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ENGENHARIA CIVIL Concreto Protendido

AULA 6 - Determinação
da Força de Protensão

1
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Estimativa de forças de protensão

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Estimativa de P∞
• P∞: valor que corresponde àquele que
deve permanecer após todas as perdas
de protensão, de modo a atender aos
requisitos estabelecidos para uma
estrutura ou um elemento estrutural
durante toda a sua vida útil.
• Calculado a partir dos estados limites
de serviço 3
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Estimativa de P∞
• Parâmetros para a estimativa de P∞,est:
a) Ações sobre a estrutura, características dos materiais,
dados geométricos da estrutura, e seção transversal
estabelecida para a peça, a partir de dados obtidos da
experiência ou de pré-dimensionamento;
b) Esforços devidos às cargas permanentes e variáveis;
c) Grau de protensão estabelecido;
d) Outras limitações de esforços ou tensões no concreto e na
armadura, especificadas em normas técnicas peculiares ao
tipo de estrutura considerada ou dadas pela experiência
prática;
e) Estimativas das perdas de protensão imediatas e
progressivas na armadura ativa.
4
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Forças de protensão

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Estimativa de P∞
• Para as situações comuns na prática, tem-se
as seguintes ações:
• g1 = peso próprio do elemento estrutural;
• g2 = carga permanente adicional;
• q1 = carga variável principal;
• q2 = carga variável secundária;
• P∞ = força de protensão estimada após todas as
perdas.
• Admitamos que as tensões normais de tração
causadas pelos carregamentos ocorram na
borda inferior (vigas simplesmente apoiadas).
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Protensão completa

7
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Protensão limitada

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Limites de tensão na armadura


• Valores limites por ocasião da operação de
protensão (do estiramento da armadura):
• Na pré-tração:
ì0,77 f Ptk ì0,77 f Ptk
σ Pi,lim RN £í σ Pi,lim RB £í
î0,90 f Pyk î0,85 f Pyk
• Na pós-tração:
ì0,74 f Ptk ì0,74 f Ptk
σ Pi,lim RN £í σ Pi,lim RB £í 9
î0,87 f Pyk î0,82 f Pyk
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Limites de tensão na armadura


• Valores limites ao término da operação
de protensão:
• Na pré-tração ou pós tração:

ì0,74 f Ptk ì0,74 f Ptk


σ P0,lim RN £í σ P0,lim RB £í
î0,87 f Pyk î0,82 f Pyk

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Limites de tensão na armadura


• Valores limites ao término da operação
de protensão:
• Na pré-tração ou pós tração:
ì0,74 f Ptk ì0,74 f Ptk
σ P0,lim RN £í σ P0,lim RB £í
î0,87 f Pyk î0,82 f Pyk

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Determinação de Pi
P¥ ,est
Pi,est =
(1 - ΔParb )
Pi,est
A P,est = ® A P,ef ® Pi,ef
σ Pi,lim
Pi,ef = Pi = A p,ef . σ Pi,lim
DParb » 30% (exceto por atrito) 12
coeficiente de ponderação de cargas permanentes de mesma origem, em um dado carregamento,
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deve ser o mesmo ao longo de toda a estrutura. A única exceção é o caso da verificação da
estabilidade como corpo rígido.

Tabela 3.6 - Coeficiente f f1 . f3 (NBR 6118, Tabela 11.1).


Ações
Combinações Recalques de
Permanentes Variáveis Protensão
de ações apoio e
(g) (q) (p)
retração
D F G T D F D F
Normais 1,4a) 1,0 1,4 1,2 1,2 0,9 1,2 0
Especiais ou de
1,3 1,0 1,2 1,0 1,2 0,9 1,2 0
construção
Excepcionais 1,2 1,0 1,0 0 1,2 0,9 0 0
onde: D é desfavorável, F é favorável, G representa as cargas variáveis em geral, T é temperatura.
a) Para as cargas permanentes de pequena variabilidade, como o peso próprio das estruturas,
especialmente as pré-moldadas, esse coeficiente pode ser reduzido para 1,3.

