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Elogios para Fundamentos de RFID

“RFID é uma daquelas raras tecnologias que ‘mudam o mundo’ que forçarão a uma reconsideração de
muitas estratégias na cadeia de valores. Neste contexto, a criação especialista-em-um-livro abrangente
de Bill e Himanshu deve estar na lista de leituras imprescindíveis para aqueles estrategistas e
profissionais de TI que vêem RFID no seu futuro. Vantagem competitiva única provém de empresas que
juntam as tecnologias RFID mostradas em Fundamentos de RFID com moderna integração de negócios
usando arquiteturas orientadas a serviços. Este é o livro a ser lido para se compreender este cenário
único”.

— MARK BAUHAUS, SVP:BUSINESS INTEGRATION, IDENTITY AND APPLICATION PLATFORM


SOFTWARE

“RFID, ou Identificação por Rádio Freqüência, se desenvolveu com mandatos de gigantes como a Wal-
Mart e o Departamento de Defesa dos E.U.A.; entretanto, o uso está indo além da cadeia de fornecimento.
Empresas estão vendo os benefícios da RFID em outras áreas como o rastreamento de bens e a
autenticação de remédios. Não importa seja qual a necessidade, o primeiro passo em qualquer
envolvimento é entender a tecnologia e como ela pode ser usada para se obter benefícios no negócio.
Este livro dá uma boa base sobre os fundamentos da RFID e é uma leitura imprescindível se você
estiver considerando a adoção de RFID nos seus negócios ou aplicações”.

— JULIE SARBACKER, DIRETOR, SUN MICROSYSTEMS RFID BUSINESS UNIT

“Os autores fizeram um trabalho louvável de cobertura extensa na área de RFID, incluindo a infra-
estrutura necessária para compartilhar os volumes de dados, que RFID provavelmente gerará. Embora
as questões de curto prazo pareçam enfocar taxas de leitura e preços de hardware, no final podemos ver
um outro uso de transformação da Internet na troca de dados sobre bens e produtos serializados.”

— GRAHAM GILLEN, SENIOR PRODUCT MANAGER, VERISIGN

I
Fundamentos de RFID

Do original RFID Essencial Copyright © 2007 da Editora Alta Books Ltda.

Authorized translation from English language edition, entitled RFID Essencial


Essencial, by Bill Glover and Himanshu
Bhatt, published by O’Reilly Media, Inc. Copyright © 2006 by O’Reilly Media, Inc.This translation is published
and sold by permission of O’Reilly Media,Inc., the owner of all rights to publish and sell the same. PORTUGUESE
language edition published by Editora Alta Books, Copyright © 2007 by Editora Alta Books.

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Tradução: Acauan Fernandes
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Revisão técnica: Eduardo Fernando Velasco
Diagramação: Fernanda Silveira

