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terça-feira, 19 de Agosto de 2008

Ansiedade, ataques de pânico e fobias


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Índice do artigo:
• Ansiedade, ataques de pânico e fobias
• Uma fobia muito particular
• Outras fobias capazes de limitar a condução
• Tratamento da amaxofobia e de outras fobias em geral
• O que fazer perante um ataque de pânico na condução?
• Bibliografia

Ansiedade, ataques de pânico e fobias


Ao conduzir, talvez já tenha experimentado a seguinte situação difícil de esquecer: Numa fila de trânsito,
sente uma descarga repentina sobre todo o corpo e o coração a palpitar, após uma distracção momentânea,
que o levou a uma travagem brusca para evitar a colisão com o veículo da frente, quase colado ao seu!

Trata-se de um bom exemplo de um estado de ansiedade normal, visto como uma emoção humana
habitual, adequada à sobrevivência, que surge quando estamos perante situações potencialmente
ameaçadoras ou difíceis. Permite colocar-nos de sobreaviso perante perigos e torna-nos mais aptos e rápidos
a dar resposta e resolver essas situações.

O estado de ansiedade pode também resultar de um problema que se prolonga no tempo, como dificuldades
financeiras, a que se dá o nome de “preocupação”. Com frequência, antecipa uma vivência cujo desfecho se
gostaria de conhecer, por exemplo, o resultado de um exame.

No entanto, a ansiedade pode ainda surgir como uma emoção pouco diferenciada ou difusa, relacionada com
um medo não identificado e, neste caso, é entendida como patológica, particularmente quando demasiado
intensa ou frequente, impedindo-nos de levar a cabo as tarefas normais do dia a dia.

Pode também ser despoletada pelo consumo de certas drogas, tais como LSD, anfetaminas, ecstasy, etc… ou
até mesmo a cafeína.

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Alguns sintomas da ansiedade são as palpitações cardíacas, tremuras, suores ou tonturas, enquanto a
angústia, grau mais acentuado da ansiedade, ligada muitas vezes a uma perda real ou antecipada, pode
gerar sintomas gástricos ou intestinais, tais como náuseas, vertigens, nó no estômago, diarreia, etc…

Estes sintomas, que provocam uma certa agitação motora, aliados às consequências psicológicas da
ansiedade, tais como, tensão emocional, inquietação, apreensão, podem afectar as capacidades individuais
para a condução, pois a ocupação mental com as preocupações do indivíduo contribuem para desconcentrá-lo
e distraí-lo da tarefa, elevando a probabilidade de acidentes.

Como uma “bola de neve”, o próprio acto de conduzir pode agravar o estado de ansiedade do indivíduo, o
que pode traduzir-se em hipervigilância em relação ao meio e a uma condução excessivamente defensiva
que, em aglomerados urbanos, é por vezes causa de acidentes.

Quando a ansiedade é muito forte e sem causa aparente, os sentimentos de medo e fortes sintomas físicos
no indivíduo, podem fazer surgir, com uma certa autonomia e frequência, os chamados ataques de pânico,
ou seja, crises repentinas de ansiedade, em que diversos medos se sobrepõem e auto-agravam, levando ao
descontrolo do indivíduo.
Os ataques de pânico sucedem num curto espaço de tempo, normalmente alguns minutos, embora ao
próprio pareça interminável, pois é-lhe impossível controlar a ansiedade, deixando-o fraco e exausto.
Os sintomas são os da ansiedade mas muito intensos, salientando-se a taquicardia, sudorese, tremores,
dispneia (falta de ar), náuseas, ondas de calor ou frio, parestesias (formigueiros), etc…, nos casos mais
graves, despersonalização (perturbação da identidade), sensação de perda de controlo ou morte.
Normalmente, após um pico de ansiedade assustador, os sintomas desaparecem por si mesmos e não
causam quaisquer danos físicos.
A ocorrência de ataques de pânico pode gerar um ciclo vicioso causado pelo medo de ter medo que provoque
mais ataques, tornando-se desorganizadores do comportamento.
A ansiedade e o pânico podem ainda ser acompanhados de sentimentos de depressão, falta de apetite e
ausência de perspectivas de futuro.

As fobias, que também podem gerar o pânico, consistem em emoções de medo irracional específico em
relação a certas situações, pessoas ou objectos que, para a maioria, não são considerados perigosos.
Normalmente, a pessoa com fobia tem consciência que o seu medo é irracional mas não consegue evitá-lo.
Todos passámos por situações em que sentimos medo, por exemplo, de alturas, de aranhas, de cães, etc...

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No entanto, normalmente, esses medos não interferem em demasia com as nossas vidas. Só quando existe
um medo que se manifesta excessivamente e altera significativamente o nosso dia a dia é que podemos
considerar tratar-se de uma verdadeira fobia.
O medo resulta de uma resposta súbita a uma ameaça. Sente-se a nível céfalo-cervical, causando olhos
arregalados, palidez, falta de ar, etc…
Ligado à ansiedade, o medo também pode ser útil, uma vez que contribui para nos proteger de situações
potencialmente perigosas, avisando e capacitando-nos para resolver rapidamente o problema.
Existem variadíssimos objectos aos quais o indivíduo pode responder com fobias, pelo que também estão
classificadas imensas fobias. O indivíduo com fobia tende a evitar o confronto com a situação fóbica para não
potenciar a ocorrência de emoções que lhe gerem mau-estar. No entanto, são os próprios actos de fuga que
mantêm os medos irracionais. Por exemplo, foge-se de estar perante outras pessoas (fobia social), de
espaços abertos (agorafobia), de espaços fechados (claustrofobia), de animais (zoofobia), do mar
(talassofobia), etc…
Em geral, as fobias provocam arritmias cardíacas, sudação, tensão ou dores musculares, respiração
ofegante, tonturas, sensação de desmaio, indigestão, diarreia, etc… Psicologicamente, provocam sintomas
de ansiedade, tais como, preocupação constante, cansaço, incapacidade de concentração, irritação,
nervosismo, dificuldades do sono, etc…
Estes sintomas apenas surgem perante as situações particulares que causam fobia no indivíduo e não
noutras. Por exemplo, se uma pessoa tiver fobia de gatos, sentir-se-á bem desde que não existam gatos por
perto, se a fobia se relacionar com o medo de andar de avião, se viajar de outro modo, não sentirá angústia,
se a fobia for social, só se sentirá segura quando não estiver perante muita gente.
Dependendo da predisposição dos indivíduos, as fobias podem desencadear sentimentos depressivos, já que
a fuga persistente de situações fóbicas poderá determinar um maior isolamento do indivíduo. Podem ainda
causar a dependência de substâncias como o álcool, drogas ou tranquilizantes, que constituem formas que o
indivíduo encontra de lidar melhor com as fobias.

Uma fobia muito particular

A amaxofobia caracteriza-se pelo medo de se encontrar ou viajar dentro de qualquer veículo de transporte,
o que implica o movimento. Afecta diferentes modos de viajar e inclui o medo de conduzir.
É evidente que a condução automóvel requer muita prudência por parte do condutor, mas quando o receio
toma proporções exageradas, pode desencadear emoções negativas que levam a um tal estado de tensão
que prejudica a condução, falando-se, nesse caso, deste tipo de fobia, a qual pode limitar consideravelmente
o dia-a-dia do indivíduo.
A amaxofobia pode estar relacionada com a agorafobia, que surge quando a pessoa se encontra em locais ou
situações difíceis de escapar ou recorrer a auxílio, o que pode incluir viajar de automóvel.
Em princípio, a amaxofobia afecta mais mulheres do que homens para o que também pode contribuir uma
maior facilidade das mulheres admitirem o problema e procurarem ajuda.
Há pessoas que sofrem desta fobia ainda antes de se habilitarem à carta de condução e poderão passar por
processos de formação demasiado morosos, com muitas reprovações, em especial, na parte prática.
Há diferentes graus da fobia mais ou menos graves, desde a que não impede o indivíduo de conduzir mas
causa limitações consideráveis ou falta de capacidades para a condução, até pessoas que não são sequer
capazes de se imaginar ao volante. Na sua forma mais grave, o medo pode ser paralisante e provocar
angústia.
No caso de amaxofobia que não impede de conduzir, os condutores podem sentir medo apenas em algumas
circunstâncias específicas da condução ou do ambiente rodoviário, tais como, condições climatéricas

