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CURSO DE PEDAGOGIA

PROJETOS E PRÁTICA DE AÇÃO PEDAGÓGICA- PPAP


ENSINO FUNDAMENTAL

FRANCISCA OSMILDE VIEIRA CAMPOS- UP19217590


JANAÍNA BEZERRA DA SILVA- UP19221307
MÁRCIA CRISTINA PEREIRA CORTEZ- UP19219982
MARIA BIZENILDA MENDES DE LIMA- UP19211746
ROSINILDA TEIXEIRA DA ROCHA- UP19201308

O USO DOS JOGOS NO PROCESSO DE ENSINO -APRENDIZAGEM DA


MATEMÁTICA NA ALFABETIZAÇÃO

FORTALEZA
2021
SUMÁRIO

1. TEMA
2. JUSTIFICATIVA
3. EMBASAMENTO TEÓRICO
4. PÚBLICO ALVO
5. OBJETIVOS
6. PERURSO METODOLÓGICO
7. RECURSOS MATERIAIS
8. CRONOGRAMA
9. AVALIAÇÃO/PRODUTO FINAL
REFERÊNCIAS
1. TEMA

Qual a importância do uso dos jogos no processo de aprendizagem da matemática na


alfabetização?
2. JUSTIFICATIVA

Este projeto tem como objetivo observar a importância da utilização dos jogos na
perspectiva do processo de ensino da matemática na Alfabetização. Esse projeto também
propõe sugestões práticas de como utilizar esse recurso para aproximar os educandos ao
ensino da matemática. É bem verdade que algumas crianças quando saem da Educação
Infantil demonstram dificuldades em entender o sistema matemático de forma mais abstrata.

O ensino da matemática na Alfabetização muitas vezes se torna bastante desafiador,


pois as crianças que estão ingressando no Ensino Fundamental estão passando por uma fase
de transição de segmentos de ensino de realidades diferentes. Na Educação Infantil as
crianças no seu processo de aprendizagem são bastante estimuladas por métodos lúdicos. Já
no Ensino Fundamental a ludicidade e o uso de jogos vão perdendo espaço para os materiais
didáticos convencionais.

Porém o uso de jogos no Ensino Fundamental, principalmente na Alfabetização é


muito importante para o desenvolvimento e aprofundamentos de habilidades adquiridas na
Educação Infantil. Para Montessori (1965), é uma técnica que facilita o desenvolvimento dos
alunos. O uso dos jogos permite ao professor oferecer para os educandos um ambiente de
exploração no desenvolvimento das atividades, raciocínio-lógico, socialização, pensamento
crítico, entre outros.

Os PCNs consideram os jogos um recurso didático que tem um papel importante no


ensino da matemática. Contudo, eles precisam a situações que levam ao exercício de análise
e da reflexão... (PCN, 1997, p. 19). Para que haja essa integração entre a utilização dos jogos
e as competências e habilidades que devem ser desenvolvidas no ensino da matemática na
Alfabetização, o professor deve alinhar os objetivos de aprendizagem ao seu planejamento,
didática e prática em sala de aula.

Sendo assim, é importante pensarmos o lúdico/jogos como uma ferramenta de apoio


ao ensino e não apenas uma atividade meramente divertida e recreativa e sim como um
método facilitador de aprendizagem. Aplicar jogos em sala de aula auxilia o professor na
observação do desenvolvimento e dificuldades e bloqueios na aprendizagem da matemática.
3. EMBASAMENTO TÉORICO

A matemática faz parte do nosso cotidiano e está presente em nosso meio desde as
sociedades mais antigas. Mol (2013) destaca que as habilidades de contagem precedem
qualquer desenvolvimento matemático e sua compreensão é um passo inicial para a
abordagem histórica matemática. Assim, conforme as organizações sociais evoluíam, as
formas de contagem e agrupamentos também evoluíam, de acordo com as necessidades dessas
sociedades. De acordo com Mol (2013):

O ser humano possui habilidades naturais para pensar noções quantitativas


rudimentares: muito e pouco, grande e pequeno, lento e rápido. A evolução
humana, de uma vida primitiva para uma vida em sociedade, incorporou
novos desafios sociais e econômicos. Novas demandas surgiram na
organização do espaço, nas técnicas de produção e nas relações de natureza
comercial. (MOL, 2013, p. 13)