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IV
ÍNDICE

PREFÁCIO VIII

1 UMA INTRODUÇÃO A RFID 1

O Caso da RFID 2

Vantagens da RFID sobre Outras Tecnologias 3

Os Períodos da RFID 5

Tipos de Aplicações 8

Resumo 16

2 ARQUITETURA RFID 19

Uma Confluência de Tecnologias 19

Funcionalidades chave 21

Componentes de Sistemas RFID 29

Considerações sobre Qualidades de Sistemas 42

Diretrizes de Arquitetura 45

Gerenciamento de Sistemas 46

Resumo 47

3 IDENTIFICADORES 49

Capacidades Básicas dos Identificadores 49

Características Físicas 51

Fonte de Energia 52

Interface Aérea 52

Armazenamento de Informações e Capacidade de Processamento 60

Padrões 64

Resumo 67

4 PROTOCOLOS DE IDENTIFICADORES 69

Conceitos e Termos de Protocolos 69

Como os Identificadores Armazenam Dados 70

Procedimentos Anticolisão e Isolamento 77

Recursos de Identificadores para Segurança e Privacidade 91


V
Aprenda a Resolver Problemas de Comunicação dos Identificadores 93

Resumo 94

5 LEITORES E IMPRESSORAS 97

Componentes Físicos de um Leitor RFID 97

Componentes Lógicos de um Leitor RFID 98

Partes de um Aplicador e Impressora RFID 100

Tipos de Leitores 102

Layout de Leitores e Antenas 102

Configurando Leitores 104

Resumo 107

6 PROTOCOLOS DE LEITORES 109

Partes de um Protocolo de Leitor 109

Protocolos de Vendedores 112

Visão Geral do Protocolo EPCglobal 114

O Simple Lightweight RFID Reader Protocol 122

Protocolos Futuros 123

Resumo 123

7 MIDDLEWARE RFID 125

Motivações 125

Arquitetura Lógica 126

Especificação Application Level Events 128

Middleware RFID Comercial 148

Resumo 154

8 SERVIÇO DE INFORMAÇÕES RFID 157

Dados RFID 157

EPCglobal Network 161

O Serviço de Nomenclatura de Objetos 163

Resumo 170

VI
9 MANEABILIDADE 173

Opções de Disposição Limítrofe 174

Capacidades Necessárias para Gerenciamento do Limite 177

Padrões e Tecnologias 179

Resumo 180

10 PRIVACIDADE E SEGURANÇA 183

Questões de Privacidade e Segurança 183

Privacidade RFID 186

Segurança RFID 192

Resumo 197

1 1 O FUTURO 199

Padrões 199

Tecnologia 200

Negócios 209

Resumo 209

APÊNDICE A
Codificações de Identidade EPC 211

APÊNDICE B
Referências 219

Glossário 225

VII
Prefácio

COMO TANTOS OUTROS, ESTE LIVRO FOI ESCRITO PORQUE NÃO CONSEGUIMOS
ENCONTRAR UM COMO ELE. Precisávamos de algo para dar a todas aquelas pessoas que vêm até nós
perguntando por “um bom livro para ler sobre RFID”. Quando procuramos candidatos, encontramos alguns
ótimos livros, mas a maioria era para engenheiros elétricos ou gerentes de nível superior, com muito pouca
coisa para aqueles que estavam entre estes dois níveis. Este livro é para desenvolvedores, arquitetos de sistema
e de software e gerentes de projetos, além de estudantes e profissionais de todas as indústrias impactadas pela
Radio Frequency Identification (RFID) que quiserem compreender como esta tecnologia funciona. Como o
título sugere, este livro é sobre RFID em geral e não apenas sobre os desenvolvimentos mais recentes; todavia,
devido ao fato e tanta coisa estar acontecendo na área de RFID para a cadeia de fornecimento e especialmente
o Electronic Product Code (EPC), dedicamos um espaço considerável para estes tópicos. Independentemente
do tipo de trabalho com RFID que você possa estar desenvolvendo, achamos que encontrará algo útil aqui.

Para Quem É Este Livro


Este livro é para desenvolvedores que precisam produzir seu primeiro protótipo RFID; arquitetos de sistemas
que precisam compreender os principais elementos de um sistema RFID e gerentes de projeto que precisam
dividir o trabalho, estabelecer metas e compreender as propostas dos vendedores. Estudantes e instrutores
devem encontrar detalhes suficientes aqui para usar este livro como no mínimo um texto suplementar para um
estudo de RFID. Mesmo aqueles com considerável experiência em RFID devem achar este livro uma atualização
útil sobre os desenvolvimentos mais recentes, com fundamentos suficientes para servir como uma referência.
Este livro provavelmente não seja para alguém que queira uma visão geral superficial da tecnologia ou uma
discussão profunda sobre o gerenciamento da cadeia de fornecimento, fabricação, controle de acesso ou teorias
conspiratórias. Todos estes são tópicos interessantes por si só, mas este livro é apenas um!

A Estrutura deste Livro


Há 12 capítulos, 2 apêndices e um glossário neste livro. RFID é um assunto amplo, de forma que, embora
achemos que todas as seções do livro sejam necessárias para contar a história inteira, nem toda seção será
atrativa para todos os leitores. A estrutura do livro se divide nitidamente em duas grandes áreas de interesse:
uma visão geral (a seção “todo mundo”), que deve ser de interesse de qualquer leitor, e uma seção contendo
discussão mais técnica (“Desenvolvedores e Arquitetos”).

Todo Mundo
Os Capítulos 1 e 2 cobrem os fundamentos de RFID e dá aos leitores uma base para maiores discussões. A
maioria dos leitores também irá querer cobrir os Capítulos 9-11 para ver discussões sobre tópicos chave em
RFID.

VIII
Desenvolvedores e Arquitetos
Qualquer um que vá realmente criar ou interagir com um sistema RFID ou que queira compreender como todas
as peças funcionam devem ler os Capítulos 3-8, onde entramos em detalhes de identificadores, leitores,
middleware e o serviço de informações RFID.