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onde: D é desfavorável, F é favorável, G representa as cargas variáveis em geral, T é temperatura.
a) Para as cargas permanentes
ENGENHARIA CIVIL de pequena variabilidade, como o peso próprio das estruturas, Concreto Protendido
especialmente as pré-moldadas, esse coeficiente pode ser reduzido para 1,3.

Tabela 3.7 - Valores do coeficiente f2 (NBR 6118, Tabela 11.2).


f2
Ações a)
o 1 2
Locais em que não há predominância de pesos de
equipamentos que permanecem fixos por longos
0,5 0,4 0,3
períodos de tempo, nem de elevadas concentrações
de pessoasb)
Cargas acidentais
Locais em que há predominância de pesos de
de edifícios
equipamentos que permanecem fixos por longos
0,7 0,6 0,4
períodos de tempo, ou de elevada concentração de
pessoasc)
Biblioteca, arquivos, oficinas e garagens 0,8 0,7 0,6
Vento Pressão dinâmica do vento nas estruturas em geral 0,6 0,3 0
Variações uniformes de temperatura em relação à
Temperatura 0,6 0,5 0,3
média anual local
) Para o alore de 1 relativos às pontes e principalmente para os problemas de fadiga, ver seção 23;
b) Edifícios residenciais;
c) Edifícios comerciais, de escritórios, estações e edifícios públicos.

21/09/2020
Os valores das Tabelas 11.1 e 11.2 podem ser modificados em casos especiais aqui não
14
contemplados, de acordo com a ABNT NBR 8681. O valor do coeficiente de ponderação de cargas
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Definições de Estados-Limites

ELS - Estado Limite de Serviço

Estado Limite de formação de Fissuras


ELS - F Estado em que se inicia a formação de fissuras. Admite-se que este estado-limite é
atingido quando a tensão de tração máxima na seção transversal for igual a fct,f .

Estado Limite de Abertura de Fissuras


ELS - W Estado em que as fissuras se apresentam com aberturas iguais aos máximos
especificados por Norma (NBR 6118/2014 - Item 13.4.2).

Estado Limite de Descompressão


Estado no qual, em um ou mais pontos da seção transversal, a tensão normal é nula,
ELS - D
não havendo tração no restante da seção. Verificação usual no caso do concreto
21/09/2020 protendido. 15
Verificação e Combinação das ações
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4- Seguir NBR 6118:2014: Que recomenda qual o tipo de verificação que deverá ser
feita em CP, bem como quais combinações de ações devem ser consideradas.

COEFICIENTES DE PONDERAÇÃO f2 (ELS) CQP


Combinação Quase Permanente
Combinação PP SQg SQq
CF
CQP 1,0 1,0 2
Combinação Frequente
CF 1,0 1,0 1 CR
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CR 1,0 1,0 1,0 Combinação Rara 16
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Verificação e Combinação das ações
4- Portanto a Carga de Combinação (Qcomb) varia de acordo com a
combinação:
• Combinação Quase Permanente (CQP):

𝑄 𝑃𝑃 𝑆𝑄𝑔 𝑆𝑄

• Combinação Frequente (CF):

𝑄 𝑃𝑃 𝑆𝑄𝑔 𝑆𝑄

• Combinação Rara (CR):

𝑄 𝑃𝑃 𝑆𝑄𝑔 𝑆𝑄
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Quadro Resumo Fórmulas

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1- Exemplo Numérico
1 - Calcule a Carga Inicial (Pi) de Protensão para os 3 níveis de protensão. Nível de protensão:
Dados: Viga em Pista de Protensão; d p = 18 cm (meio do vão). COMPLETO

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1- Exemplo Numérico
• Exemplo 2 – Protensão LIMITADO
1 - Calcule a Carga Inicial (Pi) de Protensão para os 3 níveis de protensão.
Dados: Viga em Pista de Protensão; d p = 18 cm (meio do vão).

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1- Exemplo Numérico
• Exemplo 3 – Protensão PARCIAL
1 - Calcule a Carga Inicial (Pi) de Protensão para os 3 níveis de protensão.
Dados: Viga em Pista de Protensão; d p = 18 cm (meio do vão).