Historicamente a matemática aplicada a sala de aula começou no final do século XVIII


(após a revolução industrial). De acordo com Fiorentini (1995), o ensino da matemática no
Brasil na década de 50, descrevia-se por meio da Tendência Formalista Clássica, pela qual era
enfatizado o modelo euclidiano-sistematização lógica do conhecimento matemático a partir de
elementos primitivos e a concepção platônica da matemática. Sendo assim, a finalidade do
ensino da matemática era “o desenvolvimento do espírito, da ‘disciplina mental’ e do
pensamento lógico-dedutivo” (1995, p.6).

Já nas décadas de 70 e 80, houve grande oposição dessa Tendência por meio da
Tendência Empírico Ativista, trazendo conceitos e concepções e ideias matemáticas. Saviani
(apud Fiorentini 1995, p.8-9), defende que essa Tendência “considera que o importante não é
aprender, mas aprender a aprender. Em meio a esse pensamento se faz necessário que os
alunos tenham oportunidades de vivenciar ações como a manipulação e experimentação no
processo de ensino aprendizagem.
Alfabetização Matemática

Quando falamos de alfabetização vem logo em mente a aquisição a linguagem apenas


no processo de letramento, no caso, leitura e escrita. Porém, na perspectiva da educação
matemática, Danyluk (2002, p.20) define que ao ato de aprender a ler e a escrever a
linguagem matemática usada nas primeiras séries de escolarização. A autora ainda destaca
que "Ser Alfabetizado em matemática, então, é entender o que se lê e escrever o que se
entende a respeito das primeiras noções de aritmética, geometria e lógica. (DANYLUK, 1988,
p. 58).
Souza (2009, p. 11372) define alfabetização matemática como “ato de aprender a ler e
a escrever a linguagem matemática, isto é, compreender e interpretar os sinais, signos e
símbolos que representa as ideias básicas para o domínio da disciplina, bem como se
expressar por meio das mesmas”. Ao privilegiar “alfabetização matemática”, não
desconhecemos que há estudos sobre “letramento matemático”, a exemplo de Moreira (2014).

Baseado no pensamento de Piaget (2005) o desenvolvimento da inteligência


matemática na criança pode ocorrer, primeiramente, quando ela aprende conceitos
matemáticos sem perceber que se trata de matemática, resolvendo-os em função de sua
inteligência geral, onde todo aluno normalmente é capaz de um bom raciocínio matemático
desde que se apele para a sua atividade e se consiga assim remover as inibições afetivas que
lhe conferem com bastante frequência um sentimento de inferioridade nas aulas que versam
sobre essa disciplina (PIAGET, 2005, p.57)”.

Marques (2016) propõe que não se pode comportar a concepção da alfabetização


matemática, no singular, mas alfabetizações matemáticas que vão se constituindo-se nos
destinos e diferenciados ambientes, formais e informais de aprendizagem nos quais as
crianças participam e interagem. Isto é, configuram-se para além das paredes da sala de aula.
A autora ainda destaca "a multiplicidade e pluralidades viabilizadas pelas alfabetizações
matemáticas" (MARQUES, 2016 p. 17). Isso significa que a criança também pode
desenvolver essa alfabetização matemática nas brincadeiras, em casa com situações de seu
cotidiano, assim também nas observações e interações socioculturais.
Os Jogos como ferramenta de aprendizagem

Os jogos como recurso de desenvolvimento e aprendizagem possibilita às crianças a


interação social tanto no ambiente escolar como em outros ambientes sociais frequentados
pelas crianças. Segundo Piaget (1975) constitui-se como admiráveis instituições sociais e por
meio dos jogos as crianças desenvolvem noções de autonomia e de reciprocidade de ordem e
ritmo. O autor enfatiza ainda que, “o jogo não pode ser visto apenas como divertimento ou
brincadeira.”

