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UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL

SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM SECRETARIADO

PROJETO MULTIDISCIPLINAR EM

SECRETARIADO I

Alessandra Cristina de Souza RGM: 23062720


Daniela Velasco Gomes, RGM: 24352331
Elisangela Holanda Justo, RGM: 25899503
Jakeline Maria da Silva, RGM: 24932442
Lindalva Maria Martins Souza, RGM: 24667731
Marta Aparecida Pereira de Freitas, RGM: 25001311
Nadine Alves Dourado, RGM: 24094366
Priscila Anacleto Rodrigues, RGM: 25066188
Valdecira Figueiredo dos Santos, RGM 18860478
Viviane Freitas Fabio, RGM: 26069687

BRASIL/2021
PROJETO MULTIDISCIPLINAR EM
SECRETARIADO I

BRASIL/2021
LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS

PRSTM Presidência do STM


VPSTM Vice-Presidência
Corregedoria da Justiça Militar da União
GABIM Gabinete dos Ministros
GAPRE Gabinete da Presidência
ENAJUM Escola Nacional Formação Aperfeiçoamento de magistrados da JMU
OUVJMU Ouvidoria da Justiça Militar da União
SEJUD Secretaria Judiciária
SEPLE Secretaria do Tribunal PLENO
SECIN Secretaria de Controle Interno
Secretaria do STM
DORFI Diretoria de Orçamento e Finanças
DIRAD Diretoria de Administração
DITIN Diretoria de Tecnologia da Informação
DIPES Diretoria de Pessoal
DISAU Diretoria de Gestão de Serviços de Saúde
DIDOC Diretoria de Documentação e Gestão do Conhecimento
Auditorias da Justiça Militar da União
LISTA DE FIGURAS

Figura 1: Visão geral .......................................................................................................................... 24


Figura 2: Entrada principal ................................................................................................................ 24
Figura 3: Estátua “A Justiça”, feita em mármore de camadas e meta, Século XX.
Museu da Justiça Militar da União ............................................................................................. 24
Figura 4: Organograma Funcional do STM.............................................................................25
SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO ...................................................................................................... 6

2 HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO ............................................................................ 8

2.1 Dados da Instituição e Formação Histórica .................................................... 8

2.2 Diretrizes da instituição .................................................................................. 9

2.3 Estrutura organizacional............................................................................... 10

2.4 Critérios e Parâmetros Organizacionais ....................................................... 10

2.5 Ramos de Atividades ................................................................................... 12

2.6 Designação das Atribuições e Competências .............................................. 12

3 Produtos e Serviços ............................................................................................ 14

3.1 Dados macroeconômico no segmento de atuação ...................................... 14

4 Participação da Instituição no mercado de concorrência .................................... 14

4.1 Perfil e formação acadêmica dos colaboradores ......................................... 14

4.2 Apresentação dos departamentos e organograma em geral ....................... 15

4. Competências Administrativas ............................................................................. 21

5 ÁREA DE ATUAÇÃO SECRETARIAL ................................................................ 21

6 CONSULTORIA EM SECRETARIADO .............................................................. 21

7 CONSIDERAÇÕES FINAIS ................................................................................ 23

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .......................................................................... 24

ANEXOS ................................................................................................................... 25
6