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(condução com chuva ou de noite), tipo de via (condução em vias desconhecidas, em auto-estradas ou na
cidade), contingências da via (pontes ou túneis), fluidez do trânsito (demasiado intenso), etc…
As sensações que provoca passam por stress, ansiedade, incluindo angústia, antes e durante a condução,
dificuldades de dormir, suor das mãos, tremores, dores de estômago, taquicardia, ideias negativas,
irracionais, visualização de acidentes, etc..., o que leva a um acumular de sensações negativas, que fazem
com que a pessoa conduza sob tensão e medo.
As causas da amaxofobia são variadas, mas podem destacar-se os acidentes rodoviários, vividos pelo
próprio ou presenciados que, mesmo não tendo causado danos físicos ao indivíduo, podem desencadear um
trauma susceptível de o limitar na tarefa da condução.
A descoberta das limitações humanas, da responsabilidade mas, ao mesmo tempo, da impossibilidade de
controlo de certas situações ao volante, estão na base de sentimentos de insegurança e vulnerabilidade
gerados por acidentes.
Também a forma de conduzir dos restantes condutores, ou seja, a inserção no ambiente rodoviário, muitas
vezes relacionada com sensação de insegurança, pode provocar tensão que leva a este tipo de fobia.
Podem salientar-se outras causas, tais como:
• Ingestão de álcool em simultâneo com a condução;
• Sensação de falta de aptidão ou capacidades ao volante;
• Sensação de vulnerabilidade física, emocional ou psicológica para levar a cargo a tarefa;
• Baixa auto-estima, por vezes, sob a influência de um familiar dominante que causou ansiedade quanto à
tarefa da condução;
• Pouca experiência de condução;
• Peso da responsabilidade de transportar passageiros, particularmente os vulneráveis, tais como crianças,
etc...
Tal como na generalidade das fobias, as soluções adoptadas pelos condutores que sofrem de amaxofobia,
passam por esquivar-se às circunstâncias que originam os seus medos ou controlar variáveis possíveis de
controlo, por exemplo, conduzir apenas de dia ou aos fins-de-semana ou apenas com boas condições
atmosféricas, utilizar transportes públicos ou boleias, evitar filas ou trânsito congestionado, conduzir apenas
em determinados tipos de vias, etc...

Outras fobias capazes de limitar a condução

Relacionadas ou não com a amaxofobia, podem salientar-se algumas fobias que resultam em medos que
podem ter implicações para a condução:

Relacionadas com condições atmosféricas adversas ou do ritmo diurno:

Nictofobia - medo da escuridão ou da noite;


Selenofobia - medo da lua;
Siderofobia - medo de estrelas;
Aerofobia - medo de ventos, engolir ar ou aspirar substâncias tóxicas;
Ancraofobia - medo de correntes de ar ;
Lilapsofobia - medo de furacões;
Astrofobia - medo de trovões e relâmpagos;
Criofobia - medo de frio intenso, gelo ou congelamento;
Hadefobia - medo do Inverno;
Nebulafobia - medo de neblina;
Nefofobia - medo de nevoeiros;
Ombrofobia - medo de chuva;
Antlofobia - medo exagerado de enchentes ou inundações;
Quionofobia - medo de neve;
Fengofobia - medo da luz do dia ou nascer do sol;
Fotofobia - medo de luz;
Heliofobia - medo do sol;
Uranofobia - medo do céu.

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Relacionados com capacidades do indivíduo para a condução:

Acrofobia - medo de lugares altos;


Agorafobia - medo de lugares abertos, de estar na multidão, em lugares públicos ou de deixar lugares
seguros;
Claustrofobia - medo de espaços confinados ou lugares fechados;
Cleitrofobia - medo de ficar trancado em lugares fechados;
Agirofobia - medo de ruas ou cruzamento de ruas;
Hodofobia - medo de atravessar estradas;
Estenofobia - medo de lugares ou coisas estreitas;
Gefirofobia - medo de cruzar pontes;
Cromatofobia - medo de cores;
Eritrofobia - medo de luz vermelha ou do vermelho;
xantofobia – medo da cor amarela ou de objectos de cor amarela;
Fotoaugliafobia - medo de luzes muito brilhantes;
Dendrofobia - medo de árvores;
Escopofobia - medo de estar a ser olhado.
Relacionados com capacidades do indivíduo para a condução:

Amnesifobia - medo de perder a memória;


Astenofobia - medo de desmaiar ou ter fraqueza;
Copofobia - medo da fadiga;
Diplofobia - medo de visão dupla;
Escotomafobia - medo de cegueira.
Outras relacionadas directamente com a condução:

Cinesofobia - medo de movimento;


Tacofobia - medo de velocidade;
Quifofobia - medo de parar;
Cronofobia - medo do tempo;
Distiquifobia - medo de acidentes;
Ligirofobia - medo de barulhos;
Motorfobia - medo de automóveis;
Ocofobia - medo de veículos;
Simbolofobia - medo de símbolos.

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Tratamento da amaxofobia e de outras fobias em geral

Um certo nível de amaxofobia existe de forma controlada e consciente em cada um de nós e é até saudável,
pois temos de admitir que a condução é uma actividade perigosa. No entanto, se a nossa mente estiver bem
organizada e treinada em relação à ansiedade ou à angústia, o medo acaba por ser dominado frente à
necessidade ou vontade de conduzirmos.
Quando, pelo contrário, não é possível ao indivíduo, por si só, dominar o medo, limitando a condução, deve
recorrer a uma consulta psicológica da especialidade, já que habitualmente a fobia tem cura.
As pessoas que sofrem de amaxofobia, bem como de outras fobias em geral, são muitas vezes
incompreendidas e têm bastante dificuldade em explicar os motivos do que sentem. Também costumam ter
relutância em procurar ajuda, pois, por vezes, pensam que mais ninguém tem esse medo ou que o seu
problema não tem solução.
A fobia em si não constitui uma perturbação psíquica grave, o problema é que, muitas vezes, surge como um
sintoma ou manifestação de uma doença e aí os casos clínicos poderão ser mais complicados e exigir o
tratamento da doença em vez dos sintomas.
No caso da amaxofobia resultar de agorafobia (fobia de espaços abertos) há que investigar e tratar as
possíveis causas desta última fobia.
Se existir um episódio na vida da pessoa que desencadeou a fobia, tal como um acidente de viação, o que é
frequente, o tratamento poderá ter efeito rapidamente, pois é conhecida a causa, a qual pode ser trabalhada
na mente do sujeito.
A psicoterapia (comportamental) passa por ajudar o paciente a conhecer, verbalizar e reconhecer o absurdo
do medo, controlando-o, sem entrar em pânico.
A técnica básica da psicoterapia das fobias em geral consiste em expor gradualmente o paciente à situação
que lhe causa medo, de modo a enfraquecê-lo e superá-lo.
No caso da amaxofobia, pode iniciar-se o tratamento com sessões nas quais o paciente apenas inicia a
marcha do veículo. No passo seguinte, estimula-se a pessoa a conduzir perto da sua casa. As distâncias dos
passeios vão sendo progressivamente aumentadas, até que se sinta segura para conduzir normalmente.
Se a fobia desencadeou uma depressão, dependência de substâncias ou de medicamentos, há que recorrer a
tratamentos especializados, para além dos relativos à fobia.

O que fazer perante um ataque de pânico na condução?

6 de 16 14/2/2011 15:50
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Como vimos, os ataques de pânico geram-se a partir de uma ansiedade intensa ou mesmo patológica,
muitas vezes, em resultado de fobias.
Existem alguns meios de evitar a ocorrência de ataques de pânico, já que no meio de um é mais difícil
controlá-lo, tais como:
• Aprender uma técnica de descontracção corporal e mental;
• Estar consciente que, mesmo perante crises de ansiedade ou pânicos, nada de mal acontece ou se
modifica;
• Aprender a distrair-se perante pensamentos causadores de ansiedade, deslocando-os para diferentes
ideias, tais como, concentrarmo-nos nos pormenores que nos rodeiam, no caso de ocorrer durante a
condução, por exemplo, contar os automóveis de determinada cor ou marca que circulem em sentido
contrário;
• Se for possível, parar o veículo para organizar as ideias.
Se não conseguirmos evitar o aparecimento de um ataque de pânico, o próprio fenómeno leva
habitualmente a que a pessoa tenha que sair imediatamente da situação e contexto em que se encontra, no
entanto, deve tentar enfrentar a crise e resistir à fuga e ainda:
• Aprender a esperar, já que um ataque de pânico passa muito rapidamente, dissipando-se o medo que ele
provoca;
• Concentrar-se na respiração, inspirando e expirando devagar e profundamente, o que contribui para
melhorar os sentimentos de ansiedade;
• Terminada a crise, continuar a actividade que se estava a realizar, inclusive a condução.

