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1.00

DESENHO DE

OBSERVAÇÃO

Esp. Sandra Marques

INICIAR

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introdução
Introdução

Olá, caro(a) aluno(a). Vamos seguir com nossos estudos do desenho de


observação. Falaremos sobre a modelagem de figuras tridimensionais,
partindo das formas biomórficas, vendo o passo a passo dos projetos de
computação gráfica e em dimensões.

Na sequência, abordaremos as técnicas de luz e sombra e sua capacidade de


conferir volume e profundidade aos desenhos. Veremos os diferentes tipos
de luz e de sombra, e como eles são representados no desenho de volume.

A composição será o tema seguinte. Vamos definir composição e estudar os


diferentes conceitos que influenciam na construção de uma composição
harmônica e atraente.

Por fim, iremos analisar obras de arte, identificando nelas os conceitos de


composição estudados.

Bons estudos!

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Figuras Tridimensionais

Formas tridimensionais são aquelas que podemos observar em três


dimensões: largura, altura e comprimento. Exemplos de formas
tridimensionais básicas são cubos, esferas, pirâmides, cones e cilindros. Esses
são os chamados sólidos geométricos.

Uma forma de compreender, representar e modelar fisicamente esses sólidos


é a planificação.

Planificar um sólido geométrico é representar de forma bidimensional, ou


seja, de forma plana, todas a suas faces. A Figura 3.1 mostra alguns sólidos
geométricos e suas respectivas planificações:

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Formas Biomórficas
Formas biomórficas são aquelas que remetem à anatomia dos seres vivos.
Nas artes, na arquitetura e no design, o biformíssimo é um estilo que se
baseia nas linhas orgânicas e curvas que evocam as formas dos organismos
vivos.

Na modelagem virtual de objetos tridimensionais, as formas biomórficas são


o ponto de partida. Se para construirmos fisicamente um sólido geométrico
partimos de sua planificação, na computação gráfica partimos de linhas e
formas biomórficas.

Os programas de computação gráfica estão cada vez mais avançados e


possibilitam a criação e a animação de objetos em três dimensões
extremamente complexos e realistas.

Contudo, por mais complexos que sejam os objetos 3D a serem modelados,


eles começam com o desenho simples de uma linha de contorno e de formas
básicas.

As linhas e formas básicas podem ser geradas em programas 2D e exportadas


para os programas tridimensionais. Definida a forma inicial, o desenhista
deve informar ao software os parâmetros necessários para a modelagem
tridimensional. A Figura 3.2 mostra o processo de modelagem de um vaso. A

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partir da imagem básica contendo o perfil do objeto, o programa modela sua


forma tridimensional, com base nos parâmetros fornecidos.

Passo a Passo da Criação 3D


A modelagem do objeto tridimensional é apenas o primeiro passo em um
projeto de computação gráfica. Um projeto em 3D completo envolve os
seguintes passo:

1. Modelagem 3D: a modelagem é processo de criar a representação


tridimensional do objeto, como vimos no exemplo do vaso (Figura
3.2).
2. Texturização: o objeto modelado em três dimensões é composto
por uma malha estruturante revestida por uma superfície opaca e
sem cor. Para ganhar uma aparência realista, ele precisa ser
texturizado. Os programas oferecem bancos com texturas padrões,
como metálico, madeira ou tecido. Também podem ser aplicadas
cores e fotografias sobre o modelo 3D.
3. Iluminação: o desenhista deve, ainda, configurar a iluminação do
objeto. Ele define o ângulo de incidência da luz sobre o objeto e sua
intensidade, assim como o tipo de luz, que pode ser direta ou difusa.

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4. Animação: os programas de computação gráfica permitem ainda a


animação dos projetos tridimensionais. Assim como nos desenhos
animados, a ilusão de movimento é conseguida com a sucessão
rápida dos frames, que são cada um dos quadros que compõem a
cena. A velocidade-padrão usada nas animações é de 30 quadros por
segundo.
5. Renderização: a renderização é o processo de acabamento do
projeto de computação gráfica. Durante o desenvolvimento do
trabalho descrito nos passos anteriores, a visualização do projeto
não mostra o resultado final obtido com a aplicação das texturas e
dos efeitos de luz e sombra. Esse nível de acabamento só é visível
após a etapa de renderização.

ti
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praticar
Vamos Praticar
Na modelagem de figuras tridimensionais, o ponto de partida é a definição de linhas
de contorno e formas básicas. A partir desses elementos, os programas de
computação gráfica geram os objetos em 3D.

