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INTRODUÇÃO

O presente trabalho é fruto de algumas investigações por nós feita, com objetivo
de realçar sobre Os Desafios da Economia Angolana Durante e Pós a Covid-19.
A pandemia em referência é uma crise humanitária de escala global. O vírus
continua a se espalhar pelo mundo, submetendo os sistemas de saúde a um estresse sem
precedentes na batalha para salvar vidas. A dimensão humana dessa tragédia deve piorar
à medida que o vírus se espalha para países de baixa renda com sistemas de saúde mais
frágeis. A Pandemia de COVID-19 em Angola foi confirmada em 21 de março de 2020,
após dois cidadãos angolanos, vindos de Portugal, terem sido diagnosticados com o
vírus.
A maioria dos casos de coronavírus do país, concentram-se na província de
Luanda, embora o governo tenha criado centros para quarentena institucional em todas
as províncias do país. Com esta pandemia, o Estado angolano implementou
determinadas medidas para salvaguardar o bem-estar socioeconómico.
ANÚNCIO DO TEMA
Os Desafios da economia angolana durante e pós a Covid-19
JUSTIFICAÇÃO
Escolhemos este tema para apresentar que o Estado angolano não cruzou os braços
quanto a propagação da Covid-19, assim tomando medidas que são os desafios para
salvaguardar o bem-estar socioeconómico sendo que esta pandemia expõe fragilidades
na economia.
FORMULAÇÃO DA PERGUNTA
Sabendo que a propagação da Covid-19 em Angola veio desestabilizar a nossa
economia pondo muitas empresas paradas e a redução dos seus funcionários assim
como na Educação com a queda dos preços do petróleo, emprego e enfraquecimento da
moeda. Motivos são estes que nos levou a fazermos a seguinte pergunta:
Quais são os desafios da Economia angolana durante e pós a Covid-19?
HIPÓTESES
A Covid-19 tem se mostrado resistente diante da economia angolana, atuando em vários
sector que dão o sustento para o desenvolvimento económico do nosso pais. Se o
Estado angolano não tomasse medidas para alavancar a economia durante a
pandemia, estaria em uma decadência económica.
OBJECTIVOS
É foco essencial de toda a pesquisa definir os objectivos do tema em abordagem.
“Toda pesquisa deve ter um objectivo determinado para saber o que se vai
procurar e o que se pretende alcançar.” Aludem, MARCONI & LAKATOS
(2002).
2

GERAL
 Compreender os desafios da economia angolana durante e pós a Covid-19

ESPECÍFICOS

 Aplicar um breve historial do surgimento da Covid-19 em Angola;


 Analisar os impactos da Covid-19 na economia angolana;
 Identificar os sectores, mas afetado pela Covid-19.
MÉTODOS
Indutivo:
“É um processo mental por intermédio do qual, partindo de dados particulares,
suficientemente constatados, infere-se uma verdade geral ou universal, não contida fias
partes examinadas”.1
Portanto, o objetivo dos argumentos indutivos é levar a conclusões cujo conteúdo é
muito mais amplo do que o das premissas nas quais se basearam. Uma característica que
não pode deixar de ser assinalada é que o argumento indutivo, da mesma forma que o
dedutivo, fundamenta-se em premissas. Mas, se nos dedutivos, premissas verdadeiras
levam inevitavelmente à conclusão verdadeira, nos indutivos, conduzem apenas a
conclusões prováveis. Assim, quando as premissas são verdadeiras, o melhor que se
pode dizer é que a sua conclusão é, provavelmente, verdadeira
TÉCNICAS
Observação:
“É uma técnica de coleta de dados para conseguir informações e utiliza os sentidos na
obtenção de determinados aspectos da realidade. Não consiste apenas em ver e ouvir,
mas também em examinar fatos ou fenômenos que se desejam estudar.”2

ESTRUTURA DO TRABALHO
O presenteb trabalho esta escriturado em dois capíutlos, o primeiro capítulo abordamos
os desafios da economia angolana durante a covid-19, onde destacamos o impacto no
sector petrolífero e o segundo capítulo falamos dos desafios da economia angolana pós
covid-19.