O Que Há em Cada Capítulo


Os capítulos prosseguem no que esperamos que você considere uma progressão natural, começando com uma
introdução e visão geral, um capítulo sobre arquitetura e então uma discussão sobre cada componente dessa
arquitetura. Seguindo nossa discussão sobre todas as partes, examinamos as qualidades do sistema inteiro que
merecem atenção especial, como a maneabilidade, segurança e privacidade. Nós então completamos tudo no
capítulo final examinando o futuro da RFID. Aqui está um breve roteiro:

Capítulo 1, Uma Introdução à RFID


Define RFID e introduz alguns dos conceitos fundamentais

Capítulo 2, Arquitetura
Descreve as partes de um sistema RFID, seus relacionamentos entre si e alguns dos requisitos funcionais
e de nível de serviço específicos da RFID

Capítulo 3, Identificadores
Descreve os identificadores que anexam uma identidade a um item e expressam essa identidade para
os leitores

Capítulo 4, Protocolos de Identificadores


Examina como os identificadores conversam com os leitores

Capítulo 5, Leitores e Printers


Descreve os leitores que se comunicam com identificadores e conectam itens com identificadores de
RFID à rede

Capítulo 6, Protocolos de Leitores


Cobre como os leitores conversam com o middleware e aplicações

Capítulo 7, Middleware RFID


Descreve o middleware que gerencia informações RFID e dispositivos nos limites

Capítulo 8, Serviço de Informações RFID


Examina o armazenamento e uso de informações RFID

Capítulo 9, Maneabilidade
Discute alguns dos assuntos relacionados ao gerenciamento de dispositivos RFID no limite da rede

IX
Capítulo 10, Privacidade e Segurança
Discute questões reais sobre o impacto da RFID sobre a segurança e a privacidade, assim como dissipa
alguns dos mitos

Capítulo 11, O Futuro


Futuro
Fornece uma visão sobre aonde RFID pode nos levar nos próximos anos

Apêndice A, Codificações de Identidade EPC


Fornece codificações adicionais para completar a discussão sobre codificações de identidade EPC
introduzidas no Capítulo 4

Apêndice B, Referências
Lista fontes disponíveis para aqueles que quiserem mais informações sobre RFID ou que gostariam de
se envolver na definição da tecnologia na medida em que esta se desenvolve

Glossário
Inclui acrônimos e termos chave para lhe auxiliar a organizar um pouco do jargão usado nesta área

Convenções Usadas neste Livro


A seguir está uma lista das convenções tipográficas usadas neste livro:

Itálico

Indica novos termos, URLs, endereços de email, nomes de arquivos, extensões de arquivos, nomes de
caminhos e diretórios.
Fonte Courier

É usado para exemplos e para os conteúdos de arquivos


Fonte Courier Itálico

Mostra texto que deve ser substituído por valores fornecidos pelo usuário

Você deve prestar especial atenção às notas separadas do texto com os seguintes ícones:

OBSERVAÇÃO
É uma dica, sugestão ou observação geral. Contém informações suplementares úteis sobre o tópico.

AVISO
É um aviso ou observação para que se tenha cuidado, muitas vezes indicando que seu dinheiro ou sua
privacidade podem estar em risco.

Os autores também mantêm um site onde você pode encontrar uma lista de fontes RFID, junto com notícias e
atualizações:

http://www.rfidessentials.com

X
Agradecimentos
Gostaríamos de agradecer às muitas pessoas que deram um enorme apoio a ajuda direta para melhorar este
livro. Muito do que é bom neste livro o é devido ao seu zelo e cuidado, e muitos erros ou fraquezas são
inteiramente nossos.

Gostaríamos de agradecer nossos editores na O’Reilly Media, Inc.: Mike Hendrickson por nos dar uma grande
partida; Andrew Odewahn por levar isto até o fim; e Susan Brown Zahn, Marlowe Shaeffer e Mary O’Brien por
juntar tudo. Muitas pessoas se esforçaram para ajudar lendo os primeiros esboços e dar conselhos e fazer
comentários detalhados. Gostaríamos de agradecer Chuk Biebighauser, Jeff Coffin, Bryan Helm, Ravi Kalidindi,
Brendan

McCarthy, Ben Menasha e Tim Seltzer. Também tivemos sorte porque revisores técnicos desafiadores fizeram
a análise crítica do penúltimo esboço e este livro ficou muito melhor por causa da ajuda deles. Muito obrigado
a Kevin Ellison da Sun Microsystems.; Graham Gillen da VeriSign, Inc.; John Hill, Jim Both e Dennis Dearth
da Esync; Mark Johnson da RFID Tribe; Steve Lazar da Texas Instruments; Mark Palmer da Progress Software;
Ken Traub da ConnecTerra; Bryan Tracey da GlobeRanger, Inc.; e Marc Linster da Avicon. Um agradecimento
especial vai para Paul Bodifee da “Signals Collection 40-15”. Não usamos suas fotos no esboço final, mas suas
informações sobre a tecnologia WWIIera RF foram uma grande inspiração (veja no Apêndice B um link para o
web site da Signals Collection). Também gostaríamos de agradecer toda a equipe RFID na Sun Microsystems
pelo seu entusiasmo por este espaço e seu apoio.

