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Revista

FORYOU

Feita Para Você - www.revista4u.com.br

Valdecir

Montresol

Feita Para Você - www.revista4u.com.br Valdecir Montresol Número 02 R$ 10,00 Nalbert Bitencourt Entrevistamos o

Número 02

R$ 10,00

Nalbert Bitencourt

Entrevistamos o eterno capitão do vôlei brasileiro

Um empresário multifaces

No mu N do do golf | roteiro gastro N ômico | a gro N egócios

diretor geral tiko santos [tiko@sanbat.com.br] e daniela battaglia [daniela@sanbat.com.br] jornalista responsável gerson
diretor geral tiko santos [tiko@sanbat.com.br] e daniela battaglia [daniela@sanbat.com.br] jornalista responsável gerson

diretor geral

tiko santos

[tiko@sanbat.com.br]

e daniela battaglia

[daniela@sanbat.com.br]

jornalista responsável

gerson luiz dos santos

(MTB 59058-SP)

projeto gráfico

tiko design

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revisão

paulo alexandre monteiro de figueiredo

editora sanbat

(gl dos santos editora

– me) rua urupês, 36

jardim nova iorque cep 16.018-460 araçatuba-sp fone (18) 3625.5802 contato@

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FeVereiro 2011

suMário

Lei n° 9.610 – Direito Autorais. FeVereiro 2011 suMário CAPA 06 10 1 2 06 Capa

CAPA 06

9.610 – Direito Autorais. FeVereiro 2011 suMário CAPA 06 10 1 2 06 Capa - Waldecir

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– Direito Autorais. FeVereiro 2011 suMário CAPA 06 10 1 2 06 Capa - Waldecir Montresol

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06 Capa - Waldecir Montresol

Um empresário Multifaces

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AméricA elementAll

Um casal trocou o dia a dia do trabalho por uma viagem pela América Latina

10

mArlene BrAndão

A vida inspiradora de uma empresária que trabalha ao lado das filhas

12

Golf

Tiramos onda de Tiger Wood no Bastos Golf Clube

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Giro GAstronômico

Seis super dicas de lugares que você não

pode deixar de ir

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nAlBert 12

Entrevistamos o ex-capitão da seleção brasileira

20 medicinA

Dr. Fabrício Benez fala sobre atividade na terceira idade

22

odontoloGiA

Prevenção ortodôntica com o dentista Dr. Luiz Gustavo André

24

fisioterApiA

A fisioterapeuta Silmara Monsalvarga mostra porque a Ortoterapia é considerada uma clínica completa

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AGroneGócios

Estreiamos nossa coluna com o pé direito, entrevistando Antonio Carlos Ferreira, empresário e presidente de um dos maiores sindicatos rurais do Brasil, o SIRAN

INTERNET

A revista ganhou seu próprio site com conteúdo exclusivo - entrevistas completas, fotos de baladas e muito mais

Que venha 2011!

2010 foi um ano bastante difícil. Pelo menos para nós aqui na editora. Mas como bons brasileiros acabamos encontrando novos caminhos. Não vou esconder de vocês a dificuldade de lançar esta nova edição. Foram muitos “nãos” por ai!! Sei que muitos dirão que a revista afinou e alguns outros

comentários dispensáveis. Mas vamos além

Conseguimos

gerar um conteúdo de primeira linha. Show de bola! Só gente boa!

Falando em bola, dá uma olhada na matéria do

ex-capitão da seleção Nalbert Bitencourt. Ficou muito legal. Pensa num cara solicito, acessível. Me impressionou a facilidade de encontrá-lo e na rapidez das respostas. Capitão: obrigado!

Quer ver só

A reportagem de capa é de um grande amigo! A muito tempo queria fazê-la. O cara é muito querido por muitos de nós. Começou pequenininho, ralou, deu duro e ainda hoje mostra que não tem medo de novos desafios. Valdecir Montresol ou simplesmente “Paulista”. Valeu Mano!

Esse mundo é mesmo pequeno. E dá voltas. Numa destas

voltas me deparei com a Camila Momesso, uma amiga da época que cursava colegial e a menina está num projeto para lá de legal. Junto com o fotógrafo chileno Eduardo Bandeiras (“namorido”

viajando pela América do Sul e mostrando toda

dela

rs

)estão

a aventura no site deles. Dá uma olhada na matéria ai ao lado, vocês vão se encantar com as fotos do Eduardo.

Mas tem muito mais coisas legais. Uma entrevista com Caio Ferraz Jr. que colocamos com exclusividade no nosso

Me empolguei tanto com esta edição da revista que até coloquei um terno para minha fotinha! Curti muito o resultado final!

site (aqui não fica nada de fora

rs

),

outra com o empresário e

presidente do SIRAN, Antonio Carlos Ferreira na página 26 e na internet.

Que tal jogar golf? Você não sabe nem onde tem campo. Nós descobrimos

um aqui pertinho, em Bastos. 18 raias oficiais. Coisa de profissional mesmo!

Menos pelos buracos que eu e meus escudeiros deixamos por lá para o 19º Buraco (vocês vão entender ao ler a matéria).

Ah! Não percam mais tempo lendo meus comentários, tem muita coisa boa para ler nas páginas seguintes.

mas vamos

muita coisa boa para ler nas páginas seguintes. mas vamos Editor Chefe tiko@sanbat.com.br Por eduardo Banderas

Editor Chefe tiko@sanbat.com.br

Por eduardo Banderas g. e Camila Momesso

ViAgens

Por eduardo Banderas g. e Camila Momesso V i A g e n s uMA ViAgeM
Por eduardo Banderas g. e Camila Momesso V i A g e n s uMA ViAgeM
Por eduardo Banderas g. e Camila Momesso V i A g e n s uMA ViAgeM
Por eduardo Banderas g. e Camila Momesso V i A g e n s uMA ViAgeM

uMA ViAgeM eleMentAll

Uma ideia na cabeça e um projeto de vida. Malas feitas, câmera na mão e pé na estrada. Conheça a aventura deste casal que viaja a América conhecendo lugares, povos e tradições

Quantas vezes não nos perguntamos

diversos costumes, tradições, geo-

se

somos realmente felizes nesta vida?

grafias e vivências das distintas cultu-

Se

estamos ou não no trabalho certo?

ras por meios audiovisuais.

E

se realmente vale a pena todo o

esforço diário da rotina, passando dias e dias inteiros solucionando urgências e adiando as coisas que realmente nos são importantes.

Até agora já são 10 meses de viagem, mais de 15 mil quilômetros percorridos, 50 mil fotos e incontá- veis experiências vividas.Todas elas inesquecíveis.

Com a convicção de que o tra- balho deve refletir e ser relacionado com as metas pessoais é que Eduar- do Bandeiras e Camila Momesso de- cidiram começar um projeto de vida que contemplasse os elementos e os conceitos que nos fazem felizes pes- soal e profissionalmente.

Muitos achariam que eles são loucos por pedirem demissão de seus empregos, venderem todos os seus pertences e literalmente caíram no

mundo. Ops, quer dizer

do Sul, a 1ª etapa do projeto. Surgia assim o projeto América Elementall, uma viagem de 2 anos por todos os países da nossa América do Sul. Em seis anos, a dupla pretende percorrer toda a América. É a união de traba- lho e gostos pessoais que virou estilo de vida, registrando e difundindo os

na América

A viagem, que começou no Chile, possibilitou que vivenciassem a catástrofe causada pelo terremoto de 27 de fevereiro de 2010. Na Argen- tina eles presenciaram a imponente geleira Perito Moreno na cidade El Calafate. Se impressionaram com o Uruguai e atualmente desfrutam das belezas e diversidades do nosso enor- me Brasil. Isto só para falar um pou- quinho dessa viagem que não está nem na metade.

É delicioso seguir no site da du- pla um pouquinho desta experiência e sentir que por dentro nós também podemos. Acompanhe a aventura do casal pelo site www.americaelemen- tall.com e descubra como é linda a nossa América!

QueM sÃo eles

e descubra como é linda a nossa América! QueM sÃo eles eduardo Banderas g. é chileno,

eduardo Banderas g.

é chileno, Comunicador

Audiovisual com ênfase em Direção de Cinema e TV pela DUOC UC, em Santiago. Fotógrafo pro- fissional e pós graduado em Direção de Produção de Cinema na ESCAC, de Barcelona.

Camila Momesso é biri-

guiense, Administradora de Empresas pela Ibero Americana de São Paulo

e produtora executiva da Elementall.

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MAtériA de CAPA

Empr E sário

multifac E

Valdecir Montresol, mais conhecido como Paulista, mostra todas as suas faces: empresário de sucesso, pai de família e esportista. O cara não tem medo de desafios, pelo contrário, ele está à caça “deles”

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Faz tempo que gostaria de entrevistar este Araçatubense (por opção). Mas não foi fácil, o telefone dele não pára e o cara conversa com você e com todos que estiverem na sala, fora o MSN. Também pudera, são vários funcionários sob a sua tutela e muitos clientes espalhados pelo Brasil. Sem falar que o empresário dá lugar ao pai toda vez que o Theo surge, e ai meu amigo, não tem pra ninguém

Revista For You – Como veio parar em Araçatuba?

