), o declive corresponde à componente escalar da velocidade média. 7.4. x/m
0
Como entre os 0 e os 2 segundos e os 5 e 7 segundos, o módulo do declive é igual, conclui-se que t/s
–2 3 6 9 12 15 18
–4
x 4s − x 2s _____ –6
4.3. v 3s = v m = _______ = 5 − 10 = − 2,5 m s − 1 –8
[2,4] s
2 2 – 10
4.4. [4 ; 5] segundos, uma vez que durante este intervalo de tempo, a posição ocupada pelo corpo não
se alterou. 8.
8.1. (B). Porque o valor da velocidade é sempre maior que zero e aumenta linearmente com o tempo.
40 41
5. 2×3=3 m
8.2. ∆ x [4;6] s = _____
–2 3 6 9 12 15 18
–4
PREPARAR–EXAME
6 NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A
–8
– 10

8. 12.
proposta de resoluções

proposta de resoluções
8.1. (B). Porque o valor da velocidade é sempre maior que zero e aumenta linearmente com o tempo. 12.1. (B)
Δ​x ​ ​​  ⃗
 ⃗ ​​  = ​ _
12.2. ​​​​​​v ​​m​​
8.2. 2×3=3 m
∆ x [4;6] s = _____ Δt
2
A direção do vetor deslocamento é sempre igual à direção do vetor velocidade média.
∆ x [4;6] s = x 6 s − x 4 s ⇔ 3,0 = 8,0 − x 4 s ⇔ x 4 s = 5,0 m
​​​​Δ​xA​ ​​​é negativo e Δ ​ ​​​(A)​​tem sentido negativo e v​
​ ​xB​ ​​​ é positivo logo ​​vm ​ ​​​(B)​​tem sentido positivo.
​​ m
4 × (− 3)
∆ x [0;4] s = ________ = − 6 m 12.3. Direção: eixo Ox
2
∆ x [0;4] s = x 4 s − x 0 s ⇔ − 6,0 = 5,0 − x 0 s ⇔ x 0 s = 11,0 m Sentido: positivo do eixo Ox
Intensidade: 2 − (− 2)
8.3. Entre os 6 e os 8 segundos, pois o valor da velocidade permanece constante. 7.2. (B). v m = _______ = 0,67 m s − 1
​​​​Δ​xA​ ​​  = − 1 − ( − 2 )  = 1  m
6
(C). Pois neste intervalo de tempo, o corpo tem um valor de velocidade nulo, apenas no instante t = 4 s. d = ∆x.
​v​​​​m​ ​​ ​​ = ​ _
8.4. 7.3. 1  ​  =  0,25  m ​s​​− 1​​
A
4
7.4. x/m
9. 13. 0
t/s
–2 3 6 9 12 15 18
13.1. (A) 13.2. (C) 13.3. (C)
9.1. –4
13.4. ​​Δx = ​
– 6 Apositiva
​ ​​  − ​A​negativa​​  ⇔
9.2. Ponto de aplicação: x = - 5 m; Direção: coincidente com o eixo Ox; Sentido: negativo do eixo Ox; –8
Intensidade: | ∆➝
x | = 60 m ⇔  Δx = ​(2 × 10 + ​ 
2 ) ( 2 )
– 10 _
23 × 10
+ 10 × 25 + ​ _
 ​  

10 × 25
 ​  ​  − ​ _
  ​ 
8 × 12
 ​  
 ​
2
5 + 10 × (− 8) = − 60 m
∆x = área = _____
2 8. ⇔  Δx = 454  m

| | | |
5 + 10 × (− 8) + _____
5 + 10 × 8 = 120 m 8.1. Δx = ​Porque
(B). x​38,0 s​​  − ​xo​0 valor
s​​  ⇔ 454 = ​x​38,0 s​​  − 2 
da velocidade ⇔ ​
é sempre s​​  = 456  m​
x​38,0maior que zero e aumenta linearmente com o tempo.
9.3. | | | |
d = ∆ x [0;10] s + ∆ x [10;20] s = _____
2 2
2 × 3 =_
2 (​  2 ​ )​  ⇔ 6,75 = x + ​(​  2 ​ )​  ⇔  x = 4,5
8.2. ∆ x [4;6] s = _____
14.1. ​​d = (x × 1 )  + ​ x × 1
3 m    _ x
120 = 6,0 m s − 1
d = ____
r m = ___
∆t 20
∆ x [4;6] s = x 6 s −− 1x 4 s ⇔ 3,0 = 8,0 − x 4 s ⇔ x 4 s = 5,0 m
​v​i​​  = −  4,5  m ​s​​ ​
9.4. ∆ x [0;20] s = ∆ x [0;10] s + ∆ x [10;20] s = − 60 + 60 = 0 m
4 × (− 3)
∆ x [0;4] s =_ ________
1 × 4,5 = −6 m
​ ​​  = ​ 
​d[2;5] s 2 
 ​  + 2 × 4,5 = 11,25 m

10. 2
∆ x [0;4] s = x 4 s − x 0 s ⇔ − 6,0 = 5,0 − x 0 s ⇔ x 0 s = 11,0 m
Interações
10.1. (D) e seus efeitos (págs. 223 a 229) ​d​Total​​​​  = 11,25 + 6,75 = 18,0 m
1.
10.2. ​
− 1
v =  0  m ​s​​ ,​​ pois inverte o sentido do movimento. 8.3. Entre_ os 6 e os 8− 1segundos, pois o valor da velocidade permanece constante.
18
​R​m​​  = ​   ​  =  3,6  m ​s​​ ​​
5
10.3. ​​Δ​
1.1. (A)x​[​​​0 ; 6]​  s​​  = 17 m  ⇔ 17 = ​x​f​​ ​​ − 4  ⇔ ​ x​f​​ ​​ = 21 m 8.4. (C). Pois neste intervalo de tempo, o corpo tem um valor de velocidade nulo, apenas no instante t = 4 s.
14.2. Passa na mesma posição quando ​Δx = 0  m​
1.2. (B). _
​R​m​​​​  = ​ A
d força gravítica é diretamente proporcional à massa dos corpos que interagem.
   ​  ⇔  d = 2,5 × 6 = 15 m (no sentido negativo) ​Δx = ​Apositiva
​ ​​  − ​A​negativa​​  ⇔
Δt 9.
0 = ​(x × 4,5 + ​ _
2 ) ( 2
+ 4,5 × 0,5)​  ⇔  x = 0,5
mTm
 ​  − ​ _
Δx = − 15 m  G ______⇔ S − 15 = ​x​​​  − 21  ⇔ ​ x​f​​  = 6 m​ 1 × 4,5 1 × 4,5
f
9.1.  ​   ​   ​   
F d 2TS 2,7 × 10 7 × m L × ( d 2TL ) __________
d 2TL ____________________
m S ___ 2,7 × 10 7
_____ = m m = 2 ×m =
_______ ____ = = 0,0264
g , T/S
1.3.
10.4. (C)F g, T/L G _____ T L d TS L (3,2 × 10 ) × d TL × m L (3,2 × 10 4 ) 2
4 2 2
t = 3,5  s​
9.2. Ponto de aplicação: x = - 5 m; Direção: coincidente com o eixo Ox; Sentido: negativo do eixo Ox;
|∆➝x | = 60 m
d 2TL
Intensidade:
14.3. (A)
11.
5 + 10 × (− 8) = − 60 m
14.4. ∆xx /=márea = _____
11.1. (B) 2

| | | |
5,25
11.2. [0; t2] s 5 + 10 × (− 8) + _____
5 + 10 × 8 = 120 m
11.3. [t2; t3] s pois desloca-se no sentido negativo sendo por isso a velocidade negativa. Como o declive da
9.3. | | | |
d = ∆ x [0;10] s + ∆ x [10;20] s = _____
2 2
reta tangente à representação gráfica da posição vai diminuindo em módulo podemos concluir que 0,75
d 120 = 6,0 m s − 1
r m = ___ =1 ____
a velocidade diminui sendo assim um movimento retardado. ∆t
1,5
20
2 t/s

11.4. x/m 9.4. ∆ x [0;20] s = ∆ x [0;10] s + ∆ x [10;20] s = − 60 + 60 = 0 m


10,1

Interações eeseus
Interações seusefeitos (págs.
efeitos 219 223
(págs. a 225)
a 229)
1.
2,25 t/s
1.1. (A)
​d = 10,1 + 10,1 = 20,2 m​​
1.2. (B). A força gravítica é diretamente proporcional à massa dos corpos que interagem.
mTmS
G ______
F d 2TS m S ___d2 2,7 × 10 7 × m L × ( d 2TL ) __________
2,7 × 10 7
_____ = _______ = ____ × mTL = ____________________ = = 0,0264
g , T/S
42 1.3. m m
43
F g, T/L G _____T L 2
d TS L (3,2 × 10 ) × d TL × m L (3,2 × 10 4 ) 2
4 2 2
2
1. 4.3. (B). De acordo com a Lei da Inércia, se um corpo se movimenta com velocidade de módulo cons-
4.3. (B).
tante,Detem
acordo
valorcom a Lei da Inércia,
de aceleração se um corpo se movimenta
zero e, consequentemente, com velocidade
a intensidade de das
da resultante módulo
forçascons-
que
1.1. (A)EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A
PREPARAR PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A
tante,
atuamtem valor de
no corpo aceleração zero e, consequentemente, a intensidade da resultante das forças que
é zero.
1.2. (B). A força gravítica é diretamente proporcional à massa dos corpos que interagem. atuam no corpo é zero.
4.4. Não constituem um par ação-reação, uma vez que não têm o mesmo ponto de aplicação.
mTmS 4.4. Não constituem um par ação-reação, uma vez que não têm o mesmo ponto de aplicação.
G ______
proposta de resoluções

proposta de resoluções
F
_____ = _______ d 2TS m S ___d2 2,7 × 10 7 × m L × ( d 2TL ) __________
2,7 × 10 7
= ____ × mTL = ____________________ = = 0,0264
g , T / S
1.3. m m 5. Ponto de aplicação: centro de massa do automóvel; Direção: coincidente com o eixo Ox; Sentido:
F g, T/L G _____T L 2
d TS L (3,2 × 10 ) × d TL × m L (3,2 × 10 4 ) 2
4 2 2

d 2TL 5. Ponto
positivodedo
aplicação: > 0 mdes-1massa
centro
eixo Ox (v do automóvel; Direção: coincidente com o eixo Ox; Sentido:
); Intensidade:
positivo do eixo∆vOx (v > 0v 14s
m− s-10); Intensidade: − 1
1.4. Ponto de aplicação: centro de massa do Sol; Direção: radial; Sentido: do Sol para a Terra; Intensi- [0;14] s ⇒ a = ___ ⇔ 2 = ______ ⇔ v 14s = 28 m s
∆t
∆v v 14s14− 0
dade: 1,63 × 10 27 N. [0;14] s ⇒ a = ∆t ⇔ 2 = ______
___ ⇔ v 14s = 28 m s − 1
Como entre os instantes 14 e1420 segundos o valor da aceleração é zero, então o automóvel desloca-
F g = m × g Sol = 5,97 × 10 24 × 273,4 = 1,63 × 10 27 N Como entre
-se com os instantes
velocidade 14 e 20
constante. segundos
Assim, o valor
o módulo dada aceleraçãonoé instante
velocidade zero, então o automóvel
20 segundos m s − 1.
é 28desloca-
mT mM mP mM -se com velocidade constante. Assim, o módulo da velocidade no instante 20 segundos é 28 m s − 1.
1.5. F g, T/M = 4 F g, P/M ⇔ G ______ = G ______ 1 = __
⇔ __ 4 ⇔r =2 r
P T
r 2T r 2P r 2T r 2P 6.
6.
6.1. (D). F − F a − P x = 0 ⇔ F a = F − P cos (60º)
2. 6.1. (D). F − F a − P x = 0 ⇔ F a = F − P cos (60º)
m S m Ceres m S m Lua m S 82,3 m Ceres
m S m Ceres ______________ 6.2.
2.1. F g, Ceres = F g, Lua ⇔ G __________ = G ________
Ceres
⇔ __________
Lua
= Ceres
⇔ Lua
6.2.
2
r Ceres 2
r Lua 2
r Ceres (3,56 r Ceres) 2 6.2.1. (C). F R = F a + P x = 3 + 30 cos (60º) = 18 N

| |
6.2.1. (C). F R = F a + P x = 3 + 30 cos (60º) = 18 N − 2
6.2.2. F➝R = m × | a ➝| ⇔ 18 = 3 × | a➝| ⇔ | a ➝| = 6 m s ⇒ a = − 6 m s − 2
m S 82,3
⇔ m Ceres = _________ ⇔ m Ceres = 6,49 m S ⇔ m Ceres = 6,49 × 1250 = 8117,3 kg
| |
Lua

+ a×t|⇒
a| ⇔ × |6)
a | ×⇔ |a➝| t==61,67
(3,56) 2 Lua

6.2.2. vF=R v=0 m 10=+3(− m s −s2 ⇒ a = − 6 m s − 2
➝ ➝
0 =18 t⇔
m sobrecarga = 8117,3 − 1250 = 6867,3 kg v = v 0 + a t ⇒ 0 = 10 + (− 6) × t ⇔ t = 1,67 s

2.2. Falsa. Estas duas forças constituem um par ação-reação e têm, por isso, a mesma intensidade. 7.
7.
2.3. (B). De acordo com a Lei da Gravitação Universal a intensidade da força gravitacional é inversa- 7.1. F➝R = F➝+ F➝B/A + F➝A/B + R
➝ +R
n
➝ +P
n
➝ +P
A
➝ ⇒F =F
B AR B

7.1. F➝R = F➝+ F➝B/A + F➝A/B + R


➝ +R ➝ +P
➝ +P ➝ ⇒F =F
mente proporcional ao quadrado da distância entre os dois corpos. F R = m Total × a ⇔ 60 = (4,5 + 8,0 ) × a ⇔ a =R 4,8 m s − 2
n n A B A B

F R = m Total × a ⇔ 60 = (4,5 + 8,0 ) × a ⇔ a = 4,8 m s − 2


7.2. (D)
3. 7.2. (D)
Para o corpo B: F➝R = F➝+ F➝A/B + R
➝ +P
n
➝ ⇒F =F−F
B R A/B B

3.1. (A). O valor da velocidade é constante, logo, o valor da aceleração é zero. De acordo com a 2.ª Lei ➝ ➝ ➝ ➝ ➝ ⇒F =F−F
Para o corpo B: F R = F + F A/B + R n + P
F − F A/B = m B × a ⇔ 60 − F A/B = 8,0 ×B4,8 ⇔R F A/B = 21,6
A/B
N B

de Newton, a força resultante também será zero.


