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CELSO CUNHA

Doutorando em Gestao
MsC Em Economia de Desenvolvimento
MsC em Auditoria
MsC em Administração Publica
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

Harmonização contabilística
Processo que visa o aumento da comparabilidade das
práticas contabilísticas através da fixação de limites ao seu
grau de variação (Nobes e Parker)
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

Comparabilidade
Harmonização
contabilística informativa
Globalização
internacional Inter-empresarial
mundial

Eficácia na tomada Avaliação da


de eficácia de
decisões sobre cada empresa num
investimentos bolsistas cenário mundial
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

Órgãos Emissores De Normas


 PÚBLICAS OU PRIVADAS

 JURISDICIONAIS, PROFISSIONAIS, ASSOCIATIVAS

 NACIONAIS OU INTERNACIONAIS (Regionais Ou Mundiais)

… que, por poder, jurisdição, ou missão, emitem normas de


contabilidade

 Obrigatórias (de base legal / jurisdicional)

 Orientadoras (internacionais e associativas /profissionais)


MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

Órgãos Emissores De Normas


EXEMPLOS
 Estados (Moçambique / Portugal) através de diplomas legais
baseados em propostas de Comissões Técnicas
 International Accounting Standards Board (IASB)
 International Federation of Accountants (IFAC)
 Financial Accounting Standards Board (FASB)
 Banco Mundial
 Organização das Nações Unidas (UNCTAD / ISAR)
 União Europeia
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO
CARÁCTER

Público Privado

M
u IFAC
n
d
ONU IASB
 i OCDE G4+1
M
a E5+2
l
B
I R
e
T FEE
g UE
O i IRFAA Eurasia
Mercosur
o IAA
n Outros
a Outros
l
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

Órgãos Emissores De Normas


IASB
International Accounting Standards Board (substitui o IASC)
(www.iasb.org);

Fundado em 1973 pela Austrália, Canadá, França,


Alemanha, Japão, México, Holanda, Reino Unido e Irlanda;
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

Órgãos Emissores De Normas


IASB – Âmbito
Âmbito mundial: mais de 140 membros em mais de 100
países.
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

Órgãos Emissores De Normas


IASB – Objectivos
 Formular e publicar, no interesse público, normas de
contabilidade de elevada qualidade que devem ser
observadas na preparação e apresentação das DF’s;

 Promover a utilização e aplicação rigorosas daquelas


normas;

 Identificar as necessidades de relato financeiro das


economias emergentes e de PME;

 Promover a convergência de normativos locais e das


IAS/IFRS.
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

Órgãos Emissores De Normas


Acordo IASB / FASB (Norwalk Agreement)
(2002)

Projecto de convergência de curto prazo


Projecto de investigação sobre a convergência
internacional
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

Órgãos Emissores De Normas


Memorandum IASB / IFAC (2011)

Cooperação no desenvolvimento de normas de


contabilidade para o sector privado e público
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

ESTRUTURAS CONCEPTUAIS

ENQUADRAMENTO NORMAS

FAS
ESTRUTURA IAS / IFRS
CONCEPTUAL PCGA
OUTRAS NORMAS

PERSPECTIVA PERSPECTIVA
POSITIVA NORMATIVA
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

ESTRUTURAS CONCEPTUAIS

EDIFÍCIO
ESTRUTURA NORMATIVA

ALICERCES

ESTRUTURA CONCEPTUAL
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
DIFERENÇA ENTRE CONTABILIZAÇÃO E RELATO
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
DIFERENÇA ENTRE CONTABILIZAÇÃO E RELATO
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
DIFERENÇA ENTRE CONTABILIZAÇÃO E RELATO

ELEMENTOS / SUPORTES A B C D
A – ESCRITURAÇÃO * B – DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
C – DOCUMENTOS DE PRESTAÇÃO DE CONTAS * D –