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ESCOLHA DA ARMADURA ATIVA Escolha da Armadura Ativa


9- O próximo passo é a escolha do Aço de Protensão (armadura ativa),
atuará provocando principalmente compressão onde há tração. São a
fabricados com alta resistência, para contornar o problema das per
imediatas e ao longo do tempo na protensão das peças.

O próximo passo é a escolha do Aço


de Protensão (armadura ativa), que
atuará provocando principalmente
compressão onde há tração. São aços
fabricados com alta resistência, para
contornar o problema das perdas
imediatas e ao longo do tempo na
protensão das peças.
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Escolha da Armadura Ativa

Protensão de laje com monocordoalha engraxada dentro de bainha plástica (PEAD).

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Protensão de laje com cordoalhas dentro de bainha metálica. 23
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Para tanto, deve-se escolher entre os seguintes aços de protensão,


através das tabelas de fabricantes:
• Fios para Protensão Aliviados (RN) e Estabilizados
(RB) (pré-tração);
• Cordoalhas de 3 e 7 Fios Estabilizados (RB) (pós-
tração aderente);
• Cordoalhas de 7 Fios Engraxadas e Plastificadas
(exclusivo para pós- tração não aderente).

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Tensão / Força Inicial de Protensão


10- Depois de escolhida a armadura ativa (de protensão), procede-se com
o cálculo da quantidade de aços de protensão que deverão ser utilizados.
Contudo, há duas formas de se realizar esse cálculo, por meio da Tensão
Inicial de Protensão na Cordoalha , em MPa, ou através da Força
Inicial de Protensão na Cordoalha , em kN. Sendo que para ambos os
métodos, faz-se necessário utilização de tabelas dos fabricantes de aços de
protensão, para retirar os dados necessários, além dos coeficientes (K), a
depender do tipo de protensão empregado, segundo NBR 6118:2014.

1º Método 2º Método
𝐾 𝑓 𝐾 𝑃
𝑃
(MPa) 𝐾 𝑓 (kN) 𝐾 𝑃
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1º Método – Tensão Inicial de Protensão


na Cordoalha
• Observe o seguinte esquema para cálculo da Tensão
Inicial de Protensão na Cordoalha (𝜎!" ), sendo: 𝜎!" =
𝐾×𝑓#$ ; 𝜎!" = 𝐾×𝑓%$ ;

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1º Método: Tensão
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11- Observe o seguinte esquema para cálculo da Tensão Inicial de
Protensão na Cordoalha , sendo: ; .
K
Tipo
RN RB

0,77 0,77

Pré-Tração
(MPa) 0, 0 (MPa) 0, 5

0,74 0,74
Pós-Tração
(Aderente)
(MPa) 0, 7 (MPa) 0, 2

0, 0
Pós-Tração
(Não Aderente)
(MPa)
21/09/2020 0, 27
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1º Método: Tensão
11- Com a armadura escolhida, adotar:

𝑘𝑁
𝑓
𝑚

(MPa)
𝑘𝑁
𝑓
𝑚
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1º Método: Carga atuante na Cordoalha (Pic)


11- Procede-se com o cálculo da Carga atuante em cada Cordoalha
(Pic):

kN

Á ea M ima de Se T a e al da A mad a A i a E c lhida m

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2º Método – Força Inicial de Protensão na


Cordoalha
• Esse método é mais simples do que o 1º, visto que não é
necessário o emprego de cálculos para se encontrar o
valor da Carga atuante em cada Cordoalha (Pic); pois
esse dado pode ser extraído direto do fabricante.