F − F A/B = m B × a ⇔ 60 − F A/B = 8,0 × 4,8 ⇔ F A/B = 21,6 N
v 20s − v 10s ________
3.2. a 12s = a m = ________ = − 20 − 20 = − 4 m s − 2 8. De acordo com a Lei da Inércia, se a resultante das forças que atuam sobre um corpo for nula, o
[10;20] s
10 10
8. De acordo
corpo com a Lei
permanece em da Inércia,
repouso ousedesloca-se
a resultante
comdas forças que
velocidade atuam sobre
constante, comum corpo forretilíneo
movimento nula, o
3.3. Entre 10 e 15 segundos. Nesse intervalo de tempo, o módulo da velocidade diminui, logo, o corpo corpo permanece
uniforme. em repouso
Desta forma, ou desloca-se
os passageiros comtêm
do veículo velocidade constante,
tendência com movimento
para permanecer retilíneo
no seu estado de
apresenta movimento uniformemente retardado, ou seja, os vetores velocidade e aceleração (que uniforme.
repouso. Desta forma, os passageiros do veículo têm tendência para permanecer no seu estado de
apresenta o mesmo sentido do vetor força resultante) têm sentidos opostos. repouso.
3.4. Ponto de aplicação: centro de massa do corpo; Direção: coincidente com o eixo Ox; Sentido: nega-
9.
tivo do eixo Ox; Intensidade: 0,80 N. Forças e Movimentos (págs. 249 a 260)
|F➝ | = m × |a➝| ⇔ |F➝ | = 0,200 × |(_______ )|
9.1. (D)
Forças e Movimentos (págs. 249 a 260)
R R
5 | |
− 20 − 0 ⇔ F➝ = 0,80 N
R
1.
9.2. É a força que a EEi exerce sobre a Terra.
1.
1.1. y = 1,00 − 5 t (SI)
2
​m​T​​​​ 2
3.5. (B). Entre os 10 e 15 segundos de movimento, o módulo da velocidade do corpo diminui e, entre os 9.3. y = 1,00
1.1. G ​ _ − ​ 5 t 2(SI)
​ah​​​=​​ −_ 10​dt​​  2h​ ​​  (SI) 2
v_ _​R​​  T ​​  _ ​R​​  T ​​  ​R​ ​​
15 e 20 segundos, o módulo da velocidade aumenta. ​​​​ v =  ​  = ​ 
− 10 t  ​ 
(SI) = ​ 
   
 ​  ⇔ 0,131 
= ​   ​   ⇔ 0,36 = ​ _T ​   ⇔
1.2. y​aT​=​​ 0 G ​  ​m→ ​ ​​ 0​d​​ =h​ ​​  1,00 − 5 t 2 ⇔​d​​  ht ​​ ​ = 0,447 s ​d​h​​​​
2 2
m_ T
 ​ 
2
1.2. y = 0 m → ​
R ​  T ​​ 
​ 0 = 1,00 − 5 t 2 ⇔ t = 0,447 s
4. 3
​R​T​​​​ _
dh​ ​​  = ​ _
6,37 × ​10​​ ​
⇔ ​ = ​  = 1,77 × ​10​​ ​  km
4
4.1.   ​    ​    
Rn 0,36 0,36
F
h = ​d​h​​​​  − ​R​T​​  = 1,77 × ​10​​ ​  − 6,37 × ​10​​ ​  = 11  330  km​
4 3

Fg

4.2. A resultante das forças é igual à força propulsora, uma vez que, sendo o deslocamento segundo o
10.
eixo Ox, a força gravítica anula com a reação normal. Assim: 10.1. (D)

|F➝ | = m × |a➝| ⇔ |F➝ | = 10 310 × |_______


7,33 |
91,7 − 0
⇔ | F➝ | = 1,29 × 10 5
10.2. (A)
N ​m​L​​ ​mT​ ​​ 7,35 × ​10​​ ​  × 5,98 × ​10​​ ​
22 24
​​​​​​​​Fg​​​​​  = G ​ _ = 6,67 × ​10​​ ​  × ​ ____________________
R R R
− 11
 ​  = 1,99 × ​10​​ ​  N​
20
2
 ​            2
4.3. (B). De acordo com a Lei da Inércia, se um corpo se movimenta com velocidade de módulo cons- ​d​​ ​ ​(3,84  × ​10​​ ​)​​ ​
8

tante, tem valor de aceleração zero e, consequentemente, a intensidade da resultante das forças que 10.3. (A)
atuam no corpo é zero.
4.4.
44 Não constituem um par ação-reação, uma vez que não têm o mesmo ponto de aplicação. 45
7.1. F➝R = F➝+ F➝B/A + F➝A/B + R
➝ +R
n
A
➝ +P
n
➝ +P
A
B
➝ ⇒F =F
B R

PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A
F R = m Total × a ⇔ 60 = (4,5 + 8,0 ) × a ⇔ a = 4,8 m s − 2
7.2. (D)
m​​mT​ ​​ m​​m​L​​ 24 22
​ ​​  = F cos 65º = 4,10 × cos 65º = 1,73  N
15.2. ​​​​F​ o corpo B: F➝R = F➝+ F➝A/B + R
➝ +P➝ ⇒F =F−F
10.4. ​​​​​​Fg​​​​​​​,  T​​  = ​​F​g​​​​​​,  L​​  ⇔  G ​ _  = G ​ _______________   2 ​  ⇔ ​ _
5,98 × ​10​​ ​ _______________
7,35 × ​10​​ ​ Para
= ​   
R, x​​
proposta de resoluções

proposta de resoluções
n B R A/B
 ​       ​      2 ​ B

​​(3,84 × ​10​​ ​  − d)​​​ ​ ​​(3,84 × ​10​​ ​  − d)​​​ ​


2 2
​d​​ ​ 8 ​d​​ ​ 8
​− ​​  F= m  a 
− 2
⇔ 1,73 = (0,700 + 0,350 )  × a  ⇔  a =  1,65  m ​s​​ ​
F​ R, x​​ A / B = m B × a ⇔ 60 − F A / B = 8,0 × 4,8 ⇔ F A / B = 21,6 N

⇔  d = 3,46 × ​10​​ ​m​
8
​ ​​  = m  a = 0,350 × 1,65 = 0,58  N
​FR, B
8. ​BA​​  = 0,58  N​
F​De acordo com a Lei da Inércia, se a resultante das forças que atuam sobre um corpo for nula, o
11.
15.3. (A) permanece em repouso ou desloca-se com velocidade constante, com movimento retilíneo
corpo
11.1. (D) uniforme. Desta forma, os passageiros do veículo têm tendência para permanecer no seu estado de
11.2. (B) repouso.
11.3. ​​​​​​Fg​​​​​​​,  T​​  = 3625 × 10 = 36  250 N
27
​​Fg​​​​​​​,  J​​  = 6,67 × ​10​​ ​  × ​ ____________________
3625 × 1,9 × ​10​​ ​ Forças eemovimentos
− 11
   2 ​  = 8,19 × ​10​​ ​  N
  
4
Forças Movimentos(págs. 245249
(págs. a 256)
a 260)
​(6,99  × ​10​​ ​  + 5,0 × ​10​​ ​)​​ ​
7 6
1.
(8,19 × ​10​​ ​  − 36250)
4
​ _________________
       ​  × 100 = 125,9%​ 1.1. y = 1,00 − 5 t 2 (SI)
36250
12. v = − 10 t (SI)
12.1. (C) 1.2. y = 0 m → 0 = 1,00 − 5 t 2 ⇔ t = 0,447 s
12.2. (A) 1.3. (C)
12.3. Quando a força aplicada é perpendicular à velocidade, isso resulta numa força resultante com uma
Queda livre → Sistema conservativo
componente normal que apenas a direção do vetor velocidade. Assim, o corpo adquire um movi- _____
1 m v 2 ⇔ v = √2 g h
E m , i = E m,f ⇔ E c,i + E pg , i = E c,f + E pg , f ⇔ m g h = __
mento circular uniforme. 2 f f

13. 2.
13.1. O ponto de aplicação é no plano inclinado. 2.1. (A)
13.2. (D) 1 a t 2 ⇒ y = 20 t − 5 t 2 (SI)
y = y o + v o t + __
​ ​​  = 0  N  ⇒ ​
​​​​​​​​FR, y​​ F​R, y​​  = N − ​P​y​​​​  ⇔ 0 = N − ​P​y​​​​  ⇔  N = ​P​y​​​​ 2
a = − 10 m s −2
N = m g cos 37º = 10 × 10 × cos 37º = 79,9  N​
− 2 v o = 20 m s −1
13.3. ​​​​F​​R, y​​​​  = ​P​y​​​​  ⇔  m a = m g sen37º  ⇔  a = 10 × sen37  ⇔  a =  6,02  ​m s​​ ​​
– ponto de aplicação: no centro de massa do corpo; yo = 0 m
– direção: tangencial; 2.2. y A = y B ⇔ 20 t − 5 t 2 = 10 − 5 t 2 ⇔ t = 0,5 s
– sentido: do movimento;
− 2 y A = 20(0,5) − 5 (0,5) 2 = 8,75 m
– intensidade: a
​  = 6,02  m ​s​​ ​​
13.4. Primeira Lei de Newton. y B = 10 − 5(0,5) = 8,75 m
Encontram-se em y = 8,75 m
14.
2.3. (D)
14.1. (B) 14.2. (C)
v A = 20 − 10(0,5) = 15 m s − 1
14.3. ​​m = ​ _
0,60 − 0,42
= 0,225
 ​  

2,2 − 1,4 v B = − 10(0,5) = − 5 m s − 1
− 2
a = 0,225  m ​s​​ ​ 2.4. d B = 10 m
​FR​ ​​  = 0,225 × 0,5 = 0,1125 N​
y máx. A ⇒ v A = 0 m s − 1 ⇒ 0 = 20 − 10 t ⇔ t = 2 s
→ →
14.4. Como ​​  ​Fr​​​​​ ​​ não tem a direção de ​​v ,⃗ ​​ decompõe-se em duas componentes, uma na direção de ​​v  ​​⃗ (​​  ​Fx​​​​​ ​​)  e
→ → y máx. A = 20(2) − 5 (2) 2 = 20 m
outra componente perpendicular a ​​v  ​​⃗ ( ​​ ​  ​F​y​​​​ ​)  ​​; A ​​  ​Fy​​​​​ ​​ faz variar a direção de ​​v ⃗ ​​e o carrinho passa a reali-

zar uma trajetória curvilínea; A ​​ ​F​x​​​​ ​​ tem sentido oposto ao da velocidade, o módulo de ​​v  ​​⃗ diminui. O d A = 20 + 20 = 40 m
movimento do carrinho será movimento curvilíneo retardado. d A ___
___ = 40 = 4 ⇔ d A = 4 d B
dB 10
15.
15.1. (D) 3.
​ ​​  = 0  N
​​​​​​​​FR, y​​ 3.1. 0 = 3,2 − a(2) ⇔ a = 1,6 m s − 2
​​F ​​ ⃗ ​​  = ​​F ​​ ⃗ ​​  + ​N ​  ⃗ + ​P ​ ⃗ 1 (1,6) (4,5) 2 ⇔ y = 1,8 m
​R, y​​​​​​ y​​
0 = y 0 + 3,2(4,5) − __ 0
0 = ​F​y​​​​  + N − P  ⇔  N = P − ​F​y​​​​  ⇔  N = 0,700 × 10 − 4,1 × sen 65º  ⇔  N = 3,28  N​ 2
3.2. (C)
46 1 × 1,6 × 2 2 = 5,0 m 47
y máx. = 1,8 + 3,2(2) − __
2
3. 8.
8.1. Falsa. O módulo da velocidade aumenta de forma não uniforme e, por isso, o módulo da aceleração
3.1. 0 =EXAME
PREPARAR 3,2 −NACIONAL
a(2) ⇔ DEa =FÍSICA
1,6 m s− 2
E QUÍMICA A PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A
e da resultante das forças não é constante. Tal acontece devido ao aumento do módulo da resistên-
1 (1,6) (4,5) 2 ⇔ y = 1,8 m
0 = y 0 + 3,2(4,5) − __
2 0 cia do ar com o aumento da velocidade.

3.2. (C) 8.2. (A). A resistência do ar é sempre oposta ao movimento do corpo. Como neste intervalo de tempo o
proposta de resoluções

proposta de resoluções
1 × 1,6 × 2 2 = 5,0 m praticante apresenta movimento retilíneo uniforme, o módulo da resistência do ar é igual ao módulo
y máx. = 1,8 + 3,2(2) − __ do peso do praticante.
2
d = | 5,0 − 1,8 | + | 0 − 5,0 | = 8,2 m 8.3. (A). Após a abertura do paraquedas, o módulo da resistência do ar aumenta bruscamente, tor-
nando-se superior ao módulo da intensidade do peso.
3.3. (B). Uma vez que o referencial escolhido tem sentido positivo de baixo para cima.

4. 9.
4.1. Não ocorreu inversão de sentido, uma vez que o corpo apresenta um movimento retilíneo uniforme- 9.1. O solo, pois durante o movimento de queda, a bola de papel desloca-se no sentido negativo.
mente acelerado, pois as componentes escalares da velocidade e da aceleração são ambas negativas.
9.2. (D)
4.2. (A). t = 0,93 s ⇒ y = 0 m
9.3.
4.3. 2 = 8,0 − 4,0 t − 5 t ⇔ 0 = 6,0 − 4,0 t − 5 t ⇔ t = 0,77 s
2 2
se conclui que o movimento é acelerado. A partir deste instante de tempo, o declive da reta tangente
v(0,77 s) = − 4,0 − 10 × (0,77) = − 11,7 m s − 1
fornece informação da aceleração adquirida em todo o movimento.
5. 9.4. t = 0,75 s
5.1. (B) (0 − 2,1)
9.5. v = declive = ___________ = − 2,04 m s − 1
(1,78 − 0,75)
v = v 0 + a t ⇒ 0 = v 0 − 10(3) ⇔ v 0 = 30 m s − 1
∆y = 30(3) − 5 (3) 2 ⇔ ∆y = 45 m 10.
5.2. (D) 10.1. Entre os instantes t3 e t4 segundos.
10.2. Ocorreu a abertura do paraquedas, o que levou a um aumento do módulo da resistência do ar, pas-
6. sando o paraquedista a deslocar-se com movimento retardado.
6.1. Movimento retilíneo acelerado, pois o módulo da velocidade aumenta, mas não de forma uniforme. 10.3. (B)
6.2. v = 1,7 m s − 1
6.3. (D)
11.
11.1. (D)
6.4. Ponto de aplicação: centro de massa do balão; Direção: eixo Oy; Sentido: positivo do eixo Oy; Inten-
sidade: 0,0563 N. ∆ x [0;10]s = Área = 10 × 10 = 100 m
FR = m a ∆ x [0;10]s = x 10s − x 0s ⇔ 100 = x 10s − (− 20) ⇔ x 10s = 80 m
2,1 − 0,6
a = declive da reta tangente = ________ = 1,88 m s − 2 11.2. v(t), ocorre a inversão de sentido quando a velocidade é zero.
1,1 − 0,3
F R = 0,030 × 1,88 = 0,0563 N 11.3. (B). Nesse intervalo de tempo, o corpo tem um movimento retilíneo uniformemente retardado, pois
o módulo da velocidade diminui e, dessa forma, os vetores velocidade e aceleração têm sentidos
6.5. ∆y = (1,75 − 1,25 ) × 1,7 = 0,85 m
opostos.
Assim, o balão encontrava-se a 0,95 m do solo quando a velocidade terminal foi atingida.
11.4. v = v 0 + a t ⇒ v = 10,0 − 2,0 t (SI)

7. v 0 = 10,0 m s − 1
0 − 10 = − 2,0 m s − 2
a = declive = _______
7.1. (D) 15 − 10
1,80
d ⇔ 1,75 = _____ 1 a t 2 ⇒ x = 80 + 10,0 t − t 2 (SI)
7.2. v = ___ ⇔ ∆t = 1,03 s x = x 0 + v 0 t + __
∆t ∆t 2
7.3. (C) 11.5. [10 ; 20] s;

7.4. (B) A componente escalar da força resultante é negativa, logo, também a componente escalar da acele-
ração é negativa.