Bibliografia:
James, L. & Nahl, D. (2000). Road Rage and aggressive driving. Prometheus Books.

Pio de Abreu, J. L. (1994). Introdução à psicopatologia compreensiva. Fundação Calouste Gulbenkian.

Ana Isabel Milhano


Psicóloga

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Comentários

por Raquel B. quinta-feira, 28 de Agosto de 2008 20:29

Boa tarde.

Artigo interessante.

Gostaria de colocar uma questão: Apifobia (medo de abelhas) existe? E se sim, é este o termo correcto?

Se alguém souber responder, agradeço.

Raquel B.

por Ana Milhano terça-feira, 2 de Setembro de 2008 11:32

Sim, existe a "apifobia" que é o medo exagerado das abelhas. Aliás, existem tantas fobias, quanto é possível defini-las através da
raíz das palavras. Se pretender saber mais sobre essa e outras fobias possíveis, pode consultar, por exemplo, o site da Wikipédia,
enciclopédia livre, embora encontre na internet outras listagens de fobias.

por s.duarte quinta-feira, 11 de Setembro de 2008 18:25

7 de 16 14/2/2011 15:50
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Parabéns pelo artigo.quando a fobia só passou a existir mtos anos depois de conduzir por toda a europa ,e agora existe só em vias
rápidas mesmo sem transito,como um medo da estrada vazia a minha frente;como se o veiculo tenha o control da situação.o panico
é seguido dum reflexo instantaneo de travar ,que já deu origem a um acidente sem gravidade.o que me aconsenha?MTO OBG.

por Ana Milhano quinta-feira, 18 de Setembro de 2008 18:13

Em princípio, o seu medo é circunstancial, pois não o impede de conduzir, ou seja, apenas na situação que relatou, em determinadas
circunstâncias externas – tipo de via – sente ansiedade, tensão e medo. A maior parte dos medos na condução são deste tipo.
Pense na origem do seu medo: Viveu algum acontecimento que o possa ter despoletado? Tem confiança nas suas próprias
capacidades para conduzir ou nas condições de segurança do seu veículo? Para onde o leva o seu pensamento quando está perante a
situação relatada? Para uma situação de insegurança e vulnerabilidade que apenas aparentemente está fora do seu controlo?
Lembre-se que é o condutor que pode controlar o maior número de variáveis, tais como o estado mecânico do veículo, ou seja, pode
controlar variáveis externas para que possa sentir mais segurança interna. Se tudo estiver em condições ideais, não há razão para
ter medo.
A consciência do seu medo é um bom passo para ultrapassar dificuldades: Tente organizar os seus pensamentos, de forma a
dominar as situações em que o medo ocorre. Enfrente-as: Se começar a sentir muita ansiedade, siga alguns conselhos do final do
artigo, de modo a ser você a dominar a situação. Desvalorize eventuais sintomas físicos, pois nada de mal lhe acontecerá… Aliás,
centrando-se apenas no seu estado, estará menos disponível para manter as condições de segurança no momento e aí sim, poderá
colocar-se em situações perigosas. Procure ajuda de um terapeuta se for difícil fazer isto sozinho.

por João Rêgo sexta-feira, 19 de Setembro de 2008 12:04

sofro de pânico há cerca de 20 anos mas só desde há 10 anos é que sei que se tratava de "ataques de pânico" pois de início eram
esporádicos e exames médicos nada detectavam; soube o que realmente era e recorri à ajuda especializada; fiz psicoterapia durante
uns 6 anos acompanhada pelos fármacos habituais; tive melhorias significativas e os "ataques de pânico" propriamente ditos não
tenho tido mas o medo de os ter a qualquer momento subsiste, acho mesmo que é o pior desta doença, é este "medo de ter medo";
já não tomava fármacos nenhuns há mais de 2 meses embora os traga sempre comigo (victan para SOS); há 3 dias, no trânsito que
tenho de enfrentar diariamente no trajecto para o trabalho, os níveis de ansiedade foram tais que me fizeram voltar para trás;
embora existam outras situações propícias ao desencadear de uma situação de pânico (fila na caixa do supermercado, ambientes
quentes, salas de concerto, restaurantes, transportes públicos, etc) aprendi a conviver com estas limitações e a evitá-las sempre
que o posso fazer; no entanto o estar parado no trânsito é aquela que não posso evitar e que tenho de enfrentar diariamente, ainda
por cima enfrento a IC 19 todos os dias; o problema acontece quando o trânsito está parado e não tenho saída, o típico pára-arranca
do trânsito faz disparar os meus níveis de ansiedade para o máximo com a sensação que vou perder os sentidos e todo um mal estar
físico; apesar de conhecer todas as técnicas de alívio destas situações e de as tentar pôr em prática nestes momentos os medos são
sempre superiores e a irracionalidade apodera-se de nós; será que nunca me vou ver livre disto???

por Zona S quinta-feira, 25 de Setembro de 2008 11:21

A Zona S informa que os comentários que sejam pedidos de esclarecimento, dúvidas ou outras solicitações, de foro psicológico em
contexto rodoviário, efectuadas por condutores e outros utentes das vias, serão integrados num consultório online que vai ser
lançado muito em breve. Pelo que qualquer dúvida deverá ser enviada directamente para o email da psicóloga Ana Milhano:
anaisa.milhano@gmail.com .

por C.Andrade segunda-feira, 29 de Setembro de 2008 21:05

Tenho pânico de conduzir, há mas de 10 anos, já por diversas veces, comprei aulas de conduçaõ para tentar ganhar confiança, mas
volta tudo ao mesmo. O artigo é interessante, já tenho pesquisadp sobre o assunto e sei que em Espanha, já existem escolas
especializadas para tratar deste problema. O facto é que gostaria de ser uma pessoa normal, capaz de conduzir, pois é algo
necessario, mas não sei o que fazer.

por Rogerio Neca terça-feira, 7 de Outubro de 2008 23:55

Amigo Joao Rego, sofro do mesmo que o sr sente, sei melhor que ninguem o que é o sofrimento de estar parado no transito sem ter
por onde fugir, fico aterrorizado só de pensar que tenho que fazer uma viagem sozinho em auto estrada, ajudem-me por favor!!!

por Ana Milhano sexta-feira, 10 de Outubro de 2008 19:12

Em relação aos comentários do Sr. João Rego e Sr. Rogério Neca, refiro o seguinte: Os medos que sentem parecem relacionar-se
com o encarar de outras pessoas e/ou enclausuramento num sítio: do trânsito ou de uma auto-estrada é difícil fugir, na fila do
supermercado tem de se aguardar a vez, etc... Quando estes medos são evitados em vez de enfrentados, trata-se de um
comportamento tipicamente fóbico que não ajuda a superar o problema e sim a perpetuá-lo. Numa relação terapêutica, o ideal é
proporcionar um passo em frente na estrutura mental da pessoa com o problema, ou seja, encontrar uma nova forma de estar que
proporcione um melhor relacionamento com a realidade e o mundo exterior. Se essa relação estiver muito dependente de
medicamentos, corre-se o risco de apenas agir sobre os sintomas, sendo mais difícil encontrar uma solução real e efectiva para o
problema. Não hesitem em procurar a ajuda de um psicólogo se, sem apoio, for difícil enfrentar os sintomas.

por Ana Milhano sexta-feira, 10 de Outubro de 2008 19:16

Sr.(a) C. Andrade,
Consegue encontrar razões para o seu medo de conduzir? Relaciona-se apenas com a condução? Sente falta de aptidões técnicas