DOCUMENTOS X
DIÁRIO X
RELATO FINANCEIRO

RAZÃO X
EXTRACTOS E LISTAGENS X
BALANCETES X
LIVROS DE ESCRITURAÇÃO X
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
DIFERENÇA ENTRE CONTABILIZAÇÃO E RELATO
ELEMENTOS / SUPORTES A B C D
C – DOCUMENTOS DE PRESTAÇÃO DE CONTAS * D – RELATO

BALANÇO X X X
A – ESCRITURAÇÃO * B – DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

DEMONSTRACAO DOS RESULTADOS POR NATUREZAS X X X


DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS POR FUNÇÕES X X X
DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA X X X
ANEXO ÀS DF’s X X X
RELATÓRIO DE GESTÃO X X
FINANCEIRO

PARECER DO ÓRGÃO DE FISCALIZAÇÃO X X


CERTIFICAÇÃO LEGAL DAS CONTAS X X
RELATÓRIO DO AUDITOR X X
ACTA DA A.G. DE APROVAÇÃO DOS D.P.C. X X
OUTRAS INFORMAÇÕES ECONÓMICAS, FINANCEIRAS E TECNOLÓGICAS X
SOBRE O NEGÓCIO
FACTOS RELEVANTES X
RELATO POR SEGMENTOS X
INFORMAÇÕES SOBRE “CORPORATE GOVERNANCE” X
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

ESTRUTURAS CONCEPTUAIS

 UTILIZADAS NO RELATO FINANCEIRO POR ENTIDADES


COM FINALIDADE LUCRATIVA

 UTILIZADAS NO RELATO FINANCEIRO POR ENTIDADES


(NÃO GOVERNAMENTAIS) SEM FINALIDADE LUCRATIVA

 UTILIZADAS POR ENTIDADES GOVERNAMENTAIS


MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
Utilizadas Com Finalidade Lucrativa
Estruturas conceptuais para entidades nacionais
Em geral (planos contabilísticos gerais)

Em bancos (planos contabilísticos para o Sector


bancário)

Em seguradoras (planos contabilísticos para o Sector


segurador)

Em outras entidades (entidades económicas Individuais,


cooperativas, outras formas Societárias e associativas)
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
Utilizadas Com Finalidade Lucrativa
Estruturas conceptuais para entidades que relatam para
efeitos internacionais
IFRS – International Financial Reporting Standards

US-GAAP – United States – General Accounting


Accepted Principles
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
Utilizadas Com Finalidade Lucrativa
NO RELATO NACIONAL – SCE / PGC-NIRF

 Objectivos Das Demonstrações Financeiras

 Pressupostos Subjacentes

 Características Qualitativas Das Demonstrações Financeiras

 Elementos Das Demonstrações Financeiras

 Reconhecimento Dos Elementos Das Demonstrações Financeiras

 Mensuração Dos Elementos Das Demonstrações Financeiras

 Capital E Manutenção De Capital


MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
Utilizadas Com Finalidade Lucrativa
NO RELATO NACIONAL – SCE / PGC-NIRF

Finalidades Do Quadro Conceptual


 Ajudar Os Preparadores Das Demonstrações Financeiras

 Ajudar Os Auditores A Formar Opinião

 Ajudar Os Utilizadores A Interpretar As Demonstrações Financeiras

Considerações Do Qc
 O Qc Não É Uma Norma

 Em Caso De Conflito Entre A Qc E Uma Norma Prevalece A


Segunda
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO
 ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
 Utilizadas Com Finalidade Lucrativa
NO RELATO NACIONAL – SCE / PGC-NIRF

UTILIZADORES E NECESSIDADES DE INFORMAÇÃO

 Investidores

 Empregados

 Financiadores

 Fornecedores

 Clientes

 Governo E Seus Departamentos

 Público

 E Ainda… A Própria Gerência / Administração Da Empresa


MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
Utilizadas Com Finalidade Lucrativa
NO RELATO NACIONAL – SCE / PGC-NIRF

OBJECTIVOS DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS


Proporcionar Informação Acerca:

Da Posição Financeira => Balanço

Do Desempenho => Demonstração Dos Resultados

Das Alterações Na Posição Financeira => Comparações


De Balanços E Mapas De Fluxos Financeiros E De Caixa
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
Utilizadas Com Finalidade Lucrativa
NO RELATO NACIONAL – SCE / PGC-NIRF

PRESSUPOSTOS SUBJACENTES ÀS DEMONSTRAÇÕES


FINANCEIRAS
BASE DE ACRÉSCIMO
Os efeitos das operações são reconhecidos nos Períodos
em que ocorrem, sendo registados ou Relatados nas
demonstrações financeiras dos Períodos respectivos e
não quando ocorrem Recebimentos ou pagamentos
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
Utilizadas Com Finalidade Lucrativa
NO RELATO NACIONAL – SCE / PGC-NIRF

PRESSUPOSTOS SUBJACENTES ÀS DEMONSTRAÇÕES


FINANCEIRAS
CONTINUIDADE DAS OPERAÇÕES
Pressupõe-se, na preparação das DF’s, Que as empresas
operam em continuidade no presente e futuro previsível,
não vindo a ocorrer ou a decidir-se no sentido de reduzir
drasticamente o nível/ volume das operações
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
Utilizadas Com Finalidade Lucrativa
NO RELATO NACIONAL – SCE / PGC-NIRF
CONSTRANGIMENTOS À INFORMAÇÃO RELEVANTE E
FIÁVEL
PONDERAÇÃO ENTRE CARACTERÍSTICAS QUALITATIVAS
– É por vezes necessário balancear as várias
características e ponderar quais se deverão sobrepor,
ou não, a outras, segundo critérios de:
Oportunidade
Equilíbrio entre benefício e custo
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
Utilizadas Com Finalidade Lucrativa
NO RELATO NACIONAL – SCE / PGC-NIRF

ELEMENTOS DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS


QUANTO À POSIÇÃO FINANCEIRA:
ACTIVO – Recurso controlado pela empresa como
resultado de acontecimentos passados e do qual se
espera que fluam para a entidade benefícios
económicos futuros
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
Utilizadas Com Finalidade Lucrativa
NO RELATO NACIONAL – SCE / PGC-NIRF

ELEMENTOS DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS


QUANTO À POSIÇÃO FINANCEIRA:
PASSIVO – Obrigação presente da empresa proveniente
de acontecimentos passados da qual se espera que
resulte um exfluxo de recursos da entidade
incorporando benefícios económicos
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
Utilizadas Com Finalidade Lucrativa
NO RELATO NACIONAL – SCE / PGC-NIRF

ELEMENTOS DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS


QUANTO À POSIÇÃO FINANCEIRA:
CAPITAL PRÓPRIO – É o interesse residual nos activos da
entidade, depois de deduzidos todos os passivos
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
Utilizadas Com Finalidade Lucrativa
NO RELATO NACIONAL – SCE / PGC-NIRF

ELEMENTOS DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS


QUANTO AO DESEMPENHO:
RENDIMENTOS – São aumentos nos benefícios
económicos durante o período contabilístico, na forma
de influxos ou melhorias de activos ou de diminuições
de passivos que resultem em aumentos no capital
próprio, que não sejam os relacionados com as
contribuições dos detentores de capital.
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
Utilizadas Com Finalidade Lucrativa
NO RELATO NACIONAL – SCE / PGC-NIRF

ELEMENTOS DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS


QUANTO AO DESEMPENHO:
GASTOS – São diminuições nos benefícios económicos
durante o período contabilístico na forma de exfluxos ou
deperecimento de activos ou na incorrência de
passivos que resultem em diminuições do capital
próprio, que não sejam as relacionadas com
distribuições aos detentores de capital.
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
Utilizadas Com Finalidade Lucrativa
NO RELATO NACIONAL – SCE / PGC-NIRF