Bill também gostaria de agradecer a sua família por tolerar um marido, pai e filho sem dormir, ranzinza e, às
vezes, sobrecarregado, nos últimos meses. Obrigado a Janise e Rhiane aos pais de Bill, Janet e Bill.

Himanshu gostaria de agradecer a sua esposa, Teju, pelo estímulo e apoio durante toda a escrita deste livro. Ele
também gostaria de agradecer aos pequenos, Rohan e Ritu pela sua inocência, energia sem limite e entusiasmo.
Finalmente, agradece a seus pais, Vinod e Yashavati e seus irmãos, Rajendra e Jigu, pelo seu amor e orientação
durante toda a vida.

XI
XII
CAPÍTULO CINCO

Leitores e Impressoras

IDENTIFICADORES P ASSIV
PASSIV
ASSIVOSOS DEVEM TER TRANSMISSORES DE RÁDIO EM ALGUM
LUG
UGARAR P ARA F
PARA AZÊ-LOS FUNCIONAR
FAZÊ-LOS FUNCIONAR, junto com receptores para ouvir essas transmissões. Mesmo
identificadores ativos, geralmente requerem contato com algum tipo de transmissor anexado à rede. Em
círculos RFID, este ponto transmissor/rede é geralmente chamado de leitor. Os leitores estão localizados entre
o identificador e o filtro de eventos em um sistema RFID. É papel do leitor saber como conversar com
identificadores, como criar eventos de baixo-nível a partir das leituras e como enviar estes eventos com um
filtro de eventos.

Este capítulo descreve as partes de um leitor a partir de dois pontos de vista. A primeira visão apresenta os
componentes físicos de um leitor: as coisas que você pode tocar ou encontrar em uma placa de circuito. A
segunda visão descreve as partes lógicas de um leitor, dividindo suas funções em “componentes” imaginários
que podem ou não corresponder a componentes físicos separados em um leitor real. Como exemplo, o componente
lógico de gerenciamento de eventos pode ser um conjunto específico de instruções que são executadas no
mesmo componente controlador físico do componente lógico de comunicação ou podem ficar hospedados no
seu próprio componente físico.

Iremos então examinar os componentes lógicos e físicos de uma impressora RFID e aplicador ou dispositivo
“imprimir e aplicar”. Estes dispositivos são, junto com as aplicações de identificação e remessa, um dos
símbolos do período de Compatibilidade. Finalmente, descreveremos algumas das formas pelas quais os
leitores diferem, forneceremos uma visão geral de algumas antenas físicas comuns e aparências de leitores
para diferentes aplicações e faremos um breve exame da configuração de leitores.

Componentes Físicos de um Leitor RFID


Já que o leitor se comunica com identificadores usando RF, qualquer leitor RFID deve ter uma ou mais antenas.
Devido ao fato de um leitor dever se comunicar com algum outro dispositivo ou servidor, o leitor também deve
ter uma interface de rede de algum tipo. Exemplos de interfaces de rede comuns são a Universal Asynchronous
Receiver/Transmitters (UARTs) serial para comunicações RS 232 ou RS 485 e o conector RJ45 para 10BaseT
ou cabos 100BaseT Ethernet; alguns leitores tem até Bluetooth ou comunicação Ethernet sem fio interno.
Finalmente, para implementar os protocolos de comunicação e controlar o transmissor, cada leitor deve ter um
microcontrolador ou um microcomputador. A figura 5-1 mostra os componentes físicos de um leitor RFID.

XIII
Subsistema Antena

Embora as próprias antenas sejam simples no seu conceito, os engenheiros trabalham constantemente para
obter uma melhor recepção com menor energia e para adaptar as antenas a circunstâncias especiais. Alguns
leitores só possuem uma ou duas antenas, embutidas com os próprios leitores; outros podem ser capazes de
gerenciar muitas antenas em locais remotos. A principal limitação no número de antenas que um leitor pode
controlar é a perda de sinal no cabo, conectando o transmissor e receptor no leitor com as antenas. A maioria das
instalações mantém o leitor dentro de seis pés (dois metros) da antena mais distante, mas distâncias muito
maiores são possíveis.

Alguns leitores usam uma antena para transmitir e uma para receber. Neste tipo de configuração, a direção do
movimento do identificador pelos campos do leitor é especialmente importante. Se a antena de transmissão
estiver “à frente” da antena de recepção, esta terá uma quantidade maior de tempo para receber sinais do
identificador. Se as antenas estiverem invertidas, o identificador gastará muito menos tempo com energia e
dentro da faixa da antena receptora. A Figura 5-2 mostra uma esteira com caixas identificadas passando
primeiro por uma antena transmissora (TX) e depois por uma receptora (RX).