Valdecir Montresol – Minha famí- lia veio de São Paulo (capital) para montar uma farmácia em Birigui, acabamos por comprar um bar (bem melhor na opinião da equipe da re- vista), com o qual ficamos nove me- ses, então meu pai voltou para São Paulo. Como eu estava cursando educação física acabei me fixando na região. Em 1983 vim em definitivo para Araçatuba, onde comecei a tra- balhar como coordenador de espor- tes do Araçatuba Clube. Foi ali que tudo começou. Depois vieram Gym- nasium, Corpore (academias) e hoje estou com a Corpo Tottal e a minha loja Garagem do Esporte.

4U – Então criou raízes, bebeu água do Baguaçú, casou e teve um filho.

VM - O casamento demorou um pouco (risos) e aconteceu com uma pessoa que realmente está me ensi- nando muita coisa. Família é à base de tudo. Mas tudo aconteceu na hora certa, com mais estrutura. Neste ínterim tive que correr muito. Foram muitas aulas e muitas viagens de ne- gócios que me consumiam muito, mas que valeram à pena. Hoje não

Revista For You - Fevereiro 2011

necessito viajar tanto, consigo admi- nistrar meus negócios daqui mesmo

e me relacionar com meus clientes via e-mail, fax, MSN ou telefone.

4U – Sobre filhos, qual a emoção de ser pai?

VM – Parece clichê, mas se soubesse

o quanto era bom teria feito antes.

Como na minha vida tudo foi fora de padrões, estou curtindo muito. Mes- mo porque hoje tenho tempo de sen- tir realmente o que é ser pai, que me faz querer viver e me estimula cada vez mais a batalhar, pensando no que

ele vai colher no futuro. Quero ofere- cer, no mínimo, dignidade e respeito.

E no mais, o Theo é “canhoteiro” (ri-

sos) e logo-logo vou estipular o passe

do craque.

4U - Sua formação é educador físico, mas o que você faz especificamente hoje? Muitos pensam que você vive só da academia. Te incomoda isso?

VM – Sou formado desde 1984 e o que pensam, se é que pensam, não me incomoda. Tenho que correr mui- to para poder produzir o melhor para minha vida e para nossos clientes. E isso é um trabalho progressivo para melhorar sempre. Aprendi muito aqui. Os consumidores araçatubenses são bastante exigentes e valorizam quando realmente são bem atendi- dos. Hoje trabalho com consultoria e tento passar as minhas experiências, procurando direcionar para que não cometam os erros que eu cometi. Trabalho com público desde os meus sete anos de idade e acho que apren-

di um pouco.

4U - A Corpo Tottal é sua terceira

academia. Como chegou aqui?

VM - Comecei dando aulas na Gym- nasium em 1983, onde me tornei sócio-proprietário dois anos depois. Em 1992 veio a Corpore academia. Em 1995 abria a Garagem do Es- porte (loja de venda e manutenção de equipamentos para ginástica). Finalmente, abri a academia Corpo Tottal no Araçatuba Shopping, que agora funciona na rua Coelho Neto

nº 203. Gosto de arriscar, mas já fui muito mais audacioso. Hoje sou bem menos. Quando você não tem nada

a perder, o risco de crescer é bem

maior. O medo é bom, mas que ele não seja maior que a sua coragem. Acredite sempre.

4U – Errar faz parte do negócio?

VM – Não seria bem errar. Às vezes você coloca pessoas para trabalha- rem e confia que elas pensam igual

a você. E muitas vezes isso não acon- tece e você precisa substituir aquela pessoa e consertar o que não estava certo. E todas as vezes que isso acon- tece você acaba pagando o preço e arcando os prejuízos. Mas você se fortalece também. Então o “errar” aí, vale como experiência, aprendizado. Tudo tem um custo e o valor é você quem paga, ninguém faz isso por você. Não dá para colocar a culpa em ninguém, o responsável é você. Então

o segredo é aprender e não desani- mar.

4U – Você tem funcionários com 15 anos de casa. A que se deve esta fidelidade profissional quando hoje as pessoas trocam de emprego como trocam de roupa.

VM – Isso é um motivo de muito or-

como trocam de roupa. VM – Isso é um motivo de muito or- Fotos de baixo
como trocam de roupa. VM – Isso é um motivo de muito or- Fotos de baixo
como trocam de roupa. VM – Isso é um motivo de muito or- Fotos de baixo
como trocam de roupa. VM – Isso é um motivo de muito or- Fotos de baixo
como trocam de roupa. VM – Isso é um motivo de muito or- Fotos de baixo

Fotos de baixo para cima: 1 e 3) treinando para o Audax; 2) de caiaque em pleno Rio Tietê; 4) O “chefe” e grande incentivador nas pedaladas; 5) Medalha por cumprir a prova do Audax 300

gulho para mim. Sinal de amizade e fidelidade. Isso mostra parceria, da minha e da parte deles, comprome- timento com a estrutura. É algo legal essa relação, até porque nunca me senti patrão. Gosto de produzir jun- to, em equipe, e eles assimilam desta forma. Conhecemo-nos no olhar.

4U - O que é diferente na sua academia?

VM - A Corpo Tottal é toda climati- zada com um sistema ecológico, que nós também comercializamos, o Vent Brisa. Os horários privilegiam a todos. Das 6 horas da manhã até as 22 ho- ras. Até quem só tem a hora do al- moço para malhar aqui não pode re- clamar. Investimos em atividades que visam socializar ainda mais os nossos clientes até mesmo fora da academia.

4U - O marombeiro ainda tem lugar nas academias?

VM - Lugar sempre existirá, pois às es- truturas estão preparadas para todo tipo de público, porém o foco maior hoje é no condicionamento físico, na qualidade de vida, aliados a uma es- tética mais delineada, sem exageros.

4U – Muda muito o perfil do cliente de Londrina, onde você teve negócios?

VM – O mercado do Paraná foi uma experiência fantástica. De todas as regiões que atuei comercialmente a minha passagem por lá foi marcante. Consegui fazer um trabalho com re- sultado excelente. As academias de lá eram bem sucateadas, até as consi- deradas maiores. Em Londrina mui- tos condomínios investiram em qua- lidade de equipamento e acabaram superando as academias existentes. Por aqui este crescimento também existe. E tomara que os seus gestores tenham essa visão de saúde, incor- porando academias às estruturas dos edifícios e condomínios.

4U - Sei que você não gosta de política, mas estou aqui para perguntar: qual sua opinião sobre a nossa administração pública?

VM - Seria comum reclamar pois nun- ca estamos satisfeitos, porém diante das dificuldades de gerenciar uma ci- dade como Araçatuba, sei que temos pessoas bem intencionadas e que fazem o possível para alcançarem os interesses da mesma. Mas tenho um pedido, que não é só meu, é geral. Falta para nós um local adequado para as pessoas caminharem com se- gurança, bem arborizado. Olho sem- pre para fazenda do estado, um lugar estratégico, plano e com todos os re- quisitos. Seria um projeto que, junto com a iniciativa privada, agraciaria nossa cidade com um lugar assim.

“Acredite em 50% do que você vê e não acredite em 100% do que você ouve”

4U – Araçatuba tem grande potencial turístico. O que precisamos fazer para mudar?

VM – Já participei de várias reuniões que focaram esse assunto. Temos o rio Tietê com muito potencial, infra- estrutura de hotel fantástica. Temos mais é que divulgar, realizar eventos, feiras náuticas, competições. Falar parece fácil, mas é preciso que saia do papel. Muito já foi investido a respeito, falta sintonizar as pessoas que poderiam trazer esses eventos com quem se dispusesse a realizá-los. Com incentivo dos empresários e do público em geral para prestigiar.

4U - Você tem uma turma que pedala e outra que rema, é isso mesmo?

VM - Isso. Aprendi a gostar de aven- tura. Temos um grupo que pratica

o caiaquismo com o qual fazemos

vários passeios pelos rios da região como o Tietê, Rio Feio, Macaúba, en- tre outros e um que a maioria nem imagina que seja o mais bonito, o Baguaçu. Subindo sentido Bilac esse

é o mais completo, mas precisamos

cuidar melhor deste patrimônio. Na bike, pelo menos uma vez ao ano, fa- zemos uma viagem de uma semana, onde visitamos varias regiões do sul,

www.tiko.com.br

O papO é BusiNess

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em média 700 km cada viagem.

4U - Bom saber disso. Significa que as fronteiras das academias estão sendo ultrapassadas?

VM - Saiu o modismo e entrou a ne- cessidade, mesmo porque, com o aumento da expectativa de vida da população, ninguém mais quer ficar dependente e sim ter vigor físico que o leve para qualquer lugar. As ativida- des externas passam a ser um trunfo para que não fique tão monótono o treinamento.