8 de 16 14/2/2011 15:50
Ansiedade, ataques de pânico e fobias > Zona-S > Comportamentos http://www.zona-s.pt/default.aspx?Page=3053&articleId=128&mId=8...

para "se juntar" aos restantes condutores ou são estes que lhe causam insegurança? Será o próprio imprevisto gerado pelas
situações de trânsito? Lembre-se que só com alguma prática ou experiência de condução podemos dirimir os nossos receios e aos
poucos começar a encontrar as melhores soluções para as várias situações que podem surgir no trânsito. A partir do momento em
que conseguimos "dominar" o veículo, ou seja, comandá-lo conforme pretendemos, valendo-nos das nossas melhores atitudes que
geram comportamentos seguros, conseguimos solucionar as situações do trânsito. Por isso, na próxima tentativa que fizer para
aprender a conduzir, não desista facilmente, dê tempo ao tempo. Em princípio, em Portugal não haverão escolas de condução
especializadas no problema que relata, no entanto, pode sempre procurar a ajuda de um terapêuta que o(a) acompanhe na sua
aprendizagem da condução.

por carla lourenco terça-feira, 21 de Outubro de 2008 23:45

tenho uma menina de 13 anos no qual nao consegue estar nos centros comercial e agora na sala de aula quando esta tudo fechado
comeca a ficar cm sores frios e tonta sem forcas pra andar branca . nao sei o que é mas os exames medicos estao todos bem eu
penso que possa ser fobia a anbientes fechados.

por Ana Milhano segunda-feira, 27 de Outubro de 2008 19:15

Algum acontecimento pode ter precipitado essa forma de estar da sua filha que funciona antes de mais como uma defesa pessoal
contra um conflito inconsciente. A própria entrada na pré-adolescência/adolescência, pelas transformações psíquicas e desafio de
autonomia que acarreta, pode contribuir para desencadear a sintomatologia que esconde os tais conflitos psíquicos possivelmente
com origem em momentos anteriores da vida. Veja a situação desta maneira - por um lado, é até bom que haja um sintoma através
do qual um especialista possa compreender os problemas mais profundos do indivíduo, facilitando o encontro de uma explicação
lógica. No entanto, convém que a personalidade da sua filha não se forme e desenvolva na perspectiva que descreve. Para mais, pela
idade precoce, está em boa altura para inverter esses sintomas, desenvolvendo-se de forma saudável, pois estando a sua
personalidade a formar-se e a evoluir, pode ser trabalhada antes de se instalar um modo de estar que, com o passar do tempo, pode
ser mais difícil reverter. Por isso, o meu conselho é que procure o quanto antes um especialista na área para ajudar desde já a sua
filha a ultrapassar os sintomas que apresenta, obviamente com o apoio sempre incondicional dos pais.

por gb quinta-feira, 6 de Novembro de 2008 18:08

Gostei muito de ler este artigo e gostaria de colocar uma dúvida.


necessito de realizar uma ressonancia magnética cerebral mas sempre que me deito na sala de exames entro em panico: o meu
coração bate a cem à hora e sinto-me sufocar. Concluindo não consigo.
Ser isto uma fobia? Como ultrapassar esta situação?
Obrigada

por Ana Milhano sexta-feira, 14 de Novembro de 2008 13:01

Não creio que a situação que descreve se trate duma fobia. O medo que sente tem um motivo real gerado pela realização de um
exame que pode gerar ansiedade, pois o contexto em que se desenrola sugere-lhe a sensação de "enclausuramento". Fale com o
médico que acompanha o exame da possibilidade de lhe administrar um tranquilizante para ficar mais calmo(a). Procure equacionar
mentalmente o que é mais importante para si: o conhecimento do seu estado de saúde através de um exame bastante completo ou
o retraimento perante uma situação que lhe pode parecer desconfortável mas que é passageira? Vença os seus medos e opte pela
solução mais segura, lembre-se que, apesar de sentir medo, na realidade, nada de mal lhe acontecerá ao realizar o exame que
pretende e estará sempre comunicável enquanto o mesmo durar.

por Daniela M quinta-feira, 27 de Novembro de 2008 12:25

ola eu tenho acrofobia, gostaria de saber se ha algum tratamento para isso. Aguardaria resposta para o meu e-mail

por Daniela M quinta-feira, 27 de Novembro de 2008 12:25

ola eu tenho acrofobia, gostaria de saber se ha algum tratamento para isso. Aguardaria resposta para o meu e-mail

por Lisa sexta-feira, 5 de Dezembro de 2008 16:42

Boa tarde!

Sou incapaz de conduzir e cada vez preciso mais de o fazer, pois sou professora (em início de carreira o que implica colocações em
escolas distantes de casa e diferentes de ano para ano) e estou à espera da minha primeira filha, o que acrescenta a necessidade de
conduzir para poder cuidar dela.
Não sei a origem desta minha fobia. Desde que me conheço que sempre tive muito medo de andar de carro, peço sempre ao
condutor para andar devagar e ter cuidados redobrados, vou sempre atenta à estrada (a travar com os pés e extremamente tensa) e
muitas vezes assusto a pessoa que vai a conduzir quando não me consigo controlar e grito "cuidado".
Tirei a carta de condução há 11 anos mas nunca fui capaz de conduzir, quando voltava das aulas de condução fartava-me de chorar e
acho que a minha fobia ainda piorou. Não sou capaz de me sentar ao volante com o carro parado. Um dia o meu namorado pediu-me
que me sentasse no lugar de condutor para ver um pôr do sol lindíssimo que eu não consegui apreciar porque comecei logo a chorar
em pânico e foi difícil acalmar-me.
Estou desesperada, não sei o que fazer mas preciso mesmo de conduzir.

por Paula Fernandes segunda-feira, 15 de Dezembro de 2008 21:27

9 de 16 14/2/2011 15:50
Ansiedade, ataques de pânico e fobias > Zona-S > Comportamentos http://www.zona-s.pt/default.aspx?Page=3053&articleId=128&mId=8...

Boa tarde,

Á cerca de 12 anos, foi-me diagnosticada agorafobia.


Este diagnostico foi-me dado a conhecer após várias vezes ter ido de urgencia para o hospital com os tão falados, ataques de pânico.
Tal como a fobia é designada, o meu medo não reside em enfrentar multidões ou espaços abertos, mas sim sair da minha zona de
conforto e ter me do de poder vir a ter um ataque de panico e não ter ninguem por perto para me socorrer.
Já fiz terapia comportamental, mas á uns seis anos para cá, tive uma recaida e voltei a ter ataques de panico.
Tudo isto condicona a minha vida, pois viajar de avião, só viagens no maximo com 4 horas de voo, e antes tenho que tomar
comprimidos. Evito entrar em auto-estradas, circular em pontes e afastar-me da minha casa, tendo sempre como "mira" uma placa
que diga onde fica o hospital mais proximo.
Desde o diagnostico que sou medicada, mas confesso que já não aguento mais, quer a medicação, quer o medo.
Tenho 33 anos, sou bastante nova, para ter a minha vida tão condicionada e condicionar a vida dos que me rodeiam, principalmente
a da minha filha, que com 4 anos, já deveria ter visitado o zoo, p.ex.
A cura é possivel? Como?
O meu muito obrigada.
Paula