A prática de jogos traz inúmeros benefícios às crianças como: desenvolvimento físico,


psicomotor, cognitivo, social, moral e afetivo. Nas relações entre o uso dos jogos nas práticas
pedagógicas, Friedmann (1996, p.56) diz que o jogo dentro da escola é uma possibilidade de
pensar a educação numa perspectiva criadora, autônoma e consciente. De acordo com
Kishimoto (1994):

[...] Muitas dúvidas persistem entre os educadores que tentam associar o jogo
e a educação, pois os mesmos discutem se há diferença entre o jogo e o
material pedagógico ou se o jogo educativo em sala de aula é realmente
apenas jogo ou se o jogo tem um fim em si mesmo utilizado para alcançar
objetivos. (KISHIMOTO, 1994).

Kishimoto (1994, p. 19) define que no campo da educação procura-se conciliar a


liberdade, típica dos jogos, com a orientação própria dos processos educativos. Na dimensão
pedagógica do jogo/brincadeira, se faz necessário que fique claro a intencionalidade e os
objetivos do professor ao usar o jogo como ferramenta para o processo de aprendizagem de
seus alunos. Nesse caso o professor precisa organizar espaços caso necessite, assim também
como o cuidado em selecionar os jogos de acordos com os objetivos de aprendizagem e dos
resultados que se quer alcançar.

Os jogos e o ensino da Matemática

A utilização dos jogos no ensino da Matemática consiste em apresentar às crianças


materiais concretos (manipulação, manuseio e observação) está diretamente relacionado ao
desenvolvimento cognitivo da criança. Algumas vezes os jogos não terão relação direta com
os conteúdos programáticos e abordados em sala de aula, porém, mas por lado, os jogos
podem promovem um senso crítico, observador, investigador, que ajuda na compreensão de
conceitos e tópicos relacionados ao ensino da matemática.

Castanho (2013) diz que trabalhar com jogos nas aulas de Matemática é uma das
situações didáticas que contribuem para a criação de contextos significativos de aprendizagem
para os alunos. De acordo com a autora, o uso dos jogos promoveu e vem promovendo
durante décadas uma série de transformações nas práticas pedagógicas dentro de sala de aula.
Souza (2002, apud Santos, 2009, p. 15), destaca a importância de se trabalhar com
jogos em sala de aula, afirmando que:
A proposta com jogos no processo de ensino-aprendizagem da
Matemática implica numa opção didático-metodológica por parte do
professor, vinculada as suas concepções de educação, de
matemática, do mundo, pois é a partir de tais concepções que se
definem normas, maneiras e objetivos a serem trabalhados, coerentes
com a metodologia de ensino adotada pelo professor. (SANTOS,
2009, p. 15)

Não há dúvidas que os jogos nas aulas de matemática é uma ferramenta que auxilia o
professor em sua prática pedagógica para que por meio dos jogos/brincadeiras a criança
consiga desenvolver com mais facilidade os conhecimentos matemáticos necessários em sua
faixa etária.

Segundo a BNCC (2017) dentro das habilidades do ensino da matemática ressalta


(EF01MA04) contar a quantidade de objetos de coleções até 100 unidades e apresentar o
resultado por registros verbais e simbólicos em situações de seu interesse, com jogos,
brincadeiras, materiais da sala de aula, entre outros.” Portanto ratifica a utilização de jogos e
brincadeiras como forma de buscar conhecimento, além do professor utilizar tal recurso como
um auxílio aos alunos em seu desenvolvimento... (FRANÇA, 2019).
4. PÚBLICO-ALVO

O público algo deste projeto são crianças de 6 a 7 anos que estão no 1º ano do ensino
fundamental séries iniciais do Colégio José de Alencar, no bairro Jardim América, na cidade
de Fortaleza-CE.
5. OBJETIVO GERAL

Analisar a importância do uso dos jogos para o ensino-aprendizagem da Matemática


na Alfabetização.

5.1 OBJETIVOS ESPECÍFICOS


 Observar como as crianças aprendem através do estimulo de jogos.
 Utilizar jogos como auxílio na resolução de atividades de matemática na
Alfabetização.
 Explorar e manusear jogos e brincadeiras que promovam o raciocínio-lógico
matemático das crianças.
6. PERCURSO METODOLÓGICO

O projeto foi realizado no Colégio José de Alencar, localizado no bairro Jardim


América, na cidade de Fortaleza-Ceará. A realização do projeto durou três meses e foi
dividido em quatro etapas em quatro encontros na turma da Alfabetização no turno da manhã.