O fabricante escolhido é: ArcelorMittal

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2º Método: Força 𝑷𝒊
Fios para Protensão Aliviados (RN) e Estabilizados (RB) (Pré-Tração) - ArcelorMittal

Fonte: Catálogo ArcelorMittal (Belgo)


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Ptk Pyk 31
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2º Método: Força 𝑷𝒊
Cordoalhas de 3 e 7 Fios Estabilizadas (RB) (Pós-Tração Aderente) - ArcelorMittal

21/09/2020 Fonte: Catálogo ArcelorMittal (Belgo)


Ptk Pyk
32
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2º Método: Força 𝑷𝒊
Cordoalhas de 7 Fios Engraxadas e Plastificadas (Pós-Tração não Aderente)- ArcelorMittal

Fonte: Catálogo ArcelorMittal (Belgo)


21/09/2020
Ptk Pyk 33
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2º Método – Tensão Inicial de Protensão


na Cordoalha
• Observe o seguinte esquema para cálculo da Força
inicial de Protensão da Cordoalha 𝑃!" ), sendo: 𝑃!" =
𝐾×𝑃#$ ; 𝜎!" = 𝐾×𝑃%$ ;

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2º Método: Força 𝑷𝒊
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12- Observe o seguinte esquema para cálculo da Força Inicial de
protensão na Cordoalha 𝑷𝒊 , sendo: 𝑃 𝑲 𝑃 ;𝑃 𝑲 𝑃 .
K
Tipo
RN RB

0,77 𝑃 0,77 𝑃

Pré-Tração 𝑃 𝑃
𝑘𝑁 0,90 𝑃 𝑘𝑁 0,85 𝑃

0,74 𝑃 0,74 𝑃
Pós-Tração
(Aderente) 𝑃 𝑃
𝑘𝑁 𝑘𝑁
0,87 𝑃 0,82 𝑃

0,80 𝑃
Pós-Tração
𝑃
(Não Aderente)
𝑘𝑁
0,88 𝑃
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2º Método: Força
12- Com a armadura escolhida, adotar:

𝑲 𝑃 𝑘𝑁

𝑃
𝑘𝑁

𝑲 𝑃 𝑘𝑁

No 2° Método, o Pip aqui adotado, torna-se o Pic (Carga atuante em cada


Cordoalha)!

21/09/2020 𝑃 𝑃 36
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Quantidade de Cordoalhas
• Calcula-se a Quantidade de Cordoalhas (Qtde Cord.)
que a peça necessitará, baseado no Nível de Protensão,
no Pi (Carga Inicial de Protensão) e no Pic (Carga
atuante em cada Cordoalha) calculado anteriormente.

21/09/2020 37
necessitará, baseado no Nível de Protensão, no Pi (Carga Inicial d
Protensão) ENGENHARIA
e no CIVIL
Pic (Carga atuante em cada Concreto
Cordoalha)
Protendidocalculad
anteriormente.

• Nível Parcial:

𝑃
𝑄𝑡𝑑𝑒 𝐶𝑜𝑟𝑑. 𝐴𝑟𝑟𝑒𝑑𝑜𝑛𝑑𝑎𝑟 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑩 !
𝑃

• Nível Limitado ou Completo :

𝑃
𝑄𝑡𝑑𝑒 𝐶𝑜𝑟𝑑. 𝐴𝑟𝑟𝑒𝑑𝑜𝑛𝑑𝑎𝑟 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑪 !
𝑃
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ENGENHARIA CIVIL Concreto Protendido

Observação!
• No caso específico do sistema de Pós-Tração Aderente,
são utilizadas bainhas metálicas que acomodarão em seu
interior as cordoalhas, portanto, é necessário calcular
sua quantidade. Já para os demais sistemas de
protensão, não há esse cálculo, por não possuir bainhas
metálicas.

21/09/2020 39
bainhas metálicas que acomodarão em seu interior as cordoalhas,
ENGENHARIA CIVIL Concreto Protendido
portanto, é necessário calcular sua quantidade. Já para os demais sistemas
de protensão, não há esse cálculo, por não possuir bainhas metálicas.

Sistema Qtde Cordoalhas

Pré-Tração 𝑄 𝑑𝑒 𝐶 𝑑.

Pós-Tração Aderente 𝑄 𝑑𝑒 𝐶 𝑑. 𝑁º 𝑁º ./

Pós-Tração Não Aderente 𝑄 𝑑𝑒 𝐶 𝑑.