A seta indica a direção da esteira. O identificador em cada caixa se torna energizado quando passa pela antena
TX e começa a transmitir uma resposta. Devido ao fato de estar mais adiante na esteira, a antena RX possui um
período maior dentro do qual recebe a resposta do que teria se as duas antenas estivessem invertidas, o que
significa que há uma chance maior de que o identificador seja lido.

,GHQWLILFDGRU /HLWRU

$QWHQD
PLGGOHZDUH
&RQWURODGRU
5),'
,QWHUIDFHGH5HGH

FIGURA 5-1 . Componentes físicos de um leitor

O dispositivo computacional que controla um leitor pode variar em complexidade de uma máquina de estado
simples em um chip, que pode ser usada para um pequeno leitor interno em um telefone ou PDA até um sistema
de microcomputador completo capaz de ser executado em um sistema operacional de rede, assim como aplicações
de usuário final e acumular uma grande quantidade de dados em um disco rígido interno. O controlador é
responsável por controlar o lado leitor do protocolo do identificador (descrito no Capítulo 4), assim como
determinar quando as informações lidas de um identificador constituem um evento a ser enviado para a rede. O
controlador do leitor também é responsável por gerenciar o lado do leitor do protocolo do leitor (descrito no
Capítulo 6).

Interface de Rede

Ler identificadores e reconhecer eventos não seria muito útil se o leitor nunca informasse alguém sobre esses
eventos. Os leitores se comunicam com a rede e com outros dispositivos através de uma variedade de interfaces.
Historicamente, a maioria dos leitores RFID têm tido interfaces seriais usando RS 232 ou RS 422 (ponto a
ponto, par trançado) ou RS 485 (endereçável, par trançado). Nos últimos anos, cada vez mais leitores têm
suportado Ethernet, Bluetooth e até mesmo ZigBee (para obter mais informações sobre ZigBee, veja o Capítulo 11).

Componentes Lógicos de um Leitor RFID


Dentro de um controlador de leitor RFID, podemos imaginar quatro subsistemas separados que lidam com

XIV
diferentes responsabilidades. Estes são os mesmos subsistemas lógicos que vimos primeiro no Capítulo 2, onde
discutimos como os leitores se ajustam à arquitetura RFID geral. A Figura 5-3 mostra novamente os componentes
lógicos de um leitor, por motivo de referência.

RX TX

FIGURA 5-2 . Disposição preferida para antenas receptoras e transmissoras

API do Leitor

Cada leitor representa uma interface de programação de aplicações (API) que permite que outras aplicações
solicitem inventários de identificadores, monitorem a situação do leitor ou controlem as configurações como
níveis de energia e o tempo corrente. Este componente está mais preocupado com a criação de mensagens para
enviar para o middleware RFID e com a análise de mensagens recebidas do middleware. A API pode ser
síncrona ou assíncrona. Para ver uma implementação específica deste componente, vá ao Capítulo 6.

Comunicações

O subsistema de comunicação lida com os detalhes da comunicação sobre qualquer protocolo de transporte que
o leitor possa usar para se comunicar com o middleware. Este é o componente que implementa Bluetooth,
Ethernet ou um protocolo proprietário para enviar e receber as mensagens que constituem a API.

Gerenciamento de Eventos

Quando um leitor “vê” um identificador, chamamos isto de uma “observação”. Um observação que difira das
observações anteriores é chamada de um “evento”. A separação destes eventos é chamada de “filtragem de
eventos”.

O subsistema de gerenciamento de eventos define os tipos de observações que são consideradas eventos e quais
eventos são considerados suficientemente interessantes para serem colocados em um relatório ou enviados
imediatamente para uma aplicação externa na rede. Quando os leitores se tornarem mais inteligentes, poderão
aplicar processamento mais complexo neste nível para reduzir o tráfego na rede. Basicamente, alguns pares do
componente gerenciador de eventos do middleware migrarão naturalmente para uma fusão com o componente
gerenciador de eventos do leitor. (Veja mais sobre isto no Capítulo 7).

Subsistema da Antena

O subsistema da antena consiste da interface e da lógica que permite aos leitores RFID interrogar os
identificadores RFID e controlar as antenas físicas. Este componente implementa os protocolos descritos no
Capítulo 4, assim como o trabalho com os eletrônicos RF onboard do leitor para implementar a interface
descrita no Capítulo 3.