por luisffaria8@gmail.com sábado, 17 de Janeiro de 2009 22:31

Boa noite

Tenho um problema que me tem afectado tanto a vida particular como profissional, pois sou vendedor e o problema que tenho
relaciona-se com a condução.
Tenho carta de condução à vinte e seis anos, tendo até à mais ou menos três anos sido um intenso calvário em algumas situações e
dias para conduzir. Comecei sem me aperceber a ter bastante medo de conduzir aonde não tinha rails e a altura era considerável.
Nunca fui condutor de grandes velocidades, mas nunca tinha entrado em pânico ao andar com alguém a alta velocidade, agora
acontece-me se fôr numa situação dessas entro em pânico, começo a transpirar e no final parece que corri 10Kms, sentido-me
cansado. Houve alturas que andar em estradas normais, tinha muita difilculdade desde que comecei a ser medicado já ando melhor,
tendo mais dificuldade de noite e já ao final de um dia de trabalho, que é conduzir pois como já tinha referido antes sou vendedor.
Tenho dias que ando melhor outros menos bem. Em auto-estrada é que não consigo andar, pois se entrar em alguma passados
poucos Kilómetros, começo pura e simplesmente a entrar em pânico e só a 50 ou 60Kms/Hora é que consigo andar e com grandes
dificuldades, vindo isto a intensificar-se cada vez mais, mesmo medicado. Nunca tive nenhum acidente, nunca vi nenhum acidente
grave, não sei o que me causou tudo isto. Terá sido uma situação muito complicada que se passou na minha vida à dez anos atrás
que me fez sofrer muito, acabando por correr tudo bem, só que a guardei durante muito tempo só para mim, na qual poderia perder
o que tinha ganho até essa altura.
Tudo isto começou lentamente, lembro-me de começar com alguns sustos inexplicaveis em auto-estrada, só que tanto me assustava
como estava tudo bem, nunca tendo ligado a esses sintoma.
Isto é um sofrimento, pois tenho que evitar determinadas estradas. Parece que perco o controle do carro de repente,transpirando e
fico muito cansado no final de passar o ataque que penso eu que é de pânico.
Gostava de ser ajudado
Obrigado

por ccmarisa domingo, 22 de Fevereiro de 2009 18:47

Boa tarde.
tenho ataques de pânico quando ando de avião, aliás, já fiz 1 viagem para a Madeira e outra para o Mexico e nada aconteceu, ia
nervosa, mas nada de especial, a ultima vigame que fiz foi de regresso do México à 9 anos atrás e tive um ataque de pânico horrivel,
parecia qua a minha garganta tinha inchado e não conseguia respirar, hiperventilei, fiquei com formigueiros nos braços e uma
sensação muito esquisita na nuca, quase como se tivesse a levar choques. desde então nunca mais andei de avião e só de pensar
nisso fico nervosa e sonho comigo com faltas de ar.
A minha médica passou-me XANAX para quando fosse andar de avião, mas como não sei se resultará, nem me atrevo a isso.
Precisava mesmo de um conselho, pois sei que tudo é psicológico e tenho a noção que toda a gente viaja... porque não conseguirei
eu fazer o mesmo? Este facto tem-me prejudicado muito na minha vida.
Obrigada...

por Alex Genari quinta-feira, 19 de Março de 2009 22:59

Olá Boa Noite! Tenho um filho de 10 anos, uma criança normal , mais de alguns meses para ca, ele não consegue ficar longe de seus
pais. Isso não o deixa a ir à escola a mais de 40 dias, pois o tempo em que fica na escola ele fica chorando. Por favor pesso ajuda.
Muito obrigado.

por Alex Genari quinta-feira, 19 de Março de 2009 23:18

Olá Boa Noite! Tenho um filho de 10 anos, uma criança normal , mais de alguns meses para cá, ele não consegue ficar longe de seus
pais. Isso não o deixa a ir à escola a mais de 40 dias, pois o tempo em que fica na escola ele fica chorando. Ele fica em pânico
quando passa do portão para dentro, na hora da despedida pergunta todos os dias a mesma coisa se vou estar la no horário, se não
vou me atrasar, etc... obs ; NUNCA deixamos de buscar na hora certa, ja passou por duas escolas esse ano.Isso começou a partir da
metade do ano passado em outra escola, e é muito dificil de se relacionar, fazer amizades sozinho longe dos pais. Peço ajuda por
favor. Muito obrigado!

por vania alexandra segunda-feira, 27 de Abril de 2009 16:47

10 de 16 14/2/2011 15:50
Ansiedade, ataques de pânico e fobias > Zona-S > Comportamentos http://www.zona-s.pt/default.aspx?Page=3053&articleId=128&mId=8...

olá boa tarde,eu tenho 30 anos e á 4 anos que que tenho ataques de pânico a conduzir, mas se for só.
se por ventura for com alguém ao meu lado vou para qualquer lado.
com o tempo tem-se vindo a agravar, tendo também receio de estar sozinha.
estou a tomar cipralex, á 9 meses.terapia não tenho posssibilidade de fazer porque vivo um pouco longe de especialistas e o meu
emprego também é dificil de poder sair.
pedia uma opinião, por favor.

por Ana Milhano quarta-feira, 20 de Maio de 2009 12:34

É difícil pronunciar-me sobre a razão da sua insegurança, desconhecendo o contexto da sua vivência. Mas é certo que se sente mais
segura com alguém a seu lado, provavelmente alguém em quem confie. A menos que encontre sozinha ou com a ajuda do seu
médico o motivo de há 4 anos ter começado a ter sintomas que se vêm agravando, o meu conselho é que invista mesmo na procura
de um especialista, pois apenas com a toma de medicamentos, corre o risco de camuflar o motivo do problema. Se tudo correr da
melhor forma, estabelecendo-se entre si e o profissional que a acompanhe, uma relação empática que surte êxito no tratamento,
verá que, de futuro, compensará algum esforço que tenha de fazer no momento.

por lucineia quarta-feira, 24 de Junho de 2009 0:59

Bom meu filho tem problema que nao sei como resolver, desde os 7 anos hoje com 11 tem ataques, de repente sai gritando mae
mae vo viver pra sempre, grita chora, e esta afetando seus estudos, estou pensando em fazer uma regreçao ou algo assim,
realmente nao sei qual medico recorrer.... qual medico???

por angela terça-feira, 7 de Julho de 2009 12:00

ola,ando a tomar medicaçao para fobias e ataques de panico mas estes voltaram.....o que posso fazer para tratar de forma definitiva
perturbaçao de panico e fobias?obrigada

por Ana Milhano terça-feira, 14 de Julho de 2009 10:22

Sra. Lucineia,
A consciência da morte numa criança é difícil de adquirir, ela tende a considerar-se imortal e que a finitude só acontece aos outros.
Nós adultos compreendemos melhor esse “problema” na criança quando recordamos certos pensamentos contraditórios que a nós
próprios nos assolam sobre esse assunto tão complexo. Quando a criança se depara, no seu desenvolvimento com a ideia de morte,
consciencializando primeiro a morte do outro, começa a aperceber-se que consigo poderá suceder o mesmo (é inevitável!) e todas
as ilusões que foi criando no passado, que a levaram a considerar-se imortal, caem por terra. A criança precisa naturalmente dos
outros para ultrapassar as suas angústias, pais e adultos que a rodeiam. Pode também necessitar da ajuda de um técnico de saúde
mental (psicólogo infantil, pediatra ou pedopsiquiatra). Estes técnicos ajudá-la-ão a resolver o problema em colaboração com os
pais. Aconselho-a a recorrer a uma dessas áreas de saúde para que essa fase mais complicada, mas que pode ser natural no
desenvolvimento do seu filho, seja ultrapassada da melhor forma possível. Não pense que se trata de um assunto transcendental de
difícil resolução, mas antes integrado no desenvolvimento normal relativo ao crescimento do seu filho.

por Ana Milhano terça-feira, 14 de Julho de 2009 10:26

Sra. Ângela,
As fobias e perturbações de pânico devem ser acompanhadas pelo técnico em quem o paciente tem confiança. Se voltou a ter essas
perturbações, mesmo tomando a medicação prescrita pelo médico que a acompanha, deve novamente procurá-lo para fazerem uma
reavaliação do seu problema. Pode necessitar de mudar a medicação ou fazer um outro tratamento específico que ele lhe aconselhe.
Infelizmente, (e isto em sentido caricaturado), não temos um botão que apague definitivamente os nossos maus pensamentos. De
igual modo, também não existe medicação que o faça, esta apenas compensa a forma como tende a estar estruturada a nossa
personalidade e que nos leva, por vezes, a ter pensamentos rígidos e desajustados. Procure portanto a ajuda do seu médico que
consigo procurará outras formas possíveis de acompanhar e melhorar a sua situação.