DIFICULDADES

1
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria, fundamentos de metodologia científica. 5ªed,
Editora Atlas, São Paulo, p. 86.
2
MARCONI, Marina de Andrade e LAKATOS, Eva Maria, Op.Cit. p.190
3

Na elaboração deste trabalho encontramos dificuldades na revisão da literatura


pelo facto de não encontrarmos bibliografias suficiente, visto que é um tema ainda um
pouco desconhecido.
CAPÍTULO I- OS DESAFIOS DA ECONOMIA ANGOLANA DURANTE A
COVID-19
A crise económica em Angola não é fruto da pandemia atual. Mas a Covid-19
veio complicar uma situação já difícil. Economistas propõem que Angola aproveite o
momento para renegociar o pagamento da dívida externa.
Em Angola, o surto da pandemia do coronavírus está a agravar o nível de vida
de camadas da população com baixos rendimentos, empurradas para os limites da
sobrevivência. Apesar das débeis condições sanitárias, Angola tem felizmente escapado
aos grandes volumes de infeção registados nos outros países. Se fosse de outra maneira,
acrescenta o economista angolano em alusão ao caso de Angola, as infraestruturas de
saúde não aguentariam o impacto da doença. Durante cinco anos, se Angola não pagar
juros, 50% do orçamento pode ser aplicado na diversificação económica, através de
parcerias público-privadas.
Em declarações à DW3 África, o académico Jonuel Gonçalves considera
fundamental a gestão da dívida angolana, necessária para fomentar o investimento em
infraestruturas e na diversificação da economia. O que me parece que continua a
fragilizar a economia de Angola é o facto de que metade do Orçamento Geral do Estado
é para pagar dívida. Enquanto estivermos assim, é metade da capacidade de
investimento que nós temos.
As autoridades angolanas tomaram medidas atempadas para fazer face aos
desafios decorrentes do choque da COVID-19. As medidas de proteção da saúde
pública incluíram a quarentena, o distanciamento social, o encerramento das fronteiras
com exceções limitadas, o encerramento de escolas, restaurantes e eventos públicos,
bem como a limitação dos transportes. O governo aprovou recentemente um orçamento
retificativo prudente para 2020 utilizando um preço de referência do petróleo
conservador. Introduziu também um conjunto abrangente de medidas orçamentais e
monetárias para apoiar as atividades económicas.
Medidas orçamentais
Relativas à ajuda dos mais vulneráveis:
 Isenções fiscais do imposto sobre o valor acrescentado (IVA) e dos
direitos aduaneiros sobre as mercadorias importadas ao abrigo da ajuda
humanitária e sobre os donativos.
 Crédito do IVA relativo a matérias-primas e bens de equipamento
importados para a produção de bens essenciais de consumo.
 Opção de pagamento diferido e isento de juros das contribuições para a
segurança social.
3
DW é uma emissora internacional da Alemanha, com objectivo de informar o que se passa no mundo.
https://www.google.com/amp/s/amp.dw.com/pt-002/o-que-%25C3%25A9-a-dw-%25C3%25A1frica/a-
1936905
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 Regulamentação dos preços de uma lista de produtos médicos.