XV
$3,GROHLWRU

&RPXQLFDo}HV

5),'OHLWRU
*HUHQFLDPHQWR
GH(YHQWR

6XEVLVWHPDGD$QWHQD

FIGURA 5-3 . Componentes lógicos de um leitor

Partes de um Aplicador e Impressora RFID


Muitos dos identificadores mais comumente usados para aplicações do período de Compatibilidade são rótulos
inteligentes. Conforme descrito anteriormente, estes são identificadores RFID internos a rótulos de papel
adesivo. A principal vantagem deste tipo de identificador é que o usuário, além de codificar os identificadores
RFID com uma identidade, pode imprimir um código de barras e/ou texto legível por pessoas no rótulo de papel
antes de anexá-lo a um item.

Impressoras RFID são dispositivos que podem codificar identificadores e imprimir nos rótulos de papel que
abrigam os identificadores. Lembre-se de que um leitor também pode “gravar” em um identificador que permita
gravação, de modo que a principal diferença entre um leitor RFID e uma impressora RFID não tem nada a ver
com a capacidade de codificar identificadores; a diferença só tem a ver com o componente de impressora a jato
de tinta ou laser da impressora RFID.

Para aplicações com pequeno volume, um operador pode aplicar manualmente rótulos inteligentes, mas aplicações
com grandes volumes requerem um dispositivo assim chamado “impressão e aplicação”. Estes dispositivos
especializados contêm um leitor RFID, uma impressora e um sistema automatizado para aplicar identificadores
para passar itens (geralmente caixas). O aplicador pode ser um braço pneumático que pressiona identificadores
adesivos codificados e impressos em uma caixa ou um aplicador que funciona como um dispositivo de colocação
de preços, com os identificadores saindo de um rolo diretamente para os itens. Devido à codificação de
identificadores levar tempo, e por causa de alguns identificadores falharem e serem descartados e substituídos
enquanto o aplicador continua a identificar os itens que passam, estes dispositivos podem ser dispostos em
pares ou grupos. Estas considerações podem tornar os dispositivos imprimir-e-aplicar um pouco mais lentos do
que aplicadores de códigos de barra. Quando isto foi escrito, você poderia esperar razoavelmente ver taxas de
throughput de 30 a 60 identificadores por minuto com estes sistemas. Entretanto, há indicações de que estas
velocidades possam dobrar quando este livro for impressor, em parte devido à nova especificação Gen2
discutida no Capítulo 4. A Figura 5-4 mostra as partes de um dispositivo de impressão e aplicação.

Leitor

Vendedores de impressoras RFID, com algumas exceções, geralmente não são vendedores de leitores, de modo
que dispositivos de impressão e aplicação geralmente incorporam leitores de um dos vendedores habituais. O
dispositivo de impressão e aplicação geralmente envolve a API do leitor em uma API de impressão e aplicação,
mas então oferece uma forma de acesso à API do leitor caso necessário.

XVI
/HLWRU5),'

,PSUHVVRUD5),'
9HULILFDGRU

,PSUHVVRUD

$SOLFDGRU

FIGURA 5-4 . Partes de um dispositivo de impressão e aplicação

Impressora

A impressora em um dispositivo de impressão e aplicação RFID não é diferente de qualquer outra impressora
em qualquer outra impressora de código de barras, mas impressoras de código de barras são muito diferentes da
jato de tinta de escritório. Estas impressoras geralmente giram uma fita por um carretel de modo que podem
imprimir em um lado e depois girar o identificador para a posição da aplicação. Todas estas impressoras têm a
capacidade de imprimir identificadores de acordo com modelos que descrevem o layout apropriado do
identificador. Por exemplo, um modelo pode dizer que um código de barras de duas polegadas de largura deve
passar pela parte inferior do identificador e um logotipo específico deve ir no topo. Ele também pode estabelecer
a posição de um número legível por pessoas, um número serial e o nome da empresa. A API da impressora recebe
mensagens sobre as partes do identificador que mudam como o número da peça e o número serial, e imprime nas
suas localizações apropriadas junto com um código de barras apropriadamente codificado e partes estáticas do
rótulo (como o logotipo e o nome da empresa). Em algum sistema que use dispositivos de impressão e aplicação,
alguém geralmente tem que criar os modelos, converter os logotipos para o formato de imagem apropriado e
enviá-los para a impressora como parte do processo de desenvolvimento.