1 INTRODUÇÃO

Este Projeto Multidisciplinar em secretariado I tem como objetivo


aprofundar o que foi estudado até o momento na prática. Assim, o presente trabalho
possui como objetivo de pesquisa conhecer a área de atuação do STM (SUPERIOR
TRIBUNAL MILITAR).
A Justiça Militar da União é a mais antiga do País, com mais de 200 anos.
Ela decorre da própria existência das Forças Armadas.
Conforme o artigo 124 da Constituição Federal, julga os crimes militares
previstos no Código Penal Militar (CPM), tendo como principais jurisdicionados os
militares das Forças Armadas e, em certos casos, até civis.
Passou a integrar o Poder Judiciário a partir da constituição de 1934 e seus
julgamentos seguem a mesma Sistemática do Judiciário Brasileiro.
Como um de seus primeiros atos em terras brasileiras, Dom João editou Alvará Régio
com força de Lei em 1º de abril de 1808 criando o Conselho Supremo Militar e de
Justiça, composto por três conselhos independentes: o Conselho Supremo Militar, o
Conselho de Justiça e o Conselho de Justiça Supremo Militar.
O Conselho Supremo Militar era responsável por conhecer assuntos relacionados a
soldos, promoções, lavratura de patentes e uso de insígnias. Era composto por
conselheiros de guerra e do almirantado e por oficiais do exército e da armada
convocados para servirem como * vogais.
Já na esfera judicial, o Alvará de 1º de abril incumbiu ao Conselho de Justiça decidir
em última instância sobre as ações impetradas contra réus sujeitos ao foro militar.
Além disso, os processos originados em conselhos de guerra de corpos militares de
todas as capitanias, com exceção das do Pará, Maranhão e domínios ultramarinos,
deveriam ser encaminhados, também, ao Conselho de Justiça, que era composto por
conselheiros de guerra, vogais e 3 ministros togados, que se reuniam ordinariamente
nas tardes de quarta-feira.
O Conselho de Justiça Supremo Militar se reunia extraordinariamente às quintas-
feiras, quando para este fim fosse avisado e requerido por seu juiz relator. Possuía a
competência para julgar em última instância validade das presas feitas por

Vogais, eram Oficiais militares nomeados para compor o Conselho Supremo Militar.
*
7

embarcações de guerra da Armada Real, ou por armadores na forma da legislação


pertinente vigente à época.
Inicialmente, o Conselho Supremo Militar e de Justiça instalou-se em dependências
provisórias do Ministério da Guerra. A partir de 1811, passou a ter sede no Quartel-
General do Exército no Campo de Santana, na cidade do Rio de
Janeiro. De 1881 a 1905, passou a funcionar no torreão da esquina da Rua João
Ricardo, com entrada pela Rua Visconde da Gávea, mas ainda em dependências do
referido Quartel, realizando suas sessões em uma sala da Contadoria-Geral da
Guerra, na cidade do Rio de Janeiro.
8

2 HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO

2.1 Dados da Instituição e Formação Histórica

Superior Tribunal Miliar (STM)

Endereço: Setor de Autarquias Sul, Quadra 01, Praça dos Tribunais Superiores,
70.098-900.

CNPJ: 00.497.560/0001-01

Figura 1: Visão geral

Figura 1: Entrada principal

A Justiça Militar da União é uma justiça especializada prevista na Constituição Federal


no artigo 92, inciso VI. A atuação da Justiça Militar está pautada em regras e leis que
garantem o seu funcionamento como órgão judicial a serviço do interesse público. É
com base em princípios do Direito e da doutrina que tem realizado o julgamento dos
crimes militares, sejam eles cometidos por militares ou por civis.
9

A sua competência está prevista na Constituição Federal de 1988, nos


artigos 122, 123 e 124: julgar os crimes militares previstos em Lei, respaldada, pelo
Código Penal Militar (CPM) e o Código Penal Militar (CPPM).
A Lei 13.491/2017 ampliou a competência da Justiça Militar da União, pois
promoveu relevantes alterações no artigo 9°,§2°, do Código Penal Militar, que,
inovando, passou a dispor sobre hipóteses em que a Justiça Militar passou a ser
competente para processar e julgar militares da Forças Armadas em situações que
anteriormente eram de competência do Tribunal do Júri.

2.2 Diretrizes da instituição

Missão: Processar e julgar crimes militares definidos em Lei a fim de


contribuir para promoção da Justiça.

Visão: Ser reconhecida pela sociedade como instituição de excelência do


Poder Judiciário.

Valores: Ética, Imparcialidade, Acessibilidade, Modernidade, Celeridade,


Responsabilidade Social e Ambiental, Probidade e Transparência.