Na primeira etapa do projeto fizemos uma roda de socialização com a turma e fizemos
alguns questionamentos sobre o que as crianças achavam da disciplina de matemática.
Algumas responderam que achavam um pouco difícil, outras afirmaram que gostavam de
estudar matemática. Depois que elas responderam explicamos para a turma que poderiam
aprender matemática por meio de jogos e brincadeiras. Encerramos a primeira etapa
brincando com elas de jogo da memória e quebra-cabeça.

Na segunda etapa realizada trabalhamos os conceitos de ordem crescente e


decrescente, noções de quantidade, cores e sequência por meio de um jogo confeccionado por
nossa equipe. Esse jogo consiste em agrupar os cilindros enumerados de 1 até 10 e
dependendo dos comandos e orientações do professor os cilindros podem ser agrupados tanto
em ordem crescente quanto em ordem decrescente. Por meio dessa brincadeira as crianças
também podem identificar e nomear cores e tamanhos. Trabalhamos também com o jogo
pesca números trabalhando a sequência numérica e também a concentração das crianças.

A terceira etapa consistiu em se trabalhar operações matemáticas por meio do jogo


corrida da adição e subtração. A criança que conseguisse resolver todas as adições e
subtrações da pista de corrida seria a vencedora. Outro conteúdo trabalhado também na
terceira etapa é o número antecessor e sucessor por meio do jogo dos vizinhos.

Na quarta e última etapa realizamos a confecção de jogos com as crianças. O objetivo


de que a criança confeccione seu próprio jogo é estimular a criatividade, os trabalhos manuais
e a interação social com os demais colegas de sala. Assim também, como trabalhar a
reutilização de materiais nesse processo de construção. Foram confeccionados vários jogos
abordando diferentes conteúdos programáticos do ensino da matemática na Alfabetização.
7. RECURSOS MATERIAIS

Bandeja de ovos
Canetas coloridas
Caneta preta
Cartolinas Coloridas
Cd
Fitilhos
Folha branca
Folhas de E.V.A coloridas
Jogos da memória
Jogos de quebra-cabeça
Palitos de churrasco
Palitos de picolé
Papel madeira
Papelão
Pincel
Rolos de papel higiênico
Tampas de garrafa pet e detergente
Tesoura
Tintas coloridas
8. CRONOGRAMA
O Projeto teve duração de três meses entre o período de Março a Maio e totalizaram
quatro encontros. Realizamos as aulas às sextas-feiras durante o período da manhã. O tempo
que a Instituição disponibilizou para nossa equipe foram aproximadamente 30 minutos a cada
encontro.

MÊS ATIVIDADE A SER REALIZADA


MARÇO Apresentação do projeto na turma e realização de atividades com jogos
19/03/2021 da memória e quebra-cabeça.
ABRIL Atividades de números em ordem crescentes e decrescente, sequência,
17/04/2021 tamanhos e cores utilizando jogos.
MAIO Atividades e resolução de problemas de adição e subtração, sequência,
07/05/2021 antecessor e sucessor utilizando jogos e brincadeiras.
MAIO Confecção de jogos envolvendo conteúdos matemáticos e encerramento
28/05/2021 do projeto.

9. AVALIAÇÃO/PRODUTO FINAL
O encerramento do nosso projeto foi a realização de uma aula de confecção para de
jogos matemáticos com as crianças da Alfabetização. Utilizamos materiais recicláveis para a
construção dos jogos que farão parte do material de apoio da sala nas aulas de matemática.
Abaixo segue imagens dos jogos confeccionados:

Jogo de ordem crescente e decrescente

Fonte: Bizenilda

Habilidades da BNCC:
(EF01MA01) Utilizar números naturais como indicador de quantidade ou de ordem
em diferentes situações cotidianas e reconhecer situações em que os números não indicam
contagem nem ordem, mas sim códigos de identificação.
Objetivo Pedagógico:
O objetivo pedagógico desse jogo crescente e decrescente que o aluno desenvolve a
capacidade de observação visual, a organização, identificar as cores e a quantidade de
números em ordem do menor para o maior e do maior para o menor, mostrando que a
aprendizagem da matemática também pode ser desenvolvida por meio de jogos e brincadeiras.
Jogo de sequência
Fonte: Bizenilda

Habilidades da BNCC:
(EF01MA09) Organizar e ordenar objetos familiares ou de representações por figuras,
por meio de atributos, tais como cor, forma e medida.