4U - Recentemente você foi para Santa Catarina disputar o Audax 300 (prova de resistência de 300 km pedalando em menos de 20 horas - www.audaxcriciuma.com.br) e o Audax 200 em Holambra (SP). Como foram as provas?

VM - Juntamente com o “Chefe Mar- cão” essa foi a minha primeira prova de ultra ciclismo. Me preparei muito. Durante a prova pegamos uma varia- ção de clima com chuva, neblina e frio de 4 graus na madrugada. Uma prova de paciência e força.

4U - O que leva um empresário como você a praticar algo assim ou uma maratona?

VM – Bom, digamos que tive um sus- to quando fui fazer um chek up. Meu

digamos que tive um sus- to quando fui fazer um chek up. Meu A cAdemiA c

AcAdemiA corpo ToTTAl

Desde 1992 é uma das maiores academias da cidade, funciona das 6 às 22 horas de segunda à sexta-feira. Sábado até 12 horas. Aulas aeróbicas, Muay Thai, academia completa com equipamentos de última geração e uma equipe de professores especializados em saúde.

Revista For You - Fevereiro 2011

colesterol estava altíssimo, devido às mudanças do meu ritmo de vida deixei de dar aulas e praticar muitas coisas que gostava para correr atrás dos negócios e paguei um preço alto por isso. Mas, consegui encontrar novamente atividades que me dão prazer. A busca pela superação dos limites acabam proporcionando uma adrenalina, que muitas vezes não en- contramos mais no dia a dia. Aca- bamos utilizando essa adrenalina em nossa batalha diária para nos man- termos vivos no mercado, inovando e acreditando que o amanhã será me- lhor. No esporte, cada prova é uma tarefa cumprida e procuramos outra um pouco mais difícil, mais rápida, mais distante, e assim vai. O prazer está na superação e em acreditar que posso tudo que quero.

4U - Você deve ter ídolos. Quem são?

VM - É rotineiro ouvirmos exem- plos de pessoas que saíram do nada e construíram um império. Dessas pessoas temos vários exemplos, mas para falar a verdade eu não tenho “um” ídolo não, eu tenho é admira- ção por milhões de pessoas que con- seguem viver com um salário mínimo sempre com sorriso no rosto e muito bom humor. Por essas pessoas eu re- almente tenho admiração.

4U – Em nossa região, existe alguém a se admirar?

4U – Em nossa região, existe alguém a se admirar? G ArAGem do e sporTe Depois

GArAGem do esporTe

Depois de 11 anos trabalhando com academias o conhecimento dos equipamentos acontece e em 1995 surge a Garagem do Esporte, loja de venda e manutenção de equipamentos de ginástica. Cobertura nacional em vendas. Sucesso total! Ou seria Tottal?!

VM - Muitas pessoas. Dentro do es-

porte, temos a Reunidas com o Vôlei Futuro. O projeto começou há uns 10 anos e agora se faz maduro com

a conquista do campeonato paulista

de vôlei. Outra empresa é a Rodali- vre, que tem um trabalho de longa data e que graças a eles Araçatuba pedala. No meu segmento a acade-

mia Performance, do Renato, que foi

o responsável direto pela utilização de equipamentos de qualidade em musculação, tem a minha admiração

e respeito.

4U – Faltou falar alguma coisa? Quer deixar uma mensagem?

VM - Queria agradecer algumas pes- soas como a Dra. Débora (nutricio- nista desportiva), que mudou meus pensamentos sobre suplementação

e a minha condição física. Adquiri

um novo conceito depois disso. As empresas Stillo Veículos, Pneu Ata, Colucci Empreendimentos Imobili-

ários, Gou Odontologia e Zum Zum Lanches. Foi graças a essas empresas (nossos patrocinadores) que conse- guimos ser os primeiros em nossa re- gião a participar do Audax 300. Meu muito obrigado. Juntos estaremos sempre superando limites e levando

o nome de Araçatuba para muitas outras regiões.

e levando o nome de Araçatuba para muitas outras regiões. V enT B risA Normalmente as

VenT BrisA

Normalmente as estruturas das academias são bastante quentes. Foi buscando soluções que minimizassem essas altas temperaturas a um custo eficiente que surgiu a empresa de evaporadoras à base de água. Uma solução ecológica e econômica.

ModA

tAlento, siMPAtiA e MuitA históriA PArA ContAr

Escrever sobre a Senhora Marlene Brandão não pode ser considerado um trabalho. Se assim considerado, é um trabalho dos mais prazerosos. Ela é casada com Luis Gonzaga de Oliveira e mãe de Tetê, Luis Gonzaga de Oliveira Filho, Heloísa e Rita. Avó de 11 netos. Todos apaixonados por esta mulher de fibra, apaixonada pela vida e pela profissão. É tocante ver o olhar apaixonado do marido Luiz a sua pessoa. E de fazer inveja (boa inveja) o carinho das filhas que abandonaram suas formações para se dedicar à iniciativa e profissão da mãe. Dona Marlene Brandão, como muitos se referem a ela, é sem dúvida alguma uma das figuras mais carismáticas, iluminadas e queridas que já conheci.

A INFÂNCIA

Seu pai era advogado e mui-

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Revista For You - Fevereiro 2011

to cedo se tornou político ocupan- do cargos como Deputado Federal, Procurador do Estado de MG e De- sembargador. Graças a essas ocupa-

ções, a esposa e os 10 filhos (a filha mais velha era casada e já morava em Araçatuba) o acompanharam pelo Rio, Belo Horizonte. Quando

se aposentou voltaram para Passos,

a cidade natal da família. No Rio de Janeiro Marlene cursou a Escola de Belas Artes e teve como professor

o famoso pintor Alberto da Veiga

Guignard, um dos mestres da pin-

tura moderna brasileira.

O INíCIO

De volta a Passos (MG) foi le- cionar inglês, mas não gostava da atividade. Sua preferência era pela pintura e pela confecção de suas próprias roupas. Ela mesma as de-

senhava, cortava e costurava. O re- sultado impressionava e fazia inveja às amigas (lembre-se que naquela época os cortes eram mais valoriza- dos e as mulheres se vangloriavam de seus modelos). De tanto as ami- gas insistirem para terem roupas iguais, viraram suas primeiras clien- tes. E o que começou como uma brincadeira virou uma profissão. Rapidamente sua fama de excelen- te modelista se espalhou e, mesmo tendo ido morar na fazenda com o marido, as clientes a acompanha- vam.

ARAÇATUBA

Sua irmã mais velha Deisy Maia já morava em Araçatuba e sua constante insistência trouxe outros irmãos e, por fim, Marlene e Luiz, que acabou abrindo uma loja e re-

por fim, Marlene e Luiz, que acabou abrindo uma loja e re- Dona Marlene ao lado

Dona Marlene ao lado das filhas Tetê, Heloísa e Rita, hoje a frente das marcas

cauchutadora de pneus na cidade. Porém, a fama de modelista, ou es- tilista como se diz nos dias de hoje, acompanhou Marlene Brandão e em pouco tempo lá estava ela com um ateliê de alta costura para aten- der as clientes mais requintadas da cidade.

do casual ao casamento. São rou- pas que privilegiam desenhos lim- pos, harmoniosos que trazem bem estar e conforto a quem veste. Con- temporaneidade urbana e clássica.

“se o céu existe, ele deve ser aqui, ao lado do meu marido, filhos e netos” - Marlene Brandão

LINHA MARLENE BRANDÃO

Marlene

muitas vezes se fazia de doente só para não assumir compromissos de produzir roupas fora da sua fábri- ca. Mãe de noiva e as próprias che- gavam aos prantos inconformadas com as negativas. A solução, ou

parte dela, foi lançar uma linha com

o nome de Marlene. Quem está à

frente da Linha Marlene Brandão

é sua filha mais nova Heloísa, que

abandonou o curso de psicologia na PUC-SP para se juntar à mãe e

à irmã. A linha tem estilo “Prêt-à-

-Port”, um termo francês que ao pé da letra significa “Pronta para Vestir”. São roupas para mulheres sofisticadas, que ganham destaque quando a ocasião é festa.

Uma

revelação

A EMPRESÁRIA

Quem tem tino para líder nunca é mais um na multidão. Em uma das viagens da família para Passos, Marlene notou o crescimen- to de algumas confecções e decidiu montar a dela em Araçatuba e atu- ar num mercado diferenciado. E assim fez. Mesmo as filhas atuan- do em outras áreas e na esperança do negócio deslanchar, colocou-as como sócias da marca Linha Pura, com fábrica em Araçatuba e Show Room na Alameda Lorena em São Paulo capital.

LINHA PURA

Hoje com estilo comandado pela filha Maria Teresa, a Tetê, que abandonou a profissão de arquite- ta, e por sua irmã Rita, também ar- quiteta pela universidade Macken- zie, uniram-se à mãe para o sucesso da marca, que têm roupas que vão

A FÁBRICA

A fábrica têm prédio próprio na Avenida Saudade de Araçatuba, tudo dividido em dois. De um lado Marlene Brandão, do outro, Linha Pura. Só algumas salas são comuns.