Sobre o tema, assinale a alternativa correta:

a) Formas biomórficas são representações tridimensionais de seres vivos.

b) A computação gráfica utiliza o método da planificação para modelar figuras 3D.


c) A texturização é o processo de revestir as figuras tridimensionais, dando-lhes uma aparência
realista.

d) No processo de animação, as cores são adicionadas às figuras tridimensionais.

e) Renderizar é o termo usado na computação gráfica para o ato de salvar o arquivo.

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Luz e Sombra

Quando abordamos a perspectiva tonal, falamos sobre o uso da luz e da


sombra para dar profundidade ao desenho. Hallawell (2006) chama de
desenho de volume a técnica de usar diferentes tons para delimitar áreas
claras e escuras e separar os planos do desenho. Já Curtis (2015) utiliza o
termo “desenho de tons contínuos”.

Em contraste com o desenho de relevo, temos o desenho linear, que usa


apenas linhas para delimitar os objetos e distinguir os diferentes planos.

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Tipos de Luz
Curtis destaca que o contraste entre claro e escuro “[...] é uma técnica de
desenho na qual tons de cinza sutilmente mesclados são aplicados para
imitar as diferentes intensidades de luz e sombra que ocorrem quando a luz
ilumina e é refletida nas formas tridimensionais” (CURTIS, 2015, p. 206).

Ao afirmar que a luz ilumina e é refletida, Curtis está se referindo aos dois
tipos de iluminação empregados no desenho: a luz direta e a luz refletida. A
luz direta é aquela que incide diretamente sobre o objeto; é a área que se
representa em tons mais claros, beirando o branco. Já a luz refletida é a que
incide indiretamente sobre o objeto. A luz refletida é aquela que rebate em
um plano de fundo e ilumina, parcialmente, o lado em sombra do objeto. Ela
é menos intensa e só é percebida por uma leve variação na área de sombra.

Tipos de Sombra
As áreas de sombra a se representar em um desenho são de dois tipos:
sombra própria e sombra projetada. A sombra própria representa a região
sombreada do próprio objeto, que fica do lado oposto à região iluminada. É
representada pelo cinza escuro. A sombra projetada demarca a projeção do
objeto no plano de fundo e caracteriza a região do fundo em que o objeto

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impediu a passagem de luz. É representada por um cinza mais escuro, quase


preto.

Entre as áreas iluminadas e sombreadas do objeto, existe uma faixa de


transição, chamada de meio-tom.

praticar
Vamos Praticar
“O claro-escuro é uma ferramenta poderosa para definir a massa e o volume de
formas individuais, representar texturas superficiais, dar variação e estabelecer e
realçar o espaço entre os objetos.”

CURTIS, B. Desenho de observação. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2015, p. 206.

Sobre o desenho de luz e sombra, assinale a alternativa correta:

a) Desenho linear é aquele que representa a incidência de luz e sombra nos objetos
representados.

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b) No desenho de luz e sombra, a luz pode ser de dois tipos: direta ou difusa.

c) A luz refletida é aquela projetada diretamente sobre o objeto.

d) A sombra pode ser própria ou projetada.

e) A sombra própria é representada com o tom de cinza mais escuro.

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Composição

Quando se fala em desenho, precisamos, primeiramente, pensar em sua


composição. Antes de termos em mente o tamanho do desenho, bem como
os objetos que serão colocados no papel, é fundamental que saibamos
conhecer as propriedades do espaço a ser desenhado, bem como a forma
como o olhar de quem vê reagirá.

Assim, por composição, podemos defini-la como a organização de todos os


elementos que constituem o desenho em perfeita harmonia com o espaço
livre. Como explica Hallawell (2006, p. 15), “compor é o primeiro passo a ser
dado em qualquer trabalho visual”.

Dondis (1991, p. 29) trata da importância da composição no resultado final de


uma obra, seja de desenho, seja de pintura: “Os resultados das decisões
compositivas determinam o objetivo e o significado da manifestação visual, e
têm fortes implicações com relação ao que é recebido pelo espectador”.

Para que ocorra uma composição adequada, é preciso que se tenha uma
noção nítida dos limites impostos pelo papel que será pintado, sendo que tal
limite é imposto pelas margens.

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De forma geral, o desenho precisa ter o tamanho necessário para ocupar os


espaços em branco da folha, todavia não deverá ser grande a ponto de
ultrapassar as margens.

Como podemos ver acima, no primeiro desenho a imagem é sufocada pelo


espaço em branco e, por sua vez, o segundo desenho tem sua imagem
extrapolando os limites das margens – em alguns casos excepcionais, esse
descomprometimento com a composição básica da imagem é algo intencional
por parte autor do desenho.