: 𝑁º 𝑄 𝑑𝑒 𝑑𝑒 𝐵𝑎 ℎ𝑎 𝑀𝑒 á 𝑐𝑎 𝑎𝑑𝑎 ;
21/09/2020 𝑁º ./ 𝑄 𝑑𝑒 𝑑𝑒 𝐶 𝑑 𝑎 ℎ𝑎 𝐵𝑎 ℎ𝑎. 40
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Procede-se com a escolha da bainha metálica,


no qual deve-se escolher a quantidade de
cordoalhas que se acomodarão dentro das
bainhas (𝑵º𝑪𝑶𝑹𝑫./𝑩𝑨𝑰𝑵𝑯𝑨). O quadro a seguir é
um modelo apenas para Cordoalhas 7 fios
(para sistema pós-aderente e sem
aderência), para diâmetros de cordoalhas
12,7 mm e 15,2 mm.
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15- Neste passo, procede-se com a escolha da bainha metálica, no qual deve-se
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escolher a quantidade Concreto
de cordoalhas que se acomodarão dentro dasProtendido
bainhas
( º𝑪 𝑫./𝑩𝑨 𝑯𝑨). O quadro abaixo é um modelo apenas para Cordoalhas 7 fios (para
sistema pós-aderente e sem aderência), para diâmetros de cordoalhas 12,7 mm e
15,2 mm.

º𝑪 𝑫./𝑩𝑨 𝑯𝑨

21/09/2020 42
Fonte: Catálogo Protende Sistemas e Métodos
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SISTEMAS DE ANCORAGEM - ATIVAS


• Após a definição da quantidade de Bainhas que deverão
ser utilizadas, o próximo passo é escolher o sistema de
ancoragem que será empregado para protensão da peça.
Para protensão em pós-tração aderente e não aderente,
segundo catálogo da Protende, temos os seguintes
dispositivos de ancoragem.

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Sistemas de Ancoragem - AtivasConcreto Protendido
ENGENHARIA CIVIL
16- Após a definição da quantidade de Bainhas que deverão ser utilizadas, o
próximo passo é escolher o sistema de ancoragem que será empregado para
protensão da peça. Para protensão em pós-tração aderente e não aderente,
segundo catálogo da Protende, temos os seguintes dispositivos de ancoragem.
SISTEMAS DE ANCORAGEM - ATIVAS

Fonte: Catálogo Protende Sistemas e Métodos

21/09/2020 44
ENGENHARIA CIVIL Concreto Protendido

SISTEMAS DE ANCORAGEM - PASSIVAS


• Com o Tipo de Ancoragem escolhido, bem como a
quantidade de cordoalhas por bainha, define-se também
os dispositivos de Ancoragem Passiva, se houver.

21/09/2020 45
ENGENHARIA CIVIL Concreto Protendido

Sistemas de Ancoragem - Passivas


16- Com o Tipo de Ancoragem escolhido, bem como a quantidade de

SISTEMAS DE ANCORAGEM - PASSIVAS


cordoalhas por bainha, define-se também os dispositivos de Ancoragem
Passiva, se houver.

21/09/2020 46
Fonte: Catálogo Rudloff
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Sistemas de Emendas
• E quando houver necessidade usar dispositivos de
emendas.

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ENGENHARIA CIVIL Concreto Protendido
Sistemas de Emendas
16- E quando houver necessidade usar dispositivos de emendas.

21/09/2020 48
Fonte: Catálogo Rudloff
ENGENHARIA CIVIL Concreto Protendido

• Por exemplo, com 9 cordoalhas 7 fios (12,7 mm) por


bainha, e escolhendo o Tipo de Ancoragem MTC, as
características do sistema de ancoragem serão:

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Sistemas
ENGENHARIA CIVIL de Ancoragem Concreto Protendido
16- Por exemplo, com 9 cordoalhas 7 fios (12,7 mm) por bainha, e escolhendo o Tipo
de Ancoragem MTC, as características do sistema de ancoragem serão:

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Fonte: Catálogo Protende Sistemas e Métodos
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Pi real , P0 , P
17- Observe o esquema:
𝑃𝐷 . 𝑃𝐷 .
𝑃 𝑃 𝑃

𝑃𝐷

18- Calcular a Carga de Protensão Inicial Real (Pi real) que atua na
peça, devido a força exercida pela ação conjunta das cordoalhas:

𝑃 𝑃 𝑄𝑑 𝐶 𝑑. 𝑁

19- Calcular a Carga de Protensão após as Perdas Imediatas (P0) e a


Carga de Protensão após as Perdas Progressivas (P ).

