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MANUAL DE ROTINAS E PROCEDIMENTOS

1. MEDIDAS PREVENTIVAS NO AMBIENTE PROFISSIONAL


2. DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES REALIZADAS NO LOCAL:
3. RISCOS À SAÚDE
4. MEDIDAS DE SEGURANÇA
5. PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL (ASO -
ATESTADO DE SAÚDE OCUPACIONAL)
5.1 Programa de controle médico de saúde ocupacional
Exame Admissional
Exame Periódico
Exame de Retorno ao Trabalho
Exames de mudanças de função
Exame Demissional
6. HIGIENE E APRESENTAÇÃO PESSOAL
6.1 LAVAGEM DAS MÃOS
6.1.1 Higienização das mãos com álcool 70%
6.1.2 Lavagem básica das mãos
7. VACINAÇÃO
8. EXPOSIÇÃO ACIDENTAL: CUIDADOS QUANDO OCORREM ACIDENTES.
9. USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL- EPI
9.2.1. Proteção para a cabeça
9.2.2. Proteção para os membros superiores
9.2.3. Proteção do tronco
9.2.4. Proteção para membros inferiores
9.3. HIGIENE AMBIENTAL
PISO
VASO SANITÁRIO
MOBILIÁRIO
PORTAS E PAREDES
ROUPAS

APARELHOS, MACAS E ACESSÓRIOS

FILTROS DE AR-CONDICIONADO
10. DESINFECÇÃO:
10.1 Álcool etílico 70%
10.2 Hipoclorito de sódio 1%
11. PROCEDIMENTOS DE LIMPEZA E ESTERILIZAÇÃO DOS ARTIGOS
11.1. LIMPEZA
11.1.1. LIMPEZA MANUAL
11.1.2. LIMPEZA MECÂNICA
12. TRATAMENTO DOS ARTIGOS - utensílios e instrumentais
Artigos Críticos
Artigos Não Críticos
b.1) Desinfecção
b.2) Esterilização
12.1 ESTERILIZAÇÃO POR CALOR ÚMIDO – AUTOCLAVE
13. ÁREA FÍSICA
13.1 RECEPÇÃO
13.2 COPA
13. 3 CONSULTÓRIO
13.4 SANITÁRIOS PARA O PÚBLICO – FEMININO E MASCULINO
13.5 ÁREA DE GUARDA DE ESTOQUE DE PRODUTOS E EQUIPAMENTOS
13.6 CENTRAL DE MATERIAL ESTERILIZADO (CME)
13.7 ÁREA DE ARMAZENAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS
13.8 DEPÓSITO DE MATERIAL DE LIMPEZA
14. PRODUTOS E EQUIPAMENTOS
14.1 EQUIPAMENTOS
14.2 MATERIAIS DE CONSUMO E MEDICAMENTOS:
14.3 COSMÉTICOS
15. SERVIÇOS DE ESTÉTICA: CUIDADOS IMPORTANTES
16. GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS (LIXO)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

DESCRIÇÃO DOS PROCEDIMENTOS CLÍNICOS REALIZADOS NO LOCAL (POP –


Procedimento Operacional Padrão):
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE
MANUAL DE ROTINAS E PROCEDIMENTOS
Todo serviço deve ter um Manual de Rotinas e Procedimentos onde estarão descritos,
para cada serviço prestado, o passo a passo e as recomendações sobre as atividades
executadas. Todos os profissionais devem ser capacitados para executar as rotinas
pertinentes às atividades que desempenha.

1. MEDIDAS PREVENTIVAS NO AMBIENTE PROFISSIONAL


Para diminuir os riscos de transmissão de doenças e acidentes de trabalho nos
estabelecimentos de embelezamento é necessário adotar algumas medidas preventivas e
educativas que passamos a descrever a seguir:

2. DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES REALIZADAS NO LOCAL:


Microagulhamento, preenchimento com ácido hialurônico, aplicação de toxina botulínica,
aplicação de peelings químicos e mecânicos, Intradermoterapia, ozônioterapia e jato de
plasma.

3. RISCOS À SAÚDE
O exercício das atividades profissionais de biomédico esteta é reconhecido pela
RESOLUÇÃO Nº 304, DE 23 DE ABRIL DE 2019, atestando a importância deste segmento
para sociedade e sua interface com a saúde pública.
Esse manual tem como objetivo contribuir para as boas práticas em consultórios
estéticos, de forma a garantir segurança ao profissional e a seus clientes e a qualidade nos
serviços prestados, evitando riscos à saúde. Para tanto, apresenta noções da transmissão
de doenças, riscos da atividade, medidas de segurança, normas da Vigilância Sanitária
para processos de trabalho, produtos, equipamentos, materiais e instalações.
Apesar da indiscutível importância deste segmento para a sociedade, esta atividade
não está isenta de riscos. Diversos estudos apontam o risco à saúde que profissionais e
clientes estão sujeitos, em especial à transmissão de doenças e alergias.
Os profissionais deste ramo manuseiam áreas do corpo habitadas por
microrganismos que podem ser transmitidos pelas mãos do profissional, pelos utensílios e
produtos contaminados ou por acidentes com os materiais perfurocortantes, agulha.
As lesões na pele, visíveis ou não, são a principal porta de entrada de
microrganismos como bactérias, fungos e vírus. Algumas bactérias e fungos estão
presentes no corpo humano sem causar doenças, entretanto quando ocorrem lesões ou
abrasões da pele estes microrganismos penetram em nosso corpo podendo causar
infecções bacterianas manifestadas como furúnculos ou abscessos e infecções fúngicas
conhecidas como micoses. Os vírus podem causar verrugas, tumores na pele, hepatites B
e C e infecções pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV). Também pode ocorrer a
transmissão de parasitas causando escabiose (sarna) e pediculose (piolhos).
Alguns produtos utilizados nos clientes e nos processos de limpeza e desinfecção
podem causar alergias, intoxicações e outros danos em profissionais e usuários. Nos
profissionais também são comuns lesões vasculares como varizes e desordens
musculoesqueléticas da coluna, ombros, mãos e punhos ocasionados por longos períodos
na posição sentada ou em pé, pela postura e mobiliários inadequados e longas jornadas
de trabalho executando os mesmos movimentos sem períodos de descanso.