por sandra quinta-feira, 16 de Julho de 2009 22:46

Boa noite,

Gostei bastante do artigo e gostaria de colocar uma questão. Sofro de ansiedade e a situação que me aconteçe é não conseguir
comer, não sei como cada vez que se aproxima uma refeição é um martirio, pois tenho medo de comer.Sempre que tenho que ingerir
qualquer coisa não me sai da cabeça que me vou entalar ou asfixiar com a comida e não consigo comer mais. Que devo fazer neste
caso para que possa voltar a ter uma vida normal.Obrigada

por maria domingo, 26 de Julho de 2009 16:20

boa tarde o que hei de fazer para vencer o panico de em exame medico citologia?obrigada

por ana paula teixeira vaz terça-feira, 28 de Julho de 2009 10:19

Olá Bom Dia,


Sou comercial tenho carta de condução há 18 anos e ando uma média de 3.500km/ mês.
De á uns meses para cá conduzir para mim tornou-se um inferno. Entro em panico não passo dos 50/ 60 km /hora e se for em vias
rapidas chega ao ponte de parar a viatura em panico total; auto-estradas simplesmente nao consigo circular.Antes de ler outros
depoimentos pensava que isso só acontecia comigo, agora vejo que existem enumeras pessoas com o mesmo problema. já procurei

11 de 16 14/2/2011 15:50
Ansiedade, ataques de pânico e fobias > Zona-S > Comportamentos http://www.zona-s.pt/default.aspx?Page=3053&articleId=128&mId=8...

ajuda medica, estou a ser medicada á cerca de um mês mas confesso de que nao noto grandes melhoras. O victan acompanha-me
sempre e embora evite tomar, quando o fasso demora muito a fazer efeito ( para mim ) . Qual a solução para estas ansiedades ??

por Ana Milhano quarta-feira, 5 de Agosto de 2009 16:29

Boa tarde Sandra,

A sua questão é preocupante, resta saber quando é que começou a sentir os sintomas que descreve, a sua intensidade e se ocorreu
algo em particular que pensa que ajudou a despoletá-los. À partida, trata-se de uma situação de fagofobia que significa medo de
engolir ou de comer. Procure num primeiro passo ajuda médica para despistar causas orgânicas, tais como, ao nível do aparelho
digestivo, podendo ser-lhe receitados complementos vitamínicos e alimentícios. Se não se detectar aqui nada de anormal, deverá ter
indicação para recorrer também a um psicólogo que a ajude a resolver essa ansiedade. Se se tratar de uma situação que se foi
agravando no tempo, lembre-se que, antes de ocorrer, a Sandra era capaz de comer, pelo que, superando aos poucos o seu medo e
ansiedade, será capaz de reverter o processo e, com calma e motivação, voltar ao comportamento anterior desejável.

por Luis terça-feira, 18 de Agosto de 2009 11:26

Sofro de ansiedae generalizada e transtorno de pânico á cerca de 15 anos, ando medicado , e tenho consultas regulares de
psiquiatria e psicologia.O meu problema é as alterações, posso andar dias bem, e tenho alturas em que os sintimas voltam
sempre.Será um problema crónico?

por Ana Milhano quinta-feira, 20 de Agosto de 2009 10:57

Bom dia Maria,


Não há que ter qualquer receio de realizar uma citologia: é um exame muito simples e indolor cujo principal incómodo será apenas o
de ser realizado através de exame ginecológico. No entanto, pode esclarecer as suas dúvidas com o seu médico antes de o realizar.
Acima de tudo, não hesite em fazê-lo, pois trata-se de um exame muito importante para prevenção de cancro no colo do útero e
detecção de microorganismos, que deve ser realizado periodicamente pelas mulheres.

por Ana Milhano quinta-feira, 20 de Agosto de 2009 11:00

Bom dia Ana Paula Vaz,


Também nós constatamos que há problemas bastante similares ao seu. De facto, não é nenhum caso isolado e há solução para os
seus sintomas, mas terá que ter alguma paciência, pois o tratamento nunca é tão rápido como desejamos. Pela sua descrição, o
medo que sente influencia directamente o seu trabalho, o que se poderá tornar num problema ainda maior. Deste modo, deverá,
junto de um técnico especializado, psicólogo ou psiquiatra, averiguar quais as causas do seu medo e qual a melhor forma de o tratar,
tal poderá passar por acompanhamento psicoterapêutico, para além de tratamento medicamentoso. Fale com o seu médico sobre as
formas de resolver o seu medo e não desista nem hesite em encontrar novas soluções.

por jose ferreira sábado, 5 de Setembro de 2009 17:29

Eu sofro de crises de ansiedade há sensivelmente oito meses e associo muitas das vezes essas crises ao facto de fumar,
principalmente quando fumo o 1º cigarro do dia as crises aparecem sendo que actualmente tenho algum controlo das mesmas no
entanto não deixo de as sentir. As crises apareceram devido a demasiado stress acumulado, actualmente tento fazer algum desporto
ao ar livre, corrida ou outros exercicios mas as crises têm se mantido, será que o tabaco estará associado ao meu estado???

por Ana Milhano terça-feira, 22 de Setembro de 2009 15:54

Boa tarde Luís,

Sim, tende a tratar-se de um problema crónico. No entanto, a evolução depende de muitos factores, tais como a gravidade, quanto
tempo esteve sem tratamento, a existência de doenças associadas, etc, etc. Isto não quer absolutamente dizer que deve descurar o
tratamento. Antes pelo contrário, deve aceitar a perturbação e é através do tratamento que pode sentir melhoras, ultrapassando da
melhor forma possível eventuais sintomas que possam surgir, sempre na perspectiva de minimizar o problema.

por maria sábado, 3 de Outubro de 2009 3:29

boa noite, eu tenho um medo muito estranho acho que é amaxofobia, mas não é de conduzir veículos, ´meu medo é de andar de
carona tanto em carros, motos e agora até andar de ônibus, não quero fazer nenhum tipo de viagem, e até evito sair de casa ou só
quero andar a pé. realmente estou precisando de ajuda, preciso viajar, ter uma vida normal. o que devo fazer. me ajudem.

por maria sábado, 3 de Outubro de 2009 3:41

o meu medo começou depois que estava eu andando de moto, estavamos em três numa moto, eu só estava me apoiando onde
coloca os pés,não tinha espaço na moto pra mim sentar, aí então começou me dar sensação de pânicos, e cada vez só foi piorando,
agora não estou conseguindo nem andar de carros, nem motos, nem ônibus.o que devo fazer.

por solange segunda-feira, 19 de Outubro de 2009 4:46

Hola, eu tenho fobia, sei disso a algum tempo! mas como moro em cidade pequena e nao tenho muitos problemas com anbientes
fechados, nunca me preocupei. :-) agora tenho uma viagem marcada e estou indo em uma semana para Paris depois para Alemanha,
ja estou com panico! sei que nao vou ter tempo de me tratar, mas sera que um calmante pode me ajudar? obrigada e prometo

12 de 16 14/2/2011 15:50
Ansiedade, ataques de pânico e fobias > Zona-S > Comportamentos http://www.zona-s.pt/default.aspx?Page=3053&articleId=128&mId=8...

quando eu voltar vou me cuidar nao quero setir o medo que sinto agora nunca mais. obrigada

por Ana Milhano segunda-feira, 2 de Novembro de 2009 20:02

Boa tarde José Ferreira,


O tabaco não está directamente associado a crises de ansiedade. No entanto, para si, pode significar motivo de conflito interior que
desencadeie as crises quando fuma. Para além disso, a nicotina, composto do tabaco, por ser estimulante do SNC, pode levar ao
aumento do ritmo cardíaco, associado às crises de ansiedade. Troque o tabaco pela prática de exercício físico, pois, se fumar muito,
deve fazer exercício com moderação.

por Ana Milhano segunda-feira, 2 de Novembro de 2009 20:05

Boa tarde Maria,


Pelo que conta, a Maria começou por arriscar demasiado. Viajar de mota do modo como viajou, é bastante perigoso. Na altura, esse
acontecimento pode ter desencadeado medo, que se perpetuou, pois pode ter-se fixado em pensamentos sobre as consequências
que podiam ter ocorrido. Isso pode até ser saudável pois, imprudente e perigoso seria se continuasse esse tipo de comportamentos
que poderiam ter repercussões negativas. Tente desmistificar o que sucedeu, talvez a Maria associe cada viagem a este
acontecimento que foi importante e significativo, mas já teve o seu lugar.