RECONHECIMENTO DOS ELEMENTOS DAS DF’s


RECONHECIMENTO – Processo de incorporar no
balanço e na demonstração de resultados um item
que satisfaça a definição do elemento em causa e
obedeça aos critérios de reconhecimento respectivos;
DIVULGAÇÃO – Menção nas notas às DF’s
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
Utilizadas Com Finalidade Lucrativa
NO RELATO NACIONAL – SCE / PGC-NIRF

RECONHECIMENTO DOS ELEMENTOS DAS DF’s

 CRITÉRIO GERAL DE RECONHECIMENTO – Um item que


satisfaça a definição de um elemento deve ser
reconhecido nas DF’s se:
For provável que qualquer benefício económico futuro,
associado ao item, fluirá para a (ou da) entidade;
Esse item tiver um valor que possa ser mensurado com
fiabilidade;
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
Utilizadas Com Finalidade Lucrativa
NO RELATO NACIONAL – SCE / PGC-NIRF
MENSURAÇÃO DOS ELEMENTOS DAS DF’s
Bases de mensuração dos elementos das DF’s:
Custo Histórico
Custo Corrente
Valor Realizável (Ou De Liquidação)
Valor Presente
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
Utilizadas Com Finalidade Lucrativa
NO RELATO NACIONAL – SCE / PGC-NIRF

CONCEITOS DE CAPITAL E DE MANUTENÇÃO DE CAPITAL E


DO APURAMENTO DO LUCRO
Conceitos de capital:
Financeiro

Físico
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
Utilizadas Com Finalidade Lucrativa
NO RELATO NACIONAL – SCE / PGC-NIRF
CONCEITOS DE CAPITAL E DE MANUTENÇÃO DE CAPITAL E
DO APURAMENTO DO LUCRO
CONCEITO FINANCEIRO DE CAPITAL – Capital como
sinónimo de activo líquido, ou seja, como valor do
capital próprio;
CONCEITO FÍSICO DE CAPITAL – Capacidade
produtiva ou operacional da entidade, medida em
unidades de produção por unidade de tempo.
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
Utilizadas Com Finalidade Lucrativa
NO RELATO NACIONAL – SCE / PGC-NIRF
CONCEITOS DE CAPITAL E DE MANUTENÇÃO DE CAPITAL E
DO APURAMENTO DO LUCRO
MANUTENÇÃO DO CAPITAL FINANCEIRO
O lucro só é obtido se a quantia financeira (ou de
caixa) dos activos líquidos no fim do período exceder a
quantia financeira (ou de caixa) dos activos líquidos no
início do período, depois de excluir contribuições aos e
distribuições dos detentores do capital;
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
Utilizadas Com Finalidade Lucrativa
NO RELATO NACIONAL – SCE / PGC-NIRF

CONCEITOS DE CAPITAL E DE MANUTENÇÃO DE CAPITAL E DO


APURAMENTO DO LUCRO
 MANUTENÇÃO DO CAPITAL FINANCEIRO
O lucro é obtido se a capacidade produtiva física (ou
operacional) da entidade (ou os recursos ou fundos
necessários para conseguir essa capacidade) no fim do
período exceder a capacidade produtiva física no início
do período, depois de excluir as contribuições dos ou as
distribuições aos detentores de capital
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
Utilizadas Com Finalidade Lucrativa
NO RELATO NACIONAL – SCE / PGC-NIRF

CONCEITOS DE CAPITAL E DE MANUTENÇÃO DE CAPITAL E


DO APURAMENTO DO LUCRO
MANUTENÇÃO DO CAPITAL FINANCEIRO
As alterações no poder aquisitivo da moeda (inflação)
podem fazer com que o valor do capital segundo o
conceito financeiro se afaste do valor segundo o
conceito físico. Desse modo, manutenção do capital
físico pode implicar bases de mensuração diferentes,
nomeadamente a adopção de custos correntes
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO
 ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
Utilizadas Com Finalidade Lucrativa
NO RELATO NACIONAL – SCE / PGC-NIRF