4. MEDIDAS DE SEGURANÇA
Algumas medidas simples, abordadas nos tópicos a seguir, podem ser adotadas para
controlar o risco de disseminação de doenças:
• Higiene e apresentação pessoal;
• Higienização das mãos;
• Vacinação;
• Descarte adequado de perfurocortantes;
• Cuidados quando ocorrem acidentes;
• Uso de equipamentos de proteção individual - EPI;
• Limpeza, desinfecção e esterilização de utensílios;
• Limpeza e desinfecção de superfícies.
Este conjunto de medidas deve ser seguido em todos os atendimentos, pois muitas vezes
é impossível saber só pela aparência se o cliente é portador de algum microrganismo ou
doença. Muitas vezes a pessoa nem sabe que está doente, pois não apresenta nenhum
sintoma.

5. PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL


(ASO - ATESTADO DE SAÚDE OCUPACIONAL)
5.1 PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL
De acordo com a Norma Regulamentadora nº 7 (NR) da Associação Brasileira de Normas
Técnicas (ABNT), da Portaria n º 3.214 de 08/06/1978 do Ministério do Trabalho, para os
profissionais que trabalham nos estabelecimentos de embelezamento são obrigatórios os
seguintes exames médicos:
a) Exame Admissional
Exame médico que deverá ser realizado antes do profissional assumir suas atividades no
estabelecimento.
b) Exame Periódico
Exame médico anual para profissionais acima de 45 anos e bianual para profissionais com
idade entre 18 e 45 anos.
c) Exame de Retorno ao Trabalho
Exame médico que deverá, obrigatoriamente, ser realizado no 1º dia de retorno ao
trabalho, no caso do profissional ter sido afastado por período igual ou superior a 30 dias,
por gestação, doença ou acidente de natureza ocupacional ou não.
d) Exames de mudanças de função
Exame médico que deverá ser realizado antes de qualquer mudança de função do
profissional. Entende-se por mudança de função, qualquer alteração de atividade, posto de
trabalho ou setor, que implique na exposição do profissional a risco diferente a que estava
exposto.
e) Exame Demissional
Exame médico a ser realizado obrigatoriamente, dentro dos 15 dias que antecederem o
desligamento definitivo do profissional. Para o profissional cabeleireiro, se o último exame
(admissional ou periódico), foi realizado a menos de 135 dias, está dispensado do exame
demissional.

6. HIGIENE E APRESENTAÇÃO PESSOAL


Os profissionais devem manter rigorosa higiene pessoal, usar preferencialmente uniforme
de cor clara e calçados fechados, manter as unhas curtas e limpas e evitar o uso de
adornos como anéis, pulseiras, relógios. Não é permitido fumar nas dependências do
consultório.

Importante:
As unhas longas e adornos dificultam a higienização das mãos e servem de abrigo para
microrganismos e outras sujidades.

O asseio corporal é condição imprescindível para a manutenção do perfeito estado


de saúde. Os profissionais devem apresentar-se com:
• Roupas limpas;
• Unhas aparadas;
• Cabelos limpos e presos se forem longos;
• Os objetos de uso pessoal dos profissionais devem ser guardados em locais separados
daqueles utilizados para roupas e equipamentos de trabalho.

6.1 LAVAGEM DAS MÃOS


A lavagem correta das mãos é uma das mais importantes medidas utilizada na
diminuição da propagação de doenças. Esta lavagem tem a finalidade de livrar as mãos da
sujeira, removendo bactérias, transitórias e residentes, como também, células
descamativas, pêlos, suor, oleosidade da pele, e deverá ser feita antes e depois de
atender cada cliente.
Os profissionais devem adotar este procedimento como um hábito e seguir as
recomendações e etapas de desenvolvimento da seguinte técnica:
6.1.1 Higienização das mãos com álcool 70%
O álcool 70% reduz a quantidade de microrganismos, mas não remove sujidades.
Quando:
• As mãos não estiverem visivelmente sujas;
• Antes e após cada atendimento;
• Ao trocar de área: da virilha para o buço, dos pés para as mãos;
• Após contato com objetos (celular, maçanetas, etc.) durante o atendimento.
Como:
• Aplicar o álcool 70% nas mãos;
• Friccionar todas as superfícies das mãos conforme figura abaixo;
• Deixar o álcool secar naturalmente, sem uso de toalhas, tecidos ou papel.