Relativas à despesa pública:
 Congelamento de 30% das aquisições de bens e serviços não essenciais.
 Redução do número de ministérios de 28 para 21.
 Suspensão de certas despesas de capital não essenciais.
 Diminuição das viagens e dos investimentos imobiliários.
Medidas monetárias
 Apoio adicional à liquidez dos bancos e uma linha de liquidez para a
aquisição de títulos públicos a sociedades não financeiras.
 Um programa de incentivo ao crédito.
 Suspensão temporária dos pagamentos do serviço da dívida.
 Obrigatoriedade de os bancos concederem crédito aos importadores de
bens essenciais.
Os países em desenvolvimento, como Angola, com variados desafios sociais e
ambientais já debilitados antes da pandemia, incluindo sistemas de saúde e sanitário
precários, a fome e a pobreza, têm, acima disso, o desafio de adaptar as medidas de
contenção do vírus, ao mesmo tempo enfrentando uma alta taxa de desemprego e um
avolumado e crescente mercado informal. É notório que alguns sectores estão mais
afetados que outros, mas aqui iremos focar na gestão dos resíduos hospitalares, no
desemprego e no mercado informal, bem como apresentar soluções discutidas em
comunidade para dar resposta a estes desafios a curto e médio prazo.
 Gestão precária de resíduos hospitalares
Antes da situação de calamidade, Angola já enfrentava sérios problemas de
gestão de resíduos, situação que se reflete na má qualidade de vida da população. As
medidas de prevenção da Covid-19 acabam por dramaticamente influenciar o aumento
de resíduos hospitalares plásticos e de uso único, como máscaras cirúrgicas, luvas de
latex, viseiras. Por isso, nos últimos meses tem-se notado um aumento do acúmulo
destes resíduos em zonas de escoamento e que acabam nos solos e nos oceanos. Isto tem
um impacto directo na saúde marinha bem como na dos populares, acrescentando gastos
públicos futuros para compensar a presente debilidade.
 Desemprego
A pandemia da Covid-19 continua a impactar, profundamente, no mercado de
trabalho em Angola, onde se estima que pelo menos sete mil e 240 cidadãos tenham
perdido os seus postos de emprego, entre março de 2020 e março deste ano.
Dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) indicam que, nos últimos três
anos, a taxa de desemprego rondava 8,8 por cento, situação que se tem agudizado, em
todo o país, deixando milhares de famílias sem receitas para suportarem as despesas
correntes. Face à gravidade e duração da pandemia, muitas empresas viram-se forçadas
a reduzir o número de empregados, por falta de sustentabilidade financeira, mostrando-
se, principalmente, incapazes de honrarem os compromissos salariais, em praticamente
todos os sectores. Trata-se, entretanto, de um problema global que afeta centenas de
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Estados, deixando milhares de cidadãos em idade ativa privados de empregos e com


sonhos "arruinados"
 Mercado informal
Para milhares de mulheres e homens, cuja forma de subsistência depende do
sector informal, a ideia de distanciamento social ou de quarentena é um luxo que não
podem alcançar. Sair para vender e correr o risco de ser contagiado por um vírus, ou não
sair e não garantir uma refeição diária, fica no nível de decisão que deixa de ser uma
indecisão: a resposta é que se vai sair, vai-se para a rua, ainda com mais perigos do que
os habituais – tendo em conta a atitude violenta das forças policiais, que têm sido
documentadas em vídeos amadores – e arrisca-se o vírus em troca de uma refeição e
alguns kwanzas no bolso.
A maioria dos angolanos participa no sector informal ou porque é o seu único
meio de subsistência ou porque recorre a este ramo para adquirir bens e serviços. Do
lado de quem tem, no sector informal, a sua forma de obter rendimento, a maioria,
segundo dados do Instituto Nacional de Estatística, são mulheres que, todos os dias,
invadem as praças e as ruas com bancas, banheiras e fardos.
I.1- O Impacto Da COVID-19 no Setor Petrolífero
Segundo a Agência Internacional de Energia (IEA) 4 com o isolamento social
fixado para conter a expansão da COVID-19, a procura por petróleo pode cair em 20%,
equivalente a 20 milhões de barris por dia. Não se conseguindo ainda estimar nem a
duração nem os efeitos económicos da pandemia do coronavírus o preço do petróleo
caiu ao menor patamar em 17 anos. A volatilidade do preço do barril do petróleo já se
tinha iniciado em meados de 2019 com a percepção do mercado de uma oferta maior do
que a procura, assim como das preocupações do mercado com a economia global, com a
hipótese acentuada de o vírus poder corroer gravemente o crescimento económico.
I.2- A ECONOMIA POLÍTICA DESTA CRISE
As restantes, que são a maioria esmagadora, esperam sofrer uma recessão
económica, sendo que as medidas económicas dos governos em reação ao grande
choque, são simplesmente para evitar a queda livre e evitar os piores cenários. Ao
contrário do resto da economia mundial, o Covid-19 atinge Angola e a Guiné Equatorial
num contexto em que ambas economias já lutam contra depressão económica. Se para a
maioria das economias do mundo o Covid-19 é a causa da sua crise económica e social
actual, o mesmo não é válido para Angola. Essa Pandemia é crise sobre crise para
Angola. Pelo nível de fragilidade da economia é como se os Palancas Negras estivessem
apurados para o mundial de futebol com apenas dez jogadores, sem um guarda-redes.
O FMI está em Angola para uma missão de três anos (2018 – 2021) e o principal
objectivo é ajudar o Governo a estabilizar a economia e levar a cabo um conjunto de
reformas estruturais com a finalidade de tornar a economia mais competitiva, retomar o
crescimento económico fora do sector petrolífero. Por outras palavras, o Fundo veio