As marcas juntas têm mais de 150 pontos de vendas em todo ter- ritório nacional, afinal são 25 anos vestindo mulheres com modelagem reduzida, quase exclusiva, acaba- mentos diferenciados, elegância e o DNA Marlene Brandão.

FINALMENTE O RANCHO

Há alguns anos Marlene pas- sa menos tempo envolvida com as criações das coleções e a confec- ção das roupas. Hoje ela atua mais como uma consultora, e quem não queria uma consultora assim. Divi- de seu tempo entre as duas marcas, entre o marido, os netos e sua ou- tra paixão, o rancho.

Foi em seu rancho que co- nheci este casal apaixonante. Preci- sava de um rancho para fotografar para nossa outra revista e ela nos foi apresentada. O lugar é espeta- cular, ao fundo o rio Tietê e ladeado por verde. Muito verde. Carinho- samente cuidados pelas mãos de Dona Marlene. A natureza que lhe abençoou com mãos tão talentosas hoje recebe de volta a atenção de suas mãos.

Fábrica Rua Saudade, 907 Fone: 18 2102.9900

Atendimento com hora marcada

www.marlenebrandao.com.br

www.linhapura.com.br

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esPorte

golf

Fomos ao Bastos Golf Club descobrir nosso talento com o esporte do taco e bola. Não voltamos nenhum Tiger Woods, mas saímos convencidos de como é gostoso praticar

o esporte, que não importa a idade e nem a condição física, mas a disposição de superar

a nós mesmos. E aí, vai encarar?

Este tapete verde nunca mais foi o mesmo depois de nossa passagem. Os 18 buracos viraram 50. Isso porque nem saímos do primeiro campo

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Revista For You - Fevereiro 2011

Quando soube que na cidade de Bastos tinha um campo oficial de Golf logo me animei e liguei tentando agendar uma matéria. Os gestores do Clube são ultra- simpáticos e toparam na hora. Ao contrário, falei diretamente com o Senhor Eduardo Sakita, presidente do Clube, que marcou o dia e a hora! Tá parecendo música do Legião Urbana.

Bom, tudo agendado, eu não poderia ir sozinho. Precisava de alguns companheiros para desfrutar de um pouco de emoção. Dividir boas risadas (você vai entender mais para frente). Algumas ligações. Alguns nãos até que resolvi apelar. Duas tacadas e dois “hole in one” (a tacada perfeita no golfe, eu explico depois). Chamei então meus companheiros de bilhar e expliquei que a mesa era um pouquinho maior e os tacos um pouco diferentes. Pé na estrada.

Uma hora depois

O BASTOS GOLF CLUB Muito fácil chegar até lá, não fosse eu a perguntar para o cara errado. Tinham 4 pessoas es- tranhas na cidade, e eu consegui perguntar logo para quarta. As outras três éramos nós.

Chegamos ao clube e fomos recepcionados por Dona Alice, a braço direito do Sr. Eduardo, pelo instrutor do clube Fábio e pelo próprio Sr. Eduardo.

Os três nos apresentaram o clube que conta com sede so- cial, bar e restaurante, quadras de tênis, piscina e 55 hectares (o equivalente a 51 campos de fu- tebol) divididos em 18 campos (raias) com 18 buracos diferentes para a prática do jogo com par- ticularidades distintas entre eles. Para dificultar, ou embelezar ain- da mais, entre os campos muitas

árvores, alguns lagos, bancos de areia e uma geografia que auxilia no jogo.

O senhor Eduardo Sakita, é

o presidente atual do clube. Es-

queça aquela pose prepotente e esteriótipos arrogantes dos filmes sobre Golf. Aqui são todos muito simples e simpáticos, a começar por seu presidente. Mais preo- cupado em promover o esporte que colocá-lo em um pedestal, o Sr. Eduardo foi muito receptivo à nossa visita, explicando tudo so- bre o esporte.

AS ORIGENS

As origens do Golfe são um pouco confusas, a palavra golfe é originada da palavra inglesa Golf que por sua vez, provem da alemã “kolbe”, que significa taco. Sim- ples, não é mesmo?! Bom, certo

é que foi originado na Escócia

ops

quer dizer, Ho-

landa! Ahhhhh!!! A informação mais comumente encontrada é que o jogo foi originado na Escó- cia onde era jogado com um taco curvo e uma bola.

Inglaterra

São muitas as histórias, mas nenhuma mais convincente que a do Senhor Eduardo. Diz a lenda

que a origem do Golf está ligada

a um litro de Whisky: 18 doses

= 18 buracos. A cada campo os participantes tomavam uma dose. Imagine o final deste jogo rs Mas foi a explicação que melhor nos convenceu. Sem citar o bura- co 19: o Bar!

VAMOS AO JOGO Já que esquecemos a nos- sa garrafa de Malte fomos para

o jogo de cara limpa mesmo. Ok,

a história do whisky é uma brin-

cadeira, o jogo é coisa séria (mas

que nós três gostamos da históri- nha, nós gostamos).

Estávamos os três totalmente enganados sobre o jogo. Creio que você também vai estar. Primeiro, veja a paz que essa foto do campo lhe dá. Agora some a isso o silên- cio da natureza. Acrescente o piar dos pássaros e aquele barulhinho gostoso produzido pelos grilos: o estresse fica no carro.

Assim, calmamente, com a mente “zen” seguimos para o campo 01. O instrutor espalhou várias bolas no “tee” (local onde se inicia a parti- da) e demonstrou algumas tacadas.

É possível bater de várias maneiras,

retas, curvas, abertas, fechadas, com

altura, sem altura, mas é preciso ter experiência para isso.

simples. Posicionasse, leve o taco

sobre o ombro e pá

pancada na bola. Depois é só ob- servar onde a bichinha (a bola)

Nada disso, golfe não

é força caro amigo! É “swing”. O

jogo é antes da tacada. Fica atrás

Primeiro, es-

queça a força. A maneira que se pega no taco (sem viadagem, por favor) é importante. Posicionar- -se ao lado da bola de maneira paralela, levantar o taco para o lado contrário do jogo e depois

da bola. Eu explico

vai parar

Dê uma

num “swing” (isso mesmo, balan- çar) gire o corpo de forma a não alterar a trajetória e bata na bola com jeito, não força. A insistência no “não força” é simples. A bola

já é preparada para alçar grandes

distâncias e aquele monte de tacos não é frescura. Cada um deles dá

a possibilidade do jogador variar

altura, distância e velocidade. En- tão, a batida perfeita vem do mo- vimento de batida na bola e não da força empregada.

E

lá fomos nós

e parece

13

ENTENDA MAIS SOBRE O ESPORTE

Ok! Vamos as regras. Todo jogo

E

a democracia vai além. Homens

tem que ter as suas regras e aqui

e

mulheres tem “handcap” dife-

elas são várias.

rente, possibilitando disputarem um contra o outro. Magro, alto,

Primeiro, esqueça o adversário, você compete contra você e con- tra o campo, certo! Seu objetivo é cumprir a distância de cada cam- po no menor número de tacadas possíveis. O início do campo cha- masse “tee” e o local onde fica o buraco com aquela bandeirinha chama-se “green”. Encaçapar a bolinha é o final de cada buraco. Mas lembre-se as tacadas são acu- mulativas. E no final ganha quem completar com menos tacadas os 18 campos ou buracos.

É um jogo de superação. A medi-

da que você se aprimora diminui o número de tacadas em cada cam- po. Campos que pelo mundo afo- ra têm os mais diversos formatos, terrenos e condições climáticas.

Cada raia tem predeterminado o número médio possível de taca- das (denominado “par”) para cumprir a partida. No Bastos Golf Clube ficam entre 3 e 5 tacadas por buraco.

Mas ai você vai me perguntar se deve jogar com alguém mais expe- riente. Lembre-se, a palavra aqui é democracia (nós brasileiros temos alguma ideia sobre isso). Primeiro, seu jogo é contra você

e o golfe, diferentemente de outras modalidades tem uma lambuja, como diz o Sr. Eduardo. Cada jo- gador tem um “handcap” (núme- ro baseado no desempenho dos últimos jogos), este número deter- mina quantas tacadas a mais você poderá dar a cada partida, geran- do um equilíbrio entre os jogado- res. Ou seja, um jogador novato poderá dar até 42 tacadas a mais que um profissional, por exemplo,

e ainda assim disputar o mesmo jogo.

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Revista For You - Fevereiro 2011

novo, velho, não importa. O jogo

é baseado em uma bolinha, um

taco e um campo com distância predeterminada. São 18 buracos

e uma média de 4 horas para per-

corrê-los. Em silêncio, é claro, ou acompanhados dos sons dos pássaros e grilos.

Então

convide os ami-

gos, a esposa, a namora- da, ou até a sua sogra, e passe um dia agradável jogando este esporte deli- cioso. Tenho certeza que você vai se apaixo- nar, e vai voltar sempre a Bas- tos tentando superar seus próprios li- mites.