8. 12.
8.1. Falsa. O módulo da velocidade aumenta de forma não uniforme e, por isso, o módulo da aceleração 12.1. Falsa. O corpo A apresentou sempre movimento retilíneo uniformemente acelerado. O corpo B só
e da resultante das forças não é constante. Tal acontece devido ao aumento do módulo da resistên- esteve animado deste tipo de movimento até aos 15 segundos de movimento. A partir desse instante
cia do ar com o aumento da velocidade. movimentou-se com movimento retilíneo uniforme.
8.2. (A). A resistência do ar é sempre oposta ao movimento do corpo. Como neste intervalo de tempo o 12.2. (D)
48 praticante apresenta movimento retilíneo uniforme, o módulo da resistência do ar é igual ao módulo 30 × 12 = 180 m 49
d A = ∆ x A = _______
do peso do praticante. 2
12.
12.1. Falsa. O corpo A apresentou sempre movimento retilíneo uniformemente acelerado. O corpo B só v = v 0 + a t ⇒ v = 3,4 + 0,070 t
12.1. Falsa.
esteve O corpo Adeste
animado apresentou sempre movimento
tipo de movimento retilíneo
até aos 15 segundos uniformemente acelerado.
de movimento. O corpo
A partir desse B só
instante
PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A 1 a = 0,035 ⇔ a = 0,070 m s −2
__ PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A
esteve animado deste
movimentou-se tipo de movimento
com movimento retilíneoaté aos 15 segundos de movimento. A partir desse instante
uniforme. 2
movimentou-se com movimento retilíneo uniforme. v 0 = 3,4 m s −1
12.2. (D)
12.2. (D) 30 × 12 = 180 m
d A = ∆ x A = _______
proposta de resoluções

proposta de resoluções
16. Rn
d A = ∆ x A = 30 × 12 = 180 m
2
_______
15 ×2 8 + 15 × 8 = 180 m
d B = ∆ x B = ______ 16.1.
152× 8 + 15 × 8 = 180 m
d B = ∆ x B = ______ x P
∆ x A = x 30s − x20s ⇔ 180 = x 30s − 60 ⇔ x 30s = 240 m 0 10º
∆ x A = x 30s − x 0s ⇔ 180 = x 30s − 60 ⇔ x 30s = 240 m
∆ x B = x 30s − x 0s ⇔ 180 = x 30s − 0 ⇔ x 30s = 180 m 16.2. (B)
∆ x B = x 30s − x 0s ⇔ 180 = x 30s − 0 ⇔ x 30s = 180 m
12.3. (A) F r = P x ⇔ m a = m g sen (10º) ⇔ a = g sen (10º) ⇔ a = 10 × sen (10º) = 1,74 m s − 2
12.3. (A) ____
r m = 180 = 6,0 m s − 1 a = − 1,74 m s − 2
A
30
180
r m = ____ = 6,0 m s − 1
A
30
180 = 6,0 m s − 1 1 a t 2 ⇔ − 3,1 = − 1,8 t − 0,87 t 2 ⇔ t = 1,12 s
r m = ____ 16.3. ∆x = v 0 t + __
30 2
r m = 180 = 6,0 m s − 1
B
____
B
30
12.4. v = v 0 + a t ⇒ v = 0 + 0,4 t ⇔ v = 0,4 t (SI)
12.4. v = v12 17.
0 + a t ⇒ v = 0 + 0,4 t ⇔ v = 0,4 t (SI)
a = _____− 0 = 0,4 m s − 2
30 −
12 −0 0 = 0,4 m s − 2 17.1. (B) 17.2. (A)
a= _____
30 − 0 __ 2 × 24 h = 16 h × 3600 s = 57 600 s
x = x 0 + v 0 t + 1 a t 2 ⇒ x = 60 + __
1 (0,4) t 2 ⇔ x = 60 + 0,2 t 2 (SI) 17.3. T = __
2 2 2 3 ________________________________
x = x 0 + v 0 t + a t ⇒ x = 60 + 1 (0,4) t 2 ⇔ x = 60 + 0,2 t 2 (SI)
1
__ __

√ (57 600) × 6,67 × 10 × 5,98 × 10


3 2 − 11 24
2 2 G m Terra G m Terra
4 π 2 = _______
12.5. (A) F c = F g ⇔ ω 2 r = _______ ⇔ ____ ⇔r= ________________________________
r 2
T2 r3 4π 2
12.5. (A)
F R = m × a ⇔ F R = 0,300 × 0,4 = 0,12 N ⇔ r = 3,2 × 107 m
F R = m × a ⇔ F R = 0,300 × 0,4 = 0,12 N
17.4. (B)
13. 17.5. Ponto de aplicação: centro de massa do satélite; Direção: radial; Sentido: para o centro da trajetória;
13.
13.1. (B) Intensidade:
13.1. (B) 6,67 × 10 − 11 × 5,98 × 10 24 × 800
13.2. (B) F g = F c = ____________________________ = 249,0 N
(3,58 × 10 7) 2
13.2. (B)
F R = m × a ⇔ F R = 5 × 2,0 = 10 N 17.6. r órbita = 705 × 10 3 + 6,4 × 10 6 = 7,11 × 10 6 m
F R = m × a ⇔ F R = 5 × 2,0 = 10 N _______
√ r 4π
1 a t 2 ⇒ x = 0 + 10t + __
13.3. x = x 0 + v 0 t + __ 1 (2,0) t 2 ⇔ x = 10 t + t 2 (SI) G mT mS G mT G m Terra
2 2 2 F c = F g ⇔ ________ = m S ω 2 r ⇔ _____ = 4 π 2 f2 ⇔ f = _______
13.3. x = x 0 + v 0 t + a t ⇒ x = 0 + 10t + 1 (2,0) t 2 ⇔ x = 10 t + t 2 (SI)
1
__ __ r2 3
r 3 2
2 2 2 _______________________
x 2s = 10(2) + (2) = 24 m
x 2s = 10(2) + (2) 2 = 24 m ⇔f= √ 6,67 × 10 − 11 × 5,98 × 10 24
_______________________
(7,11 × 10 6) 3 × 4 π 2
= 1,68 × 10 − 4 Hz
14.
14. 1 segundo = 1,68 × 10 − 4 voltas
14.1. (A) 14.2. (D)
14.1. (A) 14.2. (D) 24 × 3600 = x
14.3.
14.3. x = 14,52 voltas
14.3.1. (D)
14.3.1. (D)
14.3.2. v = v 0 + a t ⇒ v = − 2,4 + 3,0 t (SI) 18.
14.3.2. v = v 0 + a–1t ⇒ v = − 2,4 + 3,0 t (SI) G m T m Estação 6,67 × 10 − 11 × 5,98 × 10 24
v = 0 m s ⇔ 0 = − 2,4 + 3,0 t ⇔ t = 0,8 s 18.1. F c = F g ⇔ ___________ = m Estação a Estação ⇔ a Estação = _______________________ ⇔ a Estação = 8,63 m s − 2
v = 0 m s–1 ⇔ 0 = − 2,4 + 3,0 t ⇔ t = 0,8 s r 2
(400 × 10 3 + 6,40 × 10 6) 2
x = 1,5 (0,8) 2 − 2,4(0,8) + 2,0 ⇔ x = 1,04 m
x = 1,5 (0,8) 2 − 2,4(0,8) + 2,0 ⇔ x = 1,04 m 18.2. A velocidade não vai alterar, uma vez que não depende da massa do satélite.

15.
19.
15.1. x A = x B ⇔ − 54 + 3,4 t + 0,035 t 2 = 50 − 2,7 t ⇔ − 54 + 6,1 t + 0,035 t 2 = 0 ⇔ t = 15,6 s
19.1. (C)
15.2. (D)
( T ) r ⇔ a c = ( 0,32 ) × 0,30 ⇔ a c = 115,7 m s
2 2
19.2. a c = __ ω 2 r 2 ⇔ a = ___
v 2 ⇔ a = _____ 2π 2π
_____ −2
➝ ➝
| = |P | ⇒ R n = m g cos (15º) r r
c c
|Rn y

15.3. (A) 19.3. Ponto de aplicação: centro de massa da bola; Direção: radial; Sentido: centro da trajetória; Intensi-
v = v 0 + a t ⇒ v = 3,4 + 0,070 t dade: F R = 23,13 N.
1 a = 0,035 ⇔ a = 0,070 m s −2
__ F R = m a c ⇔ F R = 0,200 × 115,7 ⇔ F R = 23,13 N
2
v 0 = 3,4 m s −1
20.
16.
50
Rn 20.1. (B) 51
19.3. Ponto de aplicação: centro de massa da bola; Direção: radial; Sentido: centro da trajetória; Intensi-
dade: F R = 23,13 N.
PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A
F R = m a c ⇔ F R = 0,200 × 115,7 ⇔ F R = 23,13 N

20. 23.
proposta de resoluções

proposta de resoluções
20.1. (B) 23.1. Movimento retilíneo uniformemente retardado.

20.2. (D) 23.2. ​​​​y​0​​​  = 12 m


​ ​​  = 0 m
​y5,75 s
( 1800 × 377) m s
2 π × r = _____
v = ____ 2π −1
− 1
0 = 12 + ​v​0​​  × 5,75 − 5 ×  5,​75​​ ​  ⇔ ​
v0​​​  =  26,7  m ​s​​ ​
2
T

20.3. F c = m a c ⇔ F c = m ω 2 r ⇔ F c = m (___
T) ( 1800 ) × 377 ⇔ F c = 0,689 N
2 2 2
2π r ⇔ F = 150 × _____
2π y(t )  = 12 + 26,7 t − 5 ​t​​ ​(SI)
c
v(t )  = 26,7 − 10 t (SI)
20.4. Como a roda gigante executa uma trajetória curvilínea, a direção do vetor velocidade está constan- v(t ) = 0  ⇔ 0 = 26,7 − 10 t  ⇔  t = 2,67 s (tempo de subida)
temente a mudar, pois este vetor é sempre tangente a um ponto da trajetória.
​tdescida
​ ​​  = 5,75 − 2,67 = 3,08 s​
20.5. TA = TB; 23.3. (B)
2 π ⇒ ω = ω , a = ω 2 r, logo, maior r implica maior a ;
Como ω = ____ A B c c
T 24.
r A > r B ⇒ a c(A) > a c(B)
24.1. (B) 24.2. (C)
− 6 − 4
​ ​​  = 8,0 × ​10​​ ​  × ​5​​ ​  = 2,0 × ​10​​ ​   N
2
24.3. ​​​​R​ar
21. − 4
P = ​R​ar​​  ⇔  2,0  × ​10​​ ​  = 10  × m  ⇔  m = 2,0 × ​10​​ ​  kg​
− 5

21.1. (C)
25.
4 voltas ——— (5 × 60) s
25.1. (B)
1 volta ——— x _

x = 0,0133 Hz ⇒ T = 75 s √ ​  _
GM
​    ​ ​    _

​_ vP​ ​​ _ ​RP​ ​​ _
​​​​​​​​    ​  = ​  _ ​   = ​  ​   1   ​ ​  
= 0,82​

​vT​ ​​ 1,49
​  _
2 π = ___
w = ___ 2 π = ____
1 × π rad s −1 GM
​    ​ ​   
T 75 37,5 ​RT​ ​​
21.2. (A). Se demoraram o mesmo tempo a dar uma volta, têm o mesmo período, e, consequentemente, 25.2. ​​T = 24 h
a mesma velocidade angular. Como o raio de A é maior, vai apresentar uma maior velocidade linear.
ω = ​ _
2 π − 5 − 1
= 7,27 × ​10​​ ​  rad ​s​​ ​
   ​  
24 × 3600
(4,98) 2
v 2 = _______
21.3. a c = __ = 0,248 m s − 2 _

r _ ω​​ ​  R = ​  2 ​  ⇔  R = ​   _
_
100 m M GM 3
GM
​F​R​​  = ​F​g​​​​  ⇔  m ​ac​​​​​  = G ​  2 ​    ⇔ ​  ⇔
2
​   2 ​ ​  
​R​​ ​ ​R​​ ​ ​ω​​ ​
21.4. Como a trajetória é circular, os vetores são perpendiculares. _____________________


− 11
6,67 × ​10​​ ​  × 6,39 × ​10​​ ​
23
⇔  R = ​   _____________________
3
22. ⇔  R = 2 × ​10​​ ​m
7
​    
      ​ ​ 
− 5 2
− 1 ​(7,27  × ​10​​ ​)​​ ​
22.1. ​
v =  12  m ​s​​ ​​
h = R − ​R​P​​ ​​ = 2 × ​10​​ ​  − 3,39 × ​10​​ ​  = 1,66 × ​10​​ ​m​
7 6 7
22.2. (D)
− 1
22.3. ​​v =  0  m ​s​​ ​  ⇔ 0 = 12 − 4 t  ⇔  t = 3 s​ 25.3. Sim, pois dão uma volta completa no mesmo intervalo de tempo, descrevendo, assim, o mesmo
ângulo no mesmo intervalo de tempo, tendo assim a mesma velocidade angular.
Como t = 2 s é antes da inversão, pode-se usar a expressão:
​​​​​​​​x​2s​​  = 12 × 2 − 2 × ​2​​ ​  = 16  m​
2

22.4. Na subida a = - 4,0 m s–2 ONDAS E ELETROMAGNETISMO


​​​​​​​​F​R​​  = − 4 × 2 = − 8N Tempo, posição e velocidade (págs. 271 a 276)
Sinais e ondas (págs. 275 a 279)
​F​R​​  = − ​P​x​​​​  − ​F​a​​​​  ⇔  − 8 = − 2 × 10 × sen20º − ​F​a​​​​  ⇔ ​
Fa​​​​​  = − 1,16  N
1.
t = 3 s inverte o sentido do movimento
​x​3s​​  = − 2 × ​3​​ ​  + 12 × 3 = 18 m
2 1.1. A mão.