APRESENTAÇÃO E DIVULGAÇÃO DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DE


CARÁCTER GERAL
 CONJUNTO COMPLETO DE DF:
 Demonstração da posição financeira;
 Demonstração dos resultados e de outro rendimento integral;
 Demonstração de alterações no capital próprio no período;
 Demonstração dos fluxos de caixa; e
 Notas, incluindo um resumo das políticas contabilísticas
significativas e outras informações explicativas.
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO
 ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
 Utilizadas Com Finalidade Lucrativa
NO RELATO NACIONAL – SCE / PGC-NIRF

APRESENTAÇÃO E DIVULGAÇÃO DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DE CARÁCTER


GERAL

 Continuidade

 Base de acréscimo

 Materialidade e agregação

 Compensação

 Periodicidade do relato

 Informação comparativa

 Consistência de apresentação

 Identificação das DF
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
Utilizadas Com Finalidade Lucrativa
NO RELATO NACIONAL – SCE / PGC-NIRF

APRESENTAÇÃO E DIVULGAÇÃO DE DEMONSTRAÇÕES


FINANCEIRAS DE CARÁCTER GERAL

Apresentação apropriada
As DF devem apresentar, de forma apropriada, a posição
financeira, desempenho e fluxos de caixa da entidade.

Se as DF estiverem elaboradas de acordo com as IFRS, tal


facto deve ser divulgado (Declaração de conformidade).
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
Utilizadas Com Finalidade Lucrativa
NO RELATO NACIONAL – SCE / PGC-NIRF

APRESENTAÇÃO E DIVULGAÇÃO DE DEMONSTRAÇÕES


FINANCEIRAS DE CARÁCTER GERAL

Continuidade – A empresa tem capacidade para


continuar a desenvolver a sua actividade num futuro
previsível?
 Sim: aplicar pressuposto da continuidade. Se existirem incertezas
materiais relacionadas com a continuidade, divulgar nas Notas
(existência e natureza das incertezas);

 Não: não aplicar pressuposto da continuidade. Divulgar nas Notas


a derrogação do pressuposto e sua justificação e o novo
pressuposto utilizado.
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
Utilizadas Com Finalidade Lucrativa
NO RELATO NACIONAL – SCE / PGC-NIRF

APRESENTAÇÃO E DIVULGAÇÃO DE DEMONSTRAÇÕES


FINANCEIRAS DE CARÁCTER GERAL

Base de acréscimo – Pressuposto subjacente à


preparação e apresentação das DF e Não aplicável à
DFC
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ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
Utilizadas Com Finalidade Lucrativa
NO RELATO NACIONAL – SCE / PGC-NIRF

APRESENTAÇÃO E DIVULGAÇÃO DE DEMONSTRAÇÕES


FINANCEIRAS DE CARÁCTER GERAL

Materialidade e agregação
O elemento é material?

 Sim: apresentar em separado nas DF

 Não: não apresentar em separado (agregar) nas DF. Eventual


divulgação nas Notas
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
Utilizadas Com Finalidade Lucrativa
NO RELATO NACIONAL – SCE / PGC-NIRF

APRESENTAÇÃO E DIVULGAÇÃO DE DEMONSTRAÇÕES


FINANCEIRAS DE CARÁCTER GERAL

Compensação
Não compensação de activos e passivos, a não ser que permitido ou
exigido por IFRS;

Não compensação de rendimentos e gastos, a não ser:

– Se IFRS exigir ou permitir; ou

– Se reflectir a substância da transacção ou se forem provenientes de


um grupo de transacções semelhantes.
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO

ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
Utilizadas Com Finalidade Lucrativa
NO RELATO NACIONAL – SCE / PGC-NIRF

APRESENTAÇÃO E DIVULGAÇÃO DE DEMONSTRAÇÕES


FINANCEIRAS DE CARÁCTER GERAL

Periodicidade do relato
As demonstrações financeiras são apresentadas numa
periodicidade anual