No final das contas o que con- ta é a diversão. Nesta

primeira oportunida- de não podemos de- monstrar todo o nos- so potencial. E o que é mais divertido é ver seu amigo acostuma- do a jogar bilhar com um taco diferente na mão e por muitas vezes errando até a bolinha. Mas quan-

É muito

bom! E vamos para o 19º buraco!

do acerta

Agradecimentos especiais:

Eduardo Sakita, Alice e Fábio do Bastos Golf Clube (www.bgc.com.br)

Sakita, Alice e Fábio do Bastos Golf Clube (www.bgc.com.br) Na foto acima a turma do bilhar

Na foto acima a turma do bilhar jogando golfe: Nelson Santos (estas listas estão estranhas), John Lenon - Fábio Frascino, Eu Cabeleira (Tiko, sem piadinhas, já cortei o cabelo!), Fábio (nosso instrutor - sofreu hein!!!) e o simpático Sr. Eduardo (acho que ele já se arrependeu rs )

Vem aqui marvada que eu te acerto!
Vem aqui
marvada
que eu te
acerto!
Ops! Cadê a bolinha que estava aqui? Gordinho também tem vez aqui hein! Repare na
Ops!
Cadê a
bolinha
que
estava
aqui?
Gordinho também tem vez aqui
hein! Repare na velocidade da
tacada!

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giro gAstronôMiCo

giro gAstronôMiCo Anselmo Restaurante & Pizzaria O restaurante que leva o nome do dono é especializado
giro gAstronôMiCo Anselmo Restaurante & Pizzaria O restaurante que leva o nome do dono é especializado

Anselmo Restaurante & Pizzaria

O restaurante que leva o nome do dono é especializado em pratos típicos. Que tal uma moqueca de peixe? E este delicioso filé à parmegiana da foto? Deu vontade não é? Serve muito bem quatro pessoas. Terça é dia de dobradinha. Às quartas, galinhada e frango com polenta. Já na quinta tem rabada! Ficou com vontade não é? Vem pra cá! O Anselmo Restaurante e Pizzaria fica na Avenida Waldemar Alves, 80 (Fone: 18 3622-3646) e funciona diariamente, a partir das 18 horas e nos domingos, a partir da hora do almoço. Passa lá para conferir!

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Revista For You - Fevereiro 2011

Restaurante Bola 7

O cartão postal de Araçatuba. Happy hour, jantar e

almoço num ambiente super familiar. O clima é de total descontração. Comida excelente, choppinho nota 10, é o melhor lugar para encontrar os amigos. Rico cardápio de opções, que vai de massas à peixes. Que

tal se deliciar com uma porção de bolinho de bacalhau

acompanhado com Chopp Brahma geladíssimo. Passa lá e experimenta, você não vai se arrepender. O Bola 7 fica na Av. Brasília, 2046 (Fone: 18 3621-1907) e funciona diariamente, a partir das 18 horas. Sábados e domingos a partir da hora do almoço.

18 horas. Sábados e domingos a partir da hora do almoço. Bagdá Café Pense num lugar

Bagdá Café

Pense num lugar gostoso, com um atendimento nota 10. E a comida nota 1000. Estou falando do Bagdá Café. Aqui você almoça o melhor da

cozinha árabe. Dos pratos salgados, quibes e esfir- ras, aos deliciosos doces das arábias. Você já deve ter comido muito quibe cru por ai, mas o do Bagdá (foto) vai surpreender você! Têm de tudo por aqui:

carneiro, charuto (folha de uva ou repolho), kaftas, tabule e muito mais. O Bagdá Café fica na Rua Ge- neral Osório, 147 no Centro de Araçatuba (Fone:

18

3624-1697). Funciona de terça a domingo das

11

às 14:30 horas. Fechado as segundas e todo

último domingo do mês. Confira!

Fechado as segundas e todo último domingo do mês. Confira! Doçaria Abelhinha Se você está salivando

Doçaria Abelhinha

Se você está salivando como eu de vontade de comer o bolo de chocolate da foto é melhor correr para Abelhinha. Doces de dar água na

boca, salgados que deixam qualquer um faminto,

ah! Os

pensem em algo que transcenda suas

expectativas, está quase lá. Na verdade você vai ter que vir provar. O pessoal da Abelhinha é especialista em festas de aniversários, casamentos e até reuniõezinhas de final de tarde. Liga para lá e confira. A Doçaria Abelhinha fica na Rua General Glicério, 512 (Fone: 18 3622-4904). Aberto de segunda a domingo.

tortas de comer com os olhos e

bolos

de segunda a domingo. tortas de comer com os olhos e bolos Água Doce Cachaçaria Quer

Água Doce Cachaçaria

Quer passar horas agradáveis com os amigos ou

a família? Então o seu lugar é aqui. Atendimento

especial e um cardápio repleto de opções. Na foto ao lado, panceta com mandioca frita, dois

tradicionais itens da culinária do nosso interior, um casamento perfeito de sabores, experimente!

A Água Doce Cachaçaria fica na Avenida Brasília,

1800 (Fone: 18 3625-8835) e funciona de segunda

a sábado, a partir das 18 horas. Ah! Pode trazer

seu filho tranquilamente, a Cachaçaria conta com

um cantinho especial para crianças, com jogos e brinquedos.

um cantinho especial para crianças, com jogos e brinquedos. Philomena Bar & Restaurante Os amantes da

Philomena Bar & Restaurante

Os amantes da culinária à base de cordeiro estão em festa. Dá uma olhada na foto do carré de cordeiro, é de dar água na boca, não é? Outras dicas são os quibes, as pimentas recheadas, o disco de linguiça suína e muito mais. Ah! Tem várias outras opções de carnes e aperitivos, viu! O atendimento é para lá de especial e uma equipe afinada dá o toque final ao lugar. O Philomena Bar & Restaurante fica na Rua General Glicério (1093) com a Rua Cussy de Almeida, (Fone:

18 3305-8116 - site: www.philomenabar.com.br). Funciona de segunda a sexta a partir das 17:30 horas e aos sábados a partir das 11 horas da manhã.

Funciona de segunda a sexta a partir das 17:30 horas e aos sábados a partir das

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esPeCiAl

Fotos: Divulgação CBV | Texto: Tiko santos

Nalbert 12

Ele foi o primeiro campeão mundial em voleibol em 3 categorias diferentes. Durante 8 anos foi o capitão da nossa seleção brasileira

de vôlei. Foi eleito o atleta do ano em 2002. Campeão olímpico em 2004. Tricampeão da Liga Mundial (2001, 2003 e 2004). Com um curriculum assim não precisaria de mais nada não é mesmo?! Mas não é bem

Hoje ele é excelente marido

assim

e pai (segundo a própria esposa) e ainda é empresário, palestrante e comentarista de jogos de vôlei na TV. Seu nome Nalbert Tavares Bitencourt, O NALBERT 12!

18

Revista For You - Fevereiro 2011

O ex-atleta teve uma carreira brilhante, marcada por vitórias, tí- tulos e por muita superação. Sem- pre foi assim! É compreensível, um atleta do seu nível quer ganhar sempre e ele correu atrás deixando para trás contusões sérias nos dois ombros que também lhe renderam alguns cortes nas nossas seleções.

Começou a carreira em 1984, depois de muito in- sistir com os pais e dobrar a Dona Dilce, já que o vestibular se aproximava e a mãe queria que o filho dei- xasse a brinca- deira de lado e se dedicasse aos estudos. Então o destino entrou em

véspe-

ra do vestibular Nalbert foi convocado para se- l e ç ã o

Brasi-

r a

Infanto Juvenil e preci- sou deixar os estudos de lado para trei- nar com a seleção em Belo Horizonte. Era pegar ou largar e a Dona Dilce fez a escolha

certa para nossa pátria (rs

E sabe como ela des-

cobriu que fez a escolha certa?

Seu filho trouxe na bagagem a medalha de campeão e de

ação

Na

l e

i

ufa

).

melhor jogador do torneio. Valeu Dona Dilce, a gente agradece!!!

Nalbert iniciou no Clube Isra- elita Brasileiro e passou por clubes como Tijuca Tênis Clube, Flamengo, Minas Tênis, Banespa, Olympikus, Macerata (Itália) e Panasonic (Ja- pão). Sempre disputando títulos e sendo destaque. Essas atuações lhe renderam várias convocações para Seleção Brasileira e 8 anos como ca- pitão da mesma.

A história mais marcante

do ex-atleta aconteceu em 2004, quando rompeu o ligamento do ombro esquerdo e teve que se sub- meter a uma cirurgia. Nem os mé- dicos acreditavam na recuperação do jogador a tempo de participar da olimpíada. Mas eu estou falando que o cara é líder, que tem garra, que tem dedicação e muita vonta-

de de vencer. O técnico Bernadinho também acreditou nele e sua su- peração serviu de força para todo

o grupo. Resultado: ouro olímpico (Atenas - 2004).

Mas um leão dificilmente dorme. E a busca por novos desa- fios fez o atleta abandonar as qua- dras onde era soberano e conquis-

tar a areia. Não foi tão feliz quanto nas quadras. Faltou planejamento

e uma dupla que o levasse a uma

nova olimpíada. Voltou para as quadras.

