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UNIVERSIDADE CATÓLICA DO SALVADOR

INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS


CURSO DE BACHARELADO ENGENHARIA QUÍMICA

PROJETO PRELIMINAR DE INVESTIMENTO DE UNIDADE DE PRODUÇÃO


DE FORMALDEÍDO.

Salvador - BA
Março/2021

0
Brenda Léia Silva Dantas Santana
Rafaela Silva de Santana

PROJETO PRELIMINAR DE INVESTIMENTO DE UNIDADE DE PRODUÇÃO


DE FORMALDEÍDO.

Trabalho solicitado como requisito


processual para a disciplina de Projetos de
Processos Químicos, sob a orientação do
docente Sérgio Bello Neves.

Salvador - BA
Março/2021
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SUMÁRIO

1. JUSTIFICATIVA DO PROJETO ------------------------------------------------- 3


2. BASE DO PROJETO --------------------------------------------------------------- 3
3. SELEÇÃO DA TECNOLOGIA --------------------------------------------------- 4
4. DESCRIÇÃO DO PROCESSO -------------------------------------------------- 8
5. FLUXOGRAMA DO PROCESSO PRELIMINAR --------------------------- 9
6. CONSUMO DE UTILIDADES ---------------------------------------------------- 10
7. LISTA PRELIMINAR DE EQUIPAMENTOS --------------------------------- 11
8. REFERÊNCIAS ---------------------------------------------------------------------- 12

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1. JUSTIFICATIVA DO PROJETO

O formaldeído, também conhecido como metanal, é um gás incolor mais


conhecido na forma de solução. Além de ser formado naturalmente na
troposfera, é largamente utilizado na indústria química, processos têxteis,
indústrias de papel, processamento de madeira, entre outros.

Devido à sua reatividade, ausência de coloração, ao baixo custo e à


pureza na forma comercial, o formaldeído é utilizado em larga escala em
diversos processos industriais (LOTFY & RASHED, 2002).

Por ser uma fonte comercial de várias aplicabilidades e de baixo custo, o


projeto é bastante promissor, ainda que o panorama atual desfavorável da
economia sugira uma influência negativa na produção de formaldeído. Porém,
ao seguir a tendência de aumento, o esperado é que a produção mundial total
de formaldeído se desenvolva e aumente.

2. BASE DO PROJETO

2.1 Capacidade

Para o projeto preliminar de uma Unidade de Produção de Formaldeído


foi assumida uma capacidade nominal de 100.000 t/ano de solução aquosa de
formaldeído a 37% em massa.

2.2 Especificações de produto, reagente e subproduto

Tabela 1 - Especificações do Formaldeído.


Produto: Formaldeído
Pureza mínima 37% mol
Temperatura de ignição 300 ºC
Pressão 1.4 atm
Fonte: Elaborada pelas autoras.

Tabela 2 - Especificações do Ar
Reagente: Nitrogênio e Oxigênio
Corrente de entrada 79% mol de nitrogênio
21% mol de oxigênio
Temperatura 20 °C
Pressão 1.4 atm
Fonte: Elaborada pelas autoras.

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Tabela 3 - Especificações do Metanol
Reagente e subproduto: Metanol
Corrente de entrada e saída 1 a 8%
Temperatura 20 °C
Fonte: Elaborada pelas autoras.

Tabela 4 - Especificações do Ácido Fórmico.


Subproduto: Ácido Fórmico
Corrente de saída 200 mg/kg
Temperatura 20°C
Fonte: Elaborada pelas autoras.

Tabela 5. - Especificações do Ferro


Subproduto: Ferro
Corrente de saída 0,8 mg/kg
Temperatura 20°C
Fonte: Elaborada pelas autoras.