Figura 3: Estátua “A Justiça”, feita em mármore de camadas e meta, Século XX. Museu da Justiça Militar da União
10

2.3 Estrutura organizacional

Essa parte do trabalho irá falar um pouco mais sobre a estrutura interna
do STM.
A estrutura organizacional de uma instituição, existe para executar a
estratégia da organização, cujos objetivos estratégicos são alcançados pelo resultado
de seus processos.
Nos últimos anos, o ambiente das instituições públicas brasileiras tem
mudado bastante, como reflexo de uma célere e considerável transformação
gerencial, implementada por fatores como, dentre outros: a modernidade tecnológica,
com suas radicais e aceleradas alterações; as maiores facilidades no acesso à
informação pelos servidores e cidadão em geral; a elevação do nível de
profissionalização e de exigências do novo servidor público; e as novas e acentuadas
demandas sociais.
No Poder Judiciário, a busca por uma Justiça mais ágil, transparente,
eficiente, eficaz e efetiva, necessariamente, tem de passar por uma transformação
evolutiva na gestão de seus órgãos e que privilegie a eficiência e os resultados de
seus processos.
Não existe uma estrutura organizacional acabada e nem perfeita, estática,
absorta à evolução tecnológica e de métodos que afetam os processos de trabalho e
às novas exigências que recaem sobre a organização. Ela há de evoluir, se adaptar
às mudanças havidas nos cenários internos e externos à organização.
O Manual de Organização do Superior Tribunal Militar, tem por finalidade
modernizar a estrutura organizacional, servindo como uma ferramenta orientadora,
para os gestores e servidores em geral, no desempenho de suas atividades.

2.4 Critérios e Parâmetros Organizacionais

A arquitetura organizacional do Superior Tribunal Militar é orientada para


os resultados da instituição, servindo de elo entre e estratégia e seus processos, está,
portanto, direcionada para executar a estratégia da instituição e gerar resultados,
contemplando, para isso, concepções que favorecem a construção de cadeias de
comando leves e ágeis, a formação de condutas gerenciais empreendedoras e o
11

desenvolvimento do corpo funcional, e privilegiem a simplicidade, a racionalidade


administrativa, a eficiência e operosidade, observando-se, em sua formulação, os
princípios e técnicas organizacionais, bem como os seguintes critérios e parâmetros:

I - A estrutura orgânica converge para a atividade fim da instituição, sendo


encimada por uma cúpula estratégica (Plenário e Presidência), contando com um
organismo gerencial e operacional finalístico, apoiados por uma estrutura de suporte
administrativo e de suporte técnico- corporativo e de assessoramento especializado
(tecnoestrutura);

II - Existência de uma ambivalência estrutural, como é peculiar na


arquitetura organizacional dos tribunais superiores, contemplando quatorze unidades
autônomas, nucleadas em um Ministro (gabinetes de Ministros), dedicadas à
atividade-fim e apoiadas pela estrutura orgânica central;

III – Hierarquização das unidades do organograma do STM, estrutura em


níveis, com vistas a aproximar os processos decisórios e operacional, agilizar a
tomada de decisões e propiciar eficiência na execução dos processos de trabalho;

IV – Equilíbrio de porte entre unidades de mesmo nível hierárquico, sem


forma rígida, como apropriado, tendo em vista as peculiaridades das atividades por
elas executadas;

V –Otimização da estrutura organizacional, tornando-a mais racional e


eficiente, com a simplificação de níveis hierárquicos pela redução, como possível, de
escalões intermediários excessivos e eliminação de escalões/unidades dissimétricos,
não contemplando vice-diretorias e adjuntos, bem como a discrepância da existência,
dentro de uma mesma unidade orgânica, de uma única coordenadoria ou
coordenadoria com apenas uma seção;

VI – Quantificação dos cargos efetivos de acordo com as competências da


unidade administrativa, os processos, o volume de trabalho, as competências técnico-
profissionais exigidas para o cargo ou função e a natureza técnica do serviço; e

VII – Quantificação dos cargos em comissão e das funções comissionadas;

a) de direção e de chefia, segundo o número de unidades da estrutura; e

b) de assessoramento, de coordenação e de supervisão, com base nos


processos, no volume de trabalho, nas competências das unidades orgânicas, nas
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competências técnico-profissionais exigidas para a função e na natureza técnica do


serviço.