Na descida: 1.2. (C)


​ ​​  = ​P​x​​​​  − Fa = 6,84 − 1,16 = 5,68  N
​FR,x​​ 1.3. A frequência mantém-se, pois só depende da fonte emissora. Como o meio de propagação muda, a
velocidade vai variar e, consequentemente, o comprimento de onda também vai mudar.
a = ​ _
5,68 − 2
 =  2,84  m ​s​​ ​
 ​  
2
2
1.4. (D)
x(t )  = 1,42 ​t​​ ​(m)
x(t )  = 18 m
2.
18 = 1,42 ​t​​ ​  ⇔  t = 3,56 s​
2

2.1.
2.2. Mecânica
52 53
2.3. (B). A amplitude corresponde à distância máxima relativamente à posição de equilíbrio.
ω = 2 π f = 2 π × 0,25 = 5,5 π rad s − 1
2.
PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A
y = 0,50 sen (0,5 π t) (SI)
2.1.
2.2. Mecânica 7.
proposta de resoluções

proposta de resoluções
2.3. (B). A amplitude corresponde à distância máxima relativamente à posição de equilíbrio. 7.1. (D)
s = ___
4 = 10 m s − 1 2 π = _____
ω = ____ 2 π = 0,80 s
2.4. v = ___ T 2,5 π
∆t 0,4
7.2. d = 2 × A = 2 × 3,0 × 10 − 2 = 6,0 × 10 − 2 m
3.
7.3. 1 = ___
f = __ 1 = 1,25 Hz
3.1. (A) T 0,8
A frequência da fonte é igual à frequência da onda originada.
3.2. (D)
4,0 7.4. A ii = 2 A i = 2 × 3,0 × 10 − 2 = 6,0 × 10 − 2 m
λ = ___ = 2,0 m
2 f ii = 3 f i = 3 × 1,25 = 3,75 Hz
1 = _____
f = __ 1 = 0,8 Hz
T 1,25 ω = 2 π f = 2 π × 3,75 = 7,5 π rad s − 1

3.3. Letra D, pois, nesse instante, encontra-se numa zona de compressão. y ii = 6,0 × 10 − 2 sen (7,5 π t) (SI)

3.4. (A). A velocidade mantém-se, pois só depende do meio de propagação. Mantendo-se a velocidade,
a frequência e o comprimento de onda são inversamente proporcionais. 8.
8.1. (D)
4. 8.2. O som A é mais agudo do que o som B, uma vez que tem uma maior frequência, mas ambos os sons
4.1. Uma onda não transporta matéria, apenas energia. têm igual intensidade pois apresentam a mesma amplitude.

4.2. (A) 8.3. f A = 3 f B ⇒ λB = 3 λA

0,10
s ⇔ v = _____
4.3. v = ___ ⇔ v = 0,50 m s–1 9.
∆t 0,20
4.4. (A) 9.1. (B)
A = 0,10 m 9.2. (A)
v = λ f ⇔ 0,50 = 0,40 × f ⇔ f = 1,25 Hz 4,3 cm ——— 3,40 ms
ω = 2 π f = 2 π × 1,25 = 2,5 π rad s − 1 2,9 cm ——— x
y = 0,10 sen (2,5 π t) (SI) x = 2,29 ms
1
f = __________ = 436,7 Hz
5. 2,29 × 10 − 3
s ⇔ 340 = _____
v = ___ s ⇔ s = 255 m ⇒ s 340 ⇔ λ = 0,779 m
v = λ f ⇔ λ = ______
5.1. objeto-atirador = 127,5 m 9.3.
∆t 0,75 436,7
5.2. Seria menor. Num dia de humidade existem mais partículas no ar, logo, a propagação do som ocorre
mais facilmente, propagando-se mais rapidamente.
10.
10. ​​T = 0,50 s
10.1. Verdadeira – C, D, E e H; Falsas – A, B, F e G.
_2π _ 2π
 ​  = ​    ​  
− 1
= 4 π rad ​s​​ ​
6. 10.2. ω = ​ 
Microfone
T 0,50
6.1. (D) A = 20  cm = 0,20 m
6.2. (A) Eletromagnetismo (págs. 292 a 297)
y = 0,20 sen(4 π t)   (SI)​
1 = __
f = __ 1 = 0,25 Hz
T 4 1.
11.
v = λ f = 2 × 0,25 = 0,50 m s − 1 1.1. (C)
11.1. (B)
6.3. A = 0,50 m 1.2. Coulomb
11.2. Não temos informações sobre o tipo de onda pois não sabemos a direção de vibração.
ω = 2 π f = 2 π × 0,25 = 5,5 π rad s − 1 1.3. (D)
11.3. (B)
y = 0,50 sen (0,5 π t) (SI) 12.
2. (C)
12.1. 75 s 12.2. ​
y(t ) = 0,05 sen(0,02 π t ) (m)​
7.
3.
7.1. (D)
54 55
2 π = _____
2 π = 0,80 s 3.1. Placa I – sinal positivo; Placa II – sinal negativo; As linhas de campo dirigem-se da placa positiva
ω = ____
3.2. (A)
PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A
3.3. São linhas de campo retilíneas, paralelas, com o mesmo sentido e igualmente espaçadas.

13. 4.
proposta de resoluções

proposta de resoluções
8 Como a força gravítica tem direção vertical e sentido da placa positiva para a placa negativa, tem
13.1. ​​​​ _
3,0 × ​10​​ ​
= 8,8 × ​10​​ ​
5
 ​    que existir uma força elétrica que se oponha a esta força, ou seja, com a mesma direção, mas sen-
340
Ordem de grandeza ​10​​​​
6 tido de placa negativa para a placa positiva. Por isso, o sinal da carga elétrica tem de ser negativo.

13.2. ​​d = v × Δt = 340 × 10 = 3400 m​
5.
14. (B) 5.1. Direção: coincidente com o eixo Ox; sentido: positivo do eixo Ox.
15. (C)
5.2. Aumentando a intensidade do campo elétrico a que está sujeita.
16. (A)
6. São radiais e centrifugas.
17.
7. (B) 8. (A)
17.1. (A)
17.2. (B) 9.
​​​​T = 4 × 2 = 8 ms 9.1. (C)

f = ​ _ 1   ​  
− 3
= 125  Hz 9.2. Ponto O, pois tem maior densidade de linhas de campo.
8 × ​10​​ ​ 9.3. E
9. ​  | 200  − 125 | ​ O
erro = ​ _
E
 ​   × 100 = 38%​
  P
200
9.1. (B)
17.3. Um microfone. 10. Adquire um movimento retilíneo uniformemente retardado pois é sujeito a uma força/aceleração
9.2. (A)
constante com a mesma direção e sentido oposto ao da velocidade. O sentido do movimento inicial-
18. 4,3 cm ——— 3,40 ms mente é da esquerda para a direita.
18.1. ​​T = 5 × 0,5 ms = 2,6 ms
2,9 cm ——— x 11. (B)
_
0,5
 = 0,1 ms
xMenor = 2,29divisão = ​ 
ms 5
 ​  
12.
_
0,1 1
f​I​L=​​  = ​ __________
 = 0,05 ms
2 × 10 − 3 = 436,7 Hz
 ​   12.1. (C)
2,29
T = (2,60 ± 0,05) ms​ 340 ⇔ λ = 0,779 m 12.2. (D)
9.3. v = λ f ⇔ λ = ______
436,7
18.2. O 2, pois tem uma menor amplitude. 12.3. No ponto Q. Este ponto encontra-se numa região do espaço onde a densidade das linhas de campo
18.3. ​​Div = 2,4 × 0,05 = 0,12  ms é maior.
10.
− 3
d = 340 × 0,12 × ​10​​ ​  = 0,041 m = 41 cm​ 12.4. (C). O norte da agulha magnética aponta para o polo sul do íman.
10.1. Verdadeira – C, D, E e H; Falsas – A, B, F e G.
10.2. Microfone
13.
13.1. Campo magnético uniforme.
Eletromagnetismo (págs. 288 a 293)
Eletromagnetismo (págs. 292 a 297) 13.2. (A)
1. 13.3. Direção e sentido das linhas de campo que passam pelo ponto A, ou seja, verticais e do polo norte
1.1. (C) para o polo sul.
1.2. Coulomb
1.3. (D)
14.
14.1. Oersted 14.2. (A) 14.3. (D)
2. (C)
15.
3. 15.1. (A) espira circular percorrida por uma corrente elétrica
3.1. Placa I – sinal positivo; Placa II – sinal negativo; As linhas de campo dirigem-se da placa positiva
para a placa negativa. (C) bobina percorrida por uma corrente elétrica
3.2. (A) 15.2.
3.3. São linhas de campo retilíneas, paralelas, com o mesmo sentido e igualmente espaçadas. que a distância ao centro vai aumentando.

56
4. 18. 57
15.
PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A 23. De acordo com a Lei de Faraday, só surge uma corrente elétrica no circuito
PREPARAR (corrente
EXAME NACIONAL elétrica
DE FÍSICA indu-A
E QUÍMICA
15.1. (A) espira circular percorrida por uma corrente elétrica

16. Em todos os pontos a direção é tangencial e o sentido contrário ao dos ponteiros do relógio. A inten- magnético na espira, ao longo do tempo, originando, assim, uma força eletromotriz induzida, le-
proposta de resoluções

proposta de resoluções
(C) bobina percorrida por uma corrente elétrica
sidade é igual em S e T e é menor em P. vando esta ao aparecimento da corrente elétrica induzida no circuito. Quando se aumenta o módulo
15.2.
17. A – polo negativo -
que a distância ao centro vai aumentando. -
B – polo positivo
nibilizada ao circuito.
18.
18.1. (A)
24.

A = π r 2 = π (________
2 )
2 × 10 −2
2
24.1. Lei de Faraday.
= 3,14 × 10 − 4 m 2
24.2. -
ϕm = 1,50 × 3,14 × 10 − 4 × cos (70º) = 1,61 × 10 − 4 Wb mento de uma força eletromotriz induzida. De acordo com a lei de Faraday, isto só ocorre quando
18.2. (B). São diretamente proporcionais, então, o número de espiras também teria que aumentar 500
existir, no tempo, uma variação da área da espira, uma variação da intensidade do campo magné-
vezes.
tico ou uma alteração da orientação do plano da espira em relação às linhas de campo magnético
que a atravessam.
19.
24.3. Na linha de transporte, parte da energia elétrica é dissipada por efeito Joule. Assim, para que ocorra
19.1. (C). Quando o ângulo entre o plano da espira e o vetor campo magnético é 0º, o ângulo entre a uma minimização dessa perda de energia, diminui-se a corrente.
normal ao plano da espira e o vetor campo magnético é 90º.
19.2. ϕm = B × A × cos (α) ⇔ 0,025 = 60 × 10 − 3 × A × cos (65º) ⇔ A = 0,986 m 2 25.
0,986 = π r ⇔ r = 0,560 m 2
25.1. (A)

20. 25.2. (B), pois o número de espiras no secundário é menor.

||
20.1. ​​​​ϕ​e​spira​​  = ​   ​B ​  ⃗  ​  A cos α = 1,5 × 0,04 × cos 0º = 0,06 Wb 25.3. (B)
​ϕbobina​​  = N × ​ϕ​espira​​  = 100 × 0,06 = 6,0  Wb N S ___
U N 5,0
​ ___ = S ⇔ ___S = ____ = 0,021
NP UP N P 240
​  | ​ϕ​f​​​​  − ​ϕ​i​​​​ | ​ _ ​  | 6,0  − 0 | ​
​εi​​​​​  = ​  _     ​  = ​ 
   ​   = 300 V​
  U U U2
220 = ___
Δt 0,02 25.4. ___1 = ___2 ⇔ ____ ⇔ U 2 = 440 V
N1 N2 15 30
20.2. Quando se varia a posição de íman nas proximidades de uma bobina é possível provocar a variação
​  | Δϕ | ​
de fluxo de campo magnético ao longo do tempo. Pela Lei de Faraday ​(​εi​​​ ​​ = ​ _   
Δt )

​ ​​, uma variação do
fluxo do campo magnético num determinado intervalo de tempo origina uma força eletromotriz
induzida. Esta força eletromotriz induzida origina no circuito uma corrente elétrica induzida.

21. ​​​​ϕ​​m​​​​  = ​  | ​B ​  |⃗  ​  A  cos α  ⇔ 3,0 × ​10​​− 2​  = 5,5 × 75 × ​10​​− 6​  × cos α  ⇔ cos α = 0,727  ⇒  α = 43,3º
Ondas eletromagnéticas (págs. 311 a 316)
Ondas eletromagnéticas (págs. 315 a 320)
β = 90º − 43,3º = 46,7º​ Ondas eletromagnéticas (págs. 315 a 320)
1.
1.
1.1. (B)
22.
1.1.
1.2. (B)
Hertz
22.1. T = 0,3 s
1.2.
1.3. Hertz
0,3
T = ___
22.2. ∆t = __ = 0,075 s
4 4 1.3.
1.4. (D)
22.3. ϕm = N × B × A × cos (α) = 500 × 0,40 × 5,03 × 10 −3
× cos (0º) = 1,00 Wb 1.4. (D)
2. (C)
∆ ϕm 3.
22.4. ε = ____ ;
∆t 3.
3.1.
eletromotriz aumenta. 3.1. meio, por isso, todas as características são iguais.

1 = α2
3.2. meio,
α por isso, todas as características são iguais.
22.5. (A)
3.2. α1 = α2

23. De acordo com a Lei de Faraday, só surge uma corrente elétrica no circuito (corrente elétrica indu- 4.
4.
4.1. .
4.1.
4.2. 2=1⇒
tan (α) = __ . α = 45
magnético na espira, ao longo do tempo, originando, assim, uma força eletromotriz induzida, le- 2
4.2. 2 = 1 ⇒ α = 45
(α) = __
58
vando esta ao aparecimento da corrente elétrica induzida no circuito. Quando se aumenta o módulo itan
= 90º − 245º = 45º 59
-
4.3. i = 90º − 45º = 45º
(A)
12.1. (C)

4.
PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A 12.2. n núcleo sen (θcrítico) = n revestimento sen (90º) ⇔ 1,50 × sen (θcrítico) =PREPARAR
1,45 × sen (90º
EXAME ) ⇔ DE FÍSICA E QUÍMICA A
NACIONAL

4.1. . ⇔ sen (θcrítico) = 0,967 ⇒ θcrítico = 75,2º

4.2. 2 = 1 ⇒ α = 45
tan (α) = __ αr = 180 − (77,2 + 90) = 12,8º
proposta de resoluções

proposta de resoluções
2
n ar sen (αr) = n núcleo sen (12,8º) ⇔ 1,00 × sen (αr) = 1,50 × sen (12,8º) ⇔
i = 90º − 45º = 45º
⇔ sen (αr) = 0,332 ⇒ αr = 19,4º
4.3. (A)
12.3. (B). n ar λ ar = n núcleo λ núcleo ⇔ 1,00 × 6,00 × 10 −9 = 1,50 × λ núcleo

5.
13.
5.1. (A). A água é mais densa que o ar, por isso, o raio propaga-se na água com uma menor velocidade.
13.1. n 1 > n 2; o ângulo de incidência tem que ser superior ao ângulo crítico.
5.2. n ar sen (α) i = n água sen (αr) ⇔ 1,00 × sen (32º) = 1,35 × sen (αr) ⇔ sen (αr) = 0,393 ⇒ αr = 23,1º
n núcleo n núcleo
5.3. (C) 13.2. n rev. sen (73º) = n núcleo sen (90º) ⇔ _____
n = sen (73º) ⇔ _____
n = 0,956
rev. rev.