Utilizar apenas álcool específico para higienização das mãos na concentração de 70%.
Dê preferência a produtos disponibilizados na forma de refil para evitar sua contaminação.

Figura 2 – Procedimento de higienização das mãos com álcool 70%

6.1.2 Lavagem básica das mãos


• Ficar em posição confortável, sem tocar a pia e abrir a torneira, de preferência,
com a mão não dominante, isto é, com a esquerda, se for destro, e com a direita, se for
canhoto;
• Manter se possível, a água em temperatura agradável, já que a água quente ou muito fria
resseca a pele. Usar de preferência sabão líquido;
• Ensaboar as mãos e friccioná-las em todas as suas faces, espaços interdigitais,
articulações, unhas e extremidades dos dedos (Figura 1);
• Enxaguar as mãos, retirando totalmente a espuma e resíduos de sabão;
• Enxugá-las com papel-toalha descartável;
• Fechar a torneira utilizando papel-toalha descartável (evitar encostar na torneira ou na
pia).

Figura 2 – Procedimento de lavagem das mãos


7. VACINAÇÃO
A vacinação tem a finalidade de criar imunidade protegendo nosso organismo de
alguns microrganismos.
Como existe possibilidade de contato com sangue, é fundamental que os
profissionais de beleza e estética façam uso da profilaxia por meio da vacinação para
Hepatite B, que é gratuita em todos os postos de saúde. São necessárias três doses da
vacina.
Também a vacinação contra o tétano é importante, pois esta doença pode ser
transmitida por lesões na pele provocadas por quaisquer materiais: desde queimaduras até
cortes com metais, não necessariamente enferrujados.

8. EXPOSIÇÃO ACIDENTAL: CUIDADOS QUANDO OCORREM


ACIDENTES
Lesões decorrentes de acidentes com materiais perfurocortantes como agulhas,
tesouras, potencialmente contaminadas deve ser imediatamente lavadas com água
corrente em abundância e sabão. Não usar substâncias químicas como água sanitária e
outros desinfetantes, pois eles aumentam a área lesada e consequentemente a exposição
ao material infectante.
Nos acidentes envolvendo mucosas, como a dos olhos, deve-se lavar o local
imediatamente com água corrente em abundância.
Nas reações alérgicas e intoxicações por produtos químicos devem ser seguidas as
instruções dos fabricantes.
• As pessoas acidentadas ou com manifestação de reação alérgica devem ser
encaminhadas imediatamente para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) mais próxima;
• Caso ocorra sangramento do cliente durante atendimento, o profissional nunca deve
estancar sangramento fazendo pressão com os dedos.

9. USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL- EPI


A NR nº 6 do Ministério do Trabalho define os Equipamentos de Proteção Individual
(E.P.I.) como sendo “todo dispositivo de uso individual destinado a proteger a saúde e a
integridade física do trabalhador no local de trabalho”. São eles:
9.2.1. Proteção para a cabeça
Óculos - Devem ser usados para a proteção dos olhos, durante a manipulação de
produtos químicos. Exemplo: ao manipular tinturas e químicas para alisamentos.
Máscaras - Devem ser usadas contra gases (carvão ativado) durante a manipulação de
produtos químicos, para evitar a inalação dos mesmos.
9.2.2. Proteção para os membros superiores
Luvas - As luvas são de uso obrigatório nos procedimentos potencialmente invasivos, em
que exista risco de contato com o sangue, no caso das atividades desempenhadas por
manicuros, pedicuros, dentre outros, devendo ser desprezadas após o uso em cada
cliente. Devem ser usadas, também, no contato com produtos químicos de ação corrosiva,
cáustica, alergênica, tóxica e térmica (como por exemplo, as tinturas e as composições
químicas para alisamento de cabelos). No caso da preparação de cera quente para
depilação (quando manipulada em panela), devem ser usadas luvas resistentes ao calor
(couro) até a altura dos cotovelos, devido ao risco de queimaduras, por respingamento.
9.2.3. Proteção do tronco
Aventais - Devem ser usados aventais impermeáveis, resistentes aos produtos químicos e
ao calor, capas e ou outras vestimentas para situações em que haja risco de lesões
provocadas por agentes químicos (ex: amônia, cloro, água oxigenada).
9.2.4. Proteção para membros inferiores
Sapatos - Usar sapatos fechados, evitando o uso de chinelos.