Verificador

Dispositivos de impressão e aplicação geralmente incluem um passo de verificação RFID assim como um de
verificação do código de barras. Geralmente a verificação RFID é executada pelo mesmo leitor que gravou o
identificador e a verificação do código de barras é executada por um escaner óptico localizado logo após a
impressora. Entretanto, alguns sistemas colocam um escaner óptico ou uma segunda verificação após a esteira
para garantir que o identificador não tenha falhado após a aplicação e que o leitor RFID não tenha codificado
de alguma forma um identificador que só ele possa ler. (Estas preocupações se tornarão menos importantes
quando a qualidade dos identificadores se tornarem menos importantes, quando a qualidade dos identificadores
e leitores e a estabilidade dos protocolos de leitura aumentarem).

Aplicador

O aplicador é uma das características mais importantes distinguindo sistemas de impressão e aplicação.
Aplicadores do tipo que se passa pelo item e do tipo que se pressiona sobre o item possuem vantagens e
desvantagens diferentes. Um aplicador do tipo que se passa possui menos partes móveis e não requer um
compressor de ar, mas pode emperrar se um identificador se enrolar de forma incorreta. Aplicadores do tipo que
se pressiona são mais confiáveis e possivelmente mais rápidos, mas conforme mencionado anteriormente,
muitos requerem um compressor de ar. Solenóides elétricos também podem ser usados para isso, mas o campo
magnético gerado pela espiral pode ser um problema em aplicações RFID. Um tipo adicional de aplicador
usado para sistemas de código de barras coloca o identificador no item com uma rajada de ar comprimido. Isto
é chamado de “rotulagem sem contato”. Aplicadores sem contato não são atualmente tão comuns quanto os do
tipo que são passados ou pressionados sobre os itens em sistemas RFID, em parte devido a preocupações quanto
a possíveis descargas eletrostáticas (ESD – electrostatic discharge). ESD pode destruir componentes eletrônicos
XVII
pequenos como aqueles em um rótulo inteligente, mas diversos vendedores recentemente afirmaram que
superarão este problema. Quando isto foi escrito, não conhecíamos um estudo que suportasse ou refutasse um
relacionamento entre ESD e falhas em identificadores RFID em um ambiente de produção.

Tipos de Leitores
Leitores, da mesma forma que identificadores, diferem de muitas formas e nenhum leitor é perfeito para todas
as ocasiões. Os leitores vêm em muitos formatos e tamanhos, suportam diferentes protocolos e muitas vezes
devem ser compatíveis com requisitos regulatórios, o que significa que um determinado leitor pode ser aceitável
para uma aplicação em uma região do globo, mas não em outra.

Formas e Tamanhos
Tamanhos

Os leitores variam em tamanho desde meia polegada (dois centímetros) até o tamanho de um computador de
mesa antigo. Os leitores podem ser internos em dispositivos portáteis ou até mesmo em telefones celulares.
Eles podem ser fixos na parede de uma casa à prova de explosões. Os leitores podem até ser construídos em
unidades de prateleiras e portões junto com antenas para aplicações de portões e prateleiras inteligentes. (O
layout será discutido na próxima seção, “Layout de Leitores e Antenas”).

Padrões e Protocolos

Os leitores são compatíveis com alguns padrões e protocolos da mesma forma que os identificadores que eles
lêem, mas alguns leitores podem suportar múltiplos protocolos de identificadores. Alguns leitores são proprietários
e só suportam identificadores fabricados por um determinado vendedor. Os padrões mais importantes para
leitores incluem o ISO e o EPC descritos nos Capítulos 2, 3 e 4.

Diferenças Regionais

Níveis de energia admissíveis, variações de freqüência e requisitos regulatórios variam de região para região,
mesmo quando aplicados ao mesmo tipo de identificador. Por exemplo, leitores UHF EPC lêem os mesmos
identificadores a 915 MHz nos E.U.A. e a 869 MHz (e energia menor) na Europa devido a restrições regulatórias.
EPCGlobal, ISO e outras organizações de padrões estão trabalhando para criar padrões que sejam capazes de
operar globalmente, mas, por enquanto, os leitores devem ser selecionados com cuidado para assegurar que
sejam compatíveis com as normas locais. Para obter mais informações, consulte o manual de um leitor específico.
Ele listará as regiões dentro das quais o leitor é certificado para operar.

Layout de Leitores e Antenas


Um leitor e suas antenas devem ser instalados para serem úteis. Já que, com RFID, estamos tentando sentir
qualidades do mundo físico – neste caso, a presença ou ausência de determinados itens – o mundo físico dita
as especificidades de qualquer instalação. Por este motivo, cada instalação de sensor é diferente. As variações
possíveis são infinitas, mas examinar algumas aplicações típicas pode lhe ajudar a compreender as grandes
categorias de instalação. Estas categorias incluem portais, túneis, dispositivos portáteis e prateleiras inteligentes.