por Ana Milhano segunda-feira, 2 de Novembro de 2009 22:22

Boa tarde Solange,


Fica uma ideia: No caso das fobias e outras perturbações de ordem psicológica é sempre preferível aprofundar um pouco as causas
dos sintomas do que “mascará-los” com medicamentos, em especial, quando o paciente tiver capacidades suficientes para se
auto-analisar, com a ajuda do terapeuta. Efectivamente, os medicamentos são necessários quando os diagnósticos levam à
conclusão de que se tornam benéficos no tratamento de cada indivíduo.

por Angela quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009 22:23

Ola!
Tenho carta desde Setembro e, o que para muitos é uma conquista de independencia, para mim e um suplicio.
o meu maior medo prende-se c a conduçao dentro da cidade. E horrivel, qd me vejo obrigada a ter de levar o carro sozinha para o
trabalho quando o horario do meu marido nao e compativel com o meu. Começo a ficar ansiosa uma semana antes. Todos os dias
revejo mentalmente o percurso que terei de fazer e as possiveis situaçoes negativas que poderei eventualmente enfrentar como
acidentes, ter de me cruzar com camioes ou outros veiculos em sitios apertados, Tenho suores frios e fico extremamente tensa.
Quando finalmente chego a casa, é rara a vez em que nao choro por causa dos nervos e da pressao. Tenho noçao de que o facto de
ja ter partido um espelho de um carro estacionado, de ja ter riscado o carro a estacxionar e de ter de subir o passeio com o carro
para evitar uma colisao frontal com um veiculo que vinha a ultrapassar outro, nao ajudam a ganhar confiança. Vou trabalhar no
proximo feriado, 8 de Dezembro, e vou ter de conduzir sozinha. ja vi e revi mentalmente o percurso que terei de fazer, desde sair de
casa ate estacionar. Tenho noçao de que preciso ganhar auto estima e confiança para poder ser mais autonoma mas n sei como
enfrentar a situaçao sozinha. Obrigada.

por Filipe Furtado quinta-feira, 25 de Fevereiro de 2010 22:48

ola, tenho pavor a alturas, gostava de saber se existe algum tratamento, acompanhamento que possa melhorar a minha condição?
OBG

por Veronica domingo, 7 de Março de 2010 2:05

Tenho 23 anos , e desde criança tenho fobia , começo a tremer c simples situações como dar uma entrevista , conhecer alguém
realmente é quase impossível , eu disfarço bastante , mais não contruo nada desse jeito não aguento mais ser assim ...

por Ana Milhano segunda-feira, 8 de Março de 2010 19:01

Cara Ângela,
Alguns dos acontecimentos que descreve, que lhe sucederam no trânsito, podem ter a ver com a própria ansiedade que se gera
enquanto conduz (espelho partido, carro riscado ao estacionar). Acalme-se e, se a perspectiva de ter de conduzir sozinh

por Ana Milhano segunda-feira, 8 de Março de 2010 19:03

Acalme-se e, se a perspectiva de ter de conduzir sozinha lhe causa tanta ansiedade e transtorno como descreve, não se sujeite a
fazê-lo. Conseguir conduzir não é uma condição imprescindível, pode corresponder a um ideal seu, mas não deve ser causa de tant

por Ana Milhano segunda-feira, 8 de Março de 2010 19:04

de tanta ansiedade que a faça sentir desse modo. Assim sendo, utilize, ao invés, os transportes públicos. Tenha em conta que a sua
experiência de condução é ainda bastante reduzida e terá muitas oportunidades de começar a conduzir com menos ansiedade.
Experimente começar por conduzir em sítios menos confusos do que cidades, por exemplo, em sítios mais calmos, como perto do
campo, etc….

por Sindrome do Panico terça-feira, 23 de Março de 2010 11:04

13 de 16 14/2/2011 15:50
Ansiedade, ataques de pânico e fobias > Zona-S > Comportamentos http://www.zona-s.pt/default.aspx?Page=3053&articleId=128&mId=8...

Muito bom artigo! Muitas pessoas têm bastante stress nas suas vidas e quando se metem no carro pensam que são invencíveis e
que têm licensa para ser irresponsáveis!

Combater o stress e ansiedade regularmente ajuda muito a uma vida mais saudável e segura.

por liliana campos quinta-feira, 22 de Abril de 2010 10:50

ola tenho ataques de panico desde os meus 21 anos agora com 31 ja os sei dominar melhor ando numa psicologa e ela aconselhou
me a tirar a carta de conduçao porque isso iria dar me mais autoconfiança e independia outra vez mas apesar de muita vontade que
tenha tambem tenho muito receio de ir as aulas enfrentar tudo isto gostaria de saber a sua opiniao muito obrigada

por Joel Queiros segunda-feira, 3 de Maio de 2010 10:52

Bom diia a todos.O meu panico é muito forte au ponto de não me conseguir controlar,sempre que saio de casa tenho que penssar
onde tenho uma casa de banho, tenho ataques de diarreia vasta ficar um pouco nervoso,nas

por Joel Queiros segunda-feira, 3 de Maio de 2010 11:08

Estse ataques de diarreias quando se está numa fila de transito ou num elevador ou mesmo quando se tem de sair de casa tem
algum tipo de tratamento.
Gostaria que me indicase algum tratamento e se alguem já tive este problema que é muito grave e nos dificulta toda a nassa vida
me indica-se como o ultrepassou mais uma vez obrigado a todos.

por Cristina Silva quinta-feira, 1 de Julho de 2010 18:55

Boa tarde,
De facto não sei se tenho fobia. Chumbei 2 vezes no exame de condução, desisti. Nunca senti uma enorme motivação para tirar a
carta mesmo sabendo que me faz falta profissionalmente. Quando fiz o 2º exame de condução entrei num pânico completo a ponto
de não me controlar e chumbei. Também é verdade que o instrutor não ajudou à aprendizagem, eu defendo que a maioria dos
instrutores não tem qualquer paciência para ensinar pessoas com dificuldades. Será que não contribui para as fobias?

por Sylvie segunda-feira, 5 de Julho de 2010 4:01

olá, eu tenho uma fobia horrível e não sei como a ultrapassar, pois não posso andar de carro durante a noite até á 00.00h ando bem
a partir daí entro mesmo em pânico, se vou numa auto-estrada ou estrada que não tem movimento e vejo um carro atrás de mim
fico já em pânico e se for com alguém ao meu lado é igual, não confio pois os meus amigos até gozam comigo eu tenho vergonha de
assumir mas a verdade é que me está a prejudicar a nível pessoal e profissdional. Por favor diga-me o que fazer??

por JOSE CARLOS PEREIRA PINTO quarta-feira, 7 de Julho de 2010 10:37

BOAS EU LI O ARTIGO E GOSTEI MUITO


COMIGO PASSA O SEGUINTE EU CONDUZO JA MUITO TEMPOSO QUE TENHO MEDO DE CONDUZIR NAS AUTO ESTRADAS E IPS O
QUE DEVO PARA PERDER O MEDO E QUE NAS CIDADES NAO TENHO MEDO SERA QUE TENHO FOBIA DE CONDUZIR

por JOSE CARLOS PEREIRA PINTO quarta-feira, 7 de Julho de 2010 10:37

BOAS EU LI O ARTIGO E GOSTEI MUITO


COMIGO PASSA O SEGUINTE EU CONDUZO JA MUITO TEMPOSO QUE TENHO MEDO DE CONDUZIR NAS AUTO ESTRADAS E IPS O
QUE DEVO PARA PERDER O MEDO E QUE NAS CIDADES NAO TENHO MEDO SERA QUE TENHO FOBIA DE CONDUZIR

por Ana Santos terça-feira, 20 de Julho de 2010 22:30

Boa noite. Comigo passa-se precisamente o mesmo. Conduzo há cerca de nove anos, sem qualquer problema nos primeiros anos,
pelo contrário, era até um verdadeiro prazer, sozinha ou acompanhada, de noite ou de dia, em cidade ou autoestrada. Cheguei a
percorrer muitos quilómetros, mesmo pelo estrangeiro, de férias. Há cerca de 4 ou 5 anos comecei a ter muitos problemas em
conduzir sozinha e em autoestradas. Os ataques de pânico iniciaram-se. Fui também medicada mas já terminei esse tratamento.(...)