9.3. HIGIENE AMBIENTAL


É importante ressaltar que em ambiente coletivo onde há convivência de pessoas
com origem e costumes diversificados, é necessário adotar procedimentos de higienização
diferentes dos comumente utilizados em ambientes domésticos .
São princípios que norteiam qualquer procedimento de higienização eficaz:
•Limpar no sentido da área mais limpa para a mais suja;
•Da área menos contaminada para a mais contaminada;
•De cima para baixo (ação da gravidade);
•Remover as sujidades sempre no mesmo sentido e direção .
Modo correto Modo incorreto
↓↓↓↓ ↑ ↓ ↑↓

Os procedimentos de higienização devem ser realizados nas seguintes áreas e superfícies


fixas:

PISO
Periodicidade: Diariamente e sempre que necessário
Procedimentos:
- varrer, retirando todos os resíduos existentes;
- espalhar água e sabão em toda a superfície com auxílio de um pano;
- enxaguar o pano em água limpa e retirar o sabão;
- diluir a solução desinfetante conforme orientação do fabricante, e
aplicar em toda superfície com auxílio de um pano limpo;
- deixar secar.
Uma vez por semana e sempre que necessário deve-se:
- varrer, retirando todos os resíduos existentes;
- esfregar com água e sabão toda a superfície;
- enxaguar com água limpa;
- secar com rodo e pano limpo;
- diluir a solução desinfetante conforme orientação do fabricante, e
aplicar em toda superfície com auxílio de um pano limpo;
- deixar secar.

VASO SANITÁRIO
Periodicidade: Diariamente e sempre que apresentar-se sujo.
Procedimento:
- acionar a descarga;
- iniciar a lavagem externa do vaso sanitário com água e sabão;
- proceder à lavagem interna, com auxílio de uma escova de cabo longo,
esfregando todos os cantos visíveis;
- acionar a descarga para enxaguar;
- colocar solução desinfetante dentro do vaso sanitário.

MOBILIÁRIO
Periodicidade: Diariamente, sempre que houver respingo de algum produto.
Procedimento:
- limpar com água e sabão, com auxílio de um pano limpo;
- enxaguar o pano em água limpa e retirar o sabão;
- aplicar solução desinfetante com auxílio de um pano limpo;
- deixar secar.

PORTAS E PAREDES
Periodicidade: uma vez por semana e sempre que necessário
Procedimento:
- limpar com água e sabão, com auxílio de um pano limpo;
- enxaguar o pano em água limpa e retirar o sabão;
- aplicar solução desinfetante com auxílio de um pano limpo;
- deixar secar
OBS: A diluição do desinfetante deve seguir orientação do fabricante.

ROUPAS
Periodicidade: diariamente
Procedimento:
- armazenar as roupas sujas em sacos(plásticos ou de tecido;
- colocar de molho em sabão em pó;
- esfregar manualmente ou na máquina de lavar;
- enxaguar com água limpa;
- proceder à passagem das roupas;
- armazenar em armário fechado específico.

APARELHOS, MACAS E ACESSÓRIOS

Retirar o excesso de produto cosmético retido nos acessórios com o auxílio de papel
toalha descartável;

Finalizar a higienização friccionando algodão embebido em solução antisséptica (álcool


70%) por toda a extensão do acessório;

FILTROS DE AR-CONDICIONADO

Os estabelecimentos que utilizarem o ar condicionado para climatização do


ambientes, obrigatoriamente, seguirão a Portaria 3523/GM de 28/8/98 do Ministério da
Saúde, que dispõe sobre a higienização dos filtros dos aparelhos de ar-condicionado.

Cuidados básicos:
• retirar os filtros;
• lavá-los com solução de detergente neutro;
• enxaguá-los em água corrente;
• colocá-los em imersão em solução de hipoclorito de sódio a 1% por 30’;
• enxaguá-los e deixar escorrer;
• recolocá-los no aparelho de ar-condicionado.

10. DESINFECÇÃO
É o processo químico que elimina de objetos e superfícies a maioria dos
microrganismos que causam doenças. Existem no mercado diversos produtos
desinfetantes, os mais utilizados são:

10.1 Álcool etílico 70%


• Usar após a limpeza com água e detergente;
• Friccionar a área aplicada; o produto age por fricção;
• Manter os recipientes fechados, pois o álcool evapora.
Como utilizar:
• Limpar;
• Secar;
• Embeber pano seco com o produto;
• Friccionar a superfície desejada, esperar secar e repetir três vezes a aplicação.

10.2 Hipoclorito de sódio 1%


• Deve ser usado após a limpeza com água e detergente;
• Não age como desinfetante na presença de sujidade;
• É contra-indicado para metais, devido ação corrosiva. Possui ação descolorante;
• As soluções devem ser estocadas em recipientes fechados e opacos;
• Sua ação como desinfetante ficará comprometida caso seja misturado com
detergente ou outros produtos químicos, podendo inclusive se tornar tóxico.
Como utilizar:
• Limpar;
• Secar;
• Imergir os utensílios na solução de Hipoclorito de Sódio 1% por 30 minutos;
• Enxaguar;
• Secar.

Na desinfecção os profissionais deverão adotar os mesmos cuidados de segurança


recomendados na limpeza.

11. PROCEDIMENTOS DE LIMPEZA E ESTERILIZAÇÃO DOS


ARTIGOS
11.1. LIMPEZA
Consiste na lavagem, enxágue e secagem do material, com objetivo de remover totalmente
os detritos e sujidade dos artigos.
Os critérios de escolha dos produtos químicos para higienização nos Estabelecimentos de
Embelezamento devem ser feitos levando-se em consideração:
• Superfície, equipamento e ambiente.
• Tempo de ação.
• Variedade dos germes sobre os quais atua.
• Custo.
A limpeza dos artigos pode ser feita por processo manual, utilizando-se as mãos ou
mecânico, sendo este o é mais utilizado em serviços de saúde, devido à complexidade e o
alto custo das lavadoras mecânicas.