Nesse bojo, a fim de realizarmos uma composição equilibrada e que isso


ocorra de forma facilitada, é fundamental centralizarmos o desenho. Os
elementos que o constituem possuem um peso visual que, se deslocado à
direita ou à esquerda, causa desequilíbrio. Isso não é uma regra; em alguns
casos, o desequilíbrio é usado de forma proposital, como recurso visual, mas
deve ser feito com cuidado e usando técnicas de compensação.

Segundo Hallawell (2006), o deslocamento do desenho à direita ou à esquerda


poderá ser compensado se, no outro extremo, for acrescentado um elemento
gráfico, como uma mancha a fim de suprir o vazio.

Além do correto posicionamento dos elementos do desenho na folha e sua


proporção adequada em relação ao tamanho do papel, existem alguns
princípios de composição que devem ser aplicados para que o desenho seja
atraente e esteticamente agradável.

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Segundo Curtis (2015, p. 293), a composição harmônica e atraente não é


apenas uma questão de aplicar regras, mas envolve a intuição e o olhar do
desenhista: “Para compor uma imagem, você deve se basear em sua resposta
emocional e experiência visual direta”.

Esse fator intuitivo do desenhista, porém, não afasta a necessidade de


conhecer e aplicar os princípios mais importantes da composição. Entre eles,
podemos citar:

1. Unidade: é o princípio da composição em que os elementos, embora


distintos, complementam-se e se combinam de tal forma que
componham um conjunto harmonioso. Os elementos visuais
destoantes, ou seja, que não tenham afinidade com o todo, devem
ser retirados ou modificados para proporcionar unidade.
2. Equilíbrio: é atingido quando o valor (peso ou dimensão), atribuído a
um elemento visual ou conjunto de elementos, corresponde, ou
equivale ao valor atribuído aos demais elementos, ou ao todo da
composição. O equilíbrio pode ser simétrico ou assimétrico. No
equilíbrio simétrico, os elementos visuais são distribuídos de forma
homogênea. Se traçarmos linhas imaginárias, verticais ou
horizontais, dividindo a composição em duas partes iguais, cada uma
das partes vai conter o mesmo peso visual. Embora seja atraente, a
simetria pode tornar a composição previsível e menos impactante. Já
no equilíbrio assimétrico, não existe uma linha imaginária que divide
dois lados iguais. A distribuição dos elementos é desigual, mas o
equilíbrio é conseguido por meio de compensações.‍
3. Dinâmica ou movimento: ainda que o desenho represente uma
cena estática, alguns elementos visuais podem ser usados de forma a
conduzir o olhar do observador pela composição, gerando a
sensação de movimento. Alguns desse elementos visuais citados por
Curtis (2015) são: a proximidade, a tangência, a continuação e a
profundidade. Elementos que, pela proximidade, ou até mesmo por
serem tangentes, conduzem o olhar, assim como elementos que
parecem dar continuidade a outros, ou que criem a sensação de

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profundidade também são capazes de direcionar o olhar, dando


dinamismo e movimento à composição.
4. Repetição ou ritmo: a repetição de elementos visuais com partes
semelhantes, ou que permitam fazer identificações ou conexões,
promove gosto estético, pela sensação de organização que
transmitem.
5. Regra dos terços: o campo visual é divido em três, tanto no sentido
horizontal quanto no sentido vertical, formando quatro pontos de
interseção. De acordo com a regra dos terços, a força visual de
elementos posicionados sobre um desses quatro pontos é
potencializada.
6. Estrutura fundamental: refere-se ao emprego de formas
geométricas como base para a organização dos elementos visuais.

praticar
Vamos Praticar
Composição é a técnica de distribuir os elementos visuais de um desenho ou
pintura de forma harmoniosa e atraente. Sobre os diferentes conceitos empregados
na composição, assinale a questão correta.

a) A sensação de movimento é conseguida com a representação de figuras se movendo.


b) Unidade é uma regra de composição que diz que o objeto representado deve ser apenas um,
para evitar desequilíbrio.

c) Uma composição assimétrica é uma composição em desequilíbrio.


d) Proximidade, tangência e profundidade são conceitos da composição que conduzem o olhar
do observador.

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e) A regra dos terços recebe esse nome porque ela define na composição três ponto de interesse
focal.

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Composição nas Artes

Agora que conhecemos os principais conceitos relacionados à composição,


vamos analisar algumas obras de arte que exemplificam seu uso.

A obra a seguir, uma pintura a óleo que retrata um cenário de Paris, é um


exemplo do emprego da regra dos terços:

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Na obra “A vinha encarnada”, de Van Gogh (Figura 3.7), a sensação de


movimento se faz pela repetição de elementos (trabalhadores da vinha) e
pelas linhas da margem do riacho e na base dos arvoredos à esquerda, que se
encontram na linha do horizonte, conduzindo o olhar do observador.

