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3º DOMINGO APÓS PENTECOSTES

Acolhida: Bom dia! (Boa Noite) Que bom que vocês ouviram o convite de
Deus para esse encontro e celebração. Celebramos porque somos filhas e
filhos amados por Deus. Celebramos porque Deus nos amou primeiro e nos
perdoa sempre de novo. Celebramos porque Ele olha para o coração e não
para a aparência. Celebramos porque estamos felizes de nos reencontramos
conosco mesmo, uns com os outros e com o próprio Deus. Assim sintam-se
bem vindos e bem vindas.
Hino de invocação: HPD 333 - Estamos aqui Senhor
Saudação trinitária:
Confissão de pecados: Senhor, tu nos aceitas porque nos amas. Nós, porém,
falhamos na convivência. Custa-nos manter os elos que unem e favorecem a
comunhão e a paz. Reconhecemos e confessamos que deixamos de praticar o
amor, a acolhida e o perdão. Por isto, com humildade, nós te pedimos:
C (&) Perdão, Senhor, perdão!
Anúncio do perdão: Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu
Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a
vida eterna. (João 3.16)
Kyrie Eleison: O nosso Deus não se alegra com os sofrimentos, as injustiças
que há no mundo. Já no Antigo Testamento está escrito: “Ouvi o clamor do
meu povo.” Vamos levar a Deus o clamor do povo sofredor. Peçamos que ele
se volte aos que clamam porque sofrem.
Tem, Senhor, piedade! (3x)
Glória in Excelsis: Deus ouve nosso clamor. E ele se volta a nós por meio da
sua Palavra e da Eucaristia. Por isso, proclamamos a sua glória e o adoramos,
cantando:
Glória a Deus nas alturas
Oração do dia: Deus, nosso Salvador, que em todas as jornadas acompanhas
o teu povo, ajuda-nos a ouvir e a aceitar a tua palavra, para que ela nos
fortaleça no amor e nos oriente nos caminhos da reconciliação. Isso te pedimos
em nome de Jesus Cristo, que contigo e com o Espírito Santo vive e reina de
eternidade a eternidade. Amém!
Hino:
LITURGIA DA PALAVRA

1ª Leitura: 2 Samuel 11.26-12.10-15


Aclamação do Evangelho: Aleluia
Evangelho: Lucas 7.36-8.3
Palavra do Senhor
Louvado sejas, Cristo!
Prédica:
Confissão de fé: Credo Apostólico

LITURGIA DA CEIA DO SENHOR

Oração do ofertório: Senhor, assim como as espigas que estavam dispersas


pelos campos e as videiras que estavam dispersas pelas colinas reuniram-se
no pão e no suco sobre esta mesa, sejamos também nós reunidos desde os
confins da terra, em teu Reino, por Cristo, nosso Senhor. Amém

Instituição: Nosso Senhor, na noite em que foi traído


Tomou o pão
Tomou o cálice
C.: Anunciamos, Senhor, a tua morte e proclamamos a tua ressurreição.
Vem, Senhor Jesus
Epiclese: Senhor, derrama sobre nós o teu santo Espírito para que,
compartilhando do corpo de Cristo e do cálice da nova aliança, nesta Ceia, nos
tornemos um corpo, recebamos força, em palavras e ações, para testemunhar
a fé e o amor.
C.: Envia teu Espírito, Senhor, e renova a face da terra.
Oração do Senhor: Pai Nosso
Fração: O cálice da bênção, que abençoamos, é a comunhão no Sangue de
Cristo;
O Pão que partimos e que repartimos é a comunhão no corpo de Cristo
C.: Nós, embora muitos e diferentes, em Cristo, somos um só Corpo.
Comunhão:
Oração pós-comunhão + Intercessão: Todo-Poderoso Deus, agradecemos
por tua Ceia. Concede que ela nos fortaleça na fé em ti e no amor ao nosso
próximo. Que o que aqui experimentamos se traduza em união ao partirmos
daqui. Permite que voltemos a esta tua mesa e, na eternidade, participemos do
banquete eterno na tua presença.
Querido Deus e Pai, intercedemos pelas situações em que pessoas são vítimas
da violência, da fome, da falta de um lar, de trabalho, de saúde e perderam a
esperança, para que aconteçam mudanças, para que se realize reconciliação
entre a sociedade e essa gente, e a dignidade humana seja resgatada.
Intercedemos pelas famílias que vivem em conflitos, em que faltam o perdão e
a reconciliação, entre casais, entre irmãos, entre jovens e idosos, para que
possam acontecer perdão, reconciliação e se experimente o gosto da paz.
Intercedemos pelas pessoas doentes, idosas, enlutadas, moradoras de rua,
para que também em relação a elas aconteçam atitudes de compaixão, de
carinho, de apoio. Amém!