4
IEA é uma organização internacional sedeada em Paris, ligada para cooperação e desenvolvimento
económico. https://www.google.com/search?q=agencia+internacional+de+energia
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ajudar o Governo a organizar a economia. A implementação das políticas descritas no


Acordo entre o FMI e o Governo de Angola denotam um pressuposto fundamental
segundo o qual a economia não petrolífera, particularmente a produção não petrolífera,
é pouco significativa ainda ao ponto de não haver relação nenhuma entre a recessão
económica que persiste em Angola e a política monetária restritiva (redução sistemática
da quantidade de kwanzas em circulação, diminuição da liquidez, o que se conjuga com
a política de desvalorização da moeda nacional).
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CAPÍTULO II- OS DESAFIOS DA ECONOMIA ANGOLANA PÓS COVID-19


Os desafios são enormes, reconhece o professor António Alberto Neto, líder do
Partido Democrático Angolano (PDA), ilegalizado em 2013. Alberto Neto também
considera o combate à corrupção premente.
Há a necessidade de criar a Alta Autoridade contra a Corrupção. Há a
necessidade de criar as condições constitucionais para que o combate contra a corrupção
seja efetivo. Infelizmente, o coronavírus veio ainda a multiplicar mais as dificuldades
que nós temos para podermos ser um país que possa marcar posições de relevo na
reconquista da soberania pan-africana. Quer seja com José Eduardo dos Santos quer seja
com João Lourenço, há necessidade de saber bem para onde é que nós vamos.
A diminuição das importações poderão beneficiar de uma procura adicional
pelo que achamos o foco da protecção do governo às empresas deve priorizar os
sectores como formas de garantir a segurança alimentar e impedir a agudização da
pobreza extrema que poderá facilmente resvalar para episódios de fome, principalmente
nos centros urbanos.
Para fazer face a esta situação as seguintes medidas devem ser consideradas
(não como um programa de apoio a nível do governo central, mas gerido a nível dos
governos provinciais e administrações municipais). As organizações religiosas e da
sociedade civil poderão servir nesta altura como verdadeiros parceiros do governo na
identificação das famílias mais carenciadas e como fiscalizadoras da implementação
deste tipo de programas.
II.1. Desafios no ramo da agricultura

 Identificação de culturas de segunda época, da produção de animais e pequena


espécie e apoios (meios de transporte, abertura de poços de água,
disponibilização no mercado de motorizadas e electrobombas) a pequenos e
médios produtores agrícolas e pecuários comerciais em zonas próximas dos
centros urbanos.;
 Importação de insumos e de pequenos equipamentos para a agricultura,
fomentando mercados de sementes, de pintos de dia e fertilizantes;
 Mobilização dos produtores para recuperação (limpeza de valas de drenagem) e
constituição de regadios;
 Fomento e apoio imediato de actividades pesqueiras;
 Importação e venda de camiões de pequena tonelagem para distribuição de bens
agrícolas das zonas verdes;
 Criação atempada de sistemas de distribuição alimentar, identificando
populações carenciadas e criando senhas de acesso a produtos;
 Subsidiar o sector dos transportes de passageiros, fundamental para o
funcionamento da economia, incluindo produção, distribuição e consumo
alimentar.
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II.2. Desafios no ramo da Educação

Dos muitos desafios que Angola almeija no ramo da Educação,


destacamos apenas os seguintes:
 O uso das tecnologias digitais;
 A conexão em rede de todas as escolas;
 A forte valorização do trabalho dos professores;
 Constituir para a educação angolana a chave de saída para o enfrentamento dos
grandes desafios contemporâneos.