Objetivo Pedagógico:
O objetivo pedagógico dessa brincadeira é estimular o aluno a desenvolver sua
capacidade de observação visual, raciocínio lógico, coordenação motora fina, atenção e
paciência, espera da vez, seguindo o mesmo desenho e as mesmas cores na sequência.

Pesca Números
Fonte: Osmilde

Habilidades da BNCC:
(EF01MA04) representação da quantidade de elementos de uma coleção leitura e
escrita simbólica comparação de números até pelo menos 100.

Objetivo pedagógico:
O objetivo pedagógico desse jogo da sequência numérica é auxiliar as crianças
desenvolverem noções de sequência, ampliarem sua capacidade de observação e percepção
visual, concentração e que discutam e cheguem num consenso de como organizar de forma
rápida e correta a sequência de ordem crescente. Além de desenvolver um espírito de equipe.

Jogo dos vizinhos


Fonte: Osmilde

Habilidades da BNCC:

(EF01MA04) comparar números naturais de duas ordens em situações cotidianas com


e sem suporte da reta numérica

Objetivo pedagógico:

O objetivo pedagógico dessa brincadeira educativa de antecessor e sucessor é auxiliar


as crianças desenvolverem noções de ordem crescente e decrescente, ampliarem sua
capacidade de observação percepção visual, concentração, comparar números, raciocínio e
lógico de mais 1 e menos 1 e um espírito esportivo.

Jogo do maior e menor


Fonte: Márcia Cristina (adaptado do google imagens)

Habilidades da BNCC:
(EF01MA03) Estimar e comparar quantidade de objetos de dois conjuntos (em torno
de 20 elementos), por estimativa e/ou por correspondência (um a um, dois a dois) para indicar
“tem mais”, “tem menos” ou “tem a mesma quantidade”.

Objetivos Pedagógicos:
O objetivo deste jogo é fazer com que a criança aprenda de forma lúdica qual o
número é maior ou menor e trabalhar também noções de quantidade utilizando os objetos,
números e símbolos.

Corrida da adição e subtração


Fonte: Márcia Cristina (adaptado do google imagens)

Habilidades da BNCC:
(EF01MA08) Resolver e elaborar problemas de adição e subtração, envolvendo
números de até dois algarismos, com significados de juntar, acrescentar, separar, e retirar,
com o suporte de imagens/ou material manipulável, utilizando estratégias e forma de registros
pessoais.

Objetivos Pedagógicos:
O objetivo desse jogo é estimular o aprendizado e desenvolver a agilidade, o
pensamento e a habilidade de resolver cálculos e problemas envolvendo adição e subtração de
até dois algarismos.

A avaliação foi participativa tanto por parte das crianças da turma da Alfabetização,
como das professoras que também participaram dos momentos de realização das intervenções.
Para as crianças foram momentos de muita expectativa por cada dia que trazíamos uma
atividade nova e diferente dos materiais didáticos que elas rotineiramente utilizavam.

9.CONSIDERAÇÕES FINAIS
Concluímos este projeto com a certeza de que os jogos e a ludicidade contribuem no
processo de desenvolvimento e conhecimento das crianças através de momentos de
brincadeiras para a promoção e aquisição das habilidades socioemocionais, psicomotoras e
intelectual desses educandos na Alfabetização.

Esperamos que através deste trabalho possamos promover uma aprendizagem


significativa na formação da consciência matemática das crianças em seus processos de
letramento e desenvolvimento das habilidades matemáticas.

REFERÊNCIAS
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Alfabetização Matemática: reflexões sobre as práticas propostas no PNAIC. disponível
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<https://www.ufjf.br/ebrapem2015/files/2015/10/gd1_carla_marcela_spannenberg_machado_
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RHEA, Vanessa Cristina. História da Matemática: um estudo sobre o ensino e as


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