2.5 Ramos de Atividades

Os Superiores Tribunais Militares, na última instância, julgam os crimes


militares cometidos por integrantes das Forças Armadas (Marinha, Exército e
Aeronáutica) ou por civis que atentem contra a Administração Militar federal.

Os juízes das Auditorias Militares e os ministros do STM julgam crimes


militares, previstos no Código Penal Militar. Os crimes são divididos em crimes próprios e
crimes impróprios. Os crimes próprios são aqueles que só podem ser cometidos por
militares que estejam em atividade, a exemplo do crime de deserção e de abandono de
posto. Os impróprios podem ser cometidos por militares e por civis, a exemplo do
peculato-furto, lesão corporal e homicídio.

2.6 Designação das Atribuições e Competências

Administrar: gerir o pessoal e a execução de atividades sob sua


responsabilidade, conduzindo os esforços da equipe ou equipes de pessoas da
unidade orgânica, comissão ou grupo de trabalho, visando a consecução de
propósitos predeterminados. Inclui as atividades de planejar, prover e controlar o
emprego de recursos, organizar e supervisionar.

Apoiar: auxiliar ou dar suporte, por meio de iniciativas ou atividades


suplementares, a um superior, a uma ação, atividade, unidade, comissão ou grupo de
trabalho.

Assessorar: executar atividades em área técnica específica, junto a um


superior hierárquico em cargo de decisão, prestando-lhe assistência especializada.

Atribuição: responsabilidade inerente a um cargo ou função.

Competência: encargos sob a responsabilidade de uma unidade orgânica,


comissão ou grupo de trabalho – difere da definição de “competência profissional”,
que se refere às pessoas e à gestão por competência.
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Coordenar: é a responsabilidade atribuída a um servidor ou competência


estabelecida para uma unidade orgânica, que compreende a ação de harmonizar
atividades, de modo a evitar a duplicidade de atuação ou de esforços, a dispersão de
recursos e a divergência de soluções.

Coordenação Funcional: é a execução da coordenação relativa a


atividades técnicas específicas, desenvolvidas por uma unidade orgânica, comissão
ou grupo de trabalho, sem causar interferência na autonomia administrativa e na
subordinação a que esta unidade está sujeita em sua respectiva cadeia de comando.

Controlar: é a ação de monitoramento efetivo da execução de uma


atividade, de forma a não permitir que ela se desvie de suas finalidades e do
cumprimento das metas para ela estabelecida.

Dirigir: gerir e liberar as atividades de uma unidade orgânica, comissão ou


grupo de trabalho, conduzindo os esforços da equipe componente, visando a
consecução com eficiência de objetivos e metas predeterminados e assegurar o seu
funcionamento; inclui planejar e supervisionar.

Orientar: estabelecer diretrizes, normas ou critérios a serem observados


na execução de atividades e de obrigações específicas e prover instruções para a sua
execução.

Organizar: dispor de forma ordenada, dividindo e agrupando, como


necessário, as atividades a realizar em funções individuais ou em equipes de trabalho
e definir as relações que se estabelecerão entres os indivíduos ou grupos que as
executarão.

Planejar: analisar a tarefa a empreender, identificar caminhos e elaborar


plano ou roteiro do que deverá ser feito e como deverá ser feito, para a consecução
de propósitos estabelecidos ou alcançar resultados previamente definidos.

Supervisionar: é o ato e exercer a orientação, a coordenação e o controle


de atividades.

Supervisão Funcional: é a orientação sob o aspecto técnico-normativo,


coordenação e controle de atividades técnicas específicas, executadas por uma
unidade, comissão ou grupo de trabalho supervisionado, exercidas sem interferir na
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autonomia administrativa e subordinação a que essa unidade está sujeita em sua


cadeia de comando; e

Superintender: é dirigir em auto nível ou escalão.

3 PRODUTOS E SERVIÇOS

O STM por ser um Órgão da Justiça Militar da União Federal não tem
concorrentes diretos na sua execução.