11.1.1. LIMPEZA MANUAL


• Materiais indicados para limpeza Manual: Todos os materiais
Material necessário:
- detergente;
- solução desincrustante (opcional);
- E.P. I (luvas de borracha e avental);
- escova;
- recipiente com solução detergente (bacia, balde).

Procedimentos de lavagem manual


Procedimento Observações

1. Imergir o material em solução de água com • Utilizar E.P. I.

substância detergente e ou desincrustante (para • Deixar o tempo determinado pelo fabricante


promover a remoção dos detritos orgânicos). da solução.

2. Proceder à lavagem do material através de • Utilizar escova macia com cerdas


fricção. de nylon, escovando no sentido das serrilhas.

3. Após a lavagem do material deve-se efetuar um • Utilizar água filtrada para o enxágue.
cuidadoso enxágue, para remover completamente
os os resíduos de detergente.

4. Enxugar os artigos. • Utilizar pano seco e limpo.

11.1.2. LIMPEZA MECÂNICA


O processo de limpeza mecânica utiliza lavadoras que funcionam de modo
semelhante aos das lavadoras de louças industriais, com uso de detergentes apropriados e
jatos de água. Os instrumentos devem ser colocados abertos.
As lavadoras ultrassônicas propiciam uma limpeza em profundidade. Um núcleo
gasoso gera minúsculas bolhas que se expandem até se tornarem instáveis e explodirem.
Essa implosão produz áreas de vácuo que “puxam” as sujidades, desincrustando às dos
materiais.
Quando associado à ação do detergente e do calor, o ultrassom possibilita a
remoção até das sujidades mais aderentes, em locais que a escovação manual não
alcança.
• Materiais indicados para limpeza mecânica: Todos os materiais
Material necessário
- máquinas lavadoras;
- lavadoras ultrassônicas;
- detergentes apropriados para essas máquinas;
- E.P.I (luvas, avental e protetores auriculares).

Procedimento Observações

Colocar os instrumentais abertos na lavadora • Utilizar E.P.I.

• Deixar o tempo determinado pelo fabricante da


solução.

Colocar detergente na máquina • Utilizar a quantidade de detergente apropriada


recomendado pelo fabricante.

Ligar a lavadora conforme orientação do fabricante • Durante o funcionamento da lavadora ultrassônica, o


funcionário deve usar protetores auriculares, pois o
som emitido pela máquina pode causar surdez às
pessoas que permanecerem nas suas proximidades
durante sua operação.

Após a lavagem do material, deve-se efetuar um • Usar EPI.


cuidadoso enxágue, para remover completamente • Utilizar água corrente para o enxágue.
os resíduos de detergente.

Enxugar cuidadosamente cada • Utilizar pano seco e limpo


peça

12. TRATAMENTO DOS ARTIGOS - utensílios e instrumentais


a) Artigos Críticos
b) Artigos Não Críticos
Os artigos não críticos de uso permanente, como: tigelas de vidro, plástico ou de
aço inox usadas para colocar água destinada ao amolecimento de cutículas das unhas das
mãos ou pés, devem ser lavados com água e sabão a cada atendimento e fazer uso de
protetores plásticos, descartáveis, para cada cliente; caso, não utilize o protetor plástico
descartável, estes utensílios devem ser desinfetados.
b.1) Desinfecção – refere-se ao método capaz de eliminar a maior parte dos germes
patogênicos, com exceção dos esporos (germe mais resistente). O tipo de desinfecção
indicada para os estabelecimentos de estética é a desinfecção de médio nível, descrita a
seguir:
• Materiais indicados:
Utensílios passíveis de transmissão de doenças decorrentes do uso coletivo.
• Material necessário para desinfecção com álcool a 70%
- álcool a 70%
- algodão ou gaze
- luvas de procedimento e ou limpeza
• Procedimentos:
- friccionar o algodão ou gaze com álcool a 70% por 30 segundos de contato e deixar
secar;
- repetir a operação por 03 vezes.
Este procedimento deve ser feito a cada utilização, ou seja, para cada cliente. Caso o
serviço opte por não realizar a desinfecção destes recipientes com álcool 70%, deverá
revestir o utensílio com protetor plástico descartável que deve ser desprezado a cada uso.

b.2) Esterilização – refere-se ao método capaz de eliminar todos os microrganismos


patogênicos, inclusive os esporos.
A esterilização nesses estabelecimentos deverá ser feita mediante aplicação de processos
físicos (autoclaves e estufas).
Os artigos termo resistentes (resistentes ao calor) deverão ser esterilizados pelo calor seco
(estufa) ou pelo vapor de água sob pressão (autoclave), que são processos físicos de
esterilização.
Para proceder à esterilização, deve-se, inicialmente, lavar e enxaguar cuidadosamente os
artigos, a fim de remover os detritos neles existentes (sangue, dentre outros resíduos) e
em seguida enxugá-los, para remover a umidade e, por fim, embalá-los adequadamente.