12. n v rev.
n núcleo __________ v rev.
núcleo v núcleo = n rev. v rev. ⇔ n = 8 ⇔ 0,956 = 8 ⇔ v rev. = 1,88 × 10 m s
5.4. (B). A frequência mantém-se constante pois esta só depende da fonte emissora e esta é a mesma. O _____ __________ 8 −1
rev. 1,97 × 10 1,97 × 10
comprimento de onda do raio B altera-se, pois o meio de propagação é diferente. 12.1. (C)
14. (A)
c ) = n revestimento sen c(90º) ⇔ 1,50 × sen (θcrítico) = 1,45 × sen (90º) ⇔
c sen (θcrítico
5.5. 64º 17. n núcleo
12.2.
​​​​v = ​ _  ​   ⇔ ​ _  ​  = f × λ  ⇔  λ = ​ _     ​​
​nsen
​​​ θ ​n1​​​ = 0,967 × f75,2º
​n​1​​  =

17.1. v = λ f ⇔ crítico
1
( ) ⇒
3,00 × 10 = λ × 90,0
8 θ × 10 ⇔ λ = 3333,3 m
crítico
3

6. 15. α = 180 − (77,2 + 90) = 12,8º


Como
r apresenta um comprimento de onda cuja ordem de grandeza é próxima da dos objetos, con-
6.1. A razão entre a velocidade de propagação de uma radiação no vazio e a velocidade de propagação 15.1. (D)
ar sen (αr) = n núcleo sen (12,8º) ⇔ 1,00 × sen (αr) = 1,50 × sen (12,8º) ⇔
torna-os
n facilmente.
da onda na água é de 1,33. 15.2. (A)
17.2. ⇔
(B) sen (α ) = 0,332 ⇒ α = 19,4º
6.2. n água sen θ = n acrílico sen (26º) ⇔ 1,0 × sen θ = 1,49 × sen (26º) ⇔ sen θ = 0,653 ⇒ θ = 40,8º ​​​​​​​​αi​​​  = 90 − 50 = 40º
r r

​v​A​​  = 1,88  ​
12.3. (B). n ar λ arv​B=​​ n núcleo λ núcleo ⇔ 1,00 × 6,00 × 10 −9 = 1,50 × λ núcleo
6.3. (A) 18. ​n​ ​​
​nA​ ​​  sen(40º  )   = ​n​B​​  sen(α )   ⇔ sen(α )  = ​ _A ​  sen(40º )   ⇔ sen(α )  = 0,342  ⇒  α = 20,0º
n ar v ar = n acrílico v acrílico ⇔ 1 × v ar = 1,49 × v acrílico ⇔ 18.1.
​nB​ ​​
13. Difração.
50º + 70º = 120º​
⇔ v ar = 1,49 v acrílico 18.2.
13.1. Não, pois a ordem de grandeza do obstáculo
1 > n 2; o ângulo de incidência tem que ser
é superior
aoàângulo
ordem crítico.
de grandeza da frequência da onda.
o índice de refração a relação ​n = ​ _ ​​ e sendo c a velocidade mais elevada possível para uma
c superior
16. nSendo
7. (B) 18.3. Mesma velocidade e a mesma frequência.
nmais v n núcleo
rev. sen (73º) = n núcleo sen (90º) ⇔ n = sen (73º) ⇔ _____
radiação eletromagnética, o valor núcleo baixo de n é 1,00 e apenas acontece no vazio ou no ar rare-
n rev. = 0,956
13.2. n _____
feito. Em todos os outros meios n > 1,00. Além disso para sofrer reflexão total o índice de refração
rev.
8. (D)
v rev.
n núcleo __________ v rev.
19. Têm
n do meio onde
v núcleo
menores = n rev.
se vpropaga
comprimentos
_____ = onda,
rev. ⇔ na radiação
de temnão ⇔sofrendo
de ser = __________
superior
0,956 ao índice
praticamente ⇔de = 1,88ou
refração
vdifração, ×do 8
meio
10seja, −1
envolvente
m sseguem em
1,97 × 10 8 × 10 8
núcleo rev.
_ c
​    ​ 
rev.
logo se n > 1,00, a velocidade é inferior a 3,0 × 10 ms . 8 1,97
–1
​_​1​​ _
n ​v1​​​ _ c × ​v​2​​ f × ​ λ​​​
9. ​​​​    ​  = ​   ​   = ​  = ​  _2 
 ​     ​ via satélite; transportam maior quantidade de dados.
​n​2​​ _ c c × ​v​1​​ f × ​λ​1​​ 17.
​    ​ 
​v2​​​
17.1. v = λ f ⇔ 3,00 × 10 8 = λ × 90,0 × 10 3 ⇔ λ = 3333,3 m
​ ​ar​​ ​λ​​​
n ​λ​1​​ 20.
​ _ ​  = ​  _1  ​   ⇔ ​ _1  ​  = ​  _ − 9
⇔ ​
   ​   λ1​​​  = 386 × ​10​​ ​m​
​n​1​​ ​λ​ar​​ 1,4 540 × ​10​​− 9​ Como apresenta um comprimento de onda cuja ordem de grandeza é próxima da dos objetos, con-
20.1. É provável, uma vez que as dimensões da fenda e do comprimento de onda são comparáveis.
torna-os facilmente.
10. (B) -
17.2. tuada.
(B)
​​​​f = ​ _
v ​
λ 20.2. (A). Quando uma onda se difrata, as suas características permanecem constantes, logo, não há alte-
_
​  2 ​​ v1​​​
​_ v1​​​ _ ​v2​​​ ​_v​1​​ _ ​λ​​​ 3 18. ração do meio de propagação.
​    ​  = ​    ​  ⇔ ​    ​  = ​   ​  ⇔ ​  _1  ​  = ​ _  ​​
3
​λ1​​​ ​λ​2​​ ​λ​1​​ ​λ​2​​ ​λ2​​​ 2 18.1. Difração.

11. ​​​​n​​1​​  sen(30º  )   = 1 sen(49º )   ⇔ ​n1​​​  = 1,5 18.2. Não, pois a ordem de grandeza do obstáculo é superior à ordem de grandeza da frequência da onda.
8
18.3. Mesma velocidade e a mesma frequência.
​ ​​  = ​ _
3,0 × ​10​​ ​ − 7
c = f × ​λ​ar​​  ⇔ ​ λar 14
  ⇔ ​
 ​   λa​r​​  = 8,3 × ​10​​ ​m
3,6 × ​10​​ ​
​n​ar​​ ​λ​vidro​​ ​λv​idro​​ 19. Têm menores comprimentos de onda, não sofrendo praticamente difração, ou seja, seguem em
​ _  ​   = ​  _ ​    ⇔ ​ _ 1  ​  = ​  _ − 7
⇔ ​
  ​   ​ ​​  = 5,5 × ​10​​ ​m​
λvidro
​nvidro
​ ​​ ​λar
​ ​​ 1,5 8,3 × ​10​​− 7​
via satélite; transportam maior quantidade de dados.
12.
12.1. (C) 20.
12.2. n núcleo sen (θcrítico) = n revestimento sen (90º) ⇔ 1,50 × sen (θcrítico) = 1,45 × sen (90º) ⇔ 20.1. É provável, uma vez que as dimensões da fenda e do comprimento de onda são comparáveis.
⇔ sen (θcrítico) = 0,967 ⇒ θcrítico = 75,2º -
tuada.
αr = 180 − (77,2 + 90) = 12,8º
60 61
20.2. (A). Quando uma onda se difrata, as suas características permanecem constantes, logo, não há alte-
n ar sen (αr) = n núcleo sen (12,8º) ⇔ 1,00 × sen (αr) = 1,50 × sen (12,8º) ⇔
20.
20.1. É provável, uma vez que as dimensões da fenda e do comprimento de onda são comparáveis.
PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A
-
tuada.
QUÍMICA 11
20.2. (A). Quando uma onda se difrata, as suas características permanecem constantes, logo, não há alte-
proposta de resoluções

proposta de resoluções
ração do meio de propagação. EQUILÍBRIO QUÍMICO

21.
Aspetos quantitativosdasdas
Aspetos quantitativos reações
reações químicas
químicas (págs.
(págs. 327 a331
332) a 336)
1.
21.1. (C)
1.1. (D)
21.2. A velocidade de propagação mantém-se. A alteração da frequência percecionada, ou medida, pelo
recetor devido ao movimento relativo entre o emissor e a fonte denomina-se efeito de Doppler. 1.2. Lei da conservação da massa ou Lei de Lavoisier
Quando ocorre um afastamento entre a fonte e o emissor, diminui a frequência do som detetado; 1.3. (B)
quando ocorre uma aproximação entre a fonte e o emissor, aumenta a frequência do som detetado.
180,18 g _______
2000 g
________ = x ⇔ x = 510,8 g
92,04 g
22. 2,75
V ⇔ n = _____
1.4. V m = __
n ⇔ n = 0,123 mol
22.1. (B) 22,4
1 mol C 6 H 12 O 6 ______________
x mol
22.2. A luz proveniente das galáxias mais distantes revela um redshift, ou seja, o comprimento de onda _____________ = ⇔ x = 0,0615 mol de C 6 H 12 O 6
2 mol CO 2 0,123 mol CO 2
da luz emitida pelas galáxias é superior ao que seria medido se não existisse expansão.
mC H
6 12 O6 = 0,0615 × 180,18 = 11,05 g
22.3. Existência de radiação cósmica de fundo que preencheu o Universo quando se formaram os primei-
ros átomos.
2.
2.1. Fe 2 O 3 (s) + 3 C(s) → 2 Fe(s) + 3 CO(g)
2.2. (C)
1 mol Fe 2 O 3 ______________
3,58 mol Fe 2 O 3
___________ = x ⇔ x = 10,76 mol CO
3 mol CO
N = 10,76 × 6,02 × 10 23 = 6,48 × 10 24 moléculas
2.3. (A)
n(CO) = 3,33 mol
n(Fe) = 2,22 mol
2,22
_____ = 0,667
3,33

3.
3.1. (A)
3.2. (D)
m Zn puro
0,90 = _______ ⇔ m Zn puro = 17,64 g
19,60
3.3. (B)
Sendo o HCℓ o reagente limitante, são necessárias 1,5 mol de Zinco (Zn) para reagir com a totali-
dade de ácido, logo, o excesso é de 0,5 mol.
0,49
3.4. n Zn = ______ = 7,49 × 10 − 3 mol
65,41
7,49 × 10 mol Zn
1 mol Zn = _________________
−3
__________
x ⇔ x = 1,50 × 10 − 2 mol HCℓ
2 mol HCℓ
1,50 × 10 − 2
n ⇔ V = __________
c = __ ⇔ V = 1,14 × 10 − 3 dm 3 = 1,14 cm 3
V 13,1
4.
4.1. (A)
16,5 mol NH 3
2 mol NH 3 ____________
__________ = x ⇔ x = 24,8 mol CuO
3 mol CuO
62 9,93 × 10 23 63
4.2. n NH = __________ = 1,65 mol
6,02 × 10 23
3
4. = x ⇔ x = 0,287 mol Na 2 CO 3
1 mol Na 2 CO 3
4.1. (A)
PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A m Na CO = 0,287 × 105,99 = 30,47 g
2 3
PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A
16,5 mol NH 3
2 mol NH 3 ____________
__________ = x ⇔ x = 24,8 mol CuO m sólido = 30,47 + 12,08 = 42,56 g
3 mol CuO
9,93 × 10 23 ______________ =
0,575 mol NaHCO 3
2 mol NaHCO 3 __________________
⇔ x = 0,287 mol H 2O
4.2. n NH = __________ = 1,65 mol 7.3.
proposta de resoluções

proposta de resoluções
6,02 × 10 23
3
1 mol H 2O x
nH O 0,287
2 mol NH 3 ____________
__________ =
1,65 mol NH 3
⇔ x = 2,48 mol CuO n H O + n CO = 0,287 + 0,287 = 0,500
χH O = _________ ____________
2

x
2

3 mol CuO 2 2

m pura(CuO) = 2,48 × 79,55 = 196,9 g 8.


3,93 mol
250 = 3,93 mol; ________
85,0
% impurezas = ____________ × 100 = 30,2% 8.1. n Cu = ______ = 1,31
(196,9 + 85,0) 63,55 3
1,47 mol
n HNO = 9,80 × 0,150 = 1,47 mol; ________ = 0,184
3
8
5.
Por isso, o HNO 3 é o reagente limitante.
1,0 × 10 6 1,31 × 10 4 mol
5.1. n CS = ________ = 1,31 × 10 4 mol; ______________ = 1,31 × 10 4 1,47 mol HNO 3
8 mol HNO 3 ______________
2
76,15 1 ___________ = ⇔ x = 0,368 mol NO (previstas)
2 mol NO x
2,0 × 10 6 2,82 × 10 4 mol
n Cℓ2 = ________ = 2,82 × 10 4 mol; ______________ = 9400 V previsto = 22,4 × 0,368 = 8,23 dm 3
70,90 3
6,67
O reagente limitante é o cloro. η = _____ × 100 = 81,0%
8,23
1 mol CS 2 _________________
x mol CS 2 8.2. Manter-se-ia, porque aumentava o volume previsto e o volume obtido.
5.2. __________ = ⇔ x = 9400 mol C ℓ 2
3 mol C ℓ 2 4
2,82 × 10 mol C ℓ 2
8.3. (A)
m CS que reagiu = 9400 × 76,15 = 7,16 × 10 g 5
250 ⇔ x = 320,5 g
0,78 = ____
x
2

m CS 2 que não reagiu = 1,0 × 10 6 − 7,16 × 10 5 = 2,84 × 10 5 g


9.
5.3. (A)
2,00 × 10 6 1,25 × 10 5 mol
n CH = __________ = 1,25 × 10 5 mol; _____________ = 1,25 × 10 5
2,82 × 10 mol C ℓ 2
3 mol C ℓ 2 _________________ 4 4
16,05 1
__________ = x ⇔ x = 9400 mol CC ℓ 4
1 mol CC ℓ 4 1,00 × 10 6 5,55 × 10 4 mol
n H O = __________ = 5,55 × 10 4 mol; _____________ = 5,55 × 10 4
2
18,02 1
6. 5,55 × 10 mol H 2 O
1 mol H 2 O __________________ 4
__________ = x ⇔ x = 1,67 × 10 5 mol H2 (previstas)
80,0 1,26 mol 3 mol H 2
n Cu = ______ = 1,26 mol; ________ = 1,26
63,55 1 n obtido
0,80 = __________ ⇔ n obtido = 1,33 × 10 5 mol H 2
m solução 1,67 × 10 5
1,42 = __________3 ⇔ m solução = 284 g
2,00 × 10 V obtido = 22,4 × 1,33 × 10 5 = 2,98 × 10 6 dm 3
m HNO
0,68 = _____ ⇔ m HNO = 193,1 g
3
10.
284 3

10.1. (A)
193,1 3,06 mol
n HNO = ______ = 3,06 mol; ________ = 0,766 m Zn(pura)
63,02
3
4 0,80 = ______ ⇔ m Zn(pura) = 48,96 g
61,2
O reagente limitante é o HNO3. 48,96 2,87 mol
n NH = _____ = 2,87 mol ; ________ = 0,718 (reagente limitante)
17,04
3
4
7. 3,0 mol
O 2 : _______ = 1,0
3
7.1. (D)
m puro 4 mol NH 3 ___________
2,87 mol NH 3
0,80 = ______ ⇔ m puro = 48,3 g
_________ = ⇔ x = 2,15 mol O 2 (reagiu)
60,42 3 mol O 2 x mol O 2
m impurezas = 60,42 − 48,3 = 12,1 g n O (não reagiu) = 3,00 − 2,15 = 0,850 mol
2

48,96
7.2. (B) 10.2. n NH = ______ = 2,87 mol
17,04
3

48,3
n NaHCO3 = ______ = 0,575 mol
84,01 4 mol NH 3 ____________
2,87 mol NH 3
__________ = x ⇔ x = 1,44 mol N2 (previstas)
2 mol N 2
2 mol NaHCO 3 __________________
0,575 mol NaHCO 3
______________ = x ⇔ x = 0,287 mol Na 2 CO 3
1 mol Na 2 CO 3 V previsto = 22,4 × 1,44 = 32,14 dm 3
m Na CO = 0,287 × 105,99 = 30,47 g
2 3
27,0
η = _____ × 100 = 84,1%
32,1
m sólido = 30,47 + 12,08 = 42,56 g