3.1 Dados macroeconômico no segmento de atuação

A Justiça Militar da União atua na proteção dos direitos humanos quando


julga os crimes definidos em lei, respeitando o devido processo legal, ou seja, a
competência, o juízo imparcial e natural, bem como a ampla defesa e o contraditório,
de acordo com o sistema acusatório democrático.

4 PARTICIPAÇÃO DA INSTITUIÇÃO NO MERCADO DE CONCORRÊNCIA

Por ser um Órgão da Justiça Militar da União (JMU) não existe para os Tribunais
em geral uma concorrência de mercado e sendo o STM, um Tribunal pertencente a
Justiça Militar também entra no âmbito de não ter concorrência.

4.1 Perfil e formação acadêmica dos colaboradores

O STM por seu quadro de colaboradores tem as secretárias que são


prestadoras de serviços terceirizados que atuam como Técnicas em Secretariado.
Para exercer a função é necessário ter o ensino médio e o curso técnico em
secretariado. As recepcionistas, assim como, os atendentes e os motoristas, o órgão
também conta com 3 estagiários alocados em áreas correspondentes a sua
graduação, tais como, contabilidade, engenharia, etc.
15

4.2 Apresentação dos departamentos e organograma em geral

A estrutura orgânica do Superior Tribunal Militar é organizada conforme


representada da figura abaixo:

Figura 4: Organograma Funcional do STM


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I – Plenário (PLENO)
II – Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados
da Justiça Militar da União (ENAJUM)
 Conselho Consultivo
 Secretaria Executiva da ENAJUM (SECEX- ENAJUM)
 Seção de Ensino (SEENS)
 Seção de Apoio ao Ensino (SEAPE)

III – Ouvidoria da Justiça Militar da União (OUVJMU)


 Secretaria da Ouvidoria
 Núcleo de Apoia à Ouvidoria (NUOUV)
IV – Gabinete dos Ministros (GABIM)
V – Vice-presidência do STM (VPSTM)
 Secretaria do Conselho do Mérito Judiciário Militar ( SOMJM)
 Gabinete da Presidência (GAPRE)
 Núcleo de Apoio à Presidência (NAPRE)
 Núcleo de Assuntos Internacionais (NASIN)
 Coordenadoria de Segurança Institucional (COSEG)
 Seção de Dignitários (SEDIG)
 Seção de Segurança Institucional (SEINT)
 Coordenadoria Administrativa da Presidência (CAPRE)
 Seção de Apoio Administrativa (SEAAD)
 Seção de Protocolo-Geral (SEPGE)
 Assessoria de Gestão Estratégica (AGEST)
 Núcleo de Planejamento (NPLAN)
 Núcleo de Gestão Socioambiental (NUSOA)
 Seção de Gestão de Projetos (PROJE)
 Seção de Gestão da Informação e Estatística (SESTA)
 Seção de Gestão de Processos (PROCE)
 Assessoria de Comunicação Social (ASCOM)
 Assessoria de Cerimonial da Presidência (ASCEP)
 Assessoria de Assuntos Parlamentares (ASPAR)
 Assessoria Jurídica do Presidente (ASPRE-JUR)
 Núcleo de Gerenciamento de Precedentes (NUGEP)
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 Assessoria Jurídico-Administrativa do Presidente (ASPRE-ADM)


 Assessoria Especial da Presidência (SEPLE)

Secretaria do Tribunal PLENO (SEPLE)


 Seção de Atas (SEATA)
 2. Seção de Registros das Atividades em Plenário (SERAP)

Secretaria de Controle Interno (SECIN)


 Núcleo de Apoio Técnico, Administrativo e de Acompanhamento de
projetos (NUTAP)
 Coordenadoria de Acompanhamento, Avaliação e Orientação
(COAVO)
 Seção de Análise de Despesas com Aquisição de Bens e Serviços
(SEAD)
 Seção de Análise Contábil (SEACO)
 Coordenadoria de Auditoria (COAUD)
 Seção de Auditoria (SEAUD)
 Seção de Análise de Registro de Pessoal (SEARP)