12.1 ESTERILIZAÇÃO POR CALOR ÚMIDO – AUTOCLAVE

Tipos de artigos indicados:


Artigos críticos termo resistentes como:
• Ponteiras
• Cubetas
• Espátulas
• Pinceis
• Dentre outros

Material necessário:
- Autoclave
- Material a ser esterilizado
- Fita adesiva
- Embalagem específica para autoclave.
Tipo de material Tempo de exposição para esterilização em autoclave

- De superfície: Inox, vidros. - 15 minutos a uma temperatura de 121º C

- De densidade: Gases, tecidos. - 30 minutos a uma temperatura de 121º C

Procedimento Observações

- Após a limpeza e secagem do artigo, - Utilizar papel grau cirúrgico ou campo duplo de algodão
proceder ao empacotamento do mesmo. cru ou descartável;

- Embalar os materiais abertos.

- Utilizar técnica correta, conforme mostra a Figura 1,


mantendo os pacotes frouxos, sem compactação, para
permitir a penetração do vapor.

- Os pacotes de campos descartáveis ou de algodão devem


ser fechados com fita crepe.

- Se for usar caixa de inox para esterilizar os artigos,


esta deve ser perfurada ou com tampa embaixo,
devidamente embalada em campo duplo de algodão.

- Colocar fita indicadora química externa - Permite diferenciar os pacotes já submetidos ao processo
de em todos os pacotes ou caixas. esterilização, pois, a fita muda de cor.

- Carregar a autoclave com um só tipo de - Devido às diferenças no tempo de exposição conforme


material demonstrado.

- Dispor o material no interior da autoclave - Deixar um espaço de aproximadamente de maneira a


facilitar 3 cm entre um pacote e outro. a penetração e a circulação do vapor.

- Programar e ligar a autoclave conforme - Deixá-la completar o ciclo de esterilização.


orientação do fabricante e o tipo de mate-
rial a ser processado.

- Retirar o material da autoclave - Aguardar o resfriamento dos materiais antes de retirá-los da


autoclave

13. ÁREA FÍSICA


• Recepção e arquivo (administração);
• Copa
• Consultório;
• Sanitário - para o público;
• Área de guarda de estoque de produtos e equipamentos;
• Área de armazenamento de resíduos sólidos
• Depósito de Material de Limpeza
13.1 RECEPÇÃO
A recepção e arquivo devem possuir área mínima de 10,00 m2.
13.2 COPA
Copa com área mínima de 2,6 m2 e dimensão mínima de 1,15 m. (opcional)
13. 3 CONSULTÓRIO
As dependências ou salas utilizadas para atender os clientes possuem pia lavatório para a
higienização das mãos, com dispensador de sabão líquido e suporte para papel toalha.
Recipiente para lixo com tampa, saco plástico e com acionamento por pedal.
13.4 SANITÁRIOS PARA O PÚBLICO – FEMININO E MASCULINO
Sanitário(s) para pacientes e público com área mínima de 1,6 m2 e dimensão mínima de 1
m, possuem pia lavatório para a higienização das mãos, com dispensador de sabão líquido
e suporte para papel toalha. Sanitário com tampa. Recipiente para lixo com tampa, saco
plástico e com acionamento por pedal.
13.5 ÁREA DE GUARDA DE ESTOQUE DE PRODUTOS E EQUIPAMENTOS
A área física para guarda do estoque de produtos e equipamentos deve ser
compatível com a quantidade e necessidade do estabelecimento.
Esta área deve ser ventilada adequadamente, o profissional deve manusear e
armazenar os utensílios processados com cuidado para não contaminá-los. Os utensílios
devem ser estocados em local seco, arejado e protegido de umidade e sujidades, de
preferência em caixas plásticas com tampa. Devem ser o mínimo possível e com mãos
limpas de forma a preservar a qualidade e integridade do estoque de produtos e
equipamentos. A iluminação deve ser compatível com sua área física.
13.6 CENTRAL DE MATERIAL ESTERILIZADO (CME) simplificada com dois ambientes.
• Ambiente sujo - sala de lavagem e descontaminação de materiais com bancada, pia e
guichê para a área limpa (sala de esterilização de material), com área mínima de 4,8 m2
• Ambiente limpo - sala de preparo/esterilização/estocagem de material, com bancada para
equipamentos de esterilização, armários para guarda de material e guichê para distribuição
de material, com área mínima de 4,8 m².
Recebimento de material sujo > separação e lavagem de material > preparo de material >
esterilização > armazenamento e distribuição
13.7 ÁREA DE ARMAZENAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS
Área compatível para guarda de resíduos sólidos, a serem armazenados em caçambas
fechadas. As paredes devem ser revestidas de azulejos até a junção com o teto e possuir
ponto de água. O piso deve ser de material resistente, liso, lavável e de fácil higienização.
Esta área deve possuir porta, dispositivo que impeça a entrada de (insetos, roedores e
animais) e janelas teladas para ventilar a área ou exaustor.
13.8 DEPÓSITO DE MATERIAL DE LIMPEZA
Depósito de material de limpeza (DML) com área mínima de 2 m2 e dimensão mínima de 1
m, equipado com tanque.