21/09/2020 𝑃 𝑃 1 𝑃𝐷 . 𝑁 𝑃 𝑃 1 𝑃𝐷 𝑁 51
ENGENHARIA CIVIL Concreto Protendido

Pi real , P0 , P
20- Adotar:

𝑃𝐷
𝑃𝐷 25% 0,25 𝑃𝐷 . ≅
3
𝑵 : 𝑃𝐷 𝑃𝑒𝑟𝑑𝑎𝑠 𝑇𝑜𝑡𝑎𝑖𝑠;
𝑃𝐷 . 𝑃𝑒𝑟𝑑𝑎𝑠 𝐼𝑚𝑒𝑑𝑖𝑎𝑡𝑎𝑠;
1 𝑃𝐷
𝑃𝐷 . 𝑃𝑒𝑟𝑑𝑎𝑠 𝑃𝑟𝑜𝑔𝑟𝑒𝑠𝑠𝑖𝑣𝑎𝑠 1
1 𝑃𝐷 .

21- As Cargas de Protensão após as Perdas Imediatas (P0) e após as


Perdas Progressivas (P ) são utilizadas para cálculo e análise dos
Estado em Vazio e Estado em Serviço, respectivamente.

𝑃 𝐸𝑠𝑡𝑎𝑑𝑜 𝑒𝑚 𝑉𝑎𝑧𝑖𝑜
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𝑃 𝐸𝑠𝑡𝑎𝑑𝑜 𝑒𝑚 𝑆𝑒𝑟𝑣𝑖ç𝑜
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Exercício 5
2- Exem
• Calcule a armadura de protensão para uma 2 - viga de de protensão
Calcule a armadura

ponte em região marinha. Apresentar a Carga de


a Carga de Protensão após as Perd
Dados: Pós-Tração Aderente; Nível

2- Exemplo Numérico
CP 190 RB (12,7 mm).
Protensão após as Perdas Imediatas (P0) e após as
Perdas
2 - Calcule Progressivas
a armadura (P
de protensão para uma ).
viga de

ponte em região marinha. Apresentar
a Carga de Protensão após as Perdas Imediatas (P ) e após as Perdas Progressivas (P ).
0
Dados:
Dados: Pós-Tração
Pós-Tração Aderente;
Aderente; Nível Limitado;
Nível Limitado; d p = 21 d’p
cm = 21 cm
(meio (meioAço:
do vão); do vão); Aço: Cordoalha
Cordoalha
CPRB
CP 190 190 RBmm).
(12,7 (12,7 mm).

21/09/2020 53
aderente).
ENGENHARIA CIVIL Concreto Protendido

6- Carga de Protensão máxima por cordoalha:

Ptk Pyk
2º Método
𝐾 𝑃
𝑃
(kN) 𝐾 𝑃
21/09/2020 54
modarão as cordoalhas 11-
deCalcular
protensão. Por razões
a Carga de Protensão
ENGENHARIA CIVIL
econômicas
Inicial RealConcreto
(Pi real):Protendido e de
nto a utilização do macaco hidráulico, º º teremos a quantidade
138,38
./ 3 7 2.905,98 de
entadas para 21, para que cada
12- Por bainha
fim, calcula-se a Cargaacomode
de Protensão após7 ascordoalhas.
Perdas Imediatas (P ) 0
e a Carga de Protensão após as Perdas Progressivas (P ).
:
0,25
25% 0,25 . 0,083
3 3

1 . 2905,98 1 0,083 2. 663,82


𝑄 𝑑𝑒 𝐶𝑜𝑟𝑑. 21
𝑁º 3 𝐵𝑎𝑖𝑛ℎ
1
𝑁º 2905,98
./ 1 0,25
72.179,49
5

Catálogo21/09/2020
Protende Sistemas e Métodos
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