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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE

CAMPUS PROF. ALBERTO CARVALHO


CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA
Data: Disciplina: Docente:
10.05.2020 Monografia I Dr. Paulo Sérgio
FICHAMENTO
ESTUDANTE: César Alves Resendes Santos

REFERÊNCIA 1
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular.

PRINCIPAIS CONCEITOS
“A BNCC do Ensino Fundamental – Anos Iniciais, ao valorizar as situações lúdicas de
aprendizagem, aponta para a necessária articulação com as experiências vivenciadas na
Educação Infantil.”. (p.57)

“[...]a relação com múltiplas linguagens, incluindo os usos sociais da escrita e da matemática,
permite a participação no mundo letrado e a construção de novas aprendizagens, na escola e
para além dela; a afirmação de sua identidade em relação ao coletivo no qual se inserem
resulta em formas mais ativas de se relacionarem com esse coletivo e com as normas que
regem as relações entre as pessoas dentro e fora da escola, pelo reconhecimento de suas
potencialidades e pelo acolhimento e pela valorização das diferenças.(p.58)

“As experiências das crianças em seu contexto familiar, social e cultural, suas memórias, seu
pertencimento a um grupo e sua interação com as mais diversas tecnologias de informação e
comunicação são fontes que estimulam sua curiosidade e a formulação de perguntas. (p.58)

“[...] a ação pedagógica deve ter como foco a alfabetização, a fim de garantir amplas
oportunidades para que os alunos se apropriem do sistema de escrita alfabética de modo
articulado ao desenvolvimento de outras habilidades de leitura e de escrita e ao seu
envolvimento em práticas diversificadas de letramentos” (p.59)

“É importante que a instituição escolar preserve seu compromisso de estimular a reflexão e a


análise aprofundada e contribua para o desenvolvimento, no estudante, de uma atitude crítica
em relação ao conteúdo e à multiplicidade de ofertas midiáticas e digitais.” (p.61)

“[...]aprender a ler e escrever oferece aos estudantes algo novo e surpreendente: amplia suas
possibilidades de construir conhecimentos nos diferentes componentes, por sua inserção na
cultura letrada, e de participar com maior autonomia e protagonismo na vida social.” (p.63)

“As práticas de linguagem contemporâneas não só envolvem novos gêneros e textos cada vez mais
multissemióticos e multimidiáticos, como também novas formas de produzir, de configurar, de
disponibilizar, de replicar e de interagir.” (p.68)

“Não se trata de deixar de privilegiar o escrito/impresso nem de deixar de considerar gêneros e


práticas consagrados pela escola30, tais como notícia, reportagem, entrevista, artigo de opinião,
charge, tirinha, crônica, conto, verbete de enciclopédia, artigo de divulgação científica etc., próprios
do letramento da letra e do impresso, mas de contemplar também os novos letramentos,
essencialmente digitais.” (p.69)

“Essa consideração dos novos e multiletramentos; e das práticas da cultura digital no currículo não
contribui somente para que uma participação mais efetiva e crítica nas práticas contemporâneas de
linguagem por parte dos estudantes possa ter lugar, mas permite também que se possa ter em mente
mais do que um “usuário da língua/das linguagens”, na direção do que alguns autores vão denominar
de designer: alguém que toma algo que já existe (inclusive textos escritos), mescla, remixa,
transforma, redistribui, produzindo novos sentidos, processo que alguns autores associam à
criatividade.” (p.70)

“Assim, as práticas de leitura/escuta e de produção de textos orais, escritos e multissemióticos


oportunizam situações de reflexão sobre a língua e as linguagens de uma forma geral, em que essas
descrições, conceitos e regras operam e nas quais serão concomitantemente construídos:
comparação entre definições que permitam observar diferenças de recortes e ênfases na formulação
de conceitos e regras; comparação de diferentes formas de dizer “a mesma coisa” e análise dos
efeitos de sentido que essas formas podem trazer/ suscitar; exploração dos modos de significar dos
diferentes sistemas semióticos etc.” (p.81)

“As diversas práticas letradas em que o aluno já se inseriu na sua vida social mais ampla, assim como
na Educação Infantil, tais como cantar cantigas e recitar parlendas e quadrinhas, ouvir e recontar
contos, seguir regras de jogos e receitas, jogar games, relatar experiências e experimentos, serão
progressivamente intensificadas e complexificadas, na direção de gêneros secundários com textos
mais complexos.”(p.89)
COMPETÊNCIA ESPECÍFICAS DE LINGUAGENS NO ENS. FUNDAMENTAL
1. Compreender as linguagens como construção humana, histórica, social e cultural, de
natureza dinâmica, reconhecendo-as e valorizando-as como formas de significação da
realidade e expressão de subjetividades e identidades sociais e culturais.

2. Conhecer e explorar diversas práticas de linguagem (artísticas, corporais e linguísticas)


em diferentes campos da atividade humana para continuar aprendendo, ampliar suas
possibilidades de participação na vida social e colaborar para a construção de uma
sociedade mais justa, democrática e inclusiva.

3. Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita),


corporal, visual, sonora e digital –, para se expressar e partilhar informações,
experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos e produzir sentidos que
levem ao diálogo, à resolução de conflitos e à cooperação.

4. Utilizar diferentes linguagens para defender pontos de vista que respeitem o outro e
promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável
em âmbito local, regional e global, atuando criticamente frente a questões do mundo
contemporâneo.

5. Desenvolver o senso estético para reconhecer, fruir e respeitar as diversas


manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, inclusive aquelas
pertencentes ao patrimônio cultural da humanidade, bem como participar de práticas
diversificadas, individuais e coletivas, da produção artístico-cultural, com respeito à
diversidade de saberes, identidades e culturas.

6. Compreender e utilizar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma


crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as
escolares), para se comunicar por meio das diferentes linguagens e mídias, produzir
conhecimentos, resolver problemas e desenvolver projetos autorais e coletivos
COMENTÁRIO PESSOAL
O texto traz as representações sociais de professores da Educação Infantil acerca da prática
pedagógica em Ciências. Trazendo temas como meio ambiente, higiene e alimentação para a
sala de aula.

Neste artigo o tema principal é o meio ambiente, vimos nas falas das professoras que, muitas
vezes, elas possuem a representação de que desenvolvem práticas pedagógicas significativas
sobre a mesma, mas elas se restringem às salas de aula, às datas comemorativas, ao ensino de
símbolos e classificações, às confecções de materiais de sucata e às atividades fotocopiadas,
isto é, atividades isoladas e pontuais pouco relevantes para a formação das crianças.

Por isso é necessário um estudo de cada docente nesta área interagindo de maior forma com o
desenvolvimento integral da criança. o professor deve se posicionar para organizar situações,
momentos para que cada criança possa construir seu conhecimento a partir de atividades
investigativas que lhes interesse, e que sejam de sua curiosidade e tenham um constante
movimento de busca por respostas.
PALAVRAS-CHAVE:
Educação Infantil. Representações. Meio Ambiente. Ciências. Praticas Pedagogicas.

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