LITURGIA DE DESPEDIDA
Avisos
- Oração memorial
- Apresentação de membro
Hino final:
Bênção
Envio

PREGAÇÃO
Graça e paz da parte do Nosso Senhor Jesus Cristo esteja com cada um e
cada uma. Amém
Cara comunidade!
O texto de 2 Samuel que ouvimos a pouco, narra a conhecida história do
encontro do rei Davi com o profeta Natã. Davi havia cometido pecado de
adultério e de assassinato. Depois de cobiçar a mulher de Urias, Bate-Seba,
Davi o coloca na frente de uma batalha para ser morto. Após o período de luto,
Davi busca a viúva para ser mais uma de suas esposas.
Assim o profeta Natã, lhe faz uma visita e lhe conta uma parábola. Esta serviu
de exemplo, para mostrar o que o rei havia feito. Interessante é a reação de
Davi, pois ele logo condena o homem rico, da parábola. Quando o profeta
afirma ser ele, o “homem rico”, Davi se dá conta de seu pecado.
Não é assim também conosco? Quando ouvimos histórias de pessoas que
fizeram isso ou aquilo, logo temos uma posição sobre a situação, e por vezes,
não nos damos conta, que fizemos o mesmo, ou até coisas piores. Pois temos
dificuldade de olharmos para nós mesmos, é muito mais fácil apontar para o
erro das outras pessoas.
A segunda leitura também nos fala de um pré-julgamento. Quando a mulher
unge Jesus, o seu anfitrião também a condena. Sendo que ele próprio não fez
por Jesus aquilo que a mulher fez. Jesus compara a mulher sem nome com
Simão:
Ele não lhe havia oferecido água para os pés;
Ela lavava os pés de Jesus com suas lágrimas e secava-os com seus cabelos;
Ele não havia cumprimentado Jesus com o ósculo (beijo na testa);
Ela não cansava de lhe beijar os pés;
Ele não ungiu a cabeça de Jesus com óleo;
Ela unge seus pés com bálsamo.
Jesus a perdoa. Deus perdoa também a Davi. Mas o pedido de perdão é
necessário. Quando Davi discorre o seu pedido de perdão, no Salmo 51,
percebemos como o pecado é revelado aos olhos de nosso Deus. Durante todo
o tempo Davi não se deu conta do que havia feito. Pois ele era um Rei, os reis
podiam fazer tudo, estavam acima de tudo e de todos. Os povos vizinhos
veneravam seus reis como deuses. Mas em Israel era para ser diferente. Davi
se deixou levar pelo poder, pela honra e pela glória. Deixou-se corromper pelo
sistema. Esqueceu de Deus e de seus mandamentos.
Como castigo, Deus lhe tira o filho, nascido do adultério. Davi sentiu-se
novamente na presença de Deus depois que a criança morreu, mesmo
jejuando e rogando pela vida da criança, Deus a leva. Davi se sente perdoado
com a morte. Ele teve outro filho com Bate-Seba, e este foi amado por Deus,
seu nome? Salomão. Este foi consagrado ao Senhor, e mais tarde se tornou
um dos mais conhecidos e sábios Reis de Israel.
Este é o amor de Deus, que mostra os nossos erros, mas que nos acalenta
com o perdão e bênçãos diárias. Que nos busca de volta ao caminho. É o que
a carta aos Gálatas afirma: que nenhum de nós é aceito por Deus pela
observância dos mandamentos e pelas obras que fazermos, pelo contrário,
todas as pessoas são pecadoras e somos salvas pelo perdão de Deus, na obra
salvífica em Cristo Jesus. Que possamos crer e testemunhar deste amor.
Amém