Secretaria Judiciária (SEJUD)


 Núcleo de Apoio ao Gabinete do Secretário Judiciário (NAJUD)
 Coordenadoria de Acórdãos e Jurisprudência
 Seção de Acórdãos (SACOR)
 Seção de Jurisprudência (SEJUR)
 Coordenadoria de Processamento Judiciário (COPJU)
 Seção de Autuação (SEAUT)
 Seção de Diligências (SEDIL)
 Seção de Execução (SEEXE)
 Coordenadoria de Controle, Registro e Informação (CCRIN)
 Seção de Registro e Informação (SERIN)
 Seção de Controle (SCONT)

Secretaria do Superior Tribunal Militar


 Diretoria Geral (DIREG)
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 Gabinete do Diretor-Geral (GADIR)


 Núcleo de Apoio ao Gabinete do Diretor-Geral (NUADG)
 Comissão Permanente Disciplinar (CPD)
 Assessoria Jurídica do Diretor-Geral (ASJUR)
 Assessoria de Licitações e Contratos (ASLIC)
Diretoria de Orçamento e Finanças (DORFI)
 Coordenadoria de Programação Orçamentária e Financeira
(CPROF)
 Seção de Administração Financeira (SEAFI)
 Seção de Gerência Orçamentária (SEGEO)
 Seção de Análise de Planejamento (SEANP)
 Setor de Informação de Custos e Despesas (SICDE)

 Coordenadoria de Execução Orçamentária e Financeira (CEOFI)


 Núcleo de Análise e Acompanhamento de Conta Vinculada (NCVIN)
 Seção de Execução Orçamentária (SEORC)
 Seção de Execução Financeira (SEFIN)
 Seção de Execução Contábil (SECON)
Diretoria de Administração (DIRAD)
 Coordenadoria de Licitações e Contratos (COLIC)
 Seção de Cotação e Compras (SECCO)
 Seção de Licitações (SELIC)
 Seção de Contratos (SECOT)
 Seção de Análise de Penalidades Administrativas (SEPAD)
 Coordenadoria de Gestão de Contratos (COGEC)
 Núcleo de Fiscalização de Contratos de Terceirização (NUFIT)
 Seção de Gestão de Contratos (SEGEC)
 Coordenadoria de Patrimônio, Material e Serviços de Apoio
(COPAM)
 Seção de Administração de Material (SEMAT)
 Seção de Apoio (SEAPO)
 Seção de Transporte (SETRA)
 Coordenadoria de Projetos, Engenharia, Arquitetura e Manutenção
(COPEM)
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 Seção de Engenharia, Arquitetura e Projetos (SEENG)


 Seção de Manutenção Predial (SEMAP)
Diretoria de Tecnologia da Informação (DITIN)
 Núcleo de Gestão Administrativa (NUGAD)
 Núcleo de Governança e Estratégia de Tecnologia da Informação
(NUGET)
 Coordenadoria de Atendimento (CATEN)
 Seção de Apoio Especializado à Presidência e ao Gabinetes de
Ministros (SAESP)
 Seção de Atendimento aos Usuários da Secretaria do Tribunal
(SEAUS)
 Seção de Gerência de Ativos de Microinformática (SEGAM)
 Coordenadoria de Tecnologia (COTEC)
 Seção de Administração e Gerência de Redes e Segurança da
Informação (SAGRE)
 Seção de Telecomunicações e Telefonia (SETEL)
 Seção de Bancos e Armazenamento de Dados (SEBAD)
 Coordenadoria de Desenvolvimento de Soluções Corporativas
(CDESC)
 Seção de Soluções de Disponibilização Eletrônica de Conteúdo
(SSDEC)
 Seção de Soluções de Gestão Administrativa (SSGAD)
 Seção de Soluções de Gestão de Pessoal (SSGEP)
 Coordenadoria de Sistemas Judiciais (COSJU)
 Seção de Desenvolvimento de Sistemas Judiciais (SIJUD)
 Seção de Informação de Sistemas Judiciais (SISJU)
Diretoria de Pessoal
 Núcleo de Apoio Técnico-Administrativo (NUATA)
 Coordenadoria de Gestão de Pessoal (COGEP)
 Seção de Seleção e Gestão de Desempenho (SEGED)
 Seção de Capacitação e Desenvolvimento Organizacional (SECDO)
 Coordenadoria de Administração de Pessoal (COAPE)
 Seção de Elaboração da Folha de Pagamento (SELFO)
 Setor de Pessoal da Ativa (SELPA)
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 Setor de Nativos e Pensionistas (SELPI)