por Alice Santos terça-feira, 20 de Julho de 2010 22:31

(...)Melhorei, mas sinto que ainda não estou completamente bem. Já consigo conduzir em autoestrada, mas só se forem percursos
curtos e acompanhada, caso contrário, não consigo. Acrescento que nunca foi um problema a condução quer em cidade, quer em
estradas secundárias, mesmo com muito movimento. Intriga-me o despoletar desta fobia. Passei por uma situação traumática, mas
nada que tivesse relacionado com o facto de conduzir. (...)

por Ana Santos terça-feira, 20 de Julho de 2010 22:33

(...). A minha pergunta: haverá terapia que possibilite a irradicação deste problema, que é claramente, perturbador na vida do dia a
dia?

por Pedro segunda-feira, 26 de Julho de 2010 2:48

14 de 16 14/2/2011 15:50
Ansiedade, ataques de pânico e fobias > Zona-S > Comportamentos http://www.zona-s.pt/default.aspx?Page=3053&articleId=128&mId=8...

desde de à alguns meses para cá, sempre que pratico exercicio físico ( correr, bicicleta, musculação..) tenho tonturas, braços
dormentes, suores na palmas da mãos e fadiga. fiz exames no cardiologia, analises ao sangue, etc e está tudo bem. será alguma
fobia desconhecida?

por carla ferreira sexta-feira, 30 de Julho de 2010 18:45

tirei a carta em abril de 2009, so que nao tive oporturnidade de conduzir porque nao tinha carro. agora comprei mas ganhei o medo e
fobia na auto-estrada. cada vez que tenho que conduzir o meu coraçao dispara a bater parece que vou a uma guerra, será que tenho
que voltar a escola?

por kaya domingo, 8 de Agosto de 2010 0:31

o artigo está excelente. mas tenho umas questao. eu tenho medo de ficar longe de casa, longe dos meus pais e de estar sozinha,
isto pode ser considerada uma fobia? cada vez que tento ficar longe de casa, tenho ataques enormes de panico e acabo sempre por
voltar para casa e desistir de passar ferias longe de casa e dos meus pais.

por angela sexta-feira, 24 de Setembro de 2010 21:02

Olá venho pedir ajuda pk ate hj so tive profissionais de saude incompetentes que apenas pensavam em passar
medicamentos,resultado continuo na mesma senão pior...tenho emetofobia(pavor de vomitar),hipocondria,agorofobia,sindrome de
panico,fobia de citologia e nunca tive ajuda nenhuma eficaz até hj,já nao sei o que fazer porque estou no meu limite,isto dura há
anos e esta não era eu,prefiro morrer a continuar assim...

por angela sexta-feira, 24 de Setembro de 2010 21:02

Olá venho pedir ajuda pk ate hj so tive profissionais de saude incompetentes que apenas pensavam em passar
medicamentos,resultado continuo na mesma senão pior...tenho emetofobia(pavor de vomitar),hipocondria,agorofobia,sindrome de
panico,fobia de citologia e nunca tive ajuda nenhuma eficaz até hj,já nao sei o que fazer porque estou no meu limite,isto dura há
anos e esta não era eu,prefiro morrer a continuar assim...

por Maria do Carmo Guerreiro quarta-feira, 10 de Novembro de 2010 10:34

Eu sofro de tacofobia( Medo da velocidade) desde Fevereiro de 2007.Conduzi durante muitos anos, normalmente, mas após uma
situação traumática, que nada teve a ver com condução, comecei a achar que o carro acelerava sozinho. Já passei por muitos
tratamentos: psicriatia, psicologia, hipnoterapia e não melhorei. É a primeira vez que leio algo que me informa haver outras pessoas
com o mesmo sofrimento pelo que gostaria de mais informações, nem sei como isto funciona mas fico a aguardar contacto.

por Sofia terça-feira, 28 de Dezembro de 2010 15:28

Tenho 31 anos e carta desde os 19.Á 6 anos entrei em dispiste numa estrada nacional q tinha oleo.Até essa altura adorava conduzir
e c/velocidade.Depois do q anconteceu, passei a ter medo de velocidade, perguntava mtas vezes pq, se qdo entrei em dispiste ia a
50 km/h, a psicologa q me assistiu, diz q é normal devido a ter consciencia q se fosse a mais, seria bem pior.Cheguei a desmair
dentro de um carro e a explicação foi, subida de adrenalina.Tomei medicação.Sinto casa vez pior e n sei explicar

por Sofia terça-feira, 28 de Dezembro de 2010 15:44

aos que me levam a pendura para irem devagar, mas a sensação que tenho é que estavamos a entrar em despiste. Sinto-me
ansiosa, as mãos transpiram, muito tensa, com falta de ar, com muito medo...
Não quero sentir isto , ter cuidados sim , mas sem medo!
Que devo fazer? Quero voltar a tentar fazer o que possivel para me tratar.

por eduardo quinta-feira, 30 de Dezembro de 2010 17:03

Em relação a tudo que li acho esta pagina muito completa, mas em relação a ataques de panico e ansiedade, desculpem mas não
conheço ninguém que os tenha resolvido, eles acabam sempre por voltar.
Já aprendi a conviver com isso à cerca de 15 anos, deixei de tomar medicação porque não valia a pena.
Um abraço

por Rosa sexta-feira, 31 de Dezembro de 2010 0:06

Infelizmente de um ano para ca sofri de um ataque de panico desde entao a minha vida mudou, nao foi preciso fazer exames para
perceber que tinha tido um ataque de panico desde entao a minha ansiedade aumentou tento controlar por mais dificil k seja sem
medicação, mas so me da ansiedade por quando vejo uma pessoa porque foi essa k me fez kom fikasse assim para toda vida, sei k
sou uma pessoa normal mais infelizmente é cmplicado ter ansiedade uma pessoa tem k aprender a controlar .

por Monica terça-feira, 11 de Janeiro de 2011 21:36

Identifico me c tdo o k li. Conduzia normalmente ate que em setembro kdo ia para o trab tive o primeiro ataque de panico a condzir,
foi horrivel, parecia que ia morrer, a partir dai tudo mudou, tenho medo. deixei de conduzir na auto estrada e agora ja nem consigo ir
por a minha filha na creche. Estou a sofrer pk so keria voltar ter a vida k tinha, conduzir normalmente. Marquei consulta psikiatra m n
kero andar drogada, pk isso e abafar o prob. estou triste pk penso k n ha resolucao p este probl

15 de 16 14/2/2011 15:50
Ansiedade, ataques de pânico e fobias > Zona-S > Comportamentos http://www.zona-s.pt/default.aspx?Page=3053&articleId=128&mId=8...

por Vera Faustino sábado, 15 de Janeiro de 2011 14:17

Boa tarde,
Tal como outras pessoas ao ler este artigo indentifiquei-me com estas situações.
Até Maio/Junho de 2010, não tinha qualquer problema em conduzir, fosse dia, noite, auto estradas etc...
Até que penso que foi em Junho fui com a família a Fátima e a vinda para cá um familiar meu pediu-me para lhe trazer a carrinha, a
carrinha essa que nunca tinha pegado. A meio da auto estrada começou a criticar me por vir devagar, enervei me e senti-me mal. A
partir desse dia rara vez k ñ me sinto mal.

por Mónica domingo, 16 de Janeiro de 2011 18:44

Tenho uma pergunta p fazer a todas as pessoas k escrevem neste forum.. kdo sentem ou sentiram um ataque de panico a conduzir
ou kdo se sentem simplesmente mal, o k é k sentem??? Descrevam o melhor k conseguirem lol obrigada

por MARGARIDA MARIA terça-feira, 1 de Fevereiro de 2011 13:29

boa noite,escrevo neste monento no maíor desespero,pois tenho tido durante a conduçao,atques de ansiedade,temores suores
medos e começo a travar o carro,preciso de ajuda urgente eu ja conduzia antesenao sentia isso,so agora apareceu .Ajudem-me
urgente

por Marcia Luiz terça-feira, 8 de Fevereiro de 2011 1:29

Tenho uma filha de cinco anos,desde os três anos não anda de carro,sempre que tentavamos coloca-la no carro,ela entrava em
panico,era horrível,muitos dos meus amigos achavam que era apenas uma birra,gostei muito de ler esse artigo e esses
comentários,me ajudaram bastante,obrigada.

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