Portais

A palavra “portal” significa uma porta ou entrada, e um portal RFID é uma organização de antenas e leitores
projetados para reconhecer itens identificados, entrando ou saindo por um portão. Esta é uma configuração
comum para depósitos, aonde os itens chegam e saem pelas docas de carga. Também pode ser útil que os itens
se movam pelas seções de uma fábrica, onde os itens identificados poderiam passar pelos portões (por exemplo,

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passar de um local de armazenamento para o de montagem). Os portais também podem ser móveis; nestas
aplicações, o leitor e as antenas são construídos em um framework sobre rodas que pode ser empurrado para um
caminhão ou por um corredor. Isto é útil para carga e descarga e para registro de materiais. A Figura 5-5 mostra
um portal típico.

FIGURA 5-5 . Um portal RFID

Túneis

Um túnel é um local fechado, geralmente sobre uma esteira, no qual as antenas (e às vezes até o leitor) podem
ser abrigadas. Um túnel é como um pequeno portal, com a vantagem de que um túnel também pode incluir
escudo RFID, que absorve a energia RF mal direcionada ou refletida que poderia interferir com outros leitores
e antenas próximos. Isto pode ser útil para linhas de montagem ou esteiras de empacotamento onde o leitor
identifica a estação na qual um item está passando no momento pela esteira. A Figura 5-6 mostra um túnel
típico sobre uma esteira.

FIGURA 5-6 . Um túnel

Dispositivos portáteis

Um leitor portátil com uma antena integrada, controlador e comunicações pode permitir que se examinem itens
identificados em situações onde seja inconveniente ou impossível mover os itens até um leitor. O uso de
leitores RFID portáteis é muito semelhante ao dos leitores portáteis de código de barras. Não é surpreendente
que muitos destes dispositivos RFID portáteis também possam ler códigos de barras e sejam feitos pelos
mesmos fabricantes dos leitores de códigos de barras. Eles podem se comunicar através de Ethernet sem fio,
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Outra consideração, são ambientes nos quais múltiplos leitores possam ficar dentro da faixa de recepção uns
dos outros. Neste caso, os leitores podem interferir uns nos outros. Uma solução é forçar os leitores a trocarem
de forma que apenas um leitor opere de cada vez. Para suportar isso, os leitores devem ser capazes de perceber
a operação dos outros ou estar conectados de tal forma que possam compartilhar um relógio para conduzir seus
ciclos de tarefas. Esta conexão poderia ser através de um cabo ou conexão de rede sem fio. A Figura 5-11
mostra como esta configuração funciona quando os leitores estão conectados.

A nova especificação Gen2 UHF EPC requer que identificadores trabalhem em condições onde dois leitores
estejam ativos simultaneamente. A especificação chama isto de “Dense Interrogator Environment” (“Ambiente
de Interrogatório Denso”) e prescreve duas abordagens diferentes para evitar colisões, dependendo das condições
regulatórias. Isto é necessário porque, sob as regras na Europa, o licenciamento em alguns casos requer só um
único canal RF, mas em outros casos permite múltiplos canais. Sob as regras de FCC (E.U.A.), o licenciamento
sempre permite múltiplos canais na faixa de 915-MHz.

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FIGURA 5-10.. Configurações de antenas de múltiplas fontes e de fonte única

FIGURA 5-11.. Uma configuração de leitores “strobing”

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Embora conceitualmente simples, os leitores podem ser dispositivos complexos com muitas opções e
configurações físicas diferentes. Projetar uma disposição apropriada para antenas e leitores em um ambiente
de produção é uma tarefa que requer tanto habilidade, quanto equipamento de pesquisa de sites RF. Dispositivos
RF também requerem normalmente licenciamento e até mesmo inspeção periódica em muitos países. Assegure-
se de verificar com suas autoridades locais para evitar multas caras.

Resumo
Com este capítulo, você aprendeu que:

•As partes físicas de um leitor são a antena, o controlador e a interface de rede.

•As partes lógicas de um leitor são a API do leitor, o subsistema de comunicações, o subsistema de gerenciamento
de eventos e o subsistema da antena.

•Dispositivos de impressão e aplicação para rótulos inteligentes incorporam um leitor, uma impressora e um
aplicador e podem imprimir códigos de barras e informações legíveis por pessoas no identificador de papel.
Identificadores são geralmente aplicados por aplicadores do tipo que passa pelo item ou do tipo que pressiona
sobre o mesmo.

•Os leitores podem diferir em formato e tamanho, conformidade com padrões e adequação a diversos domínios
regulatórios regionais.

•Os leitores e antenas são comumente configurados como portais, túneis, leitores em empilhadeiras ou
prateleiras inteligentes.

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