 Setor de Exercícios Anteriores (SEANT)
 Seção de Instrução de Processos de Pessoal da Ativa (SEPES)
 Seção de Instrução de Processos de Inativos e Pensionistas
(SEINA)
 Coordenadoria de Provimento e Informação Funcionais (COPIF)
 Seção de Provimento e Vacância (SEPRO)
 Seção de Cadastro ( SECAD)
Diretoria de Gestão de Saúde (DISAU)
 Coordenadoria de Serviços de Saúde (CSAUD)
 Seção de Serviço Médico ( SEMED)
 Setor de Enfermagem
 Seção de Serviço Odontológico (SEODO)
 Seção de Psicologia e Serviço Social (SEPSO)
 Coordenadoria do Plano de Saúde da Justiça Militar da União
(CPLAS)
 Núcleo de Credenciamento (NUCRE)
 Seção de Atendimento do Plano de Saúde (SATEN)
 Seção de Recursos Financeiros do Plano de Saúde (SERFI)
Diretoria de Documentação e Gestão de Conhecimento (DIDOC)
 Coordenadoria de Gestão do Conhecimento (COGES)
 Núcleo de Arquivo Corrente e Gestão Documental (NUARC)
 Seção de Biblioteca (SEBIB)
 Seção de Informação Legislativa (LEGIS)
 Coordenadoria de Preservação e Difusão da Memória Institucional
(CODIM)
 Seção de Editoração e de Revisão (SEDIR)
 Seção de Arquivo, Digitalização e Descrição Documental (SEARQ)
 Seção de Museu (MUSEU)
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4. COMPETÊNCIAS ADMINISTRATIVAS
A Justiça Militar da União (JMU) faz parte do Poder Judiciário e tem a organização
e competência previstas nos artigos 122, 123 e 124 da Constituição Federal de 1988.
Ela é responsável por julgar os crimes militares definidos no Código Penal Militar.

5 ÁREA DE ATUAÇÃO SECRETARIAL

As atividades desenvolvidas na área de secretariado são: atendimento telefônico,


planejamento diário da agenda, organização de reuniões, pauta, planejamento de
viagens, arquivo, encaminhamentos de ofícios memorandos e acordos, manutenção
de mailing para convites (nome, e-mail e cargo dos participantes), divulgação de
eventos, disseminação de livros, protocolo, envio de correspondências oficiais. Para
desempenho dessas atividades o Tribunal Superior Militar mantém contratos
terceirizados com empresas prestadoras de serviços de Técnica em Secretariado.

6 CONSULTORIA EM SECRETARIADO

Conforme mencionado no tópico anterior o Tribunal Superior Militar, firma


contratos com empresas que prestam serviços de terceirização a esta estatal.
Atualmente o Tribunal Superior Militar mantém o Contrato, firmado desde 2016 com a
empresa G&E, cujo objeto consiste na contratação de mão de especializada para a
prestação de serviços continuados em Técnico em Secretariado, para atender as
unidades administrativas deste Tribunal, localizado em Brasília/DF. Em umas das
cláusulas do contrato diz que a CONTRATADA deverá recrutar, selecionar e
encaminhar os colaboradores necessários à realização dos serviços.