0,575 mol NaHCO 3


2 mol NaHCO 3 __________________ 11.
7.3.
64 ______________ = x ⇔ x = 0,287 mol H 2O 65
1 mol H 2O 11.1. (B)
V previsto = 22,4 × 1,44 = 32,14 dm 3
PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A
27,0
η = _____ × 100 = 84,1%
32,1

11. ​Logo o reagente limitante é o NH​3​​:


proposta de resoluções

proposta de resoluções
2​mol NH​3​​ 6,7​mol NH​3​​
11.1. (B) ​ ______________
   ​  = ​ ___________
        ⇔  x = 3,35  ​mol (NH​4​​​)2​ ​​​SO​4​​​
​  
1​mol (NH​4​​​)2​ ​​​SO​4​​ x
m puro
0,64 = _______3 ⇔ m puro = (0,64 × 1 × 10 3 ) g
1 × 10 15.2. (B)

n CH COH = (_____________) mol


___________2​mol NH​3​​ 5​mol NH​3​​
0,64 × 1 × 10 ​​​​​​​​     ​  = ​ _
3
       ⇔  x = 2,5​mol H​2​​​SO​4​​
​  
3
44,06 1​mol H​2​​​SO​4​​ x
m = 2,5 × 98,08 = 245,2  g
m CH COH = (_____________ × 60,06) = (_________________) g
0,64 × 1 × 10 3 0,64 × 60,06 × 10 3
​ _ ​  
44,06 44,06 245,2
= 281,8  g​
3

0,87
15 ⇔ m
11.2. 0,85 = _______
m prevista = 17,65 g
prevista 15.3. O processo A, uma vez que é uma reação de síntese em que todos os reagentes são incorporados no
17,65 produto pretendido.
n CH COOH = ______ = 0,294 mol
3
60,06
n CH COOH = n CH COH
16. (D)
3 3

m CH COH = 0,294 × 44,06 = 12,95 g


3 17.
17.1. ​​​​m​PbS​ ​​  = 0,87 × 4000 = 3480  g
12. ​n​PbS​​  = ​ _ 
3480
= 14,54  mol
 ​  
239,28
12.1. (B)
​ _ 
2 mol PbS ____________ 14,54 mol PbS
m solução = ​   
 ​     ​  ⇔  x = 14,54 mol PbO

1,20 = _______ ⇔ m solução = 1200 g 2 mol PbO x
1000
​n​obtido​​  = ​ _ 
2860
m = 12,81 mol PbO
 ​  
30 = _____ × 100 ⇔ m HNO = (30 × 12) g
HNO
223,21
3

1200 3

η = ​ _ 
30 × 12 mol 12,81
n = _______ × 100 = 88,1%​
 ​  
HNO 3
63,02 14,54
30 × 12 mol dm − 3 17.2. (D)
c = _______
63,02 ​​​​14,54 mol PbS  = 14,54​mol SO​2​​
3
30 × 12 = 5,71 mol; ________
12.2. n HNO = _______
5,71 mol
= 1,43
V = 14,54 × 22,4 =  325,7​ dm​​ ​ ​SO​2​​​
63,02 3
4
18. (A)
45,5 0,218 mol
n Bi = _______ = 0,218 mol; _________ = 0,218 19. O facto de ser uma reação incompleta.
208,98 1
Assim, o Bi é o reagente limitante. 20. (C)
2
​​​​​​​​n​​​​O​ ​​​​  = ​ _
6,5 × ​10​​ ​
_________ 0,218 mol Bi
1 mol Bi = ____________ ⇔ x = 0,218 mol Bi  ​   = 29,02 mol  ​O​2​​
1 mol NO x
2
22,4

​O2​ ​​: ​ _  = 9,67 PbS : ​ _ ​  = 7,5


V previsto = 22,4 × 0,218 = 4,88 dm 3 29,02 15
 ​  
3 2
V obtido
0,80 = _____ ⇔ V obtido = 3,90 dm 3 Logo o reagente limitante é o PbS.
4,88
_
​ 
2 mol PbS _
= ​ 
 ​  
15 mol PbS
   ​  ⇔  x = 22,5 mol ​O​2​​

2500
13. 0,70 = _______ 3 mol ​O​2​​ x
m prevista ⇔ m prevista = 3571,4 g MgC ℓ 2
3571,4 ___________
​ 
  
29,02 − 22,5
 ​  × 100 %  = 29,0%​
n previsto MgCℓ = _______ = 37,51 mol 22,5
95,21
2

1 mol Mg(OH) 2 ________________


______________ = x ⇔ x = 37,51 mol MgC ℓ 2 21. ​​​​n​​​O​ ​ ​​​​  = 0,25 × 8,3 × ​10​​− 3​  = 2,08 × ​10​​− 3​mol HCℓ
2
1 mol MgC ℓ 2 37,51 mol MgC ℓ 2 − 3
____________
​     ​  = ​ _________________
  
2 mol HCℓ 2,08 × ​10​​ ​mol HCℓ
    
− 3
⇔  x = 1,04 × ​10​​ ​​mol Na​2​​​CO​3​​
​  
14. (B)
23.
1  ​mol Na​2​​​CO​3​​ x
− 3
m = 1,04 × ​10​​ ​  × 105,99 = 0,11  g
15. (A)
23.1.
​ H​ ​​​​  = ​ _ G . P .  = ​ _ 
150 0,11
:= 6,7 × 100 = 73,3%​
15.1. ​​​​n​​ 28,01
Processo
​N 1 
22,4
 ​   EA(%)mol= __________ × 100 = 60,9% 0,15
 ​  
2,02 + 44,01
3

​n​​​​H​ ​​​SO​ ​​​​  = ​ _


420 28,01 3
Processo
2 4 2 : 
98,08
= 4,3 mol
 ​  
EA(%) = ___________ × 100 = 58,3%
16,05 + 32,00 22. ​​​​n​​​C​ O​ ​​​​  = ​ _
165 × ​10​​ ​
 ​   = 3749​mol CO​2​​
2
44,01
_6,7
 ​ _ ​ resíduos
4,3 1 mol ​CO​2​​ ____________
3749  mol ​CO​2​​
23.2. –​NH​ Diminuição
3​​: ​ 
2
 = 3,35​
 ​   da formação
H​2​​​SO​4​​:de
1
 = 4,3 e da emissão de poluente;
  ​ _  ​  = ​   
    ​  ⇔  x = 3749  mol  C

– Diminuição dos consumos de energia e de materiais, dando preferência aos recursos renováveis. 1 mol C x

66 67
24.
0,80 = ⇔ V obtido = 3,90 dm 1.3. São iguais.
4,88
PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A
1.4. Quando é atingido o estado de equilíbrio a reação direta e inversa continuam a ocorrer, mas a velo-
PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A
2500
13. 0,70 = _______
m prevista ⇔ m prevista = 3571,4 g MgC ℓ 2 cidades iguais.
3571,4
n previsto MgCℓ = _______ = 37,51 mol
2
95,21
m = 3749 × 12,01 = 45  025 g 2.
proposta de resoluções

proposta de resoluções
1 mol Mg(OH) 2 ________________ x
_
______________
45  025
​  1 mol3  =
× 100 = 64,3%​

 ​ MgC ⇔ x = 37,51 mol MgC ℓ 2 2.1. (A)
ℓ2 37,51 mol MgC ℓ 2
70 × ​10​​ ​
2.2. (D)
23.
2.3. As curvas são mais acentuadas no início, pois há maior concentração dos reagentes, logo há maior
23.1. (A) probabilidade de haver choques e a velocidade da reação direta é maior. À medida que o sistema
28,01 evolui, a velocidade da reação direta vai diminuindo, em resultado da diminuição da concentração
Processo 1 : EA(%) = __________ × 100 = 60,9%
2,02 + 44,01 dos reagentes. Simultaneamente, a velocidade da reação inversa vai aumentando devido ao au-
28,01
Processo 2 : EA(%) = ___________ × 100 = 58,3% mento da concentração dos produtos, até que se igualam.
16,05 + 32,00
1,2 3 × 0,4
[H 2] 3e [N 2] e _________
23.2. – Diminuição da formação de resíduos e da emissão de poluente; 2.4. K c = _________ 2 = = 1,08
[ NH 3] e 0,8 2
– Diminuição dos consumos de energia e de materiais, dando preferência aos recursos renováveis.

3.
24.
24.1. (B) 3.1. (C)
3,45 0,0255 mol 3.2. (A)
n S Cℓ = _______ = 0,0255 mol; ___________ = 0,0128
2
135,04
2
2
0,70 − 2 x = 0,15 ⇔ x = 0,275 mol
4,00 0,333 mol
n C = ______ = 0,333 mol; _________ = 0,333
12,01 1 0, 55 2
K c = _____________ = 31,27
Assim, o S 2 C ℓ 2 é o reagente limitante. 0,1 5 2 × 0,43
3.3. A reação direta pois o valor de Kc é muito superior a 1.
0,02555 mol S 2 C ℓ 2
2 mol S 2 C ℓ 2 _________________
___________ = x ⇔ x = 0,0128 mol CC ℓ 4
1 mol CC ℓ 4 0, 500 2
3.4. Q c = _____________ = 2,00
0, 500 2 × 0,500
m prevista = 0,0128 × 153,81 = 1,97 g
1,61 Como o Qc é diferente do valor de Kc, o sistema não se encontra em equilíbrio. Como Qc < Kc, o sis-
η = _____ × 100 = 81,7% tema evolui no sentido direto até o valor do Qc aumentar e igualar o valor de Kc.
1,97
m pura 4.
24.2. 0,87 = _____ ⇔ m pura = 64,6 g
74,3
4.1. Reagentes: SO3; produtos: O2 e SO2; no inicio só existia SO3 (reagente), que quando decomposto
64,6
n CS = ______ = 0,650 mol origina O2 e SO2 (produtos).
99,45
2

0,650 mol CS2


1 mol CS2 =________________ 4.2. (A)
____________
x ⇔ x = 1,95 mol C ℓ 2
3 mol C ℓ 2
4.3. (A)
153,81
(1) × (1)
24.3. 1 : EA(%) = __________________ × 100 = 54,5%
2
2
__ 3
__
(2 × 135,02) + 12,01 (0,344) 2 × 0,172
153,81 4.4. Qc = _________ = 2,54 ; K c = _______________ = 6,49
( 1 )
24.3. 2
1 :: EA(%) = __________________
EA(%) = 153,81
____________________ × 100 = 54,5%
× 100 = 49,3% 2,175
2
0, 056 2
99,45 + 3 × (2+ ×12,01
×
(2 135,02) ______
35,45)
153,81
2 EA(%) =1,____________________
O :processo × 100
que tem um maior valor de=economia
49,3% atómica percentual. Como Qc < Kc, o sistema evolui no sentido direto, até o valor de Qc igualar o valor de Kc.
99,45 + 3 × (2 × 35,45)
25. ​​E . A .  = ​ 
O processo ____________
  
2,02
1, que
  tem ​  × 100 = 4,4%​
um maior valor de economia atómica percentual. 4.5. (B)
28,01 + 18,02
Equilíbrio químico e extensão das reações químicas (págs. 347 a 355) 5. (C)
1. 7.
Equilíbrio químico e extensão das reações químicas (págs. 343 a 351)
Equilíbrio químico e extensão das reações químicas (págs. 347 a 355) A ⇌​ B + C
7.1. ​
(A). n(átomos) = (2 × 0,300) + (3 × 0,300) = 1,50 mol
1.1.
1. (A). O equilíbrio químico atinge-se quando a velocidade da reação direta iguala a velocidade da 1,1 0 0
reação inversa. 7.2. 0,300
– 2x− x = 0,127 ⇔
+x x = 0,173 mol
+x
1.1. (A). O equilíbrio químico atinge-se quando a velocidade da reação direta iguala a velocidade da
0,20,127
( 10⇔  ) (x = 0,45
10 )
1.2. Vermelha, pois no instante inicial a sua velocidade era nula, sendo cada vez maior até ser atingido 0,45
0,127 0,45
reação inversa. ______ ______
o equilíbrio.
c=
​0,9 
K = 2 x 
________________ = 0,54
( 5​​ ​ ) ( 10 )
1.2. Vermelha, pois no instante inicial a sua velocidade era nula, sendo cada vez maior até ser atingido 0,173
______ 0,173
______
2
1.3. São iguais.
​K​c​​  = ​ _
o equilíbrio. 0,​410
 ​  = 1,01​

0,2
1.4.
1.3. Quando
São é atingido o estado de equilíbrio a reação direta e inversa continuam a ocorrer, mas a velo-
iguais. 8.
cidades iguais. 6.
n SO (10 − 2 x)
1.4. Quando é atingido o estado de equilíbrio a reação direta e inversa continuam a ocorrer, mas a velo- 8.1.
6.1. (A) n SO + n SO + n O ⇔ 0,050 = 10 − 2 x + 2 x + 10 − x ⇔ x = 4,62 mol
χSO = ____________
2
2 _________________
2 3 2
cidades iguais.
2. n (SO 2) e = 10 − 2 × (4,62) = 0,76 mol
2.1.
68
2. (A) n (O 2) e = 10 − 4,62 = 5,38 mol 69
K c = __________2 ⇔ 11,0 = ________2 ⇔ x = 0,348 mol dm − 3
[CO] e [H 2] e 0,75 × x
PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A
9.2. [CO] inicial − x = 0,75 ⇔ [CO] inicial − 1,00 = 0,75 ⇔ [CO] inicial = 1,75 mol dm − 3
9.3. (A)
− 3
6.2. ​​Δ  [  A ]   = 1 − 3 = −  2  mol ​dm​​ ​ 9.4. De acordo com o Princípio de Le Châtelier, o sistema vai evoluir no sentido de contrariar a alteração
proposta de resoluções

proposta de resoluções
4. Δ​nA​ ​​  = − 2  mol​ efetuada. Desta forma, o sistema evolui no sentido de repor H2(g), evoluindo no sentido inverso, até
6.3. ​ atingir novo estado de equilíbrio.
4.1. 2A
Reagentes: + B
SO3; produtos: O​⇌ ​ SO22;Cno inicio só existia SO3 (reagente), que quando decomposto
2 e
origina
3,0 O2 e SO2 (produtos).
5,0 1,0
–2x –x +2x 10.
4.2. (A)
1,0 5,0 - x 3,0
10.1. (A)
4.3. (A)
​3,0  − 2x = 1  ⇔  x = 1 10.2. Kc diminui. O aumento da tem-
1) (1)
n​​(B)​e(​​  = 5,0 − 1,0 = 4,0 mol
2
2 × __
__ 3
(0,344) 2 × 0,172 peratura favorece a formação dos reagentes a partir dos produtos, ou seja, é favorecida a reação
4.4. Qc = _________ = 2,54 ; K = _______________ = 6,49
(​​  [C]1 ​​  e​ ​ ) ___________ ( 1 )
2 2 c
2,175
______ _ 3,0 0, 056 2
2 ​​ ​   ​ 
  ​​​ ​ reação inversa é endotérmica e a reação direta é exotérmica.
​K​c​​  = ​ _   = ​    
 ​      ​  = 2,25
( 1 ​  )​​​(​  1 ​  )​​​ ​
[ ] [ ]
2 2
​​  B
Como Qc < Kc, ​o​  sistema  ​​ e​​​​  A  ​​  e ​  ​ _
4,0 _
1,0 evolui
  no sentido direto, até o valor de Qc igualar o valor de Kc. 10.3. (D)

4.5. (B) 10.4. T = 667 K


​K​​   'c​ ​  = 0,10 × 2,25 = 0,225​

7. 11.
(A). n(átomos) = (2 × 0,300) + (3 × 0,300) = 1,50 mol 1,20 × 10 23
7.1. 11.1. n (H 2O) e = __________ = 0,200 mol
6,02 × 10 23
7.2. 0,300 − x = 0,127 ⇔ x = 0,173 mol
0,200 = 2x ⇔ x = 0,100 mol

( 10 ) ( 10 )
0,127 ______
______ 0,127
n (H 2S) e = 0,27 − 2 × (0,100) = 0,070 mol
Kc = ________________ = 0,54
( 10 ) ( 10 )
0,173 ______
______ 0,173 n (SO 2 ) e = 0,30 − 0,10 = 0,20 mol
n (S) e = 3 × (0,100) = 0,30 mol
8.
n SO (10 − 2 x) 11.2. (A)
8.1. n SO + n SO + n O ⇔ 0,050 = 10 − 2 x + 2 x + 10 − x ⇔ x = 4,62 mol
χSO = ____________ 2 _________________

( 1 ) ×( 1 )
2
3 2
2 3 2
1,5
___ 1,5
___
n (SO 2) e = 10 − 2 × (4,62) = 0,76 mol Qc = _____________ = 0,95
( 1 ) ( 1 )
2
2,0 2,0
n (O 2) e = 10 − 4,62 = 5,38 mol ___ × ___

n (SO 3) e = 2 × (4,62) = 9,24 mol


Como Qc é maior do que Kc, o sistema evolui no sentido inverso, até atingir novo estado de equilíbrio.