14. PRODUTOS E EQUIPAMENTOS


14.1 EQUIPAMENTOS
Os equipamentos utilizados nos procedimentos de estética e beleza e os de esterilização
devem possuir número de registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).
O serviço deverá manter manual técnico do equipamento em português e registros de
manutenção preventiva e corretiva realizada conforme orientação do fabricante.
14.2 MATERIAIS DE CONSUMO E MEDICAMENTOS:

 Informar os tipos de materiais utilizados (Manual de Procedimentos Operacionais


Padronizados)
 Informar as rotinas para controle da data de validade. (Manual de Procedimentos
Operacionais Padronizados)
14.3 COSMÉTICOS
Os produtos utilizados para embelezamento pertencem à categoria dos cosméticos e são
regulamentados pela ANVISA. Ao adquirir os produtos verifique no rótulo:
• Nome do produto;
• Marca;
• Lote;
• Prazo de validade;
• Conteúdo;
• País de origem;
• Fabricante/importador;
• Composição do produto;
• Finalidade de uso do produto;
• Instruções em língua portuguesa;
• Autorização de Funcionamento da indústria na ANVISA;
• Número de registro ou notificação no Ministério da Saúde/ ANVISA.
Os produtos devem ser guardados e protegidos da luz, calor e umidade, separados de
alimentos e produtos de limpeza.
Antes de aplicar qualquer produto sobre a pele, perguntar ao cliente se ele (a) tem algum
tipo de alergia aos componentes químicos do produto a ser utilizado. Não deve haver
fracionamento e/ou mistura tecnicamente inaceitável dos produtos químicos utilizados.

15. SERVIÇOS DE ESTÉTICA: CUIDADOS IMPORTANTES


• Manter em local visível certificado de qualificação profissional;
• Usar produtos manipulados em farmácias apenas quando devidamente prescrito por
profissional habilitado, especificamente para o cliente.

16. GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS (LIXO)


SÍMBOLOS UNIVERSAIS, SEGUNDO A CLASSIFICAÇÃO DO RESÍDUO.

• Resíduo comum
- Acondicionar em saco plástico de qualquer cor, exceto branca;
- O preenchimento dos sacos deve alcançar, no máximo, 2/3 de sua capacidade.
• Resíduo infectante
- Os materiais perfurantes e cortantes devem ser acondicionados em recipientes
apropriados de parede rígida, devidamente, identificados como resíduo infectante;
- Para os não perfurantes e cortantes, utilizar sacos plásticos de cor branca leitosa.

Cuidados necessários ao manusear os resíduos infectantes:


a) A manipulação destes resíduos deve ser a mínima possível.
b) Manter os sacos contendo resíduos infectantes em local seguro, até seu manejo para
descarte;
c) Nunca abrir os sacos contendo estes resíduos para inspecionar seu conteúdo.
d) Adotar procedimentos de manuseio que preservem a integridade dos sacos plásticos
contendo resíduos;
e) No caso de rompimento, com espalhamento de seu conteúdo, rever os procedimentos
de manuseio.
f) Armazenar em local previamente determinado e de fácil acesso ao serviço de coleta
especial.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

Aspectos Higiênico-sanitários em serviços de estética sem responsabilidade médica.


Prefeitura da cidade de Juiz de Fora.

_____. BRASIL. Ministério da Saude: Biossegurança em laboratórios biomédicos e


de microbiologia. Editora MS, Brasília, 2006.

COVISA Coordenação em Vigilância. Beleza com segurança. Guia pratico para


profissionais. Prefeitura da cidade de São Paulo. Ano 2005.

Cap. VI, inciso 14.1 da RDC 306/04.

Cap. II e Cap VI, inciso 14.1 da RDC 306/04.

TEIXEIRA P.; VALLE S. Biossegurança: uma abordagem multidisciplinar. Rio de Janeiro:


Fiocruz, 1996. p. 123-132.

CARVALHO RCR. Controle de Infecção-Biossegurança. In: Garone Netto et al. Introdução


à Dentística Restauradora. 3. ed. São Paulo: Santos; 2003, p. 3-15.

ROTEIRO DE INSPEÇÃO: Estabelecimentos de Beleza e/ou Podologia. Secretária


Municipal da Saúde. Coordenação de Vigilância em Saúde, Gerência de Produtos e
Serviços de Interesse da Saúde. Subgerência de Serviços.

Roteiro de Inspeção para Fisioterapia. Secretaria Municipal de Saúde Coordenadoria Geral


de Vigilância da Saúde. Prefeitura Municipal de Porto Alegre.

Referências Técnicas para o Funcionamento dos Serviços de Estética e Embelezamento


sem Responsabilidade Médica. Brasília, dezembro de 2009.

SMG “N” Nº 693 de 17 de agosto de 2004.