Visando oferecer profissionais qualificados para atender as demandas dos


órgãos as empresas primeiramente deverão iniciar um processo de recrutamento.
Tomando como parâmetro o que foi abordado no parágrafo anterior, deduz-se que as
empresas contratarão profissionais de excelência para atender as demandas dos
órgãos em que prestam serviços de terceirização. Porém em alguns casos não é isso
que acontece, visto que a maioria dessas empresas utilizam apenas indicações como
fonte de recrutamento e após isso nem processo de seleção fazem, apenas recrutam
e entrevistam por mera formalidade, pois todos os indicados serão contratados,
22

fugindo assim das etapas seguintes ao recrutamento, ocasionando desta maneira a


contratação de colaboradores com total despreparo para desenvolver as atividades
demandadas. No tocante ao cargo de secretariado, existem muitos profissionais
atuando na área com total falta de conhecimento, executando um trabalho totalmente
mecânico e operacional, temos muitos profissionais sem qualificação alguma
trabalhando porque foi indicado, e tantos outros que estão desempregados por não
terem o famoso “QI” (quem indica), mesmo estando apto e com competências
suficientes para atender as expectativas geradas pela função.

Porém o Superior Tribunal Militar, trata este recrutamento com o máximo de


seriedade, evitando profissionais desqualificados, ou que sejam encaminhados por
indicação.

Por tudo que foi abordado até aqui, percebemos que as empresas não estão
totalmente atentas as mudanças relativas a profissão de secretariado, muitas mesmo
sabendo dos tramites legais, ainda tentam fazer as coisas de qualquer jeito. Tempos
atrás as secretárias não desempenhavam muitas tarefas, mas hoje este profissional
tem que ser capaz de assumir várias atividades, tais como:

• Organizar o seu local de trabalho, mantendo-o limpo e funcional.

• Estabelecer uma rotina diária de trabalho.

• Organizar e manter atualizada a sua agenda e a do seu chefe executivo.

• Despachar com seu chefe.

• Distribuir tarefas a seus auxiliares (se tiver)

• Recepcionar visitantes e manter contatos de interesse da empresa.

• Atender a telefonemas, filtrando as ligações para seu chefe.

• Redigir correspondências.

• Digitar e reproduzir correspondências e outros documentos.

• Expedir correspondências.

• Protocolar documentos.

• Receber, selecionar, ordenar, encaminhar e arquivar documentos.

• Preparar e agendar reuniões.


23

• Tomar providências relativas às viagens dos executivos da organização, dentre


outras funções relativas à sua profissão e acima de tudo ser discreto na sua
Profissão.

7 CONSIDERAÇÕES FINAIS

A empresa G&E, define a terceirização de Mão de Obra como sendo uma atividade
que visa oferecer uma equipe de colaboradores especializados e treinados para dar
comodidade, segurança e rapidez nos serviços executados. Mas para ofertar uma
equipe de profissionais especializados e treinados e atingir altos níveis de qualidade
dos serviços prestados é necessário seguir fielmente aos processos de recrutamento e
seleção, que tem como objetivo atrair e selecionar os melhores profissionais para
encaminhar ao cliente e ter o retorno positivo daquele cliente, de que a escolha que foi
feita se encaixou perfeitamente no perfil ao qual era buscado.
24

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

STM. Superior Tribunal de Justiça: Legislação STM. [S. l.], 2019. Disponível em:
https://www.stm.jus.br/servicos-stm/juridico/processo-judicial-e-proc-jmu/legislacao.
Acesso em: 17 maio. 2021.

imagem entrada principal: Fonte: acervo do STM 17/05/2021

STM. Superior Tribunal de Justiça: Legislação STM. [S. l.], 2019. Disponível em:
https://www.stm.jus.br/transparencia/perguntas-frequentes. Acesso em: 19 maio.
2021.

STM. Superior Tribunal de Justiça: Legislação STM. [S. l.], 2019. Disponível em:
https://www.stm.jus.br/o-stm-stm/memoria. Acesso em: 21 maio. 2021.

STM. Superior Tribunal Militar. Disponível em:


http://mflip.com.br/pub/stm/#page/37. Acesso em: 22 maio 2021.
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ANEXOS

Figura 1: Visão geral

Figura 2: Entrada principal

Figura 3: Estátua “A Justiça”, feita em mármore de camadas e meta, Século XX. Museu da Justiça Militar da União
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Figura 4: Organograma Funcional do STM

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