( V )
2
9,24
_____ 11.3. Diminui o volume, logo, aumenta a pressão. De acordo com o Princípio de Le Châtelier, o sistema
8.2. 4,17 × 10 = 2 ______________ ⇔ V = 15,2 dm 3 evolui no sentido de diminuir a pressão, logo, no sentido da formação de menor quantidade de ma-
( V ) ( V )
2
0,76
_____ 5,38
_____ téria de componentes gasosos, ou seja, no sentido inverso. Desta forma, o rendimento diminui.

12.
( 152 )
2
9,24
_____
12.1. (C) 12.2. (B)
8.3. Qc = ______________ = 835
( 152 ) ( 152 )
(2x)
2
0,76
_____ 2,69
_____
2
2 x ⇔ x = 0,012 mol
12.3. 7,0 × 10 − 2 = ________2 ⇔ 0,265 = ______
(0,1 − x) 0,1 − x
Como Qc > Kc, o sistema evolui no sentido inverso, de forma a que o valor de Qc diminua até igualar 2 × (0,012)
χZ = ____________ = 0,14
o valor de Kc. 0,088 + 0,088
8.4. (D) 12.4. (B)

9. 13. ________
[N 2 O 4] e
9.1. (A)
[CH 3 OH] e 1,0
13.1. (A). K c = ______
[NO] 2e
0,030
√0,030
⇔ 2,2 × 10 2 = _____2 ⇔ [NO] e = ________2 mol dm −3
[NO] e 2,2 × 10
K c = __________2 ⇔ 11,0 = ________2 ⇔ x = 0,348 mol dm − 3 13.2. (D)
[CO] e [H 2] e 0,75 × x
9.2. [CO] inicial − x = 0,75 ⇔ [CO] inicial − 1,00 = 0,75 ⇔ [CO] inicial = 1,75 mol dm − 3
14.
9.3. (A)
14.1. 0,50 − x = 0,10 ⇔ x = 0,40 mol
9.4. De acordo com o Princípio de Le Châtelier, o sistema vai evoluir no sentido de contrariar a alteração
( 10 )
2
0,80
_____
70 efetuada. Desta forma, o sistema evolui no sentido de repor H2(g), evoluindo no sentido inverso, até [ ] 2e
AB 71
Kc = _______ = ______________ = 16
atingir novo estado de equilíbrio. [A] [B] 0,10 0,10
13.2. (D)

PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A
14.
14.1. 0,50 − x = 0,10 ⇔ x = 0,40 mol
20. (D)
( 10 )
2
0,80
proposta de resoluções

proposta de resoluções
_____
AB [ ] 2e 21. Se a perturbação fosse uma variação de temperatura, o valor do Kc iria alterar. Como, por análise do
Kc = _______= ______________ = 16
( 10 ) ( 10 )
[A] e [B] e 0,10
_____ 0,10
_____ gráfico, podemos concluir que este se manteve, concluímos a temperatura se manteve constante.

14.2. A reação é exotérmica, logo, é favorecida pela diminuição de temperatura. Por isso, quando esta
diminui, o sistema evolui no sentido direto, favorecendo a formação de produtos, o que leva a um REAÇÕES EM SISTEMAS AQUOSOS
aumento do valor de Kc.
Reações ácido-base(págs.
Reações ácido-base (págs.
368375 a 380)
a 375)
14.3. (D)
1.
15. 1.1. (A) 1.2. HCℓO
15.1. A 25 ºC, o Kc é maior, a reação é mais extensa logo tem um maior rendimento. 1.3. HCℓO(aq) + H 2O(ℓ) → Cℓ O (aq) + H 3 O (aq) − +

15.2. (C) HCℓO / Cℓ O −


15.3. (B) H 3 O + / H 2O

​(_
1 ) ( 1 )
16. 1.4. Pode funcionar como ácido ou base, dependendo da espécie com a qual está a reagir.
  ​  × ​ _
0,9 0,8
​   ​  
​​[PC​ℓ3​ ​​]​​e​​​​​​​​[C​ℓ2​ ​​]​​e​​​​ _____________ ​   ​  ​
_
16.1. ​​​​K​c​​​  = ​   ​   = ​   
   ​   = 1,8​
​(​   ​
1 )
[​​ PC​ℓ5​ ]​​ ​​e​​​​ _
0,4

 ​ Reações
2. ácido-base (págs. 375 a 380)
2.1. (C)
16.2. PCℓ5 ​⇌​ PCℓ3 + Cℓ2 1.
2.2. (D). Duas espécies constituem um par conjugado quando apenas diferem num protão.
0,4 0,9 0,8 1.1. (A) 1.2. HCℓO
2.3. Anfotéricas
+x –x –x 1.3. HCℓO(aq) + H 2O(ℓ) → Cℓ O (aq) + H 3 O (aq)
− +

0,46 0,84 0,74 2.4. (B)


HCℓO / Cℓ O −
0,4 × 0,15 = 0,06 (25 ºC) ⇒ pH + pOH = 14 ⇒ 10 + pOH = 14 ⇔ pOH = 4
H 3 O + / H 2O
[OH −] = 10 − 4 ⇔ [OH −] = 1 × 10 − 4 mol dm − 3
1.4. Pode funcionar como ácido ou base, dependendo da espécie com a qual está a reagir.
17. [NH +4] = 1 × 10 − 4 mol dm − 3
17.1. (A)
2.5.
2. Uma ionização é tanto mais extensa quanto maior for o valor de K.
17.2. Na tabela, observa-se que, como o aumento da temperatura ocorre uma diminuição do Kc, logo, o
1,0 × 10 − 14
a(NH 4 ) = = 5,56 × 10 − 10
2.1. (C)
K + __________
aumento de temperatura favorece a formação de reagentes e consumo de produtos. De acordo com
1,8 × 10 − 5
o Princípio de Le Châtelier, um aumento de temperatura favorece a reação endotérmica, assim, esta 2.2. (D). Duas espécies constituem um par conjugado quando apenas diferem num protão.
como K b(NH 3) > K a(NH +4), logo a ionização do NH 3 é mais extensa.
reação é exotérmica no sentido direto e endotérmica no sentido inverso. Por isso, com a diminuição 2.3. Anfotéricas
de temperatura iria predominar a cor castanha. 3. (B)
2.4.
7. (B)
18. 4.
7.1. (A) ºC) ⇒ pH + pOH = 14 ⇒ 10 + pOH = 14 ⇔ pOH = 4
(25
18.1. Reação endotérmica, pois o aumento de temperatura aumenta o valor do Kc e o aumento de tempe- [água
4.1. (A) = 10→
OH −]pura −4

[H [3 O
OH+ −] = 1 ×
] = [OH −]10
−4
= x mol dm
−3

ratura favorece o sentido endotérmico. [NH×+4]10= −113×=10


1,0
4.2. (D)
−4
x × xmol ⇔ dm
−3
x = 3,16 × 10 − 7 mol dm − 3
18.2. N2 + O2 ​⇌​ 2 NO pOH =ionização
2.5. Uma − log (3,16 × 10 − 7mais
é tanto ) = 6,5 extensa quanto maior for o valor de K.
5. (C)
9,6 9,6 0,08 7.2. [KHa(3NH O +]+4= 1,0−× ] =10
− 14
) =[+OH __________ x
− 5 = 5,56 ×+ 10 _
− 10 − 14
1,0 × ​10​​ ​
–0,15 –0,15 +0,15 ​​​​​​​​Kw​ ​​  = ​[​H3​ ​​​O​​ ]​​  1,8 − 14 [​H3
× ​[​O×H​​10]​​  −⇔ ​ ​ ​​​O​​ ]​​  = ​  [​H3​ ​​​O+​​ ]​​  = 1,08 × ​10​​− 8​​mol dm​​− 3​​
⇔ ​
 ​  

K w(40 ºC) = 3,0 × 10 − 7
9,25 × ​10​​ ​
3) > K a(NH 4 ), logo a ionização do NH 3 é mais extensa.
+
9,45 9,45 0,23 como K b(NH
6. (C)K w = [H 3 O +] [OH −] ⇔ 3,0 × 10 − 14 = x × x ⇔ x = 1,73 × 10 − 7 mol dm − 3
​​(0,08)​​​ ​
2

​​​​Qc​​​  = ​ _ [H 3 O +] = 1,73 × 10 − 7 mol dm − 3


− 5
= 6,94 × ​10​​ ​
 ​   7.
(​​ 9,9)​​​ ​
2

7.3.
7.1. (C)
(A)
​​(0,23)​​​ ​
2

​K​c​​  = ​ _2 ​   (B) pura → [H 3 O ] = [OH ] = x


− 4 + −
= 5,92 × ​10​​ ​​ 7.4. água
(​​ 9,45)​​​ ​
1,0 × 10ºC)
K w(40
− 13
== 3,0
x × ×x 10
⇔− 14x ⇒
= 3,16
[H 3×O10
+
−7
mol ×dm
] = 1,73
−3
10 − 7 mol dm − 3 ⇒ pH = 6,76
A 2500 ºC o Kc é menor do que o Qc, logo, o sistema evolui no sentido direto. pOH = − log (3,16 × 10 − 7) = 6,5
K w(52 ºC) = 5,7 × 10 − 14 ⇒ [H 3 O +] = 2,39 × 10 − 7 mol dm − 3 ⇒ pH = 6,62
18.3. (C) 7.2. [H 3 O +] = [OH −] = x
7.5. Kw.
w(40 ºC) = 3,0 × 10
− 14
19. A velocidade da reação no sentido direto diminui, pois observa-se uma diminuição da concentração K + −
Por isso, observa-se um aumento da concentração de iões H 3 O e iões OH , pelo que é favorecida a
dos reagentes e um aumento da concentração dos produtos. K w = [H direta.
reação
+
3 O ] [OH

] ⇔ a3,0autoionização
Assim, × 10 − 14 = x × xda
⇔água
x = 1,73 × 10 − 7 mol uma
é endotérmica dm − 3vez que é favorecida pelo au-
= 1,73
H 3 O +] de
[mento × 10 − 7 mol dm − 3
temperatura.
7.3. (C)
72 73
7.4. (B)
7.2. [H 3 O ] = [OH ] = x 11.2. pH = 14 − 10,6 = 3,4
K w(40 ºC) = 3,0 × 10 − 14
[H 3 O +] = 10 − 3,4 = 3,98 × 10 − 4 mol dm − 3
PREPARAR EXAME NACIONAL
− DE FÍSICA E QUÍMICA
− 14 A PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A
K w = [H 3 O ] [OH ] ⇔ 3,0 × 10
+
= x × x ⇔ x = 1,73 × 10 −7
mol dm −3
(3,98 × 10 − 4) 2
[H 3 O +] = 1,73 × 10 − 7 mol dm − 3 1,80 × 10 − 5 = ____________ ⇔ [CH 3 COOH] e = 8,80 × 10 − 3 mol dm − 3
[CH 3 COOH] e
7.3. (C) [CH 3 COOH] i = 8,80 × 10 − 3 + 3,98 × 10 − 4 = 9,19 × 10 − 3 mol dm − 3
proposta de resoluções

proposta de resoluções
7.4. (B) 3,98 × 10 − 4
α = __________ × 100 = 4,33%
9,19 × 10 − 3
K w(40 ºC) = 3,0 × 10 − 14 ⇒ [H 3 O +] = 1,73 × 10 − 7 mol dm − 3 ⇒ pH = 6,76
11.3.
K w(52 ºC) = 5,7 × 10 − 14 ⇒ [H 3 O +] = 2,39 × 10 − 7 mol dm − 3 ⇒ pH = 6,62
11.3.1. É o HNO2, pois apresenta um maior valor de Ka.
7.5. Kw.
Por isso, observa-se um aumento da concentração de iões H 3 O + e iões OH −, pelo que é favorecida a 11.3.2. (D)
reação direta. Assim, a autoionização da água é endotérmica uma vez que é favorecida pelo au-
mento de temperatura. 12.
12.1. (C). A constante da basicidade mede a extensão da reação de ionização da base com a água. Quanto
8.
maior for o valor da constante, mais forte é a base e, consequentemente, mais fraco é o seu ácido
8.1. HF(aq) + H2 O(ℓ) ⇌ F −(aq) + H 3 O +(aq) conjugado.
8.2. (D) 12.2. (B)
n ionizado
0,02 = ______ ⇔ n ionizado = 9 × 10 − 4 mol Como C 2 H 5 NH 2 (aq) + H 2 O(ℓ) ⇀
↽ C 2 H 5 NH +3 (aq) + OH − (aq), [C 2 H 5 NH +3] = [OH −].
0,045
12.3.
[H 3 O +] = [F −] = 9 × 10 − 4 mol dm − 3
12.3.1. [NH 3] = [NaOH]
pH = − log (9 × 10 − 4) = 3,05
Como o pH(NaOH) > pH(NH3), a [H3O+] na solução de NaOH é menor. Por isso, a [OH–] será maior,
(9 × 10 − 4) 2
[F −] e [H 3 O +] e __________ sendo a ionização do NaOH mais extensa.
8.3. K a = ___________ = = 1,8 × 10 − 5
[HF] e 0,045
12.3.2. pH(NaOH) = 11,5 ⇒ pOH = 2,5
1 × 10
K a × K b = K w ⇔ K b = _________
− 14
− 5 ⇔ Kb
= 5,56 × 10 − 10 [OH −] = 10 − 2,5 = 3,16 × 10 − 3 mol dm − 3
1,8 × 10
[OH −] = [NaOH] = [NH 3] = 3,16 × 10 − 3 mol dm − 3
9. NH 3(aq) + H 2O(ℓ) ⇌ NH +4(aq) + OH −(aq)
9.1. (B) pH(NH 3) = 10,0 ⇒ pOH = 4,0
[HCOO −] e [H 3 O +] e x 2 ⇔ x = 4,24 × 10 − 3 mol dm − 3
9.2. K a = ________________ ⇔ 1,80 × 10 − 4 = _____ [OH −] = 10 − 4,0 = 1,00 × 10 − 4 mol dm − 3 = [ NH +4]
[HCOOH] e 0,10
3,16 × 10 − 3 − 1,00 × 10 − 4
[H 3 O +] e = 4,24 × 10 − 3 mol dm − 3 % NH 3(não ionizado) = ______________________ × 100 = 96,8%
3,16 × 10 − 3
K w = [H 3 O +] [OH −] ⇔ 1 × 10 − 14 = 4,24 × 10 − 3 × [OH −] ⇔ [OH −] = 2,36 × 10 − 12 mol dm − 3
13.
9.3. A dissolução do metanoato de sódio aumenta a concentração de iões HCOO −. De acordo, com o 13.1. (C)
Princípio de Le Châtelier, o sistema evolui no sentido inverso, ocorrendo uma diminuição da con-
13.2. Durante o intervalo de tempo em que os dados foram registados, a concentração de CO2 na amostra
centração de iões HCOO − e iões H 3 O +
-
recimento da reação (1) no sentido inverso; A diminuição da concentração de H2CO3(aq), resultante
10. do favorecimento da reação (1) no sentido inverso, determinou, de acordo com o Princípio de Le
10.1. (D) 10.2. (A) Châtelier, o favorecimento da reação (2) no sentido inverso. Assim, a concentração de H3O+(aq) na