3. SELEÇÃO DA TECNOLOGIA

Para a produção de formaldeído existem algumas diferentes tecnologias


disponíveis. Em uma breve discussão para escolher a melhor rota de produção
é descrita a seguir:

3.1 Obtenção Natural

O formaldeído é naturalmente formado na troposfera durante a oxidação


de hidrocarbonetos. Estes reagem com OH e ozônio e formam formaldeído e
outros aldeídos como intermediários em uma série de reações que levam à
formação de monóxido de carbono, dióxido de carbono, hidrogênio e água
(ZIMMERMANN et al., 1978; CALVERT,1980).
O formaldeído também pode ser obtido pela degradação de metano,
que é a principal fonte natural do mesmo na atmosfera. Como o metano é
amplamente distribuído naturalmente e possui tempo de meia-vida de muitos
anos, formaldeído é gerado em larga escala (IPCS, 2005a).
Vários modelos fotoquímicos foram usados para prever a distribuição do
formaldeído na troposfera, porém os valores computados são difíceis de
comparar, já que são usadas diferentes premissas nos métodos (IPCS, 2005a).
Lowe et tal. (1981) estimou o tempo de vida químico do formaldeído
utilizando as seguintes reações para sua formação:
CH4 + OH -> CH3 + H2O (1)
CH3 + O2 + M -> CH3O2 + M (2)
CH3O2 + NO -> NO2 + CH3O (3)
CH3O + O2 -> HCHO + HO2 (4)
4
Wofsy et al. (1972) considerou que a reação (3) era improvável e
sugeriu que metil hidroperóxido pudesse ser um intermediário na série de
reações que produzem formaldeído.
CH3O2 + HO2 -> CH3OOH + O2 (5)
CH3OOH + hv -> CH3O + OH (6)
CH3O + O2 -> HCHO + HO2 (7)
Visando estimar o tempo de vida químico do formaldeído na troposfera,
a reação (1) é assumida como fase limitante da velocidade, sendo as reações
(2), (3) e (4) etapas rápidas e para estimar a taxa. Portanto se torna possível
obter a taxa de produção de formaldeído (P) a partir do metano (IPCS, 2005a).
P = K1 [OH] x [CH4] (8)
Utilizando-se K1 = 2.4 x 10-12 e -1710/T (Lowe et al., 1981), perfil de OH
para latitude de 45 °N (Logan, 1980) e uma razão média troposférica de
metano de 1,18 mg/m3 , a equação (5) pode ser numericamente integrada,
considerando mais de 10 km de altura da troposfera, para se obter uma taxa de
produção média da coluna de formaldeído, devido à oxidação do metano, de 9
x 10-5 g/cm2 por ano. Isso é equivalente a uma taxa de produção média
mundial de formaldeído, a partir de metano, de 4 x 1011 kg por ano, o que é
muito superior à taxa total de produção de formaldeído industrial (6 x 109
kg/ano) (IPCS, 2005a).
Inúmeros processos contribuem para a remoção de formaldeído da
troposfera. A ação da radiação ultravioleta no formaldeído resulta em sua
fotólise através de dois canais, reações (9) e (10) (Moortgat et al.,1978; Calvert,
1980).
HCHO + hv -> H2 + CO (9)
HCHO + hv -> H + HCO (10)
Formaldeído também é removido da troposfera ao reagir com OH-,
conforme as reações (11) e (12) (IPCS, 2005a).
HCHO + OH -> HCO + H2O (11)
HCO + O2 -> HO2 + CO (12)
Através da série de reações (1) a (4) e (9) a (12), CO e H2 são
produzidos na atmosfera gerando formaldeído como produto intermediário. A
quebra de uma molécula de metano leva à produção de aproximadamente uma
molécula de formaldeído e, por fim, uma molécula de CO. As séries de reações
também resultam na produção em rede de radicais HO2, tendo como resultado
final um aumento de reatividade química da atmosfera (IPCS, 2005a).
Das reações (9), (10) e (11), pode-se escrever a equação de quebra de
formaldeído (D), onde K11 é a constante da equação (13), J9 e J10 os
coeficientes de fotodissociação para as reações (11) e (12), respectivamente, e
tau [s]-1 o tempo químico de meia vida do formaldeído na troposfera baixa.
D = [HCHO][K11][OH] + J9 + J10 = [HCHO]/tau (13)
Substituindo-se J9 e J10 = 4,5 x 10-5 s -1 (estimado por Calvert,1980),
K11 = 1.05 x 10-11 (Stief et al., 1979), e [OH] = 5 x 106 moléculas/cm3 (Logan
et al.,1981) na equação (13) obtém-se uma média de 3h para o tempo químico
de meia vida do formaldeído na troposfera baixa durante a luz do dia. Em
condições normais de temperatura e pressão e na presença de dióxido de
nitrogênio (NO2), o tempo de meio encontrado por Bufalini et al.,1972, foi de
35min.
5
A reação com o radical OH- , no nível do mar, é o processo dominante
de remoção de formaldeído. Entretanto, nos primeiros quilômetros da
troposfera, a importância desse processo de remoção diminui com a altitude e
a fotodissociação dos coeficientes J9 e J10 (IPCS, 2005a).

