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DESPROGRAMAÇÃO

BIOLÓGICA

A desprogramação biológica consiste numa terapia alternativa através da qual as


pessoas “desprogramam-se” de doenças e mal-estares que afectam a saúde física ou
mental, ou simplesmente o seu bem-estar pessoal, familiar ou profissional de conflitos
actuais, padrões repetitivos ou atitudes/comportamentos inconscientes e
transgeracionais (herdados), etc através do conhecimento dos códigos biológicos
existentes.

É uma nova investigação que une o conhecimento sobre o cérebro humano e a sua
relação com o corpo/organismo, as emoções e as doenças.

 A desprogramação biológica teve início com pesquisas realizadas pelo médico alemão
Ryck Hamer, e mais tarde pelos investigadores Claude Sabbah, e as teorias do
biólogo Rupert Sheldrake, do psicoterapeuta Christian Flèche, e do médico e
zoólogo Conrad Lorenz, e muitos outros que concluíram através de diversos estudos
que as doenças não existem enquanto desordens na natureza e não aparecem nas pessoas
sem motivo aparente ou sem qualquer tipo de sentido.

Pelo contrário são programas biológicos carregados de significado (chamados de


códigos biológicos).

Todo o tipo de doenças têm um sentido, são um programa biológico de sobrevivência


que foi desenvolvido ao longo da evolução da espécie com o intuito de resolver os
conflitos que afectam todo e qualquer ser vivo diariamente.

Para a desprogramação biológica os sintomas (tanto físicos, como comportamentais)


aparecem quando uma pessoa não conseguiu resolver/solucionar um conflito, então, o
cérebro encontra uma solução para retirar o conflito e manter a sua sobrevivência, nesta
perspectiva a desprogramação tem como objectivo encontrar o(s) trauma(s) e descobrir
soluções viáveis e o mais práticas possíveis, assim como haver(em) tomada(s) de
consciência para que o cérebro entenda que de facto não há mais conflito(s) de forma a
retomar o seu equilibrio original.

Como tudo começou:

Após anos de estudo, o Dr. Hamer, conhecido oncologista alemão e director do hospital
de oncologia em Munique analisou cuidadosamente numerosos doente oncológicos e
concluiu que todos eles tinham sofrido um trauma de seis meses a um ano antes do
surgimento da doença e conseguiu estabelecer uma relação entre o tipo de conflito e do
órgão onde o cancro se desenvolveu. Este foi o início, a partir daí outros médicos como
o Dr. Claude Sabbah começaram a investigar todos os tipos de doenças e a sua relação
com certos acontecimentos e experiências ao longo da vida dos pacientes, quando os
conflitos eram detectados e tornados conscientes as doenças desapareciam.

Nem todas as pessoas agem de igual forma, e na maioria das vezes o que fazemos é
procurar as soluções para os nossos problemas num lugar confortável chamado de
consciente. No consciente podemos justificar a razão e podemos explicar o que
aconteceu. Mas a solução está no inconsciente, um lugar que é “escuro e estranho” para
onde ninguém quer ir, e é o local onde estão as verdadeiras razões que não queremos
ver e/ou ouvir. Devemos tomar consciência de que a emoção é a chave. É o que nos
permite viver e curar as nossas vidas.

Muitas vezes também vamos buscar ao nosso sistema familiar memórias de situações e
acontecimentos que sucederam com os nossos antepassados.

Dando um exemplo que me apareceu nas minhas consultas: um homem de trintas e


poucos anos surgiu com um peso superior aos 120kg…em conversas informais disse-me
que com a revolução do 25 de Abril que os seus avós paternos tiveram que fugir de
Angola, e os seus avós maternos de Moçambique para Portugal…deixando tudo para
trás, incluindo todos os bens e a riqueza criada nesses países. Em Portugal, começaram
do nada, passaram por situações de fome e tiveram que GANHAR mais e mais para
voltarem a ter uma vida estável e segura. Como o nosso cérebro não identifica o que é
real, virtual, simbólico ou imaginário…o homem que estava à minha frente começou a
ganhar mais e mais massa gorda – porque no seu projecto de vida está a herança
herdada de todos os avós que para sobreviver há que ganhar mais e mais…neste caso,
era de gordura – porque em situações de guerra a “gordura” não é roubada. Ou seja, a
sua obesidade estava relacionada com as necessidades criadas pelos seus avós. Ao
tomar consciência perdeu muito peso…sempre associado a um estilo de vida saudável –
com uma dieta personalizada e a prática diária de actividade-física.

Relativamente à Endometriose

A endometriose consiste na presença de tecido semelhante ao do endométrio fora do


útero.
Este tecido, que habitualmente reveste a cavidade uterina, cresce no início do ciclo
menstrual, transforma-se após a ovulação para permitir a implantação de um possível
embrião e descama durante a menstruação para voltar a crescer no ciclo seguinte.
O tecido fora do útero responde de forma semelhante, pelo que os ciclos repetidos de
crescimento e descamação (hemorragia) levam a inflamação e fibrose.
Muitas vezes quando esta doença é detectada já se passaram anos da pessoa padecer
com esta enfermidade. Por isso, é fundamental a pessoa saber quando é que as doenças
aparecem para que seja feita uma correcta desprogramação.

Na desprogramação os códigos biológicos para esta situação são:

- conflito de perda

- negação do feminino
- limites de autoridade

- insegurança sobre o desejo de maternidade

Nestas consultas o cliente deve trazer consigo:

– A sua árvore genealógica

– A sua linha da vida: situações e experiências vividas a nível físico, mental, emocional
ou espiritual (sejam elas reais, imaginárias, virtuais ou simbólicas) da sua vida,
incluindo alguns meses antes da sua concepção.