10.3. pH = 2,75 ⇒ [H 3 O +] = 10 − 2,75 = 1,78 × 10 − 3 mol dm − 3 intervalo de tempo em que os dados foram registados.
[H 3 O ] = [CN ] = 1,78 × 10
+ − −3
mol dm −3

0,075 − 1,78 × 10 − 3 14. pH = 12,0 ⇒ pOH = 2,0


% HCN não ionizado = _________________ × 100 = 97,6%
0,075
[OH −] = 10 − 2,0 = 1,0 × 10 − 2 mol dm − 3
11. [OH −] = [NaOH] = 1,0 × 10 − 2 mol dm − 3
11.1. CH 3 COOH / CH 3 COO − e H 3 O + / H 2 O 10,0
n = ______ = 0,25 mol
40,00
11.2. pH = 14 − 10,6 = 3,4 0,25
n ⇔ 1,0 × 10 − 2 = _____
c = __ ⇔ V = 25 dm 3
[H 3 O +] = 10 − 3,4 = 3,98 × 10 − 4 mol dm − 3 V V

(3,98 × 10 − 4) 2 15. K a(HCN) < K b(NH 3) → K b(CN −) < K a(NH +4). A reação de ionização do ião CN − é mais extensa, por
1,80 × 10 − 5 = ____________ ⇔ [CH 3 COOH] e = 8,80 × 10 − 3 mol dm − 3
[CH 3 COOH] e isso, a solução aquosa vai adquirir um caráter básico.
[CH 3 COOH] i = 8,80 × 10 −3
+ 3,98 × 10 −4
= 9,19 × 10 −3
mol dm −3

74 16. 75
3,98 × 10 −4
α = __________ × 100 = 4,33%
15. K a(HCN)
PREPARAR < K b(NHDE
EXAME NACIONAL → KEb(QUÍMICA
3) FÍSICA CN −) <AK a(NH +4). A reação de ionização do ião CN − é mais extensa, por PREPARAR EXAME NACIONAL DE FÍSICA E QUÍMICA A

isso, a solução aquosa vai adquirir um caráter básico.

22.4. ​​​​[​H3​ ​​​O​​ ​]​  = ​10​​


+ − 3,5 − 4 − 3
16. ​  = 3,16 × ​10​​ ​​ mol dm​​ ​
proposta de resoluções

proposta de resoluções
​​[​NO​  −2​  ]​​​e​​​​[​​​​ ​H3​ ​​​O​​ ]​​​e​​​​
+ 2 − 4
16.1. (B) ​(3,16  × ​10​​ ​)​​ ​
​Ka​​​  = ​ ____________ ⇔ 6,10 × ​10​​ ​  = ​ ____________
− 4 − 4 − 3
    ​       ​   ⇔ ​​[​HNO​2​​]​​e​​​​  = 1,6 × ​10​​ ​​ mol dm​​ ​
NaCH 3 COO(aq) → Na + (aq) + CH 3 COO − (aq) ​​[​HNO​2​​]e​​ ​​​​ ​​[​HNO​2​​]​​e​​​​
15. K a(HCN) < K b(NH 3) → K b(CN −) < K a(NH +4). A reação de ionização do ião CN − é mais extensa, por
CH 3 COO − (aq) + H 2 O(ℓ) ⇀ − 4 − 4 − 4 − 3
↽ CH 3 COOH(aq) + OH − (aq) [​​ isso, nicial​​  = 1,6 × ​
​HNO​a2​​]​​isolução aquosa 10​​ ​  + 3,16 × ​ = 4,76 × ​
10​​ ​  um
vai adquirir 10​​ básico.
caráter ​​ mol dm​​ ​
Como [OH −] > [H 3 O +], a solução resultante será básica, logo, o valor de pH será maior que 7. ​n​inicial​​  = ​n​final​​  ⇔ ​
− 2 − 4
ci​nicial​​  × ​V​inicial​​  = ​c​final​​  × ​V​final​​  ⇔ 9,59 × ​10​​ ​  × ​V​inicial​​  = 4,76 × ​10​​ ​  × 1,00
9,5 16. − 3
⇔ ​ V​inicial​​  = 5,00 × ​10​​ ​ ​dm​​ ​​
3
16.2. n(NaCH 3COO) = ______ = 0,116 mol
82,04 16.1. (B)
0,116
c = ______ = 0,463 mol dm − 3
23. A acidez de uma solução está relacionada com a concentração de iões H3O+, que depende não só do
3 COO(aq) → Na (aq) + CH 3 COO (aq)
+ −
0,250 NaCH
valor da constante de acidez, como também da sua concentração inicial. O CH3COOH tem um valor
CH COO
de constante

+H
(aq)de ⇀
↽ CHmas
2 O(ℓ) menor,
acidez 3 COOH(aq) + OHconcentrado
sendo mais

(aq) é possível ser mais ácido.
[NaCH 3COO] = [CH 3 COO −] = 0,463 mol dm − 3 3

24. Como [OH ] > [H 3 O ], a solução resultante será básica, logo, o valor de pH será maior que 7.
− +
1 × 10
Kb = __________
− 14
= 5,56 × 10 − 10
1,80 × 10 − 5 24.1. (A)
16.2. n(NaCH 3COO) =2 ______ = 0,116 mol
9,5
− 4
24.2. ​​4,3  × ​10​​ ​  = ​ _ ​
x ​​ ​ ⇔  x = 0,014 = ​[​H3​ ​​​O​​ ​]​
82,04
   ​  
+
x 2 ⇔ x = 1,60 × 10 − 5 mol dm − 3 = [OH −]
5,56 × 10 − 10 = ______ 0,116 0,5 − x
0,463 c = ______ = 0,463 mol dm − 3
0,250
pH = − log​[​H3​ ​​​O​​ ]​​  = − log 0,014 = 1,85
+
K w = [OH −] [H 3 O +] ⇔ 1,00 × 10 − 14 = 1,60 × 10 − 5 × [H 3 O +] ⇔ [H 3 O +] = 6,25 × 10 − 10 mol dm − 3
[NaCH 3COO] = [CH 3 COO −] = 0,463 mol dm − 3
25 ºC: pH + pOH = 14  ⇔ pOH = 14 − 1,85  ⇔ pOH = 12,15​
17. ​​25 ºC  :  pH  + pOH = 14  ⇔ pOH = 14 − 11,1  ⇔ pOH = 2,9
26. 1 × 10 − 14 = 5,56 × 10 − 10
Kb = __________
− − 2,9 − − 3
25. O HCℓO 1,80é×um 10 −ácido
5
mais fraco pois tem uma constante de acidez inferior, logo, a sua base conju-
[​​OH​​ ​]​  = ​10​​
26.1. (A) ​  ⇔ ​
[​OH​​ ​]​  =  0,0013  ​mol dm​​ ​
gada será− 10mais xforte. 2 O sal NaCℓO tem, então, o catião Na+, que não tem carater ácido nem básico,
​​[​NH​ =4​ ]​​​e24,60 5,56 × 10 = ______ ⇔ x = 1,60 × 10 −–5 mol dm − 3 = [OH −]
×​​(0,0013
10 − 1 =)24,60
+ −
[​​​​​​​​ ​OH​​ ]​​​e×​​​​ 10 − 3 × 1,00
2
​​​ ​ × 10 − 4 mol
​K​b​​  = ​ ___________ K​b​​  = ​ _____________
26.2. n adicionado − 5 logo não altera 0,463 o valor do pH. O CℓO , sendo uma base conjugada de um ácido fraco, vai reagir com
    ​   ⇔ ​    ​  ⇔ ​
   K​b​​  = 1,7 × ​10​​ ​
​​[​NH​3​​]e​​​​ ​​ − 4 0,100 − 0,0013 a água e −originar+ um aumento da concentração dos iões OH–, o que leva a um aumento do valor do
24,60 × 10 K w = [OH ] [H 3 O ] ⇔ 1,00 × 10 − 14 = 1,60 × 10 − 5 × [H 3 O +] ⇔ [H 3 O +] = 6,25 × 10 − 10 mol dm − 3
c HCℓ = ____________ = 4,92 × 10 − 2 mol− 5dm − 3 − 10 pH da solução.
​K​w​​  = ​K50,00 ​a​​  × ​K​b​​  ×⇔ 1,00 10 − 3 = ​K​a​​  × 1,7 × ​10​​ ​  ⇔ ​ Ka​​​  = 5,9 × ​10​​ ​​
26.3. 26.
18. ​​​​[​H​3​​​O+​​ ​]​  = ​10​​− 2,15​  = ______________ 0,0071​−mol
|24,60
− 3
dm​​ ​
25,00|
26.3.1. Erro relativo = × 100 = 1,6% 26.1. (A)
25,00
[​NO​  −2​  ]​e​​ [​​​​ ​H3​ ​​​O+​​ ​]​​e​​
​​____________ ​(0,0071)​​ ​
2
⇔ 4,6 × ​10​​ ​  = ​ _ ​  
− 4 − 3
26.3.2.​K​a​​  = ​     ​   ⇔ ​​[​HNO​2​​]​​e​​  =  0,110​ mol dm​​ ​ 26.2. n adicionado = 24,60 × 10 − 3 × 1,00 × 10 − 1 = 24,60 × 10 − 4 mol
​​[​HNO​2​​]​​e​​ ​​[​HNO​2​​]​​e​​
do ponto de equivalência. Como a zona de viragem do indicador (verde de bromocresol) está con-
24,60 × 10 − 4
​​[​Htida
NO​2no ​​]inicial ​​  = 0,110 + 0,0071 = 
​​ intervalo de pH que0,120​
corresponde
mol dm​​ àquela
− 3
​​ variação, este indicador pode ser utilizado para c HCℓ = ____________ = 4,92 × 10 − 2 mol dm − 3
50,00 × 10 − 3
assinalar o ponto de equivalência da titulação em causa.
19. (B) 26.3.
|24,60 − 25,00|
27. 26.3.1. Erro relativo = ______________ × 100 = 1,6%
20. 25,00
No​​​Hponto de equivalência: − + − + 26.3.2.
20.1. ​​​​C​ 6 5 ​ ​​COOH(aq)  + ​H​2​​O(ℓ  )   ⇌ ​C​6​​​H​5​​​COO​​ ​(aq)  + ​H​3​​​O​​ ​(aq)​ ​​C6​​​​H5​​​CO​​O​​ ​(aq )  + ​H​3​​​O​​ ​(aq)​
do ponto de equivalência. Como a zona de viragem do indicador (verde de bromocresol) está con-
− 3 × 50 × 10
n H SO _____ −3
n​ NaOH ​]e​​ [​​​​ ​H SO​​ ]​e​​×​​ 25,00 × 10
0,10
− +
_____ 2 4
​​[​C=6​ ​​​H
________________ 5​​​COO​​ ⇔ c H3​ ​​​O _
−3
= _______________
2,5 × ​10​​ ​ ⇔c = 0,10 mol dm − 3 tida no intervalo de pH que corresponde àquela variação, este indicador pode ser utilizado para
20.2. ​​​​K​​a1​​  = ​       2 2 4
 ​  ⇔ ​ K​a​​  = ​   ​  
  2 Ka​​​  = 0,026​ H SO
⇔ ​ 2 4

​​[​C6​ ​​​H5​ ​​COOH]e​​ ​​ 0,0975 assinalar o ponto de equivalência da titulação em causa.


28.
21. ​​​​[​H3​ ​​​O+​​ ​]​  = ​10​​− 3,4​  = 3,98 × ​10​​− 4​​ mol dm​​− 3​ 27.
28.1. c ácido × 20,00 × 10 − 3 = 15,10− 14 × 10 − 3 × 0,123 ⇔ c
− 10 ácido
= 0,0929 mol dm − 5
−3

​Kw​ ​​  = ​K​a​​  × ​K​b​​  ⇔ 1,00 × ​10​​ ​  = ​K​a​​  × 5,6 × ​10​​ ​  ⇔ ​ Ka​​​  = 1,79 × ​10​​ ​ No ponto de equivalência:
c = __ n ⇔ 0,0929 = __ n ⇔ n = 0,0929 mol
​​[​CH​3​​​COO​​ ​]e​​ [​​​​ ​H3​ 1​​​O​​ ]​e​​ ​​
− + − 4 2
V________________ − 5 ​(3,98  × ​10​​ ​)​​ ​
____________ − 3 n H 2SO4 _____
n 0,10 × 50 × 10 − 3
​Ka​​​  == ​ 0,0929
       ​  ⇔ 1,79 × ​10​​ ​  = ​       ​  ⇔ ​​[​CH​3​​COOH]​​e​​  =  0,00885​mol dm​​ ​ _____ = NaOH ⇔ c × 25,00 × 10 − 3 = _______________ ⇔ c H SO = 0,10 mol dm − 3
m ​​[​CH​3×​​C122,13
OOH]​​e​​ = 11,34 g ​​[​CH​3​​COOH]​​e​​ 1 2 H 2 SO 4
2 2 4

− 4 − 3 − 3


​​[​CH​3​​COOH]​​inicial​​  = 0,00885 + 3,98 × ​10​​ ​  = 9,25 × ​10​​ ​​mol dm​​ ​ 28.
− 4
28.1. c ácido × 20,00 × 10 − 3 = 15,10 × 10 − 3 × 0,123 ⇔ c ácido = 0,0929 mol dm − 3
α = ​ _
3,98 × ​10​​ ​
− 3
× 100 = 4,30%​
 ​  
9,25 × ​10​​ ​ n ⇔ n = 0,0929 mol
n ⇔ 0,0929 = __