Se houverem demonstrações financeiras apresentadas numa


periodicidade inferior, ou superior, à anual, deverão ser
explicados os efeitos de não comparabilidade
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO
ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
Utilizadas Com Finalidade Lucrativa
NO RELATO NACIONAL – SCE / PGC-NIRF

APRESENTAÇÃO E DIVULGAÇÃO DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS


DE CARÁCTER GERAL
 Informação comparativa
Necessidade de apresentação de informação comparativa, excepto se
norma permitir ou exigir de outra forma;

A alteração da apresentação ou classificação de elementos nas DF deve


implicar a reclassificação de comparativos, a não ser que tal seja
impraticável divulgar:
 Natureza da reclassificação;

 Valor de cada elemento ou classe reclassificado; e

 Razão da reclassificação.
MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO
ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
Utilizadas Com Finalidade Lucrativa
NO RELATO NACIONAL – SCE / PGC-NIRF
APRESENTAÇÃO E DIVULGAÇÃO DE DEMONSTRAÇÕES
FINANCEIRAS DE CARÁCTER GERAL
Consistência de apresentação
Apresentação e classificação dos elementos das DF deve manter-se ao
longo dos vários períodos;
Em situações excepcionais, admitem-se alterações:
 Modificação significativa na natureza das operações ou revisão da
forma de apresentação provam uma apresentação mais apropriada
dos eventos ou transacções; ou

 Exigida por IFRS.


MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO
ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
Utilizadas Com Finalidade Lucrativa
NO RELATO NACIONAL – SCE / PGC-NIRF
APRESENTAÇÃO E DIVULGAÇÃO DE DEMONSTRAÇÕES
FINANCEIRAS DE CARÁCTER GERAL
Identificação das DF
 de cada DF;

 do nome da entidade;

 se as DF são de uma entidade individual ou de um grupo de entidades;

 da data da demonstração da posição financeira ou período de relato (se


não for anual, divulgar razão e não comparabilidade de comparativos);

 da moeda de relato;

 do nível de arredondamento utilizado.


MODELOS RACIONAIS DE REGULAMENTAÇÃO
ESTRUTURAS CONCEPTUAIS
Utilizadas Com Finalidade Lucrativa
NO RELATO NACIONAL – SCE / PGC-NIRF

APRESENTAÇÃO E DIVULGAÇÃO DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS


DE CARÁCTER GERAL
 Identificação das DF
Apresentação e classificação dos elementos das DF deve
manter-se ao longo dos vários períodos;
Em situações excepcionais, admitem-se alterações:
 Modificação significativa na natureza das operações ou
revisão da forma de apresentação provam uma
apresentação mais apropriada dos eventos ou transacções;
ou
 Exigida por IFRS.
EXEMPLO 1

A empresa X é uma empresa de


consultadoria.
O seus empregados são competentes,
com elevadas habilitações e muito
produtivos.
Os empregados verificam o conceito de
activo?
RESOLUÇÃO EXEMPLO 1

Geralmente uma entidade não tem controlo


suficiente sobre os benefícios económicos
futuros provenientes de uma equipa de
pessoal habilitado para que estes itens
satisfaçam a definição de activo.
EXEMPLO 2

A empresa X pretende adquirir


mercadorias, dentro de 3 meses.
Será que a intenção de comprar
existências verifica o conceito de activo?
RESOLUÇÃO EXEMPLO 2

As transacções ou acontecimentos que se


espera que venham a ocorrer no futuro não
verificam o conceito de activo.
EXEMPLO 3

Um empresa farmacêutica investiga neste


momento um medicamento para a cura
de uma doença rara.
As despesas suportadas com a pesquisa
do medicamento verificam o conceito de
activo?
RESOLUÇÃO EXEMPLO 2

Na fase de pesquisa ,a entidade não


consegue demonstrar que existe um activo
que irá gerar benefícios económicos futuros.
As despesas com a pesquisa são
reconhecidas como custo.