Na pintura “O ensaio de balé”, do francês Edgar Degas, o emprego da


repetição conduz nosso olhar da parte superior esquerda da tela até a parte
inferior direita. O equilíbrio é assimétrico. Na parte esquerda da tela, o artista
contrasta a área sobrecarregada ao fundo, com espaço aberto no piso vazio
na parte inferior, em primeiro plano. Curtis (2015) chama esse recurso de
“peso do vazio”.

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“A bacia”, de Degas, utiliza o recurso da tangência, tanto na relação entre a


mulher e a mesa quanto dos demais elementos visuais e as margens do
desenho.

Na obra “O Cardeal cinza”, podemos ver um exemplo do uso das formas


geométricas na composição, recurso chamado de estrutura fundamental. A
forma triangular que abriga as pessoas à esquerda é reforçada pela linha da
escadaria e conduz o olhar para a figura do cardeal, à direita.

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praticar
Vamos Praticar
Além do aspecto intuitivo do artista e da sua experiência visual, o domínio de
técnicas de composição permite a criação de obras que atraem e encantam o olhar
do observador. Sobre a composição nas obras de arte, assinale a alternativa correta.

a) A obra “Ensaio de balé” apresenta equilíbrio simétrico, já que retrata quatro bailarinas em
cada lado da composição.

b) “O Cardeal cinza” exemplifica o uso da repetição, já que tem muitas pessoas representadas.
c) Em “Casa do Parlamento...”, Claude Monet posiciona a torre mais alta usando a regra dos
terços.
d) Na obra “A vinha encarnada”, o movimento da composição é percebido, pois todos os
personagens da tela estão trabalhando.
e) “A bacia”, de Edgar Degas não apresenta unidade, pois os elementos visuais não têm relação
formal.

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in dica ções
Material Complementar

LIVRO

O olho do fotógrafo: composição e design


para fotografias digitais incríveis
Michael Freeman

Editora: Bookman

ISBN: 978-8540701298

Comentário: Uma das áreas que mais utiliza os


elementos de composição é a fotografia. Michael
Freeman aborda os principais conceitos da composição
para permitir ao fotógrafo trabalhar com os elementos
a serem fotografados de forma a conceber imagens
com maior impacto visual.

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FILME

Grandes olhos
Ano: 2015

Comentário: Filme dirigido por Tim Burton, conta a


história real da artista americana Margaret Keane, que,
na sociedade machista dos anos 1950 se viu obrigada a
mentir sobre a autoria de seus desenhos e pinturas,
atribuindo-os a seu marido. É interessante notar o peso
do estilo pessoal de cada artista. No caso de Margaret
Keane, sua marca eram os grandes olhos das
personagens que ela retratava.

TRAILER

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con clusã o
Conclusão

Caro aluno, encerramos mais um conteúdo. Aprendemos como as formas


biomórficas são o ponto de partida para a criação de elaborados projetos
tridimensionais e quais são os processos envolvidos nos trabalhos de
computação gráfica.

Conhecemos técnicas e conceitos relacionados à representação da luz e da


sombra nos desenhos e seu papel na percepção do volume e da
profundidade.

Seguindo nossos estudos, falamos sobre a composição. Vimos que a criação


de uma imagem harmônica e atraente depende não só da intuição e do
talento do desenhista ou pintor, como também do domínio de técnicas e
conceitos que valorizam a composição visual.

Por fim, analisamos algumas obras de arte e como seus autores aplicaram
esses conceitos.

referên cias
Referências Bibliográficas

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CANDIDO, J. O futuro da computação gráfica no Brasil está nas mãos de


jovens empreendedores. Arkade, 5 set. 2018. Disponível em:
<https://www.arkade.com.br/futuro-computacao-grafica-brasil/>. Acesso em:
5 ago. 2019.

CURTIS, B. Desenho de observação. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2015.

DONDIS, A. D. Sintaxe da linguagem visual. São Paulo: Martins Fontes, 1991.

GARCIA, A.; CARDOSO, J. B. F. Composição visual na linguagem publicitária: a


fronteira entre os sistemas off-line e online. Conexão – Comunicação e
Cultura, UCS, Caxias do Sul, v. 11, n. 21, p. 87-100, jan./jun. 2012. Disponível
em:
<www.ucs.br/etc/revistas/index.php/conexao/article/download/1232/1178>.

Acesso em: 26 jul. 2019.

GRANDE OLHOS | Trailer Oficial. Cinesystem Cinemas. YouTube, 25 nov.


2014. Disponível em: <https://youtu.be/XYspgszjsZg>. Acesso em: 5 ago. 2019.

HALLAWELL, P. À mão livre: a linguagem e as técnicas do desenho. 4. ed. São


Paulo: Melhoramentos, 2006.

IMPRIMIR

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