II.3. Desafios no ramo da Saúde


O sistema de saúde de Angola apresenta enormes deficiências de estruturação e
funcionamento, o que leva à baixa resolubilidade dos seus serviços. Vemba 12, em seu
estudo As Três Dimensões Críticas do Sistema de Saúde Angolano, também conclui que
este sistema não satisfaz as exigências da realidade atual, sendo, por isso, necessária a
sua total reformulação.
Assim, para a inversão da situação, considera-se importante um grande
investimento para (re)construção e reestruturação da rede, para formação e contratação
de recursos humanos e para aquisição de insumos e tecnologias; a regulamentação e a
introdução de reformas que dêem continuidade à descentralização culminante com a
regionalização dos serviços de saúde, entre outras ações. Entre elas, destaca-se a
revitalização dos cuidados primários de saúde, o que proporcionaria um bom
enquadramento para o acesso universal aos cuidados essenciais de saúde.
II.4. Desafios no ramo da Hotelaria e Turísmo
Com perto de 500 hotéis de 3 à 5 estrelas, 1200 pensões, moteis e residencias
albergando cerca de 60 mil quadros, Angola precisa de criar nos próximos tempos perto
de 500.000 empregos, onde o sector do turismo poderá ser o que mais quadros vai
empregar. Para o efeito, a Associação dos Hotéis e Resorts de Angola entende que se
precisa trabalhar mais e falar pouco para que o sector do turismo seja uma área
estratégica para acrescentar valor a economia angolana.
“O grande desafio é fazer com que o turismo venha a absorver nos próximos anoa muita
gente”5

5
https://www.google.com/search?q=Ramiro+Barreira+angola+biografia+wikipedia
9

CONCLUSÃO
Depois de uma pesquisa aprofundada noque tange ao tema escolhido por nós,
chegamos a conclusão que, os desafios continuam sendo necessérios para salvaguadar a
economia nacional de modo a não tornar mas frágil o crescimento económicos, por isso
foram tomadas certas medidas para dar soluções aos estragos causados pela Covid-19.
As perspectivas de crescimento da economia angolana As perspectivas que a
seguir são apresentadas foram elaboradas na base do modelo estrutural existente no
CEIC (um modelo IS-LM-BP) denominado MODUCAN. O MODUCAN é um modelo
de previsão macroeconómica construído com base nas equações do modelo IS/LM, que
trata do equilíbrio simultâneo no mercado de bens e no mercado monetário, ou seja, que
determina os pontos correspondentes à taxa de crescimento do PIB e à taxa de juros.
Tendo em conta que a economia angolana é bastante aberta (com rácio
Exportações/PIB acima dos 50%) incluiu-se no modelo as equações da balança de
pagamentos, incorporando as equações do modelo de 28 Mundell Fleming de uma
pequena economia aberta. O modelo usa as equações da estrutura IS-LM-BP, onde os
equilíbrios nos mercados de bens, monetário e cambial são determinados
simultaneamente.
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REFERÊNCIAS BIBIOGRÁFICAS.
António Carlos Assunção (modelo IS-LM-BP), Macroeconomia Aberta no Curto
prazo.
https://www.google.com/search?q=desafio+da+economia+depois+da+covid-
19+em+Angola
https://www.google.com/search?
q=desafios+de+angola+no+ramo+da+hotelaria+e+turismo
https://www.google.com/search?q=Ramiro+Barreira+angola+biografia+wikipedia
https://www.google.com/amp/s/amp.dw.com/pt-002/o-que-%25C3%25A9-a-dw-
%25C3%25A1frica/a-1936905
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria, fundamentos de metodologia
científica. 5ªed, Editora Atlas, São Paulo.

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