DESCRIÇÃO DOS PROCEDIMENTOS CLÍNICOS
REALIZADOS NO LOCAL (POP – Procedimento
Operacional Padrão):

Manu

Manual de Procedimentos Operacionais Padronizados (POPs)

HIGIENIZAÇÃO DE APARELHOS DE ESTÉTICA

Realizado por: Glendah Silva Lucas


Aprovado por: Glendah Silva Lucas - CRMB 15695

Data: ……. / …… / 2021

1. Objetivo: Descrever a técnica para a higienização de aparelho de estética.

2. Campo de Aparelho:____________________________________________________
aplicação:
____________________________________________________________

Marca: ______________________________ Ano de fabricação: ________

Número de registro na Anvisa: ___________________________________

____________________________________________________________

3. Glendah Silva Lucas - CRMB 15695


Responsabili
dade e
execução:

4 Manual de instruções do aparelho.


Referências:

5 Antes de iniciar a utilização do equipamento e após a sua utilização a cada


Periodicidad cliente.
e:

6 Materiais Algodão descartável;


necessários:
Solução antisséptica: álcool 70%;

Papel toalha descartável


7 A – Antes de iniciar o uso do equipamento:
Procedimento
a ser Com o equipamento montado e dentro das condições para uso, certificar-se de
realizado: que este se encontra desligado, com o cabo de força fora da tomada;

Com um algodão umedecido com a solução antisséptica, friccionar por no


mínimo 30 segundos por toda a extensão do acessório que entra em contato
com a cliente;

Repetir o passo anterior para todos os acessórios disponíveis para o uso;

Finalizado esta higienização inicial, pode ligar o aparelho e iniciar o seu uso.

B – Após a utilização do equipamento:

Após a utilização do equipamento, desligar este e retirar o cabo de força da


tomada;

Retirar o excesso de produto cosmético retido nos acessórios com o auxílio de


papel toalha descartável;

Repetir o passo anterior para assegurar completa retirada de produto do


acessório;

Finalizar a higienização friccionando algodão embebido em solução antisséptica


por toda a extensão do acessório;

Repetir os três passos anteriores para todos os acessórios utilizados durante o


protocolo.
Manual de Procedimentos Operacionais Padronizados (POPs)

SERVIÇOS

Hidratação Cutânea Facial

Realizado por: Glendah Silva Lucas

Aprovado por: Glendah Silva Lucas - CRMB 15695

Data: ……. / …… / 2021

EPI cliente Touca

EPI profissional Touca, máscara

Demaquilar Aplicar na face da cliente o produto (colocar o nome do produto)


remover com gaze embebida em água

Limpeza Aplicar na face da cliente o produto (colocar o nome do produto)


remover o excesso com gaze.

Tonificar Aplicar na face da cliente suavemente o produto (colocar o nome


do produto) com gaze

Hidratar Aplicar na face da cliente o produto (colocar o nome do produto) e


deixar agir por .( ) minutos

Proteção Aplicar na face da cliente o produto (colocar o nome do produto) e


deixar na pele.

Manual de Procedimentos Operacionais Padronizados (POPs)

COSMÉTICOS E PRODUTOS UTILIZADOS

Realizado por: Glendah Silva Lucas

Aprovado por: Glendah Silva Lucas - CRMB 15695

Data: ……. / …… / 2021

NOME DO PRODUTO

MARCA

LOTE

PRAZO DE VALIDADE

CONTEÚDO – gr ou ml ou forma física (creme, líquido, fluido)

PAÍS DE ORIGEM

FABRICANTE / IMPORTADOR/SAC

COMPOSIÇÃO DO PRODUTO/

INGREDIENTES
FINALIDADE DE USO

RESTRIÇÃO DE USO / CONTRAINDICADO

NÚMERO DE REGISTRO NO MINISTÉRIO DA SAÚDE / ANVISA

– RESOL/ANVS-343/05 ____________________________________________________________

– M.S ___________________________________________________________________________

– R.P. ___________________________________________________________________________
PGRSS (Programa de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de
Saúde)

Recepção Papel e outros resíduos provenientes das áreas administrativas


(ex: grampos, gominhas.)

Copa Resíduos de sobras de alimentos e de preparo de alimentos,


papel toalha.

Sala de espera Papel, copo descartável.

Sala de procedimento 01 Papel toalha, lençol descartável, agulhas, seringas, frascos de


vidro, cartuchos de microagulhamento, gaze.

Sala de procedimento 02 Papel toalha, lençol descartável, agulhas, seringas, frascos de


vidro, cartuchos de microagulhamento, gaze.

Banheiros Papel de uso sanitário, absorventes higiênicos, papel toalha.

Central de material Resíduos provenientes do processo de preparação para


esterilizado (cme) esterilização.

Depósito de material de Resíduos de varrição, papel e outros resíduos provenientes da


limpeza área administrativa.

DOCUMENTAÇÃO SOLICITADA PELA VIGILÂNCIA SANITÁRIA


• Alvará de Localização e Funcionamento;
• Alvará de Autorização Sanitária;
• Manual de rotinas e procedimentos
• POP’S (procedimento operacional padrão)
• Registro de manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos;
• Plano de contingência;
PGRSS (Programa de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde) deve
indicar o descarte dos resíduos de saúde de forma correta utilizando o serviço de
coleta especial, fazendo o descarte do material contaminado em recipientes
preconizados pelas normas da ABNT.
• Registro de monitoramento da esterilização;
• Comprovante de recolhimento dos resíduos perfurocortantes.

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