No exterior, Nalbert disputou

5 temporadas entre Japão e Itália, onde foi bicampeão italiano com

o Lube Macerata (2001 e 2003) e campeão europeu com o mesmo time (2001).

(2001 e 2003) e campeão europeu com o mesmo time (2001). Então, em 2009, voltou para

Então, em 2009, voltou para areia ao lado de Franco e aí sim teve resultados mais expressivos para o seu curriculum, mas nada que o motivasse a continuar.

Fora das quadras, não abandonou o esporte. Parti- cipa de eventos ligados ao Marketing esportivo, comen- ta jogos de vôlei na TV e ainda aproveita sua experiência de liderança em palestras nacionais e internacionais.

A última foi no Haiti, um país devastado por um terremoto em 2010. Lá participou de um evento es- portivo junto com outras pessoas e viu o que o esporte é capaz de fazer por um povo (veja mais fotos no seu site: www.nalbert12.com). Por lá fez uma palestra para as Forças de Paz que ajudam a reconstruir o país devas- tado e a manter a paz.

Na TV, Nalbert não foge das responsabilidades e

fica em cima do muro (rs

nem quando os amigos estão em quadra. Mas na hora de comentar os jogos da Seleção Brasileira o comentaris- ta deixa o torcedor falar mais alto.

diz que não toma partido

),

Admirador confesso do projeto do Vôlei Futuro, casou-se em 2008 com a atriz Amandha Lee, agora Se- nhora Bitencourt com quem teve a pequena e bela Ra- faela. É só acompanhá-lo pelo Twitter e verificar como é orgulhoso da sua família.

Acha que acabou aqui? Está longe disso sócio de dois restaurantes na cidade do Rio.

Ele é

Nas fotos laterais alguns momentos da nova vida de Nalbert:

na primeira, o ex-atleta em um momento família com a esposa Amandha Lee e a pequena Rafaela, filha do casal. A segunda foto mostra Nalbert em uma das suas palestras motivadoras para empresas (interessou não é?! Entre no site dele e faça um contato; Já pensou o Capitão na sua empresa palestrando para os seus funcionários). Na outra foto a palestra é para as Forças de Paz brasileiras que estão no Haiti. Quem está longe de casa sabe o valor de uma palavra de conforto. Ainda mais vinda de quem Na última foto, Nalbert confraterniza-se com as crianças do País devastado por um terremoto em janeiro de 2010

quem Na última foto, Nalbert confraterniza-se com as crianças do País devastado por um terremoto em
quem Na última foto, Nalbert confraterniza-se com as crianças do País devastado por um terremoto em
quem Na última foto, Nalbert confraterniza-se com as crianças do País devastado por um terremoto em

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MediCinA

atividades físicas na “melhor” idade

Chegou a terceira idade, ou seja, “A Melhor Idade”, e o que fazer? Dedicar a vida a netos, plantas, livros? Se entregar ao tempo ou desfrutar do mesmo com saúde e vitalidade.

Com a expectativa de vida cada dia maior, homens e mulheres buscam uma qualidade significativa em suas vidas. Atividades físicas nesta fase ampliam a qualidade e a longevidade da vida. Entrevistamos o Dr. Fabrício Gomes Benez, especialista em Ortopedia, Traumatologia e Cirurgia do Quadril, da Artroclínica de Araçatuba.

Revista For You - Para medicina o que é considerado terceira idade?

Dr. Fabrício Benez – As pessoas com idade igual ou acima de 60 anos enquadram-se no Estatuto do Idoso. O envelhecimento, na medi- cina, depende de inúmeros fatores:

genético, meio-ambiente, sócio- -economico, prevenção, etc.

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Revista For You - Fevereiro 2011

4U - A expectativa de vida da população aumentou bastante nos últimos tempos, qual a média de idade dos brasileiros hoje?

Dr. Fabrício Benez – Atualmente a expectativa para mulheres é de 77 anos e para homens 69,4 anos.

4U - A que se deve este aumento?

Dr. Fabrício Benez – Alguns dos fatores que contribuíram para esta mudança foram a melhoria no acesso da população aos serviços de saúde , as campanhas de vacina- ção, o aumento da escolaridade , a prevenção de doenças e os avanços da medicina.

4U - O que se deve fazer para aumentar ainda mais estes números?

Dr. Fabrício Benez – O investimen- to na prevenção e qualidade de vida.

4U - Quais os tipos de problemas mais comuns do ponto de vista Ortopédico nesta fase?

Dr. Fabrício Benez – Do ponto de vista ortopédico, podemos incluir a osteoporose e fraturas por quedas acidentais.

4U - Existe algo que se deva fazer para melhorar ou contornar esses problemas?

Dr. Fabrício Benez – Sim. A pre- venção da osteoporose através de alimentação rica em cálcio desde a infância, os exercícios físicos regu- lares e nas mulheres as avaliações da osteoporose após a menopausa.

4U - Quais tipos de atividades são indicadas?

Dr. Fabrício Benez – Todo e qual- quer exercício é benéfico para o idoso, inclusive a musculação, des- de que não haja contra-indicação médica. Recomenda-se, a avaliação cardiológica antes dos exercícios e avaliação músculoesquelética atra- vés do educador físico treinado. Toda alteração do sistema múscu- loesquelético necessita avaliação

Atividades como pilates, hidroginástica e bicicletas são consideradas de baixo impacto e ideais para 3ª
Atividades como pilates, hidroginástica
e bicicletas são consideradas de baixo
impacto e ideais para 3ª idade

do ortopedista.

4U - Estas atividades devem ser monitoradas?

Dr. Fabrício Benez – Sim. Devem ser monitoradas, tanto a quantidade como a intensidade dos exercícios.

4U - Existe algum tipo de cuidado durante estas atividades?

Dr. Fabrício Benez – Alguns cuidados devem ser tomados pelo praticante de exercícios. Lembramos a vestimenta ade- quada, confortável e que permita a transpiração. Calçados adequados para o tipo de exercício/esporte. Hidratação du- rante a atividade física.

PeRFil
PeRFil

Dr. Fabrício Gomes Benez fez residência médica na Sociedade Portuguesa da Beneficência de Ribeirão Preto, se especializou em Quadril pela Universidade São Paulo (USP). É membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, e da Sociedade Brasileira de Quadril. Membro afiliado internacional da Academia Americana de Cirurgiões Ortopédicos e membro internacional da AO.

21

Quadril. Membro afiliado internacional da Academia Americana de Cirurgiões Ortopédicos e membro internacional da AO. 21

odontologiA

A chupeta pode desenvolver mordida aberta anterior, é de fácil solução quando interceptada precocemente

OdOntOlOgia preventiva!

Ok. Conhece aquele ditado que diz que pau que nasce torto morre torto. Ele não é verdadeiro na odontologia. Os dentinhos podem nascer tortos, mas a detecção preventiva pode indicar caminhos que reabilitam o sorriso. Se os dentes do seu filho, estão começando a ficar torto, está na hora de você procurar um dentista. Ops Você já devia levá-lo a frequentar um desde os seis meses de idade

O hábito de muitas crianças de usar mamadeira, chupeta, chu- par dedo (sucção digital), comer unha (onicofagia), colocar língua entre os dentes e até aquelas que perderam dentes de leite (decíduos) precocemente, podem desenvolver uma má oclusão.

Opa, você não sabe o que é má oclusão? Nem oclusão? Nem eu, mas eu fui buscar a informação com o Dr. Luiz Gustavo André. “Má oclusão é qualquer desvio do pa- drão normal, no qual os dentes da mandíbula se ajustam aos dentes da maxila”, explica o Dr. Gustavo. Eu traduzo: é quando a parte de cima da arcada dentária não se en- caixa perfeitamente na parte infe-

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Revista For You - Fevereiro 2011

rior, o que é considerado normal. Ah! Os problemas também podem ser causados por outros fatores, como mordida cruzada , atrésia maxilar (maxila muito estreita) e apinhamento dentário (dentes tor- tos). Viu só?

Nas crianças e alguns ado- lescentes, a correção dessas más oclusões é feita com aparelhos mó- veis, que aproveitam o crescimento

os aparelhos móveis não causam dor, são coloridos e divertidos, o que estimula o uso pelas crianças

das bases ósseas (maxila e mandí- bula) de forma correta e assim os dentes podem se posicionar de for- ma equilibrada na boca, evitando, em alguns casos, a necessidade de usar o aparelho fixo.

Os aparelhos móveis não cau- sam dor, são coloridos e divertidos, o que estimula o uso pelas crianças. Além de proporcionarem um sorri- so mais saudável, ainda aprendem a ter responsabilidade e cuidado

com o aparelho.

A má oclusão é detectada precocemente por Ortodontistas

e Odontopediatras, que recomen-

dam a instalação do aparelho mó-

vel por volta dos 6 anos de idade,

já que a colaboração do pequeno

paciente para o uso é essencial para

o sucesso do tratamento.

O tempo de tratamento é variável, cada má oclusão deverá ser avaliada e através de plano de tratamento o profissional terá uma idéia do tempo de tratamento. Se posteriormente precisar de apa- relho fixo, isso não será problema pois existem no mercado inúme- ros aparelhos fixos para a melhor comodidade do paciente, como Braquetes (pecinhas) Metálicos de última geração, Braquetes Estéti- cos (pecinhas “transparentes”) e Braquetes Autoligáveis (indicados para adultos que não querem usar borrachinhas e assim acabar o tra- tamento mais rápido).

A palavra da vez é prevenção, quanto mais cedo se inicia o tra- tamento, mais cedo os resultados aparecem e mais fácil os dentes en- contrarem o sorriso perfeito.

vale a pena prevenir

Em crianças a prevenção é mais fácil, já que a mandíbula e o maxila estão em formação e respondem melhor aos estímulos dos tratamentos

formação e respondem melhor aos estímulos dos tratamentos A Mordida Aberta Anterior, uma vez diagnosticada, deve

A Mordida Aberta Anterior, uma vez diagnosticada, deve ser tratada imediatamente. Crianças correspondem melhor ao tratamento, já em adultos, a correção deverá ser cirúrgica ou através de compensação dentária.

ser cirúrgica ou através de compensação dentária. Uma forma de estimular o uso dos aparelhos móveis

Uma forma de estimular o uso dos aparelhos móveis é a confecção do mesmo com artifícios divertidos e coloridos, criando uma forma lúdica na solução dos problemas ortodônticos.

uma forma lúdica na solução dos problemas ortodônticos. O aparelho móvel é utilizado em crianças e
uma forma lúdica na solução dos problemas ortodônticos. O aparelho móvel é utilizado em crianças e

O aparelho móvel é utilizado em crianças e alguns casos em

adolescentes. A utilização é indolor, mas requer colaboração dos pequenos pacientes.

é indolor, mas requer colaboração dos pequenos pacientes. O uso do aparelho fixo já não é

O uso do aparelho fixo já não é mais um problema para as

crianças, tecnologias de última geração criaram uma variedade de braquetes, as pecinhas fixada aos dentes. Algumas delas imperceptíveis, como as de porcelana na foto.

peRFil

Dr. Luiz Gustavo André é natural de Araçatuba e é graduado em odontologia pela UNIMEP (Universidade Metodista de Piracicaba - Campus Lins). Têm atualização em ortodontia (AOL - Associação dos Odontólogos de Lins). Atualmente cursa especialização em Ortodontia na COPH (Centro Odontológico Pinelli Henriques - Bauru)

CLíNICA ESPAçO 2M

Rua Tiradentes, 444 Telefone: (18) 3301-5445

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FisioterAPiA

Fisioter A P i A

C o M P let A

A casa nova da Ortoterapia. Uma clínica completa, com diversos tratamentos e especialidades

Desde de maio de 2010 fun- ciona na Rua Rio de Janeiro, próxi- mo à Santa Casa um clínica de fisio- terapia completíssima.

A ideia e execução é da fio- sioterapeuta Silmara Monsalvarga (CREFITO 14.949-F), com dez anos de atuação profissional. “Fizemos uma clínica para atender a todos. Tudo aqui é sob medida. Da aces- sibilidade do prédio às salas de atendimento. Os ambientes são climatizados. Os profissionais são qualificados. Atendemos todos os convênios, todas as idades e a gran- de maioria das especilidades, para não dizer todas. Tudo feito para os pacientes se sentirem em casa”, cita a fisioterapeuta.

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Revista For You - Fevereiro 2011

É impressionante mesmo a estrutura da clínica. De tão bem de- corada nem parece que estamos em uma clínica de saúde.

Entre as especialidades que podemos citar estão:

» Fisioterapia Ortopédica - atua na prevenção e no tratamento de distúrbio musculoesquelético;

» Fisioterapia Neurológica - trata- mentos de distúrbios neurológicos que envolvam ou não disfunções motoras;

» Iso-stretching - previne, corrige e mantém as alterações musculoes- queléticas, ideal para quem tem problema de coluna;

» RPG (Reeducação Postural Global) - trata das desarmonias do corpo,

considerando as individualidades de cada um;

» Dermatofuncional (drenagem pós- -operatória) - trata das afecções dermatológicas e intertegumenta- res;

» Uroginecologia - previne e trata das discunções urinárias;

» Pilates - técnica de reeducação do movimento, composto por exer- cícios alicerçados na anatomia humana, capaz de restabelecer e aumentar a flexibilidade e força muscular, melhorar a respiração, corrigir a postura e prevenir lesões.

Todas essa especialidades e mais o atendimento especializado fazem da Ortoterapia uma clínica de fisioterapia completa. Quem conhe- ce sabe bem o que estou dizendo.

completa. Quem conhe- ce sabe bem o que estou dizendo. 1 4 Silmara Monsalvarga na foto
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Silmara Monsalvarga na foto maior em sua sala. Fotos: 1. Sala de cinesioterapia; 2. Sala de fisioterapia; 3. Sala de atendimento; 4. Sala de dermatofuncional; 5. Aparelhos de ondas curtas para tratamento dos pacientes; 6. Aparelhos para terapia de membros superiores e inferiores

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ortoterAPiA Rua Rio de Janeiro, 443 Vila Mendonça Araçatuba Fone: (18) 3624.2079 ou (18) 3305.5266

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AgronegóCios

Foto e Texto: Tiko santos

Um homem de sUcesso

Aos 10 anos de idade este mineiro de Ituiutaba veio para Araçatuba, nunca mais saiu. Aqui se casou, trabalhou em uma multinacional e abriu suas empresas. Estou falando do presidente do SIRAN Antonio Carlos Ferreira, um homem de sucesso

Antônio Carlos cresceu na zona rural de Araçatuba, onde fre- quentava a escola a cavalo e, só depois com mais idade, utilizava ônibus.

Já moço, com 18 anos veio

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Revista For You - Fevereiro 2011

para cidade cursar Administração de Empresas e depois de algum tempo pós-graduar se no assunto.

Durante 11 anos traba- lhou em uma multinacional (Dow AgroSciences) que lhe proporcio- nou viajar para o exterior e tomar contato com outros povos, culturas e novas tecnologias.

Um homem convicto que sempre buscou o desenvolvimento pessoal e profissional, e conseguiu, hoje pode ser considerado um ho- mem de sucesso. Sócio proprietário da Herbiquímica e da churrascaria Terra do Boi, ocupa ainda a frente de um dos maiores sindicatos pa- tronais ruralista do Brasil, o SIRAN.

Como presidente eleito para gestão 2010/2011 já mudou a cara do Sindicato Rural da Alta Noroeste, o sindicato que represen- ta uma área com 5 mil produtores tornou-se financeiramente sadio. O sindicato trabalha em prol dos produtores ru- rais e ofereceu no ano passado 130 cursos em conjunto com o SENAR (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Estado de São Paulo), com participação dos as- sociados e produtores de diversos lugares do Brasil. Imaginem o mérito disso.

Mas o presidente não para por ai. Em seu primeiro ano de mandato tomou conhecimen- to das diversas culturas pratica- das na nossa região. Estudou, e

hoje entende pelo menos um pou- co de todas elas.

“Eu sempre digo que você só pode debater e levar uma men- sagem positiva sobre um assunto quando você tem conhecimento sobre ele”, respondeu em nossa entrevista. Um dos assuntos que Antonio Carlos mais se aprofundou foi em direito, para entender mais sobre as leis da propriedade, leis ambientais e cortes florestais.

A constante sondagem do MST (Movimento Sem Terra) des- pertou em Antonio Carlos um lado político, que negocia com um mo- vimento sem causa ou conheci- mento. Segundo políticos da nossa cidade o próprio INCRA (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) declarou que não existem terras improdutivas na cidade. O que nos falta são forças políticas para não precisarmos vivenciar situ- ações assim. “O produtor fica des- concentrado do seu objetivo princi- pal, que é produzir. Ao invés disso, tem que ficar preocupado em pro- teger as terras que, por direito, são suas”, complementa.

Mas Antonio Carlos é muito otimista quando o assunto é a nos- sa agropecuária regional. “Somos a bola da vez. Temos tudo para obter sucesso. Estamos feitos uma mola

encolhida que quando solta vai ex- pandir-se rapidamente. Nós temos cana-de-açúcar, pecuária de corte

e de leite (com grande destaque),

temos grãos, temos tomate e um grupo de ovinocultores que só faz

crescer, além de domas de eqüinos

e muares em destaque”, cita Antô-

nio Carlos quando perguntado do

em destaque”, cita Antô- nio Carlos quando perguntado do potencial de nossa região. Sobre a cana-de-açúcar

potencial de nossa região.

Sobre a cana-de-açúcar ele também se mostra oti- mista e diz que hoje 15 a 20% de nossas terras produti- vas tem a cultura, mas este número deve chegar a 35%. Temos ainda 20% de áreas preservadas e o restante rece- be multiculturas, como a soja, tomate, feijão, seringuei- ra, eucalipto e criações de gado de corte, leite e ovinos.

As fazendas que hoje estão plantando cana-de- -açúcar reservam, pelo menos, 20% de suas terras para a criação do gado. São sistemas semi-intensivos e inten- sivos que otimizam as produções. “Pelo valor econômico da cana-de-açúcar é inviável criar gado no estado de São Paulo de forma extensiva, então muitos produtores op- tam por outros sistemas mais viáveis e economicamente positivos”, completa Antonio Carlos.

“Me considero um sujeito de sucesso. tenho uma boa família, bons trabalhos e vivo cercado por boas pessoas”

A produção de leite em nossa região também é muito forte, e aí você vai me perguntar se é por conta da fábrica da Nestlé instalada em Araçatuba, e eu vou ter que te decepcionar (risos). A Nestlé é sim um grande consumidor do leite produzido na cidade, mas contamos com outros 2 em Araçatuba e 1 em Santo Antônio do Aracanguá. Fora as outras cidades como Lins e Clemen- tina, que também são consumidoras do leite produzido por aqui. Prova do aquecimento deste mercado é um produtor local que produz diariamente 6 mil litros de lei- te, com projeto para rapidamente chegar a 14 mil litros dia. E não para por aí, porque o objetivo são 40 mil litros, se tornando um dos maiores do Brasil.

Mas não termina por aqui. No nosso site você en- contra a entrevista na integra. Antonio Carlos Ferreira fala de tudo e sem reservas. Política, SIRAN, gado, cana de açúcar, MST e muito mais. Confira!

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Carlos Ferreira fala de tudo e sem reservas. Política, SIRAN, gado, cana de açúcar, MST e
MúsiCA Marcelo rocha diretor Artístico do sistema regional de Comunicação o BoM e Velho Blues
MúsiCA Marcelo rocha diretor Artístico do sistema regional de Comunicação o BoM e Velho Blues

MúsiCA

Marcelo rocha diretor Artístico do sistema regional de Comunicação

o BoM e Velho

Blues

Que tal falarmos de Blues?! Esse ritmo con- tagiante que surgiu a partir dos cantos de fé co- nhecidos como “Spirituals” e de outras formas similares como os cânticos, gritos e canções de trabalho, cantados pelos escravos libertos e com forte influência em sua raiz africana.

Com letras que sugeriam protestos contra a escravidão o Blues é uma forma vocal e/ou instru- mental cantadas em frequência baixa e fins expres- sivos, evitando-se notas de escala maior e utilizan- do estruturas repetitivas.

Roll. Em Graceland, Memphis, existe um templo

a outro rei, Elvis Presley. Por lá já passaram Eric

Clapton, Chuck Berry e Jimi Hendrix, todos exímios guitarristas com influência do Blues. Aliás, os dois estilos têm entre seus ingredientes principais a gui- tarra, a bateria e gênios da música. Imagine um show com todas estas personalidades juntas? Só em sonho, não é mesmo? Mas sonhar não custa nada e é bom demais.

No Brasil temos excelentes representantes do Blues como Celso Blues Boys e os Blues Etílicos, que continuam se apresentando por ai.

Agora respondam quem não se contagia com uma canção de Blues? Um guitarrista solando acompanhado de uma sonora gaita? Aliás, estes dois instrumentos não podem faltar quando se fala em Blues. Uma boa dica é assistir o filme chamado “Encruzilhada” com o ator Ralph Matteo, aque- le jovem franzino de Karatê Kid. No filme, Mat- teo interpreta um exímio guitarrista que no final duela com Steve Vai, um dos maiores guitarristas da história, é imperdível. Ah! Você não consegue entender um duelo de guitarra? Assista ao filme, você vai se arrepiar!

Na cidade de São Paulo existem ótimos luga- res onde se pode desfrutar as delícias do Blues. O primeiro fica na Vila Nova Conceição e tem o nome em homenagem à família Don Corleone, o “Corle- one”. A decoração antiga remete a Chicago dos anos 20, que foi palco da batalha entre Al Capone

e Eliot Ness. Outro “point” fica na Vila Madalena onde todo sábado acontecem encontros entre o Blues e o Rock. Fidalga 33. Imperdível.

Um grande abraço.

Para falar em Blues é preciso falar em BB King

e Stevie Ray Vaughan. Considerado o rei do Blues, BB King é nascido na pequena cidade de Itta Bena no Mississipi, mas escolheu viver em Memphis (eu

O Rei é a personificação

também escolheria

do Blues e esteve no Brasil no ano passado em 4 shows (São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília).

rs

).

Até a próxima edição com o Rei do Rock, El- vis Presley.

Corleone Bar Rua Prof. Atílio Inocentti 534, Vila Nova Conceição - São Paulo Fone (11) 3848-0028

O Blues tem grande influência sobre a mú- sica ocidental, definindo e influenciando o surgi- mento da maioria dos estilos musicais, como jazz, música country, música pop e o velho Rock and

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Revista For You - Fevereiro 2011

Fidalga 33 Rua Fidalga 32 Vila Madalena - São Paulo Fone (11) 3032-7346

Por eduardo luiz sylos ribeiro

CrôniCA

AMizAde no esPorte

Além de fazer bem para o corpo e para a alma, o esporte também nos ajuda a aumentar nosso círculo de amizade. Através do esporte aca- bamos conhecendo nossos padrinhos, madrinhas, patrões e vários irmãos “esportivos”.

Para corroborar com minha afirmação aci- ma, cito a amizade que adquiri quando atleta com Luiz Rigolin, um amigo que o esporte me presen- teou em 1989, quando jogamos vôlei juntos por Araçatuba. Desde então nos tornamos amigos. E porque não dizer: irmãos.

Apesar deste meu “irmão” não residir em Araçatuba sempre mantivemos contato. Em 1995, Luiz voltou para São Paulo capital e nossas conver- sas se intensificaram. Falamos sobre ex-compa- nheiros de quadra e de clube, sobre o voleibol de uma maneira geral, sobre namoradas, esposas e sobre a vida cotidiana.

Nos momentos difíceis é sempre bom saber que podemos contar um com a amizade do outro e assim fazemos. A impressão que tenho é que essa for- te amizade nos acompanhará pelo resto de nossas vidas. Foi daí que nasceu nosso novo investimen- to, um projeto de assessoria esportiva.

Outro exemplo de amizade que adqui- ri dentro do esporte aconteceu quando era supervisor da equipe do Vôlei Futuro. Na época, o Chico Lins, supervisor da CI- MED passou por uma situação muito complicada, uma verdadeira “saia justa” com a sua equipe e dire- toria. Ele deixou de inscrever um atleta muito importante para sua equipe. No desespero colocou o cargo à disposição depois de muitas tentativas para tentar a inscrição com outros supervisores, in-

clusive eu. Enfim, todos os seus esforços foram em vão e mesmo sem o “tal atleta” sagrou-se cam- peão da Superliga temporada 2008-2009. Ao fi- nal do jogo fui até ele e na base da gozação pedi um autógrafo no meu crachá. Ele pegou o crachá de minhas mãos e escreveu: “Para um irmão que encontrei no Voleibol”. Foi emocionante. Guardo com muito carinho o crachá até hoje.

Em uma história mais recente posso citar o meu conterrâneo Cezar Douglas. Eu e seu irmão

jogamos juntos. Depois o Cezar iniciou sua carreira

e passou por várias equipes. Eu sempre fui seu fã

de carteirinha e admirador do seu trabalho. Antes de ser supervisor fui técnico do Vôlei Futuro e con- videi o Cezar para jogar em nossa equipe e estudar em Araçatuba. Ao final da sua primeira tempora- da em um churrasco comentei com seu pai que

o Cezar ficaria aqui por muito tempo e talvez até

). Acabou que o

Cezar se formou por aqui e o seu pai

veio me cobrar o tal matrimônio, mas aí só por milagre. A verdade é que o jovenzinho que eu admirava nas quadras hoje atua ao lado dela como técnico do Vôlei Futuro, re- centemente campeão Paulista, e já foi convidado para ser assis- tente técnico da Seleção Bra- sileira Masculina Adulta B. Casamento à parte, é ou não é motivo de orgu- lho ter um irmãozinho assim?

se casasse (difícil hein??

Enfim, o motivo (acho que tem muito motivo) de estar aqui dividindo este texto com vocês é para mos- trar que no esporte ga- nhamos muito mais que títulos. Ganhamos respeito e amizades que valem por toda a vida.

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Aniversário do dinho na Calypso live. Fotos: tiko santos

soCiAl

do dinho na Calypso live. Fotos: tiko santos soCiAl 30 Visite nosso site e veja a
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Visite nosso site e veja a galeria completa da Festa do Dinho. Ah! E tem muito mais por lá. Confira! Será que você foi clicado?www.revista4u.com.br

Revista For You - Fevereiro 2011

Ah! E tem muito mais por lá. Confira! Será que você foi clicado?www.revista4u.com.br Revista For You