3.2 Processo Formox

O processo Formox consiste na oxidação do metanol em excesso de ar,


onde o ar comprimido e fresco é alimentado a um evaporador, aquecido com
vapor, junto com o metanol reciclado. Em seguida, a corrente gasosa com
excesso de ar é encaminhada para o topo de um reator multitubular e os tubos
estão preenchidos com uma mistura de óxidos de molibdênio e ferro.

A reação ocorre entre 300 e 400°C (próximo à temperatura ótima de


operação do catalisador). Os tubos são resfriados com fluido térmico, que
controla a temperatura de reação e faz com que a carga advinda do reator seja
conduzida para uma coluna de absorção, onde o gás contendo ar “pobre”,
metanol e produtos fluem em contracorrente à água fria.

O formaldeído é absorvido em água em um processo exotérmico e


passa por um sistema de arrefecimento para evitar deterioração do produto
formado. O gás residual depurado é a purga de nitrogênio e é liberado na
atmosfera.

Figura 1 - Fluxograma simplificado do processo de produção de Formaldeído por


oxidação do metanol em leito de ferro-molibdênio.

Fonte: Moreira, 2015.


6
Esse método atinge conversões típicas de metanol de 98 – 99% e
rendimento para formaldeído na faixa de 88 – 93%. Uma planta Formox
operada com rendimento de 93% (sem destilação) tem um custo de metanol de
cerca de US $148 por tonelada métrica de formalina 37% produzida (Papes,
2007).

3.3. Processo BASF

Também conhecido como dehidrogenação oxidativa, o processo BASF


consiste na produção de formaldeído por meio de duas reações simultâneas:
oxidação e dehidrogenação do metanol, utilizando catalisadores de prata.

Nesse processo acrescenta-se água a uma mistura de metanol - ar,


podendo atingir altas conversões (98 – 99%) com boa seletividade para
formaldeído (85 – 90%) (Papes, 2007).

Nesta rota de produção, vaporiza-se o metanol em excesso com o ar,


percorrendo uma camada de cristais de prata à temperatura de 680-720ºC,
ocorrendo em pressão atmosférica, atingindo rendimento superior a 97%
(Limberger, 2011).

No processo BASF, o formaldeído é produzido, inicialmente, pelas


reações em um reator catalítico de leito fixo. Tal reator compreende placas
térmicas de chapa de metal, usualmente aço inox 304, dispostas a certa
distância uma da outra e na direção longitudinal do reator, responsáveis pelo
aquecimento da mistura, sendo os espaços restantes preenchidos pelo
catalisador, por onde passa o fluxo de gás contendo oxigênio molecular e vapor
de metanol, apresentando um tempo de contato de aproximadamente 0,01
segundos (Souto et al., 2014).

Figura 2 - Fluxograma simplificado do processo de produção de Formaldeído por


oxidação do metanol em leito de prata

7
Fonte: Souto et al., 2014.

Uma planta de prata operada com seletividade de formaldeído de 85%


tem um custo de metanol de cerca de US $ 162 por tonelada métrica de
formalina 37% produzida (Papes, 2007).

Ao analisarmos as tecnologias descritas, optou-se pelo processo


Formox, para a obtenção de formaldeído, pois através dele é possível obter
uma maior quantidade de formaldeído por um custo mais baixo que a planta de
prata (processo BASF).

4. DESCRIÇÃO DO PROCESSO

Para a obtenção industrial do formaldeído, uma das maneiras mais


utilizadas é um reator catalítico de leito fixo em que o metanol é oxidado em
fase gasosa. Além do formaldeído, durante o processo de oxidação, ocorre a
produção de subprodutos, como o monóxido de carbono, ácido fórmico e ferro,
além de estar presente na corrente final excesso de oxigênio, metanol residual
(não reagido) e nitrogênio que é inerte.

Esta tecnologia é caracterizada por uma única reação do metanol com


excesso de ar na presença de um catalisador de óxido de metal (sendo esse
vanádio, ferro ou molibdênio), conforme demonstrado na Equação (2.1). As
Equações (2.2) e (2.3) apresentam a ação do catalisador no meio reacional
(REUSS et al., 2000).

8
CH3OH + ½ O2 → HCOH + H2O (ΔH = -159 kJ/mol) (2.1)

CH3OH(g) + KOX → CH2O(g) + H2O + Kred (2.2)

KRED + ½ O2 → KOX (2.3)

Para que a reação ocorra, primeiramente são aquecidos separadamente


os reagentes, utilizando trocadores de calor, que possuem como fluido de
aquecimento o vapor de água, após isso, os reagentes são misturados no
reator. As reações dentro do reator são exotérmicas, e a reação principal libera
159 kJ/kmol de energia durante a reação. É considerado que o reator opera em
um estado estacionário, e que, por conseguinte, esta energia é utilizada para
manter o reator na temperatura de reação, juntamente com a energia fornecida
pelo vapor d’água presente na camisa do reator.

Após ocorrer a reação, é necessário que aconteça a absorção do


formaldeído gasoso em água. A composição de formaldeído na coluna de
absorção é controlada pela quantidade de adição de água desmineralizada.
Entretanto, antes de entrar na coluna de absorção, faz se necessário que
ocorra o resfriamento do mesmo, sendo este proveniente de um trocador de
calor, que utiliza água como fluido refrigerante.

Após o resfriamento, ocorre a absorção do formaldeído. O produto


proveniente do reator entra pelo fundo da coluna após o resfriamento e sai a
uma temperatura de 25°C. A água para realizar a absorção entra no topo da
coluna a uma temperatura de 25°C, e, ainda, no topo da coluna saem os gases
inertes (nitrogênio e oxigênio) presentes na corrente de entrada do produto.

Finalmente, o produto final é armazenado em um tanque, mantido


coberto e bem ventilado, à temperatura de 25 °C, sendo no produto final a
fração desejada de 37%.

Devido à temperatura mais baixa e à maior estabilidade dos


catalisadores na oxidação direta do metanol a formaldeído, este método está
atraindo mais atenção em comparação com o processo catalítico à base de
prata. A conversão no processo Formox, em termos de metanol consumido,
pode alcançar 98 a 99%, sendo uma grande vantagem de seu uso.

5. FLUXOGRAMA DO PROCESSO PRELIMINAR

Figura 3 - Fluxograma do processo de produção de formaldeído (FORMOX).

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Fonte: Faleiros; Luiz, 2014.

6. CONSUMO DE UTILIDADES

6.1 Especificação das utilidades

Água desmineralizada - unidade de troca iônica;


Torre de resfriamento;
Caldeira para geração de vapor - usando gás natural;
Subestação de rebaixamento de energia - subestação elétrica;

6.2 Consumo de utilidades por equipamento

Consumo de energia: Ventilador e bombas.

O consumo elétrico para uma planta refrigerada a água pode ser estimado
pela seguinte equação:

kW = (0,4 + 16,4 / (%CO )) * (te/d)


2

Sendo:

10
te/d = tonelada/dia de CO recuperado
2

%CO = volume em % de CO no gás de combustão antes do resfriamento,


2 2

base úmida m = metros.

6.3 Utilidades usadas

Para garantir o bom funcionamento dos equipamentos são utilizadas


utilidades nos processos industriais, além de garantir a especificação do
produto.

• Água de resfriamento: utilizada nos trocadores de calores;


• Vapor de baixa pressão: No processo de separação;
• Energia elétrica: para o acionamento de todas as bombas e sopradores;
• Nitrogênio;
• Ar de instrumento: para funcionamento de instrumentos;
• Ar de serviço: é usada para tomada de instrumento, equipamentos;
• Água desmineralizada: utilizada na coluna de absorção

7. LISTA PRELIMINAR DE EQUIPAMENTOS

Tabela 7 - Lista Preliminar de Equipamentos.


Equipamentos

Tanques

T-100 Tanque de armazenamento de metanol

T-101 Tanque de armazenamento de formol

Reatores

R-100 Reator Catalítico de Leito Fixo Multitubular

Bombas

P-100 Bomba do Sistema de Aquecimento

P-101 Bomba do Sistema de Otimização da Operação

P-102 Bomba do Sistema de Otimização da Operação

P-103 Bomba do Sistema Final

Trocadores de Calor

E-100 Trocador de Calor para Aquecimento dos Reagentes

E-101 Trocador de Calor para Aquecimento dos Reagentes

E-102 Trocador de Calor para Resfriamento do Formaldeído Gasoso

E-103 Trocador de Calor para Otimização da Operação

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E-104 Trocador de Calor para Otimização da Operação

E-105 Trocador de Calor para Otimização da Operação

Ventilador e Coluna

C-100 Ventilador de Ar Atmosférico

A-100 Coluna de Absorção


Fonte: Elaborada pelas autoras.

8. REFERÊNCIAS

BATISTA, G. PREVIDELI, J. Balanços de massa e energia aplicados à


produção industrial de formaldeído. Trabalho de Conclusão de Curso. Unifal
- Universidade Federal de Alfenas. 2015

CASO DE ESTUDO – SÍNTESE DE FORMALDEÍDO. Disponível em:<


http://labvirtual.eq.uc.pt/siteJoomla/index.php?option=com_content&task=view&
id=138&Itemid=467>. Acesso em: 24 mar 2021

COELHO, M.C.S.D.M. O Formaldeído em Ambiente Laboral: Determinação


do ácido fórmico em urina de trabalhadores de uma fábrica produtora de
formaldeído. Dissertação de Mestrado em Toxicologia Analítica, Clínica e
Forense. Universidade do Porto, Faculdade de Farmácia. Set. 2009.

FALEIROS, R.R., LUIZ, S.L. Integração Energética em uma planta de


formaldeído e análise de sua viabilidade econômica. Trabalho de
Conclusão de Curso. Unifal - Universidade Federal de Alfenas. 2014.

FORMALDEHYDE production and manufacturing process. Disponível em:<


http://www.icis.com/v2/chemicals/9076014/formaldehyde/process.html>.
Acesso em: 19 mar. 2021.

LIMBERGER, D. C. H. Processos de recuperação, reuso e destinação do


formol em laboratório de anatomia. 2011.

MOREIRA, C. S. Métodos de preparação industrial de solventes e


reagentes químicos. 2015.

PAPES, A. C. F. Simulação e otimização de reator de formaldeído, processo


prata, usando técnicas de inteligência artificial. 2007.

SOUTO, J. F. et al. Formaldeído. 2014.

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