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O Sistema Nacional de Unidades de Conservação - SNUC é o

conjunto de diretrizes que viabilizam tanto a criação quanto a


gestão de Unidades de Conservação (UCs), a partir da
participação dos três níveis de governo – estadual, federal e
municipal – e também da iniciativa privada, garantindo maior
preservação ambiental no Brasil. O SNUC estabelece 12
categorias de Unidades de Conservação, que se diferenciam
quanto à forma de proteção e aos usos permitidos. Ele foi criado
pela Lei nº 9.985, de 18 de julho de 2000, e gerado como resposta
ao art. 225, inciso I, do Capítulo VI da Constituição Federal, que
determina a definição de espaços e componentes protegidos, ou
seja, a proteção de espaços naturais e seus recursos. Alguns dos
objetivos do SNUC são a proteção de espécies ameaçadas de
extinção, a conservação das variedades de espécies biológicas
e seus recursos genéticos, a preservação de ecossistemas
naturais e a promoção do desenvolvimento sustentável. (Texto
do livro da disciplina).
Segundo registra o infográfico abaixo, (extraído do livro da
disciplina), estas são as características do SNUC. Entre elas
temos a proteção de áreas e definição de Unidades de
Conservação. Com base nisso é certo dizer que é, entre outros,
objetivo do SNUC
Criar mecanismos de apoio à cultura indígena.

Promover estudos específicos para desenvolvimento da Amazônia.

Contribuir para a educação sobre a sustentabilidade.

Contribuir para a conservação das variedades de espécies biológicas.

Promover o desenvolvimento sustentável a partir do agronegócio.

Pergunta 2

Contextualização da questão

Dois são os documentos mais conhecidos no contexto ambiental, o EIA e o


RIMA, mas não se pode descurar da existência de um terceiro documento, este
por nome de Relatório de Impacto de Vizinhança – RIV. Urge dizer que na seara
do Direito Civil há um estudo que ampara os aspectos do direito de vizinhança,
contudo, apesar da identidade de nomenclaturas, são elas aqui estudadas de
forma a serem de áreas diferentes dentro do Direito, vez que o RIV se refere à
construção de qualquer empreendimento imobiliário, principalmente em áreas
urbanas, o qual possa causar impactos positivos ou negativos em todo o seu
entorno. (Imagem free, por Pixabay)

I. O RIV é documento análogo ao EIA, visto que ambos possuem


função propedêutico (estudo prévio), no contexto ambiental.
PORQUE
II. Possuem, porém, diferenças no que diz respeito ao objeto de
estudo. O RIV analisa impactos no contexto especialmente
urbano. O EIA, impactos ambientais totais.
Assinale abaixo a opção que apresenta a análise correta.

A asserção I é falsa, e a II é verdadeira.

As asserções I e II são verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta


da I.

A asserção I é verdadeira, e a II é falsa.

As asserções I e II são falsas.

As asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I

Pergunta 3
É de todo conhecimento e de larga procura a satisfatividade de
água “de graça”, através de veios, mananciais subterrâneos de
água, através da perfuração de poços Brasil à fora. Não se consta
em anais de registro que as pessoas que se servem dessa água
busquem autorização para a dita perfuração do seu poço. Os
veios d’água subterrâneos, assim como tudo que nessa esfera se
encontra, é bem público segundo consta na Constituição da
República Federativa do Brasil. A questão que advém do
contexto é saber de quem é a competência para fiscalizar essa
atividade (perfuração de poços). Decisum do STJ, dá-nos a
assertividade, para um caso específico, que é lícito ao município
fiscalizar e coibir perfurações de poços quando não autorizados.
Tal decisão abarcou parecer do Ministério Público nesse sentido.
I. A decisão entendeu ser possível o município coibir a perfuração
e exploração de poços artesianos, no exercício legítimo de seu
poder de polícia.
PORQUE
II. O MP entendeu, através de Parecer, que é da competência
municipal a fiscalização para perfuração de poços artesianos.
Assinale abaixo a opção que apresenta a análise correta.

As asserções I e II são falsas.


As asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I

As asserções I e II são verdadeiras, mas a II não é uma justificativa


correta da I.

A asserção I é verdadeira, e a II é falsa.

A asserção I é falsa, e a II é verdadeira.

Pergunta 4

Em que pese a existência de dois documentos de caráter


autotizativo de atividade ambiental – EIA e RIMA, certo é que
outro documento não pode ser desmerecido, qual seja o RIV
(Relatório de Impacto de Vizinhança). Este, (diferentemente do
estudo específico na seara civilista, que diz respeito ao direito de
vizinhança, sendo este o conjunto de direitos e obrigações, de
caráter propter rem, que peculiariza a existência de prédios
contíguos ou não, mas que a atividade de um proprietário que
venha a causar danos à saúde, sossego ou segurança de um
vizinho, deve ser coibida), se refere à construção de qualquer
empreendimento imobiliário, principalmente em áreas urbanas, o
qual possa causar impactos positivos ou negativos em todo o seu
entorno. (Texto do livro da disciplina. (Imagem de Free-Photos
por Pixabay)
I ASSERTIVA: O EIV tem função semelhante ao EIA, sendo
também um documento que esboça um estudo prévio na seara
ambiental.
PORQUE
II ASSERTIVA: Enquanto o EIA compreende a identificação e
análise dos impactos no meio ambiente, o EIV analisa os
impactos de determinada atividade no contexto urbano, relativos
ao entorno da atividade pretendida.

As asserções I e II são verdadeiras e a II é uma justificativa correta da I

As asserções I e II são verdadeiras, mas a II não é uma justificativa


correta da I.

As asserções I e II são falsas.

A asserção I é falsa, e a II é verdadeira.

A asserção I é verdadeira e a II é falsa.

Pergunta 5

Assinale abaixo a opção que apresenta a análise correta.

Fato comum por todo o Brasil é a perfuração de poço artesiano


em áreas rurais e, inclusive, urbanas. Resta dizer que poucos são
aqueles que se servem da autorização para tal, mesmo sabendo
que os veios de água abaixo do solo é bem público, regulado
pelos estados, segundo a CRFB. Texto da ANA, mostra que a
“Segunda Turma (STJ), discutiu (REsp 994.120) os limites da
competência fiscalizatória municipal relacionada à perfuração de
poço artesiano e sua exploração por particular. A questão teve
início quando o município de Erechim (RS) autuou um
condomínio e lacrou o poço artesiano. O condomínio recorreu ao
Judiciário, e o tribunal estadual entendeu que a competência do
município para fiscalizar referia-se, exclusivamente, à proteção
da saúde pública. No recurso ao STJ, o Ministério Público
estadual afirmou ser legal o ato da prefeitura.”
I ASSERTIVA: A decisão entendeu ser possível o município coibir
a perfuração e exploração de poços artesianos, no exercício
legítimo de seu poder de polícia.
PORQUE
II ASSERTIVA: A Segunda Turma concordou que o município tem
competência para fiscalizar a exploração de recursos hídricos.
Assinale abaixo a opção que apresenta a análise correta.

A asserção I é falsa, e a II é verdadeira.

As asserções I e II são falsas.

As asserções I e II são verdadeiras e a II é uma justificativa correta da I

A asserção I é verdadeira e a II é falsa.

As asserções